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    Como combinar skins de CS2 com seu estilo de jogo e o tema do inventário

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    Skins de CS2 são mais do que desenhos. Jogadores profissionais costumam dizer que combinar suas skins com o seu estilo de jogo e com o tema geral do inventário deixa a experiência inteira mais agradável. Pode parecer complicado no começo, mas não é. Vamos entrar no assunto e destrinchar tudo juntos.

    Como combinar skins de CS2 com seu estilo de jogo

    Combinar skins com o estilo de jogo soa bem na teoria, mas como fazer isso na prática? A comunidade de CS2 tem respostas bem claras. É isto que ela recomenda:

    A escolha da arma importa

    Comece pensando em quais armas você mais usa nas suas partidas. Se você passa a maior parte do tempo no lado TR com uma AK-47, é aí que sua melhor skin deve estar. Colocar uma skin forte em uma arma que você quase não usa não faz muito sentido. Foque nas duas ou três armas que estão na sua mão em todos os rounds. São nelas que uma boa skin vai realmente fazer diferença na sensação do seu inventário.

    Combine a skin com o seu jeito de jogar

    Jogadores agressivos, que avançam e pegam duelos cedo, costumam escolher skins com visual marcante e forte. Quem segura ângulos e joga de forma mais cautelosa tende a preferir desenhos mais limpos e simples. Isso não é uma regra, mas é algo que muitos jogadores experientes comentam e faz sentido quando você pensa a respeito. Pense em como você joga e deixe isso guiar suas escolhas de skin, em vez de simplesmente pegar o que parece caro ou popular.

    Veja como fica em uma partida real

    Uma skin pode parecer muito diferente em uma imagem de pré-visualização se comparada a como ela aparece durante o jogo. Antes de comprar, tente encontrar vídeos de gameplay mostrando aquela skin específica em ação. Algumas skins ficam ótimas em fotos, mas são difíceis de notar durante o movimento rápido. Outras parecem medianas nas pré-visualizações, mas se destacam muito bem em partidas reais. Passar alguns minutos assistindo a uma skin em condições reais de jogo antes de comprá-la é sempre uma atitude inteligente.

    Como montar um inventário de skins de CS2

    Então você encontrou algumas skins que combinam com seu estilo de jogo. Mas deve comprar todas de uma vez? Na verdade, não. Veja como montar seu inventário do jeito certo:

    Comece com um orçamento claro

    Antes de adicionar qualquer coisa ao inventário, decida quanto você está realmente confortável em gastar. É muito fácil ir pegando skins uma a uma sem perceber quanto já gastou no total. Uma abordagem simples é dividir seu orçamento entre as armas que você mais usa, em vez de colocar tudo em um único item. Começar com skins mais acessíveis e melhorar com o tempo, conforme o orçamento permitir, é uma forma bem mais inteligente de montar do que tentar juntar um inventário caro de uma vez só.

    Distribua suas skins entre armas diferentes

    Um bom inventário não concentra todo o valor em uma única arma. Se todo o seu orçamento vai para uma skin de AK-47 enquanto o resto continua no padrão, o visual geral do loadout fica desequilibrado. Tente ter pelo menos uma skin decente em cada arma que você usa com frequência. Não precisa ser tudo caro. Uma mistura de skins acessíveis nas armas que você mais usa quase sempre vai parecer melhor e mais completa do que uma skin excelente cercada de nada.

    Aproveite o que você já tem

    Antes de comprar qualquer coisa nova, dê uma boa olhada no que já está no seu inventário. A maioria dos jogadores tem skins esquecidas ou que nunca usa e que poderiam se encaixar em uma nova direção que ele quer dar ao loadout. Usar o que você já possui como ponto de partida economiza dinheiro e muitas vezes revela um tema ou uma paleta de cores que você ainda não tinha percebido.

    Formas acessíveis de conseguir skins de CS2

    Agora vem a parte com que a maioria dos jogadores tem dificuldade: conseguir as skins que quer sem gastar demais. É nisto que você deve prestar atenção:

    Troque as skins que não usa

    A maioria dos jogadores tem skins paradas no inventário que nunca usa de fato. Em vez de deixá-las ali sem função, coloque-as para trabalhar trocando-as por skins que você realmente quer. Grupos de troca no Discord e no Reddit conectam você todos os dias a jogadores que querem fechar exatamente esse tipo de negócio. Antes de aceitar qualquer troca, confira o valor de mercado dos dois lados para ter certeza de que está recebendo um retorno justo.

    Compre direto no mercado

    Se você sabe o que quer, o mais simples é comprar skins CS2 diretamente no Mercado da Steam ou em outra plataforma de sua confiança. Você procura exatamente o que está buscando, compara preços e leva sem nenhuma adivinhação. Versões Field Tested de skins populares podem custar bem menos do que as Factory New e ainda assim ficar ótimas no jogo, então comparar diferentes níveis de desgaste antes de comprar sempre vale a pena.

    Abra caixas

    Abrir caixas é a forma mais empolgante de conseguir skins e muitos jogadores gostam disso só por esse motivo. A imprevisibilidade faz parte da graça. Dito isso, vale entrar com expectativas realistas. As chances de conseguir algo valioso são baixas e a maioria das aberturas vai te dar uma skin que vale menos do que você pagou pela caixa e pela chave juntas. Se quiser abrir caixas, defina um orçamento pequeno e fixo para isso e trate como entretenimento, não como uma forma confiável de montar seu inventário.

    Conclusão

    Concluindo, falamos sobre como funcionam os desenhos das skins, como combiná-los com seu estilo de jogo e com o tema do inventário, como montar uma coleção em torno das suas preferências e três formas de conseguir skins sem gastar demais. Agora é a sua vez. Vá encontrar as skins que combinam com você e comece a montar. Boa sorte.

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    CRITÍCA: ‘O Vampiro Lestat’ e o grande espetáculo de imortais

    O seriado Entrevista com o Vampiro foi em suas duas primeiras temporadas uma narrativa sobre Louis, a relação com seu criador e aspectos de sua imortalidade. Porém, em julho de 2026, a adaptação de As Crônicas Vampirescas, universo literário criado por Anne Rice, irá contar essa história através do ponto de vista de Lestat em sua nova temporada.

    O terceiro ano do seriado tem um novo título, agora chamando-se O Vampiro Lestat, adaptando o livro homônimo. No elenco todos retornam e a adição de Sheila Atim como Akasha, Sarah Afful sendo Merrick Mayfair e Jennifer Ehle a vampira Gabriela. 

    A história desta temporada segue os passos da jornada ao estrelato de Lestat como um astro do Rock formando uma banda de humanos. Realizando uma turnê com uma repertório que gera a curiosidade em humanos e irritação a vampiros, continua sua jornada, agora sendo o contador da narrativa. 

    A nova temporada do universo de Anne Rice tem uma nova casa, agora exibida no serviço de streaming Netflix, ganhando uma popularidade que até então não havia ocorrido. 

    Um novo título: Um detalhe tão pequeno que chega a ser insignificante

    Esta nova leva de episódios mantém a qualidade técnica que foi demonstrada desde o seu início. Um elenco excelente consegue contar uma boa história e sem recorrer a recursos tecnológicos excessivos para um orçamento de um filme de grande porte. 

    Neste aspecto a série continua recorrendo a simplicidade, explorando fortemente os efeitos práticos, cenografia, locações e pouquíssimos elementos digitais. Isso é interessante porque, ao longo do tempo, estes episódios podem não parecer datados ou causar um estranhamento no futuro. 

    Como citado anteriormente, o ponto forte desta adaptação está no elenco e a dupla Jacob Anderson e Sam Reid continua ótima em tela. Outros atores como Assad Zaman, Eric Bogosian também são, como também é a participação de Sheila Atim causando um impacto na condução da narrativa. 

    Elementos mais técnicos como montagem, figurino e roteiro apostam na exploração da subjetividade do personagem central da temporada.

    Long Face não é sobre chupar um p@#%!

    Todo o episódio remete a um video clip com estética glam rock, a não linearidade no contar dos acontecimentos. Isso acaba simbolizando um mergulho na percepção de Lestat sobre tudo ser grande espetáculo, algo diferente da perspectiva mais melancólica e intimista dos anos anteriores. 

    A trilha sonora é um outro destaque porque existia uma grande expectativa em relação a isso devido ao filme “A Rainha dos Condenados”. Entretanto, já somos hipnotizados ao surgir a primeira melodia durante a abertura, dando o tom do que irá acontecer ao longo dos próximos episódios. 

    O que faziam os vampiros antes de existirem psicólogos?

    O que faz Lestat de Lioncourt um personagem tão sedutor reside justamente na complexidade de sua existência tanto humana quanto imortal. A série adapta isso de forma brilhante porque podemos entender que este vampiro descrito nas memórias de Louis é exatamente assim, porém com muito mais profundidade.

    Os sete episódios exploram entre passado e presente a vida do personagem, mostrando uma vivência onde dinâmicas de abuso resultam em um complexo de Édipo mal resolvido. Além disso, pode-se pensar utilizando outros pontos como a teoria do agressor de Sándor Ferenczi, onde o trauma de infância por uma figura de autoridade desenvolve mecanismos de defesas extremos, formando assim essa persona externa vaidosa, teatral e autoconfiante. 

    No seriado isso se torna interessante porque fica claro, tanto quanto no livro, que sua ações como, por exemplo, criar semelhantes ou despertar um dos seres mais poderosos deste universo. Isso pode ser observado como a sua incapacidade de ficar sozinho. 

    Entretanto, a complexidade de personagens não se limita apenas a Lestat, como também a Louis. Os ciclos da perda de seu irmão Paul, Claúdia o levaram a melancolia e ao luto, retraindo-se em sua dor. Ao longo das três temporadas é possível observar sua reação a este sofrimento.

    Pensando apenas nestes dois personagens, é possível compreender que a  obra de Anne Rice, assim como sua adaptação, nos entregam personagens que não apenas se limitam a dualidade de bem ou mal. Em Crônicas Vampirescas vemos a complexidade humana, suas dores, medos e maturidade através da lente superlativa da vida eterna.

    Ela é a resposta!

    Ao longo desta temporada tivemos a chegada ou retorno de alguns personagens que são relevantes no universo dos imortais como Merrick Mayfair, Raglan James o ladrão de corpos, porém a presença mais impactante é o primeiro vislumbre de Akasha.

    Apesar de ser uma pequena passagem é impressionante o impacto da rainha de todos os vampiros, sua afeição a Lestat e um pequeno vislumbre de suas convicções sendo um dos momentos impressionantes da história.

    A terceira temporada do universo de Anne Rice, O Vampiro Lestat, exibe linearidade qualitativa, personagens complexos e uma produção que se destaca como um dos melhores lançamentos ocidentais deste ano.

    Nossa Nota

    Confiram o trailer de O Vampiro Lestat:

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    Fim da linha para Blade: Mahershala Ali quebra o silêncio e culpa Marvel pelo cancelamento do filme

    Entrará para a história como uma das maiores falhas de planejamento do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Em 2019, a Marvel Studios e seu presidente, Kevin Feige, fizeram um anúncio estrondoso no Hall H da San Diego Comic-Con: Mahershala Ali seria o novo Blade. A notícia foi recebida com aplausos ensurdecedores e celebração viral dos fãs, que viam no vencedor do Oscar o sucessor perfeito para Wesley Snipes.

    Sete anos depois, em um momento que completou um ciclo amargo, também falando na San Diego Comic-Con, Feige efetivamente engavetou Blade ao comentar que se sentia “um fracasso” por o filme nunca ter conseguido sair do papel. Agora, Ali finalmente respondeu e, assim como o icônico caçador de vampiros, ele não poupou golpes.

    O ator sente que falhou com os fãs da Marvel? Considerando que ele deixou claro ao longo dos anos que estava apenas esperando a ligação de Feige, a resposta é um sonoro não.

    A resposta de Mahershala Ali à Marvel

    Em entrevista à revista GQ, Ali foi questionado se compartilhava do mesmo sentimento de fracasso de Kevin Feige. O ator foi direto ao ponto sobre o desgaste da produção:

    “A melhor maneira de responder a essa pergunta é que, quando olho para o que é para mim, era ou isso ou aquilo — e eu vou ficar com isso. Sem ofensas a eles. Faço isso profissionalmente há quase 30 anos e uma coisa que aprendi é que o que é para você, é para você, e o que não é, não é. Por alguma razão, esse projeto não é para mim”, declarou Ali.

    Ele continuou, deixando clara a responsabilidade do estúdio sobre o impasse: “Se eles quisessem fazer, nós teríamos feito. Então eu tenho que seguir em frente, e eu segui. Estou bem. Repito: vocês me tinham sob contrato, eles têm bilhões de dólares. Se eles quisessem fazer o filme, nós teríamos feito o filme. Então, não vamos fazer o filme.”

    O que deu errado nos bastidores?

    Aparentemente, tudo o que poderia dar errado com o reboot de Blade, deu — e logo no início do processo. Mudanças constantes de roteiristas e diretores minaram o projeto. A premiada atriz Mia Goth (MaXXXine, Pearl), que havia sido escalada como a antagonista Lilith, também expressou surpresa ao ver tudo desmoronar rapidamente após sua contratação.

    “O mais longe que cheguei foi que fiz o teste, voei para Atlanta e fizemos um teste de química entre Mahershala e eu”, disse Goth em dezembro. “Fizemos prova de figurino e de peruca, e eu estava muito animada com a direção que o filme estava tomando. Era muito legal, e Mahershala tinha uma visão tão interessante para o personagem. Ele foi ótimo. E aí tudo simplesmente desmoronou a partir dali, infelizmente.”

    Outro fator crucial foi a mudança de rumos do próprio MCU. Apesar do clamor pelo Blade de Ali, a Marvel optou por honrar o pedido de Ryan Reynolds para reintroduzir a versão clássica de Wesley Snipes em Deadpool & Wolverine — resolvendo de vez a famosa rixa dos bastidores de Blade: Trinity. O retorno nostálgico foi aplaudido pelo público, que na época não imaginava que isso selaria o destino do projeto de Ali.

    Redenção Criativa

    Quase uma década após o início das conversas, Ali encontrou um novo caminho. Ele está trabalhando com o diretor Bassam Tariq — que, ironicamente, foi o primeiro cineasta atrelado ao filme do Blade — no longa Your Mother Your Mother Your Mother. O projeto servirá como uma vitrine para o tipo de ação que veríamos no caçador de vampiros da Marvel.

    “Quando olho para este filme e para Blade, vejo que não poderia ter feito os dois. A razão de este filme existir é porque aquele projeto desmoronou e Bassam teve tempo, espaço, energia e foco para escrevê-lo e me abordar novamente”, explicou o ator. “E eu pude usar as habilidades que vinha treinando por mais de um ano para o Blade.”

    Ali encerrou o assunto afirmando que se sente “criativamente redimido” por sua própria jornada e que não pretende mais falar sobre a Marvel. “Estou pronto para seguir em frente sem as perguntas sobre Blade. Essas perguntas são para eles. Eles não quiseram fazer, então eles que devem responder.”

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    Samara Weaving é escalada como Emma Frost no reboot de X-Men da Marvel Studios

    A espera pelos mutantes no Universo Cinematográfico Marvel acaba de ganhar um rosto de peso. Em sua primeira grande movimentação de elenco para o aguardado reboot cinematográfico dos X-Men, a Marvel Studios escalou Samara Weaving (Casamento Sangrento, A Babá) para dar vida à icônica telepata Emma Frost, também conhecida como a Rainha Branca.

    A informação foi confirmada pelo Deadline, revelando que a atriz foi a grande vencedora de um processo de seleção intenso conduzido durante este verão norte-americano pelo presidente da Marvel, Kevin Feige, e pelo diretor do filme, Jake Schreier.

    Bastidores da Escalação

    Samara Weaving

    A busca pela Rainha Branca foi, até o momento, a prioridade máxima do estúdio no processo de casting para o novo filme. Segundo os relatos, a rodada final de testes aconteceu no início de julho, durante o fim de semana do Dia da Independência dos EUA. Uma lista enxuta de atrizes finalistas realizou as últimas audições, mas Weaving despontou como a escolha unânime e indiscutível entre os executivos.

    A entrada no MCU coroa um 2026 meteórico para Samara Weaving. A atriz vem provando sua versatilidade em sequências de peso e projetos aclamados: ela estrela Ready or Not 2: Here I Come, que já triplicou seu orçamento no primeiro dia de lançamento digital; brilhou ao lado de Jason Segel na comédia indie Over Your Dead Body; e conquistou a crítica em Carolina, Caroline, lançado em junho. Assumir uma das personagens mais ricas e dúbias da Marvel é o passo natural para uma estrela em franca ascensão.

    Quem é Emma Frost?

    Samara Weaving

    Criada em 1980 pela lendária dupla Chris Claremont e John Byrne, Emma Frost foi introduzida inicialmente como uma vilã formidável. Com imensos poderes telepáticos e a capacidade secundária de transformar sua pele em diamante orgânico, ela era um dos pilares do Círculo Interno do Clube do Inferno, um grupo de elite cujos interesses misturavam supremacia mutante e ganância financeira.

    No entanto, o fascínio pela personagem a fez evoluir muito além da vilania bidimensional. Ao longo das décadas, Emma revelou camadas profundas de trauma e empatia, fundando sua própria academia em Massachusetts para treinar os Satânicos (Hellions) e, posteriormente, reabrindo as portas para liderar a Geração X. Após a destruição de Genosha, ela consolidou sua transição, tornando-se professora no Instituto Xavier e uma das líderes e estrategistas mais importantes dos X-Men durante as consagradas fases de Novos X-Men e Surpreendentes X-Men no início dos anos 2000.

    O Futuro Mutante nas Telas

    Fora dos quadrinhos, a Rainha Branca teve diversas aparições em mídias variadas. Nos cinemas, a personagem foi interpretada por January Jones no prelúdio X-Men: Primeira Classe (2011). Mais recentemente, Emma marcou presença em X-Men ’97, cuja abordagem focou mais em sua faceta vilanesca clássica dos anos 80, dividindo as opiniões de alguns fãs que preferem sua complexidade contemporânea.

    O reboot de X-Men no MCU será dirigido por Jake Schreier (Treta, Thunderbolts), com roteiro assinado pelo trio Michael Lesslie, Joanna Calo e Lee Sung Jin. Ainda não se sabe se a versão de Weaving será introduzida como uma aliada relutante, uma líder professora ou uma adversária letal para os heróis da Marvel. O longa segue em pré-produção e não possui data de estreia confirmada.

    Enquanto a Marvel Studios começa a montar as peças desse tabuleiro mutante, nós continuaremos acompanhando cada detalhe de perto, mantendo o compromisso analítico que acompanha o Feededigno nesta jornada de 10 anos de história na cultura pop. Fique ligado para mais atualizações!

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    Caçadores Cósmicos: a origem da ameaça que pode mudar tudo em Lanternas, nova série da HBO

    O novo universo da DC nos cinemas, comandado por James Gunn começa a ganhar forma. E pelo que vimos até agora de Lanternas, uma coisa parece clara: a série vai seguir um caminho bem diferente do que muita gente esperava.

    Em vez de apostar apenas em batalhas espaciais e ameaças intergalácticas, a produção parece abraçar um clima de suspense investigativo, mais pé no chão, lembrando séries como True Detective. Kyle Chandler viverá um já veterano Hal Jordan, enquanto Aaron Pierre assume o papel de John Stewart, um Lanterna Verde ainda no início da carreira. Juntos, eles vão investigar um assassinato misterioso no interior dos Estados Unidos.

    E é justamente aí que entram os Caçadores Cósmicos, personagens que existem há algumas décadas nos quadrinhos, mas que muita gente ainda conhece muito pouco.

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    Tropas dos Lanternas: Conheça suas histórias e mais

    O primeiro grande erro dos Guardiões do Universo

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    Para entender quem são os Caçadores Cósmicos, é preciso voltar bilhões de anos na história da DC. Muito antes da criação da Tropa dos Lanternas Verdes, os Guardiões do Universo (que são as entidades responsáveis por manter a ordem na galáxia), decidiram criar uma força policial. Em vez de recrutar seres vivos, optaram por criar uma legião de androides extremamente avançados.

    Na teoria, parecia ser o plano perfeito. Androides não sentiam medo, não ficavam cansados e jamais seriam corrompidos por emoções. Sua única missão era encontrar criminosos e manter a ordem no universo. Só que esse raciocínio lógico acabou se voltando contra seus criadores.

    Com o passar do tempo, os androides chegaram à conclusão de que o crime era a consequência inevitável para o livre-arbítrio. E, se a existência da vida orgânica, como a conhecemos, era a origem do problema, bastava eliminar essa vida para acabar de vez com o caos.

    O massacre do Setor 666

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    Essa mudança de programação levou a um dos episódios mais sombrios da história cósmica da DC. Os Caçadores Cósmicos atacaram o Setor Espacial 666 e exterminaram praticamente toda a vida existente naquela região do universo.

    Depois da tragédia, os Guardiões precisaram entrar em guerra contra as próprias criações. Os poucos sobreviventes foram banidos para regiões distantes do espaço, enquanto os Guardiões repensavam completamente sua visão sobre justiça.

    Foi desse erro que nasceu a ideia da Tropa dos Lanternas Verdes. Em vez de soldados programados para obedecer cegamente, eles passaram a escolher indivíduos capazes de agir com força de vontade, compaixão e livre-arbítrio.

    O que muda na série da HBO?

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    Nos quadrinhos, os Caçadores Cósmicos costumam aparecer como androides de aparência robótica, com rostos metálicos azulados e armaduras vermelhas.

    Só que o material divulgado de Lanternas indica uma abordagem bem diferente. Tudo indica que eles estarão infiltrados na Terra, vivendo entre humanos sem levantar suspeitas. Isso fez muita gente se perguntar se a série transformou os Caçadores em alienígenas metamorfos.

    Na verdade, não exatamente. A inspiração para essa versão já existe nos quadrinhos e vem de uma história publicada no fim dos anos 1980.

    A Saga Milênio explica tudo

    Durante o evento Milênio, de 1987, os heróis da DC descobrem que os Caçadores Cósmicos nunca desapareceram de verdade. Em vez disso, eles passaram anos atuando nas sombras.

    Como os Caçadores são máquinas extremamente avançadas, desenvolveram tecnologia suficiente para criar “peles sintéticas” e reproduzir a aparência de qualquer ser humano, algo que lembra bastante o que vemos na franquia O Exterminador do Futuro. A estratégia era simples e eficiente: substituir pessoas importantes por réplicas robóticas sem que ninguém percebesse.

    Políticos, cidadãos comuns e até pessoas próximas dos heróis podiam ser trocados silenciosamente. Além disso, os Caçadores também manipulavam humanos por meio de lavagem cerebral, criando agentes infiltrados que trabalhavam para seus planos sem sequer saber disso.

    Esse conceito de paranoia e desconfiança parece combinar muito mais com o clima investigativo que a série promete.

    O que esperar de Lanternas?

    Lanternas

    Se James Gunn e o showrunner Chris Mundy realmente estiverem adaptando elementos de Milênio, a ameaça dos Caçadores Cósmicos deve ir muito além de uma invasão alienígena tradicional. E invasões alienígenas parece ser algo que Gunn parece gostar muito. Foi assim em Esquadrão Suicida, Pacificador e agora, Lanternas.

    O verdadeiro perigo não será uma batalha no espaço, mas a sensação de que qualquer pessoa pode estar escondendo algo. O xerife da cidade, uma testemunha importante ou até alguém aparentemente comum pode, na verdade, ser uma máquina infiltrada.

    Essa mistura de ficção científica, conspiração e investigação tem potencial para transformar Lanternas em uma das produções mais diferentes da nova fase da DC.

    Enquanto a estreia não chega, cada novo trailer e cada nova informação ajudam a montar esse quebra-cabeça. E, como sempre, vamos acompanhar cada detalhe por aqui para entender como essa história se encaixa no novo DCU.

    Confira o trailer da série:

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    Super Mario Sunshine está a caminho do Nintendo Switch 2

    Quem está pronto para tirar umas férias na tropical Ilha Delfino, onde a brisa é fresca e a praça principal está sempre suja? Super Mario Sunshine está chegando ao Switch 2 para os assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote Adicional no dia 13 de agosto.

    O clássico do GameCube é uma das entradas mais controversas da franquia da Nintendo. O jogo deixou de lado os mundos de plataforma mais diretos e focou em quebra-cabeças ambientais que giravam em torno de espirrar água para limpar a sujeira da ilha. A engenhoca de água foi batizada de F.L.U.D.D. e, claro, ela falava. Olhando para trás, é fácil perceber nele as sementes que inspirariam mecânicas em Super Mario Odyssey e Splatoon, e até mesmo a irritante flor falante de Super Mario Bros. Wonder.

    O teaser divulgado pela Nintendo para a chegada do jogo não mostra trechos de gameplay, mas outras adições recentes à biblioteca do GameCube (que permanece exclusiva do Switch 2) incluíram melhorias bem-vindas, como aumento de resolução.

    Seria bastante estranho se Super Mario Sunshine não recebesse um tratamento semelhante, especialmente considerando que, tecnicamente, já existe uma versão remasterizada que você pode jogar no primeiro Switch através da extinta coleção Super Mario 3D All-Stars.

    Alguns fãs ficarão extremamente satisfeitos em finalmente poder jogar um dos títulos mais subestimados da série no novo hardware da Nintendo, enquanto outros, talvez, preferissem que a empresa lançasse um remake completo em algum momento futuro. Por outro lado, nada nunca impediu a Nintendo de lucrar duas vezes com o mesmo jogo no passado.

    A chegada de Mario Sunshine elevará a coleção do GameCube no Switch Online para a marca de 10 jogos. Vale lembrar que Pokémon Colosseum também já foi confirmado para o serviço, mas ainda segue sem uma data de lançamento definida.

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