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CRÍTICA – O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos (2019, Aleksey Tsitsilin e Robert Lence)

O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos é o quarto filme de uma serie de animações russas, dirigido por Aleksey Tsitsilin e Robert Lence.

SINOPSE

Gerda é uma jovem que nasceu sem poderes numa família de mágicos. No reino da qual faz parte, o rei Harald quer exilar os seres mágicos em um mundo onde a Rainha das Neves faz parte, uma grande inimiga de Gerda. Agora a jovem tem a missão de salvar sua família e amigos se unindo a sua antiga nêmeses.

ANÁLISE

O Reino Gelado tem em seu cerne um ponto muito importante: a rivalidade entre a ciência e a magia. Por mais que os personagens vivam em um mundo fantástico, há um pouco de negacionismo e uma relação ruim com seres diferentes e que podem contribuir para um reino melhor.

Sobre a questão da trama em si, ela é até um certo ponto simples num ponto de vista geral. Entretanto, conforme ela caminha, os nós vão se desenrolando e mostrando uma história de superação e acreditar em si mesmo.

Os personagens são carismáticos, principalmente a protagonista que é humilde e busca sempre aprender com os demais. O núcleo de apoio funciona muito bem.

A direção da animação é eficaz, trazendo principalmente imagens lindas nos aspectos técnicos e sabendo contar uma boa história.

Como problemas, nós temos algumas piadas fora do tom e sem timing, pois acabam sendo sem noção em alguns momentos. Algumas conveniências de roteiro atrapalham bastante o filme, com alguns clichês da sorte no último minuto, um segundo ato bastante arrastado e uma batalha final brega, que tiram pontos de O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos.

VEREDITO

A animação russa tem altos e baixos que a tornam interessante no aspecto de diversão e trama, mas que a fazem entrar na prateleira das comuns por conta de seus problemas. Mesmo assim, vale à pena assistir por conta de seus personagens carismáticos e leveza, com boas lições de vida.

Nossa nota

4,0 / 5,0

Confira o trailer da animação:

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Relações-públicas, gremista, nerd, escorpiano e palestrinha. Parece futebolista, pois só vive descendo a lenha. DC é melhor que Marvel, todavia, amamos as duas.