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    O Insulto: Filme libanês é o primeiro do país a ser indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro

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    O Insulto conquistou seu lugar na cerimônia do Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, sendo o primeiro longa libanês na história da premiação na categoria. Além da academia, o filme ganhou o Audience Award da American Film Institute e, pela excelente atuação, o ator Kamel El Basha conquistou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza.

    Há muita raiva na natureza humana e ela pode se alastrar rapidamente como uma epidemia, tomando proporções imensas. É isso que Ziad Doureiri apresenta em seu novo longa que relata a história de Toni, um cristão libanês, que sempre rega as plantas de sua varanda, e um dia, acidentalmente, acaba molhando Yasser, um refugiado palestino. E assim começa um caso de julgamento que toma uma dimensão nacional.

    Segundo o diretor, a inspiração para a criação do roteiro do filme foi uma situação real que aconteceu com o próprio Ziad Doureiri. Em uma discussão com um encanador, o diretor de O Insulto usou as mesmas palavras do filme para ofender o trabalhador. Doureiri disse:

    “O incidente pode ter sido trivial, mas o sentimento no subconsciente não. Quando você diz essas palavras, é porque sentimentos e emoções muito pessoais foram impactadas.” 

    O diretor pediu desculpas ao encanador e quando soube que o homem foi demitido por esta razão, logo entrou em defesa dele.  Assim, Doureiri e Joëlle Touma, co-autora e testemunha ocular da história do diretor, escreveram o roteiro do filme baseado no relato.

    Com uma população total de 6 milhões (dados de 2016), o Líbano tem uma população menor do que muitos estados brasileiros. O país é repleto de contrastes e belezas, com uma produção cinematográfica surpreendente para o tamanho do seu território, contando com inúmeros festivais e mostras realizados anualmente. O Insulto correu o risco de não estar entre os indicados ao prêmio da Academia de Cinema por conta das cenas filmadas em Israel, o que ainda é crime no Líbano, mas graças ao apoio público o filme pode continuar.

    “A atuação de Adel Karam foi um tiro, maravilhosamente disparado, encenado de forma esplendorosa, um trabalho fascinante.” The Hollywood Reporter

    “Um trabalho excelente de explorar as fontes de raiva de ambos os lados sem valorizar nenhum deles.” Indiewire

    “Um filme explosivo.” Variety

    Confira o trailer legendado:

    O Insulto chega aos cinemas brasileiros dia 1º de Fevereiro.

    CRÍTICA – Maze Runner: A Cura Mortal (2018, Wes Ball)

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    Maze Runner: A Cura Mortal é o desfecho de uma trilogia iniciada em 2014 com Correr ou Morrer. Agora Thomas (Dylan O’Brien) e seus aliados precisam entrar na Última Cidade, base da CRUEL, para salvar Minho, que foi raptado nos eventos de Prova de Fogo.

    Desde o início, o longa já evidencia seu tom para o resto da obra, com perseguição frenética no meio do deserto em latas velhas enferrujadas, lembrando visualmente Mad Max: A Estrada da Fúria. Todos os elementos de um bom filme de ação estão presentes, até mesmo os que desafiam as leis da física, como se jogar de um prédio altíssimo e sair de lá como se nada tivesse acontecido.

    Maze Runner desde o início sempre deixou muitas perguntas sem respostas, como o fato das memórias dos jovens serem retiradas para o experimento ou o fato de só ter meninos na clareira até a chegada de Teresa. Mas já era sabido que a franquia seria uma trilogia, então espera-se que até na conclusão a trama responda todas as questões ou a maioria delas. Mas não é isso que acontece; em vez de dar respostas para tantos mistérios levantados anteriormente, o longa insere novos elementos que também ficam sem um desenvolvimento satisfatório e são solucionados de forma barata e conveniente.

    A obra de James Dashner sempre apresentou um potencial gigantesco por causa de sua temática distópica que levanta questionamentos morais e sociais. O território a ser explorado é vasto, mas a adaptação não se aprofunda muito nessas questões e mostra apenas a ponta do iceberg, desperdiçando uma ótima oportunidade, mesmo após o sucesso de Jogos Vorazes. Nem mesmo a polêmica mensagem final de que os fins justificam os meios é capaz de fazer com que o espectador engaje com aquela situação.

    O roteiro faz escolhas erradas, perdendo muito tempo em partes que não agregam nenhum valor e acelera em momentos que pedem um pouco mais de calma para trabalhar as emoções dos personagens quando inseridos em dilemas morais ou situações de risco.

    Mesmo assim, Dylan O’Brien ainda consegue se destacar individualmente, muito pela sua expressividade em cena. Enquanto a atriz Kaya Scodelário tem uma atuação sem brilho e com diálogos poucos inspirados como Teresa, assim como praticamente todas as personagens femininas da trama; com exceção da Brenda, vivida por Rosa Salazar, que ao menos se destaca nas cenas de ação.

    Os vilões Ava Paige e Homen-Rato, vividos por Patricia Clarkson e Aiden Gillen, são triviais e não possuem nada de notável, inclusive a reviravolta ligada a eles é resolvida rapidamente sem criar qualquer sensação de urgência ou preocupação.

    Maze Runner: A Cura Mortal funciona como um filme de ação, garantindo o entretenimento do público, mas falha em sua proposta primária de contar uma história, mesmo com uma duração de quase 2 horas e 30 minutos e um hiato de 2 anos por causa do acidente que Dylan O’Brien sofreu.

    Avaliação: Razoável

    Assista ao trailer oficial:

    A nova produção do diretor Wes Ball chegou aos cinemas no dia 25 de Janeiro. 

    A DC Comics pode ter matando um grande personagem ligado ao Batman!

    O Cara de Barro que tem trabalhado com o Batman e sua equipe desde a fase Renascimento, por quase dois anos, pode ter passado seus últimos momentos tendo uma conversa emocional com Cassandra. A edição revela que Cara de Barro perde controle de seus poderes e de sua mente, crescendo de tamanho e ameaçando Gotham City, precisando do Robin Vermelho, Batwoman, Salteadora e a Morcego Negra para acalmá-lo.

    O descontrolado Cara de Barro é parado após Cassandra Cain colocar um composto químico em seu cérebro, que restaura a aparência humana e a mentalidade ele. Infelizmente quando foi revelado que a cura não era permanente, o antigo vilão, em um momento de partir o coração diz “caras maus não tem finais felizes.”

    A Batwoman, sem dúvida, fez o que achou que precisava ser feito, atirando na cabeça dele com uma arma criada pelo pai dela que foi feita especificamente para matá-lo, caso ele voltasse a ser o Cara de Barro.

    Venom: Vídeo mostra Tom Hardy como Eddie Brock e Michelle Williams como Anne Weying

    Um usuário do Twitter postou ontem um vídeo do set de filmagens de Venom em São Francisco, e dessa vez vemos pela primeira vez – de forma distante – o personagem de Michelle Williams.

    A atriz de Todo Dinheiro do Mundo, dará vida a personagem Anne Weying, ex-esposa de Eddie Brock que se torna a She-Venom nos quadrinhos. Williams recentemente causou uma certa comoção quando disse que a personagem dela não será feita digitalmente, mas não significa que isso não acontecerá em um próximo filme.

    Aqui, é possível ver uma discussão acalorada do casal do lado de fora de um banco.

    A estreia de Venom é prevista para o dia 4 de Outubro de 2018.

    Confira o vídeo abaixo:

    O que você espera do filme solo do Venom? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais:

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    Amazing Spider-Man #794: Revelada a identidade do Duende Vermelho

    Desde que a Marvel provocou a vermelhidão de certo personagem, muitas perguntas foram feitas. Dan Slott correu uma pequena e divertida divergência sugerindo que poderia ser o Mefisto e que isso era tudo relacionado ao casamento da Homem-Aranha. Mas parece que a Casa das Ideias não optou por essa direção.

    Confira abaixo a imagem do Duende Vermelho que a Marvel divulgou no fim do ano passado:

    Essa semana, na Amazing Spider-Man #797 lançada nos EUA, algo está sendo roubado de algum lugar que aparentemente deveria ser muito seguro, o que fará com que o Homem-Aranha enfrente um novo vilão.

    E como muitos já imaginavam, Norman Osborn e Carnificina – o simbionte psicopata – irão se unir. E pelo que conhecemos de ambos, eles realmente possuem uma mente parecida.

    Amazing Spider-Man  #794
    Roteiro: Dan Slott
    Artes: Stuart Immonen
    Capa: Alex Ross
    Preço: US $ 3.99

    E você, o que achou do Duende Vermelho? Deixe seus comentários e lembre de nos acompanhar nas principais redes sociais para ficar por dentro de todas as novidades dos quadrinhos:

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    Anthem: BioWare deve atrasar lançamento para evitar erros como em Destiny 2 e Battlefront 2

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    A BioWare está apostando todas as suas fichas em seu novo game: Anthem; de acordo com um novo relatório da Kotaku, o que sugere que o novo multiplayer de mundo aberto do estúdio por trás de Mass Effect e Dragon Age provavelmente será adiado para 2019.

    A maioria dos funcionários dos dois estúdios de desenvolvimento da BioWare estarem trabalhando em Anthem, os relatórios de Jason Schreier da Kotaku, citando três fontes internas que falaram sob condição de anonimato.

    Embora uma dessas fontes declare que o lançamento oficial para 2018 nunca tenha sido realista, os fatores por trás de um potencial atraso foram acentuados pelo desejo da desenvolvedora de tornar o Anthem um grande jogo, sem os problemas e controvérsias em torno de outros títulos semelhantes, em linha, como Destiny 2 e Star Wars Battlefront 2.

    Além disso, após a recepção desigual do ano passado ao Mass Effect: Andromeda, Schreier relata que há um sentimento entre os funcionários de que o futuro e a identidade da BioWare estão “diretamente ligados ao jogo”.

    Se Anthem for oficialmente atrasado, um lançamento no início de 2019 fará mais sentido, pois isso alinha com o ano financeiro da EA, e é duvidoso que a editora permita novos atrasos que possam causar mais danos ao seu valor de estoque já agitado após o alvoroço que foi durante o lançamento de Battlefront 2.

    Confira um gameplay:

    Curiosamente, o relatório de Kotaku também afirma que o próximo título de Dragon Age foi reiniciado com a intenção de incluir mais elementos “ao vivo” em sua infra-estrutura. Será que termos as famigeradas microtransações também em Dragon Age?

    Anthem será lançado para as plataformas PlayStation 4Xbox One e PC.

    Qual sua opinião sobre um possível atraso no lançamento de Anthem? Deixe seus comentários e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais para mais novidades dos seus games favoritos:

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