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    Assassin’s Creed: Origins | Game ganhará novo modo e mais!

    Assassin’s Creed é uma daquelas franquias que nunca precisou de muito, como um novo modo, por exemplo. Há tanto a se fazer em seus mundos, tantas missões secundárias e coletáveis que você poderia se ocupar até ficar exausto. Alguns até criticam a série justamente por isso.

    Com uma fan base enorme, a franquia possui fãs que jogam de novo e de novo os mesmos jogos, então é uma função que com certeza alcançaria um grande público, se implementado.

    Bem, se você é fã de Assassin’s Creed: Origin, você pode ter uma razão para voltar ao game. Em um post do Reddit, o Gerente da Comunidade Dominik Voigt deu uma resposta clara quanto ao game ganhar um novo modo. Ele respondeu:

    “O Novo Jogo+ está chegando. Teremos mais informações para compartilhar em breve.”

    Ainda não temos data para nada disso, então podemos presumir que o novo modo chegará em breve. E provavelmente, o game será bem mais difícil, mas o novo modo nos permite manter o loot do modo de jogo anterior. Como eu disse, a série não é conhecida por adicionar um modo após o game ser lançado, então é interessante ver a Ubisoft oferecer um suporte ao game. A desenvolvedora parece ainda ter a intenção de oferecer mais algumas horas de diversão aos jogadores que amaram o último título da franquia, e os fãs com certeza receberão essa notícia com entusiasmo.

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    The King of Fighters ’97: Game ganhará versão para PS4, Vita e PC

    Um dos poucos games que não foram lançados para muitas plataformas no final dos anos 90, foi The King of Fighters ’97, que foi primeiramente um título dos arcades antes de ser lançado para o NeoGeo, Sega Saturno e Playstation (só no Japão).

    Claro que o game foi lançado aqui de forma digital, mas nunca ganhou uma certa projeção mundial que merecia como outros títulos da mesma época, como Street Fighter e Tekken. Mas estamos perto de vê-lo novamente, a SNK anunciou durante a EVO Japão 2018 que o game enfim será lançado para PC, PS4 e Vita no meio do ano, mas novamente, só no Japão.

    Ainda não sabemos quando o game será lançado mundialmente, mas esperamos saber um pouco mais do relançamento/remaster do game, já que a SNK anunciou que o game contará com a versão multiplayer competitivo. Então isso talvez signifique que se o lançamento no Japão for um sucesso, ele vá ser lançado ao redor do mundo pouco tempo depois,afinal a SNK jamais gastaria dinheiro com servidores de luta, se não tivesse a intenção de usá-los.

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    Pantera Negra: Novo Spot para TV mostra mais da trilha de Kendrick Lamar

    Durante a transmissão do Grammy na noite passada, a Marvel Studios compartilhou um novo spot do tão esperado filme de Ryan Coogler, Pantera Negra, com muitas cenas novas de T’Challa (Chadwick Boseman) em cenas de ação.

    O vídeo também mostra um pouco mais da trilha oficial do filme, produzida por Kendrick Lamar e podemos ouvir mais da música intitulada “All the Stars“. O álbum contará com 14 trilhas originais, e entrarão no Itunes e no Spotify em 9 de Fevereiro.

    Confira abaixo o spot intitulado “Let’s Go“:

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    O que você espera de Pantera Negra? Não deixe de acompanhar as notícias do filme. Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais:

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    A Forma da Água: Filme de Guillermo Del Toro pode ter sido plagiado

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    A Forma da Água, novo filme de Guillermo del Toro, que foi vencedor de 6 prêmios internacionais e recebeu 13 indicações ao Oscar, incluindo de Melhor Filme,  foi acusado de plágio pela propriedade de um autor e dramaturgo americano, Paul Zindel.

    Zindel, filho do vencedor do prêmio Pulitzer, emitiu recentemente uma declaração ao jornal The Guardian acusando a fantasia adulta de del Toro – sobre uma zeladora que se apaixona por uma criatura do mar presa em um laboratório – de plagiar a peça de 1969 de seu pai: “Let Me Hear You Whisper” Que também era sobre uma guarda feminina que se apaixona por um ser marinho cativo (neste caso, um golfinho).

    “Estamos chocados que um grande estúdio possa fazer um filme obviamente derivado do trabalho do meu falecido pai sem que ninguém o reconheça e venha até nós pelos direitos devido. Muitas pessoas nos dizem que perceberam semelhanças substanciais. Estamos muito gratos aos fãs de Paul Zindel por terem chamado nossa atenção.”

    No filme de Guillermo del Toro, a zeladora Elisa, interpretada por Sally Hawkins é muda, mas a zeladora de Zindel, Helen, interpretado por Ruth White, embora não seja muda, faz referência a uma falta de fala em seu relacionamento com o golfinho. Outras semelhanças apontadas pela propriedade Zindel incluem ambas as sequências que utilizam alimentos para acalmar a criatura, funcionários do governo planejando estudar o animal e, claro, o protagonista planejando libertar a criatura escondendo-o em um carrinho de roupa. Na acusação também aponta semelhanças em amigos que ajudam a heroína da história com sua trama de fuga e também, como ambas as histórias têm a atriz principal dançando com um esfregão ao som de músicas para a diversão das criaturas.

    Um porta-voz da Fox Searchlight negou as alegações de plágio, afirmando:

    “O sr. Del Toro teve uma carreira de 25 anos durante a qual ele fez 10 longas-metragens e sempre foi muito aberto ao reconhecer suas influências. Se a família Zindel tiver dúvidas sobre este trabalho original, estamos abertos a uma conversa com eles.”

    E aí, o que acha dessa treta? Leia nossa crítica:

    A Forma da Água estreou já no fim do ano passado nos Estados Unidos, aqui no Brasil o filme chega aos cinemas dia 1 de Fevereiro. E você, ansioso para conferir o novo trabalho de Guillermo del Toro? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais:

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    #52filmsbywomen 3 – Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas (2017, Angela Robinson)

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    O filme da vez é Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas. Lançado no mesmo ano que Mulher-Maravilha de Patty Jenkins, o filme passou despercebido em muitos lugares, e certamente merece mais atenção. A direção é de Angela Robinson, produtora, roteirista e diretora de algumas séries de TV já conhecidas como: The L World e True Blood. Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas é a estréia de Robinson na direção de  um filme longa-metragem. A história é baseada na vida do psicólogo Willian Moulton Marston (Luke Evans), responsável pela criação da personagem Mulher-Maravilha/Diana Price. O longa foca em sua vida pessoal, vivendo com sua esposa Elizabeth Marston (Rebecca Hall) e Olive Byrne (Bella Heatcote), a jovem amante do casal, e como a inspiração para a heroína amazona surgiu.

    Apesar de inexperiente na direção, Robinson mostra comando dos assuntos tratados no filme, como lesbianismo, bondage, e poliamor. Os temas são tratados com delicadeza e uma dose de humor que permite ao espectador passar pela experiência junto com seus personagens de forma orgânica e envolvente. Os personagens são bem trabalhados, em grande parte pela atuação do elenco principal, que apresenta excelente química em cena nas diversas situações apresentadas, e todos possuem espaço para brilhar. O destaque fica para a iniciante Bella Heatcote, que atuando frente a experientes como a excelente Rebecca Hall, consegue se expressar bem.

    O filme corrige alguns erros históricos ao explorar a participação ativa que Elezabeth e Olive tiveram na inspiração para a personagem de Mulher-Maravilha, mas falha ao não discutir como todo o crédito da criação é ainda assim oferecido a Willian Marston. Mesmo assim, o espírito de rebeldia e oposição ao conservadorismo que foi parte da carreira e vida dos Marston é bem explorado aqui, pois a narrativa se desenvolve em forma de flashback, quando Marston depõe para a Associação Americana de Estudos da Criança, acusado de imagens sexualizadas e representando lesbianismo e sadomasoquismo nos quadrinhos de Mulher-Maravilha, após muitos anos de sucesso das HQs da heroína.

    Para fãs de Diana Prince e HQs em geral, o filme merece ser visto! Porém, a história é importante e o filme equilibra bem seu drama, comédia e homenagem a personagem, investigando uma história pouco conhecida de forma sólida.

    Confira o trailer Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas:

    E aí, já começou a campanha #52FilmsByWomen? Tem ideia de algum filme nos indicar? Deixe-nos seu comentário e lembre-se de compartilhar esse post com seus amigos.

    O Insulto: Filme libanês é o primeiro do país a ser indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro

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    O Insulto conquistou seu lugar na cerimônia do Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, sendo o primeiro longa libanês na história da premiação na categoria. Além da academia, o filme ganhou o Audience Award da American Film Institute e, pela excelente atuação, o ator Kamel El Basha conquistou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza.

    Há muita raiva na natureza humana e ela pode se alastrar rapidamente como uma epidemia, tomando proporções imensas. É isso que Ziad Doureiri apresenta em seu novo longa que relata a história de Toni, um cristão libanês, que sempre rega as plantas de sua varanda, e um dia, acidentalmente, acaba molhando Yasser, um refugiado palestino. E assim começa um caso de julgamento que toma uma dimensão nacional.

    Segundo o diretor, a inspiração para a criação do roteiro do filme foi uma situação real que aconteceu com o próprio Ziad Doureiri. Em uma discussão com um encanador, o diretor de O Insulto usou as mesmas palavras do filme para ofender o trabalhador. Doureiri disse:

    “O incidente pode ter sido trivial, mas o sentimento no subconsciente não. Quando você diz essas palavras, é porque sentimentos e emoções muito pessoais foram impactadas.” 

    O diretor pediu desculpas ao encanador e quando soube que o homem foi demitido por esta razão, logo entrou em defesa dele.  Assim, Doureiri e Joëlle Touma, co-autora e testemunha ocular da história do diretor, escreveram o roteiro do filme baseado no relato.

    Com uma população total de 6 milhões (dados de 2016), o Líbano tem uma população menor do que muitos estados brasileiros. O país é repleto de contrastes e belezas, com uma produção cinematográfica surpreendente para o tamanho do seu território, contando com inúmeros festivais e mostras realizados anualmente. O Insulto correu o risco de não estar entre os indicados ao prêmio da Academia de Cinema por conta das cenas filmadas em Israel, o que ainda é crime no Líbano, mas graças ao apoio público o filme pode continuar.

    “A atuação de Adel Karam foi um tiro, maravilhosamente disparado, encenado de forma esplendorosa, um trabalho fascinante.” The Hollywood Reporter

    “Um trabalho excelente de explorar as fontes de raiva de ambos os lados sem valorizar nenhum deles.” Indiewire

    “Um filme explosivo.” Variety

    Confira o trailer legendado:

    O Insulto chega aos cinemas brasileiros dia 1º de Fevereiro.