Início GAMES Crítica CRÍTICA | Pathfinder: Kingmaker – Definitive Edition (2020, Owlcat Games)

CRÍTICA | Pathfinder: Kingmaker – Definitive Edition (2020, Owlcat Games)

17
0
CRÍTICA - Pathfinder: Kingmaker Definitive Edition (2020, Owlcat Games)

Pathfinder: Kingmaker é um RPG isométrico desenvolvido pela Owlcat Games e publicado pela Deep Silver para PlayStation 4, Xbox One e PC.

O título é o primeiro CRPG isométrico ambientando no mundo do RPG de D&D mais vendido da Paizo. Sendo um tributo a clássicos como Baldur’s Gate e Neverwinter Nights, ele traz de volta memórias de amadas mecânicas de jogo e embarca o jogador em uma aventura feita à mão baseado em uma história.

Seja apresentado ao rico universo do Pathfinder como um recém-chegado ou explore locais famosos e familiares a qualquer fã do jogo de mesa original.

Percorra o seu caminho pelas lendárias Terras Roubadas e encontre personagens icônicos, prontos para acompanha-lo em sua jornada árdua.

Reúna o grupo perfeito, mergulhe em uma grande variedade de masmorras e derrote algumas das criaturas mais mortais que este mundo já viu. Testemunhe como suas decisões afetam o meio ambiente e as pessoas que o habitam.

ANÁLISE

Em Pathfinder: Kingmaker você terá uma ótima experiência em um CRPG isométrico com estilo de clássicos RPGs como Fallout, Diablo e claro ao clássico RPG de mesa. O que certamente vai agradar aos fãs desse estilo; que continua atemporal.

No game é possível criar seu personagem do zero ou pode optar pela escolha de uma classe/raça que vai desde Guerreiro, Paladino, Elfo e Anão. Aqui temos uma variação imensa de classes e subclasses.

Além disso você pode distribuir pontuações de habilidades conforme for criando seu personagem.

Dependendo do jogador que você for, realizar essa distribuição de pontuação o que pode levar um tempo na criação do seu personagem e exigir um pouco de paciência.

A distribuição de pontuação tem bastante semelhança com algum dos jogos da franquia Soulsborne, pois apresenta aquelas típicas “planilhas de Excel“.

Com relação ao gameplay Pathfinder: Kingmaker acabou não me agradando, pois ele apresenta uma jogabilidade bastante arcaica. Toda vez que você for entrar em batalha o game pausa para que você selecione o tipo de ataque e assim os personagens entram em ação. Algo é típico de JRPGs.

Apesar do game da Owlcat Games ser um primo distante de Diablo pode acabar não agradando a jogadores que esperam um gameplay fluido e sem enrolação. Por mais que o foco do jogo seja emular os clássicos RPG de mesa pode acabar não agradando a todos que procuram apenas algumas horas de diversão.

VEREDITO

Por fim, Pathfinder: Kingmaker captura toda essência de uma ótima aventura divertida e muito interessante.

Contundo o jogo definitivamente pode acabar não agradando a todos que não estão familiarizados com os moldes clássicos de RPG de mesa.

Nossa nota

Essa versão lançada nos consoles é a Definitive Edition e conta com todos os DLCs:

  • The Wildcards;
  • Varnhold’s Lot;
  • Beneath The Stolen Lands;
  • Bloody Mess;
  • Arcane Unleashed e
  • Royal Ascension.

Assista ao trailer de lançamento game em sua versão Definitive Edition:

E você, já jogou Pathfinder Kingmaker? Deixe seus comentários e sua avaliação!

Nota do público
Obrigado pelo seu voto



Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.