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    Gamescom Opening Night Live 2025: Confira todos os anúncios

    A Gamescom 2025 abriu suas portas em Colônia com a tradicional Opening Night Live e, como sempre, trouxe uma chuva de trailers, surpresas, confirmações (algumas esperadas, outras nem tanto) e até aquelas “revelações” que parecem piada interna entre Geoff Keighley e a internet.

    Prepare o café (ou o energético), porque aqui está a lista completinha, com sinopses, trailers e comentários — daquele jeitinho humano que você gosta de ler.

    Lista resumida de anúncios:

    • Routine (horror lunar)
    • Swords Of Legends
    • Valor Mortis (dos devs de Ghostrunner)
    • Hollow Knight: Silksong
    • Call Of Duty: Black Ops 7
    • Lords Of The Fallen 2
    • Sekiro: No Defeat (anime)
    • LEGO Batman: Legacy Of The Dark Knight
    • Warhammer 40K: Dawn Of War 4
    • Monster Hunter Wilds x FFXIV
    • Onimusha: Way Of The Sword
    • Arknights: Endfield
    • Europa Universalis 5
    • Daemon X Machina: Titanic Scion
    • Void/Breaker
    • Fallout Série 2
    • Indiana Jones And The Great Circle: The Order Of Giants (DLC)
    • Deadpool VR
    • World Of Tanks 2.0
    • John Carpenter’s Toxic Commando
    • Death By Scrolling
    • Zero Parades (dos devs de Disco Elysium)
    • NTE: Neverness To Everness
    • Unbeatable
    • Honor Of Kings: World
    • Delta Force
    • Ninja Gaiden 4
    • Cinder City
    • Time Takers
    • Silent Hill f
    • La Divina Commedia
    • Cronos: The New Dawn
    • The Outer Worlds 2
    • inZoi: Island Getaway
    • Fate Trigger
    • The Seven Deadly Sins: Origin
    • Moonlighter 2
    • Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2
    • Enshrouded: Wake Of The Water
    • Age Of Empires IV: Anniversary Edition
    • Kingdom Come Deliverance 2: Legacy Of The Forge
    • Cult Of The Lamb: Woolhaven
    • World Of Warcraft: Midnight
    • Project Spectrum
    • World of Tanks: Heat
    • Ghost Of Yotei
    • Resident Evil Requiem
    • Black Myth: Zhong Kui

    Agora vamos para os detalhes.

    Routine

    Um terror em primeira pessoa, em uma base lunar abandonada. O jogo estava sumido desde 2012 (!) e muita gente já achava que nunca veria a luz do dia. Pois voltou com trailer sombrio, robôs faceless e a promessa de lançamento no fim de 2025.

    Swords Of Legends

    Visual soulslike, mas os devs juram que não é. O que se vê são chefes imensos, fantasia sombria e um combate cheio de estilo. Quem gosta de Dark Souls provavelmente vai se sentir em casa.

    Valor Mortis

    Dos criadores de Ghostrunner, este é um soulslike em primeira pessoa com ambientação napoleônica (!). Espadas, sangue e criaturas grotescas compõem o tom.

    Hollow Knight: Silksong

    A lenda voltou: Silksong chega ainda este ano. Geoff Keighley garantiu no palco que é “100% real”. Ver Hornet em ação foi o suficiente para incendiar a plateia.

    Call of Duty: Black Ops 7

    Sai em 14 de novembro e aposta em uma campanha co-op surreal, com cenários que distorcem a realidade — gigantes destruindo cidades e alucinações constantes.

    Lords Of The Fallen 2

    Sequência direta, ainda mais sombria. Se o primeiro já tinha clima de soulslike, o segundo abraça de vez a identidade.

    Sekiro: No Defeat (anime)

    Anime oficial de Sekiro: Shadows Die Twice, estreia em 2026 na Crunchyroll. Uma volta ao universo de Wolf, Owl e Isshin.

    LEGO Batman: Legacy Of The Dark Knight

    LEGO mais sombrio, inspirado em filmes como a trilogia Nolan e The Batman. A jogabilidade mistura exploração de Gotham e combates no estilo Arkham.

    Warhammer 40K: Dawn Of War 4

    O RTS de guerra volta com 4 facções jogáveis e 70 missões. Escala épica, explosões e muito caos estratégico.

    Monster Hunter Wilds x Final Fantasy XIV

    Crossover oficial em outubro de 2025, misturando monstros icônicos com caçadas de Eorzea.

    Onimusha: Way Of The Sword

    Capcom trouxe inimigos assustadores e jogabilidade clássica da série Onimusha, agora com visuais de arrepiar.

    Arknights: Endfield

    Jogo mistura estética anime com construção de fábricas, lembrando Satisfactory e Zenless Zone Zero.

    Europa Universalis 5

    Mais uma odisseia estratégica da Paradox, com mapas, impérios e economia medieval de cair o queixo.

    Daemon X Machina: Titanic Scion

    Novo trailer + demo gratuita no Steam. Robôs gigantes e batalhas explosivas, lançamento em 5 de setembro.

    Void/Breaker

    FPS roguelite ultra-rápido, com destruição de cenário e armas customizáveis. Já disponível em acesso antecipado.

    Fallout – 2ª Temporada (TV)

    A segunda temporada estreia em 17 de dezembro, com cenários em New Vegas.

    Indiana Jones And The Great Circle: The Order Of Giants (DLC)

    Nova DLC leva Indy a Roma, com armadilhas gigantes. Chega em 4 de setembro.

    Deadpool VR

    Lançamento em 18 de novembro. Humor meta + VR = caos garantido.

    World Of Tanks 2.0

    Grande atualização chega em 3 de setembro, com mapas mais detalhados e física renovada.

    John Carpenter’s Toxic Commando

    FPS cooperativo contra hordas de zumbis, com direito a arsenal pesado.

    Death By Scrolling

    Roguelite em que a tela nunca para de subir. Corra ou vire comida da Morte.

    Zero Parades

    Novo RPG experimental dos criadores de Disco Elysium. Misterioso, filosófico e já cult antes de sair.

    NTE: Neverness To Everness

    Anime-RPG open world com pitadas de gacha e muito estilo excêntrico. Pré-registros abertos.

    Unbeatable

    Ritmo + punk rock + aventura. Sai em 6 de novembro de 2025.

    Honor Of Kings: World

    MMO inspirado no MOBA chinês, com chefes gigantes e raids no estilo WoW.

    Delta Force

    Shooter tático retorna, grátis nos consoles.

    Ninja Gaiden 4

    Lançamento em 21 de outubro. Sangue, estilo e demônios quentes.

    Cinder City

    Aposta em narrativa + exploração de mundo aberto + tiroteios intensos.

    Time Takers

    Battle royale com guerreiros de várias eras históricas. Mas se o relógio zera, você morre.

    Silent Hill f

    Terror psicológico, visual grotesco, jogabilidade perturbadora.

    La Divina Commedia

    Inspirado em Dante, com sistema de parry refinado.

    Cronos: The New Dawn

    Survival horror em terceira pessoa, lançamento em 5 de setembro. Ah, e tem um gatinho no trailer.

    The Outer Worlds 2

    Foco em companheiros sarcásticos. Sai em 29 de outubro.

    inZoi: Island Getaway

    Simulação de vida estilo The Sims, lançamento em 20 de agosto.

    Fate Trigger

    Shooter anime/battle royale exagerado. Acesso antecipado em 2026.

    The Seven Deadly Sins: Origin

    RPG de mundo aberto baseado no anime/mangá, com beta fechado anunciado.

    Moonlighter 2

    Dungeons coloridas e loja para administrar. Early Access em 23 de outubro.

    Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2

    Sai em 21 de outubro. Vampiros e telecinese de pistola inclusos.

    Enshrouded: Wake Of The Water

    Update adiciona física de água e chuva ao survival crafting.

    Age Of Empires IV: Anniversary Edition

    Chega em 4 de novembro, junto da expansão Dynasties of the East.

    Kingdom Come Deliverance 2: Legacy Of The Forge

    Henry agora restaura uma forja. Sai em 9 de setembro de 2025.

    Cult Of The Lamb: Woolhaven

    Expansão fofinha e perturbadora chega em 2026.

    World Of Warcraft: Midnight

    A 11ª expansão traz novas zonas, Sunwell em perigo e… sistema de moradia.

    Project Spectrum

    Shooter PvPvE de horror, lembra bastante Hunt: Showdown.

    World of Tanks: Heat

    Spinoff de World of Tanks, com foco em escala maior e artilharia.

    Ghost Of Yotei

    Ghost of Yotei é a continuação espiritual de Ghost of Tsushima e possui um visual impressionante. O game promete enfim tirar tudo que o PlayStation 5 tem a oferecer, com campanha imersiva e DLC cooperativa gratuita anunciada para 2026.

    Resident Evil Requiem

    A continuação da amada franquia Resident Evil traz de volta a atmosfera densa, mas com uma história muito pessoal. O game sai em 27 de fevereiro de 2026.

    Black Myth: Zhong Kui

    Sequência espiritual de Wukong, agora com Zhong Kui como protagonista. Ainda sem data.

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    CRÍTICA: ‘Stellar Blade’ talvez seja a maior decepção de 2025 no PC

    Stellar Blade‘ nos coloca em um mundo devastado pelas criaturas conhecidas como Naytibas. É nesse cenário que acompanhamos a jornada de Eve, Adam e Lily em uma tentativa desesperada de recuperar a Terra. Depois de terem sido expulsos do planeta há muitos anos, os melhores guerreiros da humanidade finalmente recebem a missão de enfrentar o Naytiba Ancião em uma ofensiva que parecia ser a grande chance de vitória.

    Mas o plano não sai como esperado. Logo nos primeiros momentos da missão, tudo dá errado, e apenas Eve sobrevive. É através dela, protagonista do jogo, que seguimos cada passo dessa história.

    Lançado em 2024 para PlayStation 5 e em 11 de junho de 2025 para PC, Stellar Blade mistura ação intensa e dinâmica com elementos de hack’n slash, adicionando ainda uma dose do punitivismo característico que consagrou clássicos das franquias soulslike, mas sem de fato se encaixar em nenhuma das duas categorias. O game possui diversas dinâmicas que nos fazem sentir desafiados a todo momento, apenas para nos lançar em um mundo tomado por criaturas que farão de tudo para te destruir impiedosamente.

    Stellar

    Agradeço à PlayStation por ter nos enviado o código do game para PC, e aqui, apresentarei as minhas impressões após pouco mais de 30 horas de gameplay.

    Com uma história que se mistura à de Matrix, Nier: Automata, Neon Genesis Evangelion e até mesmo de Alita. Ao brincar com aspectos como o transumanismo, termo cunhado por Julian Huxley, no século XIX, vemos o mundo do game brincar com elementos como o melhoramentos cibernéticos para aumentar força, resistência e outras capacidades físicas.

    Sendo assim, no mundo do game, somos apresentados à Esfera-Mãe, uma IA avançadíssima que acabaria por se tornar a “mentora” dos habitantes dali em diante. A IA tinha como papel principal decidir o rumo que a humanidade tomaria. Sendo assim, ela conseguiu prever que o mundo acabaria graças ao aquecimento global, mas isso permitiu que humanidade mudasse de trajeto, evitando naquela época o fim do mundo.

    Stellar

    Junto do conceito da Esfera Mãe surgiu o conceito citado anteriormente de transumanismo, que humanos foram ciberneticamente melhorados a fim de dominar o que antes não era possível, tanto o espaço quanto o fundo do mar.

    A Esfera-Mãe, uma história não tão real assim

    Stellar

    O restante da humanidade habita em uma colônia espacial chamada de “A Colônia,” lugar criado pela humanidade e pela Esfera para proteger os humanos dos Naytibas. De lá, a Esfera é quem escolhe a narrativa que os habitantes da colônia considerarão verdade ou mentira. Manipulando os habitantes do lugar a seu bel prazer, a história continuou ao ponto de chegarmos no início da missão, quando os humanos são enviados a Terra para derrotar os Naytibas e tomar o planeta de volta.

    Em uma jornada repleta de mistérios, temores e que ainda falta alguma coisa, ouso dizer que Stellar Blade falta acertar onde outros games lançados para o PC este ano acertaram. Faltando o carisma, emoção e a imersão necessária para nos fazer preocupar o suficiente com os personagens do game como Dune: Awakening, Expedition 33, The Alters e muitos outros o fizeram, a SHIFT UP Corporation falta entregar o que realmente importa: um game verdadeiramente interessante.

    Em uma era de desinformação, Stellar Blade talvez tivesse tido um lugar de mais destaque se tivesse trabalhado melhor sua história. Resultando em resoluções preguiçosas, muito backtracking, personagens femininas com a mera função de chamar atenção por suas modelagens, uma protagonista egoísta e ação desenfreada, Stellar Blade é uma sombra do que o Project Eve poderia ter sido no passado.

    À parte do gozo perverso pela destruição de hordas e mais hordas de monstros quase não diz respeito à recompensa que temos ou que deveríamos ter, se dá apenas pelo fator sobrevivência, o que acaba por não ser suficiente, dado o desafio. O visual de Eve é outro ponto que merece ser abordado aqui, mas por motivos questionáveis. Inspirado no gênero ecchi, o design deixa clara a razão da personagem ser modelada desta forma, e seu design deixa claro que a modelagem do corpo da protagonista não tem função narrativa real: está ali para agradar a parcela mais carente e machista do público gamer.

    Performance e veredito

    Desde que instalei o game, optei por deixá-lo com tudo no Alto. Minha configuração é a seguinte:

    • Processador: AMD Ryzen 7 5800X
    • Memória RAM: 2 pentes DDR4 8GB
    • Placa de Vídeo: RTX 3060
    • Water Cooler: Ninja Spectro ARGB 240mm

    O game não obteve engasgos em momento algum e um ponto altíssimo vem do fato do game não rodar abaixo de 80fps, em áreas abertas, sem muitos inimigos chegou a rodar em 98fps.

    Stellar Blade se debruça tanto em seus feitos visuais que acaba por não trabalhar como deveria em sua história. Ao passo em que sua história foi baseada em uma crise do mundo real – as greves dos motoristas por temerem veículos autônomos -, a narrativa coloca uma distância emocional exacerbada no que diz respeito a como se misturará a esta história. De modo que as motivações de Eve vão além do fato dela tentar salvar a humanidade, mas por fim, se torna apenas uma iniciativa de tentar destruir os vilões do game por ter sido enganada desde o início.

    Se alimentando de buzz e chamando atenção pelas curvas das personagem, Stellar Blade talvez tivesse demorado alguns meses a mais para finalizar a história como deveria, ao invés de passar tanto tempo modelando trajes adicionais que cobrem no máximo 30% do corpo de Eve.

    Confira o trailer do game:

    Stellar Blade está disponível para PlayStation 5 e PC.

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    CRÍTICA: ‘Corra que a polícia vem aí!’ volta com força total e boa comédia

    Corra que a polícia vem aí!‘ foi uma trilogia que fez parte da rotina televisiva de muitas pessoas no final da década de 80 e durante os anos 90, um tipo de comédia que para a sua época foi um sucesso. Algumas décadas se passaram, temos novamente no cinemas com lançamento nacional em 14 de agosto uma nova sequência com Liam Neeson e Pamela Anderson sendo os protagonistas com um elenco formado por Paul Walter House, Liza Koshy, Kevin Durant e Danny Huston.

    Neste novo capítulo, Frank Drebin Jr., do Esquadrão Policial de Los Angeles, luta contra o crime exatamente como seu pai fazia. Após enfrentar um grupo de assaltantes em banco um dispositivo muito importante é roubado de um cofre, conectando-se com um assassinato que irá colocar na vida do policial Beth Davenport, a irmã da vítima e juntos da forma mais engraçada possível vão solucionar esse mistério trazendo os criminosos a justiça.

    Algumas franquias que retornam após muitos anos em modo geral buscam de algum modo se apegar ao nostálgico do passado utilizando alguma referência, mas este não é o caso do novo Corra que a Polícia Vem Aí! que ressignifica o seu jeito de fazer a comédia sem perder o seu modo sarcástico de brincar de forma bem humorada com o que está em alta no cinema atualmente.

    Corra que a polícia

    Esse recente lançamento segue a fórmula de seus antecessores onde o roteiro tem um formato muito simples, mas se torna uma ótima base para aproveitar cada momento narrativo e encaixar uma piada. Isso em combinação com a direção de Akiva Schaffer resulta em uma obra que consegue se tornar engraçada em uma fase em que esse formato de comédia não atrai mais tantos os olhares do público.

    Recentemente se debateu muito sobre o limite do humor, a “licença” que alguns artistas conservadores acreditam ter para fazer piadas com minorias e Corra que a Polícia Vem Aí!, quando analisando por uma perspectiva histórica, em parte construiu o seu sucesso através desse jeito de se mostrar “engraçado” ficando inevitável não ter uma reflexão a respeito do tema.

    Essa nova versão mostra que para conquistar uma risada não precisa ser apelativo e o caminho para isso é abraçar de forma mais abrangente a própria essência da franquia do policial atrapalhado, a sátira com o gênero e a escolha de Liam Neeson para interpretar esse papel é altamente acertada.

    Além do veterano outro talento que se destaca é Pâmela Anderson interpretando Beth Davenport o interesse amoroso de Drebin que se mostra tão destemida e atrapalhada quanto o filho do lendário membro do esquadrão de polícia. É muito interessante como eles mostram uma química em tela para uma comédia, principalmente se pensarmos como Neeson é conhecido por ter uma carreira totalmente voltada para papéis mais sérios.

    O recente Corra que a Polícia Vem Aí! consegue ser uma comédia que tira boas risadas não se levando muito a sério, mas se torna um ótimo sinal que o gênero ainda tem espaço na tela grande e vai ser uma ótima pedida entre os lançamentos deste mês.

    3,8 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    CRÍTICA: ‘Ruffy and the Riverside’ lembra que jogos podem ser só… divertidos

    Em uma era de games AAA, jogos que conseguem furar a bolha merecem ser reconhecidos pelo que são: às vezes, uma diversão descompromissada que não se leva a sério, mas reflete o que a indústria deveria fazer, valorizar a diversão ao invés de horas e mais horas de gameplay. Ruffy and the Riverside nos lança pelo mundo colorido e divertido em que precisamos evitar o fim do mundo pelas mãos do terrível Groll. Com a habilidade da “troca”, o ursinho Ruffy vai poder mudar o mundo ao seu redor e garantir diversão ao longo de toda a sua jornada.

    O game foi lançado pela Phiphen Games e desenvolvido pela Zockrates Laboratories UG. Localizado completamente para português do Brasil, o game possui dinâmicas que surpreenderão os fãs de games como a franquia Paper Mario e do pitoresco Born of Bread.

    Com riqueza de detalhes que vão além da gameplay, Ruffy and the Riverside permeia sua jogatina com dinâmicas repleta de beleza visual e desafios. Afinal, você por vezes precisa queimar a mufa a fim de entender como prosseguir. Auxiliado pela fofinha e falastrona abelha Pip, Ruffy precisará se juntar ao Sr. Eddler e outros parceiros a fim de impedir que o Miolo do Mundo seja tomado pelo vilanesco Groll. Mas não sem antes, reencontrar as letras sagradas que formam o letreiro que dá nome à cidade. Para retornar o Miolo do Mundo à sua antiga glória, devemos restaurar o letreiro (como o de Hollywood) que dá nome a cidade – e aparentemente, poder também.

    Jogabilidade e estilo artístico

    Ruffy

    O game é um rico plataformer 3D. Sendo assim, o game se favorece muito de aspectos bem particulares do gênero – enquanto deixa outros de lado. A precisão aqui, nem é tão essencial. Pois desde a mira de Ruffy, até como o game nos permite explorar o mundo no qual estamos inseridos, garantem que a nossa progressão vá além da satisfação de saltar em uma plataforma de maneira correta. Aqui, a satisfação está em solucionar um puzzle após olhar incongruências no cenário, por exemplo. Transformar uma cachoeira em uma parede de hera para explorar é nosso primeiro baque, ou melhor, nossa primeira e divertida surpresa em ver que o mundo todo muda a nosso bel prazer. Ou melhor, à vontade do ursinho, Ruffy, ou melhor, o escolhido.

    Guiados por uma narrativa em que nos permite por vezes ver melhor as cordas se movimentando no plano de fundo, ou entender como este mundo funciona, somos forçados a mergulhar e experimentar. Ao passo que entendemos como a Troca Mágica funciona, somos lembrados à todo momento que podemos até mesmo trocar o Sol pela Lua, ou ganhar em uma competição de feno à la Tony Hawk Pro Skater.

    Lembra que falei sobre o game ser um rico platformer? Então. A riqueza daqui, vem não apenas dos seus detalhes técnicos, como também de suas limitações, e de seu estilo artístico. Cada idle animation dos personagens possuem 3 ou 4 frames, todos eles feitos a mão. Isso mesmo, desde sua ilustração como pintura é feita à mão, o que é maravilhoso.

    Em uma era em que a quantidade de polígonos ou como a água, ou o cabelo de um personagens se mexe ditam o quão bem trabalhado um game é, Ruffy vem pra mostrar que estilo de animações tradicionais possuem lugar nos games de hoje e que eles podem se beneficiar disso. E aqui, podemos ver um DNA típico de games clássicos da Nintendo, mas com uma mistura de Cuphead, o charme típico de Kao the Kangaroo.

    Trilha sonora e veredito

    Ruffy

    A trilha aqui, possui um aspecto muito mais psicológico e emocional do que qualquer outra coisa. Ao passo em que a história progride, a música nunca diminui seu tom, nos deixando sempre animados com o que vem a seguir. Com uma trilha sonora viva e que muda e à cada um dos capítulos, nos sentimos imersos e sempre animados a continuar nossa jornada. Levei cerca de 11 horas para concluir a história do game pegar 70% dos colecionáveis.

    Não apenas salvar o mundo, precisamos realizar sidequests por vezes mais elaboradas que a principal. Ou melhor, precisamos avançar, salvando e ajudando os habitantes daquele mundo tomado pela maldade do terrível Groll. Sendo necessário extremamente pouco combate, quase tudo no game pode ser solucionado por meio da Troca. Apesar de encontrar alguns poucos inimigos espaçados pelos mapas, o foco do game não é destruí-los, mas sim, solucionar os mistérios daquele mundo e restaurar o Miolo do Mundo à sua antiga glória.

    Ruffy

    Com uma mensagem que foca exatamente na cura daquele mundo após a corrupção dele nas mãos do vilanesco Groll, este talvez seja um dos mais acessíveis e curiosos games do ano até aqui. Sem salvar o mundo, ou considerar se sua destruição é minimamente plausível, Ruffy simplesmente parte para fazer o que é certo.

    Contrastando os diversos mundos do game antes e depois da nossa aparição neles talvez seja um dos pontos mais altos da história. Isso mesmo, não apenas trazendo de volta a vida os mais diversos ambientes, como também trazendo frescor a narrativa, o Ruffy and the Riverside brilha quando o assunto é sua mensagem.

    Por não se levar a sério como a maioria dos games atuais, Ruffy and the Riverside mostra que o importante é a jornada e quem salvamos pelo caminho. E desde seus primeiros minutos, uma jornada que tinha como foco salvar Riverside e consequentemente, o mundo, se torna a salvação de povos até então, desconhecidos para até mesmo, o personagem central da trama, Ruffy.

    Ruffy

    Brilhando ao nos desafiar o tempo todo, os segredos de Ruffy vão além de uma camada exploratória, está também na observação daquele mundo, e é claro, na tentativa e erro. Como um dos jogos mais divertidos pra mim, deste ano, ouso dizer que Ruffy and the Riverside é perfeito para jogar com filhos, irmãos mais novos e toda a família. Colocando a importância do game no que de fato é importante, a diversão, temos aqui, um dos meus favoritos do ano.

    Ruffy and the Riverside foi lançado no dia 26 de junho para PC, Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X/S.

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    CRÍTICA: ‘Quarteto Fantástico – Primeiros Passos’ é ode à história da primeira família da Marvel

    Quarteto Fantástico talvez ocupe o lugar mais alto na minha lista de grupos de heróis desde a infância. Não apenas pelo longa-metragem dos anos 2000, como também por nos oferecer uma dinâmica diferente ao que víamos nos quadrinhos da equipe na mesma época. Um dos meus quadrinhos favoritos era o Ultimate do grupo, que os colocava como jovens adolescentes super poderosos.

    Com uma origem ligeiramente diferente do material original, o grupo possuía dinâmicas curiosas e bem diferentes não só de outras versões nos quadrinhos da época, como também do padrão que a própria Marvel costumava seguir. O grupo fora tão importante, que ideias nascidas neste arco deram origem a elementos como o Marvel Zombies, a exploração de realidades paralelas e o multiverso. De modo que, futuramente, o grupo acabou por servir de inspiração para o terrível filme de 2015, mas não apenas isso.

    O Reed Richards desse arco se tornaria um dos vilões multiversais mais perigosos que a Marvel já viu, o Criador.

    ‘Quarteto Fantástico – Primeiros Passos’ é mais do mesmo?

    Quarteto Fantástico

    Acima de tudo isso, Quarteto Fantástico – Primeiros Passos tem um papel importante no cinema de heróis. Trazer novos ares para tudo que foi apresentado até aqui. Ou melhor, reapresentar os heróis que foram apresentados no passado, mas agora, da forma como a Marvel o faz. E ouso dizer, que dessa vez, talvez eles tenham conseguido.

    Lançado em 24 de julho de 2025, o filme nos apresenta a jornada de Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/O Coisa (Ebon Moss-Bachrach).

    Ao passo em que somos lançados neste mundo, fica claro que se passaram 3 anos desde o incidente que deu origem aos poderes do grupo e eles hoje, estão bem estabelecidos como os heróis que conhecemos, e aqui, eles assumem o papel dos únicos protetores da Terra. Com um visual retrofuturista, somos transportados para uma Nova York onde ameaças surgem com frequência, exigindo constante atuação do grupo. Outro conceito clássico apresentado pela equipe, é sua Torre Baxter – a base de operações da equipe -, agora, imponente no coração da cidade.

    Quarteto Fantástico

    Além do design de produção incrível, temos um dos filmes mais visualmente interessantes da Marvel até aqui. Com Matt Shakman na direção, o filme nos transporta a uma estética única, uma mistura charmosa dos anos 60/70 em que o Quarteto foi criado com o retrofuturismo à la Os Jetsons.

    Com um roteiro coeso, sucinto e que vai direto ao ponto, o diretor deixa claro quem os personagens são desde os primeiros momentos. Mas deixa espaço para desenvolvê-los com mais propriedade conforme a história se desenrola. Sem depender tanto de fan services, ou easter eggs, ele nos brinda com referências divertidas, mas acima de tudo, clássicas da era que o longa aborda. Brincando com as animações da Hanna-Barbera, o Quarteto, nesta realidade também possui sua própria animação.

    Felizmente, Quarteto Fantástico – Primeiros Passos não se mostra como mais do mesmo. Apesar de possuir fórmulas conhecidas da Marvel, o longa se distancia ao apostar em uma ambientação ousada, uma resolução improvável, personagens emocionalmente desenvolvidos e uma estética própria.

    Um novo capítulo da Marvel, um novo caminho

    Ambientado em uma Terra diferente da 616 – o universo principal do UCM -, o Quarteto Fantástico, ganha o status de protetores da humanidade. Ao nos oferecer uma “história de origem” com muitas aspas, precisamos entender que o filme aborda o que é realmente importante. As motivações, quem são estes personagens e como eles se diferem em relação a todas as outras iterações que o grupo já teve no cinema.

    E por iniciar assim, talvez o filme da Marvel seja o mais independente de todos até aqui. Sem se debruçar em histórias pré-estabelecidas, Matt Shakman tem uma tela em branco para contar sua própria história. Uma história tão profunda e emotiva, como a primeira família da Marvel merece.

    Como o primeiro filme da Fase 6, Quarteto Fantástico – Primeiros Passos ignora em partes o que foi feito em Thunderbolts, ou pelo menos em relação à cena pós-crédito. Estabelecendo novos paradigmas, talvez daqui até Vingadores: Doomsday, vejamos novas Terras em futuras produções e novas ameaças sendo tratadas como perigos reais, como Galactus foi aqui.

    Veredito

    Quarteto Fantástico – Primeiros Passos mostra como a Marvel pode voltar a ser o que era. Se afastando do universo conhecido que vem sendo construído desde 2008, Shakman se aproveita e ousa em tudo que se propõe. Apresenta um Galactus imponente e amedrontador, uma nova Surfista Prateada, um Johnny Storm não tão infantil, um Coisa bondoso – e reflexo de Jack Kirby -, uma Sue e um Reed com peso dramático real, mas que entendem a jornada que precisam percorrer até chegar ao fim. Ou melhor, evitar que o fim do lar que eles conhecem, chegue.

    Extraindo o máximo de personalidade de seus personagens, Matt Shakman sabe como dar a eles diferentes profundidades, tornando-os multifacetados, o que afasta esta adaptação de todas as outras do Quarteto até aqui. Ao fazer com que todos tenham o mesmo espaço na tela e a mesma importância, o filme brilha até nos pequenos detalhes, que vão desde os easter eggs de filmes passados, até por como ele nos faz sentir do início ao fim.

    Algo que o Universo Cinematográfico da Marvel parece ter esquecido ao longo dos anos, é exatamente o ponto em que Quarteto Fantástico – Primeiros Passos acerta. O longa entende que o que realmente importa são as relações, as escolhas e como essas histórias podem nos tocar. Com personagens que fogem da bidimensionalidade das telas, tramas que se desenvolvem com emoção, o filme é capaz de mostrar que ainda há espaço para contar narrativas mais íntimas mesmo que diante de um universo tão grande.

    O tom desta história foge do que estamos acostumados a ver ao longo desses 17 anos de filmes, séries e animações. E isso funciona tão bem. Ao invés de repetir e reutilizar as formas que o cinema de heróis já parece ter se cansado, Primeiros Passos conta a história a partir de uma abordagem própria, mais contida e centrada na história dos personagens. Provando de uma vez por todas que mesmo contando uma história que já conhecemos, emoção e profundidade podem caminhar juntas, principalmente quando abordamos o legado da primeira família da Marvel.

    4,5 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    CRÍTICA: ‘Dune Awakening’ é doloroso e punitivo, mas rico MMO survival ambientado na franquia

    No mundo de Duna, a profecia autorrealizável daquele mundo – ou o mundo que conhecemos na linha principal da história – fez com que Paul Atreides se tornasse o Lisan al-Gaib. Fato que tecnicamente não deveria acontecer, pois Lady Jessica devia ter gerado uma mulher, ao invés de um homem. Mas vou deixar os pormenores desta história para depois.

    Afinal, o mundo do game conta a história de uma realidade alternativa à que vemos nos livros e nos filmes. Ambientados em uma Arrakis em que um Lisan al-Gaib não ascendeu e os Fremen como os conhecemos pereceram nas mãos Harkonnen.

    Com uma história cercada de misticismo, pela especiaria e por conflitos intensos, precisamos navegar pelos mares desérticos de Arrakis, a fim de sobreviver.

    O que a Funcom faz aqui, talvez coloque Dune: Awakening como um dos mais brilhantes survival MMOS até aqui. Se não, o melhor. Acompanhar a história dos nossos personagens pode ser tão diverso, excitante, quanto punitivo, desafiador e até decepcionante.

    Afinal, em um momento podemos estar correndo pelo deserto, ou navegando com uma moto de areia, um buggy, ou um rastejador de areia, e as Shai-Hulud podem simplesmente levar tudo de você em um piscar de olhos.

    Dune: Awakening

    Avançar em Dune: Awakening requer estratégia, mas isso não é garantia de que você vai estar pronto para o que você vai encontrar. Com diversas mecânicas curiosas e que dão uma diferente vida ao game, como um survival MMO, se diferente de seus semelhantes, e mostra que o DNA da Funcom é este estilo de jogo. Após o sucesso estrondoso que foi Conan Exiles, o maravilhoso Metal Hellsinger, e o incrível Moons of Madness, a desenvolvedora mostra a que veio sem decepcionar.

    Mecânicas

    Algumas das mecânicas do game giram em torno de sobreviver em meio ao terrível deserto de Arrakis. Com ajuda de companheiros – por meio de party -, é possível progredir de maneira mais fácil, mas não menos complicada.

    Alguns dos pontos positivos do game, vem da opção de escolher a classe do nosso personagem, bem como seus planetas natais. Cada uma das cinco classes do game, oferecem aos personagens diferentes habilidades, bem como status.

    Dune: Awakening

    Dentre as classes que podem ser escolhidas estão Swordmaster, Mentat, Bene Gesserit, Trooper e Planetologist. As especializações e árvores de habilidades do personagem são um capítulo a parte. Pois ao realizar determinadas missões, é possível comprar habilidades de diferentes árvores.

    Agora, ao escolher os planetas de origem, o game nos dá de presente um emote específico de cada um deles. Sendo possível escolher entre Caladan (casa dos Atreides), Giedi Prime (um mundo vulcânico controlado pelos Harkonnen), Chusuk (uma cidade “civilizada”, centro do Imperium), Kaitain (outro planeta imperial) e IX (um planeta gelado, repleto de tundras desérticas).

    Dentre as mecânicas principais do game, estão a de construção e as que você precisa aprender a fim de sobreviver.

    Desde os primeiros minutos em que somos lançados em Arrakis, fica claro que sobreviver sem água ou um trajestilador não nos levará longe. Avançar na história nos garante não apenas esquemas que precisamos aprender para sobreviver, como também representa um progresso mais tranquilo. E também, a habilidade de criar construções cada vez maiores.

    Construção e sobrevivência

    A construção de bases é algo essencial aqui. E sim, uma base não é apenas algo para servir de porto seguro. Mas também como sua principal fonte de produção de água e equipamentos, algo que você precisará acessar sempre. Tenha em mente que eu preferia criar as minhas sempre nas encostas das montanhas. Não apenas por ser sempre divertido escalar, como também por conseguir ver tudo à certa distância, como futuros pontos de interesse.

    Alguns dos pontos mais relevantes do game que preciso citar são suas diversas mecânicas. Seja de sentir sede com o tempo, como a de perder hidratação ao sol. Mas fique tranquilo, tudo pode ser contornado. Ou melhor, quase tudo.

    Quanto ao sol, não temos muito o que fazer, mas um trajestilador sempre vem a calhar. Isso mesmo, como nos filmes, o traje nos garante um pouco da hidratação que perdemos enquanto exploramos o mundo. Mas não apenas isso. Seus mais diversos modelos e armas podem garantir que sua sobrevivência em Arrakis seja mais duradoura.

    Distante de ser apenas um MMO, o game possui um mundo vasto com cerca de 500km quadrados para explorar. O que por fim, não é tanto se explorado com um ornitóptero. Outro ponto peculiar do game, se dá pelo que às vezes é necessário fazer, como beber o sangue de inimigos a fim de se hidratar.

    Isso mesmo, no game, e possível retirar cerca de 1 litro do sangue de inimigos a fim de nos hidratar. Mas não o tome de maneira leviana, pois isso diminuirá sua vida por um tempo limitado.

    Mas em meio ao deserto, caso sua hidratação diminua e te faça perder vida, não pense duas vezes e faça o que precisa para sobreviver.

    Veredito

    Dune: Awakening

    Dune: Awakening habita em um terreno onde muitos antes dele falharam, mas usa o que a Funcom tem de melhor dos antecessores ao nos lançar por um mundo desértico repleto de desafios. Com uma lore rica em detalhes, é possível ver que a desenvolvedora chafurdou profundamente no universo criado por Frank Herbert apenas para nos fazer por vezes arranhar a superfície em quests desafiadoras e algumas bem questionáveis.

    Nos forçando a sempre improvisar, Dune: Awakening nos permite ser mais do que é possível em Conan Exiles, e mais do que já foi possível em uma Arrakis tomada por uma guerra iniciada por Paul Atreidess.

    Deixando de ser aqui, um mero espectador para mergulhar de cabeça neste mundo, ouso dizer que Dune: Awakening talvez ganhe o The Game Awards desse ano nas categorias Melhor Jogo Contínuo e Melhor Jogo Multiplayer. É louco, pois mesmo depois de quase 50 horas de Dune, ouso dizer que talvez essa, seja a Arrakis que eu sempre quis visitar.

    Agradeço a Funcom por ter nos enviado o game. E ainda aproveito para dizer que com a minha RTX3060 Ti, um processador Ryzen 7 5800X, com 16GB de Ram, o game chegou a bater 145 fps com o game na predefinição Alto.

    Então, caso optem por mergulhar de cabeça, podem ir sem medo, pois o game está lindo e muito bem otimizado.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer do jogo:

    Dune: Awakening foi lançado em 5 de junho para PC.

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