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    CRITÍCA : ‘Toy Story 5 é a animação para todas as idades’

    A franquia Toy Story passou por gerações ao longo de seus últimos quatro filmes, sendo uma animação muito querida pelo público adulto e infantil. Em 2026, chega o quinto longa dos brinquedos mais aventureiros do cinema.

    Toy Story 5 é dirigido por Andrew Stanton, com roteiro criado pelo mesmo em parceria com McKenna Harris, e produzido pela Pixar. O elenco tem os retornos deTom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, além de Greta Lee e as participações de Keanu Reeves e Annie Potts.

    A trama do novo capítulo, que chega aos cinemas brasileiros em 18 de junho, é sobre o mais novo desafio dos brinquedos: a tecnologia. Bonnie ganha de presente um tablet, deixando seus brinquedos de lado, e eles precisam de um plano para retomar o espaço no coração da criança.

    Toy Story é uma franquia que sempre conectou o entretenimento para o público infantil com temas que os adultos conseguem compreender. Neste quinto capítulo, isso se repete com uma história sobre amizade, algo muito recorrentete nos filmes, porém os temas cyberbullying, a relação das crianças com a tecnologia e o consumo de redes sociais em todas as idades também estão presentes.

    Este longa não é um filme que se apressa para contar sua história, e essa cadência torna a experiência muito mais prazerosa. Além disso, à medida que a trama avança, o que se escalona não é apenas a questão principal, como a tensão emocional dos personagens resultando em um filme excelente.

    A qualidade da animação se mantém excelente, com ótimas cenas, e não há falhas que possam ser evidentes. As cenas de ação neste longa divertem muito, com ótimas referências a momentos anteriores, como, por exemplo, o arco dos bonecos Buzz moderno

    Uma história para as crianças e os adultos

    O roteiro também é um ponto positivo da animação, com ótimos diálogos. Explora de forma muito enfática os momentos dramáticos, porém os equilibrando com humor. Portanto, o que acredito ser o coração dessa história seja a importância das conexões genuínas, usando Bonnie e suas relações de amizade como uma metáfora para isso.

    Na dublagem, temos a nostalgia de reencontrar Marco Ribeiro e Guilherme Briggs em mais uma aventura dessa dupla. Além disso, outro ponto que sempre me agrada nesse quesito é a adaptação dos termos da língua original para o nosso idioma, e nisso a Lilypad, dublada por Maísa Silva, encarna todo o sarcasmo da versão de Greta Lee.

    Apesar de o longa ter os seus grandes nomes, o maior fio condutor dessa história é Jessie, sua história de origem e as questões que acompanhamos desde Toy Story 2. Dentre os arcos apresentados no filme, acredito que este seja o mais emocionante, porque não fala apenas da relação entre adultos e a lembrança de seus brinquedos queridos, mas também das pessoas que são importantes para a nossa vivência como um todo.

    Em conclusão, Toy Story 5 pode ser considerado uma das melhores produções do ano, com uma trama que ainda consegue entregar muita emoção, personagens cativantes e temas que abraçam todos os públicos.

    Confira o Trailer de Toy Story 5:

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    Nintendo altera página do remake de Zelda Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2

    Poucos dias após sua revelação oficial, a Nintendo decidiu ocultar algumas informações importantes da página do remake Zelda Ocarina of Time Switch 2 na eShop. No entanto, a tentativa da Big N de manter certos elementos do jogo em segredo não saiu como planejado, já que os fãs rapidamente registraram e compartilharam os trechos deletados.

    Após semanas de especulações e vazamentos nas redes sociais, o remake de Ocarina of Time foi oficialmente revelado durante a transmissão do Nintendo Direct de 9 de junho. O primeiro trailer não exibiu imagens de gameplay, servindo como uma homenagem à icônica introdução do jogo original.

    Com imagens da Great Deku Tree e da Kokiri Forest em uma tapeçaria, o vídeo terminou mostrando Link adormecido enquanto a Triforça brilhava em sua mão esquerda. Embora o título seja um lançamento exclusivo do novo console previsto para o final deste ano, a apresentação deixou a comunidade com várias dúvidas.

    O que a Nintendo tentou esconder?

    Remake Zelda Ocarina of Time Switch 2

    Embora seja esperado que o jogo apresente atualizações visuais, o vazamento na Nintendo eShop revelou que a empresa removeu silenciosamente a maior parte da descrição que abordava os gráficos do Zelda no Switch 2.

    No momento em que esta matéria é escrita, a página do jogo na Nintendo Store diz apenas: “O clássico do Nintendo 64 retorna para uma nova geração em 2026, renascido exclusivamente para o Nintendo Switch 2!”

    No entanto, antes dessa alteração, a página oficial na loja americana era bem mais específica. De acordo com relatos de fãs nos primeiros dias, a sinopse afirmava: “O clássico do N64 renasce como um remake completo para o Nintendo Switch 2. Experiencie Ocarina of Time com visuais impressionantes, designs atualizados e jogabilidade atemporal.”

    Uma thread no subreddit Gaming Leaks and Rumors confirmou que as descrições originais podiam ser facilmente encontradas através de motores de busca do Google. Ainda não está claro o motivo pelo qual a Nintendo editou a página para excluir qualquer menção à parte técnica. Os únicos outros detalhes listados atualmente são os idiomas suportados nas Américas e a classificação indicativa pendente da ESRB.

    Considerando que Ocarina of Time já recebeu um port para o Nintendo 3DS em junho de 2011, fica a incerteza se a nova versão seguirá um escopo semelhante ou se será, de fato, o “remake completo” que o texto original sugeria.

    O futuro da franquia e o resgate da era N64

    Remake Zelda Ocarina of Time Switch 2

    Além das novidades nos games, vale lembrar que a aguardada adaptação para os cinemas, o filme de Zelda dirigido por Wes Ball, segue em pós-produção com envolvimento direto de Shigeru Miyamoto. Embora os dois projetos já sejam públicos, ainda não se sabe quando a Nintendo compartilhará mais atualizações.

    Enquanto isso, a era de ouro do N64 continua ganhando força. A nova versão de Star Fox no Switch 2, um aguardado remake do clássico de 1997, será lançado no dia 25 de junho trazendo designs atualizados e cutscenes estendidas. Para quem já está com o novo console em mãos, uma demo gratuita já está disponível.

    Confira o teaser de anúncio do remake:

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    CRÍTICA: ‘Yoshi and the Mysterious Book’ é o conto de fadas do Switch 2

    Yoshi and the Mysterious Book‘ chegou no dia 21 de maio para o Nintendo Switch 2. Sim, esse é mais um exclusivo para o híbrido da Nintendo que não tem parado de surpreender.

    Esse é um jogo curioso e que pode ser bem “8 ou 80”. Vale a pena conhecer se você curte puzzles e o estilo de plataforma, mas sem os desafios clássicos do gênero, como os vistos na franquia Mario.

    Antes de mais nada, agradecemos à Nintendo Brasil pelo envio da chave. Vamos ao game?

    O jogo é fácil? Mas quanto?

    Yoshi

    A essa altura você já deve ter ouvido falar sobre a dificuldade deste jogo, e eu gostaria de começar falando justamente sobre isso.

    Yoshi and the Mysterious Book é um jogo fácil, sim. Porém, quando se fala em plataforma, ele não tem a mesma proposta de Mario, Donkey Kong ou até mesmo de outros títulos do próprio Yoshi.

    Na real, apesar de ser um side-scrolling 2.5D, o foco deixa de ser o desafio de pular plataformas e enfrentar chefões. Como Yoshi não toma dano e, consequentemente, não falha, ao longo da jogatina você percebe que a verdadeira essência da obra está em coletar itens e resolver quebra-cabeças.

    Yoshi

    E é aí que ele brilha. O game é uma mistura de collect-a-thon e puzzle com um pouco de plataforma. Nem sei ao certo se essa seria a melhor forma de categorizá-lo, mas é a sensação que fica após esse tempo de jogo.

    Bom, tirei o band-aid, certo? Você não está encarando um jogo com fases punitivas ou chefões difíceis, mas a aventura oferece desde puzzles bem tranquilos até outros bem mais complexos de se resolver.

    Sobre o game

    Yoshi

    Na história, Yoshi conhece o Dr. E. Nigma, um livro que precisa da ajuda dos dinossauros para catalogar tudo o que existe em suas páginas. Como eles se conhecem, vou deixar para vocês descobrirem. Acho a primeira cutscene muito fofa e legal de se acompanhar por si só.

    Podemos jogar com qualquer cor de Yoshi. A cada fase que passamos, catalogamos uma criatura nova, e dentro de cada um desses níveis existem várias possibilidades de quebra-cabeças diferentes. Sempre que completamos os puzzles, essas descobertas são registradas. O mais bacana é conseguir explorar o máximo possível para ir preenchendo as páginas, como se fosse um álbum de figurinhas. E tudo isso de forma muito relaxante.

    Design e som

    Yoshi

    O design do jogo é impecável ao meu ver, sem nenhum ponto negativo a destacar. Ele é colorido de uma maneira que combina perfeitamente com a proposta. Há muitos elementos em 3D, mas, dentro do livro que exploramos, vemos tudo como se fosse um desenho ou uma tela pintada com tinta. É um visual muito bacana e charmoso.

    Em relação à trilha sonora, algumas músicas são muito boas e outras são apenas “ok”. Acredito que isso possa ser algo pessoal, já que todas elas, de modo geral, combinam bem com a proposta do jogo.

    Cozy Game?

    Conforme fui jogando, fiquei pensando se o classificaria como um cozy game. Bom, ele está bem longe do estilo de Animal Crossing e afins, então não sei se essa seria a melhor forma de defini-lo.

    Ainda assim, Yoshi and the Mysterious Book tem um “quê” de aconchegante. Acredito que a vibe, as músicas e o fato de que nada precisa ser feito com pressa contribuem para isso. Você pode explorar e buscar as conquistas no seu próprio tempo.

    Portanto, apesar de certos puzzles mais elaborados, você ainda está diante de um game para curtir no seu ritmo, sem pressão. Dá um baita prazer ir descobrindo tudo, catalogando os elementos e relaxando ao mesmo tempo.

    Achei o título uma ótima companhia para aqueles dias mais corridos, depois de horas e horas no trabalho. Acho que já citei isso em outros textos sobre games parecidos, mas é a pura verdade: às vezes você chega tão cansado que ir jogar algo muito exigente só vai te frustrar. Por que não tentar explorar um pouquinho do mundo do Yoshi?

    Conclusão

    Yoshi

    Yoshi and the Mysterious Book é cativante, bonito e relaxante. Você não precisa se obrigar a jogar sem parar, e a campanha não é longa. Após passar pelos créditos, continue jogando: ainda há muito mais desse mundinho para explorar!

    Esse é um excelente exclusivo de Switch 2, que conta com localização em PT-BR e já sofreu reajuste na eShop para um valor mais atrativo (antes custava R$ 440 e agora sai por volta de R$ 330). Ainda continua caro, é verdade. Por isso, a compra da mídia física acaba sendo a mais indicada para encontrar um preço melhor e fugir dos polêmicos game key cards.

    Yoshi volta em um jogo bem redondinho. O grande problema é que muitos esperavam que ele fosse algo que, na verdade, não é, o que certamente pode gerar frustração. Não compre achando que vai jogar um Super Mario World 2: Yoshi’s Island. Adquira-o com a mente aberta para um novo tipo de gameplay e para ver o personagem apostando em um formato totalmente inédito.

    Confira o trailer do game:

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    GTA VI: Vazamento sugere preço da versão digital bem acima da média do mercado

    O aguardado lançamento de Grand Theft Auto VI em novembro promete ser o maior evento da história do entretenimento digital. Com a expectativa de que o título quebre todos os recordes da indústria assim que chegar às prateleiras, milhões de jogadores ao redor do mundo já estão guardando dinheiro para a pré-venda. Mas o que preocupa, pode ser qual será o Preço de GTA VI.

    Considerando a proximidade com o lançamento, a Rockstar Games tem mantido um silêncio sepulcral sobre os detalhes comerciais do jogo. A comunidade aguarda ansiosamente por um terceiro trailer nas próximas semanas, que deve finalmente abrir as portas para as pré-encomendas. Mas, se as recentes movimentações nos bastidores do varejo digital servirem de termômetro, os jogadores podem precisar preparar o bolso para um valor bem mais salgado do que o habitual.

    Preço GTA VI

    O vazamento na loja Loaded

    Conforme reportado inicialmente pelo Insider Gaming, usuários encontraram uma página de vendas ativa para GTA VI na loja digital Loaded (anteriormente conhecida como CDKeys). O que chamou a atenção não foi apenas a listagem antecipada, mas o valor cobrado: £89,99.

    Em uma conversão direta para o mercado norte-americano, esse valor bateria a marca dos US$ 99,99 (o que, no Brasil, poderia facilmente ultrapassar a barreira dos R$ 500 em edições base, dependendo da localização de preços da distribuidora).

    Placeholder ou o novo padrão da indústria?

    Preço GTA VI

    Antes de declarar o fim do mundo, é preciso analisar a situação com cautela. É uma prática extremamente comum que varejistas utilizem “placeholders” (preços temporários, geralmente inflacionados) apenas para colocar a página do produto no ar no sistema antes do anúncio oficial do valor de varejo sugerido (MSRP).

    Outro fator que diminui a credibilidade desse valor exato é a presença de uma versão para PC listada na mesma plataforma por £60,99. Como sabemos, a Rockstar tem um histórico rigoroso de focar nos consoles (PlayStation 5 e Xbox Series X|S) no lançamento, e até o momento não há nenhuma janela de lançamento confirmada para a versão de computadores.

    O peso da coroa da Rockstar

    Ainda que o valor da Loaded seja apenas um placeholder, grande parte dos analistas do mercado financeiro e de games espera que GTA VI seja o título a empurrar a barreira do “padrão da indústria” para cima. Se o jogo chegar custando US$ 80 na sua edição standard, ele já garantirá o título de lançamento base mais caro da história.

    A verdade inconveniente para os críticos dos preços altos é que a Rockstar Games tem plena consciência do poder do seu produto. A demanda por um novo Grand Theft Auto é tão massiva que a empresa possui uma margem de manobra quase inédita para definir seu preço (dentro do limite da razão), sabendo que uma legião de fãs pagará o que for necessário para jogar no dia um.

    Até o momento, não há informações oficiais da Take-Two Interactive ou da Rockstar sobre a estrutura de preços ou o cronograma de pré-venda de GTA VI. Nos resta aguardar o próximo grande anúncio oficial para confirmar o impacto que esse retorno a Vice City terá nas nossas carteiras.

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    RUMOR: Xbox pode fechar Ninja Theory, Double Fine e Compulsion Games em meio a crise sem precedentes

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    A indústria dos games acaba de ser atingida por um dos relatórios mais preocupantes do ano. Segundo informações exclusivas da Bloomberg, a Microsoft Xbox não está considerando fechar apenas a Compulsion Games (South of Midnight), mas também iniciou negociações que colocam em risco o futuro de estúdios lendários como a Double Fine (Psychonauts) e a Ninja Theory (Hellblade).

    Atualmente, os funcionários desses três estúdios estão em estado de alerta, podendo buscar novos empregos enquanto as lideranças correm contra o tempo para tentar salvar o que restou de suas equipes.

    Independência ou demissões em massa?

    O relatório da Bloomberg aponta que o fechamento definitivo das portas não é a única opção na mesa, mas as alternativas não são animadoras. Existe a possibilidade de os três estúdios negociarem uma saída do guarda-chuva do Xbox Game Studios para se tornarem desenvolvedoras independentes. No entanto, fontes afirmam que essa transição ainda resultaria em um número gigantesco de demissões.

    O que torna a situação ainda mais chocante é o momento (timimg) desses cortes:

    • A Ninja Theory acabou de revelar um novo projeto com lançamento previsto para o próximo ano;
    • A Compulsion Games lançou o aclamado South of Midnight (2025), que não apenas foi sucesso de crítica, mas também venceu os prêmios de Games for Impact no The Game Awards 2025 e Melhor Nova Propriedade Intelectual no 22º BAFTA Game Awards, chegando recentemente ao PS5 e Switch 2.

    A qualidade dos jogos entregues claramente não foi suficiente para proteger os desenvolvedores da má fase financeira da controladora.

    “Nos estendemos demais”: A confissão da liderança do Xbox

    O caos nos estúdios foi precedido por uma carta aberta, e surpreendentemente franca, enviada aos funcionários pela CEO do Xbox, Asha Sharma, e pelo chefe da Microsoft Game Studios, Matt Booty.

    No e-mail, a dupla destacou as inúmeras dificuldades enfrentadas pelos negócios e assumiu uma série de erros estratégicos que culminaram na crise atual:

    “O Xbox se estendeu demais na aquisição de estúdios, tentou com muito esforço conciliar múltiplas e diferentes estratégias de plataforma e não financiou adequadamente seus estúdios para que fossem competitivos.”

    Os números por trás dessa confissão são alarmantes. Segundo a carta corporativa, a Microsoft gastou nada menos que US$ 20 bilhões em investimentos em estúdios nos últimos cinco anos — um valor que sequer inclui a aquisição colossal de US$ 69 bilhões da Activision Blizzard King. Em contrapartida a esses gastos astronômicos, a receita anual da divisão Xbox sofreu um declínio assustador de quase meio bilhão de dólares.

    O que vem a seguir? Demissões e foco em “Mega IPs”

    Essas revelações vêm poucas horas após o chefe do Xbox Game Studios, Craig Duncan, renunciar ao seu cargo. Com o fim do ano fiscal da Microsoft se aproximando em 30 de junho, a Bloomberg relata que uma grande e agressiva onda de demissões está no horizonte.

    Como relatado anteriormente em 12 de junho, para tentar estancar o sangramento e recuperar a margem de lucro, a Microsoft pode até mesmo considerar a venda da divisão Xbox (transformando-a em uma subsidiária independente estilo GitHub) e dobrar seus esforços apenas em propriedades intelectuais gigantescas e seguras, como Halo, The Elder Scrolls e Fallout.

    Caso Double Fine, Ninja Theory e Compulsion Games realmente fechem ou sofram cortes irreparáveis, o mercado perderá alguns dos nomes mais criativos e únicos do ecossistema Xbox. Até o momento, a Microsoft não se pronunciou oficialmente sobre as negociações.

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    Homem-Aranha: Um Novo Dia – Sinopse Oficial Revela Detalhes do Novo Vilão e Transformação de Peter Parker

    A espera finalmente acabou para os fãs do Amigão da Vizinhança! Após anos de especulação desde o fim de Spider-Man: No Way Home, a Sony Pictures e a Marvel Studios divulgaram a sinopse oficial de Homem-Aranha: Um Novo Dia, a aguardada entrada da Fase 6 do UCM.

    Se você achava que Peter Parker teria um momento de paz, a sinopse indica exatamente o contrário.

    O “Novo Normal” de Peter Parker

    Um Novo Dia

    A nova trama se passa quatro anos após os eventos que fizeram o mundo esquecer a identidade de Peter Parker. Agora, o herói vive como um adulto, completamente solitário, dedicando sua vida integralmente ao manto do Homem-Aranha.

    Contudo, a sinopse oficial traz um detalhe perturbador: a pressão de ser o único herói em uma cidade que não o conhece está causando uma evolução física em Peter. O texto sugere que ele pode não ter controle total sobre essas mudanças, algo que promete ser um dos eixos dramáticos do longa.

    O Vilão Invisível: A Nova Ameaça

    Um Novo Dia

    A grande revelação da sinopse gira em torno do antagonista. O filme apresentará um vilão poderoso que “ninguém pode ver”, equipado com habilidades de controle mental.

    Isso acende um alerta vermelho: como o Aranha lutará contra um inimigo que manipula a mente e não pode ser detectado fisicamente? Além desse “vilão invisível”, a galeria de vilões confirmada para o filme inclui nomes como Lápide, Bumerangue, Escorpião e Tarântula, garantindo que as ruas de Nova York estarão lotadas de perigo.

    O papel de Sadie Sink

    Um Novo Dia

    O mistério sobre a participação de Sadie Sink continua. Com a confirmação de um vilão que utiliza controle mental, as teorias de que ela interpretará uma versão de Jean Grey ganham força. A sinopse sugere que essa personagem pode começar como uma rival, movida por métodos diferentes para combater a mesma ameaça, antes de se aliar ao herói.

    Quando estreia?

    Spider-Man: Brand New Day chega aos cinemas no dia 30 de julho. Estamos acompanhando todas as atualizações e rumores de bastidores aqui no Feededigno.

    E você, qual sua aposta para o vilão principal? Acredita que Sadie Sink será a Jean Grey?

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