CRÍTICA – 50 Tons Mais Escuros (2017, James Foley)
Essa semana chegou aos cinemas o filme Cinquenta Tons Mais Escuros, dirigido por James Foley, que é continuação de Cinquenta Tons de Cinza (2015) e que se baseiam nos best-sellers literários homônimos, da autora britânica E. L. James.
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Neste segundo filme seguimos a história de Christian Grey (Jamie Dornan – parafraseando nossa leitora Debora: #AtorAzeitona), um ultra-mega-super milionário de Seattle. Este, senhoras e senhores é “O Greyzudo“! Que tem a necessidade de ser “o macho dominante”. Porém neste segundo longa, Grey se mostra ainda mais apaixonado por Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma garota sem sal que aceitou ser sua submissa no primeiro filme. E com a descoberta desse amor, conhecemos junto com Anastasia, mais do passado problemático de Christian.
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Cinquenta Tons Mais Escuros não é um filme de todo ruim (me julguem), mesmo indo com a obrigação de marido para atender o desejo da patroa, notei que eu era apenas mais um dos muitos namorados, noivos e maridos que acompanhavam suas respectivas e os grupinhos de amigas. Entre silêncios constrangedores dos mais velhos e risinhos das mais jovens nas cenas de peitinhos de Anastasia e bunda de fora do Greyzudo, o longa chama a atenção não só pelas cenas de sexo, mas também pelas músicas, pelo diálogo entrosado e uma surpresa (pelo menos pra mim) que andava sumida das telonas.
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A trilha sonora, logo de cara, chama atenção com músicas já conhecidas, mas com novos ritmos. Que combinaram bem com o clima de amor do casal de pombinhos nada convencional. Entre elas as já conhecidas “I Don’t Wanna Live Forever”, da Taylor Swift com Zayn Malik e “Not Afraid Anymore” da Halsey, além de músicas de Sia, John Legend e Nick Jonas com Nick Minaj, confira:
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Em grande parte do filme notamos que o texto Christian-Anastasia é muito bem escrito e por mais que não mostrem aquela química de nascidos um para o outro – com exceção das cenas de sexo – conseguem ser entrosados nos diálogos e conquistam o público com o timing das piadas.
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A grata surpresa que citei anteriormente, foi a presença de Kim Basinger, que dá vida a personagem Elena Lincoln, uma parceira de negócios e ex-parceira de “negóóócios” de Christian.
( ͡° ͜ʖ ͡°)
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A atriz que interpretou Vicky Valey, no clássico Batman, de Tim Burton (1989), surge em Cinquenta Tons Mais Escuros com nítidos sinais do avanço do tempo (tá véia) e da evolução da Medicina Estética (tão esticada que parece caricata). Mas a alegria ao vê-la é verídica.
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Elena, que foi quem iniciou o Greyzudo nos passos da libertinagem, faz parte de uma das melhores cenas do filme. Cena esta que é digna de barracos de novela das 21hs e conseguiu gerar aquele sonoro “Wooooowwwww” dos presentes na sessão de cinema; E a personagem de Kim Basinger promete vir para o terceiro e último filme com o Espírito de Vingança, mas não o do Motoqueiro Fantasma, está mais para Nazaré! #NazaréTedescoFeelings
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E para finalizar, cumprindo meu papel de marido para agradar a patroa, consegui também cumprir meu papel de autor para vocês leitores e de quebra aprendi umas cositas nuevas para apimentar a relação, afinal alguns tabus são coisas da vovó, não é mesmo? 😉 
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Avaliação: Razoável
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Confira o trailer:
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the author

Um carioca nerd de alma e coração. Cinéfilo, viciado em livros e que chama seu Xbox One de Wilson (entendedores entenderão).