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    CRÍTICA: ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max’ é lindo e cromado como todos os filmes da franquia

    Chegou recentemente aos cinemas mais um capítulo ambientado no universo de Mad Max, franquia que chegou ao seu quinto filme além de ter recebido adaptação para outras mídias como games. Furiosa: Uma Saga Mad Max é um filme lançado em 23 de maio de 2024, dirigido por George Miller responsável pelos filmes anteriores tanto em direção quanto em roteiro e neste novo capítulo divide essa função com Nico Lathouris.

    O filme é estrelado por Anya Taylor Joy, Chris Hemsworth, como Furiosa e Dementus além deles Lachy Hulme que substitui o falecido Hugh Keays-Byrne como Immortan Joe e tem os retornos de Nathan Jones, John Howard e Richard Carter como Rictus Erectus, O Comedor de Gente e o Fazendeiro da Bala respectivamente.

    SINOPSE

    Em Furiosa: Uma Saga Mad Max é revelada a história de origem da guerreira renegada Furiosa, anteriormente interpretada por Charlize Theron, narrando sua jornada até se unir a Max em Mad Max: Estrada da Fúria (2015). O enredo segue uma jovem Furiosa (Anya Taylor-Joy), sequestrada de seu lar, o Lugar Verde de Muitas Mães, por uma grande horda de motoqueiros liderada pelo senhor da guerra Dementus (Chris Hemsworth). Cruzando Wasteland, eles alcançam a Cidadela, dominada pelo Immortan Joe (Lachy Hulme).

    Enquanto os dois tiranos disputam o domínio, Furiosa se vê envolvida em uma batalha incessante para retornar ao seu lar. O filme oferece uma visão mais profunda do universo de Mad Max, explorando os motivos e desafios enfrentados por um dos personagens mais marcantes da franquia.

    ANÁLISE

    Furiosa

    Furiosa é um filme que prova uma das minhas maiores reflexões a respeito do que essencialmente é o universo de Mad Max pois a sua história se trata do mundo como um todo e o protagonista é apenas um fragmento muito interessante de toda a figura.

    A direção de George Miller é ótima como a linearidade em seu trabalho na franquia, trazendo uma combinação entre ação física dos condutores em uma excelente comunhão com perseguições em máquinas que em algum momento do passado foram carros, motos ou caminhões.

    A trilha sonora é marcante como acontece em Estrada da Fúria, que remete a todos os acontecimentos do filme para uma jornada mais épica e coloca um tom mais emocional para os acontecimentos que levam Furiosa para onde a conhecemos.
    A genialidade nesse aspecto visual é sempre um atrativo de um filme Mad Max e a criatividade não fica apenas nas máquinas, mas também no figurino de personagens como Dementus e sua horda de motoqueiros, além dos conhecidos garotos de guerra.

    Furiosa

    Em questão de roteiro e narrativa é a sequência de algo que já vimos no antecessor pelo fato deste fragmento interessante ser uma pessoa que ainda não sucumbiu a tudo o que aconteceu, como é o caso de Max, e a interpretação tanto de Anya Taylor-Joy quanto de Alyla Brown fazem de Furiosa alguém com algo a mais a mostrar de alguém que ainda tem um pouco de organização de ideias em um mundo de tantos absurdos e como utiliza esse caos para alcançar o seu sonho.

    Ainda falando em atores, Dementus é um personagem a se destacar pela boa atuação de Hemsworth que usa de um tom irônico para desenvolvê-lo como uma contraparte vilanesca ao personagem que dá nome a franquia.

    É interessante como existem pequenos paralelos entre o líder da tomada Vila Gasolina e o nosso conhecido guerreiro da estrada pelas tragédias levaram as coisas que se consideram importantes mas, diferente de Max que procura a paz na solidão, Dementus perpetua a violência desse mundo almejando coisas muito maiores.

    VEREDITO

    Furiosa: Uma Saga Mad Max é um excelente filme que acrescenta mais profundidade a uma personagem que se tornou tão querida na franquia, com um excelente trabalho técnico de direção, roteiro e atuações sendo um dos ótimos longas deste ano.

    4,8 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    Cinemateca Brasileira recupera e digitaliza a mais antiga coleção de filmes brasileiros 

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    Pela primeira vez em sua história, a Cinemateca Brasileira recuperou, catalogou e digitalizou 1.785 filmes de sua coleção em nitrato de celulose: a parcela mais antiga e frágil do acervo da instituição e que reúne os mais antigos títulos da cinematografia brasileira. Algumas das obras, que são registros históricos do Brasil entre as décadas 1900 e 1950, estarão disponíveis gratuitamente no Banco de Conteúdos Culturais (BCC) e no site da Cinemateca Brasileira.

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    A iniciativa integra o Viva Cinemateca que reúne os grandes projetos da Cinemateca voltados à recuperação de importantes acervos, além da modernização de sua sede e infraestrutura técnica. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto, de cerca de R$ 15 milhões, conta com o patrocínio estratégico do Instituto Cultural Vale, com o patrocínio master da Shell, e o copatrocínio do Itaú Unibanco.

    Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale, comentou:

    O Instituto Cultural Vale está ao lado da Cinemateca desde 2020 por entender a importância da casa da produção audiovisual brasileira, que preserva, também, um retrato da nossa própria identidade. Por isso, atuamos, juntos, em iniciativas pela sustentabilidade e modernização do espaço e pela salvaguarda de seu acervo, em especial, a coleção de filmes em nitrato de celulose, de valor inestimável.”

    A coleção de Nitratos da Cinemateca Brasileira foi formada por títulos sobreviventes advindos de arquivos e cinematecas de todo o país. Entre as obras recuperadas pelo projeto estão raridades como Barulho na Universidade (1943), filme de Watson Macedo dado como perdido; Ceremônias e Festa da Igreja em S. Maria, documentário mais antigo do acervo, filmado em 1909; Apuros de Genésio, filme de 1940 que será exibido no Festival de Filmes Silenciosos de Pordenone, em outubro; e Amazônia e Rio Exposição de 1922, uma compilação de imagens feitas por Silvino Santos entre 1919 e 1926 na região Norte do país e na então capital federal. De suma importância para a compreensão dos primórdios da cultura cinematográfica brasileira, a obra de Silvino Santos ganhou destaque recentemente com a (re)descoberta do seu primeiro longa Amazonas, o Maior Rio do Mundo (1918-1920).

    Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil diz:

    Apoiamos o Viva Cinemateca pois, acreditamos que a instituição tem um papel fundamental na construção, conservação e difusão da nossa herança cultural com ações que promovem o desenvolvimento humano e geram valores para toda nossa sociedade através da cultura.

    Trata-se da concretização de um esforço de décadas. As películas em nitrato de celulose, que eram utilizadas nos primeiros anos da indústria cinematográfica, são materiais extremamente delicados e que podem entrar em autocombustão. Foram eles os responsáveis por quatro incêndios da história da Cinemateca: 1957,1969, 1982 e 2016.

    A recuperação da coleção de filmes do projeto Nitratos da Cinemateca Brasileira tem sido uma das principais frentes de trabalho da instituição desde sua reabertura, em 2022. Para essa iniciativa, foram contratados 30 pesquisadores e técnicos de preservação e documentação de todo o país, que trabalharam por dois anos no projeto, recuperando 3.392 rolos de filmes – cinejornais, documentários, filmes de ficção, domésticos e publicidade. A maioria dessa equipe foi posteriormente incorporada ao quadro de funcionários da instituição.


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    Parques temáticos inspirados na Cultura Geek: Diversão garantida para toda a família

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    O universo geek, com suas histórias fascinantes e personagens icônicos, tem ganhado cada vez mais espaço na vida das pessoas. Essa popularidade também se reflete nos parques temáticos, que proporcionam experiências imersivas e memoráveis para fãs de todas as idades. Seja no Brasil ou no exterior, esses parques são destinos perfeitos para famílias que desejam unir diversão e nostalgia em um só lugar. Vamos explorar alguns dos principais parques temáticos inspirados em personagens da cultura geek e por que eles são escolhas ideais para levar as crianças.

    Universal Studios Florida (EUA)

    O Universal Studios Florida é um destino imperdível para fãs de filmes e séries. Com áreas dedicadas a franquias como Harry Potter, Transformers e Os Simpsons, o parque oferece uma imersão total no universo geek. A seção do Wizarding World of Harry Potter é, sem dúvida, uma das mais populares, onde os visitantes podem explorar o Castelo de Hogwarts, andar no Expresso de Hogwarts e até experimentar uma cerveja amanteigada.

    Disneyland e Walt Disney World (EUA)

    Os parques da Disney são clássicos que nunca saem de moda. Além dos personagens tradicionais, a Disney tem investido cada vez mais em franquias que fazem parte do imaginário geek, como Star Wars e Marvel. A área temática de Star Wars: Galaxy’s Edge, presente tanto na Disneyland quanto no Walt Disney World, permite que os visitantes pilotem a Millennium Falcon e se aventurem em uma galáxia muito, muito distante.

    Europa-Park (Alemanha)

    O Europa-Park, localizado em Rust, Alemanha, é outro destino que encanta os fãs da cultura geek. Com áreas temáticas que representam diversos países europeus, o parque também possui atrações inspiradas em personagens de filmes e séries. Uma das atrações mais recentes é o Voletarium, um simulador de voo que leva os visitantes a uma jornada espetacular sobre os marcos mais icônicos da Europa.

    Puy du Fou (França)

    Embora menos conhecido, o Puy du Fou, na França, é um parque temático que oferece um espetáculo de imersão histórica. Embora não seja explicitamente geek, suas recriações históricas e espetáculos teatrais lembram muitas vezes os épicos filmes e séries que os fãs adoram. Cada show é uma viagem no tempo, tornando-se uma experiência única para crianças e adultos.

    Beto Carrero World (Brasil)

    Localizado em Penha, Santa Catarina, o Beto Carrero World é o maior parque temático da América Latina e uma referência em entretenimento. Inspirado em diversas franquias famosas, como Madagascar e Hot Wheels, o parque oferece uma variedade de atrações que vão desde shows ao vivo até montanhas-russas emocionantes. Um dos grandes destaques é a área temática do Hot Wheels, onde as crianças podem viver a adrenalina das corridas e conhecer de perto os carros mais famosos da franquia. Uma das vantagens do parque ser localizado no Brasil é que mesmo no fim do primeiro semestre, ainda é fácil encontrar um pacote Beto Carrero 2024.

    Levar as crianças para parques temáticos inspirados em personagens da cultura geek é uma excelente forma de proporcionar diversão e momentos inesquecíveis em família. Seja explorando o mundo mágico de Harry Potter na Universal Studios ou vivendo aventuras intergalácticas na Disney, há opções para todos os gostos e idades.

    EU CURTO JOGO VÉIO #14 | ‘Mad Max’ voou baixo e se mostrou mais do que o esperado em 2015

    Em games podemos ser qualquer coisa, vestir a pele de qualquer personagem seja ele heroico ou vilanesco, vivendo através de sua jornada algo que se distancia da nossa realidade sendo algo que nos edifica por trazer alguma reflexão ou apenas nos diverte e distrai sendo um ótimo autocuidado da vida adulta. Mad Max é um jogo single player de aventura desenvolvido pela Avalanche Studios e publicado pela Warner Bros. interactive lançado em setembro de 2015 para Playstation 4, Xbox One e para PC estando disponível para compra através da Playstation Network.

    Nessas viagens entre tantos universos também existem adaptações de filmes para jogos, da mesma forma que o contrário e neste jogo veio falar de uma experiência in-game que vale muito a pena.

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    EU CURTO JOGO VÉIO #12 | ‘Street Fighter’ de 1987 é uma diversão que merece ser lembrada

    SINOPSE

    Torne-se Mad Max, um guerreiro solitário em um mundo selvagem pós-apocalíptico onde carros são a chave para a sobrevivência. Neste jogo de mundo aberto em terceira pessoa repleto de ação, você precisa lutar para sobreviver na Wasteland usando técnicas de combate a pé, ou no volante, contra gangues de bandidos ferozes. Um herói relutante com instinto de sobrevivência, não há nada que Max queira mais do que deixar a loucura para trás e encontrar um pouco de paz nas lendárias ‘Planícies do Silêncio’. Os jogadores são desafiados com missões traiçoeiras à medida que saqueiam um mundo perigoso em busca de recursos para construir o veículo de combate definitivo.

    ANÁLISE

    Mad Max

    A história é muito conhecida para os fãs da franquia, até para o cinema em geral por ser um dos clássicos dessa mídia e seguimos a jornada do guerreiro da estrada Max Rockatansky que deseja com ajuda de um amigo improvável e um carro altamente customizável, retomar o seu veículo Interceptor V8 roubado por uma gangue e seguir sua jornada para as planícies do silêncio para encontrar a paz para si.

    Quando decidi escrever sobre esse jogo fiquei surpreso que já faz quase uma década desde o seu lançamento, mas continua sendo muito divertido e tem uma história emocionante ambientado no filme Estrada da Fúria. Os aspectos visuais continuam sendo muito interessantes e não parece que já faz tanto tempo de seu lançamento, com uma ambientação muito bonita e paisagens admiráveis.

    Outro detalhe que tornou a experiência de revisitar Mad Max muito agradável está relacionado a utilização de alguns aspectos da nova geração como os efeitos sonoros em decorrência de sofremos dano ou sons do ambiente estarem saindo do controle Dualsense.

    Mad Max

    É interessante como esse jogo de Mad Max tem um excelente balanço entre o combate de carros frenético e um excelente combate físico bem satisfatório em ambos os casos trazendo uma experiência muito crível desse universo.

    O jogo possui uma quantidade razoável de desafios e atividades de mundo que garantem um bom tempo de jogo, tendo também as missões de história em uma mapa de tamanho que poderia se considerar até grande. Dentre elas, as mais importantes estão relacionadas a diminuir a influência inimiga na região, destruindo pontos específicos, derrubando postos de controle e comboios.

    Além disso, a customização de personagem permite escolhas bem criativas que afetam diretamente em seu status para combate e resistência e um gerenciamento de veículo que permite melhorá-lo tanto em visual quanto em potência. Essa parte de melhorias é bem divertida pois está relacionada a fama de Max na Terra Devastada então realizar algumas tarefas são necessárias e podem ser concluídas concomitantemente ao progresso de outras atividades.

    Quanto aos cuidados que precisamos ter com o possante, existem duas formas de melhoria, sendo a customização livre e os arcanjos que são máquinas montadas com especificações que não são objetivos difíceis de realizar, mas exige percorrer muito do mapa.

    Assim como em gameplay ele é bem interessante quando se trata de sua história ele consegue abraçar de forma muito consistente o universo de filmes principalmente os mais recentes e com direito a referências a outros como Mad Max: A cúpula do trovão.

    Ao longo dos filmes já é perceptível como o protagonista interpretado por Mel Gibson e Tom Hardy é uma pessoa solitária, sem muita esperança de algo para o futuro e no jogo isso fica muito bem caracterizado ao longo da história. Isso acrescentado ao contexto social que não inspira nenhuma confiança então Max é uma pessoa que não consegue estabelecer vínculos e quando consegue acontece a tragédia de as perder para o caos que esse mundo se tornou.

    VEREDITO

    Não diria que Mad Max é um dos games clássicos de sua época, mas é um jogo que envelheceu muito bem em relação a geração seguinte de games e uma excelente opção para um fã da franquia ou de um game muito divertido.

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    REVIEW: ‘EasySMX X10’ Revoluciona com Botões Mecânicos e Tecnologia Hall Effect

    A EasySMX é uma parceira de longa data do Feededigno, sempre nos fornecendo controles e headsets para testes. Embora recebamos materiais para análise, nossa imparcialidade permanece inalterada. Recentemente, tivemos a oportunidade de testar o controle EasySMX X10, um dispositivo mecânico com tecnologia hall effect, e os resultados foram impressionantes.

    Desde a primeira experiência, o controle demonstra um equilíbrio notável entre custo e benefício, proporcionando uma sensação de qualidade tanto no manuseio quanto na gameplay.

    O controle EasySMX X10 é um dos mais satisfatórios que já testamos. Equipado com diferentes tipos de conexão e micro-switches nos botões de face, o X10 oferece uma experiência imersiva e gratificante.

    ANÁLISE

    X10

    Tendo já testado muitos, muitos controles mesmo aqui no Feededigno, é raridade quando um ou outro acaba por nos surpreender positivamente em alguns aspectos diferentes além do custo-benefício. Não apenas pela sua robustez, como também por sua versatilidade, ter o X10 em mãos é uma daquelas situações que você sabe que não ficará para trás. Seja em algum game rankeado, ou até mesmo na diversão de uma partida amistosa, o X10 da EasySMX não te deixará para trás.

    Ao longo do período de teste, percebi no controle detalhes positivos e negativos que serão abordados neste review.

    Com uma construção poderosa, o X10 é mais resistente do que parece. E seus grips texturizados dão uma sensação de firmeza singular. Com ímãs na face do controle, ele possui faceplates cambiáveis. Ele já vem de fábrica com duas faceplates. Uma que você decide comprar na loja – roxa ou preta – e a branca, que é padrão de fábrica.

    ROBUSTEZ E VERSATILIDADE ALIADA À EXPERIÊNCIA IMERSIVA

    O fato do controle ser feito para durar graças à sua construção é algo notável desde o primeiro uso. Não apenas pelo hall effect que não causa drift à longo prazo, mas também pelo hall effect dos gatilhos, que faz com que estes não percam sua resistência com o tempo. Sendo extremamente precisos e sensíveis, os gatilhos possuem um intervalo de ação de menos de 0,1mm, o que é absurdo!

    Em sua traseira, o X10 possui o switch para alterar o modo de conexão entre Nintendo Switch, bluetooth, cabeado ou pelo dongle. O controle é tão eficaz que pode ser conectado tanto com Switch, como PC, Steam Deck, Android TV, smartphone e afins. Além disso, o X10 possui dois botões mapeáveis, que te permitem realizar atividades ou ações complexas com o toque de um botão.

    O controle possui também um aplicativo proprietário para Android, permitindo que o programemos como quisermos. Seja trocando a posição dos botões para realizar determinadas ações, ou inverter botões específicos.

    Com botões mecânicos de face confortáveis – que garantem um toque mais forte e ao mesmo tempo, um retorno mais sensível -, analógicos que não ficam viciados e também um d-pad que se adapta ao encaixe na placa, o X10 possui um dos d-pads mais precisos do mercado.

    X10

    A versatilidade do X10 vem de suas faceplates intercambiáveis e seus modos de conexão. Além de poder ser conectado em mais aparelhos do que eu imaginava, este pode combinar com todo e qualquer setup. Seja ele completamente escuro ou claro, as facetas magnéticas dão ao controle um aspecto distinto. Estas, podem ser retiradas facilmente e trocadas por outras. Sendo assim, o controle preto e prata – ou roxas -, pode se “tornar” um novo controle com faceplates brancas.

    O aspecto de imersão citado no título deste tópico vem da bateria do controle que se mostra potente, eficaz e duradoura. Ao eliminar coisas desnecessárias como leds que consomem rios de energia, aqui temos apenas um led na base do controle, que serve para indicar o uso deste. Azul para Bluetooth, dongle e cabeado, lilás para conexão no Nintendo Switch.

    Com uma bateria interna de 1000mAh, que permite que você o utilize por 30h após apenas 2 horas de carga, o controle ganha mais força do que qualquer competidor, e também o faz retirando todas as distrações necessárias deste, como leds incômodos que atrapalham a imersão da gameplay em noites insones.

    Com um standby bem característico, que faz com que ele se destaque, o controle entra em um modo de espera após 5 minutos de inatividade e entra em standby apenas para ser “acordado” com um toque no botão ao topo do controle.

    VEREDITO

    O EasySMX X10 é um controle potente e versátil, oferecendo uma experiência de jogo única e confortável. Ele se destaca em jogos como Mario Kart 8 Deluxe, The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom e Prince of Persia Rogue, proporcionando uma imersão inigualável. Com teclas mecânicas que respondem a 0,1 mm de pressão, você estará sempre no centro da ação.

    O EasySMX X10 não só atende às expectativas, mas as supera, combinando robustez, precisão e uma excelente relação custo-benefício. Se você está procurando um controle que eleve sua experiência de jogo, o X10 é uma escolha excepcional.

    5,0 / 5,0

    O X10 da EasySMX pode ser obtido tanto pela loja oficial da marca na Aliexpress, quanto pelo seu site oficial.

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    TBT #282 | ‘Caça às Bruxas’ é ótima aventura estrelada por Nicolas Cage

    Caça às Bruxas’ é um daqueles filmes que acabam por funcionar como recorte do cinema de uma época e aqui, podemos ser mais específico, do ano de 2011. Estrelado por Nicolas Cage, Ron Perlman, Claire Foy e Robert Sheehan, acompanhamos a história de ex-cruzados na tentativa de conseguir suas absolvições da igreja. E para tal, precisam levar uma acusada de bruxaria até um mosteiro a quase 3.000 km de distância. Em uma era em que a peste negra assola mais da metade da Europa, as bruxas parecem ser culpadas, visto que estas mulheres são as únicas que não adoecem.

    Para além de colocar a suspensão de descrença no mais alto grau, bem como todas as críticas à Igreja Católica, abordaremos aqui a história de um filme em que o lado do terror está nas maldades das bruxas reais e dos demônios.

    SINOPSE

    Os cavaleiros Behman e Felson retornam das Cruzadas e encontram sua terra natal destruída pela peste negra. A Igreja acredita que a praga tenha sido causada por bruxaria e obriga os cavaleiros a conduzir uma jovem bruxa a um monastério, onde será julgada pela suspeita de ser a causadora da epidemia. Mas o caminho será bastante tortuoso e, mesmo antes de chegar ao destino, eles descobrem que estão diante de forças sobrenaturais e que o mal está além de toda e qualquer compreensão.

    ANÁLISE

    Caça às Bruxas

    Com uma direção nada sutil, somos levados pela história dos cruzados Bahmen (Cage) e Felson (Perlman), que após lutar em nome da igreja por tempo demais chegam a conclusão de que se fosse mesmo benéfica, a igreja não teria matado tantas pessoas. Desolados e assombrados pelas vidas que tiraram, os dois abrem mão de seus papéis e se tornam desertores do enorme exército de “Vossa Santidade” o Papa.

    Enquanto a Peste Negra assola as cidades, inquisidores são os primeiros a apontar as culpadas por isso, as bruxas, curandeiras e afins – que tinham suas vidas ceifadas antes mesmo de qualquer julgamento.

    Caça às Bruxas

    Como um filme de 95 minutos, acompanhamos a história dos dois desertores se cruzarem com um grupo improvável a fim de completar um objetivo: levar uma jovem que foi culpada de bruxaria para um mosteiro a 3.000km de distância. Um problema? Dificuldades que podem provar que o oculto talvez realmente exista.

    Como uma das muitas atuações de Nicolas Cage desta época, talvez esta seja uma atuação esquecível. Mas a aventura pela qual mergulharemos é marcante e extremamente divertida.

    Com cenas de um terror talvez forçado, somos colocados em um mundo em que perigos podem surgir de onde menos esperamos, inclusive da igreja católica e dos grandes centros urbanos.

    VEREDITO

    Caça às Bruxas é uma aventura capaz de nos divertir e entreter, colocando o nível do risco sempre no alto, mas brincando com nossa expectativa do real e irreal. Do que pode ou não nos matar, pois aqui, qualquer um é dispensável. Por meio de um caminho sem volta, nos aventuraremos por sequências de ação em que perigos se colocarão entre o objetivo e nossos personagens, e mesmo sendo apenas humanos, o terror os assolará por onde quer que passem.

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

    Caça às Bruxas está disponível no Prime Video.

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