Início FILMES Crítica Noites Sombrias #22 | Rua do Medo – 1978: Parte 2 (2021,...

Noites Sombrias #22 | Rua do Medo – 1978: Parte 2 (2021, Leigh Janiak)

Rua do Medo - 1978 Parte 2 - netflix

Rua do Medo – 1978: Parte 2 é a continuação de Rua do Medo – 1994: Parte 1 e tem em seu elenco Sadie Sink, a Maxine de Stranger Things. Os três longas do projeto são dirigidos por Leigh Janiak.

SINOPSE

C. Berman (Gillian Jacobs) é uma das poucas sobreviventes dos ataques realizados pela bruxa que assola a comunidade de Shadyside. Após receber a visita de Deena (Kiana Madeira) e Josh (Benjamin Flores Jr.), dois outros sobreviventes do ataque recente, Berman agora conta tudo que ocorreu no ano de 1978, no qual um massacre ocorreu em um acampamento, ceifando sua irmã.

ANÁLISE

Rua do Medo – 1978: Parte 2 é um longa que bebe, e muito, da fórmula dos filmes de terror de Jason Vorhees, pois traz um assassino voraz em um acampamento cheio de jovens.

O seu primeiro ato é lento e pouco traz para a trama, tornando o filme sonolento em seus primeiros 45 minutos. O segundo e terceiro atos vão melhorando a medida que om vilão finalmente é revelado e os personagens deixam de ser apenas jovens pedantes e irritantes.

A protagonista Cindy (Emily Rudd), assim como Deena (Kiana Madeira), são irritantes e difíceis de engolir, uma vez que destoam do restante do tom das duas obras. Entretanto, Cindy vai melhorando e se tornando uma personagem interessante, diferente de Deena.

As atuações são boas aqui, com destaque para Sadie Sink que entrega ousadia e força, fugindo do estigma de mocinha em perigo, assim como Emily Rudd.

VEREDITO

Rua do Medo - 1978 Parte 2

Por conta de seu primeiro ato moroso e alguns furos no que foi apresentado na história anterior, Rua do Medo – 1978: Parte 2 é um pouco inferior ao seu antecessor.

Por mais que a trama apresente mais violência gráfica e sexo, por exemplo, o roteiro demora para entrar nos eixos, prejudicando o bom elenco.

Com um texto um pouco mais criativo e soluções mais inventivas, por exemplo, o segundo filme do projeto ousado da Netflix poderia ter sido melhor. Contudo, a experiência continua divertida e com certeza estarei na frente da tv para o ato final.

Nossa nota

3,5/5,0

Confira o trailer de Rua do Medo – 1978: Parte 2:

Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

Artigo anteriorCRÍTICA – Resident Evil: No Escuro Absoluto (2021, Netflix)
Próximo artigoCRÍTICA – Viúva Negra (2021, Cate Shortland)
Relações-públicas, gremista, nerd, escorpiano e palestrinha. Parece futebolista, pois só vive descendo a lenha. DC é melhor que Marvel, todavia, amamos as duas.