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    Terremoto no Xbox: Demissões em massa, estúdios à venda e spin-offs mudam o futuro da marca

    Apesar das promessas de um recomeço, da apresentação de uma nova identidade visual e de uma forte campanha de relações públicas para consolidar sua nova liderança, o ano de 2026 tem se mostrado um teste de fogo para o Xbox. E a semana começa com inúmeras demissões no Xbox.

    Após aumentos expressivos nos preços dos hardwares, flutuações constantes no valor do Xbox Game Pass e o cancelamento do financiamento de diversos projetos colaborativos, a divisão de jogos da Microsoft atinge o seu ponto mais crítico. Se para os fãs a situação já parecia incerta, para os funcionários o cenário se tornou real e severo nesta segunda-feira (6 de julho).

    A Microsoft confirmou o início de uma reestruturação massiva para reduzir custos. Vários estúdios consagrados estão deixando o ecossistema do Xbox, alguns voltando a ser independentes, enquanto outros buscam compradores no mercado para evitar o fechamento definitivo.

    O Corte: Xbox perderá 20% de sua força de trabalho

    A Microsoft anunciou oficialmente que 3.200 funcionários do Xbox serão demitidos ao longo do atual ano fiscal. Desse total, 1.600 demissões começam a ser aplicadas imediatamente.

    Em comunicado interno, a chefe do Xbox, Asha Sharma, justificou a medida apontando para margens de lucro abaixo do esperado e a crise global de hardware:

    “O nosso negócio hoje não é saudável. Estamos operando com margens de 3 a 10 vezes menores do que as de plataformas e editoras concorrentes. Entramos na ‘Gen 9’ com uma base instalada menor e uma estrutura de custos mais alta. Para crescer, apostamos no Game Pass, no ecossistema multiplataforma e em um portfólio de conteúdo mais amplo. Embora esses negócios tenham criado um valor significativo, eles não cresceram no ritmo que esperávamos… Precisamos resetar o Xbox.”

    De volta à independência: Compulsion Games e Double Fine se separam do Xbox

    Nem todas as saídas significam o fim. Dois grandes estúdios conseguiram negociar sua independência contratual e estão deixando a Xbox Game Studios levando consigo suas propriedades intelectuais (IPs).

    • Compulsion Games: A desenvolvedora do aguardado South of Midnight volta a ser um estúdio independente. Eles manterão os direitos sobre Contrast, We Happy Few e seu catálogo atual.
    • Double Fine Productions: Liderada por Tim Schafer, a empresa encerra seu ciclo de sete anos com a Microsoft. O estúdio preserva sua cultura, catálogo e os direitos de suas franquias para os próximos passos de forma autônoma.

    Na Linha de Frente: Estúdios à procura de um comprador

    Para outras subsidiárias, o futuro depende de encontrar novos investidores no mercado. Se um comprador não for encontrado, o encerramento das atividades é iminente.

    • Ninja Theory: Discussões para encontrar um novo dono para o estúdio já estão em andamento. O desenvolvimento da franquia Senua continua ativo por enquanto.
    • Undead Labs: A equipe responsável por State of Decay 3 também busca uma nova empresa-mãe para garantir a continuidade da sua famosa série de sobrevivência zumbi.
    • Arkane (França): A gerência iniciou consultas com o Conselho de Cidadãos na França para avaliar opções estratégicas. Devido às leis trabalhistas francesas rígidas, o processo de venda ou transição pode atrasar significativamente. O status do jogo Marvel’s Blade permanece incerto.

    O Foco nos Gigantes: Reestruturação na Bethesda, Blizzard, King e Mojang

    Para os estúdios que permanecem sob o guarda-chuva total da Microsoft, a ordem interna é foco absoluto em franquias de alto escalão, o que resultará em cortes em projetos menores.

    • Bethesda/ZeniMax: Passará por uma reformulação severa e demissões. O investimento será concentrado estritamente em suas maiores marcas: Doom, Fallout, Quake, Wolfenstein e The Elder Scrolls.
    • Blizzard Entertainment: Também afetada por demissões, a veterana focará apenas no desenvolvimento de jogos de altíssima prioridade e retorno financeiro garantido.
    • King e Mojang: Os gigantes por trás de Candy Crush e Minecraft passarão a responder diretamente a Asha Sharma. Ambos sofrerão demissões pontuais, mas são vistos pela liderança como plataformas essenciais devido ao gigantesco volume de jogadores ativos mensais.

    Esta segunda-feira entra para a história como o dia mais sombrio da marca Xbox, alterando completamente o panorama da indústria de games para os próximos anos.

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    O Fim da Mídia Física? Sony planeja matar jogos em disco só até 2028 (e o seu bolso vai sentir)

    Prepare-se para dar adeus às suas estantes cheias de capinhas. Segundo informações recentes, a Sony está se preparando para reduzir e, por fim, encerrar a fabricação de jogos físicos de PlayStation até o ano de 2028.

    Essa decisão marca uma das maiores mudanças na história da indústria de videogames. Embora as vendas de mídia física venham caindo ano após ano, a internet já demonstrou forte descontentamento. Mas a grande questão é: como isso afeta os preços, as promoções e o futuro dos nossos consoles? Consultamos as análises de especialistas do mercado para entender o que vem por aí.

    O que isso significa para o PlayStation 6?

    O impacto mais imediato, segundo analistas, é que os consoles da próxima geração (o PlayStation 6 e o “Project Helix” do Xbox) muito provavelmente serão lançados sem leitor de discos.

    Isso gera um problema gigantesco: retrocompatibilidade. Daniel Ahmad, diretor de pesquisa da Niko Partners, aponta que cerca de 500 milhões de jogos físicos foram vendidos na atual geração. O que acontece com essa biblioteca? A Sony pode tentar oferecer soluções, como um leitor de discos vendido separadamente (o que vai custar mais dinheiro) ou um programa de conversão de disco para digital (que também pode ter custos). Considerando os rumores de que o próximo console pode custar até US$ 1.000, essa transição pode ser brutal para os fãs.

    Por que a Sony está fazendo isso? (Alerta de Spoiler: Dinheiro)

    A resposta curta é: lucratividade e controle. Fabricar, embalar, enviar e estocar jogos físicos é caro. Além disso, as lojas de varejo ficam com uma fatia do lucro. E, claro, existe o mercado de usados, onde a Sony não ganha um centavo sequer.

    Especialistas estimam que a PlayStation gera cerca de 50% a mais de receita ao vender um jogo exclusivo em formato digital em vez de físico. “Um disco é uma unidade de valor da qual o dono da plataforma deixa de lucrar no momento em que é vendido pela primeira vez”, explica Rhys Elliott, da Alinea Analytics. “Sem discos, tudo se converte em uma nova venda digital a preço cheio. Isso atende muito melhor à Sony do que um mercado de segunda mão próspero.”

    Prepare-se para jogos mais caros e menos promoções

    Com a morte do disco, a Sony (assim como a Microsoft) passa a ser a dona absoluta da “curva de preços”.

    Em um mundo 100% digital, não há concorrência com o varejo. A PlayStation Store será o único lugar para comprar seus jogos. Eles decidem o preço de lançamento (que já está na casa dos R$ 350), por quanto tempo ele continuará caro e quando, ou se, o jogo entrará em promoção. O fim da mídia física representa um duro golpe na escolha e no poder de compra do consumidor.

    O impacto nas lojas e edições de colecionador

    Se você gosta de comprar Edições de Colecionador, o futuro também é sombrio. Já estamos vendo jogos, incluindo gigantes como GTA 6, serem anunciados apenas com o código digital dentro de uma caixa vazia. Lojas tradicionais de videogames e empresas focadas em jogos independentes físicos (como a Limited Run) terão que se reinventar ou fechar as portas.

    Existe algum lado bom nisso tudo?

    Surpreendentemente, sim, mas para os desenvolvedores. Para lançar um jogo em disco, o estúdio precisa enviar uma versão “Gold” (pronta) meses antes do lançamento para a gravação nas fábricas. É por isso que temos tantos jogos lançados quebrados, que dependem de um gigantesco “Patch de Dia 1”.

    Em um ambiente puramente digital, os desenvolvedores ganham meses extras de trabalho para polir o jogo, o que pode resultar em lançamentos mais limpos e com menos bugs.

    E você, o que acha dessa mudança? O caixão da mídia física já foi fechado?

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    A pior semana da indústria de games passou, mas os próximos dias podem ser ainda mais sombrios

    Neste momento em que o Feededigno acaba de completar 10 anos de estrada, cobrindo diariamente os altos e baixos da cultura pop e da tecnologia, é impossível não notar o contraste amargo. Enquanto celebramos uma década de história, estamos testemunhando ao vivo e em cores o que parece ser uma das fases mais difíceis, frias e devastadoras da história da indústria de videogames.

    A semana passada foi terrível, o início desta não ajudou em nada e, se os rumores se confirmarem, os próximos dias podem ser ainda mais desoladores.

    Uma semana para esquecer

    Tudo começou a desandar na última semana de junho. Tivemos a triste notícia do falecimento de Claude Guillemot, cofundador da Ubisoft, em um acidente de avião. Simultaneamente, o ambiente online ferveu com polêmicas vazias culpando “questões de gênero” pelas decisões narrativas de God of War: Laufey e o desespero de criadores de conteúdo cancelando projetos de Ocarina of Time por medo dos “ninjas da Nintendo”.

    Em seguida, começaram os golpes diretos no bolso e na cultura dos jogadores:

    • O preço absurdo de US$ 1.000 anunciado para as novas Steam Machines.
    • A confirmação da Rockstar de que GTA 6 não terá versão em disco, fazendo com que lojistas se recusassem a vender o jogo.
    • Demissões em massa: A Bungie demitiu “a maior parte” da equipe de Destiny e parte do time de Marathon, perdendo seu chefe no processo.
    • A Microsoft confirmou que os consoles Xbox terão aumento de preço em agosto de 2026, com outro reajuste projetado para os próximos anos.

    A bola de neve das más notícias

    Se o meio da semana foi ruim, a virada do mês foi um verdadeiro massacre corporativo. A avalanche de baldes de água fria continuou impiedosa:

    • O fim do “Day-One” no Game Pass: A Activision avisou que o recém-anunciado Call of Duty: Modern Warfare 4 não entrará no Xbox Game Pass no seu primeiro ano. Após gastar US$ 69 bilhões na compra da empresa, a Microsoft parece ter percebido que o modelo de assinaturas para um gigante como CoD dá prejuízo.
    • Morte da Mídia Física e de Lojas Antigas: A Sony cravou que parará de fabricar discos em 2028, transformando o inevitável PS6 em um console totalmente digital, e ainda anunciou que as lojas do PS3 e PS Vita fecharão as portas em julho de 2027.
    • Facão nos estúdios do Xbox: A IO Interactive sofreu demissões pesadas após ter o financiamento de seu RPG cancelado. Pior ainda, estúdios como a Undead Labs (de State of Decay) e a Arkane Studios correm o risco iminente de serem totalmente fechados, arrastando títulos como Marvel’s Blade para o cancelamento definitivo.

    Vai piorar antes de melhorar?

    Dizem que as coisas precisam piorar antes de melhorar. No entanto, quando olhamos para os próximos dias, o cenário é de terra arrasada.

    De acordo com um relatório do The Verge, uma nova e enorme onda de demissões no Xbox está programada para começar no dia 6 de julho. Os números não oficiais são assustadores, sugerindo que o corte pode afetar até 1.500 funcionários da divisão de games da Microsoft. Diante do caos, os trabalhadores sindicalizados da empresa já estão clamando por proteções contra as decisões executivas.

    Existem inúmeros jogos fantásticos no horizonte, especialmente na tradicional janela de lançamentos de setembro, mas é difícil focar apenas no escapismo virtual quando o lado real e humano da indústria parece um cenário pós-apocalíptico de um de seus próprios jogos. No momento, o mercado dos games lembra mais um campo de batalha varrido do que um ambiente de inovação e criatividade.

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    CRITÍCA: ‘EA Sports UFC 6 é puro cinema’

    Jogos de esporte sempre são lançados anualmente, sendo um elemento comum em todos os títulos do gênero. Chega, neste ano, mais uma edição que adapta o Ultimate Fighting Championship. O EA Sports UFC 6 é uma adaptação do esporte homônimo que promete trazer a emoção da competição para o universo virtual.

    Desenvolvido pela EA Vancouver e publicado pela EA Sports, este novo capítulo da franquia chegou em 19 de junho apenas para consoles. Até o momento, não houve confirmação, por parte da desenvolvedora, de uma versão para computadores.

    Como falado inicialmente, a proposta do jogo é representar virtualmente o universo do UFC. Sendo assim, essa a sinopse oficial do game, cuja primeira edição foi lançada em 2014 com o título EA Sports UFC.

    Este novo título tem como maior novidade um aspecto mais cinematográfico, com a chegada de um novo modo, melhorias em elementos que tornaram o game um sucesso e correções em alguns aspectos de desempenho.

    A respeito da parte gráfica, o UFC 6 é muito mais fluido, os comandos mais responsivos e temos uma diminuição bem evidente nos bugs. Isso não significa que um chute ou soco que não tenha uma representação visual desagradável, mas isso acontece de forma muito menos frequente.

    Um jogo cinematográfico e imersivo

    Visualmente, é perceptível uma melhoria no design dos lutadores, principalmente nos mais famosos, que estão muito mais detalhados. Além disso, as transições entre as cutscenes introdutórias e a luta em si estão muito melhores, trazendo mais naturalidade à experiência de jogo.

    Sobre a jogabilidade, é sempre interessante como um jogo de luta pode ter um conjunto de golpes complexo, com diversas formas de socos, chutes e agarrões. Neste ponto, me agradou muito a melhoria dos quick time events, que funcionam para quebrar uma sequência ofensiva do adversário, sendo muito mais fácil acertar esses comandos que surgem tanto na trocação em pé quanto na luta no chão.

    A novidade sobre as mecânicas é o estado de foco, que melhora os atributos do seu lutador por um tempo limitado, simulando o estado mental. Esse tipo de mecânica é interessante porque lembra os especiais dos jogos de luta mais clássicos: um breve momento em que seu personagem ganha mais força e, se encaixado de forma estratégica, pode garantir uma vitória.

    Acredito ser positivo jogos que são simuladores, como é o caso do UFC, terem esses elementos mais fantasiosos porque não é só a técnica. Na perspectiva do esporte uma luta também é uma história, e ter esse elemento diferente ajuda na imersão do jogador.

    O modo carreira padrão teve melhorias que tornaram a experiência menos repetitiva, com um considerável aumento nas opções de jogo, novas formas de promover uma luta, objetivos especiais e a condução para um combate. Além das melhorias de qualidade de vida, agora é possível ser o detentor de dois cinturões simultaneamente. Isso é interessante porque, anteriormente, ser o campeão era o endgame, e isso abre a possibilidade de almejar mais objetivos durante a carreira.

    Um aprendizado sobre as grandes estrelas de um esporte

    Sobre os novos modos, a novidade que mais me agradou é o Hall das Lendas, que celebra as figuras importantes deste esporte. Nesta edição inaugural, os lutadores são Max Holloway, Zhang Weili e Alex “Poatan” Pereira, e vamos seguir os seus passos em uma forma de documentário com o qual interagimos através da jogabilidade.

    Acredito que essa novidade é positiva para a experiência de jogo porque vai além de exaltar a própria história da companhia. Outras franquias, como a parceria entre a WWE e a 2K, inserem esse elemento, criando uma conexão entre o fã e o título.

    Apesar de ser um jogo lançado anualmente, UFC 6 consegue manter a experiência fresca para a sua comunidade, com melhorias, uma camada cinematográfica e uma celebração do seu legado como esporte real e virtual.

    Confira o trailer do game:

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    Revelado o último jogo do diretor de Half-Life 2: Conheça o primeiro “FPS Soulslike” do mundo

    Viktor Antonov, o lendário diretor de arte responsável pelos mundos inesquecíveis de Half-Life 2 e Dishonored, faleceu aos 53 anos em fevereiro de 2025. Agora, pouco mais de um ano depois, seu estúdio, a Eschatology Entertainment, finalmente revelou sua “visão final”: o ambicioso Guns of Eschaton, descrito como o primeiro FPS Soulslike do mundo.

    O jogo apresenta um cenário de faroeste apocalíptico no “fim da América”, carregando todas as marcas registradas do design visual genial e sombrio de Antonov.

    O Velho Sul e o Fim de Todas as Coisas

    O trailer de revelação é enfático: “Um novo mundo por Viktor Antonov. Seu mundo final. Sua visão final. Seu jogo final.”

    Guns of Eschaton se passa no “Velho Sul” dos Estados Unidos durante o século 19. No entanto, é um mundo de fantasia sombria e moribundo, assolado por uma catástrofe em escala global e repleto de monstros.

    Os jogadores assumem o controle de um homem solitário “que perdeu quase tudo”, explorando uma fronteira assombrada cheia de assentamentos em ruínas, estradas míticas, máquinas impossíveis e figuras históricas presas entre a lenda e a condenação. Os temas bíblicos e apocalípticos são o grande pilar do universo criado pelo estúdio.

    Como funciona um FPS Soulslike?

    Embora jogos como Valor Mortis também disputem o título de primeiro FPS Soulslike, a abordagem de combate de Guns of Eschaton é fascinante. O jogo foge totalmente do estilo frenético de atirar e correr visto em títulos como Doom ou Wolfenstein.

    O combate rítmico lembra bastante a cadência da franquia Remnant. Os jogadores terão à disposição mais de 20 armas baseadas nas limitações e na brutalidade das armas de fogo do século 19. A jogabilidade exige precisão e estratégia, incluindo:

    • Tipos diferentes de balas;
    • Mecânicas de aparar (parry) e esquivar;
    • Habilidades místicas ativas e passivas;
    • Uma grande variedade de equipamentos equipáveis.

    “Este não é um jogo de tiro em ritmo acelerado onde a vitória vem apenas dos reflexos”, afirmam os desenvolvedores. “Cada bala importa. Cada arma tem sua própria personalidade. Cada monstro tem uma fraqueza. Você não pode confiar nos velhos instintos de jogos de tiro – você terá que aprender a atirar tudo de novo.”

    Todas as fraquezas dos inimigos e detalhes das facções (que são baseadas em mitologias reais) ficam catalogadas em um códex mantido pelo seu personagem.

    Foco no Co-op e PvP Invasivo

    Seguindo o padrão de ouro estabelecido por Remnant, a campanha de Guns of Eschaton oferecerá progressão total tanto para quem joga sozinho (solo) quanto no modo cooperativo. Além disso, o jogo contará com um modo PvP padrão do gênero Souls, onde os jogadores poderão invadir os mundos uns dos outros e se tornarem “uma ameaça”.

    Guns of Eschaton será lançado para PS5, Xbox Series X e PC (via Steam), mas ainda não possui uma data de lançamento definida. O estúdio afirma que planeja transformar essa nova propriedade intelectual em um verdadeiro fenômeno cultural que vai muito além de um único jogo.

    Confira o trailer do game:

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    Fim de uma era: Sony deixará de produzir jogos em disco para PlayStation a partir de 2028

    Se você é fã de alinhar as cobiçadas caixinhas azuis na estante, é melhor se preparar psicologicamente. O disco de jogo está com os dias contados no ecossistema PlayStation. A Sony definiu que encerrará a produção de mídia física para todos os jogos (tanto originais da marca quanto de estúdios parceiros) a partir de janeiro de 2028.

    A informação veio diretamente de uma postagem no PlayStation Blog, antecipada pelo portal Game File. A única “boa notícia” no meio dessa transição é que os jogos lançados antes de 2028 continuarão a ter versões físicas impressas. Porém, tudo o que for lançado após a data limite será exclusivamente digital.

    A justificativa da Sony e o futuro das caixinhas

    Segundo a declaração oficial da empresa, a mudança reflete os novos hábitos de consumo da comunidade:

    “Esta é uma direção natural para a Sony Interactive Entertainment se adaptar às tendências do consumidor, já que a preferência geral por mídia digital supera significativamente os discos físicos. Essa transição nos permitirá alinhar mais de perto com a forma como a maior parte da nossa comunidade prefere acessar e jogar jogos hoje.”

    Embora a esmagadora maioria dos novos jogos seja realmente vendida no formato digital, muitos fãs ainda preferem a posse do disco. O fim da mídia não significa necessariamente que as caixas sumirão das lojas de varejo tradicionais. O mais provável é que a Sony e outras empresas passem a vender embalagens contendo apenas códigos de download dentro — um formato que já será adotado no lançamento de Grand Theft Auto 6.

    Com essa confirmação, uma dúvida gigantesca paira no ar: o futuro PlayStation 6 sequer terá um leitor de discos embutido ou como acessório opcional?

    O pesadelo da preservação e o fim do mercado de usados

    A decisão da Sony está gerando pânico entre colecionadores e defensores da preservação de jogos, que há muito tempo criticam os limites da propriedade no formato digital. Afinal, quando compramos algo digital, lojas podem ser fechadas e licenças podem ser revogadas.

    Tivemos exemplos recentes e assustadores dessa fragilidade:

    • O infame caso de Concord (2024), que a Sony desativou e removeu das lojas semanas após o lançamento.
    • A remoção de centenas de filmes que os usuários já haviam comprado e tinham em suas bibliotecas digitais no ecossistema PlayStation.

    Um porta-voz da Sony lembrou ao Game File que, em ambientes digitais, “os jogadores estão comprando uma licença pessoal para uso não comercial”, deixando claro que o consumidor não tem os mesmos direitos que teria sobre um disco físico.

    Além disso, os incentivos para as empresas são óbvios. Sem discos, a indústria elimina o custo de fabricação da mídia e, de quebra, mata efetivamente o mercado de segunda mão (jogos usados), que prosperou por décadas em lojas e trocas entre amigos.

    A indústria já caminha para o fim da mídia física

    A Sony não está sozinha nessa. A Microsoft já oferece códigos em caixas para certos lançamentos há anos, ou entrega discos sem o jogo completo, forçando o download digital de qualquer forma.

    A Nintendo, por sua vez, tentou um meio-termo com o recente lançamento do Switch 2, introduzindo “cartões de chave de jogo” (key cards), que funcionam quase como códigos de download glorificados. A diferença crucial, no entanto, é que os cartões da Nintendo ainda podem ser compartilhados e trocados. Pelo tom do anúncio, a Sony não parece considerar nenhum compromisso semelhante para o futuro PS6.

    E você, vai sentir falta de comprar discos físicos ou já migrou totalmente para as bibliotecas digitais?

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