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    The Gifted: Série derivada dos X-Men é cancelada na FOX

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    The Gifted trouxe aos fãs uma nova visão do universo dos X-Men nos últimos dois anos, mas parece que a jornada da série está chegando ao fim.

    De acordo com o The Hollywood Reporter, a Fox optou por não renovar The Gifted para uma terceira temporada.

    O drama live action está entre os primeiros cancelamentos da recém-independente rede da Fox Entertainment, junto com a série de comediantes Rel. Ambas as séries são feitos pela 20th Century Fox Television, que agora pertence a Disney após a compra histórica dos ativos da Fox pela empresa.

    A série, que estreou em 2017, segue a família Strucker, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando eles descobrem que seus filhos têm habilidades mutantes. Os Struckers logo se tornam parte de uma rede subterrânea de mutantes, quando são lançados em uma guerra que não esperavam.

    O produtor Derek Hoffman comentou anteriormente sobre a série:

    “Nós realmente tentamos descobrir que eles não são muito diferentes de você e eu, e que, esperamos, as experiências deles sejam relacionáveis ​​com o público, que eles passem por coisas relacionadas ao público.”

    Enquanto parece que The Gifted está em espera por enquanto, o Deadline diz “há uma chance” de que a série possa encontrar um novo lar dentro da família Disney, seja através da Freeform ou do Hulu.

    Para os fãs da série X-Men, esta certamente será uma notícia desagradável, especialmente considerando como terminou a segunda temporada.

    A atriz Emma Dumont, que interpreta a mutante Polaris, brincou sobre o que teria por vir:

    “Há 100 por cento de angústia, mas não é o que as pessoas pensam. Talvez uma nova dimensão? Talvez um novo mundo? Talvez uma nova facção? Talvez um novo personagem de quadrinhos? Literalmente, é a torção mais louca. Ficamos todos chocados, tipo, ‘O que é isso?’.”

    O que você acha do cancelamento de The Gifted? Tem acompanhado a série? Deixe seus comentários abaixo!

    Jason Momoa se despede de Drogo, Aquaman e raspa sua barba por um bom motivo

    Jason Momoa, o ator mais conhecido por interpretar o papel principal em Aquaman, assim como Khal Drogo em Game of Thrones, recentemente fez uma grande mudança de vida: ele raspou a barba que ele tem por sete anos.

    No entanto, isso não foi apenas um barbear comum. O ator fez isso para aumentar a conscientização sobre o alumínio e como as latas são melhores para o planeta do que o plástico.

    Confira o vídeo:

    “Adeus DROGO, AQUAMAN, DECLAN, BABA! Estou tirando essa fera, é hora de fazer uma mudança. Uma mudança para melhor… para meus filhos, para seus filhos, para o mundo. Vamos fazer uma mudança positiva para a saúde do nosso planeta. Vamos limpar nossos oceanos e nossa terra. Junte-se a mim nesta jornada. Vamos mudar para o alumínio que é infinitamente reciclável. Água em latas, NÃO em plástico.”

    No vídeo, Momoa é visto raspando a barba enquanto explica os benefícios do uso de latas de alumínio e comenta:

    “Eu acho que 2012 foi a última vez que eu me depilei. Tchau, Drogo! Adeus, Arthur Curry. Mais importante, eu só quero fazer isso para trazer consciência.

    Os plásticos estão matando nosso planeta e acho que tenho uma solução. Eu não quero reclamar disso. Há apenas uma coisa que pode realmente ajudar nosso planeta e salvar nosso planeta. Enquanto reciclarmos.

    Cerca de 75% de todo o alumínio que já foi usado ainda está em circulação hoje e é 100% reciclável, então você bebe a lata e em cerca de 60 dias, ela estará de volta. 100% infinitamente reciclável.”

    O ator continua explicando que odeia ver garrafas de água de plástico, e é sua missão trazer mais pessoas para o mundo do alumínio.

    “Estou em uma missão. Minha jornada. Eu tenho algo novo que quero mostrar para você. Água de nascente espumante ainda alcalina. Água parada, mas me sinto bem com isso, então vou reciclar isso e saber que podemos reciclá-lo. Pode ser uma lata em 60 dias. Ou uma garrafa plástica pelo resto de sua vida.

    Há uma mudança chegando. É de alumínio. Tenho que me livrar dessas garrafas plásticas. Aquaman está tentando fazer o melhor que pode. Para meus filhos, para vocês crianças, para o mundo.”

    Obrigado por fazer sua parte, Jason Momoa!

    O que você acha do rosto barbeado de Momoa? E quantas garrafas plásticas você utilizou hojoe?

    Já assistiu Aquaman? Confira o que achamos:

    CRÍTICA – Aquaman (2018, James Wan)

    Game of Thrones vai ao ar nas noites de domingo na HBO às 22h. Leia também:

    Martelada #6 | Game of Thrones: Expectativas, teorias e bolão da última temporada

    Payline: Wesley Snipes está novamente interpretando um vilão no cinema

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    Durante sua carreira de décadas como ator, Wesley Snipes interpretou uma variedade de personagens, muitos dos quais foram os mocinhos.

    No entanto, ele ocasionalmente assumiu papéis vilões, mais notavelmente Simon Phoenix em O Demolidor (Demolition Man) de 1993, onde encarou ninguém menos que Sylvester Stallone. Agora, mais de 25 anos depois que o filme dirigido por Marco Brambilla saiu, Snipes está retornando ao papel de antagonista com seu próximo filme, Payline – ainda sem título em português.

    Escrito por Rob Robol e Jay S. BoydPayline é descrito como uma história de cassino no melhor estilho Onze Homens e Um Segredo. O filme é sobre um casino de cidade pequena que se transforma em um campo de batalha depois de dois grupos de criminosos tentarem roubá-lo na mesma noite.

    Além de estar na frente das câmeras, Wesley Snipes também será produtor executivo de Payline ao lado de Alexander Ferguson, enquanto Allan Ungar, Richard Switzer e Jason Cherubini são os produtores.

    Nenhum detalhe específico foi fornecido sobre quem Wesley Snipes está interpretando especificamente. Se eu tivesse que adivinhar, diria que ele é o líder da gangue que está roubando o primeiro grupo de bandidos neste assalto.

    De qualquer forma, já que este é o primeiro papel de vilão de Snipes desde O Demolidor, esta é certamente uma ocasião importante para ele. 

    O ator fez um comunicado sobre o Payline:

    “Nós da Maandi House Studios, juntamente com nossas empresas-irmãs e parceiros estratégicos, estamos extremamente entusiasmados por trabalhar com a Dawns Light Media no tipo de filme de ação que não é visto há anos. Este é um veículo para demonstrar a próxima geração de filmes indie em um mundo com 5G. Nosso objetivo é mostrar como uma produção de 100% de Energia Renovável Certificada pode demonstrar amor pelo meio ambiente, pela comunidade e ainda produzir um filme de pipoca chocante.”

    Embora ele esteja retornando como vilão depois de quase três décadas, Wesley Snipes provavelmente será mais conhecido por seu tempo como super-herói, tendo interpretado Eric Brooks, também conhecido como Blade, em três filmes de 1998 a 2004.

    Snipes expressou interesse inúmeras vezes ao longo dos anos em reprisar Blade para um quarto filme, embora ainda não haja nenhuma indicação de que isso irá acontecer. Em qualquer caso, Payline permite que ele mais uma vez opere no lado da corrupção em vez da justiça.

    Nos últimos anos, Wesley Snipes apareceu em alguns filmes sendo o mais marcante: Os Mercenários 3; e também na série de TV The Player.

    Junto com Payline, seus outros projetos futuros incluem o filme da NetflixDolemite Is My Name, onde ele interpreta D’Urville Martin ao lado de Rudy Ray Moore, interpretado por Eddie Murphy; o drama da RZA, Cut Throat City, que também é estrelado por Terrence Howard; e a série de TV Paper Empire.

    A data de lançamento do Payline ainda não foi anunciada, mas traremos os detalhes conforme forem surgindo.

    TBT #16 | Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, Edgar Wright)

    O ano era 2010, e Edgar Wright lançava mais uma de suas obras: Scott Pilgrim Contra o Mundo (Scott Pilgrim vs The World). O que era pra ser mais um filme adaptado de quadrinhos, sem grande hype, se tornou um dos supra-sumos da minha rotina e é considerado, por mim, uma das adaptações mais divertidas e interessantes de quadrinhos (e nada mais importa além da minha opinião).

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    Em 2010 eu trabalhava em uma locadora em Porto Alegre. Todos os dias nós precisávamos deixar um filme “rodando” na loja enquanto os clientes passeavam pelas prateleiras escolhendo qual gostariam de assistir no conforto de seu lar; E Scott Pilgrim estava presente todos os dias, desde o seu lançamento, em todas as telas da locadora.

    A trilha sonora – desenvolvida em parceria com o cantor Beck, posteriormente vencedor do Grammy de álbum do ano em 2015 – dava o tom para as cenas engraçadas e cheias de efeitos especiais produzidas por Wright.

    A música é uma marca registrada dos filmes do diretor, como pode ser constatado em Todo Mundo Quase Morto e Baby Drive. O uso da trilha como fio condutor dos acontecimentos, acompanhando outros sons presentes em cada cena e a montagem da trama, torna o trabalho do diretor algo primoroso e especial.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Em Ritmo de Fuga: Confira os seis minutos iniciais do filme

    Essa versão é um cover da banda Metric.

    Scott Pilgrim Contra o Mundo é a adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e conta a história do menino Scott, que vive em Toronto, no Canadá (vocês também conseguem ouvir a voz do narrador quando escrevem essa frase?). Ele conhece uma menina chamada Ramona Flowers e se apaixona instantaneamente. Para ficar com Ramona ele precisa derrotar os seus 7 ex-namorados do mal.

    Como um bom filme da sessão da tarde – deveria estar na grade todas as semanas ao lado de A Lagoa Azul e K-9 Um Policial Bom Pra CachorroScott Pilgrim Contra o Mundo tem tudo o que um bom hit adolescente precisa para hitar: personagens coadjuvantes engraçados, nenhum adulto responsável por perto, bons efeitos especiais, piadas de humor americano que nem sempre funcionam e, claro, um herói desajustado.

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    O elenco envolvido na produção é inacreditável. Tirando Michael Cera (que dá vida ao Scott), todos os principais antagonistas e coadjuvantes trilharam ótimos caminhos no cinema.

    Brie Larson (Envy Adams) ganhou um Oscar e hoje está prestes a atingir 1 bilhão de bilheteria com Capitã Marvel.

    Chris Evans (Lucas Lee) esta há 10 anos derrotando vilões interpretando o Capitão América.

    Mary Elizabeth Winstead (Ramona) é aclamada por Fargo e agora estará em Aves de Rapina, próxima produção da DC Comics.

    Anna Kendrick possui uma franquia extremamente sólida (Pitch Perfect) e concorreu ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por Up in The Air.

    E o melhor ator do filme, Kieran Culkin (Wallace), foi indicado ao Globo de Ouro 2019 por Succession. Eu não sei o que mais eu preciso dizer para esse filme ser taxado como: Hino.

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    A grande chave para Scott Pilgrim Contra o Mundo ser considerado um filme tão cativante está no humor e em sua montagem. As piadas bobas, e que podem não parecer tão relevantes na primeira vez que você assiste, fazem toda a diferença conforme você revisita a obra. Acredite, eu devo ter assistido umas 75 vezes!

    A montagem e os efeitos utilizados na concepção do longa também são um ponto alto: o uso da linguagem de videogames durante os duelos ou em momentos simples – como ir ao banheiro – tornam a trama mais atrativa e dão um ritmo fluido ao longa.

    A forma como uma cena é “cortada”, lembrando a troca de tirinhas de um quadrinho, também faz toda a diferença. Existem quadros em que você pode reparar todos os coadjuvantes simplesmente parados ao fundo da cena, exatamente como acontece em um gibi. A fidelidade na adaptação feita por Edgar Wright para as telonas é inacreditável.

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    Obviamente existem pontos a serem melhorados, principalmente quando falamos da representação feminina.

    Knives (Ellen Wong), Kim (Alison Pill), Envy Adams e a própria Ramona mereciam mais. A condensação de todos os quadrinhos em uma única adaptação – ao todo são 6 edições – acabou afetando o desenvolvimento dessas personagens, que não são aproveitadas corretamente.

    No resumo, Scott Pilgrim Contra o Mundo não é um filme de Oscar (ou de premiações), mas ele é memorável nos seus detalhes. Há muita experimentação de câmera, de takes, até plano sequência durante as lutas você encontra por aqui.

    Provavelmente você não vai ver um vilão cantando e dançando em um filme da Marvel ou da DC, então aproveite essa permissão num filme como esse.

    Em um mundo onde todo o blockbuster de herói precisa seguir uma fórmula para dar certo, é engraçado – e interessante – encontrar um filme que misture referências visuais de séries, filmes, quadrinhos e animação, usando o humor sem ser apelativo e buscando “debater”, por assim dizer, alguns temas importantes como relacionamento abusivo e depressão.

    Seria até ingenuidade achar que um filme de ação/comédia com um enredo bobinho e muita cena de luta poderia abordar profundamente assuntos como esse, mas é interessante como ele pincela as formas de relacionamento e mostra como nossas atitudes insensatas podem destruir o emocional de outra pessoa.

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    Eu poderia ficar horas falando do quanto eu gosto desse filme e o quanto acredito que ele é uma pérola de edição, storytelling e bom humor. E apesar de não ter uma cena tão legal quanto Don’t Stop Me Now com zumbis em Todo Mundo Quase Morto, acredito que é uma das melhores produções do Edgar Wright.

    Imagina só se a Marvel Studios tivesse deixado ele em Homem-formiga, né?


    Confira abaixo o trailer legendado:


    E aí, curtiu nossa indicação? Deixe seu comentário e lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.

    Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos: Premiado em Cannes estreia nessa quinta

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    Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora, fez sua estreia mundial na última edição do Festival de Cannes, onde ganhou o Prêmio Especial do Júri da mostra Un Certain Regard.

    Depois de percorrer mais de cinquenta festivais internacionais e obter 11 prêmios, o longa chega ao circuito comercial brasileiro nesta quinta-feira, 18 de abril.

    Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô, que após um encontro com o espírito do seu falecido pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto. E rejeitando seu dever e com o objetivo de escapar do processo de se transformar em xamã, ele foge para a cidade, onde enfrentará a realidade de ser um indígena no Brasil contemporâneo.

    Assista ao trailer:

    As filmagens foram precedidas por uma longa relação de Renée com o povo Krahô, que se iniciou em 2009. Desde então, a diretora (também fotógrafa do filme) trabalha com a comunidade, participando na mobilização do coletivo de cinegrafistas indígenas Mentuwajê Guardiões da Cultura.

    A diretora comenta que o trabalho do grupo é focado na utilização do audiovisual como instrumento para a autodeterminação e o fortalecimento da identidade cultural. Em 2014, João Salaviza conheceu os Krahô e, juntos, durante longas estadias na aldeia, começaram a imaginar o que viria a ser o filme.

    “O filme é inspirado na história real de um desses jovens cineastas indígenas, que em uma das nossas viagens à aldeia, começou a se sentir fraco e assustado porque um pajé tinha jogado um feitiço nele. Se ficasse na aldeia, ele achava que iria morrer, então fugiu para a cidade. Este caso, que acompanhamos muito de perto, foi o disparador. Depois, com a nossa convivência na aldeia, participando da rotina da comunidade, o filme começou a ganhar novos contornos. Quando finalmente decidimos que Ihjãc seria o protagonista, ele também trouxe todo o seu núcleo familiar, suas questões cotidianas e sua maneira muito particular de se relacionar com o mundo. Então, o filme foi se moldando, ancorado numa forte presença de elementos reais, do dia a dia na aldeia, naquele núcleo familiar específico. Queríamos filmar a intimidade daquela família.”

    Todo esse tempo partilhado com os Krahô, levou os realizadores à convicção de que não seria possível fazer esse filme com um modelo de produção convencional.

    “O que mais aprendemos nessa relação com os Krahô foi a respeitar o tempo das coisas. Você não pode controlar tudo. Na aldeia, nosso filme era tão importante quanto lavar roupa, ir colher mandioca ou fazer reunião no pátio. Não era especialmente importante para ninguém. Nós também passamos a encarar o filme com esta perspectiva. O importante era justamente estar ali, 100% presente, vivendo aqueles dias com aquelas pessoas e tentando contribuir de alguma forma. Para isso, precisávamos de tempo.”

    Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos é produzido por Ricardo Alves Jr. e Thiago Macêdo Correia, da EntreFilmes (responsável pela produção do longa Elon não Acredita na Morte), em coprodução com a portuguesa Karõ Filmes e a Material Bruto, de São Paulo.

    O longa é distribuído no Brasil pela Embaúba Filmes.

    O Mau Exemplo de Cameron Post: A polêmica “cura gay” é tema da estreia da semana

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    Ganhador do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance e finalista no Troféu Bandeira Paulista na Mostra de Cinema Internacional de São Paulo, O Mau Exemplo de Cameron Post, de Desiree Akhavan, estreia dia 18 de abril.

    O filme, baseado no livro homônimo de Emily M. Danforth, é estrelado por Chloë Grace Moretz e tem ainda no elenco Jennifer Ehle, John Gallagher Jr. e Emily Skeggs.

    A história se passa na década de 1990 e acompanha a trajetória de Cameron (Chloë Grace Moretz), uma adolescente que foi enviada para um centro de “cura gay” depois de ser pega beijando outra garota.

    Vivendo com uma tia cristã desde a morte de seus pais, a menina passa a sentir dúvidas sobre sua identidade, e acaba se submetendo a uma terapia que supostamente a transformará numa adolescente heterossexual. Porém, é só quando está na clínica que ela vai descobrir mais sobre si mesma.

    Enfrentando uma disciplina severa e métodos que supostamente a farão deixar de ser gay, Cameron terá em “Jane Fonda” (Sasha Lane) e Adam (Forrest Goodluck) duas pessoas em quem confiar, e de quem se torna mais próxima. Nenhum dos dois quer abrir mão de sua identidade, o que ajudará a protagonista a se aceitar como realmente é.

    O filme teve uma ótima acolhida pela crítica desde sua estreia no Festival de Sundance. O The Hollywood Reporter apontou que a diretora “consegue performances complexas de seu elenco”, enquanto a Variety elogiou “a diversidade do grupo de adolescentes” do filme. Para o jornal inglês The Guardian, “o longa será importante para adolescentes gays por muitos anos”.

    Além do prêmio em Sundance, O Mau Exemplo de Cameron Post também foi premiado no Festival de cinema gay de Madri, o LesGaiCineMad, e levou dois troféus (um deles do público jovem) no Festival internacional de Valladolid, também na Espanha.

    Confira o trailer legendado:

    SINOPSE

    “Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela e, aos poucos, vai tentando descobrir quem realmente é.”

    Na mesma pegada de O Mau Exemplo de Cameron Post, falamos também de Boy Erased: Uma Verdade Anulada neste vídeo de indicações, confira: