Início FILMES Crítica CRÍTICA – Hotel Transilvânia: Transformonstrão (2022, Jennifer Kluska, Derek Drymon)

CRÍTICA – Hotel Transilvânia: Transformonstrão (2022, Jennifer Kluska, Derek Drymon)

Hotel Transilvânia Transformonstrão

Hotel Transilvânia: Transformonstrão é o quarto filme da franquia e será disponibilizado na Amazon Prime Video. O longa tem Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine) e Selena Gomez (Only Murders in the Building) reprisando seus papéis de voz e a direção de Jennifer Kluska e Derek Drymon.

SINOPSE DE HOTEL TRANSILVÂNIA: TRANSFORMONSTRÃO

O Conde Drácula quer se aposentar da gestão de seu amado hotel. Entretanto, ao ver que sua filha Mavis irá comandar os negócios da família com seu marido atrapalhado Loughran, o vampirão acaba surtando e tirando das mãos deles essa possibilidade.

Vendo que a única chance dessa passagem de bastão acontecer seria se transformando em um monstro, Loughran pede ajuda a Van Helsing, todavia, as coisas saem do lugar, gerando uma jornada de transformações sem precedentes.

ANÁLISE

Hotel Transilvânia é o tipo de animação que tem como principal objetivo um entretenimento mais leve com um fundo de reflexão, uma vez que a principal mensagem é a de aceitarmos as diferenças.

Os quatro longas da franquia trabalham com a mesma questão, mudando apenas o cenário e as confusões em que os personagens se metem.

Em Hotel Transilvânia: Transformonstrão temos uma inversão de problemática, uma vez que agora o humano é um monstro e os monstros são humanos e o potencial fica um pouco aquém do esperado.

O longa foca muito no ponto de vista de Drácula como humano e todos os anseios de ser uma pessoa. De fato, os poderes não existem mais, contudo, não há uma profundidade na questão, deixando tudo muito superficial e bobo no roteiro. Nada ali tem algum peso e por mais que seja uma animação para crianças, o longa tinha uma boa oportunidade de impactar mais os adultos que o assistem.

O trabalho de voz dos atores é pouco inspirado, principalmente por conta da perda de Adam Sandler que tinha uma marca bastante pessoal. Andy Samberg e Selena Gomez parecem sem vontade de fazer parte do longa.

Visualmente Hotel Transilvânia: Transformonstrão é colorido, cheio de vida e bonito, mesmo que os traços dos personagens não sejam tão marcantes quanto de outros estúdios. A proposta dinâmica de um humor mais físico funciona, sendo uma boa substituição para a trama rasa que deixa a desejar em diversos momentos.

VEREDITO

Hotel Transilvânia

Com uma trama fraca, mas com bons momentos, Hotel Transilvânia: Transformonstrão não é o mais divertido da franquia, contudo, entrega um entretenimento mais escapista e serve muito para alegrar as crianças que forem assistir.

Nossa nota

3,5/5.0

Confira o trailer de Hotel Transilvânia Transformonstrão:

Inscreva-se no YouTube do Feededigno

Assista às nossas análises de filmes, séries, games e livros em nosso canal no YouTubeClique aqui e inscreva-se para acompanhar todas as semanas nossos conteúdos também por lá!

Artigo anteriorCRÍTICA – Mães x Androides (2022, Mattson Tomlin)
Próximo artigoCRÍTICA | O Livro de Boba Fett – S1E2 The Tribes of Tatooine
Relações-públicas, gremista, nerd, escorpiano e palestrinha. Parece futebolista, pois só vive descendo a lenha. DC é melhor que Marvel, todavia, amamos as duas.