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    6 coisas que você precisa saber antes de assistir Homem-Aranha: Um Novo Dia

    Todo novo filme da Marvel chega com anos de história do MCU na bagagem, mas Homem-Aranha: Um Novo Dia talvez dependa dessa cronologia mais do que a maioria. Quando o público reencontrar Peter Parker, os eventos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Demolidor: Renascido, Eco, O Justiceiro e até Mulher-Hulk: Defensora de Heróis terão reconfigurado totalmente a sua vida pessoal e o mundo ao seu redor.

    Peter entra neste filme em um lugar muito diferente daquele que vimos em sua trilogia anterior. Tony Stark se foi, os Vingadores não fazem mais parte do seu dia a dia e as pessoas que ele ama não se lembram dele. Os primeiros detalhes também sugerem um retorno àquelas histórias urbanas que sempre definiram as melhores aventuras do Cabeça de Teia, colocando o herói em uma Nova York que se tornou ainda mais perigosa desde a sua última aparição.

    A Marvel passou anos preparando o terreno para este próximo capítulo, mesmo que essas conexões não fossem óbvias na época. Antes de Homem-Aranha: Um Novo Dia chegar aos cinemas, estas são as principais tramas do MCU que você precisa ter frescas na memória.

    1. O feitiço do Doutor Estranho apagou Peter Parker da memória de todos

    Um Novo Dia

    Tudo mudou no final de Sem Volta Para Casa. Diante de um multiverso em colapso, Peter pediu ao Doutor Estranho que lançasse um último feitiço para apagar qualquer lembrança sobre a sua existência.

    Perder MJ e Ned foi apenas parte do custo. Happy Hogan esqueceu o jovem que Tony Stark havia treinado, e todas as outras conexões pessoais de Peter desapareceram da noite para o dia. O filme terminou com ele se mudando para um apartamento minúsculo e costurando o próprio traje à mão, sinalizando um recomeço total, sem a tecnologia Stark, sem os recursos dos Vingadores e sem ninguém para ajudar se as coisas derem errado.

    2. Frank Castle traz um tipo muito diferente de herói para o mundo de Peter

    Um Novo Dia

    O Frank Castle de Jon Bernthal retornou oficialmente ao MCU após Demolidor: Renascido, trazendo de volta a Nova York um dos vigilantes mais implacáveis da Marvel. Diferente do Homem-Aranha, Frank não hesita em eliminar os criminosos que caça e tem zero paciência para dar segundas chances.

    Essa diferença definiu algumas das histórias mais fortes dos dois nos quadrinhos. Peter acredita que quase todo mundo merece a oportunidade de mudar, enquanto Frank vê a misericórdia como um luxo que muitas vezes cria mais vítimas. Se os dois se cruzarem em Brand New Day, o maior conflito entre eles pode não ser físico, mas sim sobre como a verdadeira justiça deve funcionar.

    3. Mac Gargan finalmente vai se tornar o Escorpião

    A Marvel tem jogado a longo prazo com Mac Gargan. Depois que o Homem-Aranha o derrotou em De Volta ao Lar, Gargan abordou Adrian Toomes (o Abutre) na prisão, insinuando que havia pessoas querendo descobrir a verdadeira identidade do herói. Foi uma cena rápida, mas que os fãs debatem há anos.

    Brand New Day finalmente parece pronto para entregar a recompensa por essa provocação. Nos quadrinhos, o Escorpião se torna um dos inimigos mais formidáveis do Aranha, rivalizando fisicamente com Peter e levando o herói ao limite. Após quase uma década de espera, a transformação de Gargan pode ser um dos maiores momentos do longa.

    4. A história de Bruce Banner não terminou em Mulher-Hulk

    Um Novo Dia

    Bruce Banner não divide a tela com Peter Parker desde Vingadores: Ultimato, mas a série Mulher-Hulk moveu a história do cientista sutilmente para frente. Bruce retornou de Sakaar com o seu filho, Skaar, abrindo mais um capítulo para um dos Vingadores originais do MCU.

    Embora a presença de Banner não esteja confirmada no novo filme, o seu status atual vale a pena ser lembrado. Peter perdeu quase todas as figuras de mentoria que moldaram a sua jornada. Se a Marvel decidir reconectar esses fios no futuro, Bruce continua sendo um dos poucos Vingadores sobreviventes que poderiam assumir esse papel, mesmo sem se lembrar de quem é Peter Parker.

    5. Matt Murdock percebeu algo diferente em Peter

    Um Novo Dia

    Peter conheceu Matt Murdock enquanto tentava limpar o seu nome após Mystério revelar a sua identidade para o mundo. Embora o tempo juntos tenha sido curto, Matt reconheceu imediatamente Peter como alguém que tentava fazer a coisa certa sob circunstâncias impossíveis. Esse encontro também introduziu discretamente o herói urbano mais famoso do MCU no mundo do Aranha.

    Desde então, Matt retornou em Mulher-Hulk e Demolidor: Renascido, consolidando-se como um dos vigilantes centrais desse universo. Se Brand New Day continuar o retorno do Cabeça de Teia para histórias de menor escala, aquele encontro inicial pode se provar muito mais significativo do que parecia.

    6. A influência de Wilson Fisk sobre Nova York nunca foi tão grande

    O Homem-Aranha passou grande parte da sua carreira no MCU lidando com ameaças que poderiam destruir o mundo, mas Brand New Day parece trazê-lo de volta para as ruas de Nova York. Essa mudança torna impossível ignorar um personagem específico: Wilson Fisk, o Rei do Crime.

    Ao longo de Eco e Demolidor: Renascido, Fisk expandiu o seu poder de forma constante, provando que a sua maior arma não é a força bruta, mas a habilidade de manipular a cidade inteira pelos bastidores. Seja operando através da política, do crime organizado ou da pura intimidação, o Rei do Crime se tornou uma das pessoas mais poderosas de Nova York.

    Isso é fundamental porque Fisk representa o tipo de inimigo que o Homem-Aranha raramente enfrentou no MCU. Ele não é um invasor alienígena ou um vilão do multiverso que pode ser derrotado com um único soco. Ele controla o sistema, corrompe instituições e cria problemas que não podem ser resolvidos apenas disparando teias por Manhattan. Mesmo que Fisk não tenha o papel central em Um Novo Dia, a cidade para a qual Peter retorna já foi reconfigurada pelo seu poder crescente, tornando-a um lugar muito mais difícil para o amigão da vizinhança proteger.

    Confira o trailer do filme:

    Homem-Aranha: Um Novo Dia estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 30 de agosto. Animados?

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    Depois de Expedition 33, Sandfall Interactive promete que seu próximo jogo será “um pouco louco

    Não veremos um novo jogo da Sandfall Interactive, estúdio responsável pelo sucesso Clair Obscur: Expedition 33, por alguns anos. No entanto, os líderes do estúdio estão confiantes de que o próximo projeto será algo “um pouco louco”.

    Em uma conversa com a Automaton, o CEO da Sandfall, Guillaume Broche, reavaliou os planos do estúdio para o seu próximo título. Este será apenas o segundo lançamento após o estrondoso sucesso de Expedition 33, que foi desenvolvido em grande parte por uma equipe de profissionais juniores.

    A hora de sonhar de novo

    Broche explicou que, embora seja cedo para revelar detalhes precisos, a equipe se divertiu muito criando Expedition 33 e ama o jogo internamente. Agora, o objetivo é reencontrar essa chama e essa paixão para o próximo projeto.

    “Expedition 33 foi um projeto bem longo também”, disse Broche. “Especialmente para mim, foram seis anos. Para o Tom foram cinco e meio, e para a maioria dos outros membros foi entre quatro e cinco anos. É também por isso que queremos nos permitir sonhar de novo e sermos criativos novamente. Nós vamos fazer algo um pouco louco.”

    Pequenos por escolha

    Expedition 33

    No entanto, essa “loucura” não deve ser interpretada como um escopo gigantesco. Broche afirma que a Sandfall quer continuar sendo um estúdio pequeno. Atualmente, a empresa conta com cerca de 26 pessoas, um número que ele considera “mais que o suficiente” para a pré-produção do próximo jogo.

    Se eles abrissem os cofres com os lucros de Expedition 33 e contratassem uma tonelada de pessoas para fazer um jogo gigante, Broche acredita que perderiam parte do charme da equipe. Segundo ele, saber que não podem fazer tudo os obriga a focar apenas no que importa, e foi exatamente essa filosofia que tornou o primeiro jogo tão especial.

    Fazendo o que amam

    A equipe parece não se importar com comparações de vendas ou com a pressão por um “segundo álbum” perfeito após conquistarem prêmios de Jogo do Ano. O diretor de produção, François Meurisse, e a roteirista Jennifer Svedberg-Yen reforçaram que o próximo jogo focará apenas no que eles acham legal, sem a preocupação de ter que “agradar a muitas pessoas”. O foco continua sendo a pura paixão pelo desenvolvimento de jogos.

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    Como a educação financeira fortalece famílias, reduz o endividamento e cria estabilidade econômica no longo prazo

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    Dinheiro nunca foi só sobre números. Ele carrega decisões, sonhos adiados, brigas de fim de mês e também alívio quando as contas fecham no azul. A educação financeira é justamente a ponte entre esse universo emocional e as escolhas práticas do dia a dia: aprender a planejar, a poupar e a gastar com intenção, em vez de reagir aos impulsos do momento.

    Famílias que dominam esse tipo de conhecimento tendem a discutir menos sobre dinheiro. Parece simples, mas não é. Estudos sobre comportamento financeiro mostram que boa parte dos conflitos domésticos gira em torno de gastos não planejados, e não necessariamente da falta de renda. Ou seja: o problema, muitas vezes, está na gestão do dinheiro, não na quantidade dele.

    Orçamento familiar: o primeiro tijolo da casa

    Educação Financeira

    Sem orçamento, qualquer plano financeiro vira um castelo de cartas. Organizar entradas e saídas mensais parece óbvio, mas a maioria das famílias brasileiras ainda faz isso de forma intuitiva, sem registro algum. E o que não é medido dificilmente é controlado.

    Um orçamento bem feito não precisa ser complicado. Basta uma planilha simples ou até um caderno: renda de um lado, despesas fixas e variáveis do outro. A partir daí, fica mais fácil identificar vazamentos — aquela assinatura esquecida, o delivery que virou hábito, a fatura do cartão que cresce sozinha. Pequenos ajustes, somados ao longo dos meses, criam uma folga real no orçamento familiar.

    Hábitos financeiros seguros também protegem o dinheiro da família online

    Boa parte da vida financeira hoje acontece na tela do celular, o que traz conveniência, mas também riscos. Pagar boletos, acompanhar investimentos e usar aplicativos bancários em redes Wi-Fi públicas — do aeroporto, da cafeteria, da casa de um parente — pode expor dados sensíveis a olhares indesejados; por isso, muitas famílias já incluem a segurança digital dentro do próprio planejamento financeiro, usando ferramentas como a VeePN VPN para criptografar a conexão antes de abrir o aplicativo do banco fora de casa. Não é exagero: um único acesso mal protegido pode custar economias de anos em poucos minutos.

    Essa preocupação não deveria ser vista como algo “avançado” ou reservado a especialistas em tecnologia. Faz parte do mesmo raciocínio que leva alguém a trancar a porta de casa: proteger o que foi construído com esforço. Educação financeira e segurança digital caminham juntas quando o dinheiro da família passa, cada vez mais, por telas e senhas.

    Redução do endividamento: pequenas mudanças, grandes resultados

    O endividamento raramente nasce de um só erro. Ele se acumula, mês após mês, até virar uma bola difícil de rolar para trás. A boa notícia é que o caminho de volta também é gradual — e possível.

    Algumas mudanças costumam gerar impacto rápido:

    • Listar todas as dívidas, do maior ao menor juro, e atacar primeiro as mais caras.
    • Renegociar parcelas antes que a inadimplência se instale.
    • Evitar novos cartões ou empréstimos enquanto o saldo anterior não estiver sob controle.
    • Criar uma reserva mínima, mesmo pequena, para não recorrer ao crédito em emergências simples.

    Segundo levantamentos recentes de instituições de pesquisa de consumo, uma parcela significativa das famílias brasileiras convive com algum tipo de dívida em atraso, muitas vezes por falta de planejamento em vez de falta de renda. Isso reforça um ponto central: educação econômica não é luxo, é ferramenta de sobrevivência financeira.

    Estabilidade financeira no longo prazo começa nas decisões pequenas

    Ninguém constrói segurança financeira do dia para a noite. Ela é resultado de escolhas repetidas: poupar uma parte fixa da renda, evitar dívidas desnecessárias, revisar gastos periodicamente. É tedioso? Um pouco. Funciona? Sim, e de forma consistente.

    Famílias com maior estabilidade financeira também relatam menos ansiedade em relação ao futuro. Saber que existe uma reserva, ainda que modesta, muda a forma como se enfrenta um imprevisto — uma demissão, um problema de saúde, um conserto urgente no carro. A estabilidade não elimina os riscos da vida, mas reduz o impacto deles.

    Educação econômica para os filhos: multiplicando bons hábitos

    Crianças aprendem sobre dinheiro observando os adultos ao redor, muito antes de qualquer aula formal. Se os pais discutem o orçamento abertamente, explicam por que certas compras são adiadas ou celebram quando uma meta de poupança é alcançada, a criança absorve esses hábitos financeiros como algo natural.

    Dar uma mesada com regras simples, incentivar o hábito de guardar parte do dinheiro recebido em datas especiais, envolver os filhos em decisões pequenas — tudo isso planta sementes. E famílias que investem nessa educação desde cedo tendem a formar adultos com relação mais equilibrada com o consumo, o crédito e a poupança.

    Bem-estar financeiro é também bem-estar emocional

    Como costuma se dizer entre educadores financeiros, cuidar do dinheiro é, na prática, cuidar da própria tranquilidade. Essa frase resume bem por que o tema vai muito além de planilhas e metas numéricas.

    O bem-estar financeiro afeta o sono, os relacionamentos, a saúde mental. Famílias que vivem sob pressão constante de dívidas relatam mais estresse e menos qualidade de vida, enquanto aquelas com finanças organizadas costumam descrever uma sensação de controle sobre o próprio futuro. Essa segurança financeira não é sobre ficar rico — é sobre dormir tranquilo sabendo que as contas do mês estão sob controle.

    Um caminho contínuo, não um destino final

    Educação financeira não é uma meta que se alcança e pronto; é um processo que acompanha a família ao longo da vida, se ajustando conforme a renda muda, os filhos crescem e novas prioridades surgem. O importante é começar — mesmo que pequeno, mesmo que devagar. Cada hábito financeiro construído hoje é um tijolo a mais na estabilidade de amanhã.

    Por que a Nintendo continua vencendo? Shigeru Miyamoto resume o erro da indústria em uma única frase

    Sempre que paramos para analisar a crise atual da indústria de videogames, marcada por demissões em massa, cancelamentos de projetos, fechamento de estúdios e grandes fracassos comerciais, a Nintendo parece ser a única grande exceção.

    Apesar de estar sujeita às mesmas pressões econômicas e sociais que afetam o mercado, a empresa continua inabalável. Mas qual é o segredo? Em uma recente entrevista à revista japonesa Famitsu, Shigeru Miyamoto, o lendário diretor da Nintendo, resumiu a filosofia da empresa de forma brilhantemente simples.

    A armadilha do que é popular agora

    Nintendo

    Segundo Miyamoto, a diferença fundamental está no ponto de partida da criação.

    “A razão pela qual a Nintendo é particularmente apoiada globalmente é que não começamos perguntando o que é popular agora”, disse ele. “Em vez disso, continuamos consistentemente a criar o que consideramos divertido de jogar.”

    Pode parecer óbvio que uma empresa de jogos foque em fazer jogos divertidos, mas a forma como a Nintendo aplica isso na prática é o que a distancia das manchetes deprimentes que frequentemente acompanham a Sony e a Microsoft.

    O mercado atual está obcecado com os jogos como serviço, títulos projetados para manter os jogadores gastando dinheiro infinitamente, como Fortnite e Roblox. A Sony, por exemplo, apostou alto nessa tendência e investiu fortunas no desenvolvimento de jogos como Concord e na compra da Bungie. Mesmo com a maioria dessas iniciativas fracassando, a empresa continuou dobrando a aposta.

    A Nintendo, por outro lado, não publica nenhum jogo multiplayer focado apenas em serviço contínuo. Na verdade, ela foi na direção oposta: pegou Splatoon, o jogo que mais se aproximava desse modelo, e, em vez de enchê-lo de microtransações, focou em uma experiência que está sendo aclamada pela crítica.

    Dinheiro rápido contra Potencial criativo

    Nintendo

    Existe um apelo tentador em investir milhões na esperança de criar o próximo grande sucesso que gere bilhões em receita. Mas Miyamoto foi categórico sobre essa mentalidade:

    “Se você só pensar em se algo vai dar dinheiro rápido quando o cria, não conseguirá criar nada único ou com potencial.”

    É claro que a Nintendo é uma empresa e quer lucrar, e decisões recentes sobre o aumento de preços de hardware e software mostram isso. No entanto, as prioridades criativas vêm primeiro.

    A guerra dos gráficos acabou?

    Outro ponto crucial de distanciamento da concorrência é a tecnologia. Enquanto PlayStation e Xbox constroem consoles focados em gráficos de última geração e altíssimo desempenho, a Nintendo segue um caminho diferente.

    Para Miyamoto, o sucesso estrondoso do Switch prova que os clientes não estão mais focados apenas em especificações técnicas.

    A Nintendo não persegue as tendências do momento nem a tecnologia mais de ponta. Ela é a única fabricante de consoles que pode se dar ao luxo de dizer isso. E, olhando para o estado atual da indústria, parece ser exatamente por isso que ela é a única que não está em chamas.

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    CRÍTICA | Final Fantasy X/X-2 HD Remaster: O clássico brilha no Switch 2, mas esbarra no preço cheio

    Final Fantasy X/X-2 HD Remaster são títulos de JRPG que marcaram época no PlayStation 2 há 25 anos. Ao longo do tempo, eles receberam diversos relançamentos, logo, encontramos esses jogos disponíveis em várias plataformas, e agora eles aterrissaram diretamente no mais recente Nintendo Switch 2.

    Agora, precisamos entender o que há de diferente nessa nova versão, se ela justifica o seu preço e o que a torna mais interessante no Switch 2 em comparação a outras plataformas.

    Antes de mais nada, agradecemos à Square Enix Latam pelo envio da chave para a realização deste conteúdo.

    Não recolham a minha carteirinha gamer!

    Final Fantasy X X-2

    Eu nunca tinha jogado Final Fantasy X ou X-2, por isso a piadinha. Mas, brincadeiras à parte, eu descobri a minha paixão por jogos do gênero JRPG há poucos anos. Desde então, tenho jogado os títulos da franquia. Já joguei cerca de 5 a 7 títulos, entre os retrô e os mais atuais, mas ainda não tinha chegado a esses até hoje!

    Então, sim, estou aqui para corrigir essa minha falha de caráter como fã de JRPG e até para contar a vocês que, caso também estejam na mesma situação, essa coletânea atualizada é uma boa pedida como a melhor versão para consoles, porém…

    Poxa vida, parece que todo texto que faço tem um “porém” para adicionar, tem uma vírgula, tem um “mas”, um famoso “veja bem”. Então, vamos lá.

    A versão mais atualizada

    Para celebrar o 25° aniversário de Final Fantasy X uma nova versão do logo foi ilustrada por Tetsuya Nomura (Fonte: Square Enix)

    Essa nova coletânea que chega ao Nintendo Switch 2 é a mesma que temos no PC, porém, não é a mesma que está disponível nos outros consoles, nem mesmo nos de nova geração, pelo menos não até o momento em que escrevo isto.

    Mas, dada a situação de vários relançamentos, apesar de não ter nenhum anúncio oficial sobre isso, eu não duvido que, em algum momento, chegue para os outros consoles atuais da PlayStation e do Xbox.

    Nessa edição, é possível acelerar a jogatina entre 2x e 4x. Isso ajuda muito a tornar a aventura mais palatável hoje em dia, já que é uma das coisas das quais as pessoas mais reclamam quando vão jogar games que exigem um grind muito exaustivo. Mas eu sou do time que recomenda que, de vez em quando, você desacelere. Faz bem, viu?

    Enfim, podemos ativar batalhas automáticas, desativar encontros aleatórios a qualquer momento, deixar que os personagens sejam melhorados de forma instantânea, etc. Tudo com o foco de melhorar a experiência e ir direto ao ponto, já que esses jogos possuem facilmente mais de 100 horas de duração.

    Isso pode agradar a novos jogadores, o que me inclui. Mesmo eu sendo essa pessoa que costuma vir aqui dizer para vocês desacelerarem entre um texto e outro, querendo ou não, acelerar algumas coisas, como o grind, me ajuda a poder cobrir os jogos. Seja pela falta de tempo entre meu trabalho formal e meu trabalho como criadora de conteúdo, ou apenas para testar as mecânicas disponíveis, entendê-las e contar o que achei por aqui.

    Jogos de 100h nas rotinas de hoje em dia

    Eu acho que muitos de vocês também podem ter uma rotina na qual não sobra tanto tempo para jogar, e essas pequenas melhorias de qualidade de vida fazem toda a diferença para podermos conhecer aquele jogo que queremos tirar do backlog há anos, né?

    Porém, lembrem-se de que é uma coletânea de HD Remaster, não um remake feito do zero. Algumas coisas podem pegar no calo daqueles que têm baixa tolerância a jogos mais antigos. Recomendo jogar de mente aberta e tentar entender o motivo das escolhas feitas para o jogo, com base na sua época de lançamento, lá em 2001.

    Em 2001

    Final Fantasy X X-2

    E, falando em escolhas pensadas para o jogo em sua época de lançamento, precisamos entender que esses títulos foram muito marcantes, principalmente o Final Fantasy X, que é o mais elogiado.

    É um jogo que continua vendendo até hoje, que recebeu todos esses inúmeros relançamentos com motivo e que segue nos corações de fãs antigos. Além disso, não é difícil que ele atraia novos fãs mesmo 25 anos depois.

    Extras que saíram originalmente apenas no Japão

    Final Fantasy X X-2

    Além do conteúdo original e de diversas melhorias de qualidade de vida, o game adiciona extras que ficaram presos no Japão por muito tempo. No menu inicial, podemos escolher entre os jogos X e X-2, mas também podemos selecionar Eternal Calm, Last Mission e um drama em áudio de Final Fantasy X -Will-, sendo que esse último estará descrito como “créditos e conteúdo extras”.

    Eternal Calm é uma cena cinematográfica com cerca de 15 minutos que se passa após os eventos de Final Fantasy X. Já Last Mission é um minijogo bônus que serve como epílogo após o final de Final Fantasy X-2, e o drama em áudio adiciona um pouco mais de conteúdo sobre os eventos pós-X-2 também.

    Nintendo Switch vs. Nintendo Switch 2

    Final Fantasy X X-2

    Lembra do “porém” que eu comentei? Pois é, chegou o momento.

    Se você já tem a versão do Nintendo Switch 1 e quer rejogar essa nova edição no seu Switch 2, você vai precisar comprar de novo. Você não leu errado.

    Você que já tem o jogo não recebe um upgrade gratuito, nem tem a possibilidade de comprar um upgrade com valor menor. E isso não é novo, nem mesmo exclusivo da Square Enix.

    Muitos jogos para Nintendo Switch 1 e 2 recebem upgrade gratuito, ou upgrade pago com um valor menor do que o preço cheio do jogo. Outros simplesmente recebem uma versão de valor cheio para cada console, e essa última opção é sempre a pior.

    Visualmente, a nova versão entrega uma qualidade muito boa. Temos alta resolução nos cenários, já que personagens, planos de fundo e monstros foram recriados em 1080p. Você pode escolher entre a trilha sonora rearranjada e a original. Mesmo que você consiga identificar de cara que não é um jogo nos moldes atuais, já que é nítido que se trata de um título antigo, ainda assim, é um game muito bonito e que recebeu um trabalho muito legal para ser trazido à nova geração.

    Mas, infelizmente, fica difícil recomendar para quem já tem o jogo que pague novamente os R$ 284,90 na eShop. Além disso, mesmo sendo mais um relançamento e com novidades interessantes, nunca veremos legendas em PT-BR de forma oficial.

    No PC, você pode adicionar legendas feitas por fãs e outros mods interessantes, mas aqui no Switch 2 não temos essa possibilidade. Também no PC, encontramos essa coletânea em promoções eventuais por volta de R$ 50, então espero que em algum momento ela entre em promoção na eShop também.

    Uma coisa que me agrada bastante no Switch 2 é a questão da portabilidade. O jogo fica lindo na TV utilizando a dock, mas, com certeza, JRPG combina com a palavra portabilidade, sabe? O game é lindo na tela do console também.

    Eu sei, eu sei. Atualmente, temos diversos PCs portáteis e, caso você tenha um Steam Deck, um ROG Ally ou outros similares, esse jogo também rodará muito bem por lá. Apesar de eles não virem com uma dock na caixa, também é possível utilizá-los em um monitor externo com uma dock de terceiros, o que faz a portabilidade do Switch 2 não ser tão especial assim se você tem mais plataformas disponíveis.

    Minha experiência

    Final Fantasy X X-2

    A música me pegou no primeiro segundo em que o game começou e, em poucas horas, me vi bem engajada no jogo. Porém, eu ainda não o finalizei. Como peguei a chave há poucos dias e não conseguiria bater 100 horas em tão pouco tempo, minha experiência ainda está no começo.

    Achei legal a possibilidade de usar o touch do Switch para arrastar o menu de cura, assim, usamos um pouquinho da tela. É algo que já tinha na versão anterior também, mas que é um destaque interessante para usarmos mais recursos do console no qual estamos jogando.

    Gosto de podermos soltar os comandos especiais, chamados de Turbo por aqui, utilizando algum tipo de desafio na tela para resolver um mini puzzle na hora. Isso acontece ao apertar um botão no momento em que uma barrinha para na área certa ou ao executar uma sequência de botões. Vemos que, lá atrás, já estavam pensando em tornar os turnos mais interativos, como muitas pessoas pedem hoje em dia.

    É interessante ver o quanto a franquia fez história, quantos jogos diferentes da saga eu tenho jogado e como cada um deles me conquista do seu jeito. Seja o primeiro Final Fantasy em pixel art, ou a famosa “boyband” no Final Fantasy XV, que, apesar dos seus problemas, eu amei jogar e conferir os conteúdos extras antes de começar. Além disso, estou super ansiosa para a terceira parte de Final Fantasy VII Remake. Aqui, você já notou que joguei tudo fora de ordem, né?

    Enfim, tirei do backlog um jogo que queria muito jogar, em uma das suas melhores versões e de forma portátil. Essa é a parte que mais me agrada hoje em dia, com a rotina tão corrida e a vontade de jogar longe do escritório sendo cada vez maior.

    Conclusão

    FINAL FANTASY X/X-2 HD REMASTER é uma ótima coletânea no Switch 2. É muito bom ver as melhorias do PC por aqui.

    Conhecer mais um título da saga que eu amo é uma sensação muito boa. É algo que, como disse antes, já estava no meu backlog; eu já queria jogar em algum momento da minha vida e esse momento chegou com essa oportunidade agora em 2026.

    Mas, ainda assim, é difícil recomendar essa coletânea se você já a tem em alguma outra plataforma, se já a jogou inúmeras vezes ou se possui algum dos PCs portáteis mais famosos do momento.

    O preço cheio não é atrativo quando vemos essa mesma coletânea no Steam por valores bem menores. A falta de um upgrade gratuito ou, pelo menos, de um valor simbólico para os fãs que já a possuem também deixa um gosto amargo na boca.

    E uma coisa que eu acho que não vai mudar, ao menos não tão cedo, é a questão da falta de legendas em PT-BR em diversos jogos da empresa.

    Então, se você concorda com tudo o que foi dito por aqui e, ainda assim, quer se aventurar por muitas horas de conteúdo, aí sim, eu te recomendo FINAL FANTASY X/X-2 HD REMASTER no Nintendo Switch 2.

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA: ‘The Alters: Last Variable’ expande o seu multiverso pessoal para outro nível

    The Alters foi um jogo de 2025 que me agradou bastante com sua jogabilidade, história, trilha sonora e uma experiência que considero fazer do título da 11 bit studios um dos melhores indies de seu ano de lançamento.

    Em 13 de julho de 2026, chegou a primeira expansão com o título Last Variable (Última Variável), acrescentando mais 20 horas de história para o jogo vencedor do prêmio de Melhor Jogo de Estratégia/Simulação no DICE Awards e indicado ao BAFTA na categoria Melhor Narrativa.

    Disponível para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, o enredo de Last Variable vai seguir os passos do único Alter de Jan Dolski, o Jan Cientista, que fica no planeta onde se passou a história principal, explorando um oásis que não sofre com os ciclos que ocorrem ao nascer do sol destrutivo.

    A DLC me agradou porque não se limitou apenas a ser uma extensão de um conjunto de mecânicas que conhecemos, e isso, conectado à história, se tornou uma experiência muito interessante.

    Já conhecemos todas as habilidades do Jan Cientista, como também sua personalidade, muito difícil de lidar. sendo esse o companheiro de viagem mais desafiador, porém, ao longo da jornada é um dos alters que se importam com o bem do grupo e o vínculo criado. Além disso, neste novo capítulo, temos uma nova equipe de Alters surge a partir das ramificações de sua história de vida, que, por si só, é um desdobramento da jornada de Jan Dolski, revelando que este multiverso pessoal cria possibilidades infinitas.

    Um Oásis perdido no tempo e espaço

    A mecânica de terraformação torna a experiência de jogo muito divertida, porque, onde se expande o Oásis, ele se mantém intacto ao amanhecer. As novidades no gerenciamento de base estão conectadas à exploração do subsolo para a criação de substâncias como o rapidium fásico e o proxylium, dando origem a novas ferramentas muito úteis e a melhorias na aba de pesquisa.

    Em gameplay, temos um cenário um pouco diferente da história principal porque precisamos sobreviver a um ciclo temporal em que o nascer do sol dura 13 anos. Caso isso aconteça, é o fim do jogo, sendo necessário se preparar, além da própria exploração, como também para a preservação dos Alters.

    Trabalhar as relações pessoais na expansão ainda continua importante. Manter todos unidos e felizes é a chave para avançar. Porém, nesta DLC, as opções de diálogo são mais difíceis porque o Jan Cientista, mesmo sendo um Alter de Jan Dolski, lida com suas relações pessoais de forma muito diferente.

    Ainda sobre os personagens, os novos Alters não são tão carismáticos quanto a pluralidade de variantes do jogo principal. Entretanto, eles simbolizam uma análise muito interessante sobre como o Jan Cientista poderia ser diferente em comparação ao que conhecemos sobre sua personalidade durante a história principal.

    The Alters: Last Variable é uma expansão que não apenas serve para contar alguns acontecimentos que ficaram em aberto. Além disso, entrega evolução de jogabilidade, narrativa e um desafio que vai entregar um ótimo entretenimento.

    O trabalho da 11 bit studios mostra que pode trazer novidades dentro de sua proposta, entregando uma experiência de jogo divertida e tão emocionante quanto sua história principal.

    Nossa nota:

    Confira o Trailer de The Alters: The Last Variable:

    Agradecemos a 11 Bit Studios pelo envio da expansão.

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