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    Gárgulas: Criador quer voltar à série, mas não como um reboot

    Gárgulas foi um dos desenhos mais inovadores dos anos 90, um épico de fantasia sombrio, vasto e com toques de Shakespeare que, por acaso, foi produzido pela Disney. Em uma entrevista recente, o co-criador Greg Weisman discutiu o que ele faria com o programa se ele pudesse continuar em 2020.

    Weisman falou sobre o legado e o impacto de Gárgulas na animação moderna em uma entrevista à Polygon. Quando perguntado sobre oportunidades hipotéticas para o programa que poderiam ser concedidas pelo Disney+, ele comentou:

    “Eles [Disney] gostariam de reiniciá-lo, como fizeram com Duck Tales, com grande sucesso e grande efeito. E essa não é minha primeira escolha. Não estou dizendo que recusaria, mas tenho muito orgulho do trabalho que fizemos e acho que não precisa de uma reinicialização.”

    No entanto, Greg Weisman também sugeriu que ele estaria aberto a fazer uma continuação do programa, embora muito mais próximo das duas primeiras temporadas do que da terceira, amplamente ignorada, com o subtítulo The Goliath Chronicles. Em vez de reiniciar a franquia:

    “Eu gostaria de mais temporadas. E em um mundo com um serviço de streaming, onde você tem 65 episódios, eu veria isso como a 3ª temporada de Gárgulas. Mas essas decisões não são minhas.”

    Gárgulas apresentava um clã medieval de gárgulas escocesas que existem como estátuas de pedra durante o dia, mas ganham vida à noite. Depois de serem adormecidas em seu estado de pedra por um feitiço, os seis sobreviventes são despertados milênio depois na cidade de Nova Iorque.

    O clã, especialmente seu líder Golias (Keith David), encontra um aliado na detetive da polícia de Nova Iorque, Eliza Maza (Salli Richardson), e deve enfrentar um bilionário manipulador chamado David Xanatus (Jonathon Frakes).

    Desde o seu cancelamento, Gárgulas ganhou muitos fãs por seus personagens memoráveis, elementos shakespearianos e longos arcos de histórias, além de um elenco de dublagem que incluía vários atores de Star Trek.

    Todas as três temporadas da animação estão disponíveis no Disney+.



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    CRÍTICA – O Expresso do Amanhã (1ª temporada, 2020, Netflix)

    O Expresso do Amanhã, nova série da Netflix, homônima do filme de 2013 do diretor Bong Joon Ho (Parasita) estará disponível no dia 25 de Maio no catálogo da gigante do streaming.

    Fundo do Trem: História

    Após causar uma segunda era do gelo na Terra, os humanos mais ricos compram passes para sobreviver no trem do Sr. Wilford e ser o que sobrou da sociedade, visto que estão vagando pelo mundo até o fim de seus dias. 

    Contudo, um grupo de pessoas menos abastadas luta pelo seu espaço nos vagões e acaba se juntando à elite, causando conflitos que perduram por sete longos anos. 

    Meio do Trem: Análise

    O filme do Expresso do Amanhã em 2013 teve uma trama com pontas soltas, contudo, o seu miolo era superficial em relação a todo o processo envolvendo o funcionamento dos vagões. Os personagens eram caricaturas e se expressavam de formas bem estranhas, colocando uma figura messiânica e mítica na persona do Sr. Wilford, o grande salvador da humanidade.

    Na série, temos a questão do ícone, quase um Deus, todavia, o recurso é utilizado de forma ainda mais sobrenatural, pois os cidadãos pensam em seu líder e não questionam o que ele faz, algo que desperta atenção do espectador.

    A luta de classes é algo muito bem explorado no programa. O fundistas são a base, a escória e sofrem as consequências de terem conquistado seu lugar na base da força, com os piores alimentos, sem água e luz, apenas sobrevivendo e tentando se rebelar nas oportunidades em que a elite está de guarda baixa. 

    Os terceiristas são completamente alheios ao que os cerca. Por serem responsáveis pelos serviços, principalmente o prazer e serviços essenciais. São importantes no sistema, todavia, sofrem com preconceito dos dois extremos.

    A elite é corrupta, fútil e alheia ao sofrimento das demais castas. São prepotentes e vivem como se nada tivesse acontecido, apesar de serem os principais responsáveis pelo desastre que condenou a humanidade. A grande sacada é mostrar que por terem muito poder e dinheiro “merecem” estarem vivos e sendo servidos pelo que restou.

    Infelizmente as subtramas são ruins e não conseguem nos manter atentos e interessados em Expresso do Amanhã. A estrutura da série é cadenciada e intrincada justamente pelas tramas secundárias que atrasam o clímax da série.

    Por ter dez episódios de cinquenta minutos cada, Expresso do Amanhã peca demais na questão de ser arrastada, apresentando elementos interessantes de verdade nos seus episódios finais.

    Personagens de destaque

    Layton (Daveed Digs): um dos protagonistas da trama, tem uma personalidade forte e é um líder revolucionário. A atuação de Daveed Digs é funcional, mas nada brilhante.

    Melanie (Jennifer Connelly): um dos maiores destaques da trama pela atuação forte, Jennifer Conelly é a alma de Expresso do Amanhã. Sua protagonista é poderosa e meiga ao mesmo tempo, uma vez que tem muita autoridade e lidera na base da ordem e do medo.

    LJ (Annalise Basso: principal destaque da série, LJ é perigosa e insana. Sua dualidade é algo admirável e a atuação de Annelise Basso é excelente, a personagem tem algumas escorregadas por conta do roteiro, entretanto, a atriz faz um trabalho muito competente.

    Cabine do Mr. Wilford: Veredito

    Expresso do Amanhã: Netflix divulga trailer eletrizante da nova série com Jennifer Connelly

    Com tramas secundárias monótonas, mas bons personagens, Expresso do Amanhã tem muito a evoluir como produto, porém, caso tenha uma segunda temporada, pode nos apresentar algo novo e que consiga desenvolver boas histórias.

    Confira o trailer de Expresso do Amanhã:

    Lembre-se de após assistirem a série, deixar sua avaliação e opinião nos comentários!

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    Little Fires Everywhere | Primeiras impressões da série (Hulu/Amazon)

    Um suspense arrebatador e duas atrizes de peso: esses são os diferenciais de Little Fires Everywhere, série do Hulu que será distribuída internacionalmente pela Amazon Prime Video a partir do dia 22 de Maio.

    Baseada no best-seller homônimo escrito por Celeste Ng, Little Fires Everywhere aborda as a história de Elena (Reese Witherspoon), a típica mãe exemplar com quatro filhos e uma casa perfeita. Ela se compadece por uma mulher recém-chegada na cidade chamada Mia (Kerry Washington) e resolve alugar uma casa para essa estranha.

    Sem ao menos perceber, Mia vai tomando cada vez mais espaço na vida de Elena – e na intimidade de sua família – se tornando a peça-chave de acontecimentos que fogem da realidade da pequena cidade de Shaker.

    A Amazon Prime Video nos disponibilizou três dos oito episódios da série e, mesmo sem ter assistido a toda a temporada, é possível perceber que ela possui um potencial imenso em sua criação.

    Com um incêndio criminoso na casa de Elena como estopim da trama, o enredo se desenrola em um estilo whodunit refazendo os acontecimentos e ampliando o leque de culpados pela tentativa de homicídio.

    LITTLE FIRES EVERYWHERE | Primeiras impressões da minissérie do Hulu/Amazon Prime Video

    Além da busca pelo culpado, acompanhamos a construção das personagens Elena e Mia em suas interações de empatia e repulsa. A necessidade de Elena em criar um personagem, e a de Mia em se esquivar das pessoas, torna o relacionamento das duas uma dinâmica de partida de xadrez: a cada novo movimento, um dos jogadores pode perder a partida.

    Os dramas secundários que envolvem os filhos de ambas as mulheres também são interessantes. Com cinco crianças – e adolescentes – envolvidos, há inúmeros acontecimentos simultâneos que levam as mães ao desespero.

    Por não se tratarem de crianças (como em Big Little Lies, outra minissérie que Witherspoon faz parte), os dramas pessoais são mais dinâmicos e garantem situações longe dos “olhos” da família.

    LITTLE FIRES EVERYWHERE | Primeiras impressões da minissérie do Hulu/Amazon Prime Video

    Todo o embate entre pobres e ricos é outro elemento interessante abordado pela série. O roteiro de Liz Tigeelar busca deixar em evidência a discrepância entre a vida das pessoas de cada classe social, tornando complexos os embates entre certo e errado, e flexibilizando o entendimento de que regras que são seguidas à risca podem evitar desastres.

    As atuações de Reese Witherspoon e Kerry Washington são incríveis. Ambas atrizes são premiadas e ovacionadas pela indústria. O fato delas terem escolhido adaptar essa obra (as atrizes são também produtoras da série), torna todo o projeto ainda mais significativo e suas atuações vibrantes e imponentes.

    Little Fires Everywhere estreia no dia 22 de Maio na Amazon Prime Video e, assim que tivermos acesso ao restante dos episódios, traremos nossa crítica completa aqui no Feededigno. Fique ligado!

    Assista ao trailer legendado:


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    Hulk Azul: Versão cósmica de Banner o tornou ainda mais forte

    Ao longo dos anos, o Hulk assumiu várias formas. Muito além da potência de sua versão verde, Bruce Banner se transformou no Joe Fixit cinza, no maníaco Maestro do futuro e o verdadeiro malvado Devil Hulk.

    Seu antigo adversário General Thunderbolt Ross se transformou no Hulk Vermelho. Enquanto todas essas formas do Hulk são poderosas, uma das formas mais fortes do personagem veio com sua transformação de curta duração no Hulk Azul.

    Nas páginas de Capitão Universo / Incrível Hulk # 1, o alter-ego de Bruce Banner recebeu uma atualização de poder cósmica quando ele se uniu brevemente ao Uni-Power.

    Enquanto essa versão teve um breve período de tempo, o Hulk estava em uma de suas formas mais fortes quando ele estava ligado ao poder do Capitão Universo, e ele fez se provar isso.

    crossover Capitão Universo envolve a ligação do Uni-Power com uma série de heróis de todo o Universo Marvel. O Uni-Power é um poder cósmico que emana da Força Enigma e é conectado ao Microverso. É uma força sensível para o bem que se liga a indivíduos dignos e concede poderes cósmicos divinos a eles, permitindo que eles se tornem o Capitão Universo.

    Ao longo dos anos, o manto do Capitão Universo foi transmitido para muitas pessoas, variando de pessoas normais a ícones da Marvel, como Homem-Aranha e X-23.

    Nesta história em quadrinhos, Bruce Banner se torna o hospedeiro involuntário da Uni-Power enquanto tenta (e falha) ser deixado sozinho em um terreno baldio congelado.

    Tendo-se pego em uma armadilha, Banner sai apenas para se encontrar com uma segunda voz invadindo sua mente. Felizmente, o Uni-Power é uma presença racional capaz de acalmar a natureza violenta do Hulk.

    Quando o Uni-Power se une ao Hulk, a natureza intelectual calma de Banner tenta descobrir o que está acontecendo com o Uni-Power, enquanto a persona de Hulk está controlada. Mas, como se vê, o Uni-Power é realmente quem precisa de assistência.

    Seu poder tem flutuado e agido de maneira diferente, por isso precisa da ajuda de Banner para localizar um cientista chamado Doutor Wiles para ajudá-lo a descobrir o que a está atormentando. No entanto, Wiles está localizado em Nova Iorque, e Banner está apreensivo por desencadear a raiva do Hulk em uma área urbana lotada.

    Depois de alguma hesitação inicial de Bruce Banner, ele finalmente decide ajudar o Uni-Power em sua busca. O Dr. Wiles é um especialista em Uni-Power, porque ele a hospedou brevemente. 

    O médico se tornou o Capitão Universo para frustrar um ataque terrorista em um avião e, desde então, dedicou sua vida a estudar o Uni-Power para ajudar a beneficiar a humanidade. No entanto, o benfeitor da operação, David Garrett, acaba sendo um agente de alguns vilões que procuram usar o Uni-Power para seus próprios fins.

    Uma vez que Garrett percebe que Banner está hospedando o Uni-Power, ele o ataca. Banner rapidamente se esforça para lutar contra os lacaios robóticos de Garrett.

    Embora Hulk tenha dado alguns golpes sólidos em seus oponentes metálicos, eles viram a mesa contra ele, atingindo-o com uma radiação que o enfraquece.

    Antes que eles possam aproveitar totalmente essa vantagem, uma manobra do Dr. Wiles resulta no Uni-Power aumentando ainda mais o poder incrível do Hulk, o que o torna azul.

    Obviamente, meras máquinas não são páreo para um Hulk com poderes cósmicos, e ele as destrói enquanto se declara realmente a mais forte versão que existe. Depois que essa briga termina, o Hulk salta para um local desconhecido, e o Uni-Power passa para o Demolidor.

    Mesmo que o Hulk tenha esse poder por pouco tempo, o potencial aumento de poder que vem com o Uni-Power é funcionalmente ilimitado. 

    Enquanto um pequeno esquadrão de robôs dificilmente fariam frente com os poderes normais do Hulk, não há como dizer o quão forte o Uni-Power poderia torná-lo, já que sua força já possui elevações quase incalculáveis.

    O Uni-Power fornece a quem o detém todas as habilidades necessárias para concluir a tarefa para a qual é necessário, mesmo que isso signifique aumentar suas habilidades para níveis que abalam a realidade.

    Enquanto o Hulk não ficou azul por muito tempo e quase não testou os limites do Uni-Power, Bruce Banner provou que ser azul era muito mais fácil do que ser verde.


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    CRÍTICA – I Am Not Okay With This (1ª temporada, 2020, Netflix)

    Mais uma série adolescente com relacionamentos “melacueca” e crises bestas e desinteressantes. Este poderia ser um resumo de I Am Not Okay With This, caso ela não tivesse sido criada pela Netflix e sua fábrica de referências. Confesso que comecei a assistir porque acreditava ser uma série leve com alguns momentos cômicos pra acabar tranquilo um dia cansativo. Acho que por ter ido com uma expectativa baixa, me surpreendi.

    A série, com seus curtos 7 episódios de mais ou menos 20 minutos entrega cenas bem objetivas, sem desenvolver muitos arcos, mas conseguindo trabalhar bem o plot principal e entregar um bom season finale. Nada incrivelmente absurdo. Mas honesto, pro pouco tempo de tela, e deixando vários arcos para poderem ser melhor explicados numa hipotética segunda temporada.

    A (ainda) nova série do serviço de streaming (lançada em fevereiro deste ano) é uma adaptação de uma HQ homônima, mas que pode tranquilamente ser chamada do cruzamento de Stranger Things com “Carrie, a Estranha”, estrelada pela jovem protagonista Sophia Lillis, junto de Wyatt Oleff, ambos também atores do filme It – A Coisa.

    I am Not Okay With This

    Sydney Novak, a personagem de Sophia, é uma adolescente de 17 anos, moradora de uma típica cidade interiorana dos Estados Unidos, desapegada de padrões tanto estéticos quanto de comportamento, ela não liga se não veste as roupas da moda ou se não anda entre os mais populares, apesar de ironicamente ter como melhor amiga Maggie (Kathleen Rose Perkins), a menina mais popular da escola.

    I am Not Okay With This

    Ainda convivendo com o luto do suicídio de seu pai, à quem ela era bastante apegada, ela não tem uma convivência muito legal com sua mãe, a qual vive trabalhando para tentar sustentar ela e o irmão, e também tem alguns problemas com sua irritabilidade, que às vezes a faz perder o controle e ter alguns surtos de agressividade (principalmente na escola, onde ela não consegue se afastar facilmente do que a incomoda).

    Apesar dos problemas pessoais, a série ainda traz algumas partes mais divertidas, como a sua intrigante e desajeitada relação com o (excêntrico) vizinho Stanley (Wyatt Oleff), que acaba sendo peça importante de todo o resto da série.

    Como se estes surtos não fossem pouco, ela começa desconfiar que tem superpoderes, já que quando ela explode, alguns fenômenos ocorrem: como latas de lixo estourando ou paredes rachando, o que fica ainda mais suspeito quando ela, ao conhecer o novo namorado de Maggie, faz o nariz dele sangrar apenas com “a força de sua mente”.

    Para tentar lidar com seus problemas sociais e ajudar a “ter uma adolescência normal”, a psicóloga da escola propõe que ela escreva um diário, pra que ela possa expressar seus sentimentos e desabafar de alguma forma. E é partir deste diário que toda a história é contada.

    A série poderia se prender aos temas clichês de crises adolescentes norte americanas onde a menina diferente é rejeitada pelo bonitão da escola e no final dá a volta por cima, vira a popular do colégio e esnoba o bonitão, ou o carinha se mostra um bom moço e eles vivem felizes para sempre. Se é essa a sua expectativa, pode desistir.

    A série entrega plot twists bacanas, ainda que levemente previsíveis, mas consegue abordar alguns temas relevantes que dão um sabor a mais ao interessante crescendo proposto. 

    Confira o trailer de I Am Not Okay With This:

    https://www.youtube.com/watch?v=Ndz09ow8a2A

    E vocês, gostaram da série? Deixe sua opinião nos comentários e sua avaliação!


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    Tainted Grail vai ser adaptado para PC

    A Awaken Realms vai trazer para PC uma adaptação do jogo Tainted Grail: The Fall of Avalon que narra uma reimaginação das crônicas arturianas em um jogo que mistura card game com miniaturas e elementos de RPG.

    Tainted Grail é um jogo de tabuleiro que oferece uma experiência imersiva de cooperação/solo para 1-4 jogadores.

    Com o título de Tainted Grail: Contest, o jogo irá contar com o mesmo sistema de cartas original, porém durante as batalhas serão utilizadas animações em 3D, além de geração de mapa procedural que substituem as cartas de localização de uma maneira muito mais dinâmica.

    Você já pode adicionar o game na sua lista de desejos da Steam ou ver na página do GOG. O acesso antecipado está programado para 25 de Junho de 2020.

    Assista ao trailer de Tainted Grail: Conquest:


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