Metroid Prime 4 Beyond traz um recomeço para a saga após 18 anos desde o título anterior, Metroid Prime 3: Corruption, lançado para Nintendo Wii. Esse título chegou para Nintendo Switch e Switch 2 em 4 de dezembro de 2025, carregado de expectativas de fãs novos e antigos após meses em silêncio; já que o seu primeiro trailer de anúncio aconteceu em uma Nintendo Direct em junho de 2024, e só em 2025 voltamos a ter novidades sobre ele.
O novo jogo da Samus prometia muito.
Agora, a ideia é um recomeço para a aventura da Samus nas plataformas modernas da Nintendo. Com esse recomeço para a série, você não precisa jogar os demais jogos para começar por ele, e isso é ótimo; porém, provavelmente você vai querer conhecer os outros títulos da saga se gostar desse em si.
Adianto que Metroid Prime 4 impressiona e acerta em muitas coisas, mas peca em outras; e isso torna difícil desse novo jogo superar os seus antecessores. Claro, ele supera diretamente se falarmos apenas da parte técnica (já que ele está em consoles mais atuais); porém, precisamos levar em consideração mais do que gráficos, controles modernos, resolução e FPS.
Desempenho e Modos de FPS

Inclusive, esse é um jogo que conta com a possibilidade jogarmos no Switch 2 com melhorias de resolução e FPS, além da adição do modo mouse desse novo console; e ele roda sem problemas no Nintendo Switch também. Mas o que surpreende a nós, brasileiros, é que esse é o primeiro Metroid com legendas oficiais em PT-BR.
Comecei jogando no Modo TV em 4K 60FPS e foi bem legal, fica lindo na TV; mas, como esse é um FPS, foi inevitável a curiosidade de vê-lo rodando em 120FPS. No modo TV é 1080P 120FPS e no portátil é 720P 120FPS; depois que mudei para essa configuração, só joguei dessa forma. É um caminho sem volta.
Um detalhe é que tenho aquele famoso enjoo (cinetose) jogando alguns jogos, geralmente jogos em primeira pessoa, como é esse; e uma coisa que, por incrível que pareça, me ajudou a reduzir essa sensação foi quando testei esse modo com mais FPS. Então, fica a dica aí também: se você é desses, testa esse modo e veja se fica mais interessante. Pode ser que não dê certo para todos, mas foi o que me salvou por aqui e me ajudou a aproveitar cada segundo de gameplay.
O modo mouse é divertido; acho que é um dos títulos que melhor aproveita isso, falando dos jogos novos. Eu sei que o Mario Paint no Nintendo Online é uma adição legal para seu uso, mas não foi pensado para o console, sabe? Assim como o jogo Cyberpunk 2077 (que apesar do lançamento conturbado, mora no meu coração e comprei a minha primeira mídia física dele sendo a de Switch 2), ele é um jogo bom para se jogar assim, mas ele nasceu no PC. Agora, Metroid Prime 4 Beyond nasce pensado para essa plataforma e é uma adição legal; porém, eu mesma não me adaptei tão bem ainda: preferi jogar no estilo padrão de controle.
Minha história com Metroid

Eu conheço Metroid há muitos anos, mas demorei a finalmente poder jogar algo da saga; e quando o fiz, me apaixonei pela série 2D e pela série 3D.
A temática sempre me ganhou: algumas inspirações em Alien para uma fã de Alien já se interessar. Fã essa que ama Metroidvanias, Sci-fi e muito mais; então, acredito que pode chamar a atenção e cativar pessoas com esses mesmos sentimentos.
Me vi imersa em Zero Mission mais de uma vez; achei uma experiência que vai marcar a minha vida para sempre com um Final Boss em Samus Returns; e me vi em dúvida sobre um Metroidvania em 3D que era em primeira pessoa, mas que, ao jogar, foi impossível parar.

Tirei a poeira do meu Nintendo Wii quando soube da trilogia Metroid Prime lançada para esse console; e meu novo sonho é ver um remastered no nível do primeiro título chegando para o segundo e terceiro no Nintendo Switch. Eu duvido que aconteça, mas eu gosto de sonhar.
Tenho muitos títulos da série para jogar ainda, mas era inevitável a ansiedade por Metroid Prime 4 e comprei a sua mídia física de forma antecipada, sendo claramente irresponsável, mas muito feliz com a decisão. Porém, mesmo adquirindo a minha cópia física, também recebemos uma chave da Nintendo Brasil para Nintendo Switch 2, a quem agradecemos.
E, durante as minhas folgas de final de ano, esse jogo me capturou por quase 17 horas de na primeira gameplay e eu me diverti demais.
A história do jogo convence?

A história de Metroid Prime 4 Beyond convence sim: ela é muito boa, faz sentido com a jornada, nem tudo está nos scanners e temos diversas cutscenes que ajudam na imersão dela; porém, ainda sim, não é tão direta. Então, tem quem não vai gostar da forma que ela é contada e isso é compreensível.
No começo da história, a base da Federação Galáctica é atacada por Sylux, um antagonista que surgiu a primeira vez no Metroid Hunters de DS, em 2006, depois apareceu em mais alguns jogos e marcou o final do Metroid Prime 3 Corruption ao zerar 100%. Fica aqui o alerta: se você é novo na franquia, zerar com 100% te dará alguma cena extra ou uma visual diferente para Samus nos jogos.
A Federação estava com um artefato Alien que o Sylux também queria pôr as mãos; mas não só isso: ele vinha perseguindo a nossa protagonista há muito tempo.
Esse artefato é de uma civilização alien chamada de Lemurianos e, por causa deles, somos lançados ao seu planeta natal, o planeta Viewros: um planeta com biomas bem diversos e geralmente em climas intensos (tempestades carregadas, florestas densas, etc.), mas que também era muito hostil.

Os Lemurianos conseguiram viver no planeta, apesar da hostilidade desse ambiente, e se estabeleceram na Árvore Sagrada. E, muito antes de evoluírem tecnologicamente, eles descobriram que podiam se comunicar com consciência dessa árvore; sendo assim, o início de um novo conhecimento, algo que marcou a raça: a possibilidade de alguns poderem manifestar habilidades psíquicas por meio espiritual.
Anos e anos se passaram, eles evoluíram muito sua civilização: com tecnologias incríveis, com conhecimento espiritual e com esse poder psíquico fazendo cada vez mais parte do seu legado.
Ao chegarmos, vemos que tudo estava devidamente planejado para nossa chegada e um Lemuriano fala conosco em formato de holograma. Isso acontece pois eles gravaram toda a sua história e preparam instruções que guiaria um Ser Escolhido sem sua jornada para ajudá-los após eles serem extintos.
Não falarei mais para não dar spoilers, pois, a partir daqui, a nossa jornada está só começando e vamos descobrindo mais e mais conforme avançamos.
NPCs realmente incomodam?

Houveram diversas críticas aos NPCs no início do jogo, especificamente o primeiro: Myles MacKenzie, que é um verdadeiro tagarela e que serve de tutorial para novos jogadores.
Eu achei esse personagem legal (e os demais no futuro também, que inclusive são poucos); os humanos ficam com a gente por pouco tempo e esse do começo é realmente para introduzir novos jogadores e isso faz a franquia crescer mais, certo? Depois disso, exploraremos por aí apenas com Samus, geralmente.
Em alguns momentos, esse personagem em si nos chamará pelo rádio e, em outros momentos, não teremos sinal de rádio para comunicação.
Ele dá algumas dicas se acha que você está perdido às vezes. E aqui é a parte que entendo os fãs mais antigos: acho que poderiam pôr uma função no menu de desligar as dicas do MacKenzie; e isso agradaria fãs veteranos que já conhecem o estilo do jogo.
Ainda assim, acho esse personagem divertido e os demais também; todos têm boa construção dentro do escopo do jogo e fazem sentido com o rumo da história. Mas o que complica é que Samus não fala; eu entendo que queriam evitar o problema do Metroid Other M, um jogo onde Samus fala demais e tem uma personalidade totalmente diferente do esperado de uma caçadora de recompensas que já passou por muita coisa.
Ela não precisava ser insegura e tagarela como no Other M, mas podia falar meias palavras como uma pessoa séria. O bom é que ela faz gestos e o ruim é que não tem expressão (afinal, ela usa um capacete, né?).
No saldo final dessa parte, a história é boa, os personagens são interessantes; apenas poderiam pensar numa forma melhor de interação da personagem principal com os demais e a possibilidade de desativar dicas no menu, para os que não querem nenhuma mensagem de rádio do Mackenzie após o tutorial.
Metroidvania em 3D ou apenas mais um shooter?

Aqui o jogo brilha, e brilha muito: ele entrega um combate divertido, consistente e cheio de novidades; afinal, temos controles modernos e eles funcionam muito bem. Eles mantêm o que deu certo em Metroid Prime, o que já faz parte da identidade da franquia, como a Morphball (ou melhor, a Morfosfera, já que o jogo está localizado em Português do Brasil agora).
É absurdamente legal andar por aí na forma de Morfosfera e, em alguns momentos, é mais interessante; não só para passar por locais, descobrir segredos e realizar puzzles, mas porque esse modo é mais rápido que andar normalmente. E, mais pra frente no jogo, teremos um upgrade que melhora mais isso.
Devo pontuar que, em primeiro lugar, esse jogo não tem como principal o gênero Shooter em Primeira Pessoa (esse seria o segundo foco). Mesmo que seja automático dizermos que esse é um jogo Shooter e acabou, mas não limite ele a isso; não estamos jogando DOOM e outros títulos conhecidos. Pois o primeiro foco é totalmente Metroidvania 3D em Primeira Pessoa; afinal, esse jogo deu origem a esse gênero (está no nome, não é mesmo?).
Então, o combate é sim um Shooter maravilhoso; mas, em primeiro plano, o foco é explorar os mapas apresentados, buscar segredos nos locais com puzzles ou passagens secretas, adquirir upgrades e, com eles, fazer o famoso “backtracing” do gênero: voltar tudo e abrir novas áreas. E isso ele faz muito bem. Eu, particularmente, acho recompensador demais explorar, encontrar upgrades, voltar em um local que não podia abrir antes e lá dentro encontrar outro upgrade importante ou um boss super divertido.
No resumo, funciona muito bem: podemos atirar, pular, carregar tiros, virar uma morfosfera; mas vamos além com tipos de tiro diferentes, upgrades que encontramos ao explorar e novas habilidades (que também seremos recompensadas com elas) ao explorar esse mundo.
Moto? Metroid mundo aberto?

Falando em mundo, temos um mapa semiaberto (não é um mundo aberto), com um deserto que liga as “fases” do jogo e possíveis locais de quest e upgrades. Os upgrades geralmente teremos ao completarmos desafios que estão nesse deserto, e eles lembram os templos de Zelda Breath of The Wild e Tears of The Kingdom.
Poderia até ter mais deles, viu? Gostei muito e preencheria mais esse deserto. E, como temos essa adição, nós também recebemos uma Moto incrível para explorar por aí numa velocidade mais agradável.
Essas “fases” funcionam como instalações dessa antiga civilização que estamos tentando ajudar; em todas elas, encontraremos mais de suas histórias e o que aconteceu para chegarem até o ponto da extinção.
A moto se chama Vi-O-la; essa é uma adição imponente, divertida e eu já tô esperando que coloquem ela no Mario Kart World. Ela até foi bem recebida, mas o que não foi bem recebido foi esse deserto: foi bem criticado e eu entendo o motivo disso.
No momento em que saí para o deserto pela primeira vez com a moto e vi esses cristais por aí, automaticamente comecei a passar por eles coletando; acho que esse costume de jogar videogame que faz parte de mim hoje em dia. Pensei algo como: “Ué, passei por esses cristais aqui, não sei para o que servem agora, mas é possível coletar? Aí tem coisa. Vou logo pegando tudo que der, porque não duvido que o jogo me peça algo com eles no futuro”.

Dito e feito. O deserto do Vale do Sol é bem bonito e rápido de explorar com a moto, mas o que frustra são esses tais cristais verdes que devemos coletar: o jogo te obriga a juntar uma boa parte deles, o que toma tempo. Como eu fiz isso desde o começo do jogo, no final faltava pouca coisa; então deixo de dica para não deixar isso para depois: conforme você explora, pegue muitos cristais no caminho.
Em um dos vídeos que fiz, uma pessoa disse que não gostou do deserto porque ele é vazio; e, nesse caso, os mapas dos jogos da Ubisoft entregam isso melhor. E eu fiquei bem confusa: Assassin’s Creed, Far Cry, Avatar e afins são ótimos jogos, mas prometem outro estilo de jogo. Não tem motivo para comparar; e ainda mais quando vemos que, há pouco tempo atrás, era uma reclamação os mapas lotados de nada e pontos de interesse desinteressantes desses jogos. Sendo sincera: se ouvir algo assim, não dê ouvidos. São jogos diferentes e com públicos diferentes. Não podemos julgar Mario Kart World como um jogo de luta, pois ele é um jogo de corrida; assim como não devemos julgar Metroid por um gênero que ele não é.
A parte dos cristais me lembrou jogos antigos. Por exemplo, recém visitei um dos meus favoritos, Rayman 2 The Great Escape, que chegou ao Nintendo Online na seção do Nintendo 64; nele, para avançar, você precisa coletar os Lums e usar para liberar as áreas. Então, às vezes, você coletou tudo e vai precisar voltar em algumas fases, sabe? Esse tipo de mecânica poderia ter ficado lá nos antigos mesmo. Dá um corta-clima na imersão parar o que você está focado para voltar tudo.
Fora esse ponto, o deserto não é tudo isso de ruim que pintam e bordam; ele é até rápido de explorar e lembre-se que o jogo tem umas 15 horas e não é um jogo longo: você não passará tanto tempo assim por lá.
Os Bosses são tudo isso?

Lembra que falei que nos combates o jogo brilha? Nos bosses principalmente. Eu amei quase todos mesmo. Me diverti no boss do tutorial, me diverti no segundo boss, depois nos outros; descobrir como derrotá-los é sempre muito legal.
Todos têm seu estilo de combate e design que só tornam toda a experiência melhor; você encontra um e automaticamente já acha que vai ser um dos ápices do jogo. As músicas acompanhando são ótimas e os bosses que têm fases diferentes surpreendem mais ainda.
Eu só achei dois bosses meio sem graça e não vou dizer como eles são ou como enfrentá-los, mas: um você enfrentará após a coleta de um item e será uma luta que não tem mudanças, é só repetir a mesma coisa; e a outra é a primeira fase de uma luta (pode ser que você identifique jogando ou, se já jogou, pegou a ideia de quais estou falando). O jogo tem diversos bosses e são muito bons; então esses dois aqui não estragam a experiência de jeito nenhum, só não são tudo isso se comparado a outros.
Então sim, os bosses são tudo isso e valem cada momento. Você precisará de diversas mecânicas; sério, teste de tudo. Me diverti horrores enfrentando os bosses e que, apesar de não curtir uma certa primeira fase de um boss, ao passar dela a sequência seguinte foi tudo muito cinema.
Os gráficos são melhores, mas no geral o Design e o Som convencem?

O estilo gráfico combina e é charmoso; é o mais atual da série, então não tem nem como comparar. Mas falando sobre o design de level das instalações em si, são legais; e a progressão da Samus com seus upgrades fazem sentido: explorar e achar um pequeno espacinho para resolver algum puzzle, chegar a algum lugar etc., é tudo bem feito. Dá uma real sensação de progressão, já que explora recompensa e isso ajuda a Samus a ficar mais forte.
Falando em ficar mais forte, Samus terá trajes diferentes e isso também recompensa o nosso avanço no jogo, tanto para melhorias de combate como para acompanhar a progressão com o design. Seu traje base é icônico sim, mas os outros são lindos também.
Os sons ambientes também combinam, mas as instalações têm diferentes estilos: você vai ouvir criaturas andando por aí, mas você também ouvirá a tempestade lá fora, as paredes rangendo em alguns locais, canos estourados etc. A ambientação de cada local é muito impecável.
E falando de músicas: com exceção a música do deserto (que não agrada muito), as demais músicas são obra-prima, maravilhosas, e acompanham diversos momentos importantes; desde momentos de narrativas, momentos intensos com bosses e até uma exploração silenciosa em um local onde a tempestade não dá trégua lá fora, onde o sinal de rádio se foi e você não sabe o que te espera na próxima porta e que pode te surpreender a qualquer minuto.
E esse Vilão dos Trailers?

Precisamos falar de Sylux: ele é interessante e muitos queriam saber como seria sua participação por aqui. Ele apareceu muito nos trailers e isso deixou uma hype grande na galera; os antigos fãs pegaram a referência e os novos fãs ficaram procurando por aqui: “Quem é esse tal Sylux?”.
Mas eu tenho uma péssima notícia: o Sylux mal aparece. Não é um vilão de fato; seu marketing vendeu outra coisa, pois, no jogo, a jornada da Samus é o principal e Sylux é um antagonista que aparece em alguns momentos. Mesmo que sejam momentos importantes e ele faz parte sim da história, ele não é tão explorado, sabe?
Então, sinto que ele foi mal aproveitado ou mal apresentado; acredito que poderiam deixar esse personagem como surpresa e não como foco nos trailers. Quem jogasse ia ver ele lá e achar uma surpresa boa, principalmente por quem já o conhecia de outros jogos.
Então Sylux é legal sim, mas poderia ser algo mais.
Vale a pena?

Metroid Prime 4 Beyond é um jogo incrível, muito bom, divertido e que consegue ser uma ótima porta de entrada para novos fãs. Entrega um Metroidvania 3D maravilhoso e que vai valer suas 15 horas ou mais; a busca pelo 100% é recompensadora e pode agradar sim os fãs antigos também, porém ele dificilmente vai superar a trilogia anterior.
Era esperado demais que um jogo só entregasse um nível que superaria uma trilogia completa, e isso não acontece. Devido ao tempo de desenvolvimento, expectativas e muito mais, é possível entender esse peso colocado nos ombros desse título; então fica de aviso: esse é um bom jogo, mas que não consegue superar sozinho a sua trilogia antecessora.
Se você não jogou os títulos anteriores, só vai. Essa parte só vai ficar na sua mente se você gostar do quarto jogo e decidir conhecer os demais depois; já adiantando que até vale a pena: se gostar desse, jogue os outros também. E se você jogou os antigos, jogue entendendo que a sua trilogia amada é maravilhosa, você pode jogar ela de novo se sentir saudades (ela estará lá exatamente como você lembra), mas o novo jogo não veio reinventar a roda.
Ele mantém o que deu certo, aprimora a modernização da franquia e arrisca novidades diferentes, que podem ou não agradar; vai de você. Eu, particularmente, amei minha experiência em Metroid Prime 4 Beyond.
Agora, o preço. Aqui é complicado; atualmente em toda review eu critico o preço, já que estamos em uma época em que os jogos custam mais de R$ 400. Na eShop a versão de Switch custa R$ 349; de Switch 2 custa R$ 439,90 e o pacote de melhoria por R$ 59,90. Esses preços não são baratos.
Então vai aqui uma dica que deixei em outros textos também: a mídia física poder ser mais interessante. Comprando em uma loja oficial (que você confia), que tenha cupom ou cashback, é possível economizar encontrando valores entre R$ 210 até R$ 290 para a versão de Switch; e a versão de Switch 2 um pouco mais, porém ainda bem abaixo do valor cobrado no digital.
Se você concorda com todos os pontos positivos e negativos que viu por aqui, dê uma chance para Metroid Prime 4: jogue e tire suas próprias conclusões. A experiência desse jogo é ótima e divertida. Joguem Metroid!
Confira o trailer do game:

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