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    Xbox Games Showcase 2026: Resumo completo, trailers e datas de lançamento

    O encerramento do Summer Game Fest trouxe uma enxurrada de novidades de peso para os fãs de videogame. De retornos cravados na nostalgia a sequências ambiciosas e um hardware comemorativo belíssimo, o Xbox Games Showcase 2026 ditou o ritmo dos próximos meses e anos da indústria.

    Neste mês super especial em que o Feededigno completa uma década inteira respirando cultura pop ao lado de vocês, preparamos esta cobertura completa com todos os grandes anúncios do evento. Se você perdeu a transmissão ao vivo ou quer rever os melhores momentos, reunimos abaixo os detalhes de cada revelação e, claro, todos os trailers para você conferir na íntegra.

    Gears of War: E-Day

    O evento já começou com o pé na porta, trazendo a essência do combate em terceira pessoa que consagrou a franquia. O título nos leva de volta ao passado para testemunhar o horror inicial da Horda Locust no fatídico Dia da Emergência. O trailer entregou uma física impressionante: vitrines estilhaçadas em supermercados iluminados por neon, cenários destrutíveis e o som inconfundível da clássica serra elétrica rasgando tudo pela frente. Um exclusivo gigante que chega em 6 de outubro de 2026.

    Fable

    Após o adiamento, finalmente temos uma data para o aguardado reboot: 23 de fevereiro. O novo trailer reforçou que a essência irônica da franquia está intacta, mas com um forte apelo narrativo voltado para o lado mais sombrio de Albion. A trama destacou a devastação causada por uma nova vilã que, de forma muito cínica, jura ser uma heroína. É Fable em sua forma mais pura, mágica e sarcástica.

    Halo: Campaign Evolved

    O clássico absoluto Combat Evolved retorna com uma roupagem visual inédita e novos conteúdos. Para quem quer reviver ou conhecer as origens da jornada épica de Master Chief, o lançamento está marcado para 28 de julho de 2026.

    Resonance: A Plague Tale Legacy

    Retornamos ao universo visceral e emocionante da Asobo Studio para mais um capítulo intenso. Focado em narrativa, tensão e sobrevivência em um mundo devastado, o jogo promete arrancar lágrimas e testar nossos nervos a partir de 27 de agosto.

    Um Fevereiro de 2027 muito disputado

    O começo do ano que vem já se desenha como um dos mais concorridos no calendário gamer.

    A Atlus traz o aguardado Persona 4: Revival no dia 18 de fevereiro, resgatando o combate estiloso e a forte dinâmica entre os personagens do aclamado JRPG.

    Poucos dias depois, no mesmo mês, chega o imersivo Metro 2039, aproveitando estrategicamente a janela de lançamentos antes dos maiores estrondos do mercado.

    Zumbis, Lâminas e o retorno de Doom

    Para quem busca ação desenfreada, o Showcase entregou pratos cheios:

    • State of Decay 3 (2027): O projeto promete ser o mais ambicioso da franquia de sobrevivência zumbi, entregando profundidade de sistemas e detalhes visuais impressionantes.
    • Wo Long 2: Wings of Ember: A Koei Tecmo revelou a sequência do seu frenético soulslike de ação, prometendo desafios implacáveis.
    • Doom: The Dark Ages – Revelations (7 de Julho): Um lançamento surpresa e iminente! Foca no combate corpo a corpo e em uma atmosfera de fantasia sombria que resgata os sonhos antigos da franquia Quake.

    A expansão de universos conhecidos

    • Senua (2027): A Ninja Theory traz o retorno da franquia Hellblade com um foco nitidamente maior na gameplay de ação.
    • Sea of Thieves – Temporada 20: A atualização “Custom Seas” vai revolucionar a pirataria, entregando aos jogadores as ferramentas para criarem seus próprios modos de jogo, fugindo do tradicional “navegue e saqueie”.
    • Minecraft Dungeons 2 (29 de setembro): A aguardada sequência do aclamado dungeon crawler para unir toda a família no cooperativo.

    O inusitado e a máquina do tempo

    A Microsoft também abriu espaço para propostas diferentes e resgates históricos:

    • Valor Mortis (24 de setembro): Um ousado “soulslike napoleônico em primeira pessoa”. Promete a fluidez de movimentação absurda que a One More Level já provou ter em Ghostrunner.
    • Crazy Taxi: World Tour (2027): A herança genuína da virada do milênio está de volta. Como a própria crítica brincou: é a personificação do som do Limp Bizkit em formato de videogame.
    • Castlevania: Belmont’s Curse (15 de outubro de 2026): Uma belíssima nova aventura de ação 2D desenvolvida pelo estúdio responsável pela aclamada expansão de Dead Cells.

    As Bombas Finais do Evento

    A reta final da transmissão foi feita para testar o coração da comunidade.

    Persona 6 é real! O gigante dos RPGs ganhou um teaser confirmando o verde como cor temática deste novo capítulo.

    Falando em cores e nostalgia, o dragãozinho roxo mais amado retorna em Spyro: A Realm Beyond (2027), trazendo de volta a magia dos jogos de plataforma 3D clássicos.

    Para os fãs de construção de mundos densos, a inXile detalhou o universo steampunk de Clockwork Revolution (2027).

    Por fim, Call of Duty: Modern Warfare 4 encerrou o show levando a série para um conflito na Coreia, marcando o lançamento para 23 de outubro.

    Xbox Series X25: Uma homenagem lindíssima

    Showcase

    A Microsoft também mirou direto na nossa memória afetiva. Em novembro, chega o Xbox Series X25. O console mantém o formato tradicional, mas ganha um acabamento verde translúcido deslumbrante no aparelho e no controle, homenageando a estética clássica do primeiro Xbox e o lançamento original de Halo. Uma verdadeira peça de colecionador.

    Foi um evento recheado de promessas e muito gameplay para nutrir o catálogo nos próximos anos. E você, qual desses títulos já ganhou o topo da sua lista de desejos? Conta pra gente aqui nos comentários e vamos conversar sobre os melhores momentos do evento!

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    CRITÍCA: ‘Buenos Aires’ retrata o orgulho da identidade de um povo

    O nosso país é uma bela expansão cultural onde encontramos muitas coisas belas, interessantes e até mesmo muito curiosas. Seguindo este conceito, chega no dia 11 de junho o documentário Buenos Aires, distribuído pela Arthouse.

    Dirigido e roteirizado por Tuca Siqueira, a produção conta sobre o município de Buenos Aires, que tem o mesmo nome da capital da Argentina. Através do olhar de uma professora de espanhol, somos apresentados a personagens e lugares da cidade, uma paisagem de contrastes sociais com influências das diferentes culturas.

    Apesar de não haver vestígios da passagem de portenhos pelo lugar, alguns habitantes enfatizam a “coincidência” de diversas formas e criam um vínculo afetivo com o país vizinho. Jogos de futebol, um desfile do Maracatu Estrela Dourada e a chegada de um argentino como novo morador evidenciam essas ligações durante a última Copa do Mundo.

    Esse documentário é interessante porque parte dessa premissa tão curiosa, podendo pensar até na relação cultural entre Brasil e Argentina. Em Buenos Aires vemos essa população encontrar uma conexão entre a capital e a cidade de Pernambuco, tornando essa coincidência a sua identidade.

    A direção aproveita ao máximo para entregar ao espectador essa identificação, que não está limitada a uma questão territorial, mas criada através da simbologia e dos sonhos deste povo. Além disso, a produção usa o cotidiano local para a construção de vivência, como por exemplo, as aulas de espanhol da escola ou o desfile do Maracatu Estrela Dourada.

    Um ponto que acredito ser muito importante é ver como Tuca Siqueira busca se afastar dos estereótipos preconceituosos e pode-se dizer que obtém sucesso. Portanto, em uma hora e dez minutos de filme vemos esses habitantes orgulhosos de uma construção cultural única, vinda de dois países diferentes.

    Um povo que orgulha de sua identidade construída

    Esse documentário não busca encontrar uma razão para explicar o porquê de uma cidade nordestina ser tão conectada a um país vizinho. Pelo contrário, vai nos conduzir para uma atmosfera de contemplação da beleza da região.

    As referências à Argentina estão em todos os lugares da cidade, desde os muros a camisetas de equipe de futebol. Bem como pode se destacar a grande admiração pelo Boca Juniors, e isso torna a vivência na cidade o grande personagem principal da narrativa.

    Particularmente, me agradou muito como o povo de Buenos Aires ostenta com orgulho a sua identidade cultural, que combina a beleza do povo nordestino e as referências argentinas. Essa reflexão sobre a sensação de pertencimento é interessante, poder orgulhar-se não apenas do lugar de onde vem, como também dessa identidade que se construiu.

    Buenos Aires é um documentário que retrata a beleza da construção cultural que surgiu pelo carinho de seu povo pela coincidência. Dessa forma, essa produção não vai procurar uma análise histórica rigorosa, mas, através de um retrato afetuoso e muito poético, a celebração de um povo que criou a sua própria realidade através de seu imaginário coletivo.

    Assista ao trailer de Buenos Aires:

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    God of War: Laufey | Conheça todos os deuses e personagens confirmados no novo exclusivo de PS5

    A Santa Monica Studio quebrou a internet durante o último State of Play de junho, mas não da forma que muitos esperavam. Esqueça Kratos (pelo menos como o centro das atenções). Com um impressionante vídeo de 20 minutos de gameplay sem cortes, a Sony revelou God of War: Laufey, um novo spin-off focado em uma jornada inédita, com uma nova protagonista e o mais chocante: a colisão simultânea de múltiplas mitologias.

    Se você está curioso para saber quem é quem nessa nova e ambiciosa aposta da franquia, o Feededigno preparou um dossiê completo com todos os deuses, companheiros e vilões já confirmados para essa aventura no além-vida.

    A Protagonista: A vez de Faye brilhar

    State of Play Junho

    A grande estrela de God of War: Laufey é Faye, a falecida esposa de Kratos e mãe de Atreus. Interpretada de forma magistral por Deborah Ann Woll (a Karen Page de Demolidor), finalmente teremos a chance de controlar essa guerreira que sempre foi descrita como uma lenda.

    No gameplay revelado, Faye prova ser uma combatente extremamente ágil, feroz e poderosa. Curiosamente, a Santa Monica inseriu um detalhe brilhante de narrativa e design: assim como Atreus, Faye tem o hábito de “pensar alto” e comentar suas ações durante a exploração, um traço de personalidade que explica muito sobre o garoto nos jogos de 2018 e Ragnarök.

    A trama se passa no misterioso Everywhen (O Todo-Tempo), um reino transcendental que funciona como o além-vida para deuses de todas as culturas. E é aqui que as coisas ficam realmente interessantes para a franquia.

    Os Companheiros Cósmicos: Phranque e Rue

    Laufey

    Em vez da icônica cabeça falante de Mimir, Faye contará com aliados muito mais inusitados (e sencientes) em sua jornada para proteger os planos que deixou para sua família.

    • Phranque (O Cubo Gelatinoso): Com a voz de Jack Quaid (o Hughie de The Boys), Phranque é um cubo cósmico tagarela, honesto e incrivelmente leal. Ele atua de forma similar a Atreus no combate e nos quebra-cabeças, além de ser o “guia turístico” de Faye pelo complexo mundo do Everywhen.
    • Rue (A Fita Guardiã): Dublada por Perlina Lau (Creamerie), Rue é uma fita mágica e senciente amarrada à espada de Faye. No combate, ela age puxando os inimigos para perto da protagonista. Na exploração, ela permite que Faye atravesse abismos balançando pelos cenários, trazendo aquela familiar e amada mecânica das Lâminas do Caos.

    O Panteão Colidiu: Os Novos Deuses da Guerra (Vilões)

    Deuses

    O conceito do Everywhen abriu as portas para que a Santa Monica Studio misturasse as mitologias de uma vez só. Logo no início do jogo, Faye é capturada e precisa lidar com duas ameaças colossais de culturas completamente diferentes:

    Sekhmet – A Deusa da Guerra Egípcia

    Deuses

    A principal antagonista apresentada é Sekhmet. Na mitologia egípcia real, ela é a deusa da guerra, filha do deus do sol, Rá. Conhecida por sua sede de sangue implacável e poder de causar pragas, a presença de Sekhmet no jogo sugere combates de escala épica e a tão aguardada imersão definitiva da franquia na mitologia do Egito.

    Begtse – O Lorde da Guerra Tibetano

    Representando a mitologia tibetana, Begtse é um dharmapala (um deus irado). Ele surge como um lorde da guerra puramente agressivo e brutal. O trailer o mostra arremessando Faye em uma jaula e desferindo uma série de ataques baseados em chamas com uma espada gigantesca, prometendo ser uma das boss fights mais memoráveis desse início de campanha.

    O Segredo do Leão Gigante: A Chegada de Maahes

    Deuses

    Um dos pontos mais comentados do trailer foi a rápida aparição de um leão gigante acompanhando Sekhmet em direção a uma luz distante. A explicação para isso é fascinante: na mitologia egípcia, o deus leão da guerra e das tempestades se chama Maahes, e ele é filho de Sekhmet.

    Essa inclusão cria um espelho narrativo perfeito. De um lado, temos Faye lutando no além-vida para proteger o legado do seu filho e de seu marido. Do outro, um deus leão vingativo lutando ao lado (ou em nome) de sua mãe. Maahes carrega títulos históricos como “O Senhor da Matança” e “O Vingador das Injustiças”, o que o torna o chefe colossal perfeito para testar os limites de nossa nova heroína.

    God of War: Laufey não é a sequência numérica com Kratos que muitos esperavam, mas representa o passo mais criativo e expansivo que a Santa Monica poderia dar com o universo da franquia.

    O que você achou dessa virada de chave para a série? Está hypado para enfrentar deuses egípcios na pele de Faye?

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    God of War Laufey: O Retorno do Hack and Slash e o remake da trilogia original

    Acompanhar a evolução dos games e da narrativa digital tem sido a nossa grande paixão ao longo destes 10 anos de história aqui no Feededigno, e poucas franquias representam uma jornada de design tão fascinante quanto o universo de Kratos. Com os recentes anúncios do State of Play, a comunidade de jogadores de PlayStation 5 e outras plataformas foi pega de surpresa por uma mudança ousada de direção. O novo God of War Laufey promete deixar de lado o peso nórdico para resgatar a agilidade extrema.

    Mas essa escolha de transformar o novo jogo da Faye em um verdadeiro Hack and Slash é apenas uma forma de dar identidade à protagonista, ou esconde uma estratégia muito maior da Santa Monica Studio?

    A Quebra de Paradigma: O Fim do Combate Plantado

    Laufey

    A era nórdica de God of War nos acostumou com uma fisicalidade densa. O combate de Kratos é visceral, cadenciado e focado em defesa e punição de aberturas. Kratos fica plantado no chão e o jogador sente o peso de cada golpe com o Machado Leviatã.

    Faye vai na direção oposta. A jogabilidade apresentada brilha na verticalidade. O combate incentiva transições fluidas entre o chão e o ar, trazendo de volta a famosa mecânica de juggling, que é justamente o ato de lançar os inimigos para cima e emendar combos devastadores antes que eles toquem o solo. É uma postura ofensiva ininterrupta, baseada em velocidade e na manutenção do ritmo acelerado da batalha.

    As Ferramentas de Faye: Almas e a Espada de Rue

    Laufey

    Para sustentar esse ritmo alucinante, a Mão Dourada dos Jötnar traz mecânicas que contrastam perfeitamente com a força bruta espartana.

    Manipulação de Almas e Separação Espiritual Faye consegue arrancar e separar a alma de um inimigo de seu corpo físico. Estas almas se tornam recursos ativos durante a luta, permitindo estender sequências de golpes no ar e criar aberturas instantâneas na defesa adversária.

    A Espada Lendária de Rue No misterioso reino do Everywhen, a antiga portadora do Machado Leviatã adquire uma nova arma ligada a um espírito protetor. Essa lâmina foi desenhada especificamente para cortes rápidos, controle de multidões e combos expansivos.

    Preparando o terreno para o Remake

    É aqui que a genialidade do game design e as especulações da comunidade se encontram. Sabemos que a Santa Monica Studio tem planos engatilhados para o remake da trilogia original da Grécia. O grande desafio de recriar os primeiros jogos do Deus da Guerra hoje é transportar aquela física de pulo, agilidade e os frenéticos ataques das Lâminas do Caos para um motor gráfico moderno sem que o projeto pareça datado ou quebre a imersão.

    Desenvolver God of War Laufey pode ser a jogada de mestre do estúdio. Ao focar em Faye, os desenvolvedores ganham a oportunidade de usar o jogo derivado como um grande laboratório técnico e criativo.

    Em vez de arriscar errar o tom recriando o icônico Kratos jovem logo de cara, a equipe utiliza este projeto para reaprender e refinar a programação de três pilares:

    1. Física de saltos e combate aéreo.
    2. Mecânicas de controle de multidões mais ágeis.
    3. Respostas de colisão em alta velocidade.

    Uma vez que esses sistemas estejam validados e aprovados pelo público na jornada de Faye, a base técnica estará completamente polida e pronta para ser adaptada ao retorno glorioso do Fantasma de Esparta na Grécia Antiga.

    O Que Esperar do Futuro?

    A Santa Monica Studio parece entender que boas histórias também são contadas através do controle nas mãos do jogador. A transição para o Hack and Slash não é um retrocesso, e sim um aceno aos fãs veteranos e um passo fundamental para o futuro da franquia.

    Qual a sua visão sobre essa mudança de ritmo? Você acredita que Laufey será o teste definitivo para revivermos a fúria do Olimpo com a tecnologia atual?

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    CRITÍCA | Cordélicos – A Origem do Cabra é uma excelente produção nacional

    O serviço de streaming Looke lançou a divertida animação Cordélicos em 2022 e a disponibiliza com todos os seus 26 episódios.. No dia 4 de junho, a Retrato Filmes lança Cordélicos – A Origem do Cabra da Peste, o primeiro longa-metragem da obra.

    Alê McHaddo dirigiu e roteirizou o filme. O elenco conta com Bruno Garcia (Capitão Rocha), Tadeu Mello (Siv), Raissa Xavier (Bonita), Carol Goes (Rimbi). Além deles também participam Marcelo Mansfield, Felipe Mazzoni e da participação especial do cantor Falcão.

    A trama de Cordélicos – A Origem do Cabra da Peste é sobre um grupo de aventureiros irreverentes do sertão. Suas vidas viram de cabeça para baixo porque roubaram os misteriosos planos de uma máquina do tempo, tornando-se alvo do lendário Cabra da Peste.

    Após uma perseguição repleta de confusões, perigos e situações absurdas, o grupo acaba dividido entre diferentes épocas, enfrentando desde figuras históricas inesperadas até versões distorcidas do próprio sertão.

    Cordélicos é uma animação divertida, irreverente e repleta de referências que tornam essa obra uma das excelentes produções nacionais do ano. Além disso, entregando ótimas atuações, o longa é uma representação de como o Nordeste é uma região tão rica podendo ter histórias de qualquer gênero ambientadas em sua cultura.

    O roteiro é muito competente em contar uma história que combina a comédia com a ficção científica, utilizando o conceito do paradoxo temporal. O que torna a narrativa leve é utilizar elementos da astrofísica sem usar complexidade, tornando-a palatável para o espectador e sem se levar a sério.

    Explorando a cultura brasileira com muito carinho

    Algo que agrada muito é ver uma aventura se passar no Brasil, ter elementos ao melhor estilo Looney Tunes e não perder sua identidade. Inclusive, até em suas referências, que ora são de autores da nossa literatura, ora de figuras conhecidas de outros países, além de easter eggs de obras do cinema internacional e nacional.

    Ainda nesse tema, é divertido perceber como a narrativa remete um episódio de Caverna do Dragão, sendo o grupo composto por personagens com suas respectivas habilidades. Também tem essa versão do Mestre dos Magos, que os deixa mais perdidos do que próximos de retornar ao lar.

    Em aspecto de animação, é muito fluida nas falas dos personagens, bem como na transição de cenários e utiliza a paleta de cores como ferramenta para dividir a história entre o passado e o futuro. Além do mais, as cenas de ação tem um charme próprio e bem estruturadas para garantir o entretenimento proposto.

    Os personagens são carismáticos e existe um excelente equilíbrio para dar destaque a todos os membros dos Cordélicos de forma uniforme. A perspicácia de cada um para ser uma contribuição importante na trama é interessante, um desafio em que muitas produções erram, no entanto o longa executa brilhantemente.

    O vilão consegue ser um adversário à altura da equipe ao longo da trama, frustrando os planos de reuni-los além de criar obstáculos. Ainda há uma reviravolta que pode ser considerada surpreendente, porém sem muitos contornos dramáticos.

    Cordélicos – A Origem do Cabra da Peste é uma animação leve e conta uma excelente história, utilizando um repertório cultural vasto para proporcionar uma experiência muito divertida.

    Assista o trailer de Córdelicos – A Origem do Cabra da Peste

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    God of War Laufey: Tudo o que sabemos sobre a nova aventura de Faye

    God of War Laufey é o próximo grande capítulo da franquia e chegará como um exclusivo de PS5. Embora a ação mude o foco de Kratos e Atreus para Faye, não se engane, pois esta é uma aventura mitológica épica de proporções divinas. O título promete o mesmo nível de combate e exploração que aprendemos a amar na série.

    Anunciado durante uma revelação de 20 minutos no State of Play de junho da PlayStation, já temos uma ideia bem clara de como o jogo vai funcionar. Veremos Faye lutando no “The Everywhen”, uma vida após a morte multicultural onde divindades de vários panteões colidem. A história continua a jornada dela enquanto pai e filho seguem seu próprio caminho, expandindo a narrativa de uma forma fascinante.

    Tudo isso indica que God of War Laufey está se moldando para ser um dos jogos de PS5 mais empolgantes do horizonte. Mais do que apenas mostrar o lado de Faye nos eventos, a personagem traz um frescor inédito para a série, explorando mitologias que vão muito além das gregas e nórdicas que já conhecemos. Acompanhe abaixo tudo o que descobrimos até agora.

    História e Cenário: Bem-vindos ao Everywhen

    Laufey

    O jogo muda a ação do início do God of War de 2018 para focar na recém-falecida Faye, a mãe desta família divina nada convencional. Curiosamente, ela acaba de acordar. Algo estranho aconteceu após a sua morte e, embora ela saiba que Kratos e Atreus estão executando o plano que ela mesma arquitetou no reino da mitologia nórdica, Faye despertou em um lugar totalmente diferente e está bastante confusa com a situação.

    No The Everywhen, ela descobre que foi puxada do panteão em que vivia para um reino desconhecido, sendo rapidamente capturada por duas figuras mascaradas intimidadoras. É aqui que as coisas ficam interessantes. Ela se junta a uma fita falante presa a uma espada (sim, é uma espada falante). Conforme seu poder retorna, Faye consegue se libertar e acaba caindo bem no meio de um novo conflito neste território desconhecido.

    A personagem é interpretada por Deborah Ann Woll (conhecida por Demolidor e True Blood). Logo de cara, ela se mostra tão determinada e capaz quanto o resto de sua família, sempre pronta para se jogar no perigo para proteger quem ama e movida por um forte senso de justiça. Além disso, os gráficos no PS5 estão simplesmente deslumbrantes.

    Junto a ela, se juntarão Rue (a fita senciente de sua espada) vivida por Perlina Lau e o cubo cósmico Phranque (Jack Quaid).

    Gameplay de God of War Laufey

    Faye pode até ter ensinado uma ou duas coisas a Kratos, já que seus estilos de combate compartilham algumas semelhanças. No entanto, enquanto os movimentos do espartano são pura força bruta, as habilidades de Faye tiram proveito de sua velocidade e destreza. As lutas lembram um pouco a fluidez de Devil May Cry 5 misturada com o peso de God of War, o que traz uma mudança de ritmo revigorante para a série.

    Mas não se engane achando que ela pega leve. Faye é perfeitamente capaz de eliminar inimigos com extrema brutalidade. Até agora, vimos a personagem se mover rapidamente pelo cenário, executando combos aéreos impressionantes com sua espada mágica.

    Assim como nos jogos anteriores, o combate parece ser o foco principal, mas Faye também terá áreas amplas para explorar. A maior parte do que vimos até agora, no entanto, gira em torno de sua sobrevivência no meio desse estranho novo conflito.

    Plataformas Confirmadas

    Laufey

    Até o momento, sabemos que God of War Laufey será lançado exclusivamente para o PS5. Para quem joga em múltiplas plataformas e fica na expectativa de ver títulos de peso chegando a consoles como o provável Switch 2 ou ao PC no lançamento, ainda precisamos esperar por confirmações. Contudo, considerando o retorno da Sony à estratégia de manter jogos single-player como exclusivos rígidos em um primeiro momento, é improvável que o título chegue a outras plataformas tão cedo.

    Esperamos estar errados, mas tudo indica que este será um daqueles exclusivos obrigatórios que farão muita gente querer garantir um PS5 nos próximos anos.

    Especulação da Data de Lançamento

    Laufey

    God of War Laufey ainda não tem uma janela de lançamento oficial, mesmo com a quantidade generosa de imagens e vídeos revelados no State of Play.

    A boa notícia é que o longo vídeo de gameplay indica que o desenvolvimento deve estar avançando muito bem. Com sorte, não enfrentaremos grandes adiamentos. Uma janela de lançamento para 2027 seria um palpite razoável no momento, mas por enquanto, isso é apenas especulação da nossa parte.

    Ficaremos de olho em qualquer novidade! Enquanto esperamos, você pode conferir outros conteúdos de jogos de ação aqui no Feededigno para aquecer os controles.

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