EU CURTO JOGO VÉIO #13 | ‘Streets of Rage 2’ é um marco para o gênero de beat’em up!

    O gênero beat’em up tem voltado com tudo nos últimos anos. Tendo tido como inspiração os filmes de ação dos anos 70, como Jogo da Morte (1972) de Bruce Lee, o gênero nos colocava originalmente em um mapa sidescroller repleto de inimigos para derrotar. Dividos em áreas e posteriormente em fases, o game que também é conhecido como brawler era muito popular nos fliperamas dos anos 90, principalmente no Brasil ganhou o estrelato nos anos que viriam com games como Battletoads, Golden Axe, Cadillacs and Dinosaurs e muitos outros. O game que abordaremos nesta indicação é ‘Streets of Rage 2‘, o game foi lançado originalmente para o Sega Genesis/Mega Drive.

    Seja por brilhar em aspectos técnicos, ou pela nostalgia, Streets of Rage 2 ganhou nesse que vos escreve um elemento de redescoberta após encontrá-lo no catálogo do Nintendo Switch Online + Expansion Pack. Ao lado de games brilhantes como ‘Sonic 2‘, ‘The Revenge of the Shinobi‘, ‘Ghouls’N Ghosts‘ e muito mais, Streets of Rage 2 me cativou e fez com que eu finalizasse sua jornada em pouquíssimas horas.

    SINOPSE

    Streets of Rage 2 é a continuação do jogo original. No enredo, após a vitória contra um sindicato criminoso, os ex-policiais Axel Stone, Adam Hunter e Blaze Fielding seguiram caminhos diferentes: Axel se tornou guarda-costas, Blaze virou professora de dança, e Adam voltou à polícia, vivendo com seu irmão mais novo, Eddie “Skate” Hunter. Um dia, Axel recebe uma ligação desesperada de Skate informando que Adam desapareceu e a casa estava destruída. O sindicato criminoso ressurge, renovado e mais perigoso. Axel, Blaze, Max (um amigo de Axel) e Skate se unem para destruir novamente a organização, resgatar Adam e restaurar a paz nas ruas.

    ANÁLISE

    Streets of Rage 2

    Com uma jogabilidade bem mais profunda do que em relação ao primeiro game, a sequência preza pela qualidade e pelos detalhes. Seja pelos inimigos desafiadores que surgem ao final de cada um dos oito níveis, vemos os mais diversos inimigos fazer frente à quem escolhermos. Seja no controle Axel, Blaze, Skate ou Max, enfrentaremos hordas e mais hordas de inimigos a fim de chegar no objetivo final, Shiva e Mr. X.

    Seja pelas particularidades dos nossos personagens, ou pela diversidade e inimigos, precisamos avançar. Ao longo de pouco mais de duas horas, a antiga experiência tanto de jogar no Mega Drive e também do fliperama com a vantagem de não necessitar de fichas.

    Seja por avançar nos níveis com dificuldade graças à uma diferente visão de gameplay atual em relação à época, precisamos enfrentar não apenas os inimigos que surgirão em cada um dos níveis, mas também seus bosses.

    Com até dois “continues” o game nos forçará a tomar cuidado e tirar o máximo das habilidades do nosso possível quarteto.

    Sendo um capítulo extremamente importante para a lore de Streets of Rage, uma rivalidade importante nasce aqui entre Shiva e Axel Stone. E Shiva é um dos bosses mais difíceis de todo o game, além de Mr. X. Ao longo de alguma das curtas horas de gameplay me vi imerso e retornei à um lugar familiar no meu passado, nas horas que passava em frente à tv com o controle do Mega Drive em mãos.

    VEREDITO

    Mesmo não sendo um dos games mais jogados da franquia por mim, Streets of Rage 2 foi um sucesso de crítica e foi o mais vendido no mês do seu lançamento. O game é considerado um dos melhores games da franquia e o melhor beat’em up do Mega Drive. Tendo uma das mais impressionantes trilha sonora do mundo dos games à época, acompanhamos a jornada de Axel, Blaze, Skate ou Max de maneira divertida, desafiadora e curiosa.

    Streets of Rage 2 pode ser jogado atualmente no Nintendo Switch Online + Expansion Pack no emulador do Mega Drive, além de outros brilhantes beat’em ups e games que marcaram época.

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