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    Game of Thrones: Maisie Williams fala de sua cena entre Arya e Gendry

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    As estrelas de Game of Thrones receberam seus roteiros da 8ª temporada ao mesmo tempo, mas a atriz de Sansa Stark (Sophie Turner) leu suas cópias “na velocidade da luz”. Quando Turner chegou ao segundo episódio, onde Arya Stark (Maisie Williams) fez sexo pela primeira vez, ela imediatamente ligou para sua amiga.

    “Eu liguei para Maisie e fiquei tipo: ‘Você já leu?’. E ela estava tipo ‘eu estou no meio do primeiro episódio’. E eu falava: ‘Esta cena, esta página, leia! Isso é incrível! Ela estava muito feliz’.”

    Williams confirma:

    “Sophie disse: ‘O pare onde estiver lendo; você tem que pular para esse episódio, essa cena primeiro.’ Então eu acabei de ler isso e foi praticamente tudo que eu sabia sobre a temporada inteira.”

    Maisie Williams inicialmente suspeitou que a cena entre Arya e seu belo amigo e ex-companheiro de viagem Gendry (Joe Dempsie) não era realmente legítima. Os showrunners David Benioff e Dan Weiss brincaram com o elenco enviando-lhes roteiros falsos no passado (como o envio para Kit Harington em que no roteiro da 1ª temporada, havia uma cena onde o rosto de Jon Snow fica terrivelmente desfigurado).

    “No começo, eu pensei que era uma brincadeira. Eu estava tipo, ‘Ok, sei…’; Mas os showrunners tipo, ‘Não, nós não fizemos isso este ano’. Oh, p*&#@!”

    Quando a cena estava sendo lida em voz alta junto com a equipe da temporada final de Game of Thrones, Williams aceitou que, sim, Arya iria dormir com Gendry na véspera da grande batalha de Winterfell contra o Exército dos Mortos.

    “Cheguei à leitura e estou lendo a cena e pensei: ‘Ah, na verdade, vamos fazer isso. Quando eu tiro isso? Eu preciso ir para a academia’.”

    Havia uma questão pragmática sensível que precisava ser respondida, no entanto. Arya ia ficar nua diante da câmera? Muitos membros do elenco apareceram nus no programa, embora normalmente tenham assinado quando tinham pelo menos 18 anos de idade (e muitas vezes concordaram em nudez como parte de seu contrato). Maisie Williams, de 22 anos, se juntou a Game of Thrones quando tinha 11 anos e cresceu na frente dos fãs.

    Williams diz que os showrunners a deixaram decidir exatamente o quanto mostrar.

    “David e Dan disseram: ‘Você pode mostrar o quanto quiser’. Então eu me mantive bastante tranquila. E todo mundo já fez isso no programa, então…”

    Joe Dempsie – de 30 anos – sugeriu que a experiência também era estranha para ele, dado o tempo que ele conhece Maisie Williams, que é cerca de uma década mais jovem do que ele.

    “É obviamente um pouco estranho para mim porque eu conheço a Maisie desde que ela tinha 11, 12 anos. Ao mesmo tempo, não quero ser paternalista com ela – ela é uma mulher de 20 anos. Então nos divertimos muito com isso.”

    Mas Williams diz que o que é mais importante para ela sobre a noite de romance antes da batalha de Arya não era ler a cena ou até mesmo filmar, mas sim o que esse momento significava para sua personagem. Ano após ano, Arya Stark tem se concentrado em sobrevivência, treinamento e vingança. Estar com Gendry significava que, pelo menos por uma noite, ela teve uma experiência que a colocou de volta em contato com sua humanidade.

    “Foi muito interessante porque é um relacionamento muito humano para Arya. Isso é algo de que ela ficou longe, uma emoção que nunca a vimos se envolver. David e Dan disseram: ‘É o fim do mundo, o que mais você faria?’. Então foi nesse momento que ela disse: ‘Nós provavelmente vamos morrer amanhã, eu quero saber como é isso antes que isso aconteça.’ É interessante ver Arya ser um pouco mais humana, falar mais normalmente sobre coisas das quais as pessoas têm medo.”

    E aí, o que você achou da cena entre Arya Gendry no segundo episódio da última temporada de Game of Thrones? Deixe seu comentário abaixo e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos 😉

    Valquíria: Nova série é estrelada por Jane Foster

    Marvel Comics revelou esta semana que a próxima série Valquíria a ser escrita por Jason Aaro e Al Ewing com artes de Cafu contará com a ex-Thor, Jane Foster no papel titular.

    Para descobrir o porquê, você vai ter que encarar alguns spoilers de War of the Realms #2.

    O Bleeding Cool comentou sobre como os personagens estavam caindo como moscas em Uncanny X-MenGuardiões da Galáxia e War of the Realms. E Rich Johnston perguntou o que a War of the Realms #2 significaria para a próxima série da Valquíria porque, bem… Ela está morta!

    “Não é como a velha Valquíria. Brunhilde está disponível para consulta ocasionalmente, mas ela não pertence mais ao mundo dos vivos – por isso Jane está sozinha. Dito isso, ela tem algo que não foi visto antes no mundo de Asgard – que foi forjado nos incêndios da Guerra dos Reinos, que pode mudar sua forma e ser o que o usuário precisar – incluindo asas! O que não significa necessariamente que não há mais pégasus.”

    E descreve o que esperar da HQ:

    “Há uma linha em Valkyrie #1: ‘Thor é um deus, Valquíria é um trabalho.’ Jane sabe como ser Thor, mas o papel de Valquíria – o guerreiro que luta pelos vivos e pelos mortos, e fica entre os dois – é uma esfera muito diferente. É uma tarefa sagrada e traz habilidades adicionais – e responsabilidades – próprias. Como a primeira de uma nova geração de Valquírias, Jane tem que decidir por si mesma o que essa tarefa envolve, e isso é uma grande parte do que vamos explorar nesta série. Se você está lendo isso, você sabe quem é Valquíria, mas também o que ela é e que é um dos grandes fundamentos filosóficos da mitologia.”

    Confira os previews abaixo:

    Os Novos Mutantes: Filme da Fox é adiado novamente?

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    Com o lançamento de X-Men: Fênix Negra nos cinemas em menos de dois meses, muitos fãs já estão ansiosos para ver os mutantes no Universo Cinematográfico Marvel quando a franquia inevitavelmente for reinicializada. Mas há um outro filme sobre o assunto que tem fãs imaginando o que o futuro reserva para os X-Men, já que Os Novos Mutantes pode mais uma vez ser atrasado.

    De acordo com o iHorror, tudo indica que Os Novos Mutantes foi adiado novamente, sendo removido de sua data de lançamento em agosto para outra data indeterminada. Esta seria a terceira vez que o filme foi adiado desde a data original de estréia de abril de 2018.

    A saga em andamento em torno d’Os Novos Mutantes foi confusa para dizer o mínimo. Quando o filme foi originalmente atrasado, as notícias indicaram que o script receberia algumas mudanças e que refilmagens significativas adicionariam um novo personagem ao enredo.

    Essas refilmagens ainda não aconteceram, e o diretor Josh Boone, desde então, parece estar bastante focado na próxima série baseada em The Stand, de Stephen King.

    Ainda não há nenhuma palavra sobre quando as refilmagens acontecerão, mas outros rumores sugerem que o filme pode não ser lançado nos cinemas. Alguns sites especializados dizem que Os Novos Mutantes serão despejados sem a menor cerimônia em um serviço de streaming como o Hulu ou o Disney+ depois que ele for lançado.

    O produtor Lauren Shuler Donner comentou anteriormente que ela preferia ver o filme lançado nos cinemas por causa do esforço do elenco e da equipe.

    “Eles trabalharam duro nisso. Eu quero ver isso liberado (teatralmente), eu odiaria vê-lo jogado no Hulu, por exemplo.”

    A atriz Maisie Williams, que desde então filmou a última temporada de Game of Thrones, também não está certa sobre o status do filme:

    Novos Mutantes: Maisie Williams “solta o verbo” sobre as refilmagens e estreia

    O filme estava na lista da Fox no CinemaCon, mas o relatório do iHorror faz parecer que o filme não será lançado em 2019.

    Os Novos Mutantes está atualmente na programação para estrear nos cinemas em 2 de agosto. Vamos torcer!

    Game of Thrones: Revelado o significado da espiral dos Caminhantes Brancos

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    Ao longo de sete temporadas, Game of Thrones foi envolto em mistério sobre seu passado e o envolvimento dos Filhos da Floresta. Nós aprendemos recentemente que a crescente ameaça do Rei da Noite e do Exército dos Mortos se originou das ações das Crianças, possivelmente condenando os Sete Reinos.

    Os Caminhantes Brancos e as Crianças empregaram muitos símbolos misteriosos ao longo dos anos, e só conseguimos adivinhar seus significados. Agora, o roteirista de Game of Thrones, Dave Hill, que escreveu o episódio de estréia “Winterfell”, falou sobre o significado desses símbolos.

    Hill ao explicou jornal New York Post:

    “Como vimos com Bran e o Corvo de Três Olhos, o padrão em espiral era sagrado para os Filhos da Floresta, que criaram o Rei da Noite sacrificando um homem capturado em uma espiral de pedras. O Rei da Noite então adotou o símbolo como uma espécie de blasfêmia, como Satanás com a cruz de cabeça para baixo.”

    Nós vimos pela primeira vez um símbolo na cena de abertura do episódio piloto, quando os guardas da Patrulha da Noite viajaram para além da Muralha e se depararam com um assentamento de pessoas mortas, seus corpos dispostos em um losango com uma linha passando por ele.

    Mais tarde, vemos uma espiral de partes de cavalos mortos, e então finalmente conseguimos ver a criação de um Caminhante Branco quando o Rei da Noite transforma um bebê – no centro de uma área sagrada com pedras dispostas em outra ordem misteriosa.

    Todos esses símbolos ganham mais importância quando Bran Stark vê a criação do Rei da Noite pelos Filhos da Floresta no centro de uma espiral, indicando que a ameaça dos mortos foi criada pelas Crianças em sua batalha contra os Primeiros Homens.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | O que você precisa saber sobre os Caminhantes Brancos

    Jon SnowDaenerys Targaryen descobrem desenhos de cavernas desses símbolos na ilha de Pedra do Dragão, mostrando uma história em que os Primeiros Homens e os Filhos da Floresta eventualmente deixaram de lado suas diferenças para combater a ameaça do Rei da Noite.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Game of Thrones: Pedra do Dragão, o castelo de Daenerys

    Os Caminhantes Brancos continuarão a perverter Westeros em sua tentativa de destruir todas as coisas vivas. Descobriremos se eles serão bem sucedidos enquanto a temporada final de Game of Thrones continuar aos domingos na HBO.

    E ouça também nosso Martelada, o podcast do Feededigno sobre o que esperamos da última temporada da série, com direito a bolão de quem vive, quem morre e quem vira um Caminhante Branco:

    https://feededigno.com.br/podcasts/martelada-6-game-of-thrones-expectativas-teorias-e-bolao-da-ultima-temporada/

    Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw | Novo trailer chega cheio de ação

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    Universal Pictures acaba de lançar o segundo trailer de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw) – que traz Dwayne Johnson e Jason Statham como protagonistas. A prévia apresenta mais ação, uma intensificada parceria entre os personagens e ainda introduz parte de suas famílias.

    Assista abaixo o trailer legendado:

    Filmada em Londres e Samoa, a produção é um filme independente da série Velozes e Furiosos – uma das franquias mais queridas e conhecidas do cinema de ação.

    Com roteiro de Chris Morgan e direção de David Leitch de Atômica e Deadpool 2, o novo longa apresenta uma história a parte e introduz novos personagens.  

    A dupla Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) aparece em uma parceria inesperada. Os protagonistas, rivais em Velozes & Furiosos 7 em que foram alvo de criticas positivas por conta das cenas de luta – agora se aliam contra Brixton, interpretado por Idris Elba.

    Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw chega aos cinemas brasileiros em 1º de agosto.

    Mano, tá muito zoada essa franquia. Meo deos!

    CRÍTICA – A Maldição da Chorona (2019, Michael Chaves)

    O universo de Invocação do Mal ganha mais um spin off com uma família atormentada por assombrações de espíritos amaldiçoados. A Maldição da Chorona, de Michael Chaves, entrega um enredo fraco e já desinteressante, além de uma entidade visualmente saturada no gênero.

    Dá para perceber um esforço técnico do diretor, mas, novamente, temos aqui um filme que só serve para aumentar a lista do terror dessa geração.

    A Maldição da Chorona conta a história da assistente social Anna Tate-Garcia (Linda Cardellini), uma viúva que cria seus dois filhos sozinha e, ao mesmo tempo, investiga um caso sobrenatural sobre a entidade La Llorona.

    Os atores: Roman Christou, Linda Cardellini e Jaynee-Lynne Kinchen

    A maldição conta a história de uma mulher que afogou seus próprios filhos e depois comete suicídio, se debulhando em lágrimas antes de morrer – condenando-a a chorar eternamente, capturando as crianças de outras famílias para substituir sua prole.

    Por tratar-se de um filme do universo compartilhado de James Wan, A Maldição da Chorona possui diversas semelhanças em seu enredo: uma família desconstruída em uma década na qual as mulheres ainda são vistas como o elo fraco da relação – com uma mãe solteira que precisa lidar com a perda do marido, seja por meio de um divórcio complicado, como no segundo filme da franquia Invocação do Mal, ou seja por uma morte inesperada.

    Um dos poucos acertos do longa é a questão da psique dos personagens – que sempre fica entre a loucura e a sanidade. E por se passar nos anos 70, o diretor Michael Chaves sucede ao não utilizar aparelhos eletrônicos que poderiam auxiliar os protagonistas a provarem a existência real da entidade. Essa foi uma forma interessante de trabalhar as aparições, justamente pela família não saber se aqui era uma alucinação ou não.

    Outro ponto positivo – mas que ainda assim não salva o longa -, são as técnicas utilizadas pelo diretor. Em determinada cena, observamos um plano sequência que situa muito bem o espectador dentro da casa (aqui, temos mais uma referência ao clássico de Wan que utiliza a mesma técnica, com a mesma finalidade). Além disso, Chaves faz um ótimo jogo de luz e sombra, adicionando visualmente a técnica à história do filme.

    Infelizmente, paramos por aí…

    O longa falha em diversos momentos, desde as características dos personagens, até as questões de roteiro, tornando-se pouco relevante. A protagonista Anna Garcia, interpretada pela atriz Linda Cardellini, é a única que se salva em alguns momentos, uma vez que consegue nos passar o desespero da mãe que, a todo o momento, pode perder seus filhos.

    O elenco infantil é fraco, assim como o pior personagem do filme, o ex-padre Rafael Olvera (Raymond Cruz), que deveria ser o herói e alívio cômico da trama. Contudo, não tem carisma e fica deslocado com piadas fora do tom e uma atuação mecânica e preguiçosa.

    Triste, pois essa é uma realidade completamente diferente do que já foi apresentado pelo ator em Breaking Bad, quando ele interpretou Tuco, o traficante completamente insano.

    A maior consideração a se fazer, no entanto, é sobre o ser que leva seu nome ao filme. A própria Llorona não é um personagem ruim de todo, mas tem muitos problemas em sua direção, que não se decide se ela é apenas uma assombração ou se possui o estilo slasher.

    A maquiagem mal-feita nos mostra um visual tosco, fazendo com que o espectador fique incomodado e até constrangido em cenas estranhamente longas da assombração.

    Os inúmeros jump scares, decisões erradas dos protagonistas e um terceiro ato arrastado, tornam o filme cansativo, mesmo que ele tenha apenas uma hora e meia de duração.

    Os personagens mudam de ideia facilmente, mostrando que tem pouca personalidade. De um todo, a história é muito simplista: um fantasma que aparece e desaparece a todo o momento até a hora do real enfrentamento – técnica muito utilizada e já batida em filmes do gênero de terror.

    Michael Chaves ficou preso a nova fórmula de terror e, apesar do esforço, não conseguiu se distinguir dos demais. A Maldição da Chorona até tinha algum potencial, mas com atuações ruins, um roteiro raso e pouca inspiração, o filme entra na lista dos terrores esquecíveis. É um bom divertimento para um domingo à noite, mas nada além disso.


    Confira o trailer legendado:

    A Maldição da Chorona chega hoje aos principais cinemas do país. E aí, está disposto a encarar “essa assombração”? Se for, lembre-se de voltar aqui e deixar sua avaliação 😉


    Crítica escrita em conjunto com Dyessica Abadi
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