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    Constantine: City of Demons | Veja o novo trailer do filme animado

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    Dos produtores executivos David S. Gover e Greg Berlanti, o Hellblazer está de volta em uma nova história de mistério, intriga e ocultismo com Constantine: City of Demons, longa-metragem baseado na aclamada série animada da DC e CW Seed. E agora, um novo trailer anunciando a chegada do filme em Blu-ray foi liberado para agitar sua alma. Produzido pela Warner Bros. Animation, pela Blue Ribbon Content e pela DC Entertainment, o filme repleto de ação será distribuído pela Warner Bros. Home Entertainment a partir de 9 de outubro no pacote Blu-ray Ultra HD, no Blu-ray Combo Pack e Digital.

    Matt Ryan, que deu vida a John Constantine na série de televisão live-action da NBC, retorna ao personagem agora na forma animada depois de reprisar o papel em ambas as séries live-action (Arrow, Legends of Tomorrow) e filme de animação (Liga da Justiça das Trevas).

    Aviso para pais e crianças: Constantine: City of Demons é classificado como R devido violência, sangue, imagens perturbadoras e algum conteúdo sexual.

    Confira abaixo o trailer sombrio e demoníaco Constantine: City of Demons:

    A Vice-Presidente de Entretenimento Doméstico da Warner Bros., Family & Animation Marketing, Mary Ellen Thomas disse:

    “Os fãs aguardam por John Constantine com uma sede desenfreada por suas histórias – primeiro na série live-action Constantine e novamente com Justice League Dark. Constantine: City of Demons oferece à Warner Bros. Home Entertainment outra oportunidade para satisfazer o desejo dos fãs por esse personagem em um conto fascinante que fornece uma visão ainda maior de sua história e das situações que ajudaram a criar sua abordagem ao sobrenatural. Estamos especialmente entusiasmados por poder lançar este longa-metragem focado no Constantine que os fãs amam. E ainda mais por estar cheio de extras especiais.”

    ImageM via Warner Bros. Home Entertainment.

    E aí o animados com a nova animação Constantine: City of Demons? Deixe seu comentário e lembre-se de marcar seus amigos que são fãs do Hellblazer.

    O Senhor dos Anéis: Como a maturidade pode mudar nosso olhar em relação aos filmes

    “Lá e de volta outra vez” – Bilbo Bolseiro em O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel

    Considerada um dos luminares da “Alta Fantasia” (subgênero mais imaginativo dentro da Fantasia), O Senhor dos Anéis, é uma série literária composta por três livros, A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei, e criada pelo escritor e professor inglês J.R.R. Tolkien entre os anos 1937 e 1949. No inicio dos anos 2000, a obra foi adaptada para o cinema sob o comando do cineasta neozelandês Peter Jackson.

    A história já é vastamente conhecida entre os fãs do gênero, mas se você não faz ideia do que se trata, segue um breve resumo: Na trama, acompanhamos a saga do hobbit – criaturas de até 1,2m de altura – Frodo Bolseiro (Elijah Wood) em sua jornada para destruir o “Um Anel”, o mais poderoso dos 20 anéis do poder, que anseia voltar para o seu dono, Sauron, O Senhor do Escuro. E para isso, Frodo conta com ajuda de uma sociedade de amigos. Entre eles está Legolas, o elfo (Orlando Bloom); Gimli, o anão (Jonh Rhys-Davies); Aragorn, o guardião (Viggo Mortensen); Gandalf, o mago (Ian McKellen); Boromir (Sean Bean) e os hobbits Merry (Dominic Monaghan), Pippin (Billy Boyd) e Sam (Sean Astin).

    O Senhor dos Anéis é uma obra amada e estudada ao redor do mundo. Sua história é muito cativante, repleta de aventuras e lições de vida, lindas relações de amizade e ótimas cenas de ação. Tudo isso, aliado às tecnologias inovadoras e boa direção, que fizeram os longas se tornarem marcos do cinema e fazendo com que a criação de Tolkien um dos maiores exemplos de sucesso em adaptação cinematográfica de uma obra literária.

    No entanto, mesmo O Senhor dos Anéis sendo uma das narrativas mais incríveis da sexta e da sétima arte, tem muitas pessoas que não gostam do tema por achar muito fantasiosa – uma trama como essa, onde árvores ganham vida e existem criaturas como orcs, nasgûl e trolls, precisa que haja uma grande suspensão da descrença do leitor e espectador para funcionar – ou simplesmente nunca leram os livros ou assistiram aos longas por ter certo preconceito, “eu não vou perder três horas da minha vida vendo um filme cheio de coisas que não existe no mundo real”, frase dita por um colega logo depois da minha indicação de A Sociedade do Anel.

    Além do exemplo de pessoas citada anteriormente, tem aquelas que acabam se decepcionando com a criação de Tolkien por outro motivo: a idade ainda não lhes assegura maturidade e experiência necessária para entender os temas abordados e a maneira como a adaptação cinematográfica revolucionou a sétima arte tanto em termos técnicos quanto na maneira de contar história – exatamente o que aconteceu comigo.

    Meu primeiro contato com essa trama épica foi através do já citado, A Sociedade do Anel, lá em 2012. Depois de tanto ouvir alguns colegas falarem sobre o tal de um mago que luta contra um Demônio do Mundo Antigo, fui à casa de um amigo e pedi o DVD emprestado. Após assistir fiquei me perguntando como as pessoas podiam gostar tanto de um filme longo, parado e sem final – até então não sabia que eram três produções. Depois dessa experiência fiquei longe daquele universo por um bom tempo. Até que em meados de 2015, enquanto dava uma olhada na seção de filmes de uma loja, me deparei com o box da trilogia completa e resolvi comprar.

    Entretanto, essa nova aquisição ficou guardada por mais umas semanas até que tomei coragem, resolvi dar mais uma chance e decidi assistir a todos de uma vez. Ao longo dessas quase dez horas de maratona, as emoções foram diversas: ri, chorei, fiquei tenso e impressionado com a escala das batalhas épicas que preenchia a tela. Todavia, não foi só isso que me impressionou nessa segunda visita à Terra Média, dessa vez eu estava conseguindo enxergar coisas que, três ou quatro anos antes, não notaria, como toda a mensagem que o roteiro passa sobre como a ganância pode destruir o homem, a importância de nunca desistir dos nossos objetivos, bem como a importância das amizades verdadeiras, e tantas outras.

    Quando acabei O Retorno do Rei eu estava completamente empolgado e um sentimento que era um misto de culpa e arrependimento tomava conta de mim por não ter tentado ver os filmes antes, mas, mais tarde, pude perceber como ter dado esse tempo foi bom, pois, com certeza, durante esse período eu consegui acumular vivências e experiências que me ajudaram a entender e interpretar melhor muitas das mensagens que a obra de Peter Jackson nos apresenta, mesmo que “resumindo” a obra de J.R.R. Tolkien.

    Outro fator importante nessa nova percepção foi o fato de ter adquirido certo conhecimento sobre cinema, onde pude abrir meus olhos para o como a trilogia revolucionou essa arte. Todos os efeitos visuais, a computação gráfica – houve o desenvolvimento de um software para criar personagens inteiramente digitais em cenas de batalhas grandiosas, o MASSIVE (Multiple Agent Simulation System in Virtual) –, Performance Capture (Andy Serkis dá um show como Gollum),  a perspectiva, o uso de miniaturas, entre outras.

    O desenvolvimento dos personagens foi um fator crucial para minha mudança de percepção em relação a trilogia. Nenhum dos personagens chegam ao final da mesma maneira que começou. A mudança mais drástica, sem dúvidas, é a de Frodo, o arco dramático dele é incrível e rende alguns dos momentos mais emocionantes de toda a saga.

    O Senhor dos Anéis é um prato cheio para os amantes do High Fantasy, mas também é uma excelente pedida para qualquer cinéfilo, seja ele fã ou não do gênero. Aqui você encontra tudo, roteiro e direção impecáveis, excelentes atuações e trilha sonora, cinematografia excepcional, tomadas aéreas de encher os olhos e figurinos lindos (preste atenção nos detalhes e perceba como tudo foi cuidadosamente planejado). Ademais, a Terra Média é uma das melhores criações da literatura mundial, e a adaptação deixa isso mais claro ainda. É INCRÍVEL! Não é à toa que Tolkien serviu (e serve) de inspiração para muitos autores de fantasia, como C.S. Lewis (As Crônicas de Nárnia) e George R. R. Martin (As Crônicas de Gelo e Fogo).

    Além de tudo que já foi dito, me atrevo a dizer mais. Concordo plenamente com o crítico brasileiro Pablo Villaça quando ele afirma em sua análise que “O Retorno do Rei possui, indubitavelmente, a maior batalha já vista no cinema.”

    Após refletir bastante a respeito de tudo isso, pude perceber como a maturidade e a experiência pode mudar o nosso olhar (e o conceito) em relação a um filme (nesse caso, três!). Hoje, posso dizer que sou uma pessoa mais completa com os ensinamentos e lições dessa obra-prima.

    E para quem achou que tinha ficado órfão depois do encerramento da trilogia lá em 2003, pode ficar animado (ou não), pois a Amazon Studios está desenvolvendo uma série que se passará antes dos eventos do primeiro filme. Além disso, especula-se que o primeiro ano mostre o jovem Aragorn. O programa tem data de estreia prevista para 2021 e já tem roteiristas contratados, JD Payne e Patrick McKay responsáveis por Star Trek 4.

    Leia mais sobre a série da Amazon de O Senhor dos Anéis.

    E você, algum filme já te fez pensar sobre esse assunto? Conta para a gente nos comentários e vamos bater um papo. Se gostou do texto, compartilhe com os amigos em suas redes sociais!

    Star Wars: Episódio IX | Produção começa oficialmente hoje e mais!

    Star Wars: Episódio IX ainda não ganhou um título, mas sabemos que a produção terá início hoje, e enfim veremos o último capítulo da Saga Skywalker, que contará com o retorno do diretor de O Despertar da Força, J.J. Abrams.

    A Lucasfilm ainda não liberou nada para marcar a ocasião (pelo menos, ainda não) mas nós temos algumas imagens dos bastidores, cortesia de John Boyega.

    O ator postou algumas imagens e vídeos em seu Instagram pessoal, que também mostra ele malhando, e dando boas-vindas a nova membro do elenco Naomi Ackie ao set. Também é difícil não notar que Boyega está com um cabelo bem diferente.

    Os Últimos Jedi se mostrou um episódio completamente divisivo para a série, mas o anúncio de que Mark Hamill e Carrie Fisher “retornarão” no Episódio IX, parece um caminho para restaurar a fé dos desiludidos.

    Conte-nos o que você espera da continuação?

    Welcome to a whole new world Naomi Ackie! ??????????

    Uma publicação compartilhada por John Boyega (@johnboyega) em

    Aquaman: Lançado incrível pôster em movimento do filme

    Inspirado na ilustração de Aquaman criada pelos artistas da DC Comics, Ivan Reis, Joe Prado e Marcelo Maiolo, a imagem foi lançada meses antes na capa da edição especial da Comic-Con de Den of Geek.

    O pôster em movimento começa com a ilustração original, e então muda para imagem com os atores dando vida aos personagens, mostrando o elenco com bolhas subindo, dando ao pôster um visual mais aquático. A imagem também mostra o Arthur Curry de Jason Momoa no centro do pôster, pronto para a batalha, com os vilões do filme: Mestre dos Oceanos (Patrick Wilson) e Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II) rodeando o resto dos personagens.

    Confira a imagem abaixo:

     

    Dirigido por James Wan, o novo filme da DC/Warner também conta com as estrelas Amber Heard como Mera, Willem Dafoe como Nuidis Vulko, Temuera Morrison como Thomas Curry e Dolph Lundgren como Nereus.

    E você, está ansioso com o próximo lançamento da DC/Warner? Deixe seu comentário, marque seus amigos e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais!

    Aquaman chega aos cinemas no dia 20 de Dezembro.

    Leia também:

    Aquaman: Traje do Arraia Negra terá sua própria história

    Exterminador do Futuro: Personagens centrais estampam a primeira imagem oficial

    A Paramount Pictures acabou de lançar a primeira imagem oficial do novo Exterminador do Futuro, que será dirigido pelo diretor de Deadpool, Tim Miller.

    Apesar de já termos visto algumas imagens dos bastidores de Mackenzie Davis e Linda Hamilton caracterizada como suas personagens, a imagem mostra o visual da personagem de Natalia Reyes, Dani Ramos. Davis, enquanto isso, dará vida a Grace, que certamente será uma máquina ou um humano ciberneticamente aprimorado, no mínimo.

    A personagem de Hamilton não precisa de introdução.

    O estúdio também anunciou que Exterminador do Futuro ainda sem título, será uma “continuação direta dos filmes originais de James Cameron.”

    Terminator

    X-men: Conheça as 10 melhores histórias nos quadrinhos

    Com mais de 50 anos, os X-Men são uma das equipes mais icônicas da história dos quadrinhos. Desde sua criação, os mutantes se envolveram em sagas próprias (ciclo de histórias seriadas ao redor de um mesmo problema) e também foram engolfados por eventos que abrangiam todo o Universo Marvel (como Guerras Secretas, Invasão Skrull e Era de Ultron). Não faltaram viagens pelo tempo, pelo espaço sideral e por diferentes dimensões.

    Nesta publicação, selecionamos as principais histórias que marcaram os maiores mutantes do planeta, porém vale ressaltar que a ordem é apenas cronológica. Cada uma delas possuem suas qualidades para estarem dentro dessa lista com uma escolha particular. Espero que gostem. Vamos à lista!

    Magneto Triunfa (1963)

    x-Men-Magneto Triunfa
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    A equipe criativa dos Fabulosos X-Men, composta por Chris Claremont, John Byrne e Terry Austin foi a rocha que solidificou muitas coisas importantes para o universo X-Men, tanto canonicamente quanto criativamente. Aqui eles amplificam a ação, promovendo o retorno de Magneto em uma aventura do outro lado do globo, na qual cada personagem tem espaço para ser desenvolvido e cada cena de ação é um salto em relação ao anterior, concluindo com uma tragédia, com o Fera e a Fênix derrotados no gelo da Antártica e o resto da equipe, presumidamente mortos, tentando voltar para casa.

    A Saga da Fênix Negra (1980)

    x-men a saga da fênix negra
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    Escolhida pela entidade cósmica conhecida como Fênix para ser sua hospedeira, Jean Grey obtém poderes quase absolutos. Mas todo esse poder cobra seu preço, e a X-men acaba se tornando alvo dos shiars, uma raça alienígena que pretende destruir a Fênix, e tem seus pensamentos manipulados pelo Mestre Mental, que pretende usá-la para atingir seus próprios objetivos malignos. Com sua mente corrompida, Jean se transforma na Fênix Negra e ameaça consumir o universo. Uma das melhores fases dos X-Men, essa saga enche os olhos com um enredo envolvente que deixa cicatrizes que são sentidas até hoje no Universo Marvel. Emocionante e espetacular, é a melhor história dos X-Men de todos os tempos e o ápice criativo da dupla Claremont/Byrne.

    Dias de Um Futuro Esquecido (1981)

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    Em um futuro devastador, no qual os mutantes foram impiedosamente caçados e exterminados pelos Sentinelas e apenas alguns sobreviventes estão em um campo de concentração. Wolverine é o único dos antigos X-Men ainda livre e ajuda seus companheiros em um plano suicida, lançar a consciência de Kitty Pryde ao passado, mudar os eventos e evitar que aquela tragédia ocorra. É uma das mais notáveis histórias escritas por Chris Claremont. O arco e suas consequências marcam o fim da colaboração entre Claremont e John Byrne.

    Curiosamente esta história foi uma das inspirações para James Cameron criar o Exterminador do Futuro em 1984.

    Deus Ama, o Homem Mata (1982)

    x-men deus ama, o homem mata
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    Originalmente lançada em 1982, com o roteiro de Chris Claremont e arte de Brent Anderson, o reverendo William Stryker, não satisfeito em comandar um grupo de extermínio de mutantes, chamado de Purificadores, se utiliza de passagens bíblicas diante de câmeras de televisão e auditórios lotados para justificar o extermínio de uma raça que, por razões pessoais, considera uma afronta aos desígnios de Deus. Os Purificadores, embora secretos, agem sob a proteção da Cruzada Stryker, um grupo religioso que conta com vários fiéis que compartilham da crença intolerante de seu fundador. É uma das histórias mais poderosas e influentes de Claremont, que serviu como referência para o filme X-Men 2, e que agora recebe um tratamento especial nessa trama, em que são destacados temas polêmicos e que infelizmente nunca estão desatualizados, como o preconceito, o fanatismo religioso, corrupção de poder, entre outros assuntos.

    A Saga da Ninhada (1983)

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    A história principal desta vez é a batalha contra A Ninhada, o Professor Xavier está hospitalizado, inconsciente, batalhando contra si mesmo e uma força descomunal que parece querer surgir enquanto que os X-Men são transportados para o planeta da Ninhada, sem saber que carregam dentro de si ovos da rainha mãe dessa raça, que quando chocados, irão transformar nossos heróis mutantes em soldados d’A Ninhada. Nesta edição, também temos a oportunidade de conhecer um pouco do passado de Xavier, bem como de Magneto. Outro fato interessante é a forma em que os heróis são bem construídos psicologicamente e essa força só vem quando eles percebem que fazem parte de algo muito maior: os X-Men.

    A Era do Apocalipse (1995)

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    O que teria acontecido no mundo se Charles Xavier não estivesse presente para guiar os X-Men? A saga que abalou profundamente o universo mutante em um mundo em que o Professor Charles Xavier foi assassinado antes de formar os X-Men, a humanidade acabou escravizada pelo mutante Apocalipse. Afetando os arcos anteriores, Magneto toma o legado de Xavier para si e se torna o líder dos X-Men. Escrita por Fabian Nicieza e arte de Geraldo Sandoval, a saga afetou todas as publicações dos mutantes na época, que foram alteradas para refletir essa nova realidade.

    Inferno (1996)

    x-Men Inferno
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    Inferno foi um evento que uniu os três títulos mais importantes dos X-Men na época: X-Factor, X-Men e Novos Mutantes. Na trama, os demônios invadem a Terra após um portal ser aberto entre o Limbo e Nova York. Essa invasão demoníaca serviu para fazer com que todos os heróis em Nova York tivessem que lidar com a invasão, enquanto N’astirh fazia um acordo com Madelyne Pryor. No decorrer da história, descobrimos que Pryor realmente é um clone de Jean Grey e quando ela vem a falecer, Jean fica com todas as suas memórias.

    Os Surpreendentes X-Men (2004)

    Os Surpreendentes X-Men
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    Publicada originalmente em Astonishing X-men entre 2005 e 2007, nesta série concebida com maestria por Joss Whedon e John Cassaday os X-men aqui são formados por: Ciclope, Wolverine, Emma Frost, Fera, Lince Negra e Colossus que volta a vida. Os inimigos: Ord, Clube do Inferno e a Sala de Perigo que ganha vida. Kitty Pryde é quem mais conduz a trama. A série conserta rupturas históricas na saga dos heróis e mostra que justamente por serem personagens com falhas e virtudes que os torna, em seu cerne, mais humanos.

    Gênese Mortal (2006)

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    A série dos mutantes vivia de republicar as histórias criadas por Stan Lee e Jack Kirby quando essa edição especial mudou tudo. Len Wein teve a ideia de internacionalizar os X-Men, e o retorno dos mutantes deixou quase toda a equipe original de lado para apresentar um novo elenco: Noturno, Colossus, Tempestade, Banshee, Solaris, Pássaro Trovejante e Wolverine. Convocados pelo Professor Xavier, eles precisam resgatar os heróis originais, presos na ilha viva Krakoa – também um mutante.

    Quatro meses depois, o novo time foi introduzido no título mensal dos X-Men, com Wein dividindo o texto com Chris Claremont, que começava ali dezessete anos como mentor dos mutantes na Marvel Comics. A arte excepcional de Dave Cockrum, um dos melhores designers de uniformes dos quadrinhos, ajudou a elevar ainda mais as novas aventuras da equipe.

    E de Extinção (2007)

    x-Men E de Extinção
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    Os filhos do átomo decaíram o nível no início dos anos 2000, e para mudar isso, o novo Editor-Chefe da Marvel, Joe Quesada, trouxe o aclamado escritor escocês Grant Morrison para orquestrar  uma virada nos X-Men. De cara ele se livrou dos uniformes de super-heróis e os deu um visual homogêneo – clara inspiração dos filmes no cinema. Mas sua maior contribuição foi criar uma ameaça mutante poderosa, enraizada no passado de Charles Xavier, obrigando os heróis a reaprender o que significa ser um X-Men – ao mesmo tempo em que introduz o conceito da “mutação secundária”, mostrando o quanto de espaço criativo ainda havia na série. A arte de Frank Quitely contribuiu para que a nova era dos X-Men tivesse uma grande mudança em sua nova fase.

    E você, é fã dos X-Men? Conhece outra grande história dos mutantes? Deixe sua indicação mais abaixo nos comentários e lembre-se de compartilhar essa publicação com seus amigos em suas redes sociais!