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    Especial May the 4th: 10 segredos obscuros e bizarros da lore de Star Wars que os filmes esconderam

    Feliz May the 4th! Se você é fã de Star Wars, sabe que hoje é o dia de maratonar os filmes, tirar o sabre de luz do armário e celebrar a galáxia muito, muito distante. Mas aqui no Feededigno, a gente sabe que os filmes são apenas a ponta do iceberg de um universo gigantesco.

    Para a galera que quer ir além dos clichês clássicos da franquia, mergulhamos fundo tanto no Cânone atual quanto no amado Universo Expandido (Legends) para resgatar as histórias mais bizarras, sombrias e fascinantes que os Arquivos Jedi tentaram esconder.

    Prepare o hiperpropulsor: aqui estão 10 segredos da lore de Star Wars que vão bugar a sua mente!

    1. O Arquiteto Fantasma do Castelo de Darth Vader

    Star Wars Day

    O visual imponente e assustador da fortaleza de Darth Vader no planeta vulcânico de Mustafar não foi obra de um arquiteto imperial comum. O castelo foi projetado pelo espírito de Darth Momin, um antigo herege Sith cuja essência sombria ficou presa em sua própria máscara.

    Quando Vader decidiu construir sua base, a máscara de Momin possuiu diversos arquitetos e nativos locais, forçando-os a criar o design exato que o Sith desejava. O formato do castelo não é apenas estético: ele funciona como um gigantesco “diapasão” construído para canalizar a violenta energia do Lado Sombrio direto do núcleo do planeta.

    2. Starweirds: As Assombrações do Hiperespaço

    Se você acha que o vácuo do espaço é vazio, pense de novo. O universo de Star Wars abriga seus próprios “fantasmas”: os Starweirds.

    Essas criaturas são humanóides altíssimos, esqueléticos, com cabelos brancos flutuantes e garras afiadas como navalhas. Eles odeiam profundamente qualquer usuário da Força e costumam aparecer do nada para atacar naves que estão viajando pelo hiperespaço. Como se o visual não fosse aterrorizante o suficiente, eles emitem um grito telepático ensurdecedor capaz de enlouquecer qualquer tripulação.

    3. A Origem Trágica e Sombria do nome “Grievous”

    Star Wars Day

    Antes de se tornar o ciborgue asmático e temido caçador de Jedi, o General Grievous era um guerreiro orgânico da raça Kaleesh, chamado Qymaen jai Sheelal.

    Durante uma guerra brutal em seu planeta natal, Qymaen lutou ao lado de sua alma gêmea, uma feroz guerreira chamada Ronderu. Quando ela foi morta de forma violenta e seu corpo atirado no mar, o guerreiro entrou em uma espiral de depressão e ódio tão profunda que decidiu mudar seu próprio nome. Ele adotou o título de Grievous (que em inglês significa aflitivo ou doloroso), escolhendo carregar o luto eterno por sua amada em sua própria identidade.

    4. Ordu Aspectu: A Seita Apagada pelos Jedi

    Star Wars Day

    Nem sempre os Jedi foram os mocinhos de moral inabalável. Há muito tempo, existiu uma facção extremista chamada Ordu Aspectu, que se separou da Ordem por ser obcecada em prolongar a vida e alcançar a imortalidade.

    A tensão cresceu até que os Jedi ortodoxos invadiram a fortaleza da seita. Durante o combate, o líder da Ordu Aspectu ativou uma máquina misteriosa em um ato de desespero. O resultado foi um clarão absoluto que sumiu com todos os membros do culto instantaneamente. Até hoje a lore debate se eles foram desintegrados ou sugados para uma dimensão paralela. O massacre foi considerado uma mancha tão grande que a Ordem Jedi simplesmente apagou a existência do grupo dos arquivos oficiais.

    5. Mount Sorrow: A Montanha Viva (e Depressiva) de Endor

    A Lua Florestal de Endor não abriga apenas os fofos e mortais Ewoks. No antigo Universo Expandido, o local é lar da bizarra Mount Sorrow (Montanha da Tristeza).

    Trata-se de uma formação rochosa senciente, que possui um rosto gigante, sabe falar e sofre de uma depressão profunda e crônica. A montanha chora ininterruptamente, lamentando sua própria existência. O detalhe mais maluco dessa história é que suas lágrimas possuem propriedades mágicas de cura, o que faz com que aventureiros e habitantes locais escalem o rosto da rocha o tempo todo apenas para coletar a água de seu lamento eterno.

    6. Os Primeiros Mandalorianos eram Alienígenas

    Esqueça os humanos por um momento. A lendária cultura Mandaloriana foi fundada pelos Taungs, uma espécie alienígena de pele cinzenta e guerreira. E a grande ironia da história é que eles eram os habitantes originais de Coruscant, a capital da galáxia!

    Após perderem uma antiga e sangrenta guerra territorial para os humanos primitivos, os Taungs foram banidos para a Orla Exterior. Lá, liderados por um guerreiro chamado “Mandalore, o Primeiro”, eles conquistaram um novo planeta e o batizaram em sua homenagem. A espécie Taung foi completamente extinta ao longo dos milênios, mas seu legado (o design intimidador das armaduras em “T” e o rígido código de honra) foi absorvido por outras raças. É por isso que, hoje, ser Mandaloriano não é pertencer a uma espécie, mas seguir um credo.

    7. Cavaleiros de Ferro: Cristais Jedi Pilotando Dróides

    Star Wars Day

    Os sabres de luz recebem sua energia dos Cristais Kyber, mas a lore de Star Wars possui outros minerais fascinantes, como os Shards. Eles são cristais vivos, sencientes e totalmente conectados à Força.

    Como cristais não possuem pernas ou braços, um Mestre Jedi pouco convencional chamado Aqinos teve a ideia genial (e polêmica) de instalar esses cristais no núcleo de processamento de dróides de combate modificados. Nasciam assim os “Cavaleiros de Ferro”, dróides que empunhavam sabres de luz e usavam a Força através de seus corpos mecânicos. A ideia foi considerada uma heresia tão profana pelos tradicionalistas que a Ordem Jedi excomungou o grupo inteiro.

    8. Projeto Blackwing: O Vírus Zumbi Imperial

    O Império Galáctico nunca teve limites para sua crueldade, mas o Projeto Blackwing foi longe demais. Misturando ciência de ponta com alquimia Sith ancestral, cientistas imperiais tentaram desenvolver uma arma biológica definitiva.

    O experimento deu catastroficamente errado, resultando em um vírus letal transmitido pelo ar e por fluidos. A doença matava o hospedeiro quase instantaneamente, apenas para reanimar os tecidos mortos logo em seguida. Uma nave estelar inteira foi tomada por esquadrões de Stormtroopers transformados em zumbis implacáveis, resistentes a tiros de blaster e bizarramente canibais. Um verdadeiro survival horror no espaço.

    9. Os Inventores do Hiperespaço usavam o Lado Sombrio

    Star Wars Day

    A viagem no hiperespaço é algo comum nos filmes, mas sua origem é puramente trevas. Milênios antes da formação da República, a galáxia foi dominada com mãos de ferro pelo Império Infinito dos Rakata, uma raça alienígena cruel e belicista.

    Eles foram os primeiros a desenvolver a tecnologia de hiperpropulsão, permitindo saltos entre sistemas estelares. O grande segredo macabro dessa invenção é que os motores originais não rodavam a base de combustível comum: eles só funcionavam sendo alimentados diretamente pela energia corrompida do Lado Sombrio da Força, frequentemente usando escravos como “baterias” vivas.

    10. O Jedi Planta que Hibernou por 4.000 Anos

    Mestre Yoda viveu 900 anos, mas isso não é nada perto de Ood Bnar. Ele era um Mestre Jedi da espécie Neti, seres vegetais e metamorfos que evoluíram para ter profunda conexão com a Força.

    Durante um ataque devastador das forças Sith ao seu enclave, Bnar precisava proteger um cache de antigos sabres de luz extremamente poderosos. Sem opções de fuga, ele usou sua biologia única para se enraizar profundamente no solo e hibernar na forma de uma gigantesca e antiga árvore. Ood Bnar permaneceu vivo e imóvel nessa forma por inacreditáveis 4.000 anos, despertando apenas no futuro para se sacrificar em uma batalha final e proteger o legado Jedi.

    Você pode assistir todas as obras do Universo principal de Star Wars e do Universo Expandido da franquia no Disney+.

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    CRITÍCA: ‘Saros’ é o Samsara do universo gamer

    O gênero roguelite é considerado um espaço mais nichado do universo de jogos por sua proposta mais desafiadora. Entretanto, alguns jogos mostram a possibilidade de furar essa bolha, como é o caso de Saros.

    Desenvolvido pela Housemarque, conhecida pelos títulos Nex Machina (2017) e Returnal (2022), teve lançamento para PlayStation 5 no dia 30 de abril. A publicação ocorreu pela Sony Interactive, e até o momento não houve confirmação de chegada a outras plataformas.

    A trama de Saros é sobre o executor Arjun Devraj (interpretado por Rahul Kohli) e a tripulação da Echelon IV em um planeta misterioso chamado Carcosa. Enfrentando criaturas poderosas, em meio a um eclipse misterioso, ele irá buscar respostas para o que houve com a colônia e as expedições anteriores.

    Viva, morra e volte mais forte

    Em Saros morrer é parte da gameplay

    Verdade seja dita, já tinha uma enorme expectativa a respeito de Saros desde o seu anúncio durante o State of Play de fevereiro de 2025. Sempre acreditei que tinha um enorme potencial de entretenimento, história e jogabilidade. Isso sendo atendido conectado a outros pontos positivos foi interessante.

    Independentemente desse lado, o primeiro ponto que me agradou no mais recente título da Housemarque é que consigo ver a experiência ser muito mais acessível. Sendo assim, acredito que Saros tem a possibilidade de agradar tanto um consumidor ávido de roguelike quanto um jogador mais eclético.

    Vemos em Carcosa um universo complexo, hostil e muito desafiador, que vai nos oferecer muita diversão. No entanto, não vai testar a sua paciência enfrentando um Supremo a ponto de ficar frustrado ou perdido sobre o que precisa fazer para seguir em frente.

    Ainda sobre este ponto, a sensação de que o jogo nos encoraja a tentar mais uma vez foi positivamente surpreendente. Além disso, ter uma estrutura de progressão simples ajuda muito a aproveitar o melhor dessa vivência.

    O primeiro ponto de jogabilidade que fica evidente ao jogar Saros está relacionado a como é recompensadora a conclusão de um ciclo. Após a morte de Arjun, vemos o resumo do que foi coletado e já podemos realizar as melhorias que desejamos na trilha de habilidades, que pode ser acessada através do menu Principal.

    Sobre a árvore de habilidades, ela tem foco nas melhorias permanentes dos atributos do personagem, que são a Resiliência (armadura), Domínio (energia) e Ímpeto (proficiência). Além disso, existem melhorias para o ciclo, como, por exemplo, começar com uma chave carcosiana em posse.

    Para essa evolução, é necessário coletar Lucenita, que não tem apenas a função de ser a experiência adquirida, mas também alimenta a arma de energia e a proficiência durante a exploração. Além desse recurso, encontrar Serenidade também é importante para alimentar os desbloqueios permanentes do ciclo, como o citado anteriormente.

    Viva, morra e não desista

    Em Saros somos incentivados a tentar novamente

    Os elementos visuais, como o design dos biomas, são muito bonitos porque exploram sempre as cores frias e nos transmitem a sensação de locais sem vida. Por outro lado, quando surge o eclipse, essa mudança simboliza algo frenético e assustador, e o que mais chamou a atenção é a utilização de cores quentes.

    Além da ambientação, isso também se replica no design das criaturas, que têm um estilo alienígena, mas muito conectado a referências do hinduísmo, e isso também se aplica a outros conceitos do jogo.

    O desempenho é muito satisfatório em termos gráficos, aproveitando os recursos do PlayStation 5, e também na qualidade das cutscenes, seja para a transição ao fim de um ciclo ou para contar a história.

    A respeito do combate, é uma experiência muito intensa, e a grande diversão do jogo é justamente ele ser assim. Portanto, é muito natural ter um confronto com um Supremo, os chefes do jogo, em que um de seus ataques literalmente cobre toda a tela.

    Os confrontos no ciclo são uma combinação de lutas que envolvem controle de grupo e individual, sempre com um mini chefe. Durante o eclipse, essa experiência é amplificada, somos atacados de muitas direções e com o status de corrupção ativo, que diminui a barra de vida.

    Nesse ponto, é importante usar a esquiva, que permite a Arjun ficar intangível momentaneamente, e o escudo em formato de redoma, que também carrega a arma energética ao absorver os ataques. É muito interessante ter mais de uma opção de defesa, principalmente pensando na dificuldade que os inimigos oferecem durante a exploração dos biomas.

    Um arsenal poderoso

    As armas me agradaram muito porque oferecem algumas opções criativas, desde as armas padrão, como pistolas, escopetas e rifles, até um chakram. Todas essas armas têm variações de tipo de dano, munição e condições especiais, como, por exemplo, dano a pontos fracos.

    O conceito de ciclo é a essência do gênero; sendo assim, toda vez que Arjun revive, o cenário apresenta algumas mudanças e rotas diferentes. Entretanto, é muito recompensador que, ao morrer enfrentando determinado obstáculo, não se perca tudo, tornando-se um elemento animador para continuar avançando, explorando e descobrindo.

    Durante esse período, encontramos armas e melhorias no caminho, mas é no eclipse que há um diferencial muito interessante. Quando temos essa mudança de mundo, cada melhoria vem com um efeito adverso que dura enquanto estivermos vivos no ciclo, e a maior dica é escolher as opções com maiores melhorias e acumular o mínimo de perdas.

    Viva, morra e encare a verdade

    A trama é a cereja do bolo na experiência de jogar Saros, e não existe palavra melhor para descrever essa história do que impactante. É uma narrativa que vai usar o horror cósmico como uma metáfora para outros temas.

    Acredito que esse seja o ponto em comum entre Saros e Returnal. Ambas as obras usam os conceitos de um gênero, seja do ponto de vista narrativo ou de jogo, para contar uma história que vai nos empurrar, como jogadores, a pensar sobre o que ela quer conversar conosco.

    Sem revelar os detalhes surpreendentes, foi uma avalanche de emoções à medida que descobri do que se tratavam as camadas dessa trama. Arjun é um personagem que despertou muito meu interesse por ser um homem falho, sendo através disso que surge a busca por uma verdade que irá libertá-lo da maldição desse planeta.

    Saros é uma jogabilidade divertida, um universo muito interessante de explorar, uma narrativa complexa e um excelente trabalho do estúdio combinando todos esses elementos.

    Confira o trailer de Saros:

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    Assassin’s Creed Black Flag Resynced: Vazamento revela mudanças drásticas no mapa

    O Caribe está chamando novamente. Desde que os rumores sobre um remake da aclamada aventura pirata da Ubisoft começaram a circular, a comunidade não fala em outra coisa. Agora, novas informações sobre o mapa de Assassin’s Creed Black Flag Resynced vieram à tona, indicando que a exploração naval que consagrou o jogo original receberá uma atualização massiva para a atual geração.

    Se você passou horas navegando com Edward Kenway a bordo do Gralha (Jackdaw), prepare-se: o escopo do que está sendo construído parece ir muito além de um simples polimento gráfico.

    O que muda no mapa de Black Flag Resynced?

    Resynced

    O jogo original de 2013 já impressionava pelo tamanho, mas sofria com as limitações de hardware da época, o que exigia telas de carregamento constantes entre o mar aberto e as grandes cidades como Havana e Kingston.

    De acordo com os detalhes recentes, o mapa de Black Flag Resynced trará uma experiência totalmente contínua. Aqui estão os principais pontos destacados:

    • Exploração sem interrupções: A transição entre navegar em alto mar, atracar o navio e explorar cidades a pé será totalmente seamless (sem telas de carregamento), utilizando a tecnologia mais recente da engine da Ubisoft.
    • Expansão de ilhas menores: Locais que antes eram apenas pequenos bancos de areia ou ilhas com um único baú de tesouro foram expandidos. Espera-se fauna mais rica, acampamentos piratas dinâmicos e cavernas escondidas com design de níveis mais complexo.
    • Densidade urbana: As cidades principais do Caribe não apenas estarão mais bonitas, mas também mais densas e verticalizadas, oferecendo rotas de parkour mais fluidas e parecidas com os títulos mais recentes da franquia.

    Navegação e clima dinâmico aprimorados

    Além da geografia, o próprio mar do Caribe funcionará como um personagem vivo no mapa. O sistema de clima de Black Flag Resynced promete tempestades avassaladoras geradas proceduralmente. Os jogadores precisarão ler as nuvens e as ondas para evitar trombas d’água que agora podem alterar a topografia da água em tempo real, afetando severamente a jogabilidade durante combates navais.

    O legado de Edward Kenway

    Reviver a jornada de Edward Kenway com a tecnologia atual é um dos pedidos mais antigos dos fãs da franquia. O mapa original já era uma conquista monumental em termos de liberdade, e essa nova roupagem tem o potencial de entregar a fantasia pirata definitiva.

    Ainda aguardamos um anúncio oficial e vídeos de gameplay por parte da Ubisoft para confirmar todos esses detalhes, mas os sinais apontam para um projeto extremamente ambicioso.

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    Sony esclarece polêmica de DRM e “timers” de 30 dias no PS4 e PS5

    A Sony finalmente se pronunciou sobre o novo sistema de DRM. Antes, informações desencontradas deixaram a comunidade em alerta. O problema envolvia cronômetros de bloqueio em jogos digitais do PS4 e PS5.

    Recentemente, usuários notaram um contador de 30 dias nos seus novos jogos. Isso gerou um grande receio na comunidade. Muitos acharam que os consoles exigiriam conexões obrigatórias constantes para validar as bibliotecas.

    A Explicação Oficial da Sony

    Em comunicado ao portal Game File, um porta-voz da Sony esclareceu a situação. Os jogadores podem continuar acessando seus títulos normalmente. No entanto, o sistema agora implementa uma verificação online única após a compra.

    O representante explicou como a nova regra funciona. Segundo ele, uma verificação online única confirma a licença do jogo. Depois disso, não são necessários novos check-ins.

    Na prática, o console valida o acesso apenas uma vez. Após esse processo, o título fica liberado. Ele funcionará livremente enquanto os serviços online da plataforma existirem.

    O Motivo: Combate ao Abuso de Reembolsos

    A Sony não detalhou o motivo da mudança súbita. Porém, a própria comunidade de jogadores já encontrou o padrão.

    Usuários do fórum ResetEra observaram um detalhe. A “licença temporária” de 30 dias vira definitiva após exatos 14 dias. Esse é o prazo limite para pedir reembolso na PlayStation Store.

    Portanto, a medida funciona como uma camada de segurança. Ela evita que usuários explorem o sistema de devoluções indevidamente. O objetivo principal é impedir o acesso ao jogo após o cancelamento da compra.

    O Desafio da Preservação

    A notícia traz um alívio imediato contra os bloqueios constantes. No entanto, ela reacende a discussão sobre a preservação de jogos.

    A exigência de validação inicial atrela o jogo aos servidores da Sony. No futuro, a empresa inevitavelmente desligará a autenticação do PS4 e PS5.

    Se isso acontecer, os jogadores enfrentarão graves problemas. Quem tentar instalar jogos em consoles não validados perderá o acesso às próprias bibliotecas.

    Especialistas em preservação fazem um alerta importante. Medidas como essa são apenas a ponta do iceberg. Afinal, a mídia digital depende cada vez mais de servidores que não existirão para sempre.

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    CRITÍCA: ‘Exit 8’ é uma viagem psicodélica a estranheza

    Jogos estão se tornando muito frequentes no cinema atual, com grandes franquias adaptando seus clássicos para outras mídias. Contudo, não são apenas aqueles mais famosos que ganham espaço na tela grande e Exit 8 é um ótimo exemplo disso. 

    O longa adapta o jogo homônimo desenvolvido pela Kotate Create, sua direção é feita por Genki Kawamura e roteiro de Kentaro Hirase. O lançamento nacional é no dia 30 de abril com distribuição da Paris Filmes. 

    Kazunari Ninomiya, Yamato Kochi, Naru Asanuma, Kotone Hanase e Kotone Hanase formam o elenco. O filme esteve presente no festival de Cannes de 2025 durante a Midnight Screenings. 

    A trama de Exit 8 é sobre um homem preso em um looping temporal dentro de uma estação de metrô. Para que seja possível se libertar é necessário encontrar a saída 8, mas se notar uma anomalia no corredor é necessário voltar, caso contrário retorna ao início. 

    Eu acho interessante que The Exit 8 usa o looping como o seu recurso central da trama mesmo que ele soe como cansativo. Portanto, ao longo de uma hora, trinta e cinco minutos de filme coisas se repetem com mínimas alterações e a grande graça é estar perdido nessa viagem psicodélica.

    A direção usa do minimalismo para criar tensão e isso funciona em boa parte da experiência. Entretanto acaba se tornando previsível a partir de determinado ponto da história o que torna o ritmo mais lento.

    Um convite a um ciclo sem fim

    Utilizando a câmera com pouquíssimos movimentos Kawamura usa pouquíssimos elementos visuais para causar uma sensação de aprisionamento e confia no espectador em se atentar aos detalhes. Isso resulta em um filme que vai exigir um pouco mais de atenção da parte de quem assiste, caso contrário possa se torna uma experiência morna ou entediante.

    A nível de atuação me chamou muito à atuação do protagonista que, apesar de ser um trabalho mais contido, consegue se sair bem. O elenco de apoio acredito que se sai bem por criar a sensação de estranhamento, o que também se reforça por serem personagens sem nome. 

    O que não me agradou tanto foi o roteiro buscar ser tão fiel ao jogo não oferecendo mais contextos dos personagens. Adaptar um jogo para outra mídia sempre vai ser um grande desafio e no caso de Exit 8 acredito que existia o espaço para alguma ousadia neste elemento do filme.

    A conclusão do filme vai ser confusa e causar muito estranhamento porque vai reforçar o conceito de looping estabelecido no começo. Contudo, não acredito que esse desfecho seja uma conclusão frustrante, talvez até uma provocação a nossa vivência de vida cotidiana que vemos tudo se repetir infinitamente e não conseguimos prestar a devida atenção aos detalhes mínimos que vão surgir. 

    The Exit 8 é um filme que vai ser muito aberto a interpretações, podendo ser uma experiência muito entediante, tensa ou até uma reflexão profunda. Contudo, o que não existe sombra de dúvidas é ser um filme que irá provocar alguma reação do seu espectador. 

    Confira o Trailer de Exit 8

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    CRITÍCA: ‘Mãe e Filho’ é um drama intenso

    Filmes que abordam questões familiares sempre geram alguma reflexão interessante. Mãe e Filho, o mais recente longa do diretor e roteirista Saeed Roustaiy (Os Irmãos de Leila) toca nesse tema de uma forma complexa.

    O filme com lançamento nacional no dia 30 de abril, estrelado por Parinaz Izadyar, Payman Maadi e Sinan Mohebi. O longa marcou presença no circuito de premiações sendo indicado à Palma de Ouro, além de ter sido exibido durante o Festival de Cannes em 2025.

    A história do filme Mãe e Filho é sobre Mahnaz e seu filho Aliyar, uma enfermeira viúva e um adolescente que causa muitos problemas. A situação se torna pior quando Mahnaz engata um relacionamento com Hamid e resolve se casar com seu novo namorado. Após um trágico acidente, ela terá que lidar com a perda, a traição e a expulsão de seu filho.

    O que mais gostei desse filme é a direção ser realista, fria, muito intensa e nos coloca no meio do turbilhão de acontecimentos. Saeed Roustaiy vai abordar a culpa, responsabilidade dos personagens principais de uma forma imersiva e a refletir sobre as questões morais contadas na trama.

    O longa em suas duas horas e onze minutos de duração não coloca decisões que seriam moralmente fáceis em sua trama. Além disso, o silêncio é utilizado de forma a valorizar as emoções, inserindo camadas muito profundas aos personagens.

    As atuações por parte de Parinaz Izadyar e Sinan Mohebi são muito sólidas, transmitindo de uma forma muito natural, as questões de seus respectivos personagens. Também é importante elogiar a química de ambos, representando essa relação familiar que é a questão central do filme.

    A direção de Mãe e Filho nos coloca no centro do drama

    A experiência de assistir a esse filme foi muito impactante e se divide no antes e depois dos acontecimentos que mudam a relação dos personagens principais. Em um primeiro momento, temos essa reflexão sobre a vida sobrecarregada de Mahnaz, lidando com trabalho, pressões sociais e ainda com seu filho, que vive seu próprio processo de luto.

    No entanto, o filme não tenta nos conduzir a pensar sobre seus erros e acertos, sequer julgá-la, mas ressalta as dificuldades de sua vida cotidiana. Em resultado do acidente, vemos essa relação desmoronar, pois Mahnaz passa a ver o filho como uma vítima e também um agente causador dessa tragédia, gerando um dilema moral na personagem.

    Por outro lado, também vemos as questões de Aliyar, sua dificuldade em lidar com o processo de luto, a responsabilidade desse evento trágico e o sentimento de solidão em relação à sua mãe.

    Achei a conclusão do filme impactante por ser um desfecho frio, refletindo o realismo de tudo que a trama nos mostra. Esse final propõe uma reflexão dolorosa sobre relações familiares e a complexidade da maternidade diante dos desafios sociais impostos.

    Mãe e Filho é um excelente filme porque não vai apenas nos chocar através do sofrimento de seus personagens centrais. Por outro lado, através de sua forma de contar sua história, nos faz pensar nas questões morais e emocionais que essa narrativa nos provoca.

    Confira o trailer de Mãe e Filho:

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