CRÍTICA – Call of Duty: Modern Warfare 3 (2023, Infinity Ward)

    Call of Duty: Modern Warfare 3 é o mais novo game da franquia Modern Warfare. Como um reboot dos games originais da franquia, ele tem um papel importante em alterar alguns fatos importantes para o enredo. Com alterações de mecânicas e gameplay, somos lançados por diferentes missões quando uma ameaça retorna. Colocando em risco relações, acendendo a fagulha de antigos conflitos e causando embates entre países que estrelam uma aparente Guerra Fria, a Força-Tarefa 141, Price, em conjunto com Kilo e outros integrantes, precisam se aliar a antigos inimigos a fim de evitar que os planos do principal vilão da história se realize.

    Desde seus primeiros minutos, Modern Warfare 3 nos lança por uma história concisa, mostrando que a fim de entender a história de nossos inimigos, precisamos testemunhá-la. Com um modo campanha relativamente mais curto do que seu antecessor, Modern Warfare 3 nos coloca no controle do time Bravo e o time Charlie precisam libertar seu líder Makarov.

    Makarov é um antigo antagonista da franquia e sua ameaça rende algumas das ameaças mais perigosas que nossos personagens – e os antigos jogadores – já testemunharam. Ao longo de Modern Warfare 3, sua empreitada de levar o mundo ao seu fim tem início.

    SINOPSE

    Na sequência direta do recordista Call of Duty®: Modern Warfare® II, Capitão Price e a Força-tarefa 141 enfrentam a ameaça definitiva. O criminoso de guerra e ultranacionalista, Vladimir Makarov, está expandindo seu alcance pelo mundo, fazendo a Força-tarefa 141 lutar como nunca lutou antes.

    ANÁLISE

    Modern Warfare 3

    Como já é tradicional na franquia, junto de Modern Warfare 3 veio um novo passe de batalha e uma nova temporada para o game competitivo. Não apenas no multiplayer, como em Warzone, acompanhamos uma mudança, e o mapa da vez é o Urziquistão, país de Farah. Farah, também conhecida como Kilo, no modo história tem uma batalha íntima com Makarov, e lança seu país em um conflito com o mundo após culpá-los de atos terroristas. Desde Modern Warfare 2, a presença do vilão pode ser sentida. Enquanto o caos se instala em diferentes nações, seu controle parece se estender e os conflitos parecem ser direcionados às nações mais poderosas.

    Por meio de conflitos deliberadamente abertos, Makarov parece ter total interesse em acabar com a “Guerra Fria” incitada a princípio, por ele e fazer parecer que o Urziquistão era um inimigo em potencial para todo o mundo. Mais especificamente, para as grandes nações, como os Estados Unidos. Como um ultranacionalista, Makarov tinha como interesse desmoralizar o país e fazê-lo ser destruído para que a Rússia o invadisse e tomasse o país, repleto de riquezas naturais e petróleo. Mas não apenas isso, se aproveitar do caos instaurado por esses conflitos.

    Desenvolvido para rodar na IW pela Sledgehammer Games, o game possui algumas diferenças significativas em relação a seu antecessor, mas o brilhante é ver como o game se comporta em consoles como o PlayStation 4 e o Xbox One. E olha, ele brilha! Algo interessante é ver como o game melhorou seu processamento. A fim de melhor o tempo de loading do game, que a fim de garantir uma aceleração para o início da partida, as texturas nem sempre carregam em um primeiro momento, mas isso rapidamente melhora em consoles da geração anterior.

    Modern Warfare 3

    Algo que preciso ressaltar, é que ainda que ele se comporte bem no PlayStation 4 e no PlayStation 5 no modo multiplayer, o game pena para rodar todas as texturas necessárias do Warzone. Ver o que a Sledgehammer fez com um game que acaba por funcionar como o complemento do outro, é triste, pois com todas as atualizações, a Activision não parece ter feito nenhuma melhoria no processamento do battle royale.

    Ao longo da campanha, é possível jogar com os vilões da história, mas também com icônicos personagens, desde Price, até Farah, Soap e Ghost. Ouso dizer que apesar do modo história, a melhor parte de Modern Warfare 3 vem do modo Multiplayer. Com 7 diferentes modos de gameplay se contarmos o modo Zumbis, o game brilha e nos leva por uma viagem alucinante, desafiadora e aterradora.

    Com os já conhecidos modos de jogo como Mata-mata em equipe, Contra todos, Dominação, Localizar e Destruir, Baixa Confirmada, Zona de Conflito e Controle, a diversão só aumenta, quando somos lançados em mapas já conhecidos de games anteriores com rework, como Afghan, Terminal, Sub Base, Karachi e outros.

    Algo interessante no game, é também o fato do Call of Duty Hub estar em pleno funcionamento. Diferente de Modern Warfare 2, em que eles eram mostrados separadamente, assim que entramos no game, Modern Warfare 2, Modern Warfare 3 e Warzone podem ser acessados rapidamente por meio do HUB de CoD.

    VEREDITO

    Modern Warfare 3

    Com os modos competitivos se mostrando bem mais interessantes do que o Warzone e o modo história, ouso dizer que esse é um dos melhores Multiplayers da franquia até aqui. Com um matchmaking honesto e divertidas sequências, ainda é compreensível que a Sledgehammer precise fazer algumas alterações no game. Desde o seu lançamento, ele se tornou um vício pra mim e depois de passar duas ou três madrugadas jogando, cheguei ao nível 50. A recompensa do game vem além de seus passes de batalha, que ainda que seja divertido de abrir e conquistar, são ligeiramente mais difíceis, graças ao novo modo de progressão.

    Liberar diferentes camuflagens e attachments, tornam o game muito mais divertido e competitivo. E sinceramente, a SVA 545, a MCW e a Renetti precisam de um nerf, Sledgehammer!

    A diversão de montar diferentes loadouts, ainda se faz presente em Modern Warfare 3 e nos leva a caminhos em que é necessário mergulhar e se desafiar o tempo todo, levando não apenas a diversão, mas também a competitividade a um nível inteiramente novo.

    Nossa nota

    4,5 / 5,0

    Call of Duty: Modern Warfare 3 foi lançado em 10 de novembro para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

    Confira o trailer de lançamento do game:

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