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    The Witcher: Série da Netflix começará a escalar elenco “em breve”

    Mais de um ano atrás, a série de The Witcher pela Netflix foi anunciada, e finalmente parece que a escolha do elenco começará em breve, de acordo com a showrunner Lauren Schmidt Hissrich, que tuítou sobre o processo da escolha do elenco na sexta a noite.

    A showrunner explica que as cenas usadas para a escolha do elenco podem surgir na internet, mas não estragará a série para os fãs que esperam afoitos qualquer lançamento ou vazamentos, e elas foram escritas única e exclusivamente para o processo de seleção. As cenas são inteiramente novas e capturam o espírito dos personagens da série, mas não terão relevância com o enredo real da série.

    “É sexta a noite em Los Angeles, e foi uma grande semana em #Witcher.

    Então.

    Vamos falar do elenco. Sim, eu disse a palavra mágica! A escolha do elenco começará em breve, e não, eu não posso dizer quem são as nossas escolhas principais então não perguntem. Mas. Há algo muito importante que vocês precisam saber.”

    The Witcher conta a história de Geralt de Rivia, um bruxo (esqueça Harry Potter) caçador de monstros que se encontra no meio de intrigas políticas e as vidas dos camponeses, o que acaba o levando frequentemente a dilemas que o tornam cada vez mais amargo e cético, a respeito da ambiguidade moral das pessoas ao seu redor. Enquanto os livros de Andrzej Sapkowski são ambientados em um mundo de mágica e monstros, eles focam frequentemente o conflito humano e aspectos monstruosos da vida cotidiana.

    The Witcher: Showrunner revela quais personagens estarão na série da Netflix

    Enquanto Hissrich deu aos fãs da franquia The Witcher um alto nível de transparência a respeito do seu processo criativo da série de TV, ela informa aos fãs nos tuítes que ela não revelará suas escolhas principais. O que ela revelou é que farão os testes internacionalmente. No tuíte final, ela também revelou que Dandelion – o fiel amigo bardo do personagem principal, Geralt – será conhecido na série como Jaskier, o nome original dado ao personagens nos livros. Quando os fãs perguntaram a respeito do porque dessa decisão, Hissrich revelou que queria se manter fiel aos livros escritos por Andrzej Sapkowski, que atuará como consultor criativo da série.

    The Witcher: Série da Netflix pode ser o novo Game of Thrones

    Desde o lançamento do game aclamado pela crítica, The Witcher 3: Wild Hunt (desenvolvido pela CD Projekt Red), os fãs criaram listas entusiasmadamente de atores que acreditaram que seriam perfeitos para dar vida aos personagens do livro. Desde o anúncio da série da Netflix, algumas dessas listas ganharam notoriedade. Algumas dessas escolhas populares colocam Mads Mikkelsen como Geralt de Rivia e Eva Green como Yennefer de Vengerberg. Também ficamos felizes quando descobrimos que Mark Hamill mostrou estar aberto à dar vida ao mentor de Geralt, Vesemir.

    A primeira temporada da série será inteiramente filmada na Europa Oriental e contará com oito episódios. Ela terá elementos dos livros de Sapkowski e dos games que ajudaram a popularizar a franquia internacionalmente.

    E aí, animado com a série The Witcher? Conte nos comentários abaixo a sua expectativa para a nova série da Netflix.

    Timeless: Série é cancelada (de novo) mas isso não é tudo

    Bem, fãs de Timeless, essa é a hora da verdade, e não temos notícias tão boas. A NBC decidiu cancelar a série de drama de viagem no tempo, pela segunda vez. Como muitos fãs se lembram, a série que é produzida pela Sony Pictures Television Studios, foi originalmente cancelada na primeira temporada, mas foi trazida de volta para uma segunda temporada a pedido do público. A notícia do cancelamento chega poucos dias antes do contrato do elenco expirar.

    Enquanto essa notícia é triste para os fãs, que lutaram duro para salvar a série, ela pode não ser o fim da nossa amada Equipe do Tempo. Apesar da Sony TV não planejar estender o contrato do elenco, o estúdio é “esperado que seja explorado cada cenário” para a série, incluindo um possível filme. A NBC e a Sony Pictures TV estão discutindo a respeito de fazer um filme de duas horas, que deve resolver o gancho da season finale da segunda temporada, e encerrar outras histórias abordadas na série.

    Vamos torcer!

    É possível gostar de um filme sem entendê-lo por completo?

    Recentemente assisti a Aniquilação (Annihilation, 2018), filme da Paramount comprado e distribuído pela Netflix, que é escrito e dirigido pelo excelente Alex Garland (Ex Machina, 2014). Após terminar, fiquei diante de mais uma daquelas situações onde, por mais que eu me esforçasse, não conseguia entender a obra por completa. Após ler e assistir algumas explicações – leia nossa crítica -, fui traçando a minha própria análise, no entanto precisarei de mais tempo para conclui-la.

    Isso me fez pensar em outras obras que me causaram o mesmo efeito e me fizeram questionar se é possível gostar de um filme sem entendê-lo, e me fizeram também concluir que sim, é possível. Uma das obras que me ajudaram a chegar a essa afirmação foi Interestelar (Interstellar, 2014). O longa de Christopher Nolan dividiu opiniões quando foi lançado, mas, ao mesmo tempo, conseguiu fazer muitas pessoas passarem horas discutindo sobre teoria da relatividade, buraco de minhoca, entre outros. Além disso, o final deixou muita gente confusa, inclusive eu, por outro lado, fiquei encantado com o filme e até hoje me pego pensando nele. Mas como explicar isso?

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    Para começar, é preciso deixar claro que uma obra cinematográfica é um conjunto de detalhes que, unidos harmonicamente, conseguem alcançar o seu propósito, seja ele fazer rir, chorar, aterrorizar, as emoções são diversas e essa ligação emocional com o espectador é graças à direção, roteiro, trilha sonora, montagem, fotografia, atuações e muitos outros aspectos técnicos.

    Neste texto não iremos nos aprofundar nos detalhes de cada aspecto técnico de uma obra cinematográfica seja ela curta ou longa-metragem, mas em como esses aspectos cinematográficos podem alcançar esses propósitos individualmente, sem necessariamente precisar de outro. Obviamente, sabemos que quando há um “casamento” entre eles a experiência se torna ainda mais inesquecível. Tenho certeza que há alguma cena inesquecível na sua memória e que ficou registrada graças à uma atuação, uma música, ou até mesmo uma paisagem que foi mostrada por um ângulo diferente. Qual fã de Harry Potter não sente uma nostalgia ao ouvir aquela trilha clássica do John Williams? E qual fã de Star Wars não fica arrepiado ao escutar a marcha imperial?

    No meu caso, quando assisti a Interestelar pela primeira vez, o que mais me marcou foi a música do Hans Zimmer, a relação do Cooper (Matthew McConaughey) com a filha e a representação do espaço, ou seja, uma parte do roteiro, as atuações, a trilha sonora e os efeitos especiais e práticos conseguiram me conectar ao filme de maneira incrível. Mesmo sabendo que o longa não é perfeito, eu tenho uma relação muito forte com ele e não entendê-lo por completo não diminuiu minha experiência.

    Se você buscar no Google por “filmes difíceis de entender” com certeza irá encontrar dezenas de listas e no topo de todas delas vai estar 2001: Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey, 1968), do Stanley Kubrick, um dos filmes mais complexos de todos os tempos. Entretanto, também vai perceber que ele tem muitos fãs e, boa parte deles, não conseguiu entender a obra por completa até hoje, mesmo assim ficam encantados independente da quantidade de vezes que assistam ao filme, seja pela fotografia, pela perspectiva, pelos enquadramentos ou pelo perfeccionismo do diretor. Isso só comprova o quanto a afirmação presente no título deste texto é verdadeira.

    Outra produção que, com certeza, vai estar nessas listas é Donnie Darko (Donnie Darko, 2001). Escrito e dirigido pelo estadunidense Richard Kelly, enquanto tinha apenas 26 anos, esse trabalho rendeu dezenas de textos e vídeos de pessoas tentando explica-lo (se é que isso é possível), pois a maioria dos espectadores não entenderam, mas isso não é de se espantar já que o roteiro é um dos mais confusos já escritos. Ainda assim, muitos daqueles que não entenderam o defende com unhas e dentes.

    Outro fator que deve ser analisado é como esses filmes mais complicados de entender e com finais ambíguos conseguem dar margem para interpretações das mais variadas. Saímos da projeção discutindo teorias, e esses debates duram horas, dias e até meses. Um dos exemplos mais recentes foi a discussão sobre o peão de A Origem (Inception, 2010), afinal ele caí ou não? Para alguns sim, para outros não, e isso que é interessante, pois todas as interpretações são válidas, e com isso passamos a gostar ainda mais da obra.

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    Em Aniquilação também tem um final ambíguo, deixado em aberto para que o público crie as suas próprias análises, além de deixar um gancho bem interessante para uma futura continuação.

    Portanto, posso concluir que, depois dessa breve análise, tenho ainda mais certeza que não entender um filme de verdade não nos impede de aprecia-lo, o cinema nos permite isso. Seria essa a tão famosa “magia do cinema”?

    Conte pra nós aí nos comentários, quais filmes você não entendeu e ainda assim não perde uma reprise. E se curtiu o tema, não deixe de compartilhar com seus amigos em suas redes sociais 😉

    Leia também:

    CRÍTICA – Aniquilação (2018, Alex Garland)

    Resident Evil 2 Remake: Capcom não tem planos para o Switch

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    Questionado pelo GamingBolt se havia a possibilidade de vermos o remake no Nintendo Switch, Mike Lunn, gerente de marca da Capcom, respondeu:

    “Não, atualmente não. Queremos focar apenas no PS4, Xbox One e PC no momento.”

    A esperança para os proprietários de Switch e fãs da franquia Resident Evil é que a Capcom venha a seguir um caminho similar à versão da nuvem de Resident Evil 7 Cloud para o portátil da Nintendo.

    O mais recente título da franquia chegou ao console em maio, embora exclusivamente na eShop japonesa e disponível para jogar apenas por meio da nuvem.

    Resident Evil 2 Remake será lançado em 25 de janeiro de 2019 e promete as mesmas cenas clássicas que amamos no original, mesmo que as campanhas funcionem de uma forma diferente.

    Confira abaixo o gameplay de Resident Evil 2 Remake:

    Homem-Formiga e a Vespa: Lista do elenco revela vilão – SPOILERS!

    Com Homem-Formiga e a Vespa a apenas algumas semanas de estrear, alguns detalhes do filme estão sendo revelados. Hoje, ficamos sabendo da lista completa do elenco e temos muito a falar. Para começar, não sabemos o que esperar dos flashbacks de Hank Pym, Janet Van Dyne e Bill Foster enquanto jovens, enquanto a Fantasma de Hannah John-Kamen agora tem um nome: Ava. Entretanto, isso não nos diz muito.

    O que é de fato interessante, é o fato de Michael Cerveris interpretará Elihas Starr. O ator viveu o Professor Pyg em Gotham, e também participou de séries com The Tick e The Good Wife.

    Como você pode saber, ou não, o alter ego de Starr, na verdade é Cabeça-de-Ovo. Um dos grandes vilões do Homem-Formiga, sua primeira aparição nos quadrinhos aconteceu nos anos 60, e ele era um cientista obcecado por entender a tecnologia de Hank, e tentar descobrir como o herói consegue ficar tão pequeno. Ele tentou por várias vezes roubar o trabalho do herói então faria sentido que ele fosse revelado com o verdadeiro vilão de Homem-Formiga e a Vespa, certo?

    Não sabemos ao certo, mas o diretor Peyton Reed revelou que o filme terá um segundo vilão além de Fantasma, então é possível que esse seja o caso. De qualquer forma, seria interessante ver o personagem, tenho certeza que um cameo alegraria os fãs dos quadrinhos. Confira a lista abaixo:

    Leia também:

    Homem-Formiga e a Vespa: Pôsteres reúnem os menores heróis da Terra

    Motorola lança no Brasil versão “turbinada”do Moto Z3 Play

    Motorola traz nova opção aos consumidores ao oferecer 128 GB* de armazenamento e 6 GB de memória RAM.

    Nesta semana, chega ao mercado a nova versão do Moto Z3 Play. Com 128 GB de armazenamento total – A capacidade indicada corresponde à memória total (bruta) não formatada. A capacidade de armazenamento interna disponível para o usuário é menor. Permite expansão com cartão microSD, não incluso – e 6 GB de memória RAM, o modelo é uma nova opção para quem quer executar tarefas e curtir o melhor do smartphone com mais agilidade, além de ter muito mais espaço para vídeos, fotos e músicas.

    O Moto Z3 Play traz recursos que vão muito além dos smartphones atuais. Com ele, é possível ter uma experiência imersiva em todos os conteúdos com a nova tela de borda infinita. São seis polegadas, combinadas às tecnologias Super Amoled e Max Vision Full HD+.

    Outro grande atrativo do smartphone é o design. O Moto Z3 Play é um dos smartphones mais finos da categoria, com apenas 6,7 mm de espessura. Tem bordas lisas, arredondadas e acabamento em vidro 2.5D Corning® Gorilla® Glass.

    A câmera do Moto Z3 Play promete trazer mais criatividade na hora das fotos. O aparelho possui câmera dupla traseira, de 12 megapixels e 5 megapixels, que captura imagens com aparência profissional, mesmo em ambientes com baixa luminosidade. O software conta com recursos incríveis, como reconhecimento inteligente de pontos turísticos e objetos, efeitos de profundidade e o novo recurso Cinemagraphs, que permite dar vida à foto, em uma combinação única de vídeo e imagem.

    A bateria do Moto Z3 Play não deixa o usuário na mão durante o dia. Com 3.000 mAh de autonomia, ela pode ser recarregada rapidamente com o carregador TurboPower, que garante maior duração com apenas alguns minutos de carga, mas a bateria deve estar quase esgotada; a taxa de carregamento diminui à medida que a carga da bateria aumenta.

    Preço e disponibilidade

    O Moto Z3 Play chega hoje ao mercado brasileiro, na versão de 128 GB de armazenamento total e 6 GB de memória, no site da Motorola, nos quiosques da marca e nos principais varejistas do país na cor ônix, pelo preço sugerido de R$ 2.699. O consumidor ainda pode adquirir o aparelho na versão de 64 GB de armazenamento, com 4 GB de memória, na cor índigo, por R$ 2.299.