Início SÉRIE Crítica CRÍTICA – O Agente Noturno (1ª temporada, 2023, Netflix)

CRÍTICA – O Agente Noturno (1ª temporada, 2023, Netflix)

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O Agente Noturno

O Agente Noturno é uma série dramática da Netflix. Ao longo de seus 10 episódios nos leva por uma trama por vezes confusa, mas que conta uma história interessante, repleta de críticas ao governo americano. Enquanto conta a história do agente do FBI Peter Sutherland (Gabriel Basso), a produção nos lança em uma rede de intrigas, com consequências que podem mudar completamente a organização de poder na Casa Branca.

Em um primeiro momento, somos lançados à série em flashbacks, que funcionam para nos ambientar ao passado dos personagens que acompanharemos. O primeiro flashback acompanha o que parecia ser um dia comum para Peter, mas que ao testemunhar uma tentativa de atentado, vê se vida virar de cabeça para baixo e passa a entregar uma operação secreta no porão da casa Branca, atendendo um telefone que quase nunca toca.

A série é baseada nos romances de Matthew Quirk.

SINOPSE

Ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.

ANÁLISE

A história de O Agente Noturno nos apresenta a vida de Peter Sutherland, que após impedir que mortes aconteçam em um atentado ao metrô, rapidamente passa a ser percebido por grande parte da população como o culpado. Tudo isso, graças ao histórico de seu pai, que foi culpado de traição pelo governo americano.

Por ser uma pessoa correta, enquanto tenta descobrir a verdade sobre seu pai, ele segue um caminho de retidão sem qualquer chance de desvio. Quando é convidado para assumir o papel de “telefonista”, ele se vê engendrado em uma trama mais profunda do que a entende a princípio.

Quando o caminho dele cruza com o de Rose Larkin (Luciane Buchanan), uma testemunha desta trama, ele se torna seu principal protetor. Enquanto a história dos dois se mistura, eles precisam se ajudar a fim de chegar ao fundo de uma história que coloca os dois em risco.

Com um grande elenco, como Hong Chu, D.B. Woodside e muitos outros, vemos que a série não tem pena de aprofundar sua história e tira o melhor de seus atores. Dando à seus personagens a profundidade necessária para torná-los relevantes.

VEREDITO

Ao longo dos 10 episódios, a série conta com tramas que giram em torno do passado, presente e futuro dos personagens. Tudo isso, enquanto garante que todos tenham um interessante tempo de tela, permitindo um maior aprofundamento de cada um deles. O trabalho de Gabriel Basso como Peter Sutherland é poderoso, e mostra o quão difícil é se manter em um caminho de retidão quando forças externas tentam te dobrar, fazendo até mesmo sua vida correr riscos.

O final da série é ambíguo, e será necessário esperar algum tempo a fim de descobrir se a série ganhará uma segunda temporada, visto que a mesma estrela desde seu lançamento no Top #1 da Netflix Brasil.

3,5 / 5,0

Confira o trailer da série:

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