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CRÍTICA – League of Legends: LUX (2019, Panini)

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CRÍTICA - League of Legends: LUX (2019, Panini)

O mundo dos games sempre sofreu com péssimas adaptações para sétima arte, porém com a nona arte essa história é diferente, temos excelentes quadrinhos de aclamados games (The Witcher, Metal Gear Solid, Blooddborne) as HQs expandem o universo do game da formal mais fiel e respeitável possível; dessa forma temos mais um aclamado game que está entrando nesse mesmo caminho de expansão de universo nas páginas de quadrinhos: League of Legends.

Legue of Legends é um jogo multiplayer online battle arena e está entre os games mais jogados em todo mundo e para comemorar seus 10 anos, a Riot Games trouxe para o Brasil em parceria com Marvel Comics e a Panini Comics a história em quadrinho LUX, com roteiro de John O’Bryan (Avatar: A Lenda de Aang) e desenhos por Billy Tan (Thor: O Cerco, Os Novos Vingadores: A Busca Pelo Mago Supremo).

O intuito da HQ do game é expandir o já famoso universo de League of Legends (LoL) para além das telas dos PCs, dessa maneira tendo a oportunidade de apresentarem esse universo para outros públicos além da comunidade gamer que já conhece muito bem esses personagens tão queridos.

Aqui acompanhamos Luxanna também conhecida como “Lux“, que tem uma vida repleta de privilégios, mas ela esconde um aterrorizante segredo e terá que tomar a difícil decisão de escolher entre ficar do lado da sua família real ou ao lado dos magos oprimidos, à margem de seu reinado.

Demacia é um reino que não aceita pessoas com poderes mágicos e quem é descoberto é tratado de forma preconceituosa e punido severamente (como comparação: o preconceito é no mesmo nível dos bruxos para com os trouxas em Harry Potter), muitas das vezes sendo levado à guilhotina em praça pública (ok, é maior que em Harry Potter).

O roteiro de John O’Bryan é bem fluído, e apresenta de forma bem simples o universo de League of Legends para quem não conhece o universo do game o leitor não vai ficar confuso durante a leitura; quanto a arte de Billy Tan é fascinante e cada quadro é um espetáculo. 

O material da HQ é de extrema qualidade e reúne as edições de League of Legends: Lux de #1 até #5 com capa dura (um destaque para a capa que é linda), essa é a segunda coleção em parceria entre a editora Panini Comics, Marvel e Riot Games, seguindo o mesmo padrão de qualidade da League of Legends – Ashe: Mãe da Guerra (2018).

Com suas 144 páginas, o quadrinho é uma boa para quem está começando a conhecer o mundo do game criado pela Riot Games e também para quem já é familiarizado com esse universo de personagens tão carismáticos. Garanto que ao concluir a leitura você ficara com vontade de jogar o game.

Editora: Panini Comics (2019)

Autores: Billy Tan (Desenho), John O’Bryan (Roteiro)

Páginas: 144

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