Desde o anúncio de Darwin’s Paradox, durante a primeira State of Play de 2025, fui automaticamente atraído pelo carismático Darwin, o polvo azul que dá nome ao título. Ao longo de pouco mais de 8 horas de gameplay, me senti desafiado, motivado e, acima de tudo, entusiasmado com tudo o que via em tela.
Deixo claro que este texto terá spoilers do enredo do game, mas não que isso vá mudar sua experiência como um todo. O que cativa aqui não é apenas a história, como também as dinâmicas de gameplay e seus puzzles.
Darwin’s Paradox foi publicado pela Konami e desenvolvido pelo ZDT Studio. Este é o primeiro game desenvolvido pelo estúdio francês, que tem em sua equipe nomes como Cédric Lagarrigue, fundador e ex-presidente da Focus Home Interactive, e Romuald Capron, ex-diretor da Arkane.
Agradeço à Konami pelo envio da chave para produção de conteúdo.
História e Gameplay

A história de Darwin’s Paradox é bem singular. Um jovem polvo precisa aprender a usar suas habilidades para navegar por um complexo industrial da UFOOD. O game se debruça quase sempre sobre as habilidades de stealth de Darwin, e alguns dos puzzles do game fazem um incrível uso delas. Seja na habilidade de se camuflar ou de lançar uma nuvem de tinta preta embaixo d’água, mas também na habilidade de aderir a qualquer superfície, até mesmo ao teto.
Preciso confessar que polvos sempre me cativaram por serem seres únicos, inteligentes e curiosos.
Seguindo em frente, ouso dizer que as horas que passei encarando a tela me divertiram, me cativaram e me fizeram entender que jogos não precisam ser como a indústria tentou fazer ser uma “norma”: games megalomaníacos de mais de 100 horas.

Em Darwin’s Paradox, a história se fecha sobre si mesma, mas deixa espaço para uma continuação.
Mas, voltando à história, para ser mais exato, ao começo dela. Logo após o tutorial, Darwin e seu amigo são abduzidos e levados para o complexo industrial que citei anteriormente. Daqui em diante, a história degringola de maneira absurda, e a trama acaba se transformando em uma invasão alienígena que precisa ser encerrada pelo pequeno polvo azul.
Dinâmicas e Progresso

A dinâmica de Darwin’s Paradox é facilmente compreensível. A fim de escapar das garras dos alienígenas e resgatar nosso amigo, precisamos avançar a todo custo. Desarmando armadilhas, sistemas de segurança complexos e até mesmo um intrincado sistema de minas marítimas, o pequeno Darwin dependerá de nossa destreza e inteligência para ultrapassar os desafios impostos pelos alienígenas.
Nosso progresso aqui se dá por meio de atos e, a cada um deles, nos aproximamos do objetivo: resgatar nosso melhor amigo e, por consequência, acabar com um plano de dominação mundial.
Lembra das habilidades que eu citei anteriormente? A habilidade de se camuflar de Darwin é perfeita para infiltração. Para avançar, é necessário paciência, pois os inimigos/alienígenas têm rotinas/rotas pelos níveis. Ou seja, se camuflar em meio às fases nos permite avançar sem problemas. E é aqui que ele brilha.
Jogar ou não jogar?

Darwin’s Paradox, no dia em que este texto está sendo postado, custa em todas as lojas o mesmo preço: R$ 142,50. O game foi lançado para Xbox Series X, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC (via Steam e Epic Games Store). Como o jogo de lançamento do estúdio, ele se faz muito feliz no que propõe, divertindo, desafiando, mas, acima de tudo, colocando nas nossas mãos o poder de impedir uma invasão alienígena.
Como um charmoso game de plataforma 2.5D, Darwin’s Paradox é a pedida perfeita para quem só quer relaxar e se sentir um pouco desafiado.
Confira o trailer do game:

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