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Pokémon: Detetive Pikachu é um projeto audacioso que chega aos cinemas como forma de expandir o já grandioso universo de Pokémon. A franquiaé uma das mais amadas e valiosas que existe. Animações, mangás, filmes, games, webséries, brinquedos, cartinhas… são tantas frentes de atuação que é até estranho pensar que só agora, com mais de 20 anos de existência, a saga ganhe o seu primeiro live-action.
Em Pokémon: Detetive Pikachu, Tim Goodman (Justice Smith) retorna a Ryme City após descobrir que seu pai, Harry Goodman, sofreu um acidente de carro e não sobreviveu. Harry era um grande policial em Ryme City, uma cidade idealizada por Howard Clifford (Bill Nighy) onde Pokémon e seres humanos convivem em harmonia, dividindo tarefas rotineiras. A cidade lembra muito Saffron City, da primeira geração da franquia, onde Pokémon não viviam apenas nas florestas ou arredores.
Após chegar à cidade, Tim encontra Pikachu (Ryan Reynolds)vasculhando arquivos no apartamento de Harry, em busca de uma explicação para o tal acidente. É a partir do encontro de Tim e Pikachu que toda a aventura se desenrola – como um roteiro clássico de qualquer episódio de Pokémon.
A narrativa é abordada com simplicidade, além de ser repleta de bom humor. Para os fãs de Pokémon, Detetive Pikachu entrega elementos nostálgicos e referências a várias épocas dos desenhos e jogos, como roupas, cenários e cenas que marcaram vários episódios da franquia. Além de Justice Smith, os personagens secundários também estão ótimos, com destaque para Kathryn Newton no papel de Lucy Stevens.
Apesar de todas as referências ao longo da trama, Detetive Pikachu é uma história nova e original, expandindo o universo já existente e criando inúmeras possibilidades para o futuro. A forma como os Pokémon são adaptados e a criação de novos personagens – sem a obrigatoriedade de se manter preso aos personagens clássicos – garante ao longa uma interessante liberdade narrativa e de acontecimentos.
O tom do filme também é certeiro. Mesmo tendo como foco o público infanto-juvenil, seu humor consegue abranger também o público mais adulto, com piadas e sacadas mais “sagazes”, por assim dizer.
Durante a sessão é possível perceber o quão prazerosa é a jornada de Tim e Pikachu, arrancando gargalhadas e emocionando o público em vários momentos. O trabalho dos roteiristas – que são vários – e do diretor Rob Letterman é de extrema qualidade e respeito ao legado da franquia.
Falando da direção, Letterman soube aproveitar o que Pokémon tem de melhor. Detetive Pikachu é visualmente incrível, principalmente na adaptação dos Pokémon para a telona. Mesmo causando certa estranheza na primeira vez que você vê o Pikachu – afinal, ele tem pelos – a adaptação do personagem está perfeita, tornando-o fofinho e engraçado na medida certa.
Outros Pokémon como Jigglypuff, Charizard, Aipom, Mr. Mime e o próprio Psyduck também estão perfeitos. A captura de movimento aplicada a esses personagens é de uma qualidade incrível e encaixa perfeitamente com a atmosfera da produção. Para os fãs mais céticos e que torceram o nariz para essa adaptação, Detetive Pikachu vai surpreender e muito!
Mesmo com tantos pontos positivos, Detetive Pikachu erra em seu desfecho, buscando o caminho mais simples para finalizar os arcos apresentados em tela. A forma como o mistério é solucionado não faz muito sentido, sendo apenas um gancho para o desenrolar da trama – e que poderia ser resolvido já na metade do longa. Entretanto, há um plot twist interessante e que acaba tornando o final satisfatório.
Pokémon: Detetive Pikachu é uma grande celebração do universo da franquia, que envolve todas as frentes de atuação da Pokémon Company nos seus mais de 20 anos de existência, para entregar uma produção de alta qualidade. Um entretenimento para toda a família e que respeita o legado de uma das franquias mais amadas do mundo.
Pokémon: DetetivePikachu chega amanhã aos principais cinemas do país. Não deixe de conferir essa incrível aventura! E lembre-se de voltar aqui e avaliar o filme você também:
A Razer, líder mundial em estilo de vida para gamers, anuncia em parceria com a aclamada marca Star Wars uma coleção especial de periféricos inspirados nos Stormtroopers.
A linha conta com o teclado mecânico Razer BlackWidow Lite, o mouse wireless Razer Atheris e o mousepad Razer Goliathus Extended, todos estilizados nas cores preto e branco, características das tropas imperiais de Star Wars.
O teclado Razer BlackWidow Lite e o mouse Atheris têm designs bastante característicos dos Stormtroopers e foram projetados para oferecer a melhor performance e produtividade, tanto no trabalho quanto em casa, jogando. Já o mousepad Razer Goliathus Extended vem com uma arte exclusiva e cobre grandes superfícies, o que o torna ideal para longas sessões de uso, em qualquer circunstância.
Min-Liang Tan, CEO e cofundador da Razer disse:
“Star Wars é um fenômeno cultural com uma história rica no cinema e também no mundo dos jogos eletrônicos. Estamos animados por juntar forças com a Lucasfilm nessa coleção especial para os fãs e trazer o design icônico dos personagens da saga para os nossos periféricos.”
Razer BlackWidow Lite – Stormtrooper Edition
O teclado mecânico Blackwidow Lite tem os switches Orange, que oferecem excelente feedback tátil e são silenciosos. Além do visual inspirado nos personagens da série, o produto vem com um cabo preto e branco, a insígnia imperial na tecla ESC e retroiluminação individual das teclas na cor branca.
O Atheris é um mouse sem fio e compacto com autonomia de bateria de até 300 horas e excelente estabilidade de sinal, seja por wireless de 2.4GHz ou conexão Bluetooth. O formato e o desenho na superfície do Atheris remetem ao icônico capacete de Stormtrooper sem alterar a ergonomia do periférico.
O Goliathus é o mousepad mais vendido da compahia e oferece velocidade e precisão graças ao seu tecido liso e otimizado para qualquer sensibilidade e sensor de mouses. Conta com base emborrachada antiderrapante e borda costurada para evitar desgaste. A edição de Star Wars tem uma arte dos Stormtroopers que combina perfeitamente com o mouse e o teclado da linha.
Ainda não há informações sobre disponibilidade e preço dos produtos da linha Star Wars Stormtrooper no Brasil.
A Razer é a marca líder mundial em estilo de vida para gamers e seu logotipo, uma cobra de três cabeças, é um dos mais reconhecidos entre a comunidade global de jogadores e profissionais de eSports. Com uma base de fãs presente em todos os continentes, a empresa projetou e construiu o maior ecossistema de hardware, software e serviços para gamers do mundo.
A premiada linha de produtos da companhia vai de periféricos gamers de alto desempenho (para PC e consoles) aos poderosos laptops Razer Blade. Já a plataforma de software, que tem mais de 35 milhões de usuários, inclui o Razer Synapse (um sistema gratuito para configuração de recursos de seus produtos), o Razer Chroma (tecnologia proprietária de retroiluminação RGB) e o Razer Cortex (software desenvolvido para melhor o desempenho de games e que atua no centro de toda a experiência do jogador). Entre os serviços oferecidos está o Razer zGold, um dos principais serviços de crédito virtual do mundo para jogadores que permite comprar produtos e itens virtuais de mais de 2.500 jogos diferentes.
A empresa tem nove escritórios em todo o mundo e é reconhecida como a marca líder para gamers nos EUA, Europa e China. Fundada em 2005 e com sede em São Francisco e Cingapura, a Razer é apoiada por investidores institucionais, como a IDG-Accel, a Intel Capital e a Horizons Ventures.
Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order é um dos jogos mais esperados do ano, e está rapidamente se aproximando de seu lançamento em Julho para Nintendo Switch. O game é capa de junho da revista GameInformer Magazine.
A publicação que já está disponível no site, e deve chegar em breve em sua forma física, nos mostra com mais profundidade pela primeira vez o game Marvel Ultimate Alliance 3 – incluindo gameplays, level e progressão, atividades, modo Desafio Infinito.
Como o game é o assunto principal de Junho, Marvel Ultimate Alliance 3 também recebeu uma bela capa de arte. Na esquerda (que é a parte de trás), vemos Thanos com seus generais, a Ordem Negra, que procuram obter as Joias do Infinito. Na direita (frente), podemos ver melhor o que presumivelmente serão alguns dos heróis jogáveis. Incluindo a lista de personagens, que a GameInformer diz “mais de duas dúzias de nomes,” como Pantera Negra, Deadpool, Miles Morales, Senhor das Estrelas, Wolverine, Capitã Marvel, Venom, Spider-Gwen, Hulk, Gavião Arqueiro e mais.
Outros personagens que não necessariamente estão na capa, mas foram vistos em screenshots são Capitão América, Nick Fury, Thor, Viúva Negra, Gamora e vários outros personagens queridos pelos fãs. Basicamente, o game oferecerá alguns personagens tirados dos Vingadores, X-Men, Guardiões da Galáxia, Spider-Verso, Defensores e Inumanos.
Além disso, detalhes da revista GameInformer, exclusivamente revelou dois outros personagens jogáveis: Gavião Arqueiro e Ms. Marvel (Kamala Khan). Gavião Arqueiro conta com as flechas que são sua assinatura e “oferece uma versátil variedade de ataques, enquanto ele derrota inimigos através de uma variedade de flechas e explosões.” Ms. Marvel consegue se alongar e aumentar partes de seu corpo para “derrubar os vilões com seus punhos e mãos enormes.”
“No novo game, heróis e vilões se unem em uma corrida através do Universo Marvel para encontrar as Joias do Infinito antes de Thanos e a Ordem Negra para usá-las e liberar caos cósmico. Da Torre Vingadores até a Mansão X e além, cada contratempo na missão de Thanos pode resultar em colisões inesperadas dos personagens favoritos dos fãs e locações icônicas.”
“A visão mais humana das histórias de super-herói que eu já vi.”
Quando uma HQ carrega na capa um comentário de alguém como Mike Mignola – criador de um dos personagens mais clássicos de história em quadrinho; Hellboy – é no mínimo de bom tom você parar para dar uma conferida.
Lembro que descobri essa obra, por acaso, em meados de 2015; e uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a capa e o título; Um Deus Em Algum Lugar.
É um daqueles momentos raros onde você julga um livro pela capa e “dá bom”, entende?
A graphic novel escrita por John Arcudi, responsável também por The Mask Omnibus Vol. 1, Sledgehammer 44– ao lado de Mignola – e B.P.R.B. de Peter Snejbjerg, trabalha de forma impecável dando vida e forma aos personagens; que juntamento com Bjarne Hansen que com maestria, trabalha colorindo essa obra.
Um Deus Em Algum Lugar aborda um tema bastante usado: a famigerada “formula do super-herói”; porém com uma pequena e significativa diferença: humanização.
Antes de mais nada, o que você faria se o seu melhor amigo se tornasse invulnerável, pudesse voar e caísse na graça do público? Mas a pergunta que a obra tenta nos passar é: “O que o seu amigo faria com esses poderes?“
É nesse ponto onde Arcudi constrói a narrativa da obra; eu poderia resumir brevemente o enredo da obra, mas não seria correto, até porque Um Deus Em Algum Lugarprecisa ser analisado com bastante cautela, pois não é uma simples graphic novel.
A história nos apresenta Eric Foster, um ser humano comum como qualquer outra pessoa, que numa noite qualquer teve sua vida mudada para sempre
Logo no início, misteriosamente, Eric sobrevive a uma explosão que atinge o prédio onde vive. A explosão acontece de maneira aleatória, pois não nos deixa claro a origem dela.
Antes de me aprofundar na história de Eric Foster, preciso ressaltar que John Arcudi desenvolve a narrativa da obra pelo ponto de vista de Sam Knowle, melhor amigo de Eric, e em minha opinião ele faz isso muito bem, deixando transpassar uma boa carga emocional do amigo do personagem principal.
Arcudi não pinta Sam como um ajudante, e a medida em que o enredo se desenvolve percebemos que Sam Knowle carrega consigo uma grande responsabilidade do que dar apenas simples conselhos; ele é o narrador e a pessoa mais próxima de Eric Foster.
“Não importa quem você é, não importa o que você faz, não importa o que aconteça a você… você é só mais um personagem na história de outra pessoa.”
É dessa forma que Sam nos apresenta o ponto de vista dele, logo na primeira página, e como a história de Eric será contada aos seus olhos.
John Arcudi procura apresentar uma obra inédita, mesmo que alguns pontos já tenham sidos utilizados em uma HQ e outra. Aqui ele estabelece uma riqueza em detalhes, tanto na narrativa, quanto na qualidade da arte.
Voltando para Eric Foster. De maneira misteriosa ele sobrevive ao incidente que resulta em dezenas de mortes. E ainda consegue ajudar algumas pessoas dessa tragédia e, consequentemente, cai nas graças da opinião pública e da mídia – o que já seria mais do que suficiente para ter a sua vida mudada e deixada de pernas para o ar.
Porém o enredo começa a se desenrolar, a partir de alguns diálogos e narrativa de Sam Knowle, e logo conseguimos notar que aquele incidente mudou Eric para algo mais.
Existe uma dinâmica racial na obra de Arcudi; Eric e Hugh – irmão de Eric – são brancos, e Sam e Alma – esposa de Hugh – são negros. Essa dinâmica vai desde o momento onde Eric e Sam se conheceram na faculdade, onde os dois irmãos impediram uma briga onde Sam estava levando a pior. A partir daí a relação de Sam e Eric é formada, e onde existia um laço entre Eric e Hugh agora existe também entre Sam e Eric – algo que John Arcudi nos apresenta em alguns momentos como flashbacks ou até mesmo em alguns balões de diálogo.
A história possui quatro capítulos, aproximadamente duzentas páginas, 48 páginas cada capitulo, e logo no segundo capitulo começamos a acompanhar as mudanças que Eric Foster começa a demonstrar. Ainda nas primeiras páginas tomamos conhecimento que Eric é cristão, algo que faz parte de seu caráter e que tem a ver com a história, mesmo que questões religiosas sejam abordadas de uma maneira levemente polida e coerente; mas é a partir dessa linha que Arcudi tenta explorar Eric. Um bom exemplo disso é Eric acreditar piamente que suas habilidades vieram a partir da mão de Deus, opinião que Sam não compartilha.
Com o avançar da história nosso protagonista vai se desligando aos poucos das pessoas ao seu redor, preferindo em alguns momentos o isolamento – tema que já foi apresentado em Watchmen, através do personagem Dr. Manhatthan, que após seu acidente passa a ter uma compreensão diferente da vida humana.
Se no primeiro capítulo John Arcudi nos apresenta Eric tornando-se algo mais, no segundo capitulo o tempo parece fluir de forma mais corrida, um exemplo disso sãos as mudanças no personagem; desde aspectos físicos que vão de uma barba cumprida e cabelo bagunçado até um temperamento incompreensivo e controverso.
Já nessa altura podemos notar o distanciamento que ele passa a enfrentar em relação as outras pessoas, e esse distanciamento vai desde sua postura até seu código moral, e é nesse ponto onde Arcudi consegue elevar a obra a outro nível. [selecione o texto caso queira ler o spoiler]: Um exemplo disso é logo no inicio do segundo capitulo quando Eric acaba dando assistência a policiais que enfrentam bandidos com armamento pesado; e de maneira fria, o personagem acaba matando algum dos bandidos e deixando o local sem demonstrar nenhum remorso.
O que me agradou na história foi o cuidado na desconstrução do indivíduo como “super-herói”. Estamos acostumados a ver histórias em quadrinho onde o super-herói possui uniforme, cuidado com os outros seres e autocuidado consigo, mas em Um Deus Em Algum Lugar as coisas funcionam de maneira oposta.
Outro ponto interessante foi ver que por mais que Eric tentasse fazer as coisas certas sempre existia um certo limite, e esse ponto é mostrado quando sua própria família tenta se aproximar dele, após o incidente, ou ir até seu encontro – essa é uma das situações onde Hugh parece se incomodar mais, pois não consegue entender como Sam consegue ter mais acesso/intimidade e contato a Eric do que seu próprio, e único, irmão.
A obra tem seus momentos mais leves e descontraídos, mas na maior parte é repleta de violência – indo de socos e chutes até desmembramentos e tripas sendo expostas, mas John Arcudi consegue fazer um bom trabalho de maneira que nos deixa deslumbrados a cada página.
Se em um momento Eric Foster era visto como uma espécie de Messias do Novo Mundo em outro ele é pintado como o mais puro vilão e é nesse ponto que achei a obra excepcional, pois Arcudi explora um possível cenário do que aconteceria se existisse algum ser humano com as capacidades de Eric e é onde eu retomo a conduta moral do personagem principal. Aos olhos de Eric ele achava realmente que fosse algo mais que um mero ser humano, pois suas habilidades falavam por si só, sem mencionar a força que a mídia e o governo tiveram em cima disso.
Arcudi nos faz questionar as atitudes de Eric no decorrer da história, pois até a metade do segundo capitulo nosso protagonista é o herói pintado pela sociedade, mas a questão não é essa, as questão são:
“Ele queria ser o herói?”
“De maneira inexplicável ele ganhou habilidades, mas ele precisava realmente fazer o bem com elas?”
“Ele precisaria ser um super-herói?”
Nessa obra a interpretação é bastante unilateral, até porque não existe ali algo como “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades“, ao invés disso, ele vai de herói a vilão em pouquíssimo tempo. De um humano com superpoderes que salvou algumas pessoas de escombros a um indivíduo que o governo dos EUA declarou guerra.
Se você espera entender Eric quando ler Um Deus Em Algum Lugar pode esquecer, existem momentos na história onde a compreensão simplesmente fica fora da curva. Selecione o texpo a seguir para ler o spoiler: Um exemplo disso é Eric deixar Hugh tetraplégico e abusar de Alma – e essas duas cenas são de longe as mais pesadas da obra. A outra parte é até mesmo questionada por Sam, onde Eric está preso e após fugir, facilmente, mata praticamente todos os guardas da penitenciária, sem antes arremessar um tanque de guerra contra um edifício e destruir um helicóptero. No final de tudo isso Sam pergunta para si em meio a sangue e carnificina; se ele queria fugir porque simplesmente não saiu voando?.
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Novamente o código moral é posto em xeque. A partir dali outras atitudes de Eric beiram ao absurdo, nos deixando frustrado, mas ao mesmo tempo querendo tirar algum nexo daquilo, como se em algum momento fosse nos mostrar um real significado para as suas ações.
Eu mesmo, quando li pela primeira vez, fiquei sem entender, digo, como alguém que se acha “abençoado” consegue matar tantas pessoas a sangue frio? Não faz sentido pra mim e tão pouco para Sam.
Aos olhos de Sam passamos a odiar Eric, mas nem mesmo Sam consegue odiá-lo por completo. Em diversos momentos ele apenas quer entender seu amigo, quer saber a razão pelo qual todas as atrocidades foram cometidas, mas quanto mais ele tenta entender mais percebe não conseguir.
Há momentos bem interessantes, e levemente perturbadores, um deles é onde o próprio Eric relata ter tido um sonho onde ele mesmo era Deus só que de um universo menor.
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É por desafiar qualquer senso comum ou lógica que a obra de John Arcudi funciona bem. Arcudi soube trabalhar de maneira sensacional e consegue nos deixar com as pontas soltas de maneira temperada, e isso é bastante interessante da forma que a história é desenvolvida, pois normalmente temos as motivações sendo devidamente explicadas e aqui não funciona dessa forma, pois em momento algum entramos na cabeça de Eric Foster, tudo que temos apenas é o ponto de vista de Sam Knowle, nada mais.
A total ambivalência de Sam e sentida a medida que nos aproximamos do final da graphic novel, e a necessidade dele em tentar entrar na cabeça de seu amigo fica cada vez mais nítida, porém até o próprio Eric explica que jamais entenderia o que ele está passando ou suas reais motivações que o levou até aquele momento, mas que estava tudo bem. Não era preciso entender.
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E é dessa maneira que John Arcudi nos explica e ao mesmo tempo nos deixa curiosos em relação a Eric Foster.
Título: Um Deus Em Algum Lugar Autores: John Arcudi e Peter Snejbjer Editora: Vertigo Ano de Publicação: 2010 Páginas: 194
Um Deus Em Algum Lugar é uma obra que vale muito a pena ser lida e relida, principalmente se você curte essa pegada de “humanização” e desconstrução do super-herói. Arcudi consegue nos mostrar um cenário onde o bem e o mal caminham em uma via de mão dupla, onde essa linha tênue tende ficar cada vez mais estreita.
E você? O que faria se tivesse tais habilidades? Deixe seus comentários e se já leu essa incrível graphic novel deixe também sua avaliação.
Ao longo do tempo alguns videogames se tornaram favoritos dos gamers, devido à sua jogabilidade fácil e aos recursos que eles usam para atrair mais público para eles. Atualmente, a Nintendo é a principal desenvolvedora em vendas, com vários títulos constantemente alcançando o topo dos melhores vendedores a cada ano, com a surpresa que a Rockstar Games está acompanhando de perto a gigante japonesa na atualidade.
Fonte: Pixabay.com
Nintendo é a rainha dos videogames na atualidade
O site Eurogamer compartilhou a lista de jogos mais vendidos pela Amazon em 2018, que destaca o título Super Smash Bros. Ultimate na primeira posição. No entanto, como a Amazon categoriza jogos, consoles e acessórios na mesma seção, os consoles e controles da Nintendo também conseguiram se tornar alguns dos itens mais vendidos, à frente de outros games.
Na segunda posição dos jogos, se encontra Red Dead Redemption 2, desenvolvido pela Rockstar Games, e que se tornou uma franquia de sucesso por transportar jogadores para o velho oeste dos Estados Unidos. Outro ponto a seu favor, é que este título inclui mini-jogos, incluindo jogos de cassino como o poker, permitindo aos jogadores fazer uma pausa entre as missões do jogo.
A lista dos mais vendidos é composta por outros cinco outros títulos da Nintendo para o seu console Switch, incluindo Super Mario Party e Mario Kart 8 Deluxe. Note-se que, como mostrado pelo site Versus, Super Smash Bros. Ultimate já se tornou o jogo de luta mais vendido da história, superando a marca de 14 milhões de cópias vendidas desde o seu lançamento em dezembro de 2018. Com esta marca, a Nintendo deixa para trás franquias populares como Street Fighter, Mortal Kombat e Tekken.
Nintendo ainda está longe da glória absoluta
O desenvolvedor japonês já tem o jogo de luta mais vendido da história, mas ainda está longe de ter o videogame mais vendido de sempre. Isso porque, com mais de 170 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o Tetris é o jogo mais popular de todos os tempos, desde sua aparição em 1984.
Em segundo lugar, aparece Minecraft, que com mais de 154 milhões de vendas, vem conquistando cada vez mais adeptos desde o seu lançamento em 2011.
Agora é quando a Rockstar Games faz sua aparição à frente da Nintendo, já que seu videogame de 2013, GTA V, já ultrapassou mais de 100 milhões de vendas em todo o mundo e continua a oferecer conteúdo gratuito para seus jogadores constantemente.
Como mostra a lista dos 10 jogos mais vendidos da história que o site The Enemy publicou, o Wii Sports, da Nintendo, mal chega à quarta posição de vendas, ultrapassando 82 milhões de cópias, em grande parte ao seu lançamento juntamente com o console Wii.
A batalha entre a Nintendo e a Rockstar Games pela supremacia no mercado de videogames ainda parece distante do impressionante recorde de vendas estabelecido pelo Tetris. No entanto, nada ainda está definido, e ambos os desenvolvedores ainda têm muito a oferecer nesta batalha pela preferência dos gamers.
Hoje, a Electronic Arts Inc anunciou que está trazendo o EA Access para o sistema PlayStation 4 (PS4). Começando em julho, os jogadores poderão assinar por US $ 4,99 por mês, ou comprar a assinatura anual por US$ 29,99 pela PlayStation Store.
Com a adição do console PlayStation 4 ao já existente serviço de assinatura no Xbox One e PC via Origin, a EA agora oferece seus serviços de assinatura em mais plataformas que outras publishers.
Matt Bilbey, Executive VP of Strategic Growth disse:
“Com o constante investimento em serviços e assinaturas digitais, levar nossos jogos a mais pessoas entre ambos consoles é uma oportunidade empolgante para todos. Nossa meta é dar aos jogadores mais opções para experimentarem e jogarem nossos jogos, onde quer que eles escolher, e estamos felizes em levar o serviço ao PlayStation 4.”
A assinatura do EA Access permite os jogadores experimentar o Play First Trials, onde eles podem jogar por até 10 horas de novos jogos da EA. Os assinantes também conseguem 10% de desconto em jogos completos, expansões, itens in-game e mais. Além disso, os jogadores contam com uma crescente biblioteca de jogos EA, incluindo as melhores franquias EA como Battlefield, EA SPORTS FIFA, Star Wars Battlefront e mais.