A Nintendo construiu a geração passada com base em revisões de hardware inteligentes, lançando o Switch Lite e, posteriormente, o cobiçado modelo OLED. Agora que o Nintendo Switch 2 entrou em seu segundo ano de vida (lançado em junho de 2025), os fãs já esperavam alguma movimentação da empresa. E ao que tudo indica, o primeiro grande vazamento de uma nova versão acabou de acontecer.
Um novo componente de tela, que não corresponde a nenhuma peça conhecida do console atual, foi descoberto recentemente, sugerindo que uma variante do Switch 2 está a caminho.
A misteriosa tela da Sharp
A new model of Switch 2 LCD panel, most likely by Sharp, has surfaced on a Chinese resale site (img 1). Compared with the launch model from Innolux (img 2), the exposed circuit, connector, and cables are significantly different (imgs 3-4), indicating an updated design—not merely a minor revision.1/
O vazamento ocorreu no final de junho de 2026 em um site chinês de revenda, sendo rapidamente notado pelo portal Nintendo Patents Watch. As imagens listam um painel LCD com circuitos, conectores e cabos que diferem totalmente do display da fabricante Innolux, que tem sido usado no Switch 2 desde o seu lançamento.
O que mais chama a atenção é a designação do módulo da tela: “LS079T1SX10P”. Segundo a nomenclatura de produtos já estabelecida pela fabricante Sharp, esse código aponta para um painel LTPS de 7.9 polegadas com resolução 1080p.
Vale lembrar que a Sharp já era alvo de rumores como possível fornecedora de telas para o Switch 2 muito antes do console ser lançado originalmente.
Upgrade real ou apenas mudança de fornecedor?
A grande dúvida que fica é o que esse componente significa para o consumidor final. A substituição por um painel da Sharp não representa necessariamente um salto geracional absurdo. Relatórios anteriores indicam que o módulo LCD original do Switch 2 já poderia estar usando vidro LTPS da Sharp antes da montagem final feita pela Innolux.
Isso significa que a nova peça pode refletir apenas uma mudança na linha de montagem, fornecimento ou layout interno. No entanto, fabricantes de eletrônicos raramente ajustam suas linhas de produção sem um motivo prático. Uma melhoria relacionada à eficiência da tela é bastante provável.
Outra possibilidade é que a Nintendo esteja apenas adicionando um segundo fornecedor de telas para garantir a demanda. Porém, os displays atuais da Innolux parecem abundantes no mercado e não estão limitando a produção em massa. O verdadeiro vilão da indústria no momento tem sido o mercado de memórias DRAM (que, inclusive, vem forçando aumentos de preço no Switch 2 ao redor do mundo).
Seja como for, se a tradição da Nintendo se mantiver, um anúncio global dessa revisão de hardware pode não estar tão distante. Você acha que já é hora de um novo modelo ou está satisfeito com o console atual?
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Star Fox é o mais recente exclusivo do Nintendo Switch 2, marcando um excelente retorno para a franquia como um novo remake do incrível Star Fox 64 de 1997. Esperamos que seja apenas o começo de muitos jogos, pois parece que já pensaram nisso ao escolherem manter o nome apenas como Star Fox, sem adições de números ou versões.
Vocês sabiam que esse não é o primeiro remake, remaster ou releitura desse jogo? Sim, todas essas versões mesmo! Na real, Star Fox 64 já é um remake do primeiro jogo de SNES de 1993, que também recebeu um remake chamado Star Fox 64 3D em 2011 para o 3DS e até teve uma reimaginação chamada Star Fox Zero em 2016 para o Wii U. Então, tentativas de reviver essa franquia não faltaram. Mas, curiosidades à parte, vamos para o título atual que chegou no dia 25 de junho de 2026 para o Switch 2, mostrando que a franquia respira novamente!
Agradecemos à Nintendo pelo envio da chave para podermos criar este conteúdo!
No game, temos um mapa da galáxia onde podemos fazer rotas diferentes até o planeta final, onde devemos derrotar o chefão Dr. Andross. Esse é o mesmo doutor que a primeira equipe Star Fox, liderada por James McCloud, estava investigando e que aparece no trailer de prólogo. O interessante é que, dependendo de como finalizamos a missão, podemos seguir uma rota diferente, acessar uma cena inédita e até encontrar o final verdadeiro.
Nesse ponto, é válido dizer que o jogo tem um fator replay bem alto. Ele é bem curto, e o legal é justamente rejogá-lo várias vezes para completar diversas rotas e ver tudo o que o título tem a oferecer. Além disso, temos um modo multiplayer de batalha ou de campanha. Neste último caso, um jogador controla a direção da nave e o outro fica responsável pela ofensiva.
Caso queira, você também pode jogar usando o modo mouse, pois a opção está disponível neste game.
Nessa nova versão, temos mais alguns planetas, o que achei muito bom por ser uma ótima novidade. Por causa disso, passamos um pouquinho mais de tempo no jogo, mas, ainda assim, ele é bem curto.
De toda forma, na minha experiência, achei bem legal ter feito a primeira missão de duas formas. Na primeira vez, perdi o Falco em batalha antes de ele me contar qual alvo estava seguindo, então a finalizei da “forma comum”. Quando completei a missão, vi uma cena falando sobre a próxima rota.
Como perdi o Falco e ainda estava me acostumando aos novos controles, decidi refazer a fase. Dessa forma, ele ficou vivo e me indicou um outro objetivo. Eu finalizei a missão por esse segundo objetivo e, assim, tive outra animação comentando o feito, além da possibilidade de abrir uma nova rota.
São essas pequenas mudanças que tornam instigante descobrir os segredos e os caminhos de Star Fox.
Seleção de Dificuldade
Temos dificuldades diferentes, sendo que o Médio e o Fácil já começam liberados. A versão mais difícil é desbloqueada quando você zera o jogo pela primeira vez.
No Fácil, você toma menos dano, tem uma vida maior e os inimigos recebem mais dano. Você não ganha medalhas, mas, se perder algum companheiro na missão, ele retornará na próxima fase normalmente, entre outras facilidades. Realmente é um modo para você jogar com mais tranquilidade e, se for sua primeira vez com um jogo do estilo, é superinteressante como modo de treino.
No modo Médio, isso já muda. Perder um companheiro fará com que ele não esteja presente na próxima batalha, e você receberá medalhas pelo seu desempenho. Nem preciso falar do modo mais difícil, não é? Ele vai elevar bastante o desafio.
Visual Novo
Essa nova etapa de Star Fox aposta em um visual que muitos fãs estão chamando de mais realista. Isso incomodou algumas pessoas, mas não é tão realista assim. É um estilo de animação que me lembra as atuais produções da Illumination, Disney, Pixar e outras, com um pouco menos de estilo cartoon. É difícil de explicar, mas eu gostei bastante.
O jogo é muito bonito no geral. As naves estão lindas demais, há vários detalhes nos ambientes que visitamos e nas cenas a que assistimos. Os efeitos são lindos e, de quebra, o jogo é bem fluido. Os comandos são responsivos, e isso só aumenta a diversão.
E não posso deixar de citar que temos localização completa. Sim, estou falando de legendas e dublagem em PT-BR! Se me falassem isso antes do anúncio, eu jamais acreditaria. Me digam vocês: no bingo de 2026 das suas vidas, estava jogar Star Fox repaginado e com localização no nosso idioma?
Em pouco tempo, você acaba se apegando aos personagens. Principalmente agora, com mais tempo de tela da equipe reunida, você logo passa a curtir o estilo novo de animação. Apesar das clássicas frases de efeito em inglês que marcaram muitas infâncias, vale a pena ver e comemorar esse jogo totalmente localizado. E acreditem, a localização é muito boa mesmo.
Como nos títulos anteriores não tínhamos cenas tão incríveis como as atuais nem tanta interação assim da equipe, acho que agora é mais fácil curtir os personagens. Vemos todos não apenas nos momentos de rádio durante as missões, mas também na Great Fox, decidindo cada novo passo que vão tomar.
Já que falamos sobre visual, efeitos, localização e afins, a música de Star Fox não deixa nada a desejar. Ela é muito boa e acredito que sempre foi. Eu não joguei as versões de 3DS ou de Wii U ainda, mas gostava das trilhas no SNES e no N64 também.
Pós-Game
Quando completamos o jogo pela primeira vez, além de podermos voltar e rejogar para fazer outra rota, desbloqueamos o nível Extremo. Como já citei, essa opção adiciona mais dificuldade. Também recebemos o Modo Desafio que, como o nome diz, adiciona diversos testes para aproveitarmos mais o game.
No menu, há uma área dedicada aos personagens do jogo, que vão sendo desbloqueados para sabermos mais sobre a história no geral. Também temos um perfil onde podemos personalizar o fundo e os adesivos, desbloqueando mais opções ao completar desafios, encontrar segredos e avançar nas missões.
Destaque para o Modo Cooperativo
Zerar a campanha com um amigo é muito legal. Uma pessoa controla a Arwing e a outra controla a mira e os disparos. Além disso, podemos jogar local ou on-line em um modo versus, utilizando a equipe Star Fox ou a Star Wolf.
E tem um outro detalhe bem legalzinho. Ao utilizarmos câmeras no bate-papo do jogo, podemos usar avatares dos personagens ou aplicar detalhes nos nossos rostos, tipo orelhas e outras características da turma do game.
Preço
O jogo chegou custando R$ 279,90 na eShop. É uma notícia boa. Não que esse valor seja superbarato, mas, dadas as últimas notícias e até outros títulos que eu cobri aqui e reclamei dos preços de R$ 439,90, foi legal ver esse preço. Os valores agora já estão ajustados para um pouco menos, custando R$ 389,90. Esse valor de R$ 279,90 vai se repetir para Splatoon Raiders também, mas, infelizmente, não é o padrão.
Enfim, temos um preço melhor, legendas em PT-BR, dublagem em PT-BR e você pode testar a demo antes de comprar. Nela, é possível ver o prólogo e jogar o modo de treino com o time, que é basicamente como o jogo começa. Esse treino é muito legal.
Conclusão
Star Fox pode estar na memória de muitas pessoas não só pela relevância da franquia, mas também pelos seus comandos clássicos para quem decide rejogar eventualmente. Porém, para a franquia chegar a novos fãs, modernizar o título vai além dos visuais, pois também é preciso trazer controles modernos e bem responsivos.
Eles acertaram nisso, ao meu ver. Continua sendo um título que pode ser complicado na primeira tentativa, mas explicar os comandos rapidamente durante uma simulação é uma forma bacana de te introduzir à jogabilidade.
Eu, particularmente, amei a volta de Star Fox com um novo remake, sem números e sem versões no nome. Eu sei que algumas das outras tentativas não foram tão bem recebidas como gostaríamos. Como já citei aqui e em outros textos, infelizmente não pude ter um GameCube ou um Wii U, então não vivenciei essas tentativas de sequências.
Como sei que muitas outras pessoas estão nessa mesma realidade, vivendo tudo da Nintendo a partir do Switch ou Switch 2, acredito que a jogada mais certa era mesmo trazer a franquia de volta com um remake do N64. Com isso, eles agradam aos fãs antigos, que querem se divertir novamente com um de seus jogos favoritos, mas também agradam aos novos fãs que buscam uma experiência inédita ou que queriam conhecer Star Fox, mas ainda não tinham dado uma chance.
Espero de verdade que esse retorno sirva como uma porta para a franquia continuar respirando. Que seja um novo começo e que, da próxima vez, seja um jogo novo por completo.
Joguem Star Fox, pois está bem divertido!
Confira o trailer do jogo:
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A grande pauta do mundo da tecnologia atualmente é como a escassez contínua de memória RAM (apelidada de “RAMageddon” ou “RAMpocalipse”) causou aumentos massivos nos custos de hardware. Até agora, a explicação oficial era que essa falta de componentes havia sido impulsionada pela construção desenfreada de data centers para Inteligência Artificial.
No entanto, uma nova ação judicial coletiva promete mudar essa narrativa. O processo (Garciaguirre et al. v. Samsung Electronics Co., Ltd., et al.) acusa as fabricantes Samsung, SK Hynix e Micron de explorarem as condições do mercado para inflacionar os preços artificialmente.
O domínio do mercado e o aumento de 700%
A memória DRAM é essencial para praticamente qualquer dispositivo computacional moderno. O grande problema é que a Samsung, a SK Hynix e a Micron respondem por mais de 90% da receita global de DRAM.
A ação coletiva, movida por 14 indivíduos e três empresas, acusa as três companhias de conspirarem para fixar os preços e a oferta de memórias DDR3 e DDR4. Segundo o documento, as empresas se envolveram em condutas que “não fariam sentido econômico sem um conluio” e que elevaram o preço da DRAM convencional em aproximadamente 700% em um período de quatro anos.
A lógica por trás do esquema funcionaria da seguinte forma:
Apesar da demanda altíssima por DRAM, as três empresas reduziram a produção desse componente.
O foco foi desviado para a Memória de Alta Largura de Banda (HBM), que é usada em data centers de IA, mas que geralmente é menos lucrativa.
A diminuição proposital na produção da DRAM causou uma escassez artificial.
Essa escassez permitiu a remarcação absurda dos preços para os compradores de DRAM, encarecendo todos os eletrônicos.
Um histórico criminal reincidente
Se a acusação de formação de cartel parece absurda, o histórico dessas companhias prova o contrário. O processo aponta que, entre 1998 e 2002, essas exatas mesmas três empresas participaram de uma conspiração criminosa para fixar os preços de DRAM vendida para grandes empresas americanas de computadores.
Naquela época, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou o caso com consequências pesadas:
A Samsung se declarou culpada e pagou uma multa de US$ 300 milhões, com vários executivos indo para a prisão.
A Hynix (antecessora da SK Hynix) se declarou culpada e pagou US$ 185 milhões.
A Micron evitou multas porque denunciou a conspiração e cooperou com as autoridades.
Além disso, o trio também foi investigado pelo governo chinês durante um pico de preços de RAM entre 2016 e 2018. Agora, o novo processo exige que o tribunal conceda uma liminar permanente para forçar as empresas a encerrarem a restrição coordenada de fornecimento, além de buscar indenizações para os consumidores afetados.
O impacto direto no bolso dos Gamers
Os fabricantes de consoles de videogame estão sentindo a pressão dos preços exorbitantes da RAM e repassando a conta para os jogadores.
A Steam Machine da Valve acabou custando centenas de dólares a mais do que o ponto de entrada pretendido originalmente. Simultaneamente, Sony, Microsoft e Nintendo precisaram aumentar os preços de seus consoles no varejo.
Hoje, custa cerca de US$ 300 a mais comprar um Xbox Series X em comparação ao seu preço de lançamento, enquanto um PS5 base agora custa US$ 150 a mais do que no dia um. Quando somamos o custo nas alturas do hardware aos jogos AAA (como Grand Theft Auto 6) sendo vendidos na faixa de US$ 80 a US$ 100, fica claro que vivemos tempos difíceis para os consumidores de games.
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Se você estava esperando que a próxima geração de consoles trouxesse mais poder por um preço justo, talvez seja hora de alinhar as expectativas. Novos rumores apontam que o PlayStation 6, previsto para chegar ao mercado em 2027, pode custar a bagatela de US$ 900 ou mais.
O motivo? Um aumento drástico nos custos de fabricação que colocou a Sony em um verdadeiro beco sem saída estratégico.
O custo de fabricação explodiu
De acordo com o confiável leaker de hardware KeplerL2, o custo estimado dos componentes (o chamado Bill of Materials ou BOM) do PlayStation 6 subiu cerca de 30% recentemente. Se em março os rumores apontavam para um custo de produção de US$ 750, agora o valor saltou para a casa dos US$ 900.
É importante destacar que o BOM reflete apenas o preço das peças brutas. Ele não engloba:
Mão de obra e montagem;
Logística e transporte global;
Margem de lucro dos varejistas.
Somando tudo isso à recente declaração da Sony de que “não pretende vender hardware com prejuízos significativos” em suas reuniões com investidores, a conta simplesmente não fecha para um console de US$ 500 ou US$ 600. Se nada mudar no mercado de semicondutores, o PS6 pode facilmente ultrapassar a barreira dos mil dólares.
Por que adiar o PS6 para 2028 não resolve o problema?
Diante desse cenário assustador, muitos jogadores começaram a especular se a Sony não deveria adiar o lançamento para 2028 ou 2029, esperando a poeira baixar e os componentes baratearem. No entanto, analistas de peso afirmam que isso seria um tiro no pé.
O youtuber e analista de hardware do canal Moore’s Law Is Dead explicou a lógica por trás da manutenção da janela de 2027:
“O motivo real para não adiar o console é que 2027 é o ano em que o preço e a performance estarão no melhor equilíbrio possível, independentemente do preço final. Mesmo que o preço suba por causa da RAM e a Sony precise vendê-lo por US$ 849 sem leitor de disco, 2027 ainda será o ano da arquitetura AMD RDNA 5. É o momento em que ele parecerá menos superprecificado antes que as novas GPUs de PC (como a RTX série 60) cheguem.”
KeplerL2 concorda com a análise. Segundo ele, se a Sony adiar o videogame, a tecnologia parecerá velha no momento do lançamento, mas o preço pode continuar alto caso o mercado de memórias DRAM continue encarecendo. Se a Sony lançar em 2027, ela pode adotar a velha estratégia do PS3: lançar caro e ir cortando o preço nos anos seguintes à medida que os custos de produção normalizarem.
O Dilema do Jogador
A Sony se encontra em uma posição delicada. A comunidade de jogos claramente não parece pronta (financeiramente ou psicologicamente) para um console que custe o preço de um PC gamer topo de linha. Porém, o hardware do PS6 já teve suas especificações travadas há anos pela fabricante, e segurar o projeto não vai torná-lo magicamente mais potente.
Se as previsões se confirmarem, o ano que vem nos colocará diante do console mais caro da história recente da Sony. E se a tendência do mercado de tecnologia continuar de alta, talvez comprar no lançamento seja a única forma de garantir o aparelho antes que ele mude de preço para pior.
E você, pagaria esse valor em um PlayStation 6 ou vai preferir migrar de vez para o PC?
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O aguardado lançamento de Grand Theft Auto VI já está quebrando recordes de expectativa, mas uma decisão recente da Rockstar Games gerou polêmica no mercado de jogos. A desenvolvedora confirmou que a versão “física” de GTA 6 não incluirá um disco blu-ray, trazendo apenas um código para download digital dentro da caixa. A decisão fez com que algumas lojas independentes de videogame se recusassem a comercializar o maior lançamento de 2026.
Por Que Lojas Estão Boicotando GTA 6?
Dois grandes nomes do varejo independente, a canadense Video Games Plus (VGP) e a Loot Box Gaming, anunciaram publicamente que não farão a pré-venda ou comercialização do título. O motivo principal é o compromisso dessas lojas com a preservação da mídia física.
A Posição da VGP: A loja destacou que sua política proíbe a venda de caixas que contenham apenas códigos de download. Em nota, afirmaram: “Por quase 40 anos, a VGP tem se comprometido a apoiar a mídia física e preservar o valor de possuir o jogo. Como resultado, não ofereceremos GTA 6 sob nossa política atual.”
A Posição da LBG: A Loot Box Gaming adotou uma postura semelhante, enfatizando o respeito pelo dinheiro do consumidor e a preservação dos games como mídia tangível.
Estratégia Anti-Vazamento da Rockstar Games
Especialistas da indústria apontam que a ausência do disco é uma manobra de segurança agressiva por parte da Rockstar. Como GTA 6 é indiscutivelmente o produto de entretenimento mais aguardado da história, o medo de vazamentos é real.
Ao remover o disco das fábricas, centros de distribuição e caminhões de transporte, a empresa elimina o risco de cópias físicas serem roubadas ou vendidas antecipadamente por varejistas, garantindo controle total sobre o acesso ao jogo antes do lançamento oficial. Especula-se que uma versão com disco possa ser lançada em 2027, quando a febre inicial diminuir.
Grandes Varejistas Continuam as Vendas
Apesar do boicote das lojas independentes, gigantes do varejo como Amazon, Best Buy e GameStop continuarão vendendo a edição em caixa sem problemas. A versão com o código será lançada no dia 12 de novembro de 2026, uma semana antes do lançamento do jogo, permitindo que os jogadores façam o pré-download (instalação antecipada) nos consoles.
Preços, Edições e Data de Lançamento
As pré-vendas de GTA 6 já começaram oficialmente (iniciando pela Nova Zelândia) com valores definidos em dólar:
Edição Standard: US$ 79,99
Edição Ultimate: US$ 99,99
A Edição Ultimate também se tornou alvo de críticas por incluir conteúdo in-game exclusivo, bloqueando o acesso de jogadores da versão padrão a certas lojas, missões, carros e armas dentro do jogo.
O aguardadíssimo GTA VI chega oficialmente no dia 19 de novembro de 2026 para Xbox Series X|S e PlayStation 5, mas você não precisa esperar até lá para garantir a sua cópia!
Na Nuuvem, você já pode fazer a sua reserva comprando um giftcard. É só aplicar o cupom MEUGTAMINHAVIDA na hora da compra para aproveitar o parcelamento em até 6 vezes. Além de garantir o seu lugar no maior lançamento da década, essa compra ainda rende Drops incríveis na sua conta para você resgatar novos jogos no futuro. Não deixe para a última hora!
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A Valve tem um histórico de jogar as próprias regras no mercado de games, e esta semana não foi diferente. Após o anúncio da data oficial de lançamento da sua nova iteração da Steam Machine, a empresa de Gabe Newell fez uma jogada estratégica silenciosa, mas de enorme impacto: a confirmação e liberação do SteamOS 3.8 para o público geral.
Baseado em Linux e impulsionado pela robusta camada de compatibilidade Proton (que permite rodar jogos nativos de Windows com maestria), essa é a primeira versão do sistema a estar oficialmente disponível para download aberto em todas as configurações de hardware suportadas. O objetivo da Valve é claro: permitir que os jogadores transformem seus desktops atuais em verdadeiros consoles de sala de estar, oferecendo uma experiência focada, sem as distrações e os processos em segundo plano de um sistema operacional tradicional.
O gargalo do Hardware: O embate entre AMD e Nvidia
Embora a imagem oficial já esteja disponível para download, existe um detalhe arquitetônico crucial para quem deseja se aventurar de imediato. Neste primeiro momento de liberação, o SteamOS 3.8 exige a utilização de uma placa de vídeo AMD.
Isso ocorre devido à forte parceria da Valve com a fabricante durante todo o ciclo de vida do Steam Deck, o que facilitou a otimização dos drivers em ambiente Linux. O suporte a GPUs dedicadas AMD ainda carrega o título técnico de “beta”, mas o histórico recente mostra que o sistema já possui uma estabilidade invejável para o uso diário, prometendo atualizações frequentes nas próximas semanas.
Por outro lado, o cenário exige paciência para os usuários da “equipe verde”. Para a grande massa de entusiastas que passa horas monitorando métricas de FPS, uso de VRAM e estabilidade térmica em placas como a RTX 3060 Ti ou superiores, a experiência nativa do SteamOS terá que esperar. A Valve confirmou que continua trabalhando na integração e no suporte oficial para GPUs Nvidia, porém, a janela de lançamento para esse suporte está agendada apenas para 2027.
De qualquer maneira, para quem for realizar a instalação, a regra de ouro do PC Gaming se mantém: faça um backup de segurança do seu sistema operacional atual, preferencialmente utilizando um SSD ou HD inteiramente separado para acomodar o SteamOS e evitar perdas de dados em partições do Windows.
Como instalar o SteamOS 3.8 no seu PC
Se o seu hardware é compatível e você deseja testar essa experiência de console de imediato, a Valve preparou um processo de instalação relativamente simples e direto, semelhante à formatação padrão de um PC.
1. Baixe a imagem do sistema:
Acesse o repositório da Valve.
Faça o download do arquivo de imagem oficial do SteamOS 3.8 diretamente dos servidores da Valve. O arquivo é grande, então certifique-se de ter uma conexão estável e espaço no disco.
2. Crie um pendrive bootável:
Prepare uma mídia de pelo menos 8GB.
No Windows, recomendamos o uso da ferramenta Rufus. Selecione a imagem do SteamOS e grave-a no pendrive (lembre-se que este processo irá formatar a sua mídia, apagando todos os arquivos nela). Para usuários de macOS ou distribuições Linux, o Balena Etcher cumpre a mesma função com excelência.
3. Desative o Secure Boot:
Acesse a BIOS/UEFI do computador.
Para que a placa-mãe permita a inicialização de um sistema operacional não assinado pelo Windows, reinicie o PC e acesse a BIOS (geralmente através das teclas DEL, F2 ou F12 durante a inicialização). Navegue até as opções de segurança e desative o recurso “Secure Boot”. Salve as alterações e saia.
4. Instale o SteamOS no disco:
O ambiente desktop temporário.
Faça o boot pelo pendrive recém-criado. Você será recebido por um ambiente desktop live. Localize o ícone “Re-image Device” e execute-o para iniciar a gravação do sistema no disco rígido ou SSD da sua máquina. Após a conclusão, o PC será reiniciado já na interface definitiva do SteamOS.
O futuro com a nova Steam Machine
Para aqueles que acham o processo de formatação intimidador, ou que simplesmente preferem um hardware pré-montado com garantia de performance e estética de console, a Valve também tem planos concretos. A nova versão da Steam Machine tem lançamento marcado para o dia 30 de junho, com vendas exclusivas através da própria plataforma Steam.
Aprendendo com os erros do passado, especialmente com os problemas de distribuição e filas de espera que marcaram o caótico lançamento do Steam Controller, a Valve implementará um novo método de encomendas para assegurar que a logística acompanhe a alta demanda esperada pela comunidade.
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