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CRÍTICA – As Casas Mais Extraordinárias do Mundo (1ª e 2ª temporada, 2017-18, BBC)

CRÍTICA - As Casas Mais Extraordinárias do Mundo (1ª e 2ª temporada, 2017-18, BBC)

Produzida pela BBC Two entre 2017 e 2018, As Casas Mais Extraordinárias do Mundo (The World’s Most Extraordinary Homes) está disponível no catálogo da Netflix.

SINOPSE

Esta série segue o premiado arquiteto Piers Taylor e a atriz e entusiasta de arquitetura Caroline Quentin enquanto descobrem as moradas mais extraordinárias do mundo. O par viaja por toda a parte, através de montanhas, florestas, ao longo de costas e no subsolo para encontrar propriedades únicas.

ANÁLISE

A minissérie britânica conta com 12 episódios em suas duas temporadas, cada episódio conta com uma duração média de 40min, com um estilo documental/reality show onde Piers é o responsável pelo olhar técnico das construções e suas arquiteturas enquanto Caroline nos apresenta seu olhar pessoal como hospede.

Com a primeira temporada tendo seus episódios divididos por temas desde casas nas montanhas, de praia, na floresta, subterrâneas, temáticas e muitas outras; já a segunda temporada busca uma divisão por países como Israel, Espanha, Portugal, Índia, Japão e muitos outros.

Casa no deserto construída com asas e fuselagem de avião.

Na Noruega, os anfitriões pegam uma lancha até uma casa de quatro quartos perto da costa, enquanto no sul da Espanha eles desfrutam de vistas espetaculares de uma casa construída em um penhasco íngreme. Piers e Caroline passam a explorar um edifício de estrutura de madeira na Ilha Sul da Nova Zelândia e um edifício inspirado em navios na Nova Escócia, Canadá.

VEREDITO

Uma série leve e com apresentadores extremamente carismáticos, As Casas Mais Extraordinárias do Mundo é para aqueles que buscam viajar por outras culturas, se inspirar e se divertir sem sair do conforto do seu lar.

Por mais que seja interessantíssimo ter as análises – e desenhos loucos no caderninho – de Piers sobre os estilos arquitetônicos, técnicas de engenharia e as conversas com os proprietários e arquitetos sobre as dificuldades dos projetos; e as – extremamente divertidas – tiradas de Caroline com suas observações genuinamente pessoal sobre a funcionalidade de cada casa como um lar; sem sombra de dúvida a série funciona graças a 3 elementos principais: Piers, Caroline e, claro, as casas.

A química inegável do par de apresentadores somado aos diversos tipos de casas (seja um grande ou simples projeto) faz com que fiquemos tristes ao chegar no último episódio da série. 

Nossa nota

5,0 / 5,0

Assista a um trecho de um dos episódios (vídeo sem legenda):

No catálogo da Netflix a série conta com opções de dublagem e legenda em português brasileiro.

Para quem nos acompanha, sabe que a Nancir é a “louca da decoração” e por causa dela comecei a assistir essa e outras séries com a mesma temática.

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