Início FILMES Crítica TBT #1 | Footloose – Ritmo Louco (1984, Herbert Ross)

TBT #1 | Footloose – Ritmo Louco (1984, Herbert Ross)

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TBT #1 | Footloose - Ritmo Louco (1984, Herbert Ross)

Ano novo, vida nova! 2019 começou e com ele novos projetos, mas a ideia aqui é na verdade o bom e velho – principalmente velho – filme.

Que atire a primeira pedra aquele que nunca perdeu horas percorrendo o catálogo da Netflix procurando um bom filme para passar o tempo entre uma maratona e outra de suas séries favoritas?

E quando o assunto é “filmes inesquecíveis”, quem não tem uma lista interminável dos famigerados filmes da Sessão da Tarde?

Pensando nisso, resolvemos fazer nossa campanha TBT com alguns dos filmes que marcaram a minha vida e dos colaboradores daqui do Feededigno, mas antes, segue uma breve explicação para quem não é familiarizado com a sigla:

“TBT vem do inglês throwback thrusday, e é uma tendência popular da internet usada entre plataformas de mídia social como Instagram, Twitter e Facebook. Onde os usuários costumam postar nas quintas-feiras, fotos nostálgicas do passado acompanhadas pela hashtag #TBT.”

Por isso, toda quinta-feira teremos aqui no Feededigno um filme indicado por um dos nossos colaboradores, e claro, você também pode nos mandar suas indicações! (só deixar nos comentários).

Confesso que nunca fui um cara nostálgico, e sempre preferi manter a nostalgia na memória. Porém, a campanha TBT do Feededigno me permitiu reviver lembranças da minha infância, quando perdia horas assistindo filmes repetidos pela milésima vez. Vamos combinar que só aí já é muito mais válido que ficar procurando filmes para assistir e não assistir nenhum.

Chega de enrolação e “bora lá” para nossa primeira indicação!

Footloose – Ritmo Louco (Footloose, título original) foi lançado quando eu ainda era um bebê de 1 aninho, mas o filme de Herbert Ross era figurinha carimbada na hora do café quando eu ainda era moleque durante a já citada Sessão da Tarde.

Acredito que o longa faça parte da minha lista por eu sempre ter sido um garoto – e hoje um adulto – TOTALMENTE SEM RITMO! (risos) e sempre achei incrível a habilidade de homens que dançam; e com base em minha minha total falta de entendimento de dança, Kevin Bacon era tipo o Carlinhos de Jesus da época.

Apesar do título nacional ser Footloose – Ritmo Louco, o ritmo do longa de Ross é lento e mostra as dificuldades de adaptação de um jovem de Chicago – Ren (Kevin Bacon) – que se muda com sua mãe para a casa dos tios em uma cidadezinha pacata, do interior dos EUA, liderada pelo Reverendo Shaw Moore, vivido por John Lithgow – um excelente ator desde aquela época – e que luta para manter as boas maneiras e bons costumes de sua comunidade. Em suma: Nada de “sexo, drogas e rock n’ roll”.

Você pode até achar que é perda de tempo assistir um filme de 34 anos, mas se você se propor a curtir a experiência do cinema e tentar não focar na falta de CGI ou do 3D, afirmo que com certeza terá grandes momentos nessa nossa caminhada pela campanha TBT do Feededigno.

Em Footloose – Ritmo Louco, por exemplo, foi divertido relembrar a simplicidade da vida poucas décadas atrás. Além de rever atores em início de carreira e que hoje são famosos e com suas carreiras consolidadas. Como Kevin BaconJohn Lithgow, Dianne WiestFrances Lee McCain e Sarah Jessica Parker de Sexy and The City que está quase irreconhecível.

Além da própria trilha sonora, que conta com clássicos que embalaram toda uma geração. Entre elas temos:

Let’s Hear It for the Boy de Deniece Williams

Holding Out For A Hero de Bonnie Tyler

I’m Free (Heaven Helps The Man) de Kenny Loggins

E claro a música título: Footloose de Kenny Loggins

Footloose teve um remake em 2011 por Craig Brewer e recebeu o título nacional Footloose – Ritmo Contagiante, mas esse fica pra outra publicação.

Confira o trailer original:

Se você quiser conferir a produção original Footloose – Ritmo Louco, ela está disponível na Amazon Prime Video, já seu remake está no catálogo da Netflix

E aí, curtiu a indicação? Lembre-se de voltar aqui depois de assistir para comentar o que achou do filme 😉

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