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    Mulher-Maravilha: Bloodlines | Animação ganha trailer com vários vilões

    A DC Entertainment divulgou hoje o primeiro trailer do novo filme animado do DC UniverseWonder Woman: Bloodlines. A produção vai recontar a história de Diana, desde sua infância entre as amazonas até suas batalhas como Mulher-Maravilha. E a prévia já nos mostra que veremos muitos vilões clássicos!

    A trama do filme vai acompanhar a heroína tentando ajudar uma jovem que se envolveu com uma mortal organização de bandidos chamada Villainy,Inc. Entre seus membros, estão alguns dos principais inimigos de Diana, como Mulher-Leopardo, Tigresa, Cisne Prateado, Doutora Veneno e Giganta.

    Assista abaixo ao trailer oficial (sem legenda):

    A heroína é dublada (pela sexta vez) por Rosario Dawson (Demolidor). A direção ficou por conta de Sam Liu (Reign of the Supermen) e Justin Copeland (Batman: Hush), com roteiro de Mairghread Scott (Justice League Action, Guardians of the Galaxy animated series).

    Confira capa da animação:

    Mulher-Maravilha: Bloodlines será lançada direto em home-video e ganhará sua versão digital em breve. O Combo Ultra HD 4K e e Blu-ray deve ser lançado mais para o final do ano.

    Sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 de dezembro de 1941, escrita por William Moulton Marston e desenhada por HG Peter.

    A história tem continuação direta em Sensation Comics #1 de janeiro de 1942. Com o sucesso alcançado, ela ganhou sua própria revista em quadrinhos em maio de 1942, Wonder Woman #1, que foi transferida exclusivamente para a DC Comics em 1944.

    Apesar de sua história de origem ter sofrido alterações com o passar dos anos e dos diferentes uniformes, é possível dizer que a essência da personagem permaneceu a mesma desde sua criação. A Mulher-Maravilha é a princesa e embaixadora das Amazonas da ilha paradisíaca Themyscira e filha da rainha das amazonas, Hipólita. Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento, entre os mortais e os deuses. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade.

    The Sims 4: Pacote em parceria com Moschino tem data anunciada

    A fama da série The Sims é inegável por todo o mundo, não é? E agora é a vez da marca Moschino – um dos maiores nomes da indústria da moda – ficar acessível no seu mundo único de simulação de vida, The Sims 4.

    Para os fashionistas de plantão, um trailer foi lançado com algumas novidades do Pacote de Objetos. Entre elas:

    • Looks icônicos diretamente das coleções oficiais da Moschino;
    • Nova carreira: Fotógrafo de moda autônomo, podendo estar em capas de revistas e levando um estilo de vida luxuoso, flexível e 100% seu;
    • Novo ambiente: Estúdio, onde você pode decorar como quiser com seus objetos profissionais e estilosos, deixando seu trabalho de fotógrafo com sua personalidade.

    Confira o trailer abaixo:

    O Pacote de Objetos: Moschino estará disponível para PC pelo Origin em 13 de agosto, e para Xbox One e PlayStation 4 em 3 de setembro.

    The Sims 4 (Os Sims 4, em Portugal) é o quarto título da franquia de jogos eletrônicos de simulação de vida The Sims, desenvolvido pela Maxis e The Sims Studio, e publicado pela Electronic Arts. A quarta interação do game foi originalmente anunciado em 6 de maio de 2013, e lançado na América do Norte em 2 de setembro de 2014, para o Microsoft Windows. Uma versão compatível com macOS foi disponibilizada mundialmente para download digital em 17 de fevereiro de 2015. Em 24 de Julho de 2017, foi descoberto que será lançada uma versão do jogo para Xbox One, por meio de um link da Microsoft Store. Em 14 de Novembro de 2017 The Sims chega ao PlayStation 4 e Xbox One.

    Desde o seu lançamento, The Sims 4 tornou-se o jogo mais vendido para PC em 2014 e 2015, comercializando mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo, sendo o primeiro jogo para computador a liderar os gráficos de vendas de jogos em todos os formatos em dois anos. Entretanto, o jogo recebeu avaliações mistas por meio da crítica especializada. O jogo ajuda engenheiros e arquitetos.



    O quarto game da franquia The Sims tem o mesmo conceito que todos os seus antecessores, onde os jogadores controlam seus Sims em várias atividades e devem estabelecer relações de uma forma semelhante à vida real. Como os demais jogos base da série, não tem um objetivo final definido, ou seja, possui uma jogabilidade não-linear, Ele está disponível atualmente em 17 idiomas.

    O jogo recebe novidades todo mês, seja em forma de atualização ou conteúdos pagos, como Pacote de Jogo, Pacote de Expansão e Coleção de Objetos.

    Saiba mais sobre The Sims 4.

    Alice 3: Os preparativos para a continuação da saga de American McGee

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    Uma história que ultrapassou idades, gêneros e gostos. Até hoje, Alice no País das Maravilhas não é esquecido, e sempre fazem algo novo baseado no universo de Lewis Carroll – e American McGee não é uma exceção.

    Por onde andamos vemos peças infantis contando a história de Alice, adaptações hollywoodianas, musicais na Broadway, contos independentes baseados na garota, e até mesmo animes! O Japão é um enorme fã da personagem e sempre há uma referência em suas obras. Como eu disse, um pouco de País das Maravilhas para todo público, mas o American McGee foi mais fundo e nos mostrou um lado da Alice que estava além da terra encantada de sua imaginação: sua loucura.

    Com muitos recursos visuais intensos e macabros, American McGee reconta a história de Alice após o falecimento de seus pais e de sua irmã, após seu internamento em um manicômio, e após sessões intensas de terapia que fazem o País das Maravilhas se tornar um enorme e perigoso campo de batalha que poderá devolver as memórias queridas de Alice ou afundá-la em desespero e loucura.

    O primeiro jogo, American McGee’s Alice, foi lançado em 2000 e já chamou muita atenção – obviamente não 100% boa – por trazer essa corrupção ao conto infantil. Em 2011, McGee apostou novamente e acertou em cheio com Alice: Madness Returns, jogo que se tornou um ícone hack and slash, atraindo um público enorme por ser inovador e, bom, muito mais sanguinário que o primeiro jogo.



    Atualmente, desde 2018, seu estúdio está pedindo apoio para os fãs que consigam ajudar a promover a continuação que contará um pouco mais da estadia de Alice no manicômio – Alice: Asylum.

    No site oficial (http://americanmcgee.com) você encontrará 4 etapas que McGee diz que os ajudará muito:

    https://www.instagram.com/p/B0zZhOjD4fJ/?utm_source=ig_web_copy_link

     

    1. Colocar seu e-mail para receber notícias atualizadas do desenvolvimento do jogo;
    2. Segui-los no Twitter, Facebook, Instagram e YouTube;
    3. Contribuir com o jogo no Patreon através do link http://patreon.com/americanmcgee, onde você também vê notícias e imagens conforme a produção aument;
    4. Visitar a loja Mysterious, onde há itens oficiais da equipe de McGee, e o dinheiro ajuda no desenvolvimento do game: http://mysterious.americanmcgee.com.

    Inclusive se alguém quiser me pedir em namoro, qualquer item dessa loja eu vou amar mais do que aliança. Mas é pra ter aliança também, porque acho fofo.

    Assista abaixo o teaser trailer:

     

    Estamos muito ansiosos por esse lançamento e torcendo para que dê certo. E coincidentemente, essa semana, vi também o lançamento da edição de colecionador de Alice no País das Maravilhas da DarkSide Books.

    Como eu disse, o pessoal não cansa de lançar novidades para Alice, e eu espero que não parem de lançar, mesmo! Tem até livro para bebê, gente! Vou comprar pros meus gatos.

    CRÍTICA – Rainhas do Crime (2019, Andrea Berloff)

    Buscando diversificar suas produções baseadas em quadrinhos, a Warner Bros optou por adaptar para as telonas a série Rainhas do Crime (The Kitchen), antigamente distribuída pelo selo adulto Vertigo da DC Comics. Dirigido e roteirizado por Andrea Berloff e protagonizado por três atrizes do alto escalão de Hollywood – Melissa McCarthy, Elisabeth Moss e Tiffany Haddish -, Rainhas do Crime chega aos cinemas com grandes expectativas.

    O longa conta a história de Kathy (Melissa McCarthy), Claire (Elisabeth Moss) e Ruby (Tiffany Haddish), três mulheres que vivem à sombra de seus maridos. Com papéis bem definidos na estrutura familiar, as mulheres não possuem nenhum direito que não se refira a ficar em casa e cuidar dos filhos. No caso de Tiffany, há ainda toda a questão do preconceito racial envolvendo o seu casamento com um homem branco irlandês.

    As famílias fazem parte de um grande esquema de trabalho ilegal no bairro de Hell’s Kitchen. Eles coletam dinheiro dos comerciantes em troca de proteção contra bandidos de fora da região – bem no estilo milicianos. Quem se opõem a trabalhar dessa forma é convidado a se retirar do bairro e da vida na terra.

    A história muda quando os maridos de Kathy, Claire e Ruby são presos, deixando as três mulheres de mãos atadas e sem dinheiro para alimentar suas famílias. A partir disso, as Rainhas do Crime passam a tomar conta dos negócios de seus maridos e se tornam as chefonas do crime organizado local.

    O grande destaque do filme é, sem dúvidas, Melissa McCarthy. Com uma atuação impecável, Melissa transita entre o humor e o drama e domina boa parte das cenas. Ela é uma líder natural para o grupo, conquistando a simpatia do comércio local. Elisabeth Moss, que teria tudo para ser um dos destaques, acaba presa a um arco ruim e pouco inspirado que impede que a atriz demonstre todo o seu potencial – já tão conhecido em séries como The Handmaid’s Tale. O gargalo está na presença em cena de Tiffany Haddish: apesar de ótima atitude, deixa a desejar na entrega ao papel.

     

    Ao longo de seus 103 minutos de duração, Rainhas do Crime parece um pêndulo, dando passos para frente e para trás quase que constantemente. Em certo momento são retratadas tantas cenas de funerais que parece que você está assistindo ao mesmo desenrolar da história repetidas vezes. O grande problema do roteiro é a falta de tempo para desenvolver a trama das três personagens principais, deixando seus dramas, dilemas e ambições mal explicados. É aquele caso de colocar muitas histórias em um projeto curto quando, na verdade, poderia ser melhor desenvolvido em uma série com 8 ou 10 episódios.

    O trabalho de direção de Andrea também não é dos mais inspirados. Cortes abruptos e tons de filme diferentes que parecem não se conectar entre si atrapalham a fluência da trama. Andrea, que também é responsável pelo roteiro, não amarra pontas soltas, coloca inúmeros personagens em tela e não aprofunda a motivação de quase nenhum deles. O desfecho do longa é a pior parte, deixando um gosto de amargo de algo que poderia ser muito, muito melhor.

    Rainhas do Crime tem como seu principal trunfo o trabalho de Melissa McCarthy. Se você vai ao cinema esperando boas cenas de ação ou um daqueles suspenses de máfia maravilhosos… é melhor procurar outro filme.

    Assista ao trailer:

    E você, já assistiu vai assistir Rainhas do Crime? Deixe seus comentários e lembre-se da sua avaliação

    CRÍTICA – The Boys (1ª temporada, 2019, Amazon Prime Video)

    E se os super-heróis fossem egoístas, egocêntricos, inconsequentes e narcisistas? Se você sempre teve essa curiosidade, The Boys responde todas essas questões com uma trama envolvente, humor ácido e muito gore em suas cenas muito bem construídas.

    A trama se passa nos Estados Unidos com um grupo chamado Os Sete, emulando a Liga da Justiça. Formado por Capitão Pátria (Antony Starr), Rainha Maeve (Dominique McElligott), Trem-Bala (Jessie Usher), Translúcido (Alex Hassell), Profundo (Chace Crawford), Sombra Negra (Nathan Mitchell) e Luz-Estrela (Erin Moriarty), a última sendo a nova membro da equipe de heróis desajustados e politicamente incorretos, os heróis são o antônimo de tudo aquilo que conhecemos dos grupos mais populares dos quadrinhos, e isso é um ponto muito positivo.

    O mais interessante da série é a questão dos personagens à parte do poderoso grupo da empresa Vought. The Boys não é um conto sobre mocinhos salvando o dia das ameaças da Terra, e sim, das consequências de seus atos e toda a destruição causada por eles. O personagem principal da série é Hughie Campbell (Jack Quaid), um homem comum e assustado que trabalha como auxiliar numa empresa de equipamentos eletrônicos. Após ver sua namorada sendo literalmente desintegrada pela supervelocidade de Trem-Bala, acaba se juntando a Billy Bruto (Kartl Urban), Francês (Tomer Kapon), Fêmea (Karen Fukuhara) e Leitinho (Laz Alonso) em busca de vingança contra “os super”.

    Acompanhar os episódios pela perspectiva dos personagens comuns é uma mudança de paradigma muito interessante. A todo o momento, torcemos para que os heróis se deem mal, pois vemos Os Sete sendo tremendos babacas, se importando muito mais com seu status e poder do que de fato fazer o bem para a humanidade. Não há nada em preto em branco, e sim, vários tons de cinza na história. Aqui, bem e mal não estão bem claros e isso é um acerto gigantesco no roteiro.

    A fotografia e efeitos especiais são incríveis, com diversas cenas lindas e, muitas vezes nojentas! Temos gente sendo mutilada, cabeças explodindo, lobotomização e muitas fraturas, deixando alguns filmes de terror no chinelo. Nada do que é feito em cena é gratuito ou para chocar. A demonstração de poderes dos personagens é notável, principalmente os do Capitão Pátria, lembrando muito o filme Brightburn: Filho das Trevas. A trilha sonora também foi escolhida a dedo com músicas como Barracuda, da banda Heart, London Calling, dos britânicos do The Clash, Cherry Bomb, do The Runaways e muito mais!

    A série gira em torno de quatro núcleos: Billy, Hughie, Luz-Estrela e o arco d‘Os Sete. Hughie tem uma história tragicômica e faz uma mistura dos dois gêneros: comédia e drama, ele seria uma espécie de alívio cômico do time e Jack Quaid entrega uma atuação muito boa tanto nos momentos engraçados, quanto nos momentos dramáticos, sendo um personagem em transição na trama. Bruto é o cara da ação e lembra muito os brucutus dos filmes dos anos 80: canastrão, sério e sarcástico, nos fazendo ter um pouco de asco do personagem, mas Karl Urban consegue nos passar o que Billy está sentindo a todo momento. A raiva emana o tempo todo de dentro dele.

    Por parte dos heróis, talvez o arco de Luz-Estrela seja o mais interessante de todos, pois é justamente o que todo o nerd gostaria: ser um super-herói no meio de lendas. Anne, o pseudônimo da heroína, é uma garota que equilibra a doçura, a coragem e a justiça; uma personagem empoderada e que está no grupo para salvar pessoas, ficando o tempo todo numa gangorra entre a ética e o vislumbre de pertencer a um grupo no qual o glamour e status são mais importantes do que proteger a humanidade, algo que faz com que ela seja a mais complexa, juntamente com o Capitão Pátria em suas características. A atuação de Erin Moriarty é sensacional.



    No arco d’Os Sete, temos que destacar três personagens: Capitão Pátria, Profundo e Rainha Maeve. A última seria uma espécie de Luz-Estrela vendida ao sistema, no fundo, ela possui uma bússola moral, todavia, sabe que não tem forças para mudar o que foi feito pela Vought, o que faz com que ela fique desiludida em sua jornada como heroína.

    Profundo é a chacota do grupo, uma piada clara com Aquaman, o Rei dos Mares da DC Comics. Ao longo dos episódios, vemos que há uma profundidade (piada pronta hehe) na sua persona: um homem que quer ser lembrado por seus grandes feitos, mas que é ignorado por todos. Sem dúvidas é um personagem que tem tudo para ser um dos mais importantes na próxima e já confirmada segunda temporada. Chace Crawford vai muito bem no papel sendo um grande idiota em vários momentos, assim como tem um potencial para ser um grande vilão.

    Agora vamos ao grande destaque: Capitão Pátria! Um personagem cruel, sem remorso, poderoso e indestrutível, um ser no qual todos temem e que ninguém pode deter. Antony Starr é capaz de causar um ódio gigantesco no espectador, visto que ele é uma espécie de Deus maligno! Quem o contraria ou o enfrenta, acaba sendo morto de formas extremamente violentas, um grande destaque para as questões gráficas da série, elemento no qual teve alto investimento por parte da Amazon. Ele é o personagem mais bem construído e Starr está muito à vontade no papel.

    Com uma trama de tirar o fôlego, boa direção e roteiro, além de belas atuações, The Boys é relevantíssima num nicho que segue em evidência, quase em ponto de saturação. A série é divertida e empolgante e com certeza ainda terá muita história para contar, até porque a primeira temporada contou com muitas reviravoltas e bons ganchos para a próxima.

    Assista ao trailer de The Boys:


    The Boys
    é um deleite para os fãs de super-heróis e quadrinhos. E você, já assistiu a série da Amazon Prime Video? Deixe seus comentários e lembre-se da sua avaliação!

    Duolingo Verified Streamer Program: Twitch cria programa de aprendizado de idiomas

    A Twitch, principal plataforma e comunidade de entretenimento ao vivo, e o Duolingo, popular plataforma de aprendizado de idiomas, desenvolveram uma iniciativa para combinar o aprendizado interativo com o streaming.

    O programa Duolingo Verified Streamer Program foi desenvolvido para que os criadores de conteúdo se tornem um recurso para aprendizes de idiomas.

    Os streamers participantes oferecem uma variedade de conteúdo, incluindo jogos, eSports, culinária, arte, viagens e conversas. Os criadores de conteúdo falam um ou mais idiomas e incentivam os espectadores a praticá-los no chat do canal. Enquanto alguns podem incorporar lições do Duolingo à transmissão, outros podem optar por cozinhar com receitas em línguas estrangeiras ou tentar falá-las com os locais enquanto viajam.

    Mark “Garvey” Candella, diretor de parcerias estratégicas da Twitch afirma:

    “Sempre buscamos novas formas de engajar nossa comunidade global e multilíngue de streamers e espectadores. Estamos orgulhosos de fazer parceria com o Duolingo para oferecer um programa inédito que combina aprendizado de idiomas e entretenimento. Como nossa plataforma permite que os espectadores não apenas assistam aos seus streamers favoritos, mas também se comuniquem com eles em tempo real, acreditamos que há uma oportunidade única de aprimorar o aprendizado por meio do entretenimento.”

    Aprender um novo idioma requer exposição a uma variedade de mídias, como livros, filmes, podcasts e músicas. Jogos e streaming de conteúdo são formas mais interativas que podem ajudar os alunos no aprendizado.

    Todos os streamers do programa terão o selo Duolingo e Twitch em seus painéis e serão hospedados no canal do Duolingo na Twitch. Além do canal principal, o programa terá canais menores específicos para cada idioma para ajudar a direcionar os alunos e os espectadores.

    Enquanto o programa tem início com vários dos principais idiomas do Duolingo – incluindo inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, chinês, japonês, português e árabe –, haverá uma constante expansão, adicionando novas línguas, streamers e conteúdo.

    Para mais informações, acesse o Duolingo na Twitch em http://twitch.tv/duolingo.