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    Sony esclarece polêmica de DRM e “timers” de 30 dias no PS4 e PS5

    A Sony finalmente se pronunciou sobre o novo sistema de DRM. Antes, informações desencontradas deixaram a comunidade em alerta. O problema envolvia cronômetros de bloqueio em jogos digitais do PS4 e PS5.

    Recentemente, usuários notaram um contador de 30 dias nos seus novos jogos. Isso gerou um grande receio na comunidade. Muitos acharam que os consoles exigiriam conexões obrigatórias constantes para validar as bibliotecas.

    A Explicação Oficial da Sony

    Em comunicado ao portal Game File, um porta-voz da Sony esclareceu a situação. Os jogadores podem continuar acessando seus títulos normalmente. No entanto, o sistema agora implementa uma verificação online única após a compra.

    O representante explicou como a nova regra funciona. Segundo ele, uma verificação online única confirma a licença do jogo. Depois disso, não são necessários novos check-ins.

    Na prática, o console valida o acesso apenas uma vez. Após esse processo, o título fica liberado. Ele funcionará livremente enquanto os serviços online da plataforma existirem.

    O Motivo: Combate ao Abuso de Reembolsos

    A Sony não detalhou o motivo da mudança súbita. Porém, a própria comunidade de jogadores já encontrou o padrão.

    Usuários do fórum ResetEra observaram um detalhe. A “licença temporária” de 30 dias vira definitiva após exatos 14 dias. Esse é o prazo limite para pedir reembolso na PlayStation Store.

    Portanto, a medida funciona como uma camada de segurança. Ela evita que usuários explorem o sistema de devoluções indevidamente. O objetivo principal é impedir o acesso ao jogo após o cancelamento da compra.

    O Desafio da Preservação

    A notícia traz um alívio imediato contra os bloqueios constantes. No entanto, ela reacende a discussão sobre a preservação de jogos.

    A exigência de validação inicial atrela o jogo aos servidores da Sony. No futuro, a empresa inevitavelmente desligará a autenticação do PS4 e PS5.

    Se isso acontecer, os jogadores enfrentarão graves problemas. Quem tentar instalar jogos em consoles não validados perderá o acesso às próprias bibliotecas.

    Especialistas em preservação fazem um alerta importante. Medidas como essa são apenas a ponta do iceberg. Afinal, a mídia digital depende cada vez mais de servidores que não existirão para sempre.

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    CRITÍCA: ‘Exit 8’ é uma viagem psicodélica a estranheza

    Jogos estão se tornando muito frequentes no cinema atual, com grandes franquias adaptando seus clássicos para outras mídias. Contudo, não são apenas aqueles mais famosos que ganham espaço na tela grande e Exit 8 é um ótimo exemplo disso. 

    O longa adapta o jogo homônimo desenvolvido pela Kotate Create, sua direção é feita por Genki Kawamura e roteiro de Kentaro Hirase. O lançamento nacional é no dia 30 de abril com distribuição da Paris Filmes. 

    Kazunari Ninomiya, Yamato Kochi, Naru Asanuma, Kotone Hanase e Kotone Hanase formam o elenco. O filme esteve presente no festival de Cannes de 2025 durante a Midnight Screenings. 

    A trama de Exit 8 é sobre um homem preso em um looping temporal dentro de uma estação de metrô. Para que seja possível se libertar é necessário encontrar a saída 8, mas se notar uma anomalia no corredor é necessário voltar, caso contrário retorna ao início. 

    Eu acho interessante que The Exit 8 usa o looping como o seu recurso central da trama mesmo que ele soe como cansativo. Portanto, ao longo de uma hora, trinta e cinco minutos de filme coisas se repetem com mínimas alterações e a grande graça é estar perdido nessa viagem psicodélica.

    A direção usa do minimalismo para criar tensão e isso funciona em boa parte da experiência. Entretanto acaba se tornando previsível a partir de determinado ponto da história o que torna o ritmo mais lento.

    Um convite a um ciclo sem fim

    Utilizando a câmera com pouquíssimos movimentos Kawamura usa pouquíssimos elementos visuais para causar uma sensação de aprisionamento e confia no espectador em se atentar aos detalhes. Isso resulta em um filme que vai exigir um pouco mais de atenção da parte de quem assiste, caso contrário possa se torna uma experiência morna ou entediante.

    A nível de atuação me chamou muito à atuação do protagonista que, apesar de ser um trabalho mais contido, consegue se sair bem. O elenco de apoio acredito que se sai bem por criar a sensação de estranhamento, o que também se reforça por serem personagens sem nome. 

    O que não me agradou tanto foi o roteiro buscar ser tão fiel ao jogo não oferecendo mais contextos dos personagens. Adaptar um jogo para outra mídia sempre vai ser um grande desafio e no caso de Exit 8 acredito que existia o espaço para alguma ousadia neste elemento do filme.

    A conclusão do filme vai ser confusa e causar muito estranhamento porque vai reforçar o conceito de looping estabelecido no começo. Contudo, não acredito que esse desfecho seja uma conclusão frustrante, talvez até uma provocação a nossa vivência de vida cotidiana que vemos tudo se repetir infinitamente e não conseguimos prestar a devida atenção aos detalhes mínimos que vão surgir. 

    The Exit 8 é um filme que vai ser muito aberto a interpretações, podendo ser uma experiência muito entediante, tensa ou até uma reflexão profunda. Contudo, o que não existe sombra de dúvidas é ser um filme que irá provocar alguma reação do seu espectador. 

    Confira o Trailer de Exit 8

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    CRITÍCA: ‘Mãe e Filho’ é um drama intenso

    Filmes que abordam questões familiares sempre geram alguma reflexão interessante. Mãe e Filho, o mais recente longa do diretor e roteirista Saeed Roustaiy (Os Irmãos de Leila) toca nesse tema de uma forma complexa.

    O filme com lançamento nacional no dia 30 de abril, estrelado por Parinaz Izadyar, Payman Maadi e Sinan Mohebi. O longa marcou presença no circuito de premiações sendo indicado à Palma de Ouro, além de ter sido exibido durante o Festival de Cannes em 2025.

    A história do filme Mãe e Filho é sobre Mahnaz e seu filho Aliyar, uma enfermeira viúva e um adolescente que causa muitos problemas. A situação se torna pior quando Mahnaz engata um relacionamento com Hamid e resolve se casar com seu novo namorado. Após um trágico acidente, ela terá que lidar com a perda, a traição e a expulsão de seu filho.

    O que mais gostei desse filme é a direção ser realista, fria, muito intensa e nos coloca no meio do turbilhão de acontecimentos. Saeed Roustaiy vai abordar a culpa, responsabilidade dos personagens principais de uma forma imersiva e a refletir sobre as questões morais contadas na trama.

    O longa em suas duas horas e onze minutos de duração não coloca decisões que seriam moralmente fáceis em sua trama. Além disso, o silêncio é utilizado de forma a valorizar as emoções, inserindo camadas muito profundas aos personagens.

    As atuações por parte de Parinaz Izadyar e Sinan Mohebi são muito sólidas, transmitindo de uma forma muito natural, as questões de seus respectivos personagens. Também é importante elogiar a química de ambos, representando essa relação familiar que é a questão central do filme.

    A direção de Mãe e Filho nos coloca no centro do drama

    A experiência de assistir a esse filme foi muito impactante e se divide no antes e depois dos acontecimentos que mudam a relação dos personagens principais. Em um primeiro momento, temos essa reflexão sobre a vida sobrecarregada de Mahnaz, lidando com trabalho, pressões sociais e ainda com seu filho, que vive seu próprio processo de luto.

    No entanto, o filme não tenta nos conduzir a pensar sobre seus erros e acertos, sequer julgá-la, mas ressalta as dificuldades de sua vida cotidiana. Em resultado do acidente, vemos essa relação desmoronar, pois Mahnaz passa a ver o filho como uma vítima e também um agente causador dessa tragédia, gerando um dilema moral na personagem.

    Por outro lado, também vemos as questões de Aliyar, sua dificuldade em lidar com o processo de luto, a responsabilidade desse evento trágico e o sentimento de solidão em relação à sua mãe.

    Achei a conclusão do filme impactante por ser um desfecho frio, refletindo o realismo de tudo que a trama nos mostra. Esse final propõe uma reflexão dolorosa sobre relações familiares e a complexidade da maternidade diante dos desafios sociais impostos.

    Mãe e Filho é um excelente filme porque não vai apenas nos chocar através do sofrimento de seus personagens centrais. Por outro lado, através de sua forma de contar sua história, nos faz pensar nas questões morais e emocionais que essa narrativa nos provoca.

    Confira o trailer de Mãe e Filho:

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    CRÍTICA: ‘Super Mario Bros. Wonder: Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel’

    Super Mario Bros. Wonder foi um dos jogos mais divertidos de Super Mario 2D que joguei em 2023, mas agora, em 2026, ele recebeu a sua versão de Nintendo Switch 2, que, sim, traz melhorias de suporte às tecnologias do novo console, porém vai além disso com uma DLC cheia de conteúdo extra, exclusiva para o novo híbrido da Nintendo.

    E olha, pessoal, esse é um jogo que já performava muito bem no Nintendo Switch. Comprei o meu justamente em 2023, e esse foi um dos primeiros jogos que pude comprar para aproveitar meu console recém-adquirido. Eu joguei bastante sozinha e muito mais em co-op local.

    Então, eu fico feliz pela recente novidade com melhorias para o Nintendo Switch 2 receber esse jogo da melhor maneira possível, assim como aconteceu com os pacotes de upgrades para Animal Crossing: New Horizons, Kirby and the Forgotten Land e muitos outros.

    A diferença aqui é que, por exemplo, no Animal Crossing o upgrade chegou por apenas R$ 30,00, pois oferecia apenas as melhorias gráficas, as de resolução e o suporte necessário às tecnologias do console novo, como o modo mouse, microfone, poder jogar com até 12 players de uma vez, etc. Já Super Mario Bros. Wonder: Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel está mais próximo da ideia do que aconteceu com o jogo Kirby and the Forgotten Land: Nintendo Switch 2 Edition + Star-Crossed World.

    Sendo assim, o pacote de upgrade sai por R$ 109,90 por conter um conteúdo extra junto. E o interessante é que recentemente tivemos uma redução de preço nos jogos da Nintendo, afetando até mesmo os valores dos pacotes de upgrade. A redução não é gigantesca, já que o preço anterior era de R$ 119,90, mas com certeza é bom vermos um preço menor, certo?

    Bom, agora que falei sobre o upgrade vir com conteúdo extra, sobre o seu valor final com redução de preço e que está disponível apenas no Nintendo Switch 2, chegou a hora de falar sobre o Parque Belabel!

    Agradecemos à Nintendo pelo envio da chave para a criação de conteúdo!

    Vamos ao Parque Belabel

    Wonder

    A proposta da expansão traz diversos conteúdos multiplayer para o game.

    São conteúdos que podem ser jogados online ou em co-op local. Apesar do foco na jogatina em galera, você pode jogar sozinho. Principalmente, se não tiver como reunir um pessoal para jogar, pode ir direto para o online que o jogo se encarrega do restante.

    No parque, temos duas áreas dividindo-o: à direita estão os desafios online e, à esquerda, ficam os desafios locais.

    Jogaremos tanto minigames cooperativos quanto competitivos e, depois de jogar por um bom tempo, posso dizer que acertaram demais em trazer Mario Party para Mario Wonder.

    Party Game

    Wonder

    Quando digo que trouxeram Mario Party para o Mario Wonder, é quase literal. Explicando melhor, o motivo de chamar de Mario Party é porque a DLC tem muitos minigames e desafios que lembram um party game mesmo!

    E eu gostei disso, pois se destaca do restante do conteúdo base e traz novidades diferentes.

    Então, o conteúdo base continua o mesmo: não terá mais história nem novos mundos com relação ao jogo principal. O Parque Belabel não afeta o game base, mas traz uma nova história e é como se fosse uma grande sidequest, sabe?

    História

    Wonder

    Na DLC, os 7 Koopinchas (sim, traduziram Koopalings para Koopinchas, eu amo a localização em PT-BR do Mario Wonder!) roubaram as flores Belabel, e devemos recuperá-las.

    Iremos enfrentar esses chefes e teremos uma nova transformação: uma forma de flor na qual jogamos flores para cima.

    Personalização

    Conforme completamos desafios no parque, ganhamos “dinheiro” para gastar por lá, deixando-o personalizado, e até podemos montar uma banda. Eu achei isso bem fofo!

    Novos Personagens?

    A DLC traz duas novas personagens jogáveis: a Rosalina e uma Luma.

    São adições bem legais, que vieram para o jogo por influência do novo Super Mario Galaxy: O Filme. Jogar com ambas é exatamente igual a jogar com os outros personagens: a Rosalina não tem uma gameplay diferente, é como estar jogando com Luigi, Peach, Mario, etc. Já a Luma é uma personagem ajudante para auxiliar na gameplay.

    Os desafios são bons?

    Acredito que os desafios são variados e divertidos; há uma quantidade bem boa para se aproveitar por muito tempo, e espero que tragam mais, sabe? Que tragam outros estilos de minigames eventualmente para o jogo!

    Joguei um contra local no qual tínhamos que acertar mais vezes o outro jogador com um raio. Depois, outro com uma arma de bolhas, no qual íamos empurrando o adversário para a beirada até a queda acontecer. Mas também testei cooperativos, como batata-quente: a cada momento você precisa jogar o item para o outro jogador para não perder, entre outros joguinhos!

    Imaginando, parece simples e fácil. De fato, é simples; você entende o que fazer facilmente, e isso me conquista muito. Mas “fácil” é uma palavra muito forte.

    E é isso também o que traz toda a graça para a gameplay: os jogos não são exatamente fáceis, mas são divertidos, e a empolgação que geram na hora da jogatina é um sentimento muito genuíno de diversão.

    No momento em que cada jogo começa, o caos vem junto!

    Conclusão

    Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel revigora um jogo que já é muito bom, muito divertido e supercompetente. Tem bastante conteúdo novo, e eu só espero que venham muitos outros também!

    Infelizmente, o preço não é barato, ainda mais se você vai comprar o jogo base e o upgrade juntos. Talvez a mídia física em promoção saia por um preço muito melhor, então recomendo ficar de olho por aí.

    Apesar do valor, esse é um dos melhores Super Mario 2D, com muito conteúdo a entregar, expandindo isso com a nova DLC e melhorias para o Switch 2.

    Acredito que vale muito a pena por tudo o que oferece, e é muito bom que o game seja completamente localizado em PT-BR.

    Se puder, jogue e se divirta.

    Confira o trailer do game:

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    ANÁLISE: Minha opinião sobre a GeForce RTX 5060 8GB MSI INSPIRE 2X após 4 meses de uso

    A GeForce RTX 5060 8GB MSI Inspire 2X é, na minha opinião, uma excelente opção custo-benefício para PCs gamers em 2026, principalmente para quem busca jogar em 1080p com qualidade alta e ainda ter a possibilidade de explorar o 1440p com a ajuda das tecnologias da NVIDIA.

    Mas, antes de falar de desempenho, vale explicar algo importante: custo-benefício não significa “barato”. Estamos falando de uma placa da linha RTX 50, sendo a RTX 5050 a opção mais acessível dessa geração e a RTX 5060 a próxima.

    Quando digo que a RTX 5060 entrega um bom custo-benefício, quero dizer que ela oferece:

    • Desempenho forte em 1080p;
    • Acesso às tecnologias mais recentes da Nvidia;
    • DLSS 4.5;
    • Multi Frame Generation 4x;
    • Boa eficiência energética;
    • Potencial para lives, edição e produtividade;
    • Um preço mais realista se comparado a modelos como RTX 5070, RTX 5080 e RTX 5090.

    Seria incrível recomendar uma RTX 5080 ou até uma RTX 5090 para todo mundo, mas o preço dessas placas é muito mais elevado. Dependendo do seu uso e do seu orçamento, a RTX 5060 pode ser a escolha mais inteligente.

    Agradeço a MSI por ter nos enviado a RTX 5060 para testes.

    O que muita gente procura em um PC Gamer em 2026

    Quem busca montar um PC gamer normalmente quer mais do que apenas jogar.

    Além da vantagem de ter acesso a promoções da Steam, por exemplo, muitos jogos custam menos no PC do que nos consoles. Um exemplo é REANIMAL, novo jogo do estúdio responsável por Little Nightmares 1 e 2. Nos consoles, o jogo custa cerca de R$ 220, enquanto na Steam pode ser encontrado por volta de R$ 108.

    Outro exemplo é Crimson Desert, que no lançamento apareceu por aproximadamente R$ 180 no PC, enquanto nos consoles passava de R$ 300.

    Além dos jogos, o PC também oferece outras vantagens:

    • Edição de vídeo;
    • Lives com OBS Studio;
    • Uso de periféricos variados;
    • Captura de gameplay;
    • Trabalho e estudos;
    • Upgrade de peças ao longo do tempo.

    Muitas vezes, quando não é possível investir em console, placa de captura e PC ao mesmo tempo, a resposta mais inteligente acaba sendo montar um PC que consiga unir tudo isso em uma única máquina.

    E isso fica ainda mais importante para quem trabalha com conteúdo, lives ou edição.

    A importância do DLSS e do Multi Frame Generation

    5060

    Hoje em dia, principalmente em placas intermediárias, as tecnologias da Nvidia fazem muita diferença.

    A RTX 5060, de arquitetura Blackwell, tem acesso ao DLSS 4.5 e ao Multi Frame Generation 4x, que pode gerar mais quadros extras. Além disso, já existem novidades chegando para utilização de até 6x com o Dynamic Multi Frame Generation.

    Na prática, isso significa que a tecnologia poderá aumentar ou diminuir automaticamente a quantidade de quadros gerados, dependendo das áreas mais leves ou mais pesadas de cada jogo.

    Isso ajuda bastante, principalmente em resoluções como 1440p, onde a RTX 5060 já começa a sofrer mais em jogos pesados.

    Design e Modelo MSI INSPIRE 2X

    5060

    O design dessa placa é muito bonito. Não possui RGB, o que me agrada muito; mas, além disso, ela é toda dourada com ventoinhas pretas, lembrando algo sofisticado. Sua construção é muito boa e não possui backplate superior de plástico.

    Possui apenas um conector de energia e um tamanho bem compacto (204 x 117 x 50 mm), além de contar com 3 saídas DisplayPort (v2.1b) e 1x HDMI 2.1b.

    A MSI oferece reforço na construção dessa placa, então temos uma defesa fortalecida por fusíveis adicionais integrados ao PCB (fornecendo proteção extra contra danos elétricos) e DRMOS com eficiência aprimorada (que proporcionam excelente rendimento com baixíssima perda energética), além de controles de tensão avançados e thermal pads de alta qualidade nos componentes críticos da placa.

    A marca também oferece o MSI Center, MSI Afterburner e MSI APP PLAYER, que são aplicativos para você maximizar o uso e o desempenho dos seus produtos MSI.

    Fazer live é diferente de apenas jogar

    Uma coisa importante é entender que jogar e fazer live ao mesmo tempo exige mais do PC.

    Quando você está transmitindo, o computador precisa:

    • Rodar o jogo;
    • Processar a stream;
    • Manter OBS, navegador, chat e outras aplicações abertas.

    Por isso, o desempenho tende a cair em relação a jogar normalmente.

    Por exemplo: Hollow Knight é extremamente leve. Com a RTX 5060, é possível jogar e transmitir em 1440p tranquilamente. Já Resident Evil 9 Requiem exige muito mais. Nesse caso, pode ser necessário reduzir algumas opções gráficas, usar DLSS, ativar o Multi Frame Generation e, talvez, jogar no Médio em vez do Alto.

    A prioridade em uma live não é apenas ter FPS alto, mas também manter uma imagem estável, bonita e sem travamentos para quem está assistindo.

    Meu setup de testes

    • Ryzen 7 9800X3D
    • MSI MAG X870E Tomahawk WiFi
    • 32 GB DDR5 6400 MHz Team Group (2×16 GB)
    • SSD NVMe Team Group G50 2 TB
    • Water Cooler Hyte THICC Q60 240 mm
    • Fonte MSI MPG A1000GS PCIe 5
    • Gabinete Hyte y70 Touch
    • Windows 11

    Observação importante sobre benchmarks

    Todo benchmark é um “recorte do desempenho” de uma determinada máquina em específico.

    Os resultados podem mudar dependendo de:

    • Processador utilizado;
    • Quantidade de memória RAM;
    • Velocidade do seu SSD;
    • Configurações gráficas;
    • Resolução;
    • Atualizações dos jogos;
    • Drivers;
    • Patches.

    Um bom exemplo é Resident Evil 4 Remake. Depois da troca do sistema DENUVO para outro, muita gente passou a relatar quedas de desempenho, travamentos e problemas que antes não aconteciam com frequência. E olha que o DENUVO já atrapalhava muito no desempenho.

    Por isso, os testes abaixo servem como uma base para entender o comportamento da RTX 5060 no meu setup. Recomendo fortemente que você monte um PC mais equilibrado para ela, não sendo necessária uma fonte ou um processador como esse para levar a RTX 5060, a não ser que você queira ter um setup de testes para produção de conteúdo também.

    Um Ryzen 5 ou Core Ultra 5 vai somar muito bem com a sua RTX 5060. Utilizar 16 GB em vez de 32 GB também pode ser uma saída para economizar com memória RAM. Uma fonte de 650 W de boa qualidade atende ao necessário do seu sistema, e utilizar um gabinete mais em conta com bom fluxo de ar também vai te ajudar a economizar. Então, deixo aqui minha recomendação de peças para compor o seu PC Gamer bom e econômico de 2026.

    Resultados de desempenho

    Cyberpunk 2077

    5060

    Cyberpunk 2077 é um excelente jogo como exemplo de AAA para testarmos hoje em dia, já que possui diversas tecnologias e, por incrível que pareça, a RTX 5060 consegue levar bem o game.

    Em 1080p, a RTX 5060 se sai bem em todos os cenários; porém, em 1440p, é evidente a necessidade das tecnologias para conseguirmos uma experiência satisfatória acima dos 60 FPS almejados pelos gamers.

    Uma média de 59 FPS em QHD com o jogo no Ultra não é um resultado ruim, mas, se pensarmos nas mínimas, teremos quedas que incomodam na gameplay, ainda mais quando pensamos que Cyberpunk 2077 tem áreas tão distintas.

    O mundo aberto é cheio de informação, então, sim, teremos mais quedas de FPS por lá nessa configuração. Mas, indo para uma missão ou área mais contida, teremos resultados bem melhores.

    Counter-Strike 2

    Counter-Strike 2 é um exemplo de jogo competitivo e mais leve que os demais dessa lista. Ele vai bem mesmo que eu coloque os seus gráficos no máximo possível e sem upscaling. Para quem busca uma máquina com a RTX 5060 voltada para CS2 e muitos frames, aqui é sem erro.

    Dependendo do seu monitor (já que hoje em dia temos tantas opções interessantes com alta taxa de atualização), é interessante colocar o jogo com tudo no Baixo para obter uma média de FPS ainda maior.

    Por aqui, eu uso o MSI MAG 276CXF, que conta com 280 Hz, 0.5 ms, Rapid VA e uma leve curvatura para ajudar na imersão dos jogos. Recomendo muito; ele brilha em cenários como esse.

    Marvel Rivals

    Marvel Rivals é o tal “Overwatch da Marvel”. Esse jogo é um pouco mais pesado que o CS2, mas ainda é um competitivo, precisa rodar em muitas máquinas diferentes e, por aqui, ele vai bem.

    Ele vai bem em todos os cenários em 1080p. Mas, no nativo em 1440p, tem uma média de 60 FPS, o que vai resultar na mesma questão do Cyberpunk 2077 nessa configuração: em um jogo competitivo, quedas de FPS podem e vão incomodar.

    E aproveitando o tema, apesar de os testes ativando a tecnologia Multi Frame Generation surpreenderem com resultados altos (melhorando a fluidez do jogo e, principalmente, sendo possível aproveitar o uso de monitores com muita taxa de atualização), há um porém.

    O Multi Frame Generation pode causar latência e incomodar jogadores mais exigentes e aficionados por jogos competitivos. Junto da ferramenta, é ativado o Nvidia Reflex, que é responsável por diminuir o máximo possível a latência entre os seus periféricos (mouse, teclado ou controle) até a chegada da informação dos seus comandos para a visualização deles na tela do seu monitor.

    O Multi Frame Generation não adiciona performance bruta, mas adiciona fluidez. Recomendo que façam o teste da tecnologia.

    Star Wars Outlaws

    5060

    Um dos jogos mais pesados, com seus problemas de otimização por parte da Ubisoft e com muitos detalhes. Eu amo de paixão Star Wars Outlaws, mas entendo os seus problemas técnicos.

    Não conseguimos desativar 100% o Ray Tracing, apenas é possível deixá-lo no Baixo, o que pode e vai melhorar o desempenho. Mas, para os testes de hoje, mantive os gráficos no Ultra e o Ray Tracing no Ultra, pois precisamos entender até onde a nossa querida RTX 5060 vai.

    Em nativo, já podemos definir como: injogável. Mesmo que a média em 1080p seja de 30 FPS, as mínimas serão abaixo, e teremos muitas quedas e imperfeições na gameplay. Adicionando o upscaling DLSS 4 em Qualidade, a coisa melhora, mas fluido mesmo é só com Multi Frame Generation.

    Aqui a tecnologia exclusiva da linha RTX 50 se destaca e faz a diferença, principalmente por ser um jogo que não é competitivo e não exige uma precisão absurda ou uma latência superpequena; dá para se divertir, jogar tranquilo e aproveitar sua TV ou monitor ao máximo.

    E sim, o Ray Tracing acaba sendo o limite da nossa guerreira. É possível usá-lo, principalmente em uma resolução menor (em 1080p), mas fica realmente complicado em 1440p.

    Resident Evil 9 Requiem

    Resident Evil 9 Requiem é lindo, eu tenho certeza que 2026 é o ano da Capcom. Temos esse jogão, temos Monster Hunter Stories 3, temos Pragmata e já já teremos Onimusha. Que ano bom para ser gamer, mas vamos aos testes.

    Primeiro, explicando o “Hair On”: essa é uma tecnologia para deixar os cabelos dos personagens mais realistas, e eu quis mantê-la ativada, já que assim vamos pesar mais um pouco o jogo, mas teremos um realismo maior.

    Queremos ver mais uma vez até onde a RTX 5060 consegue chegar com gráficos belíssimos, não é? Esse jogo veio bem otimizado (ao contrário do jogo anterior), mas ainda é, definitivamente, muito pesado.

    Então, em nativo em 1080p, caso você goste de jogar em 30 FPS, é realmente jogável, mas em 1440p, esquece. Adicionando o DLSS 4.5 Qualidade, temos um cenário muito bom em 1080p e em 1440p já fica melhor; mas, realmente, o destaque fica com o Multi Frame Generation ajudando a atingir resultados superiores, com melhor aproveitamento do seu monitor ou da sua TV e ainda com gráficos belíssimos.

    Eu zerei esse jogo com essa última configuração: 1440p, Alto, Hair On, DLSS 4.5 Qualidade e MFG4X. Sinceramente, não tive problemas com o jogo engasgando, crashando, etc. Ficou realmente muito bonito o tempo todo.

    Crimson Desert

    Mais um jogo recente, grande e AAA para testarmos, mas dessa vez é um mundo aberto, ou seja, ainda mais desafiador.

    Por Crimson Desert ter um mundo aberto, ele vem com o pacote completo, ou seja, os famosos problemas desse tipo de jogo. Os “pop-ins” (elementos que carregam na tela conforme você avança) acontecem o tempo todo no jogo, além de muito serrilhado, mesmo com gráficos no Ultra, e isso parece acontecer com diversas placas de vídeo.

    Ainda assim, fiquei surpreso: em 1080p o jogo realmente vai bem. Um pouco complicado no nativo pela média de 64 FPS, mas brilha com a tecnologia da Nvidia. Em 1440p, já recomendo ir direto ativar o DLSS 4.5 em Qualidade e o Multi Frame Generation, pois, principalmente em momentos onde o mundo aberto tem muitos elementos para carregar, é onde mais precisamos dessa tecnologia para manter os FPS de forma satisfatória.

    Quando um game é do tipo mundo aberto, ele tem algo que citei lá no Cyberpunk 2077: é como se fossem dois jogos ao mesmo tempo. Em áreas amplas, ele performará diferente das áreas contidas, e isso faz com que as médias variem muito. Eu testei no mundo aberto mesmo, mas observei um desempenho melhor em diversas áreas mais fechadas, em uma cidade ou outra.

    Consumo e temperatura

    5060

    Uma das coisas que mais me agradou nessa RTX 5060 foi a eficiência energética. Ela utiliza apenas um conector de energia de 8 pinos, o que afeta totalmente seu consumo e temperatura. Isso significa que não precisa de muita energia e, por consequência, não esquenta tanto.

    Durante os testes, a placa ficou normalmente entre 65°C e 75°C, temperaturas muito tranquilas para esse tipo de hardware. Já o consumo ficou entre 110 W e 140 W, variando conforme o jogo, a carga e a quantidade de aplicações abertas.

    Detalhe que, apesar de ter duas ventoinhas, essa é uma placa compacta. Meu sonho atual é montá-la em um setup mini ITX e, se o seu for também, essa placa tem apenas 204 mm, sendo uma ótima opção para muitos gabinetes menores.

    Conclusão

    Na minha visão, a GeForce RTX 5060 8GB MSI INSPIRE 2X é uma excelente placa de entrada/intermediária para 2026.

    Ela entrega um desempenho muito competente em 1080p, consegue se aventurar no 1440p com a ajuda do DLSS e do Multi Frame Generation, e ainda funciona muito bem para quem faz lives em 1080p, edição de vídeo leve e outras tarefas.

    A questão é que, nessas tarefas, teremos que ter atenção ao que ela consegue entregar. Se você vai fazer live e jogar ao mesmo tempo, recomendo focar em jogar em 1080p e, dependendo do jogo, diminuir sua qualidade gráfica. Em vez do Ultra, talvez utilizar o Alto ou uma mistura de Médio e Alto para não afetar a qualidade da sua live para o seu público.

    Eu edito meus vídeos com ela. Geralmente meus vídeos contêm imagens em 4K que gravo das peças que utilizo, mas também uso muitas em 1080p, como trailers, gameplays gravadas e afins. Sua duração final pode ser de 10 a 15 minutos (os mais longos) e até 3 minutos (os mais curtos). Ela é uma ótima placa para quem também tem esse cenário na edição de vídeo; mas, caso você seja um editor profissional e precise de mais do que isso, outras placas da linha RTX 50 podem atender melhor ao seu uso.

    E, voltando aos games, claro que jogos muito pesados, mal otimizados ou com Ray Tracing extremo podem fazer a placa sofrer mais em QHD. Nesses casos, o ideal é equilibrar melhor as configurações gráficas:

    • Diminuir sombras;
    • Reduzir a qualidade da iluminação;
    • Ajustar reflexos;
    • Usar DLSS;
    • Aproveitar o Frame Generation ou Multi Frame Generation.

    E essa é justamente uma das maiores vantagens do PC gamer: você pode ajustar a qualidade gráfica do seu jeito. Além disso, também existe a possibilidade de upgrade.

    No meu caso, por exemplo, eu uso uma fonte de 1000 W porque ela faz parte da minha bancada de testes. Uma fonte de 650 W já atenderia tranquilamente a uma RTX 5060, enquanto uma de 850 W seria interessante pensando em upgrades futuros.

    O mesmo vale para a placa-mãe MSI MAG X870E Tomahawk WiFi que eu uso aqui; ela suporta AMD Ryzen 7000, 8000 e 9000. Mesmo que hoje eu use um Ryzen 7 9800X3D, isso me dá tranquilidade para futuros upgrades sem precisar trocar a plataforma inteira.

    Meu setup já tem mais de um ano de uso, e apenas a RTX 5060 tem quatro meses comigo. Mesmo assim, ela continua atendendo muito bem às minhas necessidades de gameplay, edição, lives e produtividade.

    Se aparecer uma boa promoção, vale muito a pena colocar essa placa na sua lista de desejos. Só não caia no papo do upgrade infinito. Isso pode acabar te frustrando, tirar sua vontade de jogar e fazer você gastar mais do que realmente precisa. O importante é montar um PC que atenda bem ao seu uso e continue sendo útil por muitos anos.

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    CRITÍCA: Before I Go entrega melancolia através da arte

    Um jogo do gênero metroidvania sempre é uma experiência única na vivência de um gamer porque independente qual seja o título. Na maioria dos casos sempre entrega algo além, como é o caso de Before I Go. 

    Criado por Jérôme Coppens conhecido por sua larga experiência no mundo de games e sua editora J’s Labratory Before I Go foi lançado em 13 de abril. Disponível para PS5, Xbox Series, Switch e Computadores via loja digital Steam iremos seguir a jornada de uma criança interior em um mundo em ruínas.

    Da minha perspectiva, jogar Before I Go foi uma experiência muito lúdica e também impactante tanto nos elementos visuais quanto de jogabilidade. Somos inseridos em um mundo que não apenas vai te oferecer adversidade, mas a necessidade de se adaptar de acordo com o avanço. 

    Um exemplo bem interessante dessa mecânica de mundo é a expansão da praga ocupando algumas regiões do mapa que irá bloquear a passagem. Isso vai nos incentivar a procurar rotas alternativas, ativar áreas que vão recuar corrupção ou purificá-las para podermos seguir em frente. 

    Um mundo vivo e reativo as suas ações

    Quando temos esse tipo de mecânica é interessante porque torna tudo um pouco mais imprevisível e desafiador além do próprio combate. Geralmente em um metroidvania é muito fácil decorar um caminho, isso se torna repetitivo e esse mundo mais vivo nos faz estar mais alerta o tempo todo. 

    Ainda sobre isso, alguns lugares têm elementos mais clássicos que vão exigir estar com o timing em dia para conseguir acessar. Essa combinação entre passagens,  momentos de usar mais agilidade tornam a vivência no jogo muito mais dinâmica e divertida. 

    O combate também foi outro ponto que me agradou muito pelo nosso personagem utilizar muitos ataques de arremesso de projétil ou efeito de área. Isso também se torna útil para acessar regiões como, por exemplo, uma habilidade de congelar que ao fazer isso podemos avançar mais rapidamente ou acessar algum item de melhoria. 

    Em Before I Go temos as relíquias, o lugar onde realizamos a melhoria de habilidades e também como ponto de viagem rápida. A árvore de habilidades é  simples sendo necessário para nos fortalecemos ter a quantidade de cristais brancos e para aumentos temporários os vermelhos. 

    Acho muito interessante a respeito dos cristais vermelhos que, além da possibilidade citada, criam pontos de salvamento temporários em alguns locais do mapa. Nesse quesito é muito agradável como apesar de não ter nada altamente complexo tudo se torna uma ferramenta útil na sua forma de jogar.

    A respeito dos elementos visuais e sonoros acredito ser importante ressaltar como tudo é digno de pausar um pouco sua jornada gamer e admirar. O design de personagens, a trilha sonora, level design tudo é artisticamente deslumbrante e remete ao que a história está nos oferecendo. 

    Before I Go e a reflexão sobre o fim

    Outro ponto que é digno de todos os elogios é a trama de Before I Go porque não é em todo o jogo  que vamos para uma aventura sabendo que já perdemos. É impactante como essa história usa muito bem seus subtextos para falar sobre a aceitação do fim e o processo que vai levar a essa conclusão.

    Sobre esse tema pensei bastante a respeito de qual fim esse jogo criado por Jérôme Coppens está querendo se referir. Essa história vai nos conduzir nesse questionamento ao longo de toda a aventura pois não sabemos de quem é esse fim, como foi essa existência ou qualquer outra questão que sempre pensamos quando alguém se vai apenas e o tempo está se encerrando, restando  aceitar que pode ter sido só isso ou tudo isso. 

    A minha conclusão é que Before I Go é um dos melhores jogos indies deste primeiro semestre. A combinação entre uma jogabilidade que desafia e uma história que consegue tocar o lado mais sensível do emocional é o que faz games serem artes acredito que esse jogo alcança esse mérito.

    Confira o Trailer de Before I Go:

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