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    CRÍTICA: DLC ‘Battle For Brooklyn’ de ‘The Division 2’ é um novo fôlego a franquia

    O jogo The Division 2 foi lançado no primeiro trimestre de 2019 e continua existindo desde então dando continuidade ao seu antecessor, completando seu sexto ano de existência e o nono quando pensamos na franquia como um todo. Depois do lançamento das Raids, Terra de Cego e Cavalo de Ferro, chegou a expansão Déspotas de Nova York acrescentando novas habilidades, um retorno a uma região conhecida do universo e um end game que foi a base para todos os eventos de temporada nos anos a seguir, a incursão Paraíso Perdido até a chegada da nova DLC Battle for Brooklyn (Batalha do Brooklyn).

    O lançamento ocorreu no dia 27 de maio, sendo disponibilizado para os consoles Playstation 4 e 5, Xbox One e Series X/S e para PC através das lojas online Epic Games e Steam. Para jogadores de console Playstation que desejam conhecer a franquia The Division, assinantes da PSN Extra conseguem baixar os dois jogos através da seção de catálogo Ubisoft+Classics.

    A história da expansão é sobre os eventos que irão ocorrer quando a facção dos Cremadores, agora com uma nova arma chamada Chama Roxa, conseguem atravessar a ponte e chegar no distrito do Brooklyn encontrando uma comunidade unida para reconstruir o local, mas terão que lutar para proteger tudo o que já alcançaram e terão o reforço do nosso agente para obter o sucesso.

    Durante a nossa jornada encontraremos a doutora Jessica Kandel, uma personagem conhecida no primeiro jogo, como uma das nossas aliadas na comunidade da Ponte e teremos no suporte de missão a agente Melanie Hoskins, protagonista do áudio livro The Division Heart of Fire e uma das aliadas de Arron Keener assim como Theo Parnell que irá nos ajudar nos aspectos tecnológicos.

    Battle for Brooklyn

    Com a nova região foram acrescentados mais quatro novos pontos de controle, doze regiões de atividades de mundo espalhadas pelo mapa, dez localização para contratos recompensa e oito Caçadores escondidos que podem ser encontrados ao realizar quebra cabeças.

    As mecânicas que foram inseridas na fase da temporadas 2.0 estão mantidas com a realização de tarefas que desbloqueiam modificadores para impulsionar o nosso personagem ao mesmo tempo que são inseridos outros que proporcionam mais desafio além do cronograma dos eventos que irão ocorrer durante a temporada.

    Em aspectos de jogabilidade esse retorno ao Brooklyn foi muito interessante, não apenas pela nostalgia como também por acrescentar mais desafio para as atividades de mundo seja através dos efeitos da Chama Roxa ou com as fortificações que iremos encontrar nos pontos de controle de acordo com a facção.

    Battle for Brooklyn

    Analisando a partir deste novo ponto, as coisas se tornaram muito mais emocionantes ao realizar a invasão de um ponto de controle e encontrar duas torretas flamejantes enormes que só podem ser desativadas ao encontrar a fonte de alimentação seguindo seus respectivos cabos. A combinação da chegada dos inimigos com a adversidade do ambiente trouxe um significado muito mais interessante para o combate pelo local, até por abrir a possibilidade de pensar em novas abordagens para realizar essa atividade no futuro e acredito que para os jogadores veteranos encontrar esse tipo de novidade torna as coisas menos protocolares, muito mais animadoras e até exercitar a imaginação para encontrar esse tipo de desafio em um jogo futuro da franquia.

    A exploração do mapa é sempre um dos elementos que sempre agradam quando estamos jogando The Division 2 e voltar ao Brooklyn agora em outra estação não se torna exceção porque encontramos uma ambientação muito bonita, uma paisagem que ainda continua tendo um visual pós apocalíptico mas que não deixa de impressionar quando se trata da qualidade em seus detalhes. Dar uma volta em Dumbo ou em Brooklyn Hights para chegar na localização das missões, atividades de mundo ou simplesmente procurar por colecionáveis se mantém como algo muito prazeroso a se fazer.

    Battle for Brooklyn

    Outra novidade que me trouxe satisfação foi a possibilidade de realizar as missões em dificuldades maiores, diferente da expansão anterior que era necessário completar a campanha no modo história para que fosse possível repeti-la em dificuldades mais elevadas. Ter feito algumas missões como, por exemplo, a Refinaria H5 que possui um chefe de confronto com uma barra de proteção maior que o padrão e ainda tendo ao seu lado o efeito de status da chama roxa tornou a experiência muito mais divertida.

    Sobre esse novo efeito que era encontrado apenas ao realizar a incursão Paraíso Perdido é uma adversidade que aplicada a uma facção que fica espalhada pelo mapa nos incentiva a ter um pouco mais de atenção pois os Cremadores por usarem lança chamas já era propensa a causar alguns problemas em atividades, com o acréscimo da Chama Roxa que consome sua proteção a medida que sofremos dano se torna uma reforçador.

    Além das melhorias nos inimigos também tivemos novidades para o nosso agente com a chegada de novos conjuntos como o Iminência Bélica que acrescenta dano de arma ao adquirir uma peça e 100% de aumento de ameaça ao equipararmos uma segunda e 60% de dano de pistola para uma build mais ofensiva. O segundo é a montagem mensurada, sendo necessário equipar quatro peças ou combinar com a mochila exótica Ninja Bike para ganhar sua vantagem que está conectada a habilidade de colmeia e a cobertura móvel podendo reforçar defesa e ataque.

    Battle for Brooklyn

    Junto com os equipamentos novos também foi acrescentado a máscara exótica Catalisadora que pode ser adquirida ao realizar a última missão da batalha do Brooklyn e suas vantagens estão relacionadas a efeitos, algo muito parecido com a Máscara do Vil outro item exótico muito conhecido dos jogadores que gostam de formar builds voltadas para o dano por status.

    Durante o lançamento da nova expansão também vamos iniciar a temporada do ano 7 chamada de Encruzilhadas que pode ser acessada por todos os jogadores. Neste novo formato que substituiu as caçadas, realizaremos as atividades de reconhecimento semanalmente para revelar o alvo da investigação que, diferente do passado, nessa temporada ainda é desconhecido.

    A nova expansão a Batalha do Brooklyn acrescenta um novo fôlego para o universo de The Division 2 retornando a um local importante para os fãs da franquia, novidades de gameplay interessantes e uma experiência visual que se mantém muito bonita.

    Nossa nota

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer da última DLC:

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES: ‘A.I.L.A’ é terrível futuro de IA em jogo Brasileiro

    Durante a Gamescom Latam joguei a primeira parte da demo de A.I.L.A, o game desenvolvido pelo estúdio Pulsatrix e publicado pela Fireshine Games. O game é a nova empreitada do estúdio que no passado nos trouxe Fobia – St. Dinfna Hotel. O game nos lança por uma jornada surpreende, nos assustando a toda oportunidade, apenas para nos deixar encucados a cada um de seus marcos.

    Sendo ligeiramente mais longo do que a primeira demo, que levava em média 15-20 minutos para ser finalizada, cheguei a levar pouco mais de uma hora em uma das runs. No controle de um testador de uma nova IA, somos lançados por um mundo que mistura o real e o fictício e parece nos prender no que é quase um terrível pesadelo.

    O game nos lança em uma jornada amedrontadora a todo o tempo. Com fortes aspectos de puzzle, o game reforça a todo o tempo a mecânica de ação e reação. A cada ação que desencadeamos, outra se desenrola – sem que vejamos, ou vejamos também.

    Assim, o terror se mantém além do perceptível. De modo que os temores até mesmo de avançar hão de chegar e causar um incômodo singular. Com uma ambientação que dão gosto e parece ser feita por estúdios responsáveis por estúdios AAA.

    A.I.L.A

    Gatilhos emocionais são moldados pelo imaginário coletivo, pelas diferenças culturais e pela percepção do público. Esses gatilhos podem variar entre povos, grupos étnicos e contextos culturais distintos. Por isso, públicos de diferentes países podem reagir de maneira diversa a um mesmo jumpscare ou a um gatilho específico dentro de um jogo.

    O trabalho da Pulsatrix se conecta diretamente com o que realmente nos causa medo e isso é algo profundamente singular. Afinal, embora o terror seja um sentimento universal, ele se manifesta de formas diferentes em cada cultura, em cada público.

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    Ambientado em um mundo relativamente parecido com o nosso, o game mistura realidade com o fantástico. Nos assustando a cada esquina, e nos fazendo sentir imersos em uma narrativa contida. Sem background de personagens, ou juízo de caráter, precisamos avançar a fim de sobreviver.

    Enquanto nos faz sentir imersos com uma trilha sonora incrível, ouso dizer que a Pulsatrix tá fazendo história aqui. Com áudio binaural, é fácil nos sentirmos imersos nesta jornada em que perigos podem surgir a qualquer momento.

    A.I.L.A

    Depois de quase uma hora de gameplay, levei sustos, me senti desesperado e acima de tudo, desafiado a descobrir todos os mistérios desta história. Mas quando tudo parece que vai engatar, a demo chega ao fim. E sim, os momentos de maior tensão são os últimos minutos da demo.

    Com um ato a mais em relação ao que havia sido disponibilizado na primeira demo do A.I.L.A há pouco mais de 6 meses, o game em primeira pessoa brinca com a tecnologia que ele inventa. A demo gira em torno do que o game chama de “The Impossible House,” Ou melhor, um conjunto de 4 ou 5 diferentes combinações de alguns mesmos cômodos e puzzles contidos ali.

    Enquanto mistura as fronteiras do real e fictício, depende de nós resolver e solucionar mistérios a fim de prosseguir.

    Com fortes aspectos gore, A.I.L.A não exita em nos forçar a cortar dedos, quebrar queixos e afins, apenas para continuar nossa jornada. Apesar do game não ter uma data de lançamento específica, ouso dizer que este é um game que precisamos ficar de olho no futuro.

    Pois se a Pulsatrix brilhou ao nos trazer FOBIA, o estúdio atingiu um novo nível ao nos apresentar esta história.

    Confira o trailer do game e adicione A.I.L.A na sua whishlist:

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    EU CURTO JOGO VÉIO #44 | ‘Wolfenstein: The Old Blood’ é acerto em reboot histórico

    A franquia Wolfenstein tem uma das mais prolíficas jornadas no mundo dos games. Tendo sido lançado originalmente para o Commodore 64, MS-DOS e Apple II em 1981, a franquia hoje conta com cerca de 14 games. E o título que foi criado como – o que conhecemos hoje – um boomer shooter, viria a se tornar nos anos seguintes um dos mais imponentes fps da história.

    Tendo recebido até mesmo o prêmio de Jogo de Ação do ano em 2017 no The Game Awards por Wolfenstein II: The New Colossus, a nova trilogia se reinventou e se tornou um dos mais divertidos e desafiadores títulos até aqui.

    No game, acompanhamos a história de Richard Wesley e William BJ. Blazkowicz que precisam se infiltrar no Castelo Wolfenstein a fim de encontrar segredos nazistas e mais tarde, fugir.

    Mas não sem antes dizimar legiões nazistas. Nesta realidade, o rumo da guerra mudou após a criação de armaduras individuais para os soldados do Eixo. Apresentando alguns das mais terríveis faces do que o nazismo representa, somos lançados diante de hordas e mais hordas e inimigos que precisamos matar sem pena.

    O reboot da MachineGames tem um papel muito importante em mostrar o papel que tal regime teve na história sem pestanejar.

    DESTRUIÇÃO, COMBATE E LINHA DO TEMPO ALTERNATIVA

    Wolfenstein

    Sem exacerbar os acontecimentos, apenas dando um toque de ficção científica à história, o game nos lança por uma ferrenha trama de resistência. Por mais que ver inúmeros elementos como a suástica, ss, ou 88 incomodem, destruir impiedosamente hordas e mais hordas de nazistas, faz tudo valer a pena.

    Com diferentes aproximações diante a esta história, Wolfenstein não te impede de jogar como você bem quiser. Seja por stealth ou “guns blazing,” Blazkowicz começa sua jornada de vingança derrotando um dos mais cruéis agentes nazistas, Rudi Jäger. Com um combate limitado apenas pela nossa criatividade, o combate armado e stealth é rico em detalhes. Sendo divertido, dinâmico e inventivo, vemos isto apenas evoluir no futuro.

    Apesar de mostrar uma realidade bem parecida com a nossa, o game é ambientado em uma espécie de linha do tempo alternativa em que mesmo em 1946, o exército nazista não foi derrotado. O game mostra aspectos como não é necessário sofrer na pele para lutar por seus semelhantes, apenas se sentir descontente a fim de fazer alguma coisa.

    Mesmo sendo menos dinâmico que seus sucessores, The Old Blood apresenta uma história concisa e revoltante, não nos poupando motivos para odiar a crueldade e o que o nazismo representa.

    RETROFUTURISMO, PERVERSIDADE E TERRORES

    Wolfenstein

    O retrofuturismo de Wolfenstein é o artifício usado para salientar ainda mais os mais perversos aspectos da ideologia que serviu apenas para ceifar a vida de 75 milhões de pessoas pelo mundo nos mais diversos frontes. Desde os maiores conflitos durante a guerra, na Europa e no Pacífico, as menores, mas não menos importantes foram lutadas no Oceano Atlântico e no Mediterrâneo.

    Nesta história, na fictícia, os aliados parecem ter perdido. Enquanto espiões tentam se infiltrar nas fileiras nazistas a fim de descobrir segredos e destruí-los de uma vez por todas, quase toda resistência é destruída com armas potentes em combates desproporcionais. A perversidade presente nesta história reforça que do ponto de vista inimigo, os nazistas veem a resistência, os judeus e outras minorias étnicas como baratas que precisam ser exterminadas.

    Wolfenstein

    Desumanizando quase que completamente os agentes do exército do bigodinho, depende de nós avançar impiedosamente a fim de cumprir nosso objetivo, que em The Old Blood, é encontrar os planos de Deathshead.

    Mas não apenas isso. Brincando com as histórias de que um dos braços da SS estudava o ocultismo, Wolfenstein se aproveita disso para criar seus desafios. Se debruçando no braço da SS que estudava o oculto, liderado por Himmler, Blazkowicz além de se deparar com soldados extremamente poderosos dentro de armaduras, precisará também enfrentar hordas e mais hordas de zumbis.

    Um dos pontos mais interessantes de Wolfenstein vem do fato de ser possível realizar escolhas por meio da narrativa. Salvando um personagem, ou outro. Que não possui nenhum impacto de fato na história, apenas a sequência de uma cutscene e a forma como ela se desenrola.

    FIM E CONTINUAÇÃO

    O fim de The Old Blood se faz como ele teve início. O combate contra uma criatura poderosa – anteriormente, Jäger, mas nesta ocasião, um monstro gigante quase que centenário -, derrotar hordas nazistas e por fim, a conclusão.

    Com arcos narrativos não muito bem delineados, o game possui em seu cerne um forte aspecto episódico e o fato de tudo parecer dar errado para o nosso herói judeu, Blazkowicz, até por fim, dar certo. Até alcançar seu objetivo, uma missão que teoricamente seria rápida, leva um certo tempo – no tempo do jogo – graças a todos empecilhos, mas em média 10 a 12 horas em tempo de gameplay.

    Ainda que o fim da história apresente um retrogosto amargo por seu fim ou por como a história termina, ver The Old Blood como um reboot da franquia faz tudo valer a pena. Não apenas pela satisfação de acabar impiedosamente com nazistas, mas também pela sensação de fazer o que é moralmente certo, o game não cai no mérito de nos fazer pesar o certo e o errado. Ele nos apresenta o que é errado e nos deixa agir.

    Se furtando de cair no paradoxo da tolerância, Wolfenstein: The Old Blood, nos apresenta uma história curiosamente satisfatória e nos lança por uma jornada de destruição a tudo que o nazismo representa. Sendo um belo acerto da MachineGames, ouso dizer que estou ansioso para ver o que o futuro da franquia me reserva.

    Confira o trailer do game:

    Uma das alegrias de Wolfenstein é escolher jogar o game em uma janela de tempo em que o terceiro game da franquia está sendo distribuído de graça na Prime Gaming, tanto sua versão para Xbox quanto do PC. O game também está disponível no Xbox Game Pass.

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    EU CURTO JOGO VÉIO #43 | ‘Tom Clancy’s The Division’ o apocalipse continua vivo

    A editora e publicadora Ubisoft possui algumas franquias de muito sucesso como Assassin’s Creed e Far Cry e uma outra inspirada no universo de Tom Clancy com os jogos de Rainbow Six, Ghost Recon e o título que chegou em 2016 foi The Division, game lançado para a geração de consoles do Xbox One e Playstation 4.

    Esse jogo foi recebido com elogios, quase se tornou um filme, lançou expansões e teve uma sequência três anos depois que continua adicionando conteúdos e expandindo o seu universo até os dias atuais.

    Além da proposta ser um jogo de ação cooperativo muito interessante, The Division tem uma história complexa com algumas surpresas e reviravoltas, algo que justifica, mesmo depois de 9 anos do seu lançamento, ainda encontrar jogadores ativos nos servidores.

    Ele foi desenvolvido pela Massive e o game contou com a estreia da engine Snowdrop, que começou a ser desenvolvida em 2009 e utilizada até hoje não apenas na franquia Division como em outros títulos como Star Wars Outlaws, Mario + Rabbids e Avatar Frontiers of Pandora.

    Division

    A narrativa é sobre os acontecimentos após uma pandemia devastadora que varreu a cidade de Nova Iorque, os serviços básicos sucumbiram, falta de acesso a água ou comida e a população passa por momentos de medo, insegurança e terror. O último recurso é uma unidade de agentes táticos de apoio chamada de Strategic Homeland Division, denominados de forma mais curta como Division ser acionada. Os membros escolhidos para formar a equipe são pessoas com uma vida aparentemente normal entre as pessoas, eles são treinados para trabalhar quando tudo em volta falha, independentemente de qualquer comando ou chefia.

    Ao longo do jogo o nosso agente irá lutar para prevenir a queda da sociedade, estabelecer alguma ordem, ajudar as pessoas e precisa fazer tudo isso não apenas combatendo um vírus como também uma conspiração internacional.

    Para alguns jogadores novatos que iniciaram sua experiência a partir do segundo jogo é uma boa pedida conhecer este primeiro capítulo, para os veteranos como o meu caso se torna uma exercício muito divertido porque a essência de muitos elementos existentes na sequência são estabelecidos como a formação de builds para potencializar dano de conjunto, as missões de história e até atividades futuras no modo pvp como a zona cega são o ponto de partida.

    Division

    Mesmo que não tenha uma variedade muito ampla, cria o nosso agente com as nossas próprias características é algo muito divertido e acrescenta uma camada de imersão muito agradável. Quando um jogo insere esse tipo de personalização sempre considero uma forma convidativa dos desenvolvedores a fazermos parte deste mundo e até mesmo a liberdade de imaginarmos as nossas próprias aventuras enquanto completamos uma missão ou só fazemos uma atividade que surge no mapa.

    Outro ponto que reforça essa sensação tão agradável passa pela própria adaptação de um ambiente real para um universo fictício digital, uma experiência que incentiva a fazer muito menos viagens rápidas, caminhar mais pelo mapa e ficar impressionado com o detalhe em cada canto de uma Nova York pós apocalíptica.

    Além disso, quando pensamos na proposta de construção de comunidade, ainda existe o elemento inserido conectado à própria mecânica do jogo com a possibilidade de compartilhar itens adquiridos.

    Realizar uma raid, uma atividade em grande dificuldade com um amigo, você receber como prêmio algum equipamento que ele esteja procurando, poder compartilhar essa conquista para que possa fortalecê-lo é algo que considero muito gratificante incentivando uma ideia de fazer amigos no jogo, mesmo que em boa parte alguns jogadores não compreendam isso.

    Tom Clancy’s The Division é um jogo que pode parecer ainda jovem quando pensamos em outros jogos antigos que falamos por aqui, mas é um título que merece ser visto com um olhar um pouco mais carinhoso por toda a jornada que o fez resistir ao tempo em uma era com lançamentos mais avançados e em uma quantidade muito maior.

    O primeiro game de The Division ainda pode ser jogado em 2025. E junto de sua DLC “Survival,” temos uma das mais interessantes narrativas solo da franquia.

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    CRÍTICA: ‘Clair Obscur: Expedition 33’ transforma o fim da vida em arte e entrega o RPG mais inesquecível do ano

    Quando antigos funcionários de um grande estúdio partem para tornar seus sonhos reais, eles criam vez ou outra uma obra de arte sem precedentes. Fugindo de continuações e dando luz à uma história verdadeiramente única, Clair Obscur: Expedition 33 nos leva por uma trama original com o coração onde ele deve estar, mas leva em conta alguns dos mais brilhantes aspectos de hoje: sua narrativa envolvente, mas não menos profunda que seus maravilhosos gráficos.

    Assim como Astro Bot abriu um precedente na The Game Awards de 2024, talvez Expedition 33 aponte para que o foco da indústria daqui pra frente deva ser outro. Ou pelo menos é o que os jogadores dão a entender com a repercussão que o game teve desde seu lançamento.

    Diferente de tudo que vi ao longo dos quase 28 anos jogando videogame, me vi e senti imerso nas histórias do game. Não apenas na ambientação do mundo, como também dos personagens que controlamos. A cada ano, o evento chamado de Gommage acontece. Uma espécie de extinção em massa que leva de Lumière, pessoas de uma determinada idade.

    A fim de impedir que isso se repita no ano seguinte, expedições partem para mudar esta história de uma vez por todas. Ao momento em que adentramos ao universo do game, acompanhamos a expedição 33. Ao lado de Gustave, Maelle, Lune, Sciel e muitos outros, acompanharemos os esforços da nossa equipe de protagonistas de impedir que o Gommage se repita mais uma vez.

    GAMEPLAY, DINÂMICAS E PICTOS

    Clair Obscur

    Diferente de um típico RPG de turnos, Clair Obscur se aproveita de tudo que foi produzido pela indústria e o insere no dinâmico combate do game. Com sistemas de esquiva, parry, contra-ataque e muito mais, o game possui um dos sistemas de combate mais ricos em detalhes de um game de seu gênero até aqui. O que prova que a Kepler estudou e refinou conceitos dos mais diversos gêneros apenas para inseri-los aqui.

    Se você pensava que Sea of Stars era rico em seu estilo pixel art, ou Metaphor: Refantazio por seu visual espalhafatoso, espere até ver o que a Kepler Interactive fez. Com um elenco brilhante de elenco de voz, temos Charlie Cox (Demolidor), Andy Serkis (Planeta dos Macacos) e Ben Starr (Final Fantasy XVI), o game nos traz uma sensação de familiaridade em relação a seus personagens apenas para nos arrancar toda a esperança, nos lançando em um lugar completamente desconhecido a caminho de encontrar e derrotar a Artífice.

    Ao sermos lançados em um mundo que faz referência a uma Paris destruída pela Ruptura – evento que lançou a cidade fictícia de Lumière em meio ao mar e fez com ela se tornasse uma ilha, excluída do mundo real. Somos obrigados a lutar contra o fim iminente.

    Diferente do que pensávamos, após a Fratura, passaram-se alguns anos sem que os habitantes de Lumière entendessem o que acontecia. E as expedições começaram a acontecer no ano 100 após a Fratura.

    Clair Obscur

    Distante de abordar temas baseados apenas relacionados ao combate, a história de Clair Obscur se prova muito mais profunda a todo tempo. Brincando sempre com seu nome, o Claro e o Escuro entram constantemente em conflito, nos fazendo questionar não apenas a gameplay, mas como a história funciona. Ou mesmo se há luz ante toda a escuridão presente nesta história.

    Oferecendo diferentes dinâmicas a cada personagem, nosso progresso é limitado apenas pela forma como escolhemos jogar. Com builds quebradas, explorar o mundo e avançar por hordas de inimigos pode ser tanto desafiador quanto divertido se souber montá-las da forma certa. Prosseguir por um mundo repleto de perigos causa não apenas medo, como também insegurança.

    Com uma quantidade razoável de grinding, é possível melhorar não apenas nossas habilidades, quanto nosso nível a fim de avançar sem problemas. Isso, caso você não use nenhum dos exploits do jogo – como o uso de equipáveis como pictos – que garantem determinadas vantagens que fornecem primeiro ataque, aumento de defesa, cura e afins, ou seja, vantagens em relação a seus inimigos em combate.

    HISTÓRIA E PERSONAGENS

    Clair Obscur

    A riqueza em detalhes do game vão além do que pode ser visto em um primeiro plano. Seja pelas minúcias de sua história, como por tudo que se desenrola como plano de fundo, podemos compreender esta, como uma das melhores narrativas até aqui. Seja por um fim de primeiro ato abrupto, ou por nos fazer sentir de coração partido sem hesitar, Clair Obscur surpreende ao nos fazer sentir imersos em sua narrativa e em sua forma de contar história.

    Por mais que games de turno, para ser mais específico, RPGs de turno não sejam meu forte, o game em um primeiro momento me chamou atenção por seu visual, mas me fez ficar por sua história. Cativando os jogadores por seu ritmo, seu tempo para contar uma história rica em detalhes, faz a Kepler Interactive mostrar a que veio.

    Com pouco mais de 2 milhões de cópias tendo sido vendidas em seus primeiros 6 dias de lançamento, o game se mostra como um sucesso comercial e se coloca como um forte concorrente à categoria Jogo do Ano das mais diversas competições.

    Gustave, o personagem com quem temos contato primeiro no jogo é repleto de sutilezas, assim como Maelle, Lune, Sciel e todos os outros são igualmente ricos. Conhecendo o passado deles, entendemos mais sobre suas motivações e vontades.

    RIQUEZA NARRATIVA E TRILHA SONORA

    A riqueza narrativa do game vai para além das conversas durante a exploração. Com um medidor de afinidade que pode ser aumentado a cada ida ao Acampamento, habilidades em conjunto podem ser desbloqueadas, mas não apenas isso.

    A profundidade que pode ser vista apenas em um primeiro momento se estende a cada um dos atos do game de maneira riquíssima. Não apenas pela riqueza de detalhes artísticos, mas também narrativos, Clair Obscur garante uma experiência que fará com que todos os jogadores se apaixonem.

    Vendo este mundo em um primeiro momento como um lugar quebrado e quase incompreensível. Conforme a história se expande e encontramos relatos do mundo pelos que vieram antes de nós, somos capazes de reunir histórias, detalhes sobre aqueles que caíram antes da Expedição 33. A visão daqueles que nos ambientam aquele mundo moldam também a nossa forma de ver a história, que ganham profundidade e se molda de acordo com qual personagem mais jogamos.

    No controle de qualquer um dos personagens da nossa party, nossa expedição pode se tornar mais fácil, ou mais difícil. E distribuir os pontos de atributos, escolher os melhores pictos tem tudo a ver com isso. Aprender a jogar com cada um dos cinco personagens jogáveis.

    Com uma trilha sonora muito elaborada e diversa, o game nos lança pelos mais diversos ritmos e nos surpreende por como nos faz sentir aquele mundo em sua plenitude.

    Por se tratar de uma conquista histórica de apenas 33 pessoas de um pequeno estúdio, é certo dizer que Clair Obscur: Expedition 33 é um dos melhores games de 2025 e merece ser jogado.

    Nossa nota

    Confira o trailer do game:

    Clair Obscur: Expedition 33 foi lançado no dia 24 de abril para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X.

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    5 principais sinais de alerta no comércio de skins de CS2

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    Uma vasta economia virtual há muito tempo se formou em torno das skins no CS2, da qual participam tanto novatos quanto jogadores e colecionadores experientes. A oportunidade de comprar, trocar ou vender uma skin de forma lucrativa é tentadora, especialmente dado o crescimento constante dos preços das skins raras. No entanto, o mercado não está livre de golpistas: a cada ano cresce o número de sites falsos, serviços suspeitos e plataformas de phishing. Para não perder seu inventário ou dinheiro, é importante saber quais sinais de alerta devem chamar sua atenção ao escolher uma plataforma de negociação.

    O que observar ao escolher uma plataforma de CS2?

    À primeira vista, muitas plataformas de comércio de CS2 podem parecer atraentes: interface estilosa, promessas de comissões baixas e bônus de registro. No entanto, por trás da aparência externa, muitas vezes há riscos que podem levar à perda de skins ou fundos. Para não cair na armadilha de golpistas e serviços duvidosos, é essencial conhecer os sinais de alerta aos quais você deve prestar atenção ao escolher uma plataforma para vender ou comprar skins de CS2.

    Domínio de site suspeito

    A primeira coisa que chama atenção é o endereço do site. E essa deve ser a primeira coisa a ser avaliada ao acessar um site — sempre que for realizar uma transação. Golpistas frequentemente criam cópias de phishing de plataformas populares, trocando uma letra no domínio ou usando caracteres parecidos. Se o usuário for descuidado, pode acabar revelando seus dados e perdendo dinheiro ou skins. Se o endereço do site parecer estranho, é melhor não usá-lo. Procure um site confiável e bem avaliado.

    Falta de transparência e de informações de contato

    Uma plataforma confiável, que não tem nada a esconder, normalmente informa no site:

    • E-mail de suporte.
    • Redes sociais.
    • Termos de uso.
    • Política de privacidade.
    • Informações legais sobre a empresa.

    Se ao acessar o site você encontrar apenas um formulário de login via Steam e alguns banners publicitários, isso já é um sinal de alerta. Sites falsos raramente se dão ao trabalho de criar uma estrutura legítima.

    Preste atenção em como o site informa sobre comissões, limites de depósito e saque, e se o suporte ao cliente é acessível. É recomendável testar o suporte ainda na fase de familiarização com a plataforma, para ter certeza de que você conseguirá ajuda em caso de problemas.

    Ausência de avaliações ou avaliações negativas

    Usar uma plataforma sem avaliações é sempre um risco. Recomenda-se avaliar opiniões reais de usuários em sites como Reddit, Trustpilot, YouTube e Discord. A ausência de avaliações deve servir de alerta. Muitas avaliações negativas, que indicam claramente práticas desonestas, também são sinais de perigo. Mas é importante lembrar: avaliações também podem ser falsificadas.

    Se você vir apenas comentários positivos no site, sem detalhes, com frases repetidas, é provável que sejam avaliações falsas. Opiniões independentes no Reddit e no Trustpilot são mais confiáveis para formar sua opinião.

    Login Steam intrusivo

    Plataformas de phishing frequentemente imitam a janela de login do Steam para roubar dados dos usuários. Elas podem abrir automaticamente uma janela de autorização pop-up, mesmo que você esteja apenas navegando pelas skins. Às vezes, o botão de login parece idêntico ao oficial, mas leva a um site falso. Se isso acontecer, é um sinal claro de alerta.

    Sites confiáveis permitem que o usuário se registre quando quiser, por exemplo, diretamente ao comprar ou vender uma skin.

    Esquemas de preço opaques

    A plataforma deve explicar claramente por que sua skin está sendo avaliada por determinado valor. Se oferecerem $20 por uma AWP | Asiimov em boa condição, quando ela vale $80 no mercado, isso é um claro motivo para suspeitar. Algumas plataformas subestimam intencionalmente os preços das skins caras, esperando que o usuário não confira os dados reais. Outras manipulam os preços por meio de um “mercado interno” que não pode ser analisado externamente.

    Ao escolher uma plataforma para compra ou venda de skins de CS2, é recomendável comparar ofertas de diferentes sites. Use serviços de monitoramento de preços de terceiros para facilitar essa tarefa. Não aceite a primeira oferta que aparecer se quiser garantir um resultado justo.

    Conclusão

    O mundo do comércio de skins de CS2 pode ser empolgante e lucrativo. No entanto, para aproveitar ao máximo e evitar riscos, os usuários precisam estar atentos e saber distinguir plataformas confiáveis das duvidosas. Sites fraudulentos muitas vezes se disfarçam como serviços legítimos, oferecendo condições “boas demais para ser verdade”, simulando atividade e escondendo sua verdadeira natureza. Porém, conhecer os principais sinais de alerta que discutimos aqui ajudará você a se proteger.