CRÍTICA – Bang-On Balls: Chronicles (2023, Exit Plan Games)

    Bang-On Balls: Chronicles é um dos jogos mais sem sentido de 2023. Não apenas por seu visual e seus bizarros gráficos. Mas por ele nos colocar no controle de uma bola, isso mesmo, uma bola. O game nos lança por um estúdio de cinema que nos fará viajar no tempo por diferentes eras e cenários.

    Podendo personalizar a bola, viajamos por diferentes cenários, podendo personalizar nossa bolinha 3D, combatendo inimigos e viajando por aí.

    SINOPSE

    Bang-On Balls: Chronicles é um jogo de plataformas e combate em 3D onde colecionas coisas a pontapé! Torna-te um herói irresponsável e parte em missões para colecionar itens e desvendar segredos enquanto rebolas por vários eventos semi-históricos!

    ANÁLISE

    Ao longo da gameplay, somos colocados no controle de uma bolinha. O interessante do game é a personalização, mas já adianto que ele não é NADA intuitivo. Tendo sido lançado em 2021 para PC e outros consoles, ele chegou em 2023 ao Nintendo Switch. O game possui gráficos e fps capados, o que torna a experiência péssima no console.

    Adoraria dizer que minha experiência em um jogo indie tinha sido a melhor possível, mas infelizmente não foi assim. Bang-On Balls: Chronicles decepciona e os brilhantes gráficos mostrados no trailer só são possíveis de obter no PC. O port feito para o Nintendo Switch é fraco e com quedas de frames constantes, e sua história sem sentido (que história?), ele se torna mais um game indie que poderia ser muito mais se houvesse um maior trabalho.

    Seja na falta de aprofundamento do game, ou nas sequências em que damos de cara do inúmeros inimigos, ou até mesmo na falta de uma HUD, o game não possui objetivos claros do que ele é de fato para além de um sandbox.

    Sem o direcionamento, objetivos ou até mesmo uma lógica por trás dele, Bang-On Balls: Chronicles é sofrível e repetitivo.

    VEREDITO

    Bang-on Balls: Chronicles é cansativo, triste e não inova em nada do que foi produzido até aqui. A estranheza do game causa incômodo e infelizmente não diverte. Com sequências e fases sem sentido, o game se mantém como uma aventura sandbox sem objetivos claros em que podemos destruir basicamente toda e qualquer coisa.

    Ainda em tempo, ouso dizer que tudo que o game poderia ser é ignorado pela desenvolvedora, enquanto ela opta por colocar cada vez mais itens customizáveis ao invés de melhorar a experiência de gameplay.

    Nossa nota

    1,5 / 5,0

    Confira o trailer do game:

    Acompanhe as lives do Feededigno na Twitch

    Estamos na Twitch transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    Curte os conteúdos e lives do Feededigno? Então considere ser um sub na nossa Twitch sem pagar nada por isso. Clique aqui e saiba como.

    Artigos relacionados

    EU CURTO JOGO VÉIO #16 | ‘Castlevania: Symphony of the Night’ é um marco inesquecível da franquia

    Castlevania: Symphony of the Night é um jogo de ação e aventura desenvolvido e publicado pela Konami; e lançado em 1997 para o PS1.

    Nintendo Direct: Todos os games anunciados no evento de Junho

    A Nintendo Direct de Junho chegou e passou. O evento contou com incríveis anúncios de 2024 e 2025. Confira-os!

    CRÍTICA: ‘Elden Ring: Shadow of the Erdtree’ é uma das melhores DLCs, expandindo o jogo base com qualidade e carinho

    Shadow of the Erdtree é uma das melhores DLCs já lançadas. Agradecemos a Bandai Namco pelo envio da key antes de seu lançamento.

    CRÍTICA: ‘Paper Mario: Thousand-Year Door’ é um diversão garantida com narrativa profunda

    Paper Mario: Thousand-Year Door diverte em tudo que se propõe e é um mergulho ainda mais profundo nas mecânicas da franquia.