Quem está pronto para tirar umas férias na tropical Ilha Delfino, onde a brisa é fresca e a praça principal está sempre suja? Super Mario Sunshine está chegando ao Switch 2 para os assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote Adicional no dia 13 de agosto.
O clássico do GameCube é uma das entradas mais controversas da franquia da Nintendo. O jogo deixou de lado os mundos de plataforma mais diretos e focou em quebra-cabeças ambientais que giravam em torno de espirrar água para limpar a sujeira da ilha. A engenhoca de água foi batizada de F.L.U.D.D. e, claro, ela falava. Olhando para trás, é fácil perceber nele as sementes que inspirariam mecânicas em Super Mario Odyssey e Splatoon, e até mesmo a irritante flor falante de Super Mario Bros. Wonder.
O teaser divulgado pela Nintendo para a chegada do jogo não mostra trechos de gameplay, mas outras adições recentes à biblioteca do GameCube (que permanece exclusiva do Switch 2) incluíram melhorias bem-vindas, como aumento de resolução.
Seria bastante estranho se Super Mario Sunshine não recebesse um tratamento semelhante, especialmente considerando que, tecnicamente, já existe uma versão remasterizada que você pode jogar no primeiro Switch através da extinta coleção Super Mario 3D All-Stars.
Alguns fãs ficarão extremamente satisfeitos em finalmente poder jogar um dos títulos mais subestimados da série no novo hardware da Nintendo, enquanto outros, talvez, preferissem que a empresa lançasse um remake completo em algum momento futuro. Por outro lado, nada nunca impediu a Nintendo de lucrar duas vezes com o mesmo jogo no passado.
A chegada de Mario Sunshine elevará a coleção do GameCube no Switch Online para a marca de 10 jogos. Vale lembrar que Pokémon Colosseum também já foi confirmado para o serviço, mas ainda segue sem uma data de lançamento definida.
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
Em uma reviravolta que pegou os fãs de surpresa, a Marvel Studios cancelou a série Magnum após apenas uma temporada. A decisão é um verdadeiro banho de água fria, especialmente considerando que a produção do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) havia sido oficialmente renovada para uma segunda temporada no Disney+ em março, apenas dois meses após sua estreia.
Fontes da Variety revelaram que a sala de roteiristas da 2ª temporada de Magnum nunca chegou a se reunir de fato. Todos os escritores que estavam vinculados ao projeto já foram liberados para buscar outros trabalhos.
Sucesso de crítica, mas faltou audiência?
A notícia do cancelamento é particularmente frustrante porque Magnum se provou um sucesso inesperado. A série conquistou impressionantes 91% de aprovação no Rotten Tomatoes e ainda rendeu a Yahya Abdul-Mateen II (que interpreta o protagonista Simon Williams) uma indicação ao Emmy, a primeira grande indicação da Marvel Studios na premiação nos últimos cinco anos.
O timing do anúncio também soa um pouco estranho para os bastidores da Marvel, visto que o criador da série, Destin Daniel Cretton, está prestes a lançar seu novo filme no MCU, Spider-Man: Brand New Day, que chega aos cinemas neste fim de semana com alta expectativa de bilheteria.
Apesar das críticas estelares, o cancelamento deMagnum pode ser resultado direto de uma audiência morna. A Disney+ não costuma divulgar suas métricas oficiais, mas a série fez apenas uma única aparição no top 10 de streaming da Nielsen durante a sua semana de lançamento, desaparecendo das paradas logo em seguida.
O futuro de Simon Williams
Nem tudo está completamente perdido para os fãs do personagem. Fontes indicam que, embora a série solo tenha sido engavetada, Simon Williams e outros nomes do elenco ainda podem aparecer em futuros projetos do MCU.
Vale lembrar que, nos quadrinhos, o Magnum tem uma conexão fortíssima com o Visão e a Feiticeira Escarlate. Com a série VisionQuest marcada para estrear no Disney+ em outubro, muitos já especulam que esse possa ser o palco para o retorno do personagem de Abdul-Mateen II. Resta aguardar para ver como Kevin Feige vai realocar esses talentos no tabuleiro da Marvel.
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
A tensão está aumentando a cada nova informação sobre o próximo grande projeto de Zach Cregger nos cinemas: o novo filme de Resident Evil. E, pelo visto, o diretor não está segurando a mão no terror. Com zumbis caindo do céu, esmagando carros, e mutações gigantescas escondidas nos esgotos, a nova aposta da famosa franquia de survival horror promete ser intensa.
Em uma recente entrevista à Empire, Cregger (conhecido por Weapons) falou sobre o longa, que acompanhará o ator Austin Abrams transportando um órgão através de uma caótica Raccoon City. O diretor não escondeu a empolgação com o nível de violência e loucura que pôde explorar na adaptação.
Corte Final e Liberdade Criativa
Para o alívio dos fãs que temem interferências dos estúdios, Cregger garantiu que teve as rédeas do projeto do início ao fim. “Me deram liberdade total. Eu tenho o corte final. Não sofri interferências e ninguém colocou qualquer tipo de limitação em mim”, assegurou o diretor.
No entanto, lidar com o peso de uma franquia tão gigantesca cobra o seu preço. Cregger desabafou sobre a exaustão dos bastidores: “É um trabalho incrivelmente exigente, e sinto que posso ter um esgotamento. Todo dia no set, você tem que ser a fonte de energia da qual 150 pessoas se alimentam. Não sei se vou conseguir manter esse ritmo. No mínimo, vou ter que tirar uns anos de folga.”
O que esperar do terror?
Acostumado a entregar tons bizarros em suas obras anteriores, Cregger promete que o novo Resident Evil terá elementos tão loucos quanto os vistos em seus outros trabalhos, mas adaptados para o universo dos mortos-vivos.
“Há algumas coisas neste filme que são realmente selvagens”, provocou o diretor. “Existem algumas imagens em Resident Evil que são tão fodidas e estranhas.”
Se você estava esperando um retorno visceral às raízes do terror de sobrevivência, parece que o novo filme tem tudo para entregar exatamente isso. O longa chega aos cinemas no dia 17 de setembro.
Confira o trailer do filme:
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
A classificação indicativa oficial para o aguardado remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi revelada e trouxe uma surpresa que está dando o que falar na comunidade: alguns conteúdos clássicos parecem ter sido alterados, levantando fortes suspeitas de censura por parte da Nintendo.
Em geral, os jogos da franquia The Legend of Zelda costumam receber classificações etárias baixas. Embora títulos como Majora’s Mask tenham uma atmosfera mais sombria e momentos assustadores, a série passa longe de violência explícita, palavrões ou conteúdo adulto. Isso faz com que a maioria dos jogos seja recomendada para quase todas as idades.
O que mudou no Remake?
A página da Nintendo eShop para o remake de Ocarina of Time foi atualizada com a classificação oficial do ESRB (órgão regulador de classificação de jogos). O título recebeu o selo E10+ (Para maiores de 10 anos) devido a “violência fantasiosa e sangue animado”, exatamente o que os fãs já esperavam. A presença da classificação também sugere que o desenvolvimento do jogo está praticamente concluído, já que os títulos só são avaliados quando o conteúdo está finalizado.
No entanto, um detalhe crucial chamou a atenção: a ausência do aviso de “Temas Sugestivos”.
No remake anterior do clássico, lançado para o Nintendo 3DS, esse aviso estava presente e era listado como um dos elementos que poderiam ser considerados “inadequados” para os mais novos. O fato de essa ressalva ter sumido da nova versão indica que algum conteúdo foi cortado ou modificado.
Afinal, o que pode ter sido censurado?
Para entender o que a Nintendo 3DS considerava “sugestivo”, basta olhar para a descrição do ESRB daquela época: “À medida que o jogo avança, Link encontra algumas personagens femininas que são retratadas em ângulos de câmera baixos e vestidas com trajes que exibem decotes moderados”.
Isso aponta diretamente para personagens como as Gerudo e as Grandes Fadas. É muito provável que a Nintendo tenha coberto os trajes dessas personagens no novo remake. A decisão é curiosa, especialmente se considerarmos que as roupas da tribo Gerudo são até mais sugestivas nos recentes Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.
Como o primeiro trailer do remake já confirmou que o design do próprio Link sofreu ajustes, faz sentido que o resto de Hyrule também tenha passado por revisões. Com os personagens deixando de ser modelos 3D “quadradões” do N64 e ganhando um visual muito mais realista, é bem possível que os trajes mais reveladores tenham sido alterados para se adequarem aos novos padrões visuais da empresa.
E você, o que acha dessa mudança? Acredita que a alteração nos trajes afeta a essência do clássico ou é um ajuste natural para os gráficos modernos?
Confira o teaser do game:
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
A jornada do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico da Marvel tem sido uma verdadeira montanha-russa emocional. Desde a sua primeira aparição triunfal, o personagem passou por um intenso processo de amadurecimento. Ele deixou de ser apenas um adolescente deslumbrado com a chance de conhecer os seus ídolos para se tornar um herói calejado pelas perdas e pelas difíceis escolhas da vida adulta.
Com a aproximação de Homem-Aranha: Um Novo Dia, que promete trazer uma abordagem mais urbana e solitária para o Cabeça de Teia, este é o momento perfeito para olharmos para trás.
Prepare a nostalgia e acompanhe a evolução completa de Peter Parker no MCU, do recrutamento por Tony Stark ao seu recomeço nas ruas nevadas de Nova York.
1. O recrutamento em Guerra Civil
Tudo começou quando um jovem e inexperiente Peter Parker foi descoberto no Queens. Recrutado por Tony Stark em Capitão América: Guerra Civil, ele foi jogado direto em uma batalha de proporções épicas entre gigantes. Foi ali que ele ganhou o seu primeiro traje tecnológico, roubou o escudo do Capitão América e provou para o mundo que merecia estar entre os grandes heróis da Terra.
2. O peso da responsabilidade em De Volta ao Lar
A pressa para se tornar um Vingador em tempo integral quase custou muito caro. Em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Peter precisou lidar com a ansiedade da adolescência e a vontade de se provar. Ao bater de frente com o Abutre e quase causar uma tragédia na balsa de Staten Island, ele aprendeu da pior forma possível a maior lição de Tony Stark: se você não é nada sem o traje, não deveria tê-lo.
3. Além das estrelas em Guerra Infinita e Ultimato
A escala das ameaças subiu absurdamente rápido. O que era para ser uma simples excursão escolar terminou com Peter viajando para o espaço, vestindo a armadura do Aranha de Ferro e lutando contra Thanos em outro planeta. Ele desapareceu no Blip, retornou cinco anos depois em Vingadores: Ultimato e teve que testemunhar o sacrifício doloroso do seu maior mentor, um trauma que marcaria a sua vida para sempre.
4. A confiança quebrada em Longe de Casa
Ainda tentando processar o luto e o vazio deixado pelo Homem de Ferro, Peter tentou tirar férias e ser apenas um garoto normal em Homem-Aranha: Longe de Casa. No entanto, a responsabilidade sempre bate à porta. Ele acabou confiando a tecnologia Stark à pessoa errada. Mystério não apenas o enganou e causou destruição pela Europa, mas, em um último ato de pura vingança, expôs a identidade secreta do herói para o mundo inteiro.
5. O sacrifício absoluto em Sem Volta Para Casa
Com a sua vida exposta, o caos se instaurou. Em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, o multiverso entrou em colapso e velhos vilões de outras realidades invadiram Nova York. Após sofrer a perda trágica da Tia May, Peter percebeu que a única forma de salvar a sua dimensão era abrindo mão da sua própria felicidade. Ele tomou a decisão mais difícil da sua vida, pedindo ao Doutor Estranho que fizesse o mundo inteiro esquecer quem é Peter Parker.
O grande recomeço
Agora, em Homem-Aranha: Um Novo Dia, o cenário é completamente diferente. Peter está por conta própria. Sem o suporte das indústrias Stark, sem os amigos e sem a ajuda dos Vingadores, ele costurou o seu próprio traje vermelho e azul.
No dia 30 de julho, o amigão da vizinhança está de volta, pronto para balançar entre os prédios e encarar as ameaças reais das ruas de Nova York.
E para você, qual foi o momento mais marcante de toda essa trajetória do Teioso no cinema? Deixe a sua opinião nos comentários e continue acompanhando o site para mais novidades sobre o universo Marvel!
Confira o trailer do filme:
Homem-Aranha: Um Novo Dia estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 30 de agosto. Animados?
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
Splatoon Raiders é o mais novo exclusivo de Nintendo Switch 2, lançado no dia 23 de julho. Esse é um spin-off da série que, acredito, seja um excelente conteúdo tanto para os fãs consolidados quanto para possíveis novos adeptos, como eu.
Agradecemos à Nintendo Brasil pelo envio da chave para a nossa cobertura.
Minha experiência
Esse é meu primeiro contato prático com Splatoon. Eu já tinha visto um pouco dos jogos numerados, mas nunca tive horas de jogo de fato. Por não consumir títulos competitivos, achei que nunca me adaptaria, mas sempre considerei o visual bonito e a ideia divertida. Pensava: quem sabe, se algum dia fizessem uma campanha, eu não pudesse arriscar?
Bom, dito isso, o meu momento chegou (e acredito que o de muitos de vocês também). Splatoon Raiders aprofunda a lore da franquia em um modo campanha com uma pegada de looter shooter, e o título me ganhou em cada segundo de gameplay.
No começo do jogo, os personagens chegam a se apresentar para nós, já que o nosso protagonista “não os conhece”. Nos títulos numerados eles são ídolos famosos, mas aqui ainda não são conhecidos. Acredito que esse seja um pequeno trecho pensado justamente para apresentar esse universo às pessoas que estão conhecendo a franquia por meio deste jogo.
Introdução da lore
Começamos vendo uma cutscene na qual os personagens principais estão em um helicóptero sobrevoando ilhas que apareceram há pouco tempo (um abalo sísmico trouxe essas terras misteriosas para a superfície). Os personagens querem ir até lá para coletar tesouros que estavam submersos, deixando claro que o loot é a motivação principal.
Porém, o tempo fecha e o helicóptero cai. Dessa forma, precisamos achar um jeito de sobreviver, explorar a área, coletar recursos, melhorar a nossa base e descobrir como voltar para casa.
O trio principal é formado por Megan, Rayan e Angie, personagens carismáticos e figurinhas carimbadas da série. Nosso personagem, contudo, é apenas o piloto contratado para a expedição. O protagonista é mudo e podemos escolher como será o seu visual.
Estou jogando em espanhol, mas vale destacar os nomes do trio em inglês: Shiver, Frye e Big Man.
Embora voltar em segurança faça parte do objetivo principal, retornar de mãos abanando está fora de cogitação, certo? Viemos coletar tesouros e não sairemos sem eles. Durante a exploração, encontramos alguns arquivos perdidos sobre o local, revelando detalhes sobre os segredos da ilha, relíquias, história e sobre criaturas chamadas de Salmónidos.
A partir daí, esse universo começa a nos envolver de vez em sua proposta.
Gameplay cheia de personalidade
Logo no primeiro momento na ilha, iremos personalizar o nosso protagonista, que ficará conhecido como o mecânico da turma. Passamos por um tutorial no qual nos explicam os comandos de movimentação, os colecionáveis e os ataques. Podemos usar controles por movimento ou jogar no estilo padrão. Eu testei os dois formatos e achei que ambos funcionam muito bem. Para quem curte usar os sensores de movimento, vale a pena testar: a resposta me pareceu ótima e, se você não gostar, é só desativar a opção no menu.
No jogo, temos diversas armas diferentes para coletar e atirar. A tinta disparada fica no chão, permitindo que o personagem assuma a forma de polvo para se mover mais rapidamente. E não é só isso: entrar na poça de tinta também ajuda a reabastecer o tanque nas costas do personagem.
Nós enfrentamos criaturas nativas que soltam energia, a qual usamos para carregar nosso ataque especial principal (que varia dependendo de qual personagem está nos auxiliando na missão). Podemos soltar um tubarão nos inimigos com a ajuda de Megan, invocar uma chuva de enguias com Angie ou montar nas costas de Rayan, que possui uma movimentação bem rápida e fica envolto por tinta flutuante.
O que mais surpreende é o menu de customização. Nele, podemos trocar de armamento. Algumas armas sequer são de fogo, variando entre pincéis gigantes e até baldinhos de tinta. Tudo é muito criativo.
Cada arma tem o seu próprio estilo de gameplay, oferecendo cadências de ataques diferentes e danos variados. Além disso, existe um sistema de raridade que altera os atributos dos itens (a partir de duas estrelas, as armas ganham um efeito benéfico extra). É possível utilizar três tipos de tanques diferentes, com foco em força, velocidade ou tática. A troca pode ser feita a qualquer momento na base sem problemas. Assim que você enjoar de um estilo, basta equipar outro e continuar a jogatina.
Também ativamos habilidades por meio de gadgets. Embora o limite seja de dois equipamentos simultâneos, há diversas opções disponíveis, além de modificadores que aprimoram as vantagens dessas ferramentas.
Fora isso, podemos melhorar os atributos base do protagonista, alterar a sua aparência, fazer upgrades no arsenal e evoluir a nossa base principal (uma ilha flutuante).
Conforme a base cresce, surgem pequenas áreas dedicadas aos aliados. O nosso protagonista ganha um espaço para melhorias de atributos e gerenciamento da área de treino. Rayan cuida do registro de tudo o que coletamos, Angie conta com uma bancada para aprimoramento de armas e Megan fica em uma área voltada à criação de novos gadgets.
Personalização
As opções de aparência são liberadas conforme progredimos e realizamos desafios. Alguns requisitos são básicos (como atingir um certo nível), enquanto outros exigem completar fases sob condições específicas. Há também a possibilidade de resgatar itens exclusivos usando amiibos.
Caso você queira mudar a aparência do protagonista, na mesma aba de troca de roupa é possível alterar o personagem base, o penteado e as sobrancelhas. Portanto, não se preocupe caso acabe não gostando do seu visual inicial com o passar do tempo: basta abrir o menu e atualizar a aparência.
Modo cooperativo
Os jogos numerados da franquia eram totalmente focados no multiplayer com uma pegada mais competitiva. Aqui, a premissa é outra. A ideia é focar na campanha e expandir a história de Splatoon, apresentando um mundo interessante e cheio de curiosidades para explorarmos (seja jogando solo ou em grupo).
É possível pedir ajuda em fases mais difíceis. Ao superarmos o nível, um contador de tempo entra em ação antes que possamos solicitar auxílio novamente. Também podemos ajudar outros players em suas sessões e garantir recompensas bem legais no processo.
Até o fechamento deste texto, testei apenas o modo em trio com pessoas desconhecidas (tanto ajudando quanto pedindo ajuda). O tempo de fila variou entre 40 segundos e pouco mais de um minuto. Na minha opinião, foi bastante rápido.
As partidas não caíram, e não presenciei atrasos (delays) ou problemas de conexão. Gostei bastante dessa estabilidade. Provavelmente a rede é favorecida pelo escopo menor do título: jogamos com no máximo três pessoas por sala e enfrentamos uma fase por vez. É um ambiente muito mais controlado do que o de partidas competitivas tradicionais.
Ainda não testei montar uma sala fechada com conhecidos, já que, infelizmente, a agenda de cada colega é diferente. Contudo, é perfeitamente possível organizar uma sessão privada com os seus amigos.
Vale a pena?
Splatoon Raiders é um jogo extremamente divertido, oferecendo uma gameplay acolhedora e diferente para quem está chegando à franquia pela primeira vez. É muito recompensador coletar recursos, melhorar a base e completar as fases, independentemente de estar jogando sozinho ou em trio.
O preço oficial é de R$ 279,90, um valor bem abaixo do padrão dos lançamentos recentes, o que me deixou bastante satisfeita. Ainda assim, a minha dica permanece a mesma: você pode optar pela compra da mídia física para economizar usando cupons e cashback em varejistas oficiais e confiáveis.
Meu ponto negativo é apenas um: o jogo não tem localização para PT-BR, e isso me deixa um pouco chateada. Joguei em espanhol e deu para entender tudo perfeitamente (os diálogos não são longos, já que o foco está na ação), mas seria excelente contarmos com legendas no nosso idioma. Acredito que muitos brasileiros dariam uma chance maior ao game se ele fosse oficialmente traduzido.
Enfim, é um jogaço sem dúvidas. Foi um dos títulos mais divertidos que experimentei recentemente. Fiquei muito feliz por, finalmente, conhecer a franquia e aproveitar tanto a jornada.
A gameplay funciona muito bem e é extremamente responsiva. Sempre bate aquela vontade de jogar “só mais uma fase” ou de repetir um nível em busca de novas recompensas. Os chefes são criativos e tentam sempre introduzir mecânicas inéditas para deixar os combates mais interessantes. Isso sem falar na ampla liberdade de alternar os equipamentos para criar um estilo de jogo com a sua cara.
Encarar as fases sozinho funciona super bem, mas a opção cooperativa é muito bem-vinda e ajuda bastante no avanço da campanha (tanto em salas públicas quanto privadas).
Joguem Splatoon Raiders. É um título divertido, cheio de dopamina e que vale cada minuto investido. Até o momento desta análise não há uma demo disponível, mas, se liberarem uma versão de testes no futuro, aproveitem.
Já vi jogos lançarem sem demo e receberem uma amostra grátis um mês depois do lançamento. Então, se o mesmo acontecer por aqui, já sabem, né? Deem uma chance.
Confira o trailer do game:
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.