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CRÍTICA – A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura (2020, Mike Rohl)

CRÍTICA – A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura (2020, Mike Rohl)

A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura é a continuação direta do filme de 2018 estrelado por Vanessa Hudgens. Na nova produção, as sósias Stacy e Margaret devem lidar com novas responsabilidades envolvendo a futura coroação de Margaret como rainha.

SINOPSE

A coroação de Margaret está atrapalhando a vida amorosa da futura rainha. Sua sósia Stacy tem um plano para ajudar – se outra garota idêntica a elas não estragar tudo.

ANÁLISE

Como uma continuação direta do longa de 2018 – que foi bem recebido pela crítica, mas não tão amado pelo público -, a nova produção propõe uma reviravolta na vida de Margaret, colocando a personagem a caminho do trono de Montenaro. A ascensão meteórica não é bem aceita por seu namorado Kevin (Nick Sagar), e os dois acabam tomando caminhos distintos.

Sem aceitar o término dos dois adultos, Stacy resolve se intrometer na relação e criar um plano com Olivia (Mia Lloyd) para unir o casal apaixonado novamente, replicando em partes a trama do filme anterior. Com isso, Stacy consegue levar Kevin até o local do baile e coroação de Margaret e fazer com que eles se reaproximem.

Em meio a todo o plano natalino de reconciliação, Fiona (também interpretada por Hudgens), prima de Margaret, resolve aparecer para as festividades – mas com um grande plano maquiavélico. Todos os envolvidos percebem a indiscutível semelhança entre as três meninas, pois elas são exatamente iguais. As poucas diferenças são apenas o tom de voz e o sotaque.

Vanessa Hudgens precisa interpretar não duas, mas três personagens idênticas. Alterando sotaques, roupas e personalidade, a produção megalomaníaca cria uma trama difícil de acreditar, considerando a probabilidade lógica de três pessoas serem exatamente iguais e habitarem a mesma região do mundo.

Além de Hudgens e Sagar, outros personagens também retomam seus papéis na continuação. Edward (Sam Palladio) e Mrs. Donatelli (Suanne Braun) também fazem parte da trama, apesar de seus personagens apenas existirem no desenrolar confuso e apressado da produção. 

Alguns pontos que devem ser destacados são: a química do elenco principal, que facilita no desenrolar das situações em que os personagens são inseridos e a ambientação do longa. Todos os cenários são lindíssimos, com grandes mansões e todo o charme das festividades natalinas.

Hudgens também merece seu crédito, pois ela é o destaque de toda a produção. Por ser extremamente simpática, a atriz consegue cativar o espectador. Entretanto, toda a história falha em criatividade e humor, o que deveria ser algo realmente importante em um romance desse gênero.

VEREDITO

Repetindo sua trama, elevando toda a situação a um nível absurdo e não entregando nada novo, A Princesa e a Plebeia: Nova Aventura falha em sua missão de ser uma boa continuação para o filme de 2018, deixando a desejar em diversos aspectos de sua produção.

Nossa nota

2,0 / 5,0

Confira o trailer:

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