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    Estudo confirma: Jogos físicos de PS5 são muito mais baratos que as versões digitais

    Não é novidade para ninguém que os games estão ficando cada vez mais caros, mas um estudo recente jogou luz sobre uma diferença brutal que tem impactado diretamente os donos de PlayStation 5: a imensa disparidade de preços no mercado. A pesquisa mostra que optar por jogos físicos em vez das alternativas digitais ainda pode gerar uma economia de quase 50%, mesmo enquanto empresas como a Sony caminham a passos largos para extinguir os leitores de disco.

    O Preço da Conveniência Digital

    De acordo com um levantamento inicial feito pelo site holandês Tweakers, comprar jogos físicos de PS5 pode poupar cerca de €50 (ou quase US$ 57) por título. O site analisou 16 jogos indicados ao Jogo do Ano desde 2021 (como Elden Ring e Resident Evil 4 Remake) e os comparou com os valores praticados na loja oficial do console. O resultado? Quase todos os jogos na lista eram significativamente mais baratos nas lojas de varejo do que na PlayStation Store.

    A explicação para isso é puramente mercadológica. O analista da indústria de games, Dr. Serkan Toto, explica que as fabricantes adoram as políticas de ausência de disco. Quando um jogo digital “first-party” é vendido a preço cheio (US$ 70 ou R$ 349,90 no Brasil), a Sony retém 100% desse valor. No caso da mídia física, cerca de 30% da receita fica com os lojistas, além dos custos de produção, logística e distribuição das mídias.

    A Realidade no Brasil: A Matemática Assusta

    Para entender o impacto disso na carteira do jogador, basta observarmos os preços praticados aqui no Brasil, comparando as ofertas atuais de varejistas (como a Amazon) com a PS Store:

    Jogo de PS5Preço em Mídia Física (Amazon)Preço Digital (PS Store)
    Red Dead RedemptionR$ 167,30R$ 249,90
    God of War RagnarokR$ 184,30R$ 349,90
    Hogwarts LegacyR$ 178,22R$ 299,90
    The Last of Us Part IR$ 190,00R$ 399,90
    Spider-Man 2R$ 178,99R$ 349,90

    Nota: Os preços físicos refletem as melhores ofertas recentes no varejo brasileiro.

    Se um jogador brasileiro decidir comprar esses 5 jogos na versão digital hoje, ele gastaria impressionantes R$ 1.649,50. Caso comprasse os mesmos jogos em mídia física pelas ofertas listadas, o valor cairia para R$ 898,81. É uma economia gigantesca.

    Por que a diferença é tão grande?

    A grande vantagem do varejo físico é a necessidade de girar estoque. Com o tempo, as lojas reduzem naturalmente os preços das cópias nas prateleiras para dar espaço a novos lançamentos, transformando os discos na melhor opção para gamers que não têm orçamento para comprar tudo no lançamento.

    Por outro lado, a PlayStation Store é um monopólio no console. O preço “base” de um jogo dificilmente cai de forma permanente, mesmo anos após o lançamento. Embora a PS Store tenha grandes promoções por tempo limitado, os descontos nos grandes exclusivos (os chamados first-party) raramente ultrapassam a marca dos 50%, enquanto no varejo físico essas quedas são orgânicas e constantes.

    E você, o que acha disso? Com as opções de consoles apenas digitais se tornando mais comuns, você teme o fim das promoções de mídias físicas? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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    Sam Neill: A versatilidade e o legado de um ícone do cinema mundial

    No dia 13 de julho de 2026, o mundo amanheceu com a triste notícia da morte do ator neozelandês Sam Neill. Ele era um daqueles talentos raros que conseguiam transitar com absoluta naturalidade entre o cinema de autor e os maiores blockbusters de Hollywood. Com uma carreira que se estende por décadas, Neill construiu um legado fundamentado em atuações que ancoram premissas fantásticas, aterrorizantes ou profundamente dramáticas na mais pura realidade humana.

    Sua importância para o cinema mundial vai muito além de ser o rosto de uma das franquias mais lucrativas da história. Ele representa a figura do homem comum colocado em situações extraordinárias, conferindo credibilidade e peso emocional a cada cena.

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

    Sam Neill

    É impossível analisar o impacto de Sam Neill sem citar este marco de Steven Spielberg. Como o paleontólogo Dr. Alan Grant, ele não apenas eternizou um dos personagens mais icônicos da cultura pop, mas também serviu como o elo de racionalidade do público diante da maravilha e do terror de dinossauros recriados geneticamente. O impacto cultural de sua atuação ajudou a definir o padrão para protagonistas de filmes de aventura modernos, equilibrando ação, inteligência e um fascínio genuíno que espelhava a própria reação da plateia.

    O Piano (1993)

    Sam Neill

    O talento dramático de Neill foi solidificado em obras de grande prestígio no mesmo ano em que fugia de um T-Rex. Sob a direção de Jane Campion, ele interpretou Alisdair Stewart com uma complexidade admirável. Sua performance misturava vulnerabilidade, repressão e crueldade de forma brilhante, ajudando o longa a se tornar um sucesso de crítica e vencedor de múltiplos prêmios Oscar. Este papel provou sua capacidade de ancorar narrativas densas e de época.

    À Beira da Loucura (1994)

    Enquanto muitos atores fogem de projetos arriscados após alcançarem o sucesso global, Neill mergulhou de cabeça no horror e no bizarro. Trabalhando com o lendário diretor John Carpenter, ele entregou uma performance magistral como John Trent. O filme acompanha a descida de seu personagem à insanidade, e a atuação de Neill é o motor que faz o público questionar a própria realidade, cimentando seu status como um mestre do horror psicológico.

    O Enigma do Horizonte (1997)

    Sam Neill

    Poucos anos depois de trabalhar com Carpenter, Neill ajudou a redefinir o terror espacial. Como o perturbador Dr. William Weir, ele conduziu o que se tornaria um dos maiores clássicos cult do gênero de ficção científica e horror. Sua capacidade de evocar uma ameaça silenciosa, que cresce gradualmente até explodir em um terror visual e psicológico absoluto, demonstrou uma coragem artística rara para atores de seu calibre.

    A Incrível Aventura de Rick Baker (2016)

    Para provar que seu alcance não se limita ao suspense e aos grandes espetáculos, Neill entregou uma de suas atuações mais elogiadas do século sob a direção de Taika Waititi. Como o rabugento e adorável Tio Hec, ele mostrou um timing cômico impecável e uma imensa capacidade de comover o público. O filme reforça como sua presença magnética continua afiada e capaz de dialogar com novas gerações de espectadores.

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    Rumor aponta para possível remake de The Legend of Zelda: Majora’s Mask após Ocarina of Time

    O ano de 2026 tem sido marcante para os fãs de The Legend of Zelda. Com a celebração dos 40 anos da franquia e o anúncio oficial do remake de Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2, a expectativa para o futuro da série no novo hardware da Nintendo está nas alturas. Agora, novos indícios sugerem que a empresa pode estar planejando expandir esses planos.

    O que diz o rumor

    A especulação começou após uma análise detalhada no perfil do Internet Movie Database do dublador Nobuyuki Hiyama. Conhecido por emprestar sua voz ao Link adulto em Ocarina of Time e ao Link utilizando a Máscara da Divindade Feroz em Majora’s Mask, Hiyama teve seu currículo atualizado com um projeto intitulado Majora’s Mask HD.

    A informação rapidamente circulou pela internet, levantando debates sobre a veracidade do registro. É importante ressaltar que, até o momento, a Nintendo mantém silêncio absoluto sobre qualquer projeto adicional além do remake de Ocarina de Time que chega no final deste ano.

    Por que o projeto faz sentido

    Mesmo sendo uma informação não oficial, a ideia de um remake de Majora’s Mask para o Switch 2 possui uma lógica técnica e histórica muito forte. No desenvolvimento original do Nintendo 64, Majora’s Mask foi criado aproveitando muitos dos ativos e do motor gráfico de Ocarina of Time, o que permitiu um tempo de produção menor na época.

    Seguir um caminho similar agora, utilizando a base tecnológica que está sendo desenvolvida para o novo remake, seria um passo natural e eficiente para a Nintendo. Além disso, nomes como Mikiharu Oiwa, diretor responsável por títulos anteriores como Link’s Awakening e os relançamentos de 3DS, também tiveram movimentações recentes que sugerem envolvimento em novos projetos não revelados.

    O que esperar daqui para frente

    Estamos vivendo um momento único para a franquia. A possibilidade de ver dois dos maiores clássicos da era 64 sendo restaurados para a nova geração é o sonho de muitos jogadores. No entanto, é fundamental manter a cautela. Registros em plataformas como o IMDb podem ser imprecisos ou fruto de erros administrativos.

    Enquanto aguardamos por um posicionamento oficial, ficamos na torcida para que a Nintendo continue investindo na preservação e modernização de seus grandes clássicos.

    Você gostaria de ver Majora’s Mask recebendo o tratamento de remake no Switch 2? Conte para nós aqui nos comentários ou em nossas redes sociais.

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    CRÍTICA: ‘Arashi Gaiden’ entrega diversão misturando movimentação rápida e puzzles pelo caminho

    Arashi Gaiden foi desenvolvido pela Statera Studio e pela World Dreams Studios, distribuído pela Nuntius Games e Vsoo Games, e lançado no dia 11 de junho para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, PC, Xbox One e Xbox Series.

    Esse é um game brasileiro que me lembrou obras como Katana Zero e Kill Bill, além de animes mais antigos, como Samurai Champloo e Afro Samurai. Porém, ele tem uma gameplay diferente do convencional que me conquistou totalmente.

    Dash and slash com puzzles?

    Dash and Slash é o nome desse novo estilo de gênero. Ele é novo para mim, pois não lembro de ter jogado nada parecido.

    Funciona mais ou menos assim: a nossa tela é como se fosse um tabuleiro. No menu, podemos ativar um grid ou deixá-lo desativado, como vem por padrão. O foco é que podemos nos mover com um dash para frente, para trás, para cima ou para baixo, e só somos parados por algum obstáculo no cenário.

    Se um inimigo está na nossa linha de dash, ao passarmos por ele, ele toma dano. O mundo se move apenas quando nos movemos; então, quando damos um dash e paramos em uma parede onde o próximo movimento do inimigo seria nos alcançar, quem recebe o dano é o protagonista.

    Portanto, você gerencia seus dashes para evitar tomar dano de inimigos e de obstáculos no caminho, como armadilhas de urso (que estão presentes desde o começo, mas aumentam em quantidade depois). Enquanto evita esses perigos, você precisa resolver puzzles ou passar pelos inimigos para derrotá-los.

    Cada inimigo é diferente: no começo, eles têm apenas uma barra de vida; depois, surgem inimigos com mais vida ou com movimentações variadas, entre outras surpresas que vão deixando a gameplay mais interessante.

    Podemos usar habilidades que consomem pontos de mana, como o uso de shurikens e a mudança de rota no meio do dash, além de outras que você adquire com o avançar da carruagem.

    O game possui 7 capítulos e, a cada avanço, temos novidades, incrementando obstáculos diferentes, já que as fases mudam de temática. Além disso, enfrentamos inimigos novos, conquistamos novas habilidades e temos a cereja do bolo: um boss inédito sempre ao final de cada ato.

    Músicas e arte

    O jogo tem uma pixel art linda demais, mas, além disso, as músicas são ótimas e os efeitos sonoros combinam perfeitamente.

    Acho tudo muito satisfatório. É difícil explicar, mas, quando nos movemos e atingimos os inimigos ou coletamos itens pelo caminho, o som do dash, do hit e da coleta é extremamente gratificante.

    Universo, protagonista e história

    Arashi Gaiden

    O jogo se passa no universo de Pocket Bravery (que preciso confessar que ainda não joguei; peço perdão pela falha e vou corrigir isso algum dia). Queria citar esse detalhe, pois um jogo funciona perfeitamente sem o outro; eles apenas compartilham o mesmo universo.

    No começo, conhecemos Arashi, o protagonista. Ele recebe a missão de resgatar relíquias importantes que foram roubadas e, após esse curto diálogo, vamos direto para a gameplay.

    Como o jogo não é longo, deixo para vocês descobrirem o desfecho jogando. No entanto, devo dizer que a história não é o foco aqui; ela é “ok”, não é absurda nem inovadora, mas cumpre o seu papel. O jogo realmente vai te ganhar pelo estilo de gameplay.

    Preço e replay

    Por não ser longo, você poderá terminá-lo em algumas horas (entre 5 horas ou um pouco mais, dependendo das suas habilidades).

    Eu não consegui jogar tão rapidamente, mesmo pegando o jogo no dia 11 de junho. Fui jogando em doses pequenas (levei o Nintendo Switch para o trabalho algumas vezes para fazer algumas fases nas pausas) e, eventualmente, zerei.

    O fator replay é bem interessante. É um jogo legal de se zerar novamente para conseguir pontuações melhores. Inclusive, logo na primeira vez em que se joga, é normal falhar e recomeçar a fase de novo, ou seja, não o ato todo em si, mas apenas a tela em que você está.

    Apesar de eu ter jogado “parcelado”, você não precisará comprá-lo em parcelas de 12x. Brincadeiras à parte, o jogo está saindo por R$ 17,49 no PC e R$ 24,99 nos consoles. Logo, não tem desculpa: é um precinho bem baixo por um jogo cheio de carisma, divertido, que arrisca em ser diferente e onde, de quebra, você ainda apoia o cenário nacional!

    Conclusão e minha experiência

    Arashi Gaiden

    Como eu disse, a história não é extraordinária, mas é legal e serve mais como um background. O jogo realmente te conquista pela gameplay: mecânica nova, fases temáticas, chefes diferentes, inimigos novos, sons e músicas cativantes, etc.

    O jogo mostra bem isso ao querer te levar logo para a ação, pois os diálogos são poucos e rápidos. Fica claro que o verdadeiro foco está na movimentação, nas animações e nos estilos de cada personagem introduzido.

    Falando em personagem, gostei muito de um diálogo sobre o Arashi ser um ninja que usa laranja. Essa é para quem tem a referência! E sim, o jogo está totalmente localizado em PT-BR para te ajudar a entender tudo.

    Na minha gameplay, tive alguns bugs, que acredito que devam ser corrigidos mais para a frente. Não perdi progresso em nenhum momento, mas, às vezes, o jogo não “resetava” nem progredia.

    Por exemplo: eu morria, ou matava todos os inimigos da fase, e o jogo travava sem avançar nem voltar. As animações e músicas continuavam rodando, mas a fase não recomeçava e nem passava para a próxima. Precisei reiniciar o jogo algumas vezes, mas, por ele salvar a cada fase, felizmente não perdi progresso.

    Fora esses casos pontuais, não tive problemas com bugs maiores ou que afetassem a gameplay a ponto de estragar a jogatina ou tirar o brilho da experiência.

    Deem uma chance a Arashi Gaiden: o jogo está lindo, viciante e divertido. E quem poderia não gostar de um Cyber Ninja que usa laranja, não é mesmo?

    Confira o trailer do game:

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    Mistborn nas Telas: Tudo o que você precisa saber sobre a próxima grande franquia de fantasia da Apple TV

    A era de ouro das adaptações literárias de fantasia continua firme, e a bola da vez promete redefinir as regras do jogo. A aclamada saga de Brandon Sanderson está prestes a invadir o audiovisual em uma parceria com a Apple TV. Com o autor tomando as rédeas e ditando as regras do próprio roteiro, a promessa é de uma experiência épica e extremamente fiel nas telonas. Se você ainda não conhece Scadrial, prepare-se: essa é a chance de mergulhar no universo “Cosmere” antes que o hype mundial exploda de vez.

    A Ambientação: Bem-vindo ao Império Final

    Mistborn

    Esqueça as clássicas florestas élficas ou os reinos prósperos e iluminados. Em Scadrial, a profecia falhou. O “Herói das Eras” até conseguiu salvar o mundo mil anos atrás, mas, em vez de trazer paz, decidiu governá-lo como um tirano imortal: O Senhor Soberano.

    Sob seu comando opressivo e brutal, a sociedade é rigorosamente dividida entre os nobres, descendentes de seus aliados originais, e os skaa, uma classe severamente escravizada e explorada. Para completar o clima de distopia e desespero, o próprio planeta reflete essa escuridão: o sol é vermelho, vulcões cospem cinzas ininterruptamente manchando as cidades de cinza, e à noite, misteriosas e espessas névoas cobrem as ruas, escondendo perigos que poucos ousam desafiar.

    Os Três Sistemas de Poder (A Magia Metálica)

    Mistborn

    O grande diferencial de Mistborn é a lógica da magia. Sanderson é mundialmente famoso por criar o que chamamos de “Hard Magic”, sistemas de magia com regras científicas rígidas, limites claros e consequências físicas reais. No universo da saga, o poder não vem de feitiços verbais, mas da utilização de metais, dividindo-se em três artes complexas:

    • Alomancia (O Poder da Preservação): A arte mais famosa da história. Os Alomânticos precisam engolir metais específicos e “queimá-los” em seus estômagos para ativar poderes. Cada metal concede uma habilidade única: o Aço permite “empurrar” objetos metálicos próximos (usado para combate veloz ou para saltar enormes distâncias sendo impulsionado por moedas), enquanto o Ferro os puxa. O Estanho aguça os cinco sentidos ao extremo, e o Peltre concede força física, agilidade e resistência sobre-humanas. Um “Nascido da Bruma” (Mistborn) é o guerreiro supremo, incrivelmente raro, capaz de queimar e utilizar perfeitamente todos os metais conhecidos.
    • Feruquimia (O Poder do Equilíbrio): Uma arte ancestral e focada em equivalência. Nela, o metal funciona como uma “bateria”. Um Feruquimista pode armazenar atributos do seu próprio corpo (como força física, peso, saúde, vigília ou até mesmo memórias) no metal para usar no futuro. A regra de ouro é o equilíbrio absoluto: para ser incrivelmente veloz ou forte amanhã, o usuário precisa passar o dia de hoje debilitado, armazenando ativamente essa energia.
    • Hemalurgia (O Poder da Ruína): O sistema mais sombrio, visceral e violento de Scadrial. A Hemalurgia não cria poder do zero, ela apenas rouba e destrói. Para transferir uma habilidade de uma pessoa para outra, é necessário cravar uma estaca de metal através do coração do portador original, um sacrifício letal, e, em seguida, perfurar o corpo de quem vai receber a habilidade. Quanto mais precisão cirúrgica e derramamento de sangue, mais poderoso é o resultado final.

    O status da adaptação em 2026

    Mistborn

    Para o alívio dos fãs, o projeto está ganhando uma tração impressionante. Após o autor recusar diversas propostas de Hollywood ao longo dos anos para proteger a obra, a Apple TV adquiriu os direitos definitivos de adaptação do “Cosmere”. O plano de ação inicial do estúdio é gigantesco: começar adaptando Mistborn como uma franquia de filmes, seguida pelo desenvolvimento de uma série de TV para outra grande obra aclamada do autor, The Stormlight Archive.

    O que eleva o nível de confiança nessa produção é a exigência contratual por controle criativo absoluto. Brandon Sanderson se recusou a vender a obra sem garantias e tomou a frente como roteirista do longa. Após meses de dedicação intensiva escrevendo o roteiro do primeiro filme (focado no livro O Império Final), ele confirmou em julho de 2026 que o tratamento da história já passou da marca dos 90% de conclusão.

    Sanderson afirmou estar alinhado com o “modelo James Gunn”: focar primariamente em entregar um roteiro impecável antes do início das filmagens, para evitar refilmagens custosas e perdas na essência da narrativa.

    Embora ainda não haja anúncios de diretores, elenco escalado ou uma data cravada de estreia, com especulações da indústria apontando um lançamento realista nas telas para o final de 2028 ou meados de 2029, as fundações da franquia estão sendo construídas de maneira sólida.

    Mistborn tem o roteiro pelas mãos de quem mais entende do assunto, o orçamento de um streaming gigante e um sistema de batalhas dinâmico e explosivo que tem tudo para render sequências de ação históricas. A próxima grande obsessão da cultura pop já tem nome.

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    Assassin’s Creed Black Flag Resynced: Como resgatar o mascote gratuito e itens na Twitch

    A Ubisoft parece ter acertado em cheio com Assassin’s Creed Black Flag Resynced. O título original já é considerado uma das joias da coroa da franquia, e o remake tem gerado muito burburinho ao manter a essência do clássico, adicionando apenas ajustes pontuais de conteúdo e melhorias de qualidade de vida. Se você já está desbravando os mares do Caribe (ou até mesmo se planeja jogar no futuro), temos uma ótima notícia: há conteúdos gratuitos disponíveis agora mesmo.

    Como parte da nova campanha de marketing intitulada “BoardTheFeed”, a Ubisoft liberou bônus gratuitos para o jogo. O grande destaque inicial é o Shipmate Monkey, um mascote cosmético para o Gralha (Jackdaw), o seu icônico navio e principal meio de transporte pelas ilhas do game.

    POST RELACIONADO:

    CRÍTICA: ‘Assassin’s Creed Black Flag Resynced’ é a jornada definitiva pelo Caribe na Era da Pirataria

    Como resgatar o mascote grátis

    O detalhe mais interessante dessa ação é que você não precisa possuir o jogo para resgatar o brinde. Se você planeja comprar o remake mais para a frente, pode garantir o cosmético na sua conta desde já.

    Siga o passo a passo:

    1. Acesse a página oficial de resgate de códigos da Ubisoft.
    2. Faça o login com a sua conta Ubisoft (o sistema é multiplataforma, então servirá para o seu console de preferência ou PC).
    3. Insira o código promocional: ASC-BFR-PMK-000.

    Como a Ubisoft não divulgou uma data de validade para o término da promoção ou expiração do código, a nossa recomendação é que você faça o resgate o mais rápido possível para não perder o macaquinho do seu navio.

    Recompensas Extras via Twitch Drops

    Para os fãs mais engajados, a campanha também se estende à Twitch com recompensas adicionais (Drops) para quem acompanhar transmissões do jogo:

    • Espadas Rustborne (Rustborne Swords): Desbloqueadas após assistir a 2 horas de streams elegíveis.
    • Gato Garra de Chita (Cheetah Claw Cat): Desbloqueado após 4 horas de transmissão.
    • Nota: Uma terceira recompensa, a Mermaid Figurehead (Figura de Proa de Sereia), já foi anunciada, mas ainda não está disponível.

    Se você deixou o lançamento original de 2013 passar, Black Flag Resynced é a oportunidade de ouro para experimentar o jogo que influenciou o desenvolvimento de quase todos os Assassin’s Creed que vieram depois.

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