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    CRÍTICA: ‘Rhythm Heaven Groove’ é a merecida e divertida continuação da franquia

    Nascida do sonho do incrível e lendário produtor musical Tsunku, Rhythm Heaven (originalmente, Rhythm Tengoku no Japão) pode ser chamada de uma das criações mais excêntricas da Nintendo. Com premissas que foram inspiradas em WarioWare, Inc.: Mega Microgame$!, Tsunku pareceu mergulhar em mecânicas que proporcionaram pérolas como os brilhantes Rhythm Heaven (2008) e Rhythm Heaven Fever (2011).

    Groove chega para coroar o gênero com minigames rítmicos que nos lançam por divertidos níveis e remixes que variam sua gameplay, mas o tempo todo testam nosso reflexo e memória muscular.

    Parte do brilho de Groove vem do que foi estabelecido até aqui em games anteriores. Mas enquanto ainda peca em seu modo singleplayer ao não se fazer tão divertido quanto Fever, ele brilha no modo multiplayer local.

    Cozinhe, jogue tênis, lance magia, mergulhe no que a franquia possui de melhor

    Rhythm Heaven Groove

    Rhythm Heaven Groove adentra o que a franquia tem de melhor desde os primeiros minutos. Além disso, introduz elementos importantes de acessibilidade. O game oferece a pessoas com baixa visão menus narrados e até mesmo calibração de latência de entrada (o que permite compensar algum delay no tempo de resposta).

    Seja cozinhando e pegando legumes no ar, jogando tênis e derrotando monstros ou até mesmo “depilando” uma cebola, Rhythm Heaven Groove garante diversão que é ditada pelo tempo. Ou melhor, pela batida. Isso mesmo.

    Rhythm Heaven Groove

    Retornar à franquia Rhythm Heaven em Groove é tão ou mais satisfatório do que foi em Rhythm Heaven Megamix (2015). Embora Megamix reunisse alguns dos mais incríveis minigames de GBA, DS e Wii, o título acabava se mostrando repetitivo, e o seu modo história narrativo decepcionante por não fazer muito sentido.

    Sendo assim, voltar à estrutura clássica da franquia com os 10 estágios + 1 remix por bloco, faz a gente sentir que finalmente reencontrou a série que sempre amou.

    Gráficos, estilo e direção de arte

    Visualmente, Rhythm Heaven Groove é um deleite que entende perfeitamente a premissa de que a interface deve trabalhar em função do áudio. A direção de arte brilha ao resgatar o inconfundível traço do artista Ko Takeuchi, apostando em cores chapadas, contornos grossos e uma identidade visual extremamente limpa.

    Sendo um jogo onde a poluição gráfica seria fatal para a experiência, o título domina o minimalismo funcional, pois cada elemento na tela comunica exatamente o que precisa, sem ruídos.

    Agora em alta definição, as animações propositalmente secas e caricatas, que saltam de um quadro a outro sem transições fluidas, funcionam como um metrônomo visual impecável para guiar o jogador.

    É uma verdadeira aula de design e direção criativa, provando que é possível entregar um universo esteticamente brilhante e cheio de carisma sem sacrificar a clareza absoluta que a gameplay rítmica exige.

    O que achamos?

    Rhythm Heaven Groove

    Rhythm Heaven Groove é a continuação que a já esquecida franquia da Nintendo merecia. Adentrar o seu mundo bizarro e mergulhar em desafios peculiares nos oferece diferentes dinâmicas ditadas simplesmente pelo ritmo. Ao avançar por níveis que parecem tão absurdos quanto curiosos, percebemos que o game brilha ainda mais fora da campanha solo.

    O modo multiplayer se mostra muito rico e conta com propostas mais profundas. Seja no RPG Beatspell ou no Knock-Knock Quartet, jogar em dupla, trio ou até mesmo em grupo faz com que a experiência do game se torne ainda mais divertida e envolvente.

    Agradecemos à Nintendo por nos enviar uma cópia do game para análise.

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    Dança das cadeiras na big tech: Executivo do Xbox deixa a empresa após apenas três meses

    Uma mudança rápida e inesperada movimentou os bastidores da indústria de tecnologia e games. Jared Palmer, Vice-Presidente de Engenharia do Xbox, anunciou sua saída da Microsoft apenas três meses após ser promovido a uma das posições estratégicas da divisão de jogos.

    Palmer trocou o gigante dos games para liderar a equipe de engenharia da Cognition, uma applied AI lab famosa por criar o Devin, o primeiro “engenheiro de software de IA” autônomo do mundo.

    Do CoreAI ao topo da divisão Xbox

    Jared Palmer chegou à Microsoft em outubro passado, vindo da divisão de IA (CoreAI). Em maio, durante uma grande reestruturação promovida pela executiva Asha Sharma, Palmer foi nomeado para um papel de liderança direto.

    Na época, Sharma rasgou elogios ao executivo em um comunicado interno:

    “Ele é um líder de produto que entende o desenvolvimento moderno, incluindo onde as ferramentas podem remover atritos e ajudar as equipes a irem mais rápido. Ele trabalhará diretamente comigo nos nossos problemas de produto e engenharia mais complexos.”

    No entanto, antes mesmo que os frutos dessa reformulação no ecossistema de desenvolvedores do Xbox fossem colhidos, Palmer anunciou sua despedida no X (antigo Twitter):

    “Atualização pessoal: entrei na Cognition para liderar a engenharia. Sou grato a Asha Sharma e a todos no Xbox por um ano incrível. Animado para este próximo capítulo com Scott Wu e equipe.”

    O peso da inteligência artificial gerativa

    A saída acentua uma tendência clara no mercado de tecnologia: a atração magnética das startups de Inteligência Artificial sobre talentos de ponta das Big Techs.

    A Cognition, nova casa de Palmer, recebeu um investimento de US$ 21 milhões do Founders Fund (de Peter Thiel) em 2024 e já é avaliada em mais de US$ 4 bilhões.

    Palmer é um entusiasta conhecido do setor e chegou a comparar a transição da programação humana para o desenvolvimento agêntico (feito por IA) a “aprender a jogar Guitar Hero em vez de aprender a tocar guitarra de verdade”.

    Nem a Microsoft nem Palmer emitiram declarações adicionais além das postagens em redes sociais.

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    Castlevania: Belmont’s Curse foi criado para fãs de Metroidvania que nunca jogaram a franquia original

    Se você se diz fã do gênero “Metroidvania”, a Konami quer ter certeza de que você sabe exatamente de onde vem o “Vania” dessa palavra.

    O produtor de Castlevania: Belmont’s Curse, Tsutomu Taniguchi, explicou recentemente que a ideia de desenvolver um título inédito para a lendária franquia surgiu após ler comentários de jogadores que, ironicamente, amam jogos do estilo Metroidvania, mas nunca encostaram em um jogo clássico de Castlevania.

    Em uma entrevista à Famitsu, Taniguchi compartilhou como essa percepção guiou os esforços recentes da Konami:

    “Eu já era fã de Castlevania muito antes de começar neste projeto. Desde que entrei na Konami, via pessoas nas redes sociais e nos fandoms dizendo que amam Metroidvanias, mas que nunca tinham jogado Castlevania. Eles podiam até ter assistido ao anime, mas nunca haviam jogado os games.”

    O plano da Konami para resgatar os fãs

    Percebendo que a marca Castlevania possui um peso enorme na cultura pop, mas que isso não se traduzia necessariamente em jogadores ativos, Taniguchi decidiu agir como funcionário e como fã. A estratégia inicial foi tornar o legado da franquia acessível novamente.

    Foi assim que nasceram as recentes coleções de ports:

    • 2019: Castlevania Anniversary Collection
    • 2021: Castlevania Advance Collection
    • 2024: Castlevania Dominus Collection

    Apesar do esforço massivo (que também incluiu a aclamada DLC crossover com Dead Cells), os fãs mais assíduos notam que Symphony of the Night, o título mais popular da franquia e o grande pilar do gênero, ainda está restrito a coleções mais antigas, como Castlevania: Requiem (2018).

    O nascimento de Belmont’s Curse

    As coleções e colaborações foram apenas a preparação do terreno. A Konami queria pavimentar o caminho para a nova geração de caçadores de vampiros.

    “Nós queríamos criar mais maneiras para novos jogadores experimentarem Castlevania, como a DLC de [Dead Cells]. Claro, eu também queria ver algo novo, então propus Castlevania: Belmont’s Curse,” concluiu o produtor.

    E você, de qual lado do chicote está? É um fã veterano que jogou os clássicos ou faz parte da geração que ama Metroidvanias, assistiu ao anime da Netflix, mas nunca explorou o castelo do Drácula nos games?

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    Destrinchando o trailer de Vingadores: Doutor Destino, o dilema moral de salvar o multiverso e o peso de Namor

    Após meses de mistério e suspense, a Marvel enfim revelou o primeiro trailer do novo filme dos Vingadores, e ele já chegou prometendo as maiores apostas da história do MCU. Não se trata apenas de uma união de heróis; estamos diante do colapso do próprio Multiverso. O trailer nos apresenta a um dilema moral devastador, e a figura de Namor emerge como um ponto central de discussão. Vamos mergulhar no que o trailer nos revelou, conectando os pontos com os quadrinhos.

    O conceito central: As incursões

    Doutor Destino

    O trailer confirma: as Incursões chegaram ao MCU com força total. Para quem não está familiarizado com os quadrinhos, uma Incursão é o evento onde dois universos começam a colidir. O ponto focal de destruição é a Terra. Quando as duas Terras se chocam, não são apenas esses dois planetas que desaparecem; os dois universos inteiros deles deixam de existir juntos. É uma escala de destruição colossal, uma verdadeira extinção do Multiverso.

    O dilema moral: matar 8 bilhões para salvar quintilhões?

    Doutor Destino

    Aqui está o cerne do conflito moral que o trailer estabelece. Para impedir uma Incursão e salvar o seu próprio universo, os heróis devem tomar uma decisão impensável: destruir a Terra do universo colidente. Imagine que só na nossa Terra vivem 8 bilhões de pessoas. Agora pense na população de todo o Multiverso, somando todos os planetas alienígenas, quintilhões de vidas. A escolha é terrível: ou você mata 8 bilhões de pessoas para salvar quintilhões, ou todos os universos morrem juntos.

    A solução cruel e o papel de Destino

    O trailer sugere que o Dr. Destino surge como o “vilão” da história por ser o único disposto a abraçar a solução cruel. Ele sabe que não há outra maneira a não ser destruir outras Terras para salvar a sua. Ele não sente prazer nisso, mas vê como a única solução possível. Por insistir nessa destruição, ele se torna o antagonista, enquanto heróis como Reed Richards (Sr. Fantástico) e Pantera Negra hesitam.

    Namor: O rei que toma a decisão difícil

    Doutor Destino

    É aqui que Namor, o Rei de Talokan, torna-se a figura mais complexa e central do trailer. Enquanto a maioria dos heróis sofre com dilemas éticos, Namor toma a decisão de destruir a outra Terra com certa facilidade. Como rei, ele está acostumado a sempre colocar seu povo em primeiro lugar. O trailer nos mostra painéis de quadrinhos onde Namor critica os outros por colocarem suas “malditas morais acima da vida de todos os seres vivos”. O trailer confirma o novo design de Namor, uma ótima adaptação de seu uniforme azul com escamas, e estabelece que ele será um ponto central de discussão devido à sua clareza em tomar a decisão difícil.

    Análise de cenas chave do trailer

    • A Incursão Testemunhada: O trailer nos dá um vislumbre perturbador de um Professor X envelhecido em uma cadeira de rodas, em um Instituto Xavier já destruído, olhando para o céu rachado e testemunhando uma Incursão em andamento. Isso confirma que o universo dos X-Men está em rota de colisão com o MCU.
    • As Equipes se Unindo: Uma imagem poderosa mostra a Coisa (The Thing) do Quarteto Fantástico apertando a mão de M’Baku, de Wakanda. Isso simboliza a união necessária para a sobrevivência. Vingadores, X-Men, Quarteto… Wakanda e Talokan terão que deixar de lado antigas picuinhas para proteger a sua própria Terra.
    • O Retorno de Steve Rogers? O trailer nos choca com a aparição de um Chris Evans mais velho, segurando o Mjolnir e o escudo quebrado, com o Thor do MCU ao lado dele, parecendo surpreso. O trailer sugere que “algo se aproxima” que talvez não possamos evitar, e que deveremos tomar uma “decisão impensável” nos primeiros minutos do filme.
    Doutor Destino

    O trailer de Vingadores: Doutor Destino não é apenas um teaser de ação; é uma promessa de uma história madura, sombria e repleta de dilemas morais profundos. O foco no Multiverso em colapso, na solução cruel de Destino e na clareza pragmática de Namor estabelece as bases para o que pode ser o maior épico do MCU. Quem você acha que está certo: os heróis que hesitam em cruzar a linha moral ou Namor, que escolhe a sobrevivência de seu povo a qualquer custo?

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    O segredo revelado: Como Steve Rogers está de volta no trailer de Vingadores: Doutor Destino?

    A Marvel Studios decidiu começar a semana de forma explosiva. Ninguém esperava acordar nesta segunda-feira com o primeiro trailer oficial e completo de Vingadores: Doutor Destino. A jogada de mestre de Kevin Feige e dos Irmãos Russo provavelmente foi uma estratégia para antecipar os inevitáveis vazamentos na internet, mas o que realmente chamou a atenção foi o conteúdo da prévia.

    O trailer está, como de costume, recheado de easter eggs. Porém, um detalhe específico roubou a cena e respondeu, de forma silenciosa e genial, à pergunta que não quer calar: como Steve Rogers encontrou o caminho de volta ao MCU para enfrentar o Doutor Destino?

    A resposta está na linha do tempo sagrada

    Steve Rogers

    Aviso de spoilers para quem ainda não assistiu ao final da série Loki!

    A última vez que vimos o Loki de Tom Hiddleston, ele havia se sacrificado para se tornar o guardião da Linha do Tempo Sagrada (a Yggdrasil), salvando o multiverso após as ramificações causadas pela morte de Aquele Que Permanece. Agora, o trailer de Doomsday nos dá o primeiro vislumbre do personagem em três anos.

    Com sua capacidade de transitar pelo tempo e espaço, Loki é mostrado segurando seu cartão da TVA dentro de uma casa, parecendo apreensivo. O detalhe crucial? Embora o trailer esconda num primeiro momento para quem ele está olhando, o cenário é inconfundível: é a mesma casa onde Steve Rogers foi visto por último, dançando com Peggy Carter após decidir viver sua vida no passado no final de Vingadores: Ultimato.

    Fica claro que Loki, em sua posição de protetor do multiverso, percebeu que precisaria de ajuda de peso para lidar com a ameaça do Doutor Destino de Robert Downey Jr., especialmente se a ira do vilão estiver ligada às viagens no tempo dos Vingadores.

    O choque do deus do trovão

    Steve Rogers

    A intervenção de Loki explica perfeitamente a reação de Thor no final do trailer. Ao reencontrar Steve Rogers, o Deus do Trovão congela, completamente confuso, murmurando: “Isso não é possível.”

    A confusão de Thor tem dois motivos claros:

    1. Ele não esperava ver Steve Rogers novamente.
    2. Este não é o idoso pacato que passou o escudo para Sam Wilson. É um Steve Rogers jovem e em plena forma.

    Para afastar qualquer dúvida sobre ser uma ilusão ou magia sombria, Steve chama o Mjolnir, provando que ainda é o mesmo herói digno de sempre. A única magia envolvida ali foi a de Loki, fechando um ciclo irônico onde o antigo vilão de Nova York agora busca o Capitão original para salvar o universo.

    O retorno inevitável

    O retorno de Chris Evans já estava traçado na mente dos diretores. Anthony e Joe Russo comentaram anteriormente sobre a importância do personagem para o fechamento da saga.

    “O personagem que mudou nossas vidas”, disseram os Irmãos Russo sobre o retorno de Rogers. “A história que reuniu todos nós aqui. Sempre ia voltar para isso. […] Seu papel central nos Vingadores e na narrativa maior do que o MCU tem sido é algo muito pessoal para nós. Não conseguimos ver essa narrativa sem seu papel central nela.”

    Embora as especulações indiquem que Steve não retomará o título de Capitão América, rumores apontam que ele usará a identidade de Nômade, faz todo o sentido que Loki o procure. Afinal, foi Rogers quem liderou o “Assalto no Tempo” que fragmentou a linha temporal. Agora, ele é chamado de volta para ajudar a consertar o que ajudou a quebrar.

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    Pokémon Scarlet & Violet: Última chance para conseguir o Samurott de Hisui exclusivo

    Nas últimas semanas, os jogadores de Nintendo Switch acompanharam um evento especial de Tera Raids focado nos iniciais de Pokémon Legends: Arceus. Após o Decidueye em junho e o Typhlosion no início do mês, a rodada se encerra agora com o Samurott de Hisui.

    O evento termina no dia 17 de julho, e esta é a sua única oportunidade de capturar essa versão específica do Pokémon. O grande diferencial deste Samurott é que ele possui a “Marca do Mais Forte” (Mightiest Mark), um título extremamente cobiçado entre os colecionadores que adiciona o termo “Imbatível” ao nome da criatura durante as batalhas.

    Com o lançamento do novo jogo da franquia, Wind & Waves, marcado para o ano que vem, a desenvolvedora já confirmou que este conjunto específico de Tera Raids não retornará a Scarlet & Violet em um futuro próximo.

    Para enfrentar o desafio de 7 Estrelas, o jogador precisa ter concluído a campanha principal do jogo e o Torneio da Academia. Cumprindo esses requisitos, basta procurar os cristais negros espalhados pelo mapa de Paldea. O evento se encerra pontualmente às 19h59 (horário de Brasília) do dia 17 de julho.

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