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    CRITÍCA: ‘Saros’ é o Samsara do universo gamer

    O gênero roguelite é considerado um espaço mais nichado do universo de jogos por sua proposta mais desafiadora. Entretanto, alguns jogos mostram a possibilidade de furar essa bolha, como é o caso de Saros.

    Desenvolvido pela Housemarque, conhecida pelos títulos Nex Machina (2017) e Returnal (2022), teve lançamento para PlayStation 5 no dia 30 de abril. A publicação ocorreu pela Sony Interactive, e até o momento não houve confirmação de chegada a outras plataformas.

    A trama de Saros é sobre o executor Arjun Devraj (interpretado por Rahul Kohli) e a tripulação da Echelon IV em um planeta misterioso chamado Carcosa. Enfrentando criaturas poderosas, em meio a um eclipse misterioso, ele irá buscar respostas para o que houve com a colônia e as expedições anteriores.

    Viva, morra e volte mais forte

    Em Saros morrer é parte da gameplay

    Verdade seja dita, já tinha uma enorme expectativa a respeito de Saros desde o seu anúncio durante o State of Play de fevereiro de 2025. Sempre acreditei que tinha um enorme potencial de entretenimento, história e jogabilidade. Isso sendo atendido conectado a outros pontos positivos foi interessante.

    Independentemente desse lado, o primeiro ponto que me agradou no mais recente título da Housemarque é que consigo ver a experiência ser muito mais acessível. Sendo assim, acredito que Saros tem a possibilidade de agradar tanto um consumidor ávido de roguelike quanto um jogador mais eclético.

    Vemos em Carcosa um universo complexo, hostil e muito desafiador, que vai nos oferecer muita diversão. No entanto, não vai testar a sua paciência enfrentando um Supremo a ponto de ficar frustrado ou perdido sobre o que precisa fazer para seguir em frente.

    Ainda sobre este ponto, a sensação de que o jogo nos encoraja a tentar mais uma vez foi positivamente surpreendente. Além disso, ter uma estrutura de progressão simples ajuda muito a aproveitar o melhor dessa vivência.

    O primeiro ponto de jogabilidade que fica evidente ao jogar Saros está relacionado a como é recompensadora a conclusão de um ciclo. Após a morte de Arjun, vemos o resumo do que foi coletado e já podemos realizar as melhorias que desejamos na trilha de habilidades, que pode ser acessada através do menu Principal.

    Sobre a árvore de habilidades, ela tem foco nas melhorias permanentes dos atributos do personagem, que são a Resiliência (armadura), Domínio (energia) e Ímpeto (proficiência). Além disso, existem melhorias para o ciclo, como, por exemplo, começar com uma chave carcosiana em posse.

    Para essa evolução, é necessário coletar Lucenita, que não tem apenas a função de ser a experiência adquirida, mas também alimenta a arma de energia e a proficiência durante a exploração. Além desse recurso, encontrar Serenidade também é importante para alimentar os desbloqueios permanentes do ciclo, como o citado anteriormente.

    Viva, morra e não desista

    Em Saros somos incentivados a tentar novamente

    Os elementos visuais, como o design dos biomas, são muito bonitos porque exploram sempre as cores frias e nos transmitem a sensação de locais sem vida. Por outro lado, quando surge o eclipse, essa mudança simboliza algo frenético e assustador, e o que mais chamou a atenção é a utilização de cores quentes.

    Além da ambientação, isso também se replica no design das criaturas, que têm um estilo alienígena, mas muito conectado a referências do hinduísmo, e isso também se aplica a outros conceitos do jogo.

    O desempenho é muito satisfatório em termos gráficos, aproveitando os recursos do PlayStation 5, e também na qualidade das cutscenes, seja para a transição ao fim de um ciclo ou para contar a história.

    A respeito do combate, é uma experiência muito intensa, e a grande diversão do jogo é justamente ele ser assim. Portanto, é muito natural ter um confronto com um Supremo, os chefes do jogo, em que um de seus ataques literalmente cobre toda a tela.

    Os confrontos no ciclo são uma combinação de lutas que envolvem controle de grupo e individual, sempre com um mini chefe. Durante o eclipse, essa experiência é amplificada, somos atacados de muitas direções e com o status de corrupção ativo, que diminui a barra de vida.

    Nesse ponto, é importante usar a esquiva, que permite a Arjun ficar intangível momentaneamente, e o escudo em formato de redoma, que também carrega a arma energética ao absorver os ataques. É muito interessante ter mais de uma opção de defesa, principalmente pensando na dificuldade que os inimigos oferecem durante a exploração dos biomas.

    Um arsenal poderoso

    As armas me agradaram muito porque oferecem algumas opções criativas, desde as armas padrão, como pistolas, escopetas e rifles, até um chakram. Todas essas armas têm variações de tipo de dano, munição e condições especiais, como, por exemplo, dano a pontos fracos.

    O conceito de ciclo é a essência do gênero; sendo assim, toda vez que Arjun revive, o cenário apresenta algumas mudanças e rotas diferentes. Entretanto, é muito recompensador que, ao morrer enfrentando determinado obstáculo, não se perca tudo, tornando-se um elemento animador para continuar avançando, explorando e descobrindo.

    Durante esse período, encontramos armas e melhorias no caminho, mas é no eclipse que há um diferencial muito interessante. Quando temos essa mudança de mundo, cada melhoria vem com um efeito adverso que dura enquanto estivermos vivos no ciclo, e a maior dica é escolher as opções com maiores melhorias e acumular o mínimo de perdas.

    Viva, morra e encare a verdade

    A trama é a cereja do bolo na experiência de jogar Saros, e não existe palavra melhor para descrever essa história do que impactante. É uma narrativa que vai usar o horror cósmico como uma metáfora para outros temas.

    Acredito que esse seja o ponto em comum entre Saros e Returnal. Ambas as obras usam os conceitos de um gênero, seja do ponto de vista narrativo ou de jogo, para contar uma história que vai nos empurrar, como jogadores, a pensar sobre o que ela quer conversar conosco.

    Sem revelar os detalhes surpreendentes, foi uma avalanche de emoções à medida que descobri do que se tratavam as camadas dessa trama. Arjun é um personagem que despertou muito meu interesse por ser um homem falho, sendo através disso que surge a busca por uma verdade que irá libertá-lo da maldição desse planeta.

    Saros é uma jogabilidade divertida, um universo muito interessante de explorar, uma narrativa complexa e um excelente trabalho do estúdio combinando todos esses elementos.

    Confira o trailer de Saros:

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    Assassin’s Creed Black Flag Resynced: Vazamento revela mudanças drásticas no mapa

    O Caribe está chamando novamente. Desde que os rumores sobre um remake da aclamada aventura pirata da Ubisoft começaram a circular, a comunidade não fala em outra coisa. Agora, novas informações sobre o mapa de Assassin’s Creed Black Flag Resynced vieram à tona, indicando que a exploração naval que consagrou o jogo original receberá uma atualização massiva para a atual geração.

    Se você passou horas navegando com Edward Kenway a bordo do Gralha (Jackdaw), prepare-se: o escopo do que está sendo construído parece ir muito além de um simples polimento gráfico.

    O que muda no mapa de Black Flag Resynced?

    Resynced

    O jogo original de 2013 já impressionava pelo tamanho, mas sofria com as limitações de hardware da época, o que exigia telas de carregamento constantes entre o mar aberto e as grandes cidades como Havana e Kingston.

    De acordo com os detalhes recentes, o mapa de Black Flag Resynced trará uma experiência totalmente contínua. Aqui estão os principais pontos destacados:

    • Exploração sem interrupções: A transição entre navegar em alto mar, atracar o navio e explorar cidades a pé será totalmente seamless (sem telas de carregamento), utilizando a tecnologia mais recente da engine da Ubisoft.
    • Expansão de ilhas menores: Locais que antes eram apenas pequenos bancos de areia ou ilhas com um único baú de tesouro foram expandidos. Espera-se fauna mais rica, acampamentos piratas dinâmicos e cavernas escondidas com design de níveis mais complexo.
    • Densidade urbana: As cidades principais do Caribe não apenas estarão mais bonitas, mas também mais densas e verticalizadas, oferecendo rotas de parkour mais fluidas e parecidas com os títulos mais recentes da franquia.

    Navegação e clima dinâmico aprimorados

    Além da geografia, o próprio mar do Caribe funcionará como um personagem vivo no mapa. O sistema de clima de Black Flag Resynced promete tempestades avassaladoras geradas proceduralmente. Os jogadores precisarão ler as nuvens e as ondas para evitar trombas d’água que agora podem alterar a topografia da água em tempo real, afetando severamente a jogabilidade durante combates navais.

    O legado de Edward Kenway

    Reviver a jornada de Edward Kenway com a tecnologia atual é um dos pedidos mais antigos dos fãs da franquia. O mapa original já era uma conquista monumental em termos de liberdade, e essa nova roupagem tem o potencial de entregar a fantasia pirata definitiva.

    Ainda aguardamos um anúncio oficial e vídeos de gameplay por parte da Ubisoft para confirmar todos esses detalhes, mas os sinais apontam para um projeto extremamente ambicioso.

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    Sony esclarece polêmica de DRM e “timers” de 30 dias no PS4 e PS5

    A Sony finalmente se pronunciou sobre o novo sistema de DRM. Antes, informações desencontradas deixaram a comunidade em alerta. O problema envolvia cronômetros de bloqueio em jogos digitais do PS4 e PS5.

    Recentemente, usuários notaram um contador de 30 dias nos seus novos jogos. Isso gerou um grande receio na comunidade. Muitos acharam que os consoles exigiriam conexões obrigatórias constantes para validar as bibliotecas.

    A Explicação Oficial da Sony

    Em comunicado ao portal Game File, um porta-voz da Sony esclareceu a situação. Os jogadores podem continuar acessando seus títulos normalmente. No entanto, o sistema agora implementa uma verificação online única após a compra.

    O representante explicou como a nova regra funciona. Segundo ele, uma verificação online única confirma a licença do jogo. Depois disso, não são necessários novos check-ins.

    Na prática, o console valida o acesso apenas uma vez. Após esse processo, o título fica liberado. Ele funcionará livremente enquanto os serviços online da plataforma existirem.

    O Motivo: Combate ao Abuso de Reembolsos

    A Sony não detalhou o motivo da mudança súbita. Porém, a própria comunidade de jogadores já encontrou o padrão.

    Usuários do fórum ResetEra observaram um detalhe. A “licença temporária” de 30 dias vira definitiva após exatos 14 dias. Esse é o prazo limite para pedir reembolso na PlayStation Store.

    Portanto, a medida funciona como uma camada de segurança. Ela evita que usuários explorem o sistema de devoluções indevidamente. O objetivo principal é impedir o acesso ao jogo após o cancelamento da compra.

    O Desafio da Preservação

    A notícia traz um alívio imediato contra os bloqueios constantes. No entanto, ela reacende a discussão sobre a preservação de jogos.

    A exigência de validação inicial atrela o jogo aos servidores da Sony. No futuro, a empresa inevitavelmente desligará a autenticação do PS4 e PS5.

    Se isso acontecer, os jogadores enfrentarão graves problemas. Quem tentar instalar jogos em consoles não validados perderá o acesso às próprias bibliotecas.

    Especialistas em preservação fazem um alerta importante. Medidas como essa são apenas a ponta do iceberg. Afinal, a mídia digital depende cada vez mais de servidores que não existirão para sempre.

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    CRITÍCA: ‘Exit 8’ é uma viagem psicodélica a estranheza

    Jogos estão se tornando muito frequentes no cinema atual, com grandes franquias adaptando seus clássicos para outras mídias. Contudo, não são apenas aqueles mais famosos que ganham espaço na tela grande e Exit 8 é um ótimo exemplo disso. 

    O longa adapta o jogo homônimo desenvolvido pela Kotate Create, sua direção é feita por Genki Kawamura e roteiro de Kentaro Hirase. O lançamento nacional é no dia 30 de abril com distribuição da Paris Filmes. 

    Kazunari Ninomiya, Yamato Kochi, Naru Asanuma, Kotone Hanase e Kotone Hanase formam o elenco. O filme esteve presente no festival de Cannes de 2025 durante a Midnight Screenings. 

    A trama de Exit 8 é sobre um homem preso em um looping temporal dentro de uma estação de metrô. Para que seja possível se libertar é necessário encontrar a saída 8, mas se notar uma anomalia no corredor é necessário voltar, caso contrário retorna ao início. 

    Eu acho interessante que The Exit 8 usa o looping como o seu recurso central da trama mesmo que ele soe como cansativo. Portanto, ao longo de uma hora, trinta e cinco minutos de filme coisas se repetem com mínimas alterações e a grande graça é estar perdido nessa viagem psicodélica.

    A direção usa do minimalismo para criar tensão e isso funciona em boa parte da experiência. Entretanto acaba se tornando previsível a partir de determinado ponto da história o que torna o ritmo mais lento.

    Um convite a um ciclo sem fim

    Utilizando a câmera com pouquíssimos movimentos Kawamura usa pouquíssimos elementos visuais para causar uma sensação de aprisionamento e confia no espectador em se atentar aos detalhes. Isso resulta em um filme que vai exigir um pouco mais de atenção da parte de quem assiste, caso contrário possa se torna uma experiência morna ou entediante.

    A nível de atuação me chamou muito à atuação do protagonista que, apesar de ser um trabalho mais contido, consegue se sair bem. O elenco de apoio acredito que se sai bem por criar a sensação de estranhamento, o que também se reforça por serem personagens sem nome. 

    O que não me agradou tanto foi o roteiro buscar ser tão fiel ao jogo não oferecendo mais contextos dos personagens. Adaptar um jogo para outra mídia sempre vai ser um grande desafio e no caso de Exit 8 acredito que existia o espaço para alguma ousadia neste elemento do filme.

    A conclusão do filme vai ser confusa e causar muito estranhamento porque vai reforçar o conceito de looping estabelecido no começo. Contudo, não acredito que esse desfecho seja uma conclusão frustrante, talvez até uma provocação a nossa vivência de vida cotidiana que vemos tudo se repetir infinitamente e não conseguimos prestar a devida atenção aos detalhes mínimos que vão surgir. 

    The Exit 8 é um filme que vai ser muito aberto a interpretações, podendo ser uma experiência muito entediante, tensa ou até uma reflexão profunda. Contudo, o que não existe sombra de dúvidas é ser um filme que irá provocar alguma reação do seu espectador. 

    Confira o Trailer de Exit 8

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    CRITÍCA: ‘Mãe e Filho’ é um drama intenso

    Filmes que abordam questões familiares sempre geram alguma reflexão interessante. Mãe e Filho, o mais recente longa do diretor e roteirista Saeed Roustaiy (Os Irmãos de Leila) toca nesse tema de uma forma complexa.

    O filme com lançamento nacional no dia 30 de abril, estrelado por Parinaz Izadyar, Payman Maadi e Sinan Mohebi. O longa marcou presença no circuito de premiações sendo indicado à Palma de Ouro, além de ter sido exibido durante o Festival de Cannes em 2025.

    A história do filme Mãe e Filho é sobre Mahnaz e seu filho Aliyar, uma enfermeira viúva e um adolescente que causa muitos problemas. A situação se torna pior quando Mahnaz engata um relacionamento com Hamid e resolve se casar com seu novo namorado. Após um trágico acidente, ela terá que lidar com a perda, a traição e a expulsão de seu filho.

    O que mais gostei desse filme é a direção ser realista, fria, muito intensa e nos coloca no meio do turbilhão de acontecimentos. Saeed Roustaiy vai abordar a culpa, responsabilidade dos personagens principais de uma forma imersiva e a refletir sobre as questões morais contadas na trama.

    O longa em suas duas horas e onze minutos de duração não coloca decisões que seriam moralmente fáceis em sua trama. Além disso, o silêncio é utilizado de forma a valorizar as emoções, inserindo camadas muito profundas aos personagens.

    As atuações por parte de Parinaz Izadyar e Sinan Mohebi são muito sólidas, transmitindo de uma forma muito natural, as questões de seus respectivos personagens. Também é importante elogiar a química de ambos, representando essa relação familiar que é a questão central do filme.

    A direção de Mãe e Filho nos coloca no centro do drama

    A experiência de assistir a esse filme foi muito impactante e se divide no antes e depois dos acontecimentos que mudam a relação dos personagens principais. Em um primeiro momento, temos essa reflexão sobre a vida sobrecarregada de Mahnaz, lidando com trabalho, pressões sociais e ainda com seu filho, que vive seu próprio processo de luto.

    No entanto, o filme não tenta nos conduzir a pensar sobre seus erros e acertos, sequer julgá-la, mas ressalta as dificuldades de sua vida cotidiana. Em resultado do acidente, vemos essa relação desmoronar, pois Mahnaz passa a ver o filho como uma vítima e também um agente causador dessa tragédia, gerando um dilema moral na personagem.

    Por outro lado, também vemos as questões de Aliyar, sua dificuldade em lidar com o processo de luto, a responsabilidade desse evento trágico e o sentimento de solidão em relação à sua mãe.

    Achei a conclusão do filme impactante por ser um desfecho frio, refletindo o realismo de tudo que a trama nos mostra. Esse final propõe uma reflexão dolorosa sobre relações familiares e a complexidade da maternidade diante dos desafios sociais impostos.

    Mãe e Filho é um excelente filme porque não vai apenas nos chocar através do sofrimento de seus personagens centrais. Por outro lado, através de sua forma de contar sua história, nos faz pensar nas questões morais e emocionais que essa narrativa nos provoca.

    Confira o trailer de Mãe e Filho:

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    CRÍTICA: ‘Super Mario Bros. Wonder: Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel’

    Super Mario Bros. Wonder foi um dos jogos mais divertidos de Super Mario 2D que joguei em 2023, mas agora, em 2026, ele recebeu a sua versão de Nintendo Switch 2, que, sim, traz melhorias de suporte às tecnologias do novo console, porém vai além disso com uma DLC cheia de conteúdo extra, exclusiva para o novo híbrido da Nintendo.

    E olha, pessoal, esse é um jogo que já performava muito bem no Nintendo Switch. Comprei o meu justamente em 2023, e esse foi um dos primeiros jogos que pude comprar para aproveitar meu console recém-adquirido. Eu joguei bastante sozinha e muito mais em co-op local.

    Então, eu fico feliz pela recente novidade com melhorias para o Nintendo Switch 2 receber esse jogo da melhor maneira possível, assim como aconteceu com os pacotes de upgrades para Animal Crossing: New Horizons, Kirby and the Forgotten Land e muitos outros.

    A diferença aqui é que, por exemplo, no Animal Crossing o upgrade chegou por apenas R$ 30,00, pois oferecia apenas as melhorias gráficas, as de resolução e o suporte necessário às tecnologias do console novo, como o modo mouse, microfone, poder jogar com até 12 players de uma vez, etc. Já Super Mario Bros. Wonder: Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel está mais próximo da ideia do que aconteceu com o jogo Kirby and the Forgotten Land: Nintendo Switch 2 Edition + Star-Crossed World.

    Sendo assim, o pacote de upgrade sai por R$ 109,90 por conter um conteúdo extra junto. E o interessante é que recentemente tivemos uma redução de preço nos jogos da Nintendo, afetando até mesmo os valores dos pacotes de upgrade. A redução não é gigantesca, já que o preço anterior era de R$ 119,90, mas com certeza é bom vermos um preço menor, certo?

    Bom, agora que falei sobre o upgrade vir com conteúdo extra, sobre o seu valor final com redução de preço e que está disponível apenas no Nintendo Switch 2, chegou a hora de falar sobre o Parque Belabel!

    Agradecemos à Nintendo pelo envio da chave para a criação de conteúdo!

    Vamos ao Parque Belabel

    Wonder

    A proposta da expansão traz diversos conteúdos multiplayer para o game.

    São conteúdos que podem ser jogados online ou em co-op local. Apesar do foco na jogatina em galera, você pode jogar sozinho. Principalmente, se não tiver como reunir um pessoal para jogar, pode ir direto para o online que o jogo se encarrega do restante.

    No parque, temos duas áreas dividindo-o: à direita estão os desafios online e, à esquerda, ficam os desafios locais.

    Jogaremos tanto minigames cooperativos quanto competitivos e, depois de jogar por um bom tempo, posso dizer que acertaram demais em trazer Mario Party para Mario Wonder.

    Party Game

    Wonder

    Quando digo que trouxeram Mario Party para o Mario Wonder, é quase literal. Explicando melhor, o motivo de chamar de Mario Party é porque a DLC tem muitos minigames e desafios que lembram um party game mesmo!

    E eu gostei disso, pois se destaca do restante do conteúdo base e traz novidades diferentes.

    Então, o conteúdo base continua o mesmo: não terá mais história nem novos mundos com relação ao jogo principal. O Parque Belabel não afeta o game base, mas traz uma nova história e é como se fosse uma grande sidequest, sabe?

    História

    Wonder

    Na DLC, os 7 Koopinchas (sim, traduziram Koopalings para Koopinchas, eu amo a localização em PT-BR do Mario Wonder!) roubaram as flores Belabel, e devemos recuperá-las.

    Iremos enfrentar esses chefes e teremos uma nova transformação: uma forma de flor na qual jogamos flores para cima.

    Personalização

    Conforme completamos desafios no parque, ganhamos “dinheiro” para gastar por lá, deixando-o personalizado, e até podemos montar uma banda. Eu achei isso bem fofo!

    Novos Personagens?

    A DLC traz duas novas personagens jogáveis: a Rosalina e uma Luma.

    São adições bem legais, que vieram para o jogo por influência do novo Super Mario Galaxy: O Filme. Jogar com ambas é exatamente igual a jogar com os outros personagens: a Rosalina não tem uma gameplay diferente, é como estar jogando com Luigi, Peach, Mario, etc. Já a Luma é uma personagem ajudante para auxiliar na gameplay.

    Os desafios são bons?

    Acredito que os desafios são variados e divertidos; há uma quantidade bem boa para se aproveitar por muito tempo, e espero que tragam mais, sabe? Que tragam outros estilos de minigames eventualmente para o jogo!

    Joguei um contra local no qual tínhamos que acertar mais vezes o outro jogador com um raio. Depois, outro com uma arma de bolhas, no qual íamos empurrando o adversário para a beirada até a queda acontecer. Mas também testei cooperativos, como batata-quente: a cada momento você precisa jogar o item para o outro jogador para não perder, entre outros joguinhos!

    Imaginando, parece simples e fácil. De fato, é simples; você entende o que fazer facilmente, e isso me conquista muito. Mas “fácil” é uma palavra muito forte.

    E é isso também o que traz toda a graça para a gameplay: os jogos não são exatamente fáceis, mas são divertidos, e a empolgação que geram na hora da jogatina é um sentimento muito genuíno de diversão.

    No momento em que cada jogo começa, o caos vem junto!

    Conclusão

    Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel revigora um jogo que já é muito bom, muito divertido e supercompetente. Tem bastante conteúdo novo, e eu só espero que venham muitos outros também!

    Infelizmente, o preço não é barato, ainda mais se você vai comprar o jogo base e o upgrade juntos. Talvez a mídia física em promoção saia por um preço muito melhor, então recomendo ficar de olho por aí.

    Apesar do valor, esse é um dos melhores Super Mario 2D, com muito conteúdo a entregar, expandindo isso com a nova DLC e melhorias para o Switch 2.

    Acredito que vale muito a pena por tudo o que oferece, e é muito bom que o game seja completamente localizado em PT-BR.

    Se puder, jogue e se divirta.

    Confira o trailer do game:

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