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    CRITÍCA: ‘Outbound é conforto e diversão’

    Na vida gamer sempre existe um momento em que se torna imprescindível algo com um ritmo mais aconchegante e leve. Nessa proposta, Outbound é um jogo que segue essa ideia com muita diversão.

    Desenvolvido e publicado pela Square Glade Games em parceria com a Silver Lining Interactive, é possível jogar sozinho ou com até quatro jogadores. Seu lançamento ocorre em 14 de maio, disponível para PC (Steam/Epic Games), PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Switch 2.

    A história de Outbound é ambientada em um futuro próximo, onde um nômade viaja em uma campervan. Explorando esse mundo sobre rodas, ele procura soluções sustentáveis para garantir a sua sobrevivência e continuar sua jornada.

    Uma experiência de jogo aconchegante

    Outbound pode ser definido pelo conceito de “parar e aproveitar a paisagem” através de um jogo. Com mecânicas de fácil compreensão e um mundo bem amplo para ser explorado, temos uma experiência com foco contemplativo.

    A questão visual do jogo não é realista, mas é muito bonita, e podemos testemunhar isso através das regiões pelas quais passamos durante a viagem. Além disso, elementos do mundo, como o nascer e o pôr do sol, dias nublados e até mesmo chuva com trovões, são muito interessantes, colocando assim mais diversão na rotina de jogo.

    O mapa tem um tamanho satisfatório, e cada parte possui uma ambientação diferente, tendo pontos de referência que funcionam como o nosso avanço na história. A parte mais interessante nesse aspecto são as torres de transmissão, nas quais podemos escolher entre algumas opções de projetos, e decidir por qual começar determina o caminho à frente.

    As mecânicas são focadas em criação, gerenciamento, melhoria e até mesmo decoração. Inclusive, este último ponto me surpreendeu, porque incentiva darmos atenção a esse detalhe. Todos esses elementos de jogo giram em torno de cuidar de si e da van, cujo modelo escolhemos antes do início da aventura.

    Uma jornada de diversão

    Coletar itens pelo mundo é interessante, porque cada região oferece materiais que são encontrados em partes específicas do mapa. Sendo assim, tudo o que se precisa fazer é rodar por aí aproveitando a paisagem, coletar recursos até o anoitecer e fazer seu acampamento.

    Mas, ao longo da jornada, não faremos tudo sozinhos, tendo como grande companheiro um cachorro que escolhemos no segundo mapa, podendo definir seu nome e raça. Esse ponto é o que mais ressalta esse lado cozy, porque não interagimos com ele apenas para funções de jogo, sendo possível até brincar com ele.

    Um ponto que me agradou bastante foi não ser uma exploração sem limites, onde ficamos horas a fio, noite e dia. Ao anoitecer, o jogo limita os atributos, tornando importante retornar para a van e dormir.

    Acredito que esse tipo de limitação se conecta muito bem com a proposta do jogo de ser uma experiência aconchegante. Talvez esse seja o maior desafio encontrado, porque, mesmo com tempo disponível, é necessário gerenciar o que priorizar ao longo desse período.

    Apesar da história não seguir caminhos tradicionais com roteiro, personagens e diálogos, é muito claro que existe uma forte mensagem sobre sustentabilidade. Tudo o que é construído, os materiais que coletamos não são originados de uma interferência direta no ambiente, como, por exemplo, derrubar uma árvore, e isso é um diferencial interessante na experiência.

    Outbound é um jogo confortável, divertido e uma experiência que vai servir como uma ótima pausa naquela rotina gamer de grandes desafios e competição frenética.

    Confira o trailer de Outbound:

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    Star Wars altera o final de The Acolyte após cancelamento (e deixa o gancho ainda pior)

    O cancelamento de The Acolyte em agosto de 2024 marcou a primeira vez que uma série de TV de Star Wars sofreu esse destino de forma oficial. Ambientada no final da era da Alta República (considerada a era de ouro dos Jedi), a produção explorou os cantos mais sombrios da galáxia, onde a ameaça Sith florescia em segredo.

    No centro desse mistério estava o “Estranho” (interpretado por Manny Jacinto), um usuário do lado sombrio que afirmava que os Jedi o chamariam de Sith, embora a franquia tivesse sido cautelosa em confirmar sua verdadeira afiliação. No entanto, com a série fora do ar, a Lucasfilm parece ter decidido reescrever o destino do personagem nos livros, mudando os planos originais e criando um retcon que afeta diretamente o cânone da saga.

    O plano original: O fundador dos Cavaleiros de Ren

    The Acolyte

    Todas as evidências apontavam que a showrunner Leslye Headland tinha a intenção de transformar o Estranho no fundador dos Cavaleiros de Ren. Durante a exibição da série, houve pistas musicais sugerindo essa ideia, e um livro de artes oficial, além de declarações da própria Headland e de Jacinto, confirmaram os relatos.

    Porém, com o cancelamento prematuro deixando a história em aberto, Star Wars aproveitou a literatura expandida para dar um novo e definitivo, encerramento ao personagem, apagando a conexão com os Cavaleiros de Ren.

    O Retcon: O Estranho era um Sith, afinal

    The Acolyte

    A Titan Books lançou recentemente uma nova edição atualizada de The Secrets of the Sith, escrito por Marc Sumerak. No universo da franquia, este livro serve como um guia detalhado escrito pela perspectiva do próprio Imperador Palpatine. O material agora inclui referências diretas aos eventos de The Acolyte, confirmando o status do personagem de Manny Jacinto.

    Na seção dedicada à Alta República, Darth Sidious escreve:

    “Os Sith brevemente tornaram sua presença conhecida perto do fim de uma era que os Jedi arrogantemente chamavam de Alta República, mas levaria mais um século antes que eu finalmente liderasse nossa Ordem para fora das sombras novamente.”

    Isso implica imediatamente que Palpatine considera o Estranho um Lorde Sith, fato que ele confirma ao detalhar os eventos que vimos na televisão:

    “Antes de eu me tornar o aprendiz final de Darth Plagueis, houve outra tentativa de linhagem Sith em jogo. Um ex-Padawan da Mestra Jedi Vernestra Rwoh, nos dias finais da Alta República, abraçou o lado sombrio. Sob várias identidades falsas (incluindo a do guerreiro mascarado chamado simplesmente de Estranho), ele semeou discórdia entre os Jedi enquanto buscava um pupilo próprio.”

    Palpatine ainda narra o desenrolar da trama envolvendo as gêmeas Osha e Mae, destacando que Osha “sabiamente se entregou ao lado sombrio e tomou o lugar de sua irmã como aprendiz do Estranho”.

    A Regra de Dois e a ligação com Darth Plagueis

    A grande questão que fica para os fãs é: o que Palpatine quer dizer com “outra tentativa de linhagem Sith”?

    Ao lermos as entrelinhas deixadas neste material in-universe, a colocação cuidadosa dos eventos sugere fortemente que o Estranho era uma linha de sucessão estabelecida pelo próprio mentor de Palpatine, Darth Plagueis. Isso explica perfeitamente a participação especial do icônico Lorde Sith observando o Estranho nas sombras no episódio final: ele estava vigiando seu próprio aprendiz.

    Dentro da lógica da Regra de Dois, a explicação mais provável é que o Estranho esperava treinar Osha para provar seu valor, criar força e, eventualmente, confrontar e derrotar Plagueis. Como Osha e Mae nasceram de uma vergência na Força (algo que sabemos que Plagueis cobiçava intensamente para seus estudos sobre a vida e a morte), o destino dessa história parece trágico. É seguro presumir que o confronto não terminou bem para o Estranho. Plagueis provavelmente eliminou a ameaça, abandonou essa “linhagem” e passou a focar seus estudos no poder das gêmeas, muito antes de treinar Palpatine.

    O legado sombrio deixado para os Jedi

    Para piorar a situação de encerramento da série, a Titan também lançou uma edição atualizada de The Secrets of the Jedi. Neste livro, as anotações feitas por Luke Skywalker sobre os eventos ocorridos um século antes de A Ameaça Fantasma são ainda mais enigmáticas.

    Refletindo sobre a Alta República, Luke observa:

    “Alguns até dizem que foi durante esses tempos mais brilhantes que os Sith começaram a rastejar de volta da escuridão. Há até sussurros de que Jedi lendários como Vernestra Rwoh podem ter sido cúmplices em seu retorno. Mas talvez nunca saibamos com certeza.”

    A conclusão de Luke, infelizmente, soa como a realidade para o público. Sem uma segunda temporada para explorar a queda dessa Mestra Jedi e o embate final contra Darth Plagueis, o encerramento em The Acolyte se torna não apenas um final aberto, mas uma tragédia resumida em poucas linhas de um livro.

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    Assassin’s Creed Hexe: Vazamento revela retorno de Ezio e detalhes sombrios

    Com os holofotes da comunidade voltados para o futuro da franquia, como o remake de Assassin’s Creed Black Flag, outro grande projeto da Ubisoft acabou de ganhar novidades explosivas. Um mega vazamento trouxe à tona uma enxurrada de detalhes sobre Assassin’s Creed Hexe, o próximo grande título da série que promete mergulhar os jogadores em uma temática sombria de bruxaria.

    As informações foram divulgadas no Reddit pelo conhecido vazador “Rogue”, apoiadas por comentários do insider j0nathan (famoso por acertar informações da Ubisoft). A maior surpresa? O retorno de ninguém menos que Ezio Auditore.

    Abaixo, reunimos absolutamente tudo o que vazou sobre a história, personagens e novidades de gameplay.

    O Retorno de uma Lenda: Ezio Auditore

    Hexe

    O herói favorito dos fãs, Ezio, está 100% confirmado no jogo, de acordo com as fontes. Anteriormente, o insider Tom Henderson já havia deixado escapar essa possibilidade, e agora os detalhes indicam como isso acontecerá.

    Segundo os rumores, a aparição de Ezio pode ocorrer de três formas: pessoalmente, através de flashbacks ou como um “fantasma” projetado por um artefato Isu. O jogo trará diálogos emocionantes do Mestre Assassino, que servirão de guia para a nova heroína da franquia.

    Conheça Anika e sua Herança de Peso

    A protagonista de Assassin’s Creed Hexe tem um nome: Anika. O nome “Elsa”, que circulava em rumores anteriores, era apenas um codinome provisório (assim como “Jora” foi utilizado para Eivor em Valhalla).

    O detalhe mais importante para a “lore” da franquia é a linhagem da personagem. Anika/Elsa é uma descendente direta de Claudia Auditore, a irmã de Ezio. Essa conexão familiar justifica a presença de Ezio na trama.

    De acordo com o leaker j0nathan, a história construída em torno de Anika promete ser a melhor entre os jogos recentes da franquia (desde Origins). Um novo personagem principal chamado Wolfgang também foi mencionado como peça-chave na narrativa.

    Ambientação, Feitiçaria e Gameplay Furtivo

    Enquanto especulações anteriores apontavam para Salem, os novos vazamentos indicam que Wurzburg, na Alemanha (conhecida por seus massivos julgamentos de bruxas no século XVII), será o cenário principal, embora existam outras localizações para explorar.

    O título adotará um tom muito mais sombrio e trará de volta uma furtividade mais desafiadora. Confira os destaques das mecânicas e cenários:

    • Pular de Galho em Galho: O mapa contará com muitas áreas de florestas densas. Uma das habilidades desbloqueáveis será focar na travessia fluida entre as árvores.
    • Magia e Poções: Foram feitas menções a “Pactos de Sangue” e uma base focada em criação de venenos.
    • Missões Ocultas: A história contará com atividades como “encontrar locais de rituais” e “recuperar relíquias roubadas”.
    • Inteligência Artificial Melhorada: A furtividade será rigorosa. Os NPCs agora reportarão imediatamente atividades menores suspeitas aos guardas.

    Diálogos Vazados Confirmam o Clima de Tensão

    O vazador também compartilhou falas diretas do jogo que ajudam a entender a atmosfera da obra. A protagonista sofrerá perseguição direta pelo que ela é.

    Diálogos de Anika/Elsa:

    “Eles me chamam de bruxa. Eles querem me queimar pelo que posso fazer. Pelo que eu sei.” “Aquele capuz branco, é como o dos desenhos da minha mãe.”

    Diálogos de Ezio:

    “Ela queria que você tivesse uma vida.” “Venha. Salte comigo. Uma última vez para um homem velho.” “Eles sempre temem o que não podem controlar. Eles nos chamaram de demônios uma vez, também. Mas lembre-se, Elsa: ‘Nulla è reale, tutto è lecito’.” (Nada é verdade, tudo é permitido).

    Diálogos de NPCs Inimigos:

    “Formem um círculo, não deixem ela desaparecer!” “Dizem que a floresta se move à noite.” “Verifiquem as sombras! Ela não pode ter ido longe.”

    A Reação da Comunidade

    Nas redes e fóruns, os jogadores estão divididos. Uma parte da comunidade não está convencida de que trazer Ezio de volta seja uma boa ideia, temendo que a Ubisoft esteja apenas usando a nostalgia para alavancar o jogo.

    Por outro lado, os fãs mais otimistas acreditam que uma aventura furtiva e sombria, com elementos mágicos focada na caça às bruxas, já é um conceito excelente por si só. Para eles, ter Ezio como mentor (mesmo que espiritual) é a “cereja do bolo” para amarrar o universo de Assassin’s Creed.

    Ainda teremos que esperar o lançamento do vindouro Assassin’s Creed Black Flag Resynced para termos informações oficiais da Ubisoft sobre Hexe. Até lá, vale lembrar de tratar tudo como um rumor.

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    CRITÍCA: ‘Surda é uma reflexão importante sobre inclusão’

    Surda é um filme escrito e dirigido por Eva Libertad, estrelado por Miriam Garlo, Álvaro Cervantes, Elena Irureta e Joaquín Notario. Sua distribuição nacional é feita pela Retrato Filmes.
    Tendo sua origem em um curta-metragem da cineasta, a inspiração veio do desejo de Miriam Garlo, atriz e irmã da diretora, de ser mãe. A produção venceu o Prêmio Goya sendo agora lançada em longa-metragem, chegando aos cinemas em 14 de maio.

    A trama de Surda acompanha Angela, prestes a dar à luz à sua primogênita, Ona e, em meio a toda a felicidade e ansiedade da maternidade, preocupa-se com os desafios que enfrentará em decorrência de sua surdez. Ao lado de seu parceiro Héctor (Cervantes),vai descobrindo como adaptar a comunicação e a educação da criança em uma sociedade cheia de preconceitos.

    Surda é um filme que harmoniza de forma espetacular o drama familiar e a crítica social, combinando a delicadeza de seus assuntos com o incômodo. A direção de Libertad é excelente ao conduzir a história, alternando entre os momentos afetivos enquanto, sutilmente, vemos os medos da protagonista tomarem forma.

    Uma reflexão sobre os desafios da deficiência

    Em questão de roteiro, não vemos nenhum personagem ser vilanizado, no entanto a abordagem da relação de Angela e Héctor é um cenário entre o amor e a incompreensão. Além disso, é muito interessante como, em Surda, a comunicação — ou a ausência dela — dita os momentos da relação desse casal.

    Importante também falar sobre o design de som, que alterna entre sons abafados, ruídos e o silêncio como uma forma de nos aproximar da protagonista. Isso torna a história de Surda não apenas sobre uma pessoa com deficiência auditiva, como também sobre sua perspectiva de mundo e seus desafios.

    Outro ponto é a atuação de Miriam Garlo, que apresenta uma personagem forte, autônoma e que sente o impacto de ter essa autonomia questionada com a chegada da maternidade. Isso impacta de forma determinante a carga emocional da história.

    A experiência como um todo nos leva a refletir sobre o que de fato significa inclusão e se isso realmente acontece de forma bilateral. Também vai questionar a existência de uma preocupação em compreender o mundo dessa pessoa com deficiência, seus medos, necessidades e a empatia necessária para acolhê-la nos momentos de vulnerabilidade.

    Por fim, Surda é um filme direto e tocante e, proporcionalmente a isso, também será incômodo. Uma provocação ao espectador sobre os melhores momentos, as dificuldades de uma pessoa com deficiência e seus desejos como a maternidade.

    Confira o trailer de Surda:

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    6 motivos para você começar a jogar Diablo IV hoje mesmo

    Se você estava em dúvida se deveria dar uma chance aos portões do inferno, a resposta curta é: sim. Diablo IV passou por uma evolução impressionante desde o seu lançamento e, atualmente, entrega a experiência definitiva que os fãs de RPG de ação tanto pediam.

    Com a chegada da Temporada 13 e os desdobramentos da nova expansão, o título da Blizzard alcançou um nível de polimento e diversão que o torna imperdível. Se você precisa de um empurrãozinho para entrar em Santuário, nós do Feededigno separamos 6 motivos para você começar a jogar Diablo IV hoje!

    1. O panteão cresceu: Novas classes disponíveis

    Diablo IV

    Além das classes base que a comunidade já curte e domina, o jogo recebeu adições de peso que mudam completamente a dinâmica do combate. O Spiritborn foi o primeiro a abrir as portas para novas abordagens, e com a nova expansão, recebemos o aguardado Warlock e o clássico Paladino. Opção de gameplay e estilos diferentes é o que não falta para você montar a sua build dos sonhos.

    2. Mecânicas maturadas e combate refinado

    Diablo IV

    O combate de Diablo sempre foi um ponto forte, mas agora ele está extremamente satisfatório. Ao longo de diversas atualizações até a Temporada 13, a equipe de desenvolvimento mostrou que tem ouvido a comunidade de perto. O resultado? Melhorias constantes, ajustes de qualidade de vida (QoL) e um loop de gameplay que te prende do início ao fim da sessão.

    3. Lindo, leve e acessível (Alô, Game Pass!)

    Diablo IV

    Apesar de ter um visual incrível, sombrio e rico em detalhes, Diablo IV é surpreendentemente otimizado. Por não ser um jogo tão pesado, ele roda liso em diversas máquinas e configurações. Além de estar disponível em várias plataformas (PlayStation, Xbox e PC), os assinantes do ecossistema do Xbox têm uma vantagem de ouro: você pode jogar direto pelo Game Pass.

    4. História épica e 100% em PT-BR

    A imersão é garantida. O jogo conta com animações cinematográficas incríveis e uma localização completa para o nosso idioma, com dublagem e legendas impecáveis no nosso amado PT-BR. E o melhor para os fãs da lore: na nova expansão, temos o nosso aguardado acerto de contas com o Mephisto! É uma história expandida, com mapas inéditos e muitos motivos para descer os capetas na porrada.

    5. Todo mundo no mesmo barco

    Uma das maiores barreiras para novos jogadores em jogos como serviço é o “medo de ficar para trás”. Em Diablo IV, você pode ficar tranquilo. A cada nova temporada, o sistema reseta e geral começa um personagem do zero. Ninguém fica perdido, veteranos e novatos largam do mesmo ponto, tornando a experiência de leveling comunitária e muito mais justa.

    6. O momento é agora!

    Diablo IV

    A nova temporada e a expansão chegaram com os dois pés na porta. O estado atual do jogo entrega o pacote completo:

    • Novas classes e mais aprofundamento na história;
    • Novas builds dominando o meta;
    • Balanceamento de classes muito mais refinado;
    • Opções robustas e variadas de atividades de Endgame;
    • Uma progressão muito melhor e recompensadora para o tempo investido pelo jogador.

    Santuário está te chamando!

    Com tantas melhorias, Diablo IV prova que o modelo de temporadas pode sim revitalizar e transformar um jogo ao longo dos anos.

    E você, já decidiu qual classe vai escolher para começar a sua jornada contra os males supremos hoje? Conta pra gente nos comentários e continue acompanhando o Feededigno para mais dicas, builds e novidades sobre o universo dos games!

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    CRÍTICA: ‘Voidwrought’ é um metroidvania honesto muito bom

    Eu amo jogos metroidvania e também amo Hollow Knight. Acho que Voidwrought é para você que sente o mesmo e está buscando justamente um jogo novo.

    O gênero metroidvania tem estado muito bem, recebendo muita atenção e diversos jogos novos. Com certeza, Metroid e Castlevania estão em diversos corações, assim como Hollow Knight, que surpreendeu no seu lançamento. Porém, atualmente, sinto que as pessoas jogaram muitos jogos desse tipo e, atualmente, sentem uma saturação.

    Eu acredito que não é bem apenas uma saturação, está mais para sentir que o público quer, sim, novos jogos do tipo, mas são mais exigentes com a entrega: jogos bem redondinhos, com jogabilidade divertida, combate satisfatório, uma boa dose de exploração e tudo que faz um metroidvania ser tão legal.

    E Voidwrought é um desses casos: é um bom jogo do gênero, que se inspira claramente em Hollow Knight, mas consegue trazer algumas novidades, arte estilosa feita à mão e controles precisos.

    Voidwrought

    Sinto que é necessário começar falando isso, pois, em todo jogo do gênero, parece que o público, antes mesmo de ver o que o jogo tem a oferecer, já torce o nariz e desiste, muito por conta dessa sensação de “saturação”. Mas, se o jogo for bom e você gosta do tipo, vale dar uma chance!

    Voidwrought chegou para PC e Switch em 2024; porém, agora em 2026, também está disponível no Xbox Series e PlayStation 5.

    Foi desenvolvido pela Powersnake, publicado pela Kwalee, e agradecemos pelo envio da chave para review. Bom, vamos ao game?

    Estética e Design

    Voidwrought

    Voidwrought me ganhou pela sua estética sombria e também pelo tema misterioso de horror cósmico. Eu gosto bastante disso e não para por aí, pois, como mencionei antes, todo esse visual estiloso dele é de gráficos desenhados à mão. Baita trampo envolvido, né?

    E, para acompanhar toda essa vibe que ele precisa sustentar, as músicas e os efeitos sonoros precisam entregar também, e, felizmente, eles são muito bons.

    As músicas imergem e moldam o tom do jogo; são mais intensas nos bosses, e isso ajuda com que toda batalha pareça grandiosa. Recomendo até que joguem com fones de ouvido.

    E os efeitos sonoros, a meu ver, são satisfatórios: desde o simples ato de andar e pular pelo mapa, golpeando tudo que vê pela frente, até a transformação poça, que usamos para passar por locais estreitos e tem som de alguma coisa viscosa, e os demais movimentos e poderes que aprenderemos com o tempo.

    Exploração e backtracking

    Voidwrought

    O jogo entrega o que todo metroidvania precisa, ou melhor, tudo que esperamos de um bom jogo do tipo.

    Temos um mapa grande; podemos ir e vir depois de aprendermos o básico que é apresentado no começo do jogo.

    A exploração é boa, bem divertida e, como você fica livre em pouco tempo, bom, é só ir, né? Só ir curtindo o jogo, explorando para todo lado e aprendendo com o seu combate.

    Temos um minimapa no topo esquerdo da tela, mas, ao apertarmos o menu, podemos visualizá-lo melhor, e ele indica onde estamos, sendo um grande auxílio na exploração.

    No menu, também encontramos onde equipamos itens e mais do nosso personagem.

    O mapa tem segredos pra você encontrar e, conforme você aprende novos poderes e movimentos, novas áreas vão se tornando acessíveis, aquela história do backtracking, sabe? Pegou algo novo, agora você tem acesso à área “X” que antes não alcançava.

    Combate e semelhança com Hollow Knight

    Em combate, usamos garras para bater. A movimentação lembra Hollow Knight, com saltos e ataques no chão ou aéreos. Podemos usar a área de descanso pra renovar o HP, salvar, gerenciar coisas no menu, e os inimigos voltam também.

    O level design, os mobs e os chefes fazem os desafios serem mais diferentes e interessantes de serem superados. Quanto mais você avança, o costume com os controles será ainda maior.

    E, conforme coletamos certos itens, podemos fortalecer nosso personagem com mais dano, golpes novos ou efeitos passivos, como aumento de vida, etc.

    Os controles são precisos e fáceis de se aprender; a dificuldade fica na execução deles no timing, em evitar danos e em aprender os movimentos dos bosses, mas gosto de o combate ter controles simples.

    Gosto dos bosses, mas, como uma jogadora casual, diria que eles têm uma dificuldade moderada; jogadores mais exigentes podem querer um desafio muito maior.

    E, sendo sincera sobre o jogo até o momento, assim como comentei lá no início, se você gostou de Hollow Knight, tem uma grande chance de você gostar desse jogo.

    Ele não é um simples “parece Hollow Knight”. É inevitável a comparação dada a inspiração bem clara, mas o jogo é bem feito, completinho e conta realmente com comandos bem responsivos.

    Expansão de base

    Um dos diferenciais desse jogo é um santuário como base. Nós gastamos recursos para expandir essa base, poderemos trazer trabalhadores para ela, e eles abrirão caminhos para novas áreas, mas também podem escavar para encontrar novos poderes e recursos.

    História?

    Voidwrought

    Controlamos um personagem misterioso chamado apenas de Simulacro durante o jogo; ele busca Ichor, o sangue dos deuses. A história se desenrolará com esse ponto no centro: nós despertamos como Simulacro e devemos ir atrás desse objetivo, que é extremamente necessário.

    Vamos derrotar monstruosidades, coletar muito Ichor e melhorar nosso personagem para enfrentar cada vez mais desafios.

    Veremos locais diferentes e bizarros, mas artisticamente belos, e que contêm criaturas que se esgueiram por todas as partes. E, visitando esses locais, encontramos registros de uma civilização antiga, possíveis exploradores que vieram anteriormente e fragmentos da história.

    E é aqui onde o jogo pode ou não te perder: seu forte é realmente conquistar com a jogabilidade, mas a história não é contada de uma forma direta. Tudo tem um tom de mitologia e combina muito com o jogo, mas pode parecer confuso para quem prefere histórias mais diretas e menos misteriosas.

    Eu, particularmente, não me interessei tanto pela história por isso, mas ela funciona dentro desse universo e faz sentido com o estilo do jogo.

    Conclusão

    Se você gosta de jogos metroidvania e sente falta de Hollow Knight, mas gostaria que fosse um pouco diferente e não só uma skin; procura uma novidade não tão distante de um jogo que você já ama, sabe?

    Então, esse é um jogo que funciona super bem e entrega diversão. Está em diversas plataformas, tem legendas em PT-BR e no preço cheio custa apenas R$ 60, mas em promoção ele já esteve por R$ 20, valendo tanto a pena quanto.

    Ele também possui uma demo que recomendo; assim você pode sentir o jogo antes de comprar de fato. Se tiver na dúvida se é pra você, com certeza jogar a demo te ajudará a decidir.

    Bom, se curte e concorda com tudo o que mencionei, então não deixe passar Voidwrought. Esse é um metroidvania charmoso e que é feito por fãs como você!

    Confira o trailer do game:

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