Surda é um filme escrito e dirigido por Eva Libertad, estrelado por Miriam Garlo, Álvaro Cervantes, Elena Irureta e Joaquín Notario. Sua distribuição nacional é feita pela Retrato Filmes. Tendo sua origem em um curta-metragem da cineasta, a inspiração veio do desejo de Miriam Garlo, atriz e irmã da diretora, de ser mãe. A produção venceu o Prêmio Goya sendo agora lançada em longa-metragem, chegando aos cinemas em 14 de maio.
A trama de Surda acompanha Angela, prestes a dar à luz à sua primogênita, Ona e, em meio a toda a felicidade e ansiedade da maternidade, preocupa-se com os desafios que enfrentará em decorrência de sua surdez. Ao lado de seu parceiro Héctor (Cervantes),vai descobrindo como adaptar a comunicação e a educação da criança em uma sociedade cheia de preconceitos.
Surda é um filme que harmoniza de forma espetacular o drama familiar e a crítica social, combinando a delicadeza de seus assuntos com o incômodo. A direção de Libertad é excelente ao conduzir a história, alternando entre os momentos afetivos enquanto, sutilmente, vemos os medos da protagonista tomarem forma.
Uma reflexão sobre os desafios da deficiência
Em questão de roteiro, não vemos nenhum personagem ser vilanizado, no entanto a abordagem da relação de Angela e Héctor é um cenário entre o amor e a incompreensão. Além disso, é muito interessante como, em Surda, a comunicação — ou a ausência dela — dita os momentos da relação desse casal.
Importante também falar sobre o design de som, que alterna entre sons abafados, ruídos e o silêncio como uma forma de nos aproximar da protagonista. Isso torna a história de Surda não apenas sobre uma pessoa com deficiência auditiva, como também sobre sua perspectiva de mundo e seus desafios.
Outro ponto é a atuação de Miriam Garlo, que apresenta uma personagem forte, autônoma e que sente o impacto de ter essa autonomia questionada com a chegada da maternidade. Isso impacta de forma determinante a carga emocional da história.
A experiência como um todo nos leva a refletir sobre o que de fato significa inclusão e se isso realmente acontece de forma bilateral. Também vai questionar a existência de uma preocupação em compreender o mundo dessa pessoa com deficiência, seus medos, necessidades e a empatia necessária para acolhê-la nos momentos de vulnerabilidade.
Por fim, Surda é um filme direto e tocante e, proporcionalmente a isso, também será incômodo. Uma provocação ao espectador sobre os melhores momentos, as dificuldades de uma pessoa com deficiência e seus desejos como a maternidade.
Confira o trailer de Surda:
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Se você estava em dúvida se deveria dar uma chance aos portões do inferno, a resposta curta é: sim. Diablo IV passou por uma evolução impressionante desde o seu lançamento e, atualmente, entrega a experiência definitiva que os fãs de RPG de ação tanto pediam.
Com a chegada da Temporada 13 e os desdobramentos da nova expansão, o título da Blizzard alcançou um nível de polimento e diversão que o torna imperdível. Se você precisa de um empurrãozinho para entrar em Santuário, nós do Feededigno separamos 6 motivos para você começar a jogar Diablo IV hoje!
1. O panteão cresceu: Novas classes disponíveis
Além das classes base que a comunidade já curte e domina, o jogo recebeu adições de peso que mudam completamente a dinâmica do combate. O Spiritborn foi o primeiro a abrir as portas para novas abordagens, e com a nova expansão, recebemos o aguardado Warlock e o clássico Paladino. Opção de gameplay e estilos diferentes é o que não falta para você montar a sua build dos sonhos.
2. Mecânicas maturadas e combate refinado
O combate de Diablo sempre foi um ponto forte, mas agora ele está extremamente satisfatório. Ao longo de diversas atualizações até a Temporada 13, a equipe de desenvolvimento mostrou que tem ouvido a comunidade de perto. O resultado? Melhorias constantes, ajustes de qualidade de vida (QoL) e um loop de gameplay que te prende do início ao fim da sessão.
3. Lindo, leve e acessível (Alô, Game Pass!)
Apesar de ter um visual incrível, sombrio e rico em detalhes, Diablo IV é surpreendentemente otimizado. Por não ser um jogo tão pesado, ele roda liso em diversas máquinas e configurações. Além de estar disponível em várias plataformas (PlayStation, Xbox e PC), os assinantes do ecossistema do Xbox têm uma vantagem de ouro: você pode jogar direto pelo Game Pass.
4. História épica e 100% em PT-BR
A imersão é garantida. O jogo conta com animações cinematográficas incríveis e uma localização completa para o nosso idioma, com dublagem e legendas impecáveis no nosso amado PT-BR. E o melhor para os fãs da lore: na nova expansão, temos o nosso aguardado acerto de contas com o Mephisto! É uma história expandida, com mapas inéditos e muitos motivos para descer os capetas na porrada.
5. Todo mundo no mesmo barco
Uma das maiores barreiras para novos jogadores em jogos como serviço é o “medo de ficar para trás”. Em Diablo IV, você pode ficar tranquilo. A cada nova temporada, o sistema reseta e geral começa um personagem do zero. Ninguém fica perdido, veteranos e novatos largam do mesmo ponto, tornando a experiência de leveling comunitária e muito mais justa.
6. O momento é agora!
A nova temporada e a expansão chegaram com os dois pés na porta. O estado atual do jogo entrega o pacote completo:
Novas classes e mais aprofundamento na história;
Novas builds dominando o meta;
Balanceamento de classes muito mais refinado;
Opções robustas e variadas de atividades de Endgame;
Uma progressão muito melhor e recompensadora para o tempo investido pelo jogador.
Santuário está te chamando!
Com tantas melhorias, Diablo IV prova que o modelo de temporadas pode sim revitalizar e transformar um jogo ao longo dos anos.
E você, já decidiu qual classe vai escolher para começar a sua jornada contra os males supremos hoje? Conta pra gente nos comentários e continue acompanhando o Feededigno para mais dicas, builds e novidades sobre o universo dos games!
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Eu amo jogos metroidvania e também amo Hollow Knight. Acho que Voidwrought é para você que sente o mesmo e está buscando justamente um jogo novo.
O gênero metroidvania tem estado muito bem, recebendo muita atenção e diversos jogos novos. Com certeza, Metroid e Castlevania estão em diversos corações, assim como Hollow Knight, que surpreendeu no seu lançamento. Porém, atualmente, sinto que as pessoas jogaram muitos jogos desse tipo e, atualmente, sentem uma saturação.
Eu acredito que não é bem apenas uma saturação, está mais para sentir que o público quer, sim, novos jogos do tipo, mas são mais exigentes com a entrega: jogos bem redondinhos, com jogabilidade divertida, combate satisfatório, uma boa dose de exploração e tudo que faz um metroidvania ser tão legal.
E Voidwrought é um desses casos: é um bom jogo do gênero, que se inspira claramente em Hollow Knight, mas consegue trazer algumas novidades, arte estilosa feita à mão e controles precisos.
Sinto que é necessário começar falando isso, pois, em todo jogo do gênero, parece que o público, antes mesmo de ver o que o jogo tem a oferecer, já torce o nariz e desiste, muito por conta dessa sensação de “saturação”. Mas, se o jogo for bom e você gosta do tipo, vale dar uma chance!
Voidwrought chegou para PC e Switch em 2024; porém, agora em 2026, também está disponível no Xbox Series e PlayStation 5.
Foi desenvolvido pela Powersnake, publicado pela Kwalee, e agradecemos pelo envio da chave para review. Bom, vamos ao game?
Estética e Design
Voidwrought me ganhou pela sua estética sombria e também pelo tema misterioso de horror cósmico. Eu gosto bastante disso e não para por aí, pois, como mencionei antes, todo esse visual estiloso dele é de gráficos desenhados à mão. Baita trampo envolvido, né?
E, para acompanhar toda essa vibe que ele precisa sustentar, as músicas e os efeitos sonoros precisam entregar também, e, felizmente, eles são muito bons.
As músicas imergem e moldam o tom do jogo; são mais intensas nos bosses, e isso ajuda com que toda batalha pareça grandiosa. Recomendo até que joguem com fones de ouvido.
E os efeitos sonoros, a meu ver, são satisfatórios: desde o simples ato de andar e pular pelo mapa, golpeando tudo que vê pela frente, até a transformação poça, que usamos para passar por locais estreitos e tem som de alguma coisa viscosa, e os demais movimentos e poderes que aprenderemos com o tempo.
Exploração e backtracking
O jogo entrega o que todo metroidvania precisa, ou melhor, tudo que esperamos de um bom jogo do tipo.
Temos um mapa grande; podemos ir e vir depois de aprendermos o básico que é apresentado no começo do jogo.
A exploração é boa, bem divertida e, como você fica livre em pouco tempo, bom, é só ir, né? Só ir curtindo o jogo, explorando para todo lado e aprendendo com o seu combate.
Temos um minimapa no topo esquerdo da tela, mas, ao apertarmos o menu, podemos visualizá-lo melhor, e ele indica onde estamos, sendo um grande auxílio na exploração.
No menu, também encontramos onde equipamos itens e mais do nosso personagem.
O mapa tem segredos pra você encontrar e, conforme você aprende novos poderes e movimentos, novas áreas vão se tornando acessíveis, aquela história do backtracking, sabe? Pegou algo novo, agora você tem acesso à área “X” que antes não alcançava.
Combate e semelhança com Hollow Knight
Em combate, usamos garras para bater. A movimentação lembra Hollow Knight, com saltos e ataques no chão ou aéreos. Podemos usar a área de descanso pra renovar o HP, salvar, gerenciar coisas no menu, e os inimigos voltam também.
O level design, os mobs e os chefes fazem os desafios serem mais diferentes e interessantes de serem superados. Quanto mais você avança, o costume com os controles será ainda maior.
E, conforme coletamos certos itens, podemos fortalecer nosso personagem com mais dano, golpes novos ou efeitos passivos, como aumento de vida, etc.
Os controles são precisos e fáceis de se aprender; a dificuldade fica na execução deles no timing, em evitar danos e em aprender os movimentos dos bosses, mas gosto de o combate ter controles simples.
Gosto dos bosses, mas, como uma jogadora casual, diria que eles têm uma dificuldade moderada; jogadores mais exigentes podem querer um desafio muito maior.
E, sendo sincera sobre o jogo até o momento, assim como comentei lá no início, se você gostou de Hollow Knight, tem uma grande chance de você gostar desse jogo.
Ele não é um simples “parece Hollow Knight”. É inevitável a comparação dada a inspiração bem clara, mas o jogo é bem feito, completinho e conta realmente com comandos bem responsivos.
Expansão de base
Um dos diferenciais desse jogo é um santuário como base. Nós gastamos recursos para expandir essa base, poderemos trazer trabalhadores para ela, e eles abrirão caminhos para novas áreas, mas também podem escavar para encontrar novos poderes e recursos.
História?
Controlamos um personagem misterioso chamado apenas de Simulacro durante o jogo; ele busca Ichor, o sangue dos deuses. A história se desenrolará com esse ponto no centro: nós despertamos como Simulacro e devemos ir atrás desse objetivo, que é extremamente necessário.
Vamos derrotar monstruosidades, coletar muito Ichor e melhorar nosso personagem para enfrentar cada vez mais desafios.
Veremos locais diferentes e bizarros, mas artisticamente belos, e que contêm criaturas que se esgueiram por todas as partes. E, visitando esses locais, encontramos registros de uma civilização antiga, possíveis exploradores que vieram anteriormente e fragmentos da história.
E é aqui onde o jogo pode ou não te perder: seu forte é realmente conquistar com a jogabilidade, mas a história não é contada de uma forma direta. Tudo tem um tom de mitologia e combina muito com o jogo, mas pode parecer confuso para quem prefere histórias mais diretas e menos misteriosas.
Eu, particularmente, não me interessei tanto pela história por isso, mas ela funciona dentro desse universo e faz sentido com o estilo do jogo.
Conclusão
Se você gosta de jogos metroidvania e sente falta de Hollow Knight, mas gostaria que fosse um pouco diferente e não só uma skin; procura uma novidade não tão distante de um jogo que você já ama, sabe?
Então, esse é um jogo que funciona super bem e entrega diversão. Está em diversas plataformas, tem legendas em PT-BR e no preço cheio custa apenas R$ 60, mas em promoção ele já esteve por R$ 20, valendo tanto a pena quanto.
Ele também possui uma demo que recomendo; assim você pode sentir o jogo antes de comprar de fato. Se tiver na dúvida se é pra você, com certeza jogar a demo te ajudará a decidir.
Bom, se curte e concorda com tudo o que mencionei, então não deixe passar Voidwrought. Esse é um metroidvania charmoso e que é feito por fãs como você!
Confira o trailer do game:
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A Força está agitada! Faltando pouco mais de uma semana para a aguardada estreia de O Mandaloriano e Grogu nos cinemas, a Lucasfilm sofreu um vazamento significativo. Uma atualização misteriosa na página do IMDb do filme Star Wars: Starfighter não apenas revelou a premissa do novo longa dirigido por Shawn Levy (Deadpool & Wolverine), mas também entregou os nomes inéditos dos personagens principais.
E o grande destaque? Finalmente sabemos quem Ryan Gosling irá interpretar na galáxia muito, muito distante.
A Missão de Sabryn Gill e o Futuro da Força
De acordo com o vazamento, a nova história trará uma premissa envolta em mistério e alta voltagem. Gosling dará vida a Sabryn Gill, descrito como um “piloto solitário”.
A sinopse oficial publicada na plataforma diz o seguinte:
“Em uma galáxia em reconstrução, um piloto solitário se envolve em uma missão crucial à medida que novas ameaças surgem. Sua jornada pode alterar o futuro da própria Força.”
Essa descrição críptica confirma a intenção da Lucasfilm, revelada anteriormente no site oficial da franquia, de que o projeto seria “uma aventura independente totalmente nova”.
Elenco de Peso e Personagens Inéditos
Além da sinopse, a aba de elenco no IMDb foi atualizada, revelando os papéis que os atores anunciados durante a Star Wars Celebration 2025 irão assumir. O diretor Shawn Levy já havia compartilhado uma foto de Gosling e seu co-estrela gravando no oceano, e agora as peças começam a se encaixar.
Confira o elenco listado no vazamento:
Ryan Gosling como o piloto Sabryn Gill.
Flynn Gray como Kier Sloan.
Mia Goth como Elaris Mour (rumores fortes apontam que ela pode ser a grande antagonista do longa).
Matt Smith (A Casa do Dragão) também é especulado como um dos vilões da trama.
Amy Adams (A Chegada).
Aaron Pierre (Lanterns).
Simon Bird (Friday Night Dinner).
Jamael Westman (Hedda).
Daniel Ings (O Cavaleiro dos Sete Reinos).
Onde Starfighter se encaixa na Linha do Tempo?
Se você está confuso sobre quando essa história vai acontecer, pode ficar tranquilo. A trama de Star Wars: Starfighter vai explorar um terreno cronológico completamente novo nos cinemas: o filme se passa exatamente cinco anos após os eventos de A Ascensão Skywalker.
Com a Nova República (e a galáxia como um todo) tentando se reerguer após a queda definitiva da Primeira Ordem e de Palpatine, o cenário é perfeito para a introdução de novas facções e o retorno de velhos problemas.
Jogada de Marketing ou Deslize da Lucasfilm?
O momento do vazamento chamou a atenção da comunidade de fãs. Na semana passada, durante o tradicional Star Wars Day (4 de maio), o público ficou decepcionado com a ausência de grandes anúncios e trailers.
O fato de uma sinopse tão importante e os nomes dos personagens vazarem na internet apenas alguns dias depois levantou suspeitas de que isso poderia ser uma estratégia de marketing não-oficial para aquecer o público para a estreia iminente de The Mandalorian and Grogu.
Star Wars: Starfighter tem data de lançamento marcada para o dia 28 de maio de 2027. Fique ligado no Feededigno para mais atualizações sobre o futuro da franquia.
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Mouse: P.I. for Hire é mais uma surpresa boa dos indies de 2026. O jogo foi desenvolvido pela Fumi Games, publicado pela PlaySide e lançado no dia 16 de abril para Nintendo Switch 2, PC, Xbox Series e PlayStation 5.
Agradecemos pelo envio da chave para a criação de conteúdo.
Referências e Estilo de Jogo
O título mistura um combate de FPS frenético, que lembra jogos como Doom 2016 e BioShock, com um estilo noir e traços de desenhos dos anos 1930, semelhante ao primeiro Mickey Mouse (que caiu em domínio público) e ao amado Cuphead. Além disso, o protagonista me lembra bastante o Max Payne.
Jogamos com um detetive chamado Jack Pepper, um ex-herói de guerra. Durante o gameplay, ele solta diversas frases dramáticas que combinam com o clima da narrativa, reforçando a semelhança com o estilo de Max Payne. Então, se você gosta desses jogos e desses estilos, este é um game que deveria estar na sua biblioteca!
Premissa
Jack Pepper, um rato detetive particular, investiga mais um caso misterioso em Ratópolis. Um mágico enigmático chamado Steve Bandel sumiu durante uma de suas apresentações. O cara é bom mesmo, não é?
Brincadeiras à parte, Jack está investigando esse desaparecimento porque não faz sentido Bandel sumir do nada. Em pouco tempo, o detetive percebe que há algo de errado: as conexões do mágico mostram que não seria um caso simples e direto de se resolver. A partir dessa investigação, Jack descobre uma rede de corrupção e conspiração que envolve toda a cidade.
O mundo não é fácil, nem mesmo em desenho animado, amigos. O mágico sabia demais, e agora é o Jack quem provavelmente sabe demais.
Como o jogo funciona
Apesar de esse ser apenas o comecinho do jogo, ele já apresenta bem o ritmo e o tom da história que nos será contada daqui para a frente. Outro fator que vai engajar qualquer jogador é a sua jogabilidade.
Começamos com uma pistola à disposição e, pelos cenários, coletamos balas e itens de cura. Conforme avançamos, encontramos novas armas e bônus, como armaduras ou queijos para recuperar um pouco da vida. Além disso, aprendemos movimentos novos, como o pulo duplo para alcançar áreas inéditas. Achei a variedade de habilidades muito boa, o que dá uma excelente sensação de progressão ao melhorar o nosso personagem no decorrer da campanha.
O título tem cerca de 10 horas de duração se você for direto do começo ao fim. No entanto, se buscar os 100%, passará de 4 a 6 horas a mais jogando, dependendo do seu ritmo.
Não é uma experiência feita apenas de batalhas com pedaços de história soltos; nós realmente precisamos investigar. No escritório de Jack, colocamos as evidências em um quadro, para onde voltamos após cada missão. Também precisamos conversar com NPCs. Alguns ajudam no caso e dão novas pistas, enquanto outros auxiliam de maneiras diferentes. Existe uma espécie de lobby que engloba o escritório do Jack e os arredores, onde visitamos conhecidos e acessamos a mecânica da oficina, que é liberada um pouco mais à frente.
Por lá, alguns personagens também pedem para realizarmos missões secundárias.
Música, efeitos sonoros, design e muito queijo
As músicas são excelentes. Eu, particularmente, ouvi todas com muita empolgação. O jogo possui até um modo para escolher entre alguns estilos de áudio, como um som mais moderno ou um clássico que lembra uma vitrola, entre outros.
Visualmente, não há o que criticar. O jogo é lindo, possui uma estética charmosa e, apesar de ser em preto e branco, funciona super bem. Os efeitos sonoros são igualmente ótimos, soando exatamente como nos desenhos animados da época.
Devido a todo esse estilo, no qual controlamos um rato antropomórfico cercado por outros personagens da mesma natureza, temos muitas piadinhas com queijo. Eu adoro essas brincadeiras; elas dão um charme a mais, quebram o gelo e sustentam o humor da obra.
Toda essa ambientação me fez sentir nostalgia desses desenhos. Eles são de muito antes da minha época, mas muitos ainda passavam na TV aberta. Sério, o pessoal que estava reclamando de “too much cheese” (muito queijo) estava realmente a fim de jogar o game? Ou só queriam achar um motivo para criticar? Não entendo.
Conclusão
Sinceramente, achei o título muito divertido. Gosto de ter uma história elaborada que combine e sustente a experiência, mas que não pare por aí, entregando um gameplay igualmente instigante e envolvente, que faz com que a gente queira jogar “só mais um pouquinho”.
A aventura não é longa. Como tem apenas cerca de 10 horas, acredito que não dá tempo de enjoar, o que garante um ritmo muito legal. Pelo menos foi assim para mim, jogando na dificuldade média, e achei uma experiência bastante positiva.
Durante o período de lançamento, vi algumas pessoas comentando que enjoaram do game. Como é um jogo curto, imagino que isso possa acontecer com os aficionados por completar 100% de forma obrigatória, que se forçam a conquistar a platina mesmo quando já estão satisfeitos com a experiência principal.
Então, fica a minha pequena recomendação: se você começou a jogar, achou bacana, mas sentiu que talvez o tempo investido esteja indo além do que esperava, foque na campanha principal. Deixe a platina ou o possível 100% para alguns meses mais à frente. Assim, você aproveita o jogo muito mais.
O jogo conta com localização e legendas em PT-BR para ajudar na nossa imersão, o que é essencial. Sempre me surpreendo com o fato de os estúdios indies trazerem localização, enquanto muitas empresas gigantescas ficam caçando desculpas. Às vezes, até um criador indie que ficou gigante precisa fazer “textão” no Twitter para se justificar.
Enfim, ele também possui um preço mais em conta se comparado a outros lançamentos. Vi o jogo na Steam, na eShop e no Xbox por R$ 88,99, e na PSN teve uma promoção por R$ 79,90. O valor não é tão baixo, mas não duvido que em algum momento ocorram promoções ainda mais interessantes.
É um jogo muito bom. Estou feliz por ter jogado mais um título criativo do mundinho dos indies e não posso deixar de recomendá-lo. Se você concorda com tudo o que leu aqui, dê uma chance para Mouse: P.I. For Hire. A experiência vale a pena e pode quebrar o gelo, sendo algo bem diferente dos últimos lançamentos que você tem jogado na sua biblioteca.
Confira o trailer do game:
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A Capcom acaba de pegar a comunidade de surpresa! Sem nenhum aviso prévio, a desenvolvedora lançou hoje uma nova DLC gratuita para Resident Evil Requiem, intitulada Leon Kennedy Must Die Forever.
A atualização já está disponível para todas as plataformas em que o jogo foi lançado e traz um modo de jogo totalmente novo para quem já finalizou a campanha. Se você gosta de desafios intensos e alta rejogabilidade, essa novidade foi feita para você.
O que é o modo “Leon Must Die Forever”?
Chegando com a atualização da versão 1.300.000, o novo modo se assemelha ao clássico Ethan Must Die de Resident Evil 7, mas com uma reviravolta: é um roguelike puro.
Jogando exclusivamente como Leon S. Kennedy, seu objetivo é sobreviver a uma jornada brutal de 20 níveis sem morrer. A progressão funciona da seguinte forma:
Início humilde: Você começa no nível 1, na clássica Main Street.
Hordas implacáveis: O caminho exige atravessar hordas de zumbis e criaturas por Raccoon City.
Chefões icônicos: Conforme você avança, a dificuldade aumenta, culminando em encontros terríveis contra inimigos como The Commander, Super Tyrant e o próprio Victor.
Morte permanente (Permadeath): Como em qualquer bom roguelike, morrer significa “Game Over”. Você perderá seu progresso e terá que recomeçar do nível 1.
Mecânicas, Aprimoramentos e Estratégia
Para sobreviver a esse pesadelo, os jogadores precisarão de mais do que apenas reflexos rápidos. A DLC introduz sistemas de progressão focados em estratégia:
Habilidades e Upgrades: Leon tem acesso a habilidades especiais e melhorias que podem aumentar o poder de fogo de suas armas ou a durabilidade de seu machado.
Portas Brilhantes: Para avançar ao próximo nível, os jogadores devem procurar e alcançar portas brilhantes espalhadas pelos cenários.
Integração com a Campanha: Os pontos acumulados na campanha principal podem ser usados para influenciar quais armas aleatórias você recebe no início das runs.
Boosts In-game: Eliminar inimigos e limpar áreas concedem bônus temporários essenciais para a sobrevivência nos níveis mais altos.
Desafios: O modo conta com 11 desafios internos para serem completados, garantindo horas de fator replay.
Como acessar a nova DLC?
Por se tratar de um conteúdo endgame focado em alta dificuldade, a Capcom colocou um requisito básico: é necessário ter concluído a história principal de Resident Evil Requiem para desbloquear o acesso ao “Leon Must Die Forever”.
E a tão aguardada DLC de História?
Apesar do sucesso estrondoso de Resident Evil Requiem, que conseguiu unir perfeitamente estilos de jogo e personagens tão diferentes, a comunidade ainda tem muitas dúvidas. Esta atualização focada em ação não traz de volta personagens muito pedidos, como Ada Wong, nem responde às maiores pontas soltas da trama.
Afinal, com quem Leon S. Kennedy é casado? A personagem Grace vai retornar em um jogo futuro ou será deixada de lado como outros coadjuvantes da franquia?
A boa notícia é que a Capcom já confirmou que a DLC de história continua em desenvolvimento. Enquanto as respostas para o futuro da lore de Resident Evil não chegam, o modo Leon Must Die Forever é a desculpa perfeita para voltar a Raccoon City, testar suas habilidades e passar o tempo de forma brutalmente divertida.
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