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CRÍTICA – Aqueles Que Me Desejam a Morte (2021, Taylor Sheridan)

Aqueles Que Me Desejam a Morte é o novo longa de Taylor Sheridan e está disponível nos cinemas brasileiros.

SINOPSE

Connor (Finn Little) presencia o assassinato do seu pai nas mãos de dois assassinos de aluguel. Agora ele deve fugir das garras deles e sobreviver a esse terrível pesadelo.

ANÁLISE

Aqueles Que Me Desejam a Morte é um filme extremamente confuso, pois temos algumas lacunas graves em seu roteiro. A primeira delas é a falta de conexão da protagonista, Hannah (Angelina Jolie) com o arco principal, visto que ela cai de paraquedas na trama de Connor. O segundo grande furo está na motivação dos vilões, pois sabemos que eles tem que matar o garoto e seu pai, mas em nenhum momento é explicado o porquê disso.

Em diversos momentos temos a sensação de que falta algo no filme, pois temos poucas informações e o roteiro em nenhum momento quer nos explicar o que está acontecendo. Além disso, existem diversos diálogos expositivos sobre os traumas da personagem de Angelina Jolie, além dos excessivos clichês e sacadas batidas que deixam a trama rasa e previsível.

As atuações são ok, sem nenhum destaque aparente, uma pena, pois o elenco possui qualidade. Nomes como Aidan Gillen, Nicolas Hoult e Jon Bernthal são desperdiçados completamente.

VEREDITO

Aqueles Que Me Desejam a Morte é um filme confuso e esquecível, mas que até entrega alguma diversão. Sua estrutura genérica com um roteiro fraco deixam o potencial do filme lá embaixo, todavia, nada muito diferente do que esperávamos no início de tudo.

Nossa nota

2,0/5,0

Confira o trailer de Aqueles Que Me Desejam a Morte:

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Relações-públicas, gremista, nerd, escorpiano e palestrinha. Parece futebolista, pois só vive descendo a lenha. DC é melhor que Marvel, todavia, amamos as duas.