CRÍTICA – Trolls (2017, Mike Mitchell)

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Hoje, depois de um tempinho sem postar aqui no site, venho trazer a indicação de um filme perfeito para aqueles domingos de preguiça em que precisamos de um animo para a segunda-feira, sabe?! Trolls é uma animação super extravagante baseada nos pequenos bonequinhos trolls criados por Thomas Dam, os quais são bem mais populares nos Estados Unidos. Dirigido por Mike Mitchell, que foi diretor de filmes como Sherek, Alvin e os Esquilos e Bob Esponja: O Filme, co-dirigido por Walt Dohrn e roteirizado por Jonathan Aibel e Glenn Berger o filme é ótimo para passar o tempo e cantarolar um pouco com os pequenos.

A animação conta a história dos indivíduos mais felizes do planeta, os Trolls, criaturas que amam viver e que estão sempre dando festas, cantando e celebrando a vida e também das criaturas mais infelizes, os Bergens, que ao perceber que os Trolls eram tão felizes, queriam pegar aquela felicidade para eles e por isso enjaularam a Árvore Troll que ficava no meio da Cidade Bergen e criaram um dia chamado Trollstício, aonde comiam os Trolls e sentiam a felicidade por um momento.

No dia em que o Príncipe Gristle Jr. iria provar seu primeiro Troll, a pequena princesa Poppy, o Rei dos Trolls consegue libertá-los e todos conseguem fugir para bem longe da Cidade Bergen. Depois disso o Rei Gristle I culpa sua Chef de cozinha, que depois do incidente é banida da cidade e com muita raiva jura achar os Trolls e se vingar.

Vinte anos depois, Poppy é a Troll mais feliz de todas, pois nunca enfrentou um problema de verdade, porém do outro lado vive Tronco, que é o único Troll paranoico e mal-humorado por um motivo desconhecido de todos. Depois que Poppy teve a ideia de dar a maior festa de todas, Tronco tenta avisa-la que a comemoração iria atrair os Bergens até onde os Trolls estavam escondidos e apesar das advertências, ela acaba dando sua grande festa e a Chef acaba achando-os, e capturando os melhores amigos de Poppy, sem saber a quem recorrer já que todos os outros Trolls estavam escondidos, ela chama Tronco para ajudá-la a ir até a Cidade Bergen e resgatar seus amigos. E é aí que a verdadeira aventura começa.

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Confesso que antes de começar a assistir não estava nenhum pouco empolgado, mas depois de alguns minutos o filme te prende de uma maneira super leve e que faz você não perceber o tempo passar, posso dizer que você fica meio que encantado por todas as cores e músicas que o mesmo possui.

E falando em música esse é o motivo para Trolls estar sendo indicado ao Oscar 2017 por Melhor Canção Original com Can’t Stop the Feeling de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster. Mesmo assumindo o primeiro lugar nas bilheterias brasileiras na sua semana de estreia e desbancando filmes como Inferno, infelizmente Trolls tem poucas chances de vencer já que compete com La La Land: Cantando Estações (já tem review aqui no site, clique aqui para ler) que possui duas músicas concorrendo na categoria e que já ganhou vários outros prêmios.

Avaliação: Bom.

Confira o trailer:

Por hoje é isso pessoal, curtiram nossa indicação? Já assistiu o filme? Nos conte o que achou aqui nos comentários ou em alguma de nossas redes sociais, que estão logo abaixo! Tchauzinho!

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the author

Gaúcho, 18 anos, apaixonado por design, tecnologia, games, livros e assuntos geeks em geral. O Jedi do Feededigno.