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    Sonic: Filme parece ter sido atrasado de novo

    Sonic agora será lançado em março de 2020, ao invés de 14 de fevereiro. Pelo menos de acordo com o Twitter oficial do filme.

    O primeiro trailer do filme live-action do Sonic foi lançado em abril, e imediatamente, a internet se encheu de comentários negativos. O personagem icônico dos vídeo-games ganhou um visual bem estranho e os fãs ficaram bem incomodados com isso.

    Após um trailer ser lançado, ele recebeu 700.000 dislikes no Youtube; Jeff Fowler, o diretor do filme rapidamente foi as redes sociais para anunciar que o personagem ganharia um redesign, mas dessa vez seria mais fiel ao visual do Sonic.

    Devido a necessidade de reanimar o personagem, basicamente do início; Fowler anunciou que o lançamento do filme foi mudado para o dia 14 de fevereiro de 2020. Entretanto, de acordo com a conta oficial do Twitter do filme (via @Wario64), nós agora teremos que esperar um pouco mais para ver o velocista azul correr nas telonas.

    A bio do Twitter mencionado acima, foi alterado e agora consta que o filme chegará aos cinemas em março de 2020. Não é uma mudança drástica, mas obviamente vale uma notinha aqui.

    “Sonic: O Filme foi atrasado para março de 2020 (antes era 14 de fevereiro de 2020), de acordo com bio oficial no Twitter.”

    Atualização: Seguindo a atenção que foi recebida por essa mudança; a conta oficial no Twitter agora voltou a ser como era. A menos que os planos da Paramount de anunciar oficialmente a mudança de lançamento daqui um tempo; parece que Sonic será lançado em fevereiro de 2020.

    Gears of War: Terry Crews gostaria muito de fazer um filme com Dave Bautista

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    Há um filme em andamento há anos que é baseado na popular série de tiro Gears of War. Infelizmente, não se falou muito sobre o filme da Universal Pictures, mas houve uma coisa que aparece o tempo todo, e esse é o fato de que Dave Bautista quer fazer parte do projeto. Não só ele quer, mas os fãs da série e do ex-lutador/ator também querem isso. Dito isso, outro ator popular falou sobre seu interesse em fazer o filme, e não é outro senão Terry Crews.

    Enquanto Bautista, obviamente, assumiria o papel de Marcus Fenix, Terry Crews poderia ser perfeito para o papel de Augustus Cole, mais carinhosamente conhecido como Cole Train.

    Quando o ator Stephen Ford trouxe isso em seu Twitter, Terry Crews respondeu:

    “Droga. Eu gosto disso. Eu gosto muito disso.”

    Ele então seguiu com um tweet separado que continha uma foto dele e de Bautista juntos, apenas aumentando seu interesse em fazer um filme de Gears of War com ele.

    Não é difícil de imaginar como os fãs ficaram loucos com a ideia de Terry Crews e Dave Bautista estrelando um ao lado do outro em uma adaptação cinematográfica de Gears of War. E já fizeram até uma montagem de Crews:

    Atualmente é desconhecido quem estará no filme de Gears of War, ou até mesmo quando ele será feito. De qualquer forma, parece que temos dois atores escolhidos para seus papéis – pelo menos escolhidos pelos fãs -, mas agora basta o estúdio fazer isso acontecer. Só o tempo irá dizer.

    Quanto ao que vem a seguir, Gears 5 será lançado em 10 de setembro para Xbox One e PC.

    O que você acha sobre tudo isso? Você adoraria ver essas duas estrelas no filme Gears of War? Deixe seus comentário abaixo.

    TBT #30 | Crianças Lobo (2012, Mamoru Hosoda)

    Com o longo nome de Ōkami Kodomo no Ame to Yuki na versão orignal, Crianças lobo, no Brasil, é uma belíssima obra de Mamoru Hosoda, lançado em 2012.

    O filme conta a história de uma estudante que se apaixona por um homem-lobo. Juntos eles tem dois filhos meio lobisomens, Ame e Yuki. Após o nascimento, seu pai desaparece inesperadamente e Hana o encontra morto em forma de lobo – calma, não precisa me xingar que isso acontece logo no início, e cá entre nós, não é nem 1% da alma do filme -, após a morte do amado, e tendo problemas com a crianção de crianças lobo no meio urbano, Hana decide então se mudar para uma cidade rural, onde pretende sozinha cuidar de seus dois filhos longe dos olhares de curiosos.

    Num primeiro momento o título pode nos remeter a uma história fantasiosa e misteriosa a respeito de duas crianças meio humanas, meio lobos, mas engana-se, pois é uma belíssima história sobre a maternidade. Tentarei ter a árdua tarefa de em palavras expressar meus sentimentos e empatia ao ver essa obra maravilhosa.

    A mulher humana é o centro do enredo, ser deixada com duas crianças já é uma tarefa árdua para qualquer mulher, imagine então crianças meio humanas meio lobo, nos pouco mais de 12 anos retratados na história, temos
    uma visão pessoal sobre a vida dessa família hibrida, mas principalmente e especialmente sobre Hana.

    Assim como na vida real, Hana é constantemente questionada em suas ações de mãe, ao abandonar o emprego para cuidar dos filhos, ao decidir não matricular os filhos na pré-escola, chegando ao conselho tutelar que sob alegação de que as crianças não haviam sido vacinadas, tentam retirar a guarda de seus filhos.

    Hana vive com a certeza de que Ame e Yuki pertencem a dois mundos, e ao crescerem cada um se fortalece em suas personalidades, trazendo à mãe o sofrimento de tentar entender sozinha a respeito de lobos, suas vidas e seus folclores.

    No decorrer da trama fica visível a exaustiva vida da mãe ao tentar dar aos filhos o melhor, com o mínimo que ela tem, podemos acreditar que diretor e escritores quiseram dar à história um tom de homenagem a todas as mães, mas é inegável o cansaço, exaustão e angústia que se sente ao ser empático com Hana no seu papel de mãe.

    Uma história linda que merece ser vista por todos, não bastasse a riqueza na história, a animação não decepciona; tendo lindas paisagens e a trilha sonora deixa tudo mais gostoso de ser assistido. Por si só um filme sobre crianças meio lobo já seria interessante, mas ao fazer um filme sobre crianças lobo tendo a mãe humana como protagonista, surpreende e emociona. Crianças Lobo é certamente é um presente de Mamoru Hosoda.


    Assista ao trailer legendado:

    E você, já assistiu Crianças Lobo? Se ainda não, o filme está disponível na Netflix. Assista e volte para deixar seus comentários e sua avaliação. E lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.

    CRÍTICA – O Rei Leão (2019, Jon Favreau)

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    Ponto importante: O Rei Leão original de 1994 é um clássico da Disney e eu fui um dos que viveram a época do VHS e tiveram a famosa “fita verde” onde assisti e re-assisti milhões de vezes a grande aventura de Simba e seus amigos.

    Não é preciso dizer que eu estava ansioso pela tão aguardada releitura de Jon Favreau depois da qualidade visual em Mogli: O Menino Lobo (2016). As notícias diziam que a tecnologia de fotorrealismo utilizada para recriar os cenários e animais do remake foi algo totalmente novo no cinema; e se você não estava em Marte, sabe que o primeiro trailer “quebrou a Internet” levando os fãs à loucura.

    Não há dúvidas de que o CGI é o ponto alto dessa repaginada do clássico da Disney. Quando você pensa no que está assistindo, é realmente extraordinário: o vento agitando a crina de Mufasa enquanto ele fica no afloramento rochoso, a caminhada suavemente ameaçadora de Scar, a debandada dos gnus, os raios de sol tocando a planície, etc. O realismo alcançado pelo estúdio de animação e efeitos gráficos Moving Picture Company Vancouver – responsável também por A Vida de Pi, Detetive Pikachu e pelo redesign de Sonic – fez com que eu rapidamente parasse de pensar em “uau” e fui para “sim, são leões reais que falam, cantam e até comem insetos”.

    Resumindo, a experiência visual de O Rei Leão significa ultra-realismo combinado com uma sensibilidade artística atemporal. Algo que só percebi em Avatar, de James Camaron, e A Vida de Pi.



    Por mais lindo que seja este filme, é impossível ignorar o fato de que o longa tem uma história clichê: o príncipe exilado que retorna para exigir seu trono de direito que havia sido usurpado. Mas se não fosse o apego emocional que os fãs da “fita verde” possuem, certamente não choraríamos nos primeiros minutos do filme ao ouvir os primeiros versos da música “Circle of Life” com o seu inesquecível: “Naaaaats ingonyaaaaa ba bagithi Baba” ou dar boas risadas ao cantar: “Hakuna Matata“.

    Felizmente, sua seriedade se dissipa com todas as aparições do suricato Timão (dublado na versão original por Billy Eichner e na versão brasileira por Ivan Parente) e pelo javali Pumba (Seth Rogen/Glauco Marques), os alívios cômicos do filme.

    Pela ligação com o filme original preferi assistir a versão dublada, mesmo sabendo que os dubladores originais haviam sido substituídos e que infelizmente o marcante Pedro de Saint Germain que dublou o Timão original havia falecido, aos 69 anos, em 24 de Abril de 2019.

    Mesmo que as dublagens de Iza (Nala) e Ícaro Silva (Simba) – Donald Glover e Beyoncé, no original – não tenham me agradado, a ligação emocional com o longa foi o ponto chave; e sim, chorei com a morte de Mufasa, ri com as piadas de Timão e Pumba e cantei todas as músicas.

    É certo dizer que O Rei Leão agradou todas as crianças presentes na sala de cinema, e também que foi um grande mergulho na nostalgia para os pais dessas crianças. A sensação de alegria ao sair foi algo maravilhoso e mesmo que Nancir e eu tenhamos saído bastante desidratados após chorarmos copiosamente, ainda prefiro a versão original.

    Este remake é uma potência visual, mas não emocional para os que nunca assistiram ao original. Em parte porque a boca dos animais e suas expressões geralmente não pode sinalizar muita coisa como na versão de desenho animado, principalmente a boca dos leões. Fazendo com que todo o peso da conexão emocional fique nas vozes dos dubladores.

    Acredito que reviver filmes antigos para o público moderno com novas técnicas disponíveis é algo importante. Por isso muitas histórias são repetidas, em diferentes gêneros ao longo do tempo. Espero que um dia alguém tente reiniciar o Jurassic Park, mas desta vez com dinossauros reais. Mas este remake de O Rei Leão, embora perfeito visualmente, certamente não fixou morada nos corações como seu original.

    E você, o que achou do filme? Deixe seus comentários e lembre-se de dar sua avaliação.



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    Guardiões da Galáxia: Nova nave homenageia David Bowie

    Os Guardiões da Galáxia tem uma nova nave no Universo Marvel, e uma nova nave precisa de um novo nome da cultura pop. Dessa vez, o Senhor das Estrelas e sua equipe estão prestando homenagem ao icônico David Bowie, enquanto eles viajam pelas estrelas aborda da nave Bowie.

    Essa homenagem é a continuação de uma longa tradição de Peter Quill de dar às suas naves nome de ícones dos anos 80, essa é a primeira nave que recebeu o nome de um homem, diferente dos nomes e das naves antigas, que receberam os nomes das paixões de Quill. Graças a Gamora, que finalmente pôde exercer seu direito de nomear a nave, confirmando a pergunta que ninguém nunca pensou em fazer: “por qual Terráqueo a filha de Thanos tem uma paixonite?”

    O quadrinho da equipe teve um reboot com a nova nave dos Guardiões, com o nome de Ryder, em homenagem à atriz Winona, é claro. Sabemos que a tradição de Peter Quill de nomear suas naves com suas paixões de infância não existe só nos quadrinhos. No primeiro filme da franquia Guardiões da Galáxia, a nave dele era a Milano, em homenagem à Alyssa Milano, com a destruição da nave em Guardiões da Galáxia Vol. 2, havia a necessidade de apresentar a Pat, em homenagem à Pat Benatar, em Vingadores: Guerra Infinita.

    Após a última nave dos Guardiões da Galáxia ter sido destruída em uma batalha contra os Guardiões Sombrios, a equipe resolveu se retirar para o planeta Dolo-Mayan (o tipo de recompensa que eles merecem por matar Thanos mais rápido do que os heróis do UCM). Nesse planeta de má reputação, rodeados de apostas e grandes aventuras, Groot ganha uma nova nave ao jogar Gamão pelas leis dos Shi’ar. Mas antes mesmo de Quill ver ou pensar em nomear a nave, Gamora entra na frente — perguntando se ela poderia dar a nave o nome de “um homem bonito da Terra dessa vez.”

    Peter concorda e reúne algumas fotos para que Gamora possa decidir qual celebridade dos anos 80 eles homenagearão dessa vez. Peter sugere os nomes “The Gellar” e “The Balk“, se referindo às atrizes Sarah Michelle Gellar e Fairuza Balk.

    A homenagem à David Bowie é um belo tributo ao cantor que faleceu em 2016 e que quase teve uma conexão com os Guardiões da Galáxia no cinema. Kevin Feige estava trabalhando em um cameo de David Bowie para o segundo filme da franquia, com o diretor James Gunn revelando que esperava que Bowie desse vida à um dos Guardiões originais.

    Apesar de nunca ter sido parte do Universo Cinematográfico Marvel, o próprio Ziggy Stardust ainda teve um papel importante no UCM com sua música “Moonage Daydream” tocando em Guardiões da Galáxia, quando a equipe chega à Lugarnenhum.

    E aí, o que acharam do novo nome da nave dos Guardiões da Galáxia nas páginas da Marvel Comics?

    The Boys: Lançado último trailer antes da estreia da série

    The Boys vai estrear amanhã, e a Amazon Prime agora lançou o trailer final para deixar os fãs no hype da série que será fielmente grotesca, assim como sua contraparte dos quadrinhos.

    Se você está em dúvida se The Boys vai valer a pena ou não, trazemos aqui o trailer final para você ver. Só para deixar claro, esse trailer é tão gráfico quanto o último.

    Esse último trailer da série nos dá uma ideia de como será o enredo da série, entretanto, quando Hughie (Jack Quaid) se juntar a Billy Butcher e sua equipe de vigilantes para buscar vingança pela morte de sua namorada pelas mãos (bem, pelos pés) de um membro da equipe Os Sete: um amoral, e altamente destrutivo grupo de super-heróis.

    Quando Hughie aleatoriamente encontra a mais nova membro da equipe, Starlight (Erin Moriarty), ele elabora um plano para se infiltrar entre o grupo de vilões.

    Confira o trailer abaixo, e conte-nos o que achou dele:

    Em um mundo onde super-heróis abraçam o lado sombrio da fama, The Boys gira em torno de um grupo de vigilantes conhecidos informalmente como “the boys”, que partem para encontrar super-heróis corruptos com nada além de coragem e vontade de lutar sujo.

    The Boys estreará amanhã, 26 de Julho, na Amazon Prime. A série é produzida pelo criador de Supernatural, Eric Kripe, Evan Goldberg e Seth Rogen, e pela Sony Pictures TV.