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    The Walking Dead: Revelado novo visual de Negan na 9ª temporada

    O visual de Negan para a 9ª temporada de The Walking Dead foi revelado em uma nova imagem de Jeffrey Dean Morgan. O arqui-inimigo de Rick, passou a 7ª temporada aterrorizando os membros de Hilltop, o Reino e Alexandria até que na 8ª temporada, no arco All Out Wareles se juntaram para derrotar os Salvadores. O líder dos Salvadores quase não escapou com vida em diversas ocasiões, mas ele escapou e podemos esperar mais do vilão quando a série retornar esse ano.

    Durante o clímax do último season finale, “Wrath” (Ódio, em tradução livre), Rick e Negan terminaram seu confronto com ambos discutindo a respeito de domínio. Quanto aos quadrinhos, Rick cortou a garganta de Negan e pediu que o amigo de Carl, Siddiq salvasse Negan no último segundo. O antigo líder dos Salvadores, acordou na enfermaria de Hilltop e descobriu que ele passará toda sua vida preso. Apostamos que lá é onde encontraremos Negan quando a série retornar para sua 9ª temporada, mas ainda não sabemos quanto tempo o personagem será mantido como refém.

    Com a produção da próxima temporada bem adiantada, já vimos as primeiras imagens promocionais, e teasers começarão a aparecer em breve. The Walking Dead pareceu dar alguma dica no status de um dos personagens mais odiados da série postando uma foto de Jeffrey Dean Morgan na praia com um novo corte de cabelo e uma barba mais aparada:

    O visual mais limpo é mais próximo do primeiro visual do personagem dos quadrinhos – se não levar em conta a barba dele, o personagem nos quadrinhos tinha cabelo bem baixo e como se fosse raspado ou oleado. Além disso, sua aparição (ou o tuíte de TWD a respeito de sua aparência) pode implicar em uma mudança de status para o personagem ou até mesmo para o próprio Morgan. Se o personagem não sobreviver a 9ª temporada, isso pode implicar apenas em um visual celebrativo, já que o ator não precisará usar aquele visual tradicional de Negan nos próximos episódios da série. Ou pode também explicar que o personagem fugirá de seu cativeiro em algum momento para se limpar – considerando a opinião do público que ele conseguiu matando “pessoas direitas, das piores formas,” é duvidoso que qualquer um das comunidades queira o barbear, enquanto ele estiver preso.

    Ou é mais provável que a já prometida, promessa de um salto no tempo significa que todos parecerão um pouco diferente. Após os eventos de All Out War, os quadrinhos The Walking Dead dão um salto de dois anos no futuro antes de começar o próximo capítulo e introduzindo os novos vilões Os Sussurradores. A nova showrunner Angela Kang prometeu que a série seguiria o mesmo curso, e Andrew Lincoln também com uma aparência diferente, como revelada nas imagens da semana passada.

    E você o que espera da próxima temporada de The Walking Dead mesmo com a saída de Maggie e Rick? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos nas principais redes sociais!

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    The Walking Dead: Andrew Lincoln, o Rick, sairá na 9ª temporada

    Hereditário: Por que você deve assisti-lo

    É interessante a necessidade dos críticos em encontrar um novo O Exorcista na era do cinema “pós-horror” – alcunha dada como subgênero do terror que causou grande polêmica. Sendo O Exorcista (1973) um filme que marcou a sua geração e um divisor de águas no gênero do horror, é constante a comparação de novas produções com o tão cultuado clássico do cinema.

    Hereditário, primeiro longa do roteirista e diretor Ari Aster, não fica atrás: já é considerado por muitos “um novo Exorcista”. Entretanto, será mesmo necessário traçar essa linha de comparação para enaltecer a ótima criação de Aster?

    cena Hereditário

    Hereditário conta a história de uma família disfuncional, com problemas tão reais que se tornam palatáveis para o espectador. Há, no aprofundamento dessas adversidades, a possibilidade de entendermos as fraquezas da estrutura familiar e como esses pontos fracos norteiam os acontecimentos até o ápice da produção. Nossa jornada no longa inicia com a morte da matriarca da família, mãe de Annie Graham (Toni Collette), após uma grave doença. Annie é casada com Steve (Gabriel Byrne) e possui dois filhos: Charlie (Milly Shapiro) e Peter (Alex Wolff), sendo Charlie a pessoa que tem maior proximidade a sua avó – tão próxima que foi alimentada no peito pela avó quando era pequena.

    Conforme acompanhamos a rotina da família, aprendemos mais sobre seus problemas individuais, fatos que mantém um distanciamento emocional entre todos. Esse distanciamento é fruto dos problemas familiares de Annie: Seu pai morreu de inanição, seu irmão se suicidou e sua mãe era extremamente abusiva e controladora – controle esse que Annie herda em sua totalidade. Essas lacunas em aberto, e outros acontecimentos que descobrimos ao longo da produção, mantém Annie distanciada emocionalmente de seu filho Peter, sendo Charlie o depósito de toda sua preocupação e amor.

    A forma como Ari Aster constrói a atmosfera de Hereditário é impressionante. Desde a simbologia até a trilha sonora – concebida magistralmente por Colin Stetson -, o diretor traz uma sensação de sufocamento constante para a produção, tendo seu alívio em momentos pontuais. É como se a audiência pudesse sentir, o tempo todo, o peso carregado pelos personagens, criando uma sensação de medo e urgência. A ideia de utilizar miniaturas para eternizar cada acontecimento da trama é outro ponto alto. Afinal, quer algo mais estranho do que casinhas de boneca com cenas bizarras dentro?

    Vale ressaltar o acerto de Aster na escolha do elenco. Toni Collette entrega, como sempre, uma excelente atuação, e será uma surpresa se ela não conseguir nenhuma indicação na temporada de premiações. Sua dedicação para o papel é brilhante e hipnotizadora, principalmente na forma como ela transita do drama para o extremo terror. Provavelmente, Hereditário não seria tão aterrorizante se não tivesse Collette no papel principal. A estreante Milly Shapiro e Alex Wolff também estão impecáveis em seus papéis e conseguem segurar bem a responsabilidade de atuar ao lado de alguém como Collette.

    Hereditário é um daqueles filmes que abrem portas para debates infinitos sobre o que o roteiro realmente quer nos mostrar. Ao mesmo tempo que seus acontecimentos podem ser interpretados como realidade, há uma linha aberta para interpretação ampla, deixando a cargo de cada um transformar o que viu em um significado distinto.

    Assim como Babadook e A Ghost Story, Hereditário instiga a reflexão sobre nossos próprios problemas e como esses problemas podem se tornar monstros que nos acompanham. A escolha de não tratarmos ou não resolvermos nossos dilemas – ou eternizá-los em pequenas maquetes e guardá-los em casa, por exemplo – auxilia a nos afundarmos mais e mais em nossas frustrações, transformando nosso dia a dia em algo incompleto e, por vezes, penoso.

    Está nas escolhas desafiadoras o grande mérito de Hereditário. Que sem dúvidas é uma grande produção que merece ser vista.

    Confira o trailer legendado:

    Hereditário está em cartaz nos principais cinemas do país. E você, já assistiu? Deixe seu comentário sobre seu ponto de vista do filme de Ari Aster e vamos trocar ideias!

    A propósito, não deixe de ler:

    É possível gostar de um filme sem entendê-lo por completo?

    Chronos: Limites do Tempo | DarkSide Books lança 2º livro da premiada trilogia de Rysa Walker

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    Em Chronos: Limites do Tempo, uma nova viagem pela História está marcada conquistar os fãs de viagens no tempo.

    Os leitores brasileiros embarcaram em um salto temporal com a DarkSide Books e voltaram para casa com lembranças que vão durar para sempre. Em Chronos: Viajantes do Tempo, primeiro livro da premiada trilogia de Rysa Walker, acompanhamos a história de Kate Pierce-Keller, que não só descobriu que possui um gene que a permite viajar no tempo, como também saltou para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família.

    Agora, em Chronos: Limites do Tempo, Kate está frente a frente com uma conspiração envolvendo os ciristas, um culto religioso que ameaça afetar o universo como o conhecemos ao fazer mudanças nas linhas temporais para aumentar sua rede de poder. Para impedi-los de alterar a realidade de maneira irreversível, ela foi incumbida de coletar todas as chaves Chronos através do tempo antes que elas parem nas mãos erradas.

    Tudo precisa ser detalhadamente planejado e nada pode dar errado: um movimento em falso e os ciristas descobrem seu plano, comprometendo o futuro de milhões de inocentes. Conforme Kate revela as camadas da mente doentia de seu avô, uma das principais figuras envolvidas na ascensão do culto, e as memórias aterrorizantes de quando foi perseguida pelo serial killer H.H. Holmes a atormentam, sua missão fica cada vez mais complexa. Os aliados são poucos, e qualquer um pode ser um espião.

    Em Chronos: Limites do Tempo, Rysa Walker faz o leitor presenciar momentos críticos e marcantes da história norte-americana: o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963; a Boston de 1905, onde o escapista Harry Houdini apresentava seus truques; e o interior do estado da Georgia, em 1938, onde as leis de segregação racial ainda eram uma triste realidade.

    Chronos: Limites do Tempo chega para arrebatar os leitores de todas as épocas e lugares em mais uma publicação da linha DarkLove, dedicada a revelar novas vozes femininas na literatura. Preparados para uma nova jornada?

    Sabrina: Confira primeiro pôster oficial da nova versão da série, pela Netflix!

    O primeiro poster oficial de Sabrina, a série da nova versão da Aprendiz de Feiticeira que será lançada na Netflix foi revelado!

    O criador da série Roberto Aguirre-Sacasa postou em seu Twitter uma imagem fazendo referência a nova série da Netflix. Enquanto a personagem titular é apenas uma silhueta, outro famoso personagem da série ocupa espaço no pôster: o gato de Sabrina, Salem. O mago que foi transformado em um animal doméstico como punição, tem sido a causa de muitas especulações entre os fãs, especialmente desde que Aguirre-Sacasa confirmou sua presença em fevereiro. O ator que emprestará sua voz a Salem ainda não foi confirmado.

    Confira o tuíte abaixo:

    [ATUALIZAÇÃO]

    De acordo com a assessoria da Netflix, a imagem trata-se de uma arte usada nas sacolas da San Diego Comic Con e não de um pôster oficial como muitos estão anunciando.

    [FIM DA ATUALIZAÇÃO]

    A série, que é baseada no quadrinho homônimo, por Roberto Aguirre-Sacasa, e ilustrada por Robert Hack, mostrará a vida de Sabrina, a bruxa adolescente em um estilo terror. A meio-bruxa, meio-mortal terá que conciliar sua vida de uma adolescente comum com uma vida de uma não tão normal adolescente que luta contra as forças do mal que ameaçam o mundo ao seu redor.

    A imagem promocional também indica que a série estreará logo. Enquanto a data exata de sua estreia não foi anunciada, esperamos que a série seja lançada ainda esse ano na Netflix. Sabrina já tem duas temporadas garantidas, com episódios de 20 minutos cada pela Netflix, e a espera entre os fãs que não vêem a hora de voltar para Greendale e ao mundo do ocultismo dos Spellmans.

    A série estrela a atriz Kiernan Shipka como Sabrina Spellman, Michelle Gomez como Mary Wardwell/Madame Satã, Jaz Sinclair como Rosalind Walker, Chance Perdomo como Ambrose Spellman, Lucy Davis como Hilda Spellman, Miranda Otto como Zelda Spellman, Ross Lynch como Harvey Kinkle e Richard Coyle como o Pai Blackwood.

    E você, está animado com a nova série da NetflixSabrina ainda não tem data de lançamento, por isso, fique de olho para mais novidades.

    Joker: Filme de origem com Joaquin Phoenix é oficializado pela Warner Bros.

    Nós estamos ouvindo há algum tempo, e agora temos a confirmação de que o filme de origem do Coringa, Joker da Warner Bros. tem sinal verde.

    De acordo com o The Hollywood Reporter, Joaquin Phoenix finalizou recentemente seu acordo para dar vida ao vilão clássico da DC. O ator vencedor do Oscar, sempre desconversou quando perguntado a respeito de seu envolvimento no projeto, apesar de sempre ter deixado claro que acha o personagem intrigante.

    O diretor de Se Beber Não Case, Todd Phillips dirigiram o filme standalone da DC, que é descrito como uma “exploração de um homem ignorado pela sociedade [que] não apenas é um estudo pé no chão do personagem, mas também uma história sobre a cautela,” que será “mais obscura e em um tom mais experimental” do que o estúdio está acostumado a fazer.

    O filme ainda não tem data de estreia prevista ainda, mas as gravações do filme terão início em Setembro em Nova York, e pode chegar aos cinemas em 2019.

    Já imagina Phoenix no papel do Príncipe do Crime? Não precisa mais imaginar, confira algumas artes dos fãs abaixo:

    Artes de Bosslogic:

    Joker by BossLogic
    Joker by BossLogic
    Joker by BossLogic
    Joker by BossLogic

    Arte do Reddit:

    Joker by Reddit
    Joker by Reddit

    Steve Ditko | Não é só de Stan Lee que vive a Marvel

    A Marvel Comics faz uma pausa para refletir sobre o falecimento do lendário Stephen J. Ditko, conhecido como Steve Ditko, e suas incríveis realizações como artista e criador. Steve, como era conhecido, foi um dos arquitetos originais do Universo Marvel e suas criações refletiam sua visão e filosofia únicas. Ele viveu até os 90 anos de idade.

    Vindo da Pensilvânia, o amor do jovem Steve Ditko por tirinhas se expandiu para histórias em quadrinhos por meio de personagens como BatmanThe Spirit de Will Eisner. Durante seu serviço no Exército dos EUA na Alemanha pós-guerra, ele começou sua carreira artística desenhando quadrinhos para o boletim do Exército e, após o fim de seu serviço militar, encontrou seu caminho na tutela de um de seus ídolos, o artista Jerry Robinson. No início dos anos 1950, o primeiro trabalho de Steve apareceu na imprensa: um conto de romance em Daring Love #1 da revista Gilmore e uma história de ficção científica em Fantastic Fears #6 da Farrell.

    Steve Ditko encontrou mais mentorias no célebre círculo da prolífica equipe de Joe Simon e Jack Kirby, e começou a se dedicar a histórias mais macabras e atmosféricas, que logo se tornariam sua especialidade. Trabalhando ao lado de um de seus ídolos, o artista Mort Meskin, Steve produziu mais trabalhos publicados, incluindo uma reportagem de 1953, que escreveu e assinou o livro Black Magic, de Simon e Kirby.

    Steve encontrou um “lar” na Charlton Comics a partir de 1954, o início de uma longa associação com a empresa. Lá, ele criou o personagem do Capitão Átomo com o escritor Joe Gill. Pouco tempo depois, Steve foi para a Atlas Comics, o precursor da Marvel, onde faria história.

    O primeiro trabalho de Steve Ditko na Atlas/Marvel apareceu em Journey Into Mystery #33, e de lá ele deixaria sua marca em títulos clássicos de ficção científica, terror e mistério, como Strange Tales, Amazing Adventures, Strange Worlds, Tales of SuspenseTales to Astonish. Mais tarde, Stan Lee rebatizou Amazing Adventures como Amzing Adult Fantasy (mais tarde Amazing Fantasy), a fim de mostrar os talentos de Steve sobre esses contos de fantasia curta. Em 1962, essa colaboração levou a um dos personagens de quadrinhos mais populares de todos os tempos.

    A introdução do Homem-Aranha em Amazing Fantasy #15 é um dos marcos da carreira de Steve Ditko e da história da Marvel Comics. Steve e Stan deram vida ao personagem Peter Parker, dando-lhe uma infinidade de traços pessoais e dicas visuais que se cimentariam nas mentes dos leitores em todo o mundo.

    O design de Steve Ditko para o traje do Homem-Aranha foi inovador e único. O personagem é identificável até mesmo ao ver qualquer pequena parte de sua figura, e desde que ele foi coberto da cabeça aos pés, o público mais amplo poderia se identificar pessoalmente com o personagem, porque o Homem-Aranha poderia ser qualquer um sob esse traje.

    Steve Ditko
    Homem-Aranha/Peter Parker por Steve Ditko

    Mais trabalho da Marvel seguiu para Steve Ditko, e enquanto o Homem-Aranha era o foco principal de seus esforços, ele também emprestou seus talentos para outros personagens da Casa das Ideias. Steve redesenhou a armadura do Homem de Ferro no design vermelho e dourado que o personagem ainda veste até hoje. Nos quadrinhos de Hulk, ele codificou as transformações de Bruce Banner no Hulk para ser uma função de sua raiva – antes disso, a transformação aconteceu de várias formas.

    steve ditko homem de ferro vs hulk

    É talvez com o Doutor Estranho, Mestre das Artes Místicas, que Steve expressou verdadeiramente seus impulsos visionários em um trabalho que antecedeu e influenciou o florescente mundo da arte psicodélica. As primeiras histórias do Doutor Stephen Estranho em Strange Tales só poderiam ter surgido da mente de Steve Ditko.

    steve ditko doutor estranho

    Depois de mais de quatro anos em Amazing Spider-man e outros títulos da Marvel, Steve saiu para trabalhar em Charlton e DC em meados da década de 1960. Ele criou e desenhou um bando de personagens durante o período, incluindo o Questão, o Besouro Azul, o Rastejante, e a dupla Rapina e Columba. Steve também se tornou um devoto da filosofia objetivista, que se tornaria uma referência muito importante em sua vida e obra.

    Voltando à Marvel em 1979, Steve trabalhou em livros como Homem-Máquina, Rom, o Cavaleiro do Espaço e Micronautas. Nos anos 90, Steve Ditko ajudou a criar novos personagens para a Marvel, incluindo Robert “Robbie” Baldwin, também é conhecido pelos codinomes Suplício e Speedball e Garota Esquilo.

    Evitando entrevistas ou publicidade, Steve continuou a trabalhar em seus próprios projetos pessoais. Embora ele tivesse sido o destinatário de inúmeros prêmios ao longo dos anos, ele havia recusado muitos deles, alegando que seu trabalho deveria falar por si.

    Steve foi um dos maiores talentos da história dos quadrinhos e um artista-escritor cuja visão incomparável produziu alguns dos trabalhos mais lendários de todos os tempos. A indústria dos quadrinhos foi mudada para sempre por sua imaginação e idéias.

    Essa cena lhe é familiar? Se não for, assista ao filme Homem-Aranha: De Volta ao Lar, da Marvel Studios.

    Confira outras páginas desenhadas por Steve Ditko:

    Steve, você conseguiu fazer com que seu trabalho fale por si como sempre desejou. Nós somos gratos por isso.