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    Batman – Morte em Família ganha curta interativo da DC Showcase

    Batman – Morte em Família vai ganhar uma nova animação interativa pelo selo DC Showcase onde o espectador vai poder escolher o destino dos Robins.

    Na trama, o Coringa captura Jason Todd, o segundo Robin na hierarquia da Batfamília e o destino do personagem está nas mãos dos fãs.

    A HQ foi considerada polêmica na época de seu lançamento, pois Todd não era querido pelos fãs do Homem-Morcego por conta de sua personalidade forte.

    A DC Comics fez uma votação para confirmar o destino do personagem que teve sua vida ceifada nas mãos do Palhaço Príncipe do Crime, uma vez que o público decidiu pela morte do Robin.

    O curta apresentará três opções para o destino de Todd e de Tim Drake, o Robin Vermelho, marco inédito, pois ele será um dos personagens secundários que terá o destino traçado pelo público.

    Confira o trailer de Batman – Morte em Família que ainda não tem previsão de estreia no Brasil:

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    Emmy 2020: Conheça os indicados da premiação desse ano

    O Emmy 2020 teve seus indicados revelados hoje. O evento foi apresentado pelos atores Leslie JonesLaverne CoxJosh Gad e Tatiana Maslany. 

    Os destaques ficaram para The Marvelous Mrs. Maisel, série original da Amazon Prime Video, que recebeu incríveis 30 indicações.

    Nas categorias de drama, Ozark e Sucession foram indicadas em 18 vezes. The Mandalorian foi a grande surpresa com impressionantes 15 indicações, assim como Watchmen que contou com 11.

    A Netflix e HBO foram destaques em números, somando 160 e 107 nomeações respectivamente, sendo que a Netflix teve 42 a mais que no ano de 2019.

    Confira abaixo a lista completa:

    MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

    Curb Your Enthusiasm
    Disque Amiga Para Matar
    The Good Place
    Insecure
    O Método Kominsky
    The Marvelous Mrs. Maisel
    Schitt’s Creek
    What We Do in the Shadows

    MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

    Christina Applegate (Disque Amiga para Matar)
    Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel)
    Linda Cardellini (Disque Amiga para Matar)
    Catherine O’Hara (Schitt’s Creek)
    Issa Rae (Insecure)
    Tracee Ellis Ross (Black-ish)

    MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

    Anthony Anderson (Black-ish)
    Don Cheadle (Black Monday)
    Ted Danson (The Good Place)
    Michael Douglas (O Método Kominsky)
    Eugene Levy (Schitt’s Creek)
    Ramy Yousseff (Ramy)

    MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

    Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel)
    D’Arcy Carden (The Good Place)
    Betty Gilpin (GLOW)
    Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel)
    Kate McKinnon (Saturday Night Live)
    Annie Murphy (Schitt’s Creek)
    Yvonne Orji (Insecure)
    Cecily Strong (Saturday Night Live)

    MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

    Mahershala Ali (Ramy)
    Alan Arkin (O Método Kominsky)
    Andre Braugher (Brooklyn Nine-Nine)
    Sterling K. Brown (The Marvelous Mrs. Maisel)
    Daniel Levy (Schitt’s Creek)
    Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel)
    Kenan Thompson (Saturday Night Live)

    MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA

    Gail Mancuso (Modern Family)
    Ramy Youssef (Ramy)
    Andrew Cividino e Daniel Levy (Schitt’s Creek)
    Matt Shakman (The Great)
    Amy Sherman-Palladino (The Marvelous Mrs. Maisel)
    Daniel Palladino (The Marvelous Mrs. Maisel)
    James Burrows (Will & Grace)

    MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA
    Schitt’s Creek – “Happy Ending”
    Schitt’s Creek – “The Presidential Suite”
    The Good Place – “Whenever You’re Ready”
    The Great – “The Great”
    What We Do in the Shadows – “Collaboration”
    What We Do in the Shadows – “Ghosts”
    What We Do in the Shadows – “On The Run”

    MELHOR SÉRIE DE DRAMA
    Better Call Saul
    The Crown
    The Handmaid’s Tale
    Killing Eve
    The Mandalorian
    Ozark
    Stranger Things
    Succession

    MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

    Jennifer Aniston (The Morning Show)
    Olivia Colman (The Crown)
    Jodie Comer (Killing Eve)
    Laura Linney (Ozark)
    Sandra Oh (Killing Eve)
    Zendaya (Euphoria)

    MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

    Jason Bateman (Ozark)
    Sterling K. Brown (This is Us)
    Steve Carell (The Morning Show)
    Brian Cox (Succession)
    Billy Porter (Pose)
    Jeremy Strong (Succession)

    MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

    Helena Bonham Carter (The Crown)
    Laura Dern (Big Little Lies)
    Julia Garner (Ozark)
    Thandie Newton (Westworld)
    Fiona Shaw (Killing Eve)
    Sarah Snook (Succession)
    Meryl Streep (Big Little Lies)
    Samira Wiley (The Handmaid’s Tale)

    MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

    Nicholas Braun (Succession)
    Billy Crudup (The Morning Show)
    Kieran Culkin (Succession)
    Mark Duplass (The Morning Show)
    Giancarlo Esposito (Better Call Saul)
    Matthew Macfadyen (Succession)
    Bradley Whitford (The Handmaid’s Tale)
    Jeffrey Wright (Westworld)

    MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA

    Lesli Linka Glatter (Homeland)
    Alik Sakharov (Ozark)
    Ben Semanoff (Ozark)
    Andrij Parekh (Succession)
    Mark Mylod (Succession)
    Benjamin Caron (The Crown)
    Jessica Hobbs (The Crown)
    Mimi Leder (The Morning Show)

    MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA

    Better Call Saul – “Bad Choice Road”
    Better Call Saul – “Bagman”
    Ozark – “Boss Fight”
    Ozark – “Fire Pink”
    Ozark – “All In”
    Succession – “This Is Not For Tears”
    The Crown – “Aberfan”

    MELHOR MINISSÉRIE

    Little Fires Everywhere
    Mrs. America
    Inacreditável
    Nada Ortodoxa
    Watchmen

    MELHOR FILME PARA A TV

    American Son
    Má Educação
    Dolly Parton’s Heartstrings:
    These Old Bones
    El Camino: A Breaking Bad Movie
    Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend

    MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Cate Blanchett (Ms. America)
    Shira Haas (Nada Ortodoxa)
    Regina King (Watchmen)
    Octavia Spencer (A Vida e a História de Madam C.J. Walker)
    Kerry Washington (Little Fire Everywhere)

    MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Jeremy Irons (Watchmen)
    Hugh Jackman (Má Educação)
    Paul Mescal (Normal People)
    Jeremy Pope (Hollywood)
    Mark Ruffalo (I Know This Much is True)

    MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Uzo Aduba (Mrs. America)
    Toni Collette (Inacreditável)
    Margo Martindale (Mrs. America)
    Jean Smart (Watchmen)
    Holland Taylor (Hollywood)
    Tracey Ullman (Mrs. America)

    MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Yahya Abdul-Mateen II (Watchmen)
    Jovan Adepo (Watchmen)
    Tituss Burgess (Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend)
    Louis Gossett Jr (Watchmen)
    Dylan McDermott (Hollywood)
    Jim Parsons (Hollywood)

    MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Lynn Shelton (Little Fires Everywhere)
    Lenny Abrahamson (Normal People)
    Maria Schrader (Nada Ortodoxa)
    Nicole Kassell (Watchmen)
    Steph Green (Watchmen)
    Stephen Williams (Watchmen)

    MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE OU FILME PARA A TV

    Mrs. America – “Shirley”
    Normal People – “Episode 3”
    Inacreditável – “Episode 1”
    Nada Ortodoxa – “Part 1”
    Watchmen – “This Extraordinary Being”

    MELHOR TALK SHOW DE VARIEDADES

    The Daily Show with Trevor Noah
    Full Frontal With Samantha Bee
    Jimmy Kimmel Live
    Last Week Tonight with John Oliver
    The Late Show With Stephen Colbert

    MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO

    The Masked Singer
    Nailed It!
    RuPaul’s Drag Race
    Top Chef
    The Voice

    A apresentação do Emmy de 2020 está marcada para o dia 20 de Setembro, todavia, podemos ter alterações de data por conta do Novo Coronavírus.

    Qual é a sua torcida este ano? Acha que alguém foi injustiçado? Comente!

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    CRÍTICA – The Umbrella Academy (2ª temporada, 2020, Netflix)

    The Umbrella Academy está de volta! A série dos desajustados super-heróis estreia no dia 31/07, mas nós do Feededigno já assistimos! Confira o que achamos!

    Atenção! O texto abaixo contém spoilers da primeira temporada, ou seja, leia por sua conta em risco!

    Sinopse da 2ª temporada de The Umbrella Academy

    The Umbrella Academy

    Depois dos acontecimentos da primeira temporada, Cinco (Aidan Gallagher) envia o grupo para os anos 60. Contudo, não foi apenas o grupo The Umbrella Academy que foi ao passado e, também, o iminente apocalipse. Agora, eles devem tentar solucionar este indigesto problema.

    ANÁLISE

    The Umbrella Academy

    Quando o primeiro trailer do segundo ano do seriado saiu, confesso que fiquei um pouco receoso quanto a utilização da problemática do apocalipse novamente.

    Contudo, a segunda temporada de The Umbrella Academy conseguiu ir além de sua premissa, apresentando novas problemáticas em suas histórias secundárias que encorpam ainda mais a trama, deixando os personagens mais complexos.

    Ao apresentar questões que tem uma gigantesca relevância em tempos contemporâneos como racismo, homofobia e abandono paterno, a série consegue ir além do que já foi proposto em 2019.

    Luther (Tom Hopper), Diego (David Castañeda), Alisson (Emmy Raver-Lampman) e Ben (Justin H. Min) foram ainda mais aprofundados, ganhando camadas interessantes as suas personas.

    Os demais funcionam muito bem e continuam dando bastante dinâmica ao grupo desajustado.

    Todavia, Cinco continua sendo um personagem sem evolução, pois seu arco continua praticamente igual ao do ano anterior.

    A missão de ser o mensageiro do apocalipse o persegue e mesmo que tenha um aprofundamento nos aspectos de culpa por parte do herói, não vemos uma mudança significativa.

    As adições de novos personagens foram de suma importância para que tudo funcione. Todos eles são excelentes e não estão à toa.

    Sissy (Marin Ireland), Raymond (Yusuf Gatewood) e Lila (Ritu Arya) estão lá para dar dinâmica à história, tornando os personagens de seus arcos ainda mais relevantes dentro das suas propostas. Os trigêmeos trazem aquela referência bacana de Dark, pois são muito semelhantes ao personagem misterioso da série alemã. A Comissão também é relevante no papel de antagonista e aqui é menos repetitiva como na primeira temporada com Hazel e Cha Cha, interpretados por Cameron Britton e Mary J. Blidge.

    Questões técnicas

    The Umbrella Academy: Conheça os personagens da nova série da Netflix

    Ao inserir a trama nos anos 60 no sul estadunidense, The Umbrella Academy coloca junto artifícios interessantes no roteiro, pois ao colocar um elenco diverso, consegue dar mais ênfase em questões sociais relevantes.

    Na época existia a segregação, movimento que separava negros e brancos, algo que fez com que Alisson ganhasse ainda mais importância dentro do seu arco.

    Além disso, tivemos também a questão da homossexualidade sendo abordada de forma suave, algo que também era e, infelizmente ainda é, considerado uma doença por uma parcela da sociedade, algo que é ainda mais reforçado no Texas por sua cultura extremamente religiosa.

    A ambientação está excelente, com figurinos coloridos, tons mais foscos de fotografia que deixam as cenas com um aspecto de vanguarda, destaque principalmente para o figurino hippie de Klaus (Robert Sheehan) e sua seita.

    A trilha sonora continua sendo um dos pontos fortes da série, pois mistura músicas mais antigas com as atuais, pautando a fusão entre o momento em que os heróis vivem e seu deslocamento temporal.

    A direção continua excelente, principalmente quando se trata das cenas de ação, visto que temos elementos de outras séries da Netflix como Demolidor e suas cenas de plano sequência em corredores, marca forte do canal de streaming.

    VEREDITO

    The Umbrella Academy

    The Umbrella Academy melhorou muito em sua segunda temporada.

    Com temas mais complexos e um roteiro muito bem amarrado, entrega uma excelente experiência para os fãs da série e se consolida como uma das melhores do catálogo da Netflix.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer:

    Lembre-se de voltar aqui após assistir a nova temporada para deixar seus comentários e sua avaliação!

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    CRÍTICA – O Chalé (2020, Veronika Franz e Severin Fiala)

    O Chalé (The Lodge, título original) é o novo longa dos diretores Veronika Franz e Severin Fiala, responsáveis por Boa Noite Mamãe (2014) e está disponível on demand.

    SINOPSE

    The Lodge

    Richard (Richard Armitage) é pai de Aidan (Jaeden Martell) e Mia (Lia McHugh) e após um acontecimento trágico, decide levar seus filhos para um chalé com a sua nova namorada, Grace (Riley Keough).

    Entretanto, as coisas começam a ficar estranhas quando Richard tem que voltar à cidade para negócios, deixando-os sozinhos.

    ANÁLISE

    The Lodge

    Veronika Franz e Severin Fiala tem uma forma bem peculiar de contar histórias, visto que em sua assinatura costumam levar o tempo que for preciso para desenvolvê-las.

    Dito isto, O Chalé não é um filme para qualquer pessoa, pois tem um ritmo bastante lento.

    A proposta é ir a fundo da psiquê de seus personagens, algo que já foi visto em seu antecessor Boa Noite Mamãe.

    Assim como o longa de 2014, os personagens possuem uma complexidade ímpar, possuindo motivações ambíguas, sendo muito mais intensos do que os filmes usuais de terror.

    Dessa forma o filme nos mostra que cada passo não é tão óbvio assim, mesmo que a obra seja muito próxima de outras icônicas no gênero como O Iluminado (1980), Os Outros (2001) e Hereditário (2018).

    Ao beber destas fontes, O Chalé consegue misturar algumas premissas, pois une o sobrenatural ao crível por meio da fantasia.

    DIREÇÃO E ATUAÇÕES

    O longa possui aspectos técnicos que o deixam inquietante, visto que a utilização de uma lente grande angular, com cenários apertados e escuros nos deixa desconfortáveis, ainda mais que isso é amplificado com a trilha sonora que nos deixa ainda mais tensos.

    As atuações são excelentes, pois os protagonistas mudam suas características o tempo todo por conta de uma situação quase que impossível de solidão e nenhum auxílio.

    A elaboração é magnífica, mesmo que sua trama comece de forma completamente furada com uma ideia incoerente do personagem de Richard Armitage.

    Aliás, se o filme tem problemas, esse de fato seria o único mais gritante, pois um pai de família que deixa os filhos com uma completa estranha, mesmo sabendo que eles a odeiam é uma péssima ideia e que é de difícil compreensão por parte do público.

    Todavia, se isso passar para você, como passou para mim, O Chalé acaba sendo um excelente thriller psicológico com um auto grau de complexidade.

    VEREDITO

    The Lodge

    Com um elenco afiado, boas cenas e técnicas de direção, o filme tem uma excelente atmosfera, pois mostra tudo o que há de melhor no gênero de terror psicológico. Porém, com ritmo lento e premissa no mínimo rasa, O Chalé não é um filme para todas as pessoas.

    4,5 / 5,0

    Confira o trailer:

    E você, gostou do filme? Deixe sua nota e opinião!

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    CRÍTICA – Neversong (2020, Atmos Games)

    Neversong é um jogo desenvolvido pela Atmos Games e publicado pela Serenity Forge para iOS, Linux, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One. Neste jogo de aventura, assumimos o controle de Peet que acabar de acordar de um coma e descobre que sua namorada não está em lugar algum, além de descobrir que os adultos são zumbis aprisionados.

    Com isso, você vai sair em uma estranha jornada para descobrir o que aconteceu com sua namorada e a verdade sobre o passado de Peet – que vai contar com a ajuda de seus amigos peculiares junto ao seu fiel pássaro de estimação – nessa assustadora fábula onírica.

    ANÁLISE – Parece ser uma animação do Tim Burton, mas sem carisma

    A jogabilidade é bem simples típica de jogos de ação e aventura, sem nenhuma inovação, mas que não diminui as horas de diversão durante toda a jogatina.

    Conforme você for avançando o jogador terá que solucionar diversos quebra-cabeças para avançar para a próxima fase, mas fique tranquilo pois são bem simples e fáceis de serem resolvidos.

    Ao finalizar uma fase, o jogador será recompensando com notas de piano, que servem para você tocar o piano e desbloquear equipamentos como taco de baseball e skate, por exemplo, que serão de grande importância para avançar no game e zerá-lo.

    Neversong tem uma direção de arte excelente com cores maravilhosas e com um mundo que parece ter tido uma forte influência das animações do diretor Tim Burton. Apesar da influência, infelizmente, os personagens não tem o mesmo carisma de Jack Skellington (O Estranho Mundo de Jack), por exemplo.

    Embora a trama seja bem simples e ter um quê de Tim Burton, fiquei confuso em relação ao final. O que certamente merece uma nova investida para prestar mais atenção em alguma ponta solta que possa ter deixado passado despercebido.

    Trilha Sonora – Uma trilha sonora relaxante e agradável

    A trilha sonora composta por Thomas Brush, criador do jogo, é extremamente agradável, pura, relaxante e melancólica. Esse estilo relaxante muda apenas quando você enfrentar um chefe de fase mudando para uma trilha mais frenética o que deixa o game mais empolgante. O mais legal é a mistura de sons de instrumentos com os da natureza.

    PONTO NEGATIVO – Uma tela de loading que é quase um coma de tanta espera

    O game brilha em tudo desde o enredo, jogabilidade, trilha sonora e puzzles. Contudo, sua tela de loading é quase um coma de tanta demora e de fato esse foi único ponto negativo em que o game deixou a desejar.

    Essa tela de carregamento dura em torno de um minuto, isso só para você avançar para outro ambiente do game. Em certo momento, achei que o jogo havia travado.

    Achei estranho um game independente nesse porte de qualidade falhar em um detalhe tão pequeno que é imprescindível para que o jogador tenha uma ótima experiência durante a jogatina.

    VEREDITO

    Neversong é um ótimo jogo de aventura que soube tirar proveito de um bom enredo, mas que não deixa resposta clara ao seu final. Mesmo que o jogo tenha uma curta durabilidade – cerca de três horas – vai agradar quem procura um jogo curto para ser finalizado.

    O game está localizado com legendas em Português-BR. O que é ótimo para quem não tem o inglês afiado.

    Apesar de oferecer uma curta experiência, não deixa de ser um ótimo entretenimento que com certeza vai agradar quem aprecia jogos repletos de mistério, bizarrice e com um toque de fábula sombria.

    Assista ao trailer:

    E você, já jogou Neversong? Deixem sua nota e opinião! O game está disponível para iOS, Linux, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One.

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    Cyberpunk 2077: Jogadores poderão fechar o jogo sem completar missão principal

    Cyberpunk 2077 da CD Projekt Red se tornou um dos games mais esperados da atual geração de consoles, e tudo que os desenvolvedores mostraram sobre o título se mostrou a razão; ele é tão ambicioso quanto o game que insanamente ambicioso The Witcher 3: Wild Hunt.

    Os desenvolvedores se dedicaram corpo e alma para fazer de Cyberpunk 2077 um dos melhores games até o momento, e essa é uma das muitas razões do game estar levando um tempo para chegar as lojas. Além disso, a CD Projekt Red continua adicionando novas funcionalidades que farão a espera valer a pena.

    Uma das novas funções que serão apresentadas em Cyberpunk 2077, provavelmente vai contar com uma mecânica que mudará tudo, e permitirá que os jogadores finalizem o game sem ter que completar a missão principal. Isso mesmo, você não leu errado.

    Em uma entrevista recente ao site polonês Spider’s Web, o Designer de Missões de Cyberpunk 2077, Pawel Sasko explicou que essa nova funcionalidade vem com a experiência de The Witcher 3: Wild Hunt, e é o que por fim, os fizeram repensar sua aproximação aos sub plots:

    “Nós construímos a estrutura de Cyberpunk baseado nas conclusões que tiramos de The Witcher 3. The Witcher tem uma história principal e missões secundárias que surgem a partir da principal, e isso foi nossa estrutura principal. Então, na estrutura de Cyberpunk nós temos essa linha principal, que serve como o início, nossa história principal com diferentes subplots que a rodeiam, que podem ser iniciadas de várias formas. Esses subplots nos permitem fazer algo que nós nunca fizemos antes – eles mudam o plot principal do game e eles estão fazendo isso de uma forma que você pode nem terminar o plot principal, mas finalizar o game e ter um epílogo completamente diferente do que um jogador que fez escolhas diferentes, conheceu personagens diferentes e formou relações com eles.”

    Ter um final baseado nas decisões causa uma sensação incrível ao jogador, e parece que os desenvolvedores da CD Projekt RED pensaram nisso.

    Cyberpunk 2077 será lançado em Novembro, então nós temos que esperar um pouco mais para ver se essa ideia inovativa realmente se desenrolará como esperado.

    Na megacidade mais perigosa do futuro, você de verdade, não é o suficiente. Se torne V, um mercenário cyber-melhorado após um implante único – a chave para a imortalidade. Customize seu ambiente cibernético e suas habilidades e explore a vasta cidade do futuro obcecada com poder, glamour e modificações corporais. As escolhas que você faz determinarão a história e como o mundo ao redor de você se desenrolará.

    Cyberpunk 2077 será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC no dia 19 de Novembro.

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