CRÍTICA – Tinha Que Ser Ele (2017, John Hamburg)

Dos mesmos criadores de Eu Te Amo, O Cara e A Filha do Meu Melhor Amigo, Tinha Que Ser Ele é uma comédia leve com pitadas de lições sobre o amor. O filme retrata a história de uma jovem Stephanie (Zoey Deutch) que mudou de cidade para cursar a faculdade, e lá começa a namorar Laird (James Franco).

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No feriado de Natal, Ned (Bryan Cranston), pai de Stephanie, junto com a família, vão visitar a filha e consequentemente conhecer o namorado dela. Porém ao chegar lá, se deparam com um homem diferente e sem filtros. Apesar de todo esforço para agradar a família da namorada, Laird não é bem-aceito por Ned, que passa a agir de forma arbitrária e endurece ainda mais quando descobre que a filha está prestes a ser pedida em casamento.

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Além de garantir boas risadas, o longa traz uma atuação caricata e divertida de James Franco, somado a jovem Zoey Deutch com sua criação delicada e ao mesmo tempo forte, além de uma excelente construção de personagem do veterano Bryan Cranston; mas a cereja do bolo definitivamente fica por conta da participação especial da banda KISS com uma performance diferenciada.

Por trás das gargalhadas, o filme traz suas mensagens sobre a importância de aceitar as escolhas do amor, e de permitir com que cada um tome suas próprias decisões. Os personagens masculinos se confrontam no decorrer do filme pelas suas diferenças: o mais velho, certo e caxias e o mais jovem, sem filtros e desbocado, mas, no fundo, a diferença entre as pessoas também pode ser a maior semelhança entre elas.

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Para quem quer ter um momento de lazer e descontração o filme é uma boa pedida, garante risadas fáceis com as situações mais inusitadas e com personagens bem caricatos.

Confira o trailer:

Avaliação: Bom

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the author

23, jornalismo, Brasília. Gosto de teatro, esportes e viajar. Filmes românticos, dramas e comédias são o que me levam ao cinema, já no quesito leitura: vou do jornal a HQ. Livro é item básico na bolsa feminina (pelo menos a minha).