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    CRÍTICA | ‘Nintendo Switch Sports Resort’ – Diversão em família garantida na nova geração

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    Não é novidade que a Nintendo sempre buscou inovar nas formas de jogar. Muitos de nós lembramos da empresa exatamente por seus controles diferentões, consoles com propostas ousadas e, claro, pelo foco em movimento e jogatinas em grupo na sala de estar.

    Em 2018, quando tive meu primeiro Nintendo Wii, encontrei exatamente isso. Ao longo dos anos, adquiri alguns clássicos do console, entre eles o Wii Sports e o Wii Sports Resort. No começo, tudo é uma grande novidade, mas com o tempo é natural que o ritmo de jogo diário diminua. Isso não significa que os abandonamos; eles apenas assumem o papel daquele título sagrado que volta a rodar nas festas de Natal, Ano Novo e nos almoços de domingo em família.

    Agora que faz mais ou menos um ano que comprei meu Nintendo Switch 2, estava sentindo falta de uma experiência com essa mesma energia. Enquanto o Wii foi uma aquisição tardia para mim, o Switch 2 eu fiz questão de garantir o quanto antes. É ótimo ver o console recebendo novidades mensais, e o destaque da vez é Nintendo Switch Sports Resort.

    Lançado no dia 1º de outubro de 2026, como exclusivo do novo console, o jogo tem a missão de trazer de volta a magia do Sports Resort original, mas com melhorias e novidades muito bem-vindas.

    Agradecemos à Nintendo Brasil pelo envio da chave para a produção desta crítica.

    O melhor do estilo?

    Nintendo Switch Sports Resort

    Este é o quinto título da franquia. Tudo começou com o Wii Sports em 2006, seguido pelo Wii Sports Resort em 2009. Depois, tivemos o Wii Sports Club para o Wii U em 2013, o Nintendo Switch Sports em 2022 e, agora, a estreia da série no Nintendo Switch 2.

    Nintendo Switch Sports Resort chega totalmente localizado em PT-BR. O visual recebeu uma atualização gráfica caprichada, deixando o jogo muito bonito, acompanhado de uma trilha sonora leve e divertida. Temos 12 modalidades disponíveis no lançamento, e torço para que atualizações futuras tragam ainda mais esportes, desafios e customizações.

    Além da óbvia evolução gráfica impulsionada pelo novo hardware, recebemos modos inéditos. Agora podemos usar uma corda virtual de pular como aquecimento, e modalidades como Skate e Luta de Polegares marcam presença. No Skate, o jogo faz uso inteligente do “modo mouse” do controle do Switch 2; conforme avançamos, habilitamos novas pistas e podemos tanto apostar corridas quanto curtir sessões livres.

    A maioria dos esportes traz mecânicas extras. No boliche, por exemplo, é possível adicionar obstáculos na pista. Algumas dessas adições funcionam melhor que outras, mas trazem uma camada bem-vinda de frescor. As partidas, no geral, são rápidas. Boliche, Golfe e Tiro com Arco são os mais cadenciados da lista, mas passam longe de ser cansativos.

    A jogabilidade base exige apenas um Joy-Con, mas alguns esportes pedem o uso do par. A boa notícia para quem tem o console antigo é a retrocompatibilidade: você pode parear os Joy-Cons originais do primeiro Switch sem problemas — algo que fiz bastante enquanto não compro um segundo par do novo modelo. Vale notar que o Boxe, por exemplo, exige o uso de Joy-Cons duplos (sejam da geração 1 ou 2), não sendo compatível com o Pro Controller.

    Lista de jogos disponíveis

    Nintendo Switch Sports Resort
    • Tênis
    • Boliche
    • Tiro com Arco
    • Boxe
    • Voleibol
    • Tênis de Mesa
    • Basquete
    • Golfe
    • Luta de Polegares
    • Avião a Hélice
    • Skate
    • Motonáutica

    Multiplayer Local e Online

    Nintendo Switch Sports Resort

    Este é, na essência, um jogo de sofá perfeito para reunir amigos e familiares. Porém, sabemos que hoje em dia é mais difícil juntar todo mundo com frequência. É aí que o robusto modo online faz toda a diferença.

    O multiplayer local brilha como sempre, mas agora cada modalidade possui disputas online ranqueadas. Além disso, o jogo oferece um “modo campanha” chamado Coroa da Ilha, onde enfrentamos a CPU para subir de ranking (começamos no nível 20 e vamos progredindo). É um modo excelente para treinar offline, podendo ser jogado sozinho ou em dupla.

    Personalização e Progressão

    Finalmente tivemos uma repaginada nos avatares. Os novos modelos de personagens são muito mais bonitos e detalhados. Na criação de perfil, além de rosto, pele e cabelo, podemos alterar roupas, equipamentos, títulos e o banner de exibição. Se a nostalgia bater forte, o jogo ainda permite usar rostos no clássico formato Mii — testei e ficou bem cômico, mas admito que preferi o design atualizado.

    O sistema de recompensas funciona bem. Ao concluir desafios nas partidas ou progredir no modo Coroa da Ilha, ganhamos troféus e pontos. Esses pontos são usados para roletar itens cosméticos em banners (no estilo “gacha” sem dinheiro real). Existe um banner mensal e outros com rotatividade mais curta, sempre utilizando apenas os créditos ganhos in-game. Ou seja: basta jogar para desbloquear roupas e equipamentos novos.

    Vale a pena?

    Nintendo Switch Sports Resort me divertiu bastante e tem tudo para garantir boas risadas por muito tempo. Considero-o o ápice desse estilo de jogo até o momento. As novidades de gameplay, os gráficos atualizados e a excelente localização justificam a existência do título no novo console.

    Disponível por R$ 279,90 na eShop brasileira, é um alívio ver que ele não chegou custando o preço cheio dos grandes lançamentos (R$ 389,90). Não é exatamente uma pechincha, mas o investimento compensa se você gosta da proposta.

    Se você quer levantar do sofá, dar uma variada no sedentarismo gamer, ou simplesmente precisa daquele jogo “coringa” para colocar a visita para interagir na sala, Sports Resort é uma recomendação fácil. Seja no multiplayer local ou subindo os ranques online, a diversão é garantida.

    Confira o trailer do jogo:

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    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRÍTICA: Final Fantasy Resonance é deleite narrativo e visual em HD-2D

    Poucos games da franquia Final Fantasy me prenderam como Final Fantasy VII e, subsequentemente, seu remake lançado muitos anos mais tarde. Para minha surpresa, Final Fantasy Resonance me fez mergulhar em seu mundo por pouco mais de 30 horas. Com uma história direto ao ponto, revisitamos o primeiro arco de Final Fantasy Brave Exvius, desta vez deixando de lado o fator gacha do game lançado em 2015 para celulares.

    Aqui, acompanhamos a jornada de Rain, Lasswell e Fina na tentativa de impedir que os Sworn Six destruam os cristais elementais que mantêm aquela realidade funcionando perfeitamente.

    Os Sworn Six têm um passado complicado com a história deste mundo. Setecentos anos antes de Rain, Lasswell e até mesmo Fina, os seis grandes vilões do jogo tentaram destruir tudo de uma vez por todas, mas foram impedidos pela Arquimaga. Conforme as eras se passaram, a lenda se manteve. Os Sworn Six foram há muito esquecidos, mas a lenda de que os cristais elementais devem ser mantidos em segurança permanece.

    Com um visual HD-2D encantador, o que ficou anteriormente conhecido como o arco de “Lapis” agora ganha sua versão definitiva. Em Resonance, acompanhamos Rain, Lasswell e todos os membros de sua party em viagens muito íntimas. Mas mais do que isso, retornamos às origens da franquia. Um RPG divertido, recompensador e, acima de tudo, com o coração no lugar.

    Agradeço à Square Enix por ter nos enviado a chave para produção deste conteúdo.

    História e mecânicas

    Final Fantasy Resonance

    Como o game não está localizado em português, tomei a liberdade de traduzir alguns dos títulos. Os Sworn Six, aqui, serão conhecidos como os Seis Juramentados. A jornada no tempo presente tem início quando a história de Rain e Lasswell esbarra na terrível missão do grupo inimigo. Os vilões imponentes tentam obter êxito na empreitada do passado, que consiste em destruir todos os cristais.

    Em meio a toda turbulência que a dupla irá enfrentar, eles precisam cumprir seus deveres como cavaleiros do Reino de Grandshelt. Ao longo de sua jornada, a dupla, junto de Fina, encontra amigos improváveis como Lid, Nichol, Jake e Sakura. Todos os quatro possuem um papel importante em nossa profunda imersão neste mundo, seja enfrentando os perigos que os Seis Juramentados apresentam ou até mesmo o totalitarismo de um reino cuja compreensão de avanço se dá apenas por seu desenvolvimento armamentista.

    Final Fantasy Resonance

    Com apenas quatro membros na party, nossos personagens podem carregar consigo pelo menos uma “Visão”. Essas visões oferecem aos jogadores habilidades únicas de figuras icônicas da franquia Final Fantasy, indo desde os rostos mais conhecidos, como Cloud, Tifa e Aerith, até outros menos lembrados pelo público geral, como Cecil ou mesmo o Guerreiro da Luz de Final Fantasy I.

    O ponto brilhante aqui é a nossa capacidade de combinar os mais diversos poderes elementais entre os personagens da party e suas respectivas visões.

    Outro ponto alto, é a possibilidade de coletar summons, ou melhor, espers pelo mundo do game. Fina é capaz de invocar para o combate summons clássicos como Ifrit, Shiva e muitos outros. Ouso dizer que essa variedade tática talvez tenha sido o que mais me prendeu durante a campanha.

    RPG nos moldes clássicos, dinâmicas refeitas

    Final Fantasy Resonance

    Explorar o mundo de Final Fantasy sempre teve um sabor singular em cada um de seus universos. Aqui, no mundo de Resonance, a travessia se faz feliz ao nos permitir viajar por meio de viagens rápidas por toda a extensão do mapa. A navegação montada em um Chocobo nos dá ainda mais liberdade e velocidade quando o assunto é explorar as regiões a fundo.

    Com o fim da dinâmica de gacha, existe espaço para que o jogo cresça das mais diferentes formas, e uma delas é nos oferecer um conforto maior, acabando com a antiga maneira predatória de obter as cobiçadas Visões.

    Agora, é certo dizer que cada uma das visões que desbloqueamos já nasce com o impacto e a utilidade de um ranking SS.

    Outras evoluções giram em torno da remoção de mecânicas de games mobile, como a energia diária, e de um rebalanceamento no poder dos inimigos, que quase nunca exigem grinding ou, como no passado, a necessidade de gastar dinheiro real para conseguir avançar. Estes e alguns outros ajustes fazem com que Resonance tenha uma sobrevida e um ritmo muito superiores em relação ao game original de celular.

    O visual HD-2D é um espetáculo à parte que muda ocasionalmente, especialmente quando usamos o ataque ultimate de certos personagens e visões. O poder mais forte de Cloud, por exemplo, é renderizado completamente em 3D, o que confere à experiência uma camada visual envolvente e muito dinâmica.

    Os aspectos dos RPGs tradicionais ainda estão lá, exigindo que itens como armaduras, armas e habilidades sejam escolhidos com cuidado a fim de avançar pelo mundo sem maiores problemas.

    Veredito

    Final Fantasy Resonance

    O arco da jornada de Rain, Lasswell, Fina e sua party revela algo muito singular que a Square Enix parece estar resgatando nos últimos anos. Com o avanço e o crescimento da franquia Final Fantasy, a desenvolvedora parece ter encontrado um caminho a seguir, mostrando como o futuro pode ser ainda mais brilhante do que o que vinha sendo feito no passado.

    Seja por nos entregar um épico como Final Fantasy XIV: Endwalker, provando o salto evolutivo colossal do gênero desde os tempos de Final Fantasy XI, ou por ter a ousadia de reescrever a própria história na trilogia Remake de Final Fantasy VII, a série demonstra repetidamente que a sua era de ouro não está restrita ao passado. É exatamente nesse cenário de força e reverência ao próprio legado que Final Fantasy Resonance encontra o terreno perfeito para resgatar as origens e fincar suas raízes.

    O resultado final é uma experiência obrigatória não apenas para os veteranos saudosos da era de 16 bits, mas para qualquer apreciador de boas narrativas. Ao libertar um excelente roteiro das amarras comerciais e estruturais dos smartphones, a Square Enix entregou um dos RPGs mais cativantes e mecanicamente justos de seu catálogo recente. Final Fantasy Resonance prova, em definitivo, que grandes aventuras sempre merecem ser imortalizadas nos consoles.

    Confira o trailer do game:

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    Melhores agências de conteúdo digital: quem oferece as estratégias mais completas

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    Hoje em dia, produzir conteúdo digital vai muito além da manutenção de blogs e redes sociais. 

    As marcas precisam disputar espaço nos mecanismos de busca, responder às dúvidas do público e adaptar suas mensagens a diferentes canais sem perder consistência.

    Uma estratégia boa e completa depende da integração entre pesquisa, planejamento, produção, distribuição e análise de resultados. 

    Quando essas etapas funcionam separadamente, a empresa corre o risco de acumular publicações sem uma direção editorial definida ou sem saber quais materiais contribuem para seus reais objetivos.

    A escolha da agência precisa considerar o que cada equipe consegue executar e como seus serviços se conectam. 

    Confira sete opções com diferentes especialidades em conteúdo e marketing digital.

    Ranking das melhores agências de conteúdo digital

    1. NP Digital

    A NP Digital integra conteúdo, SEO e outras frentes de marketing para aumentar a presença digital das marcas. Sua atuação permite relacionar decisões editoriais a oportunidades de busca, aquisição e conversão.

    • Escopo de atuação: marketing digital, SEO, conteúdo, mídia paga e análise de dados.
    • Principais serviços: estratégia de conteúdo, SEO técnico e on-page, GEO, inbound marketing, CRM e análise de desempenho.
    • Diferencial competitivo: conectar conteúdo a diferentes canais de aquisição, considerando intenção de busca e objetivos comerciais.
    • Perfil de cliente ideal: médias e grandes empresas que precisam integrar diferentes frentes de marketing.
    • Ponto de destaque: atuação em SEO e GEO, com estratégias voltadas à visibilidade em buscadores e mecanismos generativos.

    2. Agência Borda

    A Agência Borda combina marketing digital e desenvolvimento web. Essa estrutura atende empresas que precisam organizar a comunicação e os canais em que o conteúdo será publicado, desde o site institucional até as páginas de campanhas.

    • Escopo de atuação: marketing digital, desenvolvimento web, identidade visual e conteúdo.
    • Principais serviços: produção de conteúdo digital, gestão de redes sociais, SEO, criação de sites, landing pages e tráfego pago.
    • Diferencial competitivo: reunir conteúdo, criação visual e desenvolvimento em uma mesma operação.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que estão estruturando sua presença digital ou reformulando seus canais.
    • Ponto de destaque: integração entre produção de conteúdo, otimização de sites e desenvolvimento de páginas.

    3. NAU Conteúdo

    A NAU Conteúdo trabalha com estratégia criativa, planejamento e gestão de conteúdo para diferentes canais. Seu portfólio inclui redes sociais, blogs, sites, SEO, conteúdo editorial e produção audiovisual.

    • Escopo de atuação: estratégia criativa e produção de conteúdo para empresas de diferentes segmentos.
    • Principais serviços: mídias sociais, blogs, sites, SEO, conteúdo editorial e audiovisual.
    • Diferencial competitivo: combinar análise de dados e criação para orientar a comunicação em formatos distintos.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam organizar a linha editorial e manter uma produção recorrente.
    • Ponto de destaque: variedade de formatos, com possibilidade de trabalhar conteúdos escritos e audiovisuais dentro da estratégia editorial.

    4. Agência Contatto

    A Agência Contatto reúne produção de conteúdo, redes sociais, assessoria de imprensa e marketing de influência. O modelo amplia o trabalho para além dos canais próprios e inclui ações voltadas à divulgação e à reputação das marcas.

    • Escopo de atuação: comunicação integrada, produção de conteúdo e relacionamento com a imprensa e influenciadores.
    • Principais serviços: conteúdo, gestão de redes sociais, assessoria de imprensa e marketing de influência.
    • Diferencial competitivo: aproximar a produção editorial de ações de divulgação externa, conectando diferentes frentes de comunicação.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam coordenar conteúdo, presença social e relacionamento com a mídia.
    • Ponto de destaque: atuação integrada por meio de frentes especializadas em imprensa, mídias, creators e conteúdo.

    5. Imédia

    A Imédia conecta conteúdo a áreas como SEO, inbound marketing, vendas e análise de dados. O trabalho considera o posicionamento da marca e a função de cada material dentro da comunicação, em vez de priorizar apenas a frequência das publicações.

    • Escopo de atuação: estratégia editorial, conteúdo, SEO, comunicação e marketing digital.
    • Principais serviços: planejamento editorial, artigos, redes sociais, e-mails, newsletters, materiais ricos, roteiros e análise de desempenho.
    • Diferencial competitivo: planejar, produzir e distribuir conteúdos considerando os objetivos do negócio e a função de cada canal.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam integrar conteúdo a diferentes etapas do relacionamento com o público.
    • Ponto de destaque: adaptação de temas para blog, redes sociais, e-mail e materiais comerciais, preservando a finalidade de cada formato.

    6. Seonet

    A Seonet trabalha com marketing de conteúdo e SEO, utilizando pesquisa de palavras-chave e análise de público para orientar a produção. A estratégia considera oportunidades de busca e indicadores ligados à presença orgânica.

    • Escopo de atuação: marketing de conteúdo, SEO e aquisição digital.
    • Principais serviços: planejamento de conteúdo, calendário editorial, redação SEO, copywriting, conteúdo para redes sociais e relatórios.
    • Diferencial competitivo: relacionar a escolha de pautas à intenção de busca e às oportunidades identificadas na análise do mercado.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que buscam ampliar o tráfego orgânico e atrair visitantes com interesse em seus produtos ou serviços.
    • Ponto de destaque: integração entre planejamento editorial, otimização de páginas e acompanhamento de resultados.

    7. Meu Redator

    A Meu Redator atende empresas que precisam de produção textual recorrente e diferentes tipos de materiais. Seu catálogo inclui conteúdos voltados à busca orgânica, conversão, comunicação institucional e geração de leads.

    • Escopo de atuação: produção de conteúdo, redação especializada e marketing de conteúdo.
    • Principais serviços: artigos para blog, e-books, descrições de produtos, e-mail marketing, textos institucionais, revisão e vídeos animados.
    • Diferencial competitivo: oferecer diferentes modalidades de produção conforme o objetivo do conteúdo e o volume de demanda.
    • Perfil de cliente ideal: empresas com grande volume de textos e equipes que precisam terceirizar parte da produção.
    • Ponto de destaque: variedade de entregas, com materiais que atendem desde SEO até comunicação comercial e institucional.

    O que uma estratégia completa de conteúdo digital deve incluir

    Uma operação de conteúdo precisa conectar cada etapa a um objetivo definido. Na escolha de uma agência de conteúdo digital, considere alguns pontos:

    • Planejamento: definir metas, público, canais prioritários e indicadores de desempenho.
    • Definição de pautas: pesquisar palavras-chave, dúvidas dos consumidores e assuntos relevantes para o negócio.
    • Produção: criar textos, roteiros e outros materiais alinhados à estratégia e à identidade da marca.
    • Revisão: conferir informações, linguagem, estrutura e requisitos de SEO antes da publicação.
    • Distribuição: organizar a publicação e as ações de divulgação nos canais contratados.
    • Diferentes formatos: adaptar os temas para blogs, redes sociais, e-mails, vídeos e materiais ricos.
    • Análise de desempenho: acompanhar tráfego, alcance, engajamento, leads ou conversões conforme os objetivos definidos.

    Conclusão

    As agências apresentam combinações diferentes de conteúdo, SEO, desenvolvimento web e comunicação. 

    A NP Digital integra conteúdo e aquisição; a Borda combina produção e desenvolvimento; a NAU trabalha com estratégia criativa; a Contatto inclui imprensa e influência; a Imédia conecta conteúdo a outras frentes de marketing; a Seonet prioriza busca orgânica; e a Meu Redator atende demandas variadas de produção.

    A decisão depende das necessidades da empresa e das etapas que precisam de apoio externo. 

    Uma estratégia integrada facilita a gestão editorial, reduz a fragmentação das entregas e aproxima conteúdo, distribuição e análise de resultados dentro da comunicação digital.

    CRÍTICA | Just Dance: Decades of Hits – Uma viagem musical pelas gerações

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    Just Dance: Decades of Hits foi lançado no dia 13 de setembro para PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch. Para os futuros donos do Nintendo Switch 2, a versão atualizada chegará no dia 10 de novembro, sem custos adicionais.

    Este é um título da Ubisoft, e agradecemos o envio da chave para a produção deste conteúdo.

    A nostalgia está em alta

    Just Dance

    Esta nova versão busca trazer um forte apelo nostálgico com uma verdadeira viagem no tempo, apresentando 35 músicas que marcaram seis décadas diferentes. Entre as faixas, temos sucessos como “Crocodile Rock” de Elton John, “Into the Groove” de Madonna e “Wannabe” das Spice Girls, cobrindo os anos 1970, 1980, 1990, 2000, 2010 e 2020.

    Just Dance é uma franquia de sucesso absoluto. Enquanto outros jogos com foco musical, como Guitar Hero e Rock Band, acabaram perdendo força ao longo dos anos, Just Dance se mantém firme e relevante. Isso se deve não apenas ao repertório nostálgico, mas também à facilidade de jogar e de apresentar o game a novos públicos. É aquele título que todo mundo já sabe que vai garantir a diversão em reuniões de família ou encontros com amigos.

    A mecânica continua super acessível: usando o controle do console ou o próprio smartphone para captar os movimentos, basta acompanhar os personagens e ícones na tela para aprender a coreografia. Enquanto a música rola, os pontos são somados e, no final, descobrimos quem conseguiu o melhor desempenho.

    Novidades na pista!

    Just Dance

    Um diferencial bacana desta edição é o modo campanha, que pode ser jogado sozinho ou com amigos. A história é simples e direta, sem textos extensos, mantendo o ritmo da jogatina ágil.

    Nossa protagonista, Lyra, está em uma missão para resgatar o Dr. Gigavolt. Para isso, ela precisa viajar no tempo, passando por décadas com temáticas únicas. O jogador avança dançando as músicas de cada época, respondendo a quizzes temáticos e navegando por um hub para selecionar faixas e desafios. Conforme progredimos, também desbloqueamos novos personagens e itens cosméticos para o perfil.

    Tudo em um só lugar

    Just Dance

    Se você gosta de manter sua biblioteca de jogos e faixas organizada, Just Dance agora facilita muito esse processo. Quem possui as edições de 2023 a 2026 poderá visualizar todas as músicas em um menu dedicado, centralizando o conteúdo.

    Além disso, assinantes do serviço Just Dance+ podem integrar seus pacotes adquiridos neste mesmo menu e criar playlists personalizadas da forma que preferirem. Embora algumas dessas funções já estivessem presentes em versões anteriores, a atenção extra à organização geral dá uma ótima sensação de ordem, ajudando bastante na hora de encontrar rapidamente aquela música específica para mostrar para a galera na sala.

    Algumas das músicas presentes neste título:

    • Anos 70: “Mamma Mia” – ABBA
    • Anos 80: “It’s Tricky” – Run-D.M.C.
    • Anos 90: “Wannabe” – Spice Girls
    • Anos 2000: “Bye Bye Bye” – *NSYNC
    • Anos 2010: “Turn Down for What” – DJ Snake & Lil Jon
    • Anos 2020: “NUEVAYoL” – Bad Bunny

    Vale a pena?

    Just Dance

    Para os fãs assíduos de Just Dance, adquirir a nova versão certamente já está no radar. O repertório focado em seis décadas diferentes torna o jogo extremamente versátil para grupos. As músicas mais recentes atraem os mais novos, enquanto os clássicos garantem que tios, pais e avós também entrem na brincadeira durante o almoço de domingo ou nas festas de fim de ano.

    Entretanto, tirando o novo modo campanha e a repaginada na organização da interface, o núcleo da experiência não traz grandes inovações. Vale colocar na balança se essas adições fazem diferença suficiente para você neste momento.

    A versão base do jogo sai por R$ 199,90, a Deluxe por R$ 249,99 e a Ultimate por R$ 349,99. É importante também prestar atenção nas particularidades de cada plataforma. Jogando no Nintendo Switch, o foco é totalmente na diversão sem a pressão de achievements, mas os caçadores de troféus no PlayStation precisam ficar atentos, pois pode ser necessário ter as demais versões do jogo atreladas para buscar a platina.

    A jogabilidade com os Joy-Cons continua fluida e responsiva, mas o uso do celular se mantém como uma ótima alternativa acessível. Com a atualização gratuita e aprimorada chegando para o Nintendo Switch 2 em novembro, a experiência de captação e performance promete ficar ainda mais interessante para a sala de estar.

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA | Stupid Never Dies é comédia romântica em games

    Nem todo romance adolescente é sobre um carinha tímido lutando pela atenção da garota descolada. Às vezes, é só um zumbi bem fraquinho que se apaixona e nem sabe se tudo vai dar certo, como em Stupid Never Dies.

    O RPG de ação 3D é o título de estreia do estúdio GPTRACK50 Inc., financiado pela NetEase Games e presidido pelo ex-funcionário da Capcom Hiroyuki Kobayashi. Seu lançamento ocorreu em 21 de outubro para PlayStation 5 e computadores, via loja digital Steam.

    A história de Stupid Never Dies acontece após um apocalipse iniciado com a chegada de monstros poderosos. Neste cenário, existe Davy, o zumbi mais fraco deste mundo, que, ao consumir um estranho ovo brilhante, ganha a habilidade de absorver os poderes e as memórias de outros monstros que derrotar.

    Stupid Never Dies é um jogo divertido e descompromissado, e vemos esses dois conceitos muito bem distribuídos entre todos os elementos do jogo. Apesar disso, entrega um desafio bem interessante porque possuí elementos de roguelite, ação no formato hack and slash, e considero uma experiência bem equilibrada em sua totalidade.

    Diferentemente dos jogos atuais que buscam uma estética altamente realista, encontramos algo muito semelhante ao estilo pop punk que fez muito sucesso nos anos 2000, com muitas cores e sem seguir um padrão artístico tradicional.A utilização do cel shading sem contornos em preto evidencia isso. Assim, tudo que está em 3D no jogo ganha um aspecto muito mais caricato e psicodélico.

    Ainda nesse tópico, é muito interessante como, por meio dessa técnica, ganhando um aspecto cartunesco, próximo de um fanzine. Além disso, essa abordagem se harmoniza com o tom do enredo, pois realça o aspecto de humor e jovialidade.

    Divertido e desafiador

    A jogabilidade segue o formato de masmorra, com exploração e um foco muito maior no combate e na progressão de nível dentro da fase. A gameplay fica muito divertida quando Davy consome o núcleo de um inimigo de elite para adquirir suas habilidades.

    Ao todo, existem 11 transformações, que vão desde o Lobisomem, cujo foco é a velocidade, Golem, para resistência, até o Demônio, cujo poder é devastador. Além disso, essas mudanças não afetam apenas a forma de jogar, como também têm a utilidade de garantir passagem para locais especiais na masmorra.

    Ao fim de cada fase, o jogador perde todas as melhorias, a história avança e você segue para a masmorra seguinte. Essa progressão pode parecer entediante sob uma certa perspectiva, porque sempre voltamos ao zero.Entretanto, esse elemento diverte por permitir a exploração de cada transformação da melhor forma possível.

    Apesar de o avanço pelas fases ser um pouco repetitivo, Stupid Never Dies entrega um desafio bem satisfatório quando se trata das lutas contra os chefes. Ao final de cada dungeon, o inimigo máximo surge, e eles têm padrões de ataque próprios, proporcionando lutas emocionantes e sendo um dos pontos altos da gameplay.

    Uma comédia romântica jogável

    A narrativa é divertida porque apresenta a primeira reviravolta assim que começamos, quando descobrimos que Davy está encarando tudo isso por Julia, uma garota congelada por quem o zumbi se apaixonou. Por causa disso, uma jornada que poderia ser qualquer história de terror de sobrevivência ganha um contorno de comédia romântica ao melhor estilo Meu Namorado é um Zumbi.

    Além de todos os elementos visuais, narrativos e de jogabilidade, Stupid Never Dies também é interessante porque é possível alcançar mais de um final. Em resumo, é muito interessante jogar novamente para explorar todos os desfechos possíveis.

    Stupid Never Dies é uma experiência divertida e descontraída que, simultaneamente, consegue ser desafiadora. Sendo assim é possível considerar uma estreia muito interessante do estúdio GPTRACK50 Inc. no mercado de games.

    Confira o trailer de Stupid Never Dies:

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    CRÍTICA: ‘Marvel’s Wolverine’ não é tão ruim, mas não faz jus ao legado da Insomniac

    Alguns dos elementos ligados ao Wolverine podem ser extremamente interessantes, principalmente no que tange à sua longevidade e ao fato de ele já ter vivido algumas vidas dentro de uma única existência. A Insomniac, em sua última empreitada, pareceu querer nos apresentar um recorte bem específico da vida do personagem, um “slice of life”, como dizem na cultura pop.

    ​Sendo bem diferente do que já vimos nas séries animadas, filmes e afins, o game do estúdio responsável por uma das melhores adaptações do Homem-Aranha nos lança em uma jornada de um Logan bastante particular.

    ​Integrando um Esquadrão X formado por Nathaniel Essex, Mística, Dentes-de-Sabre e outros, mergulhamos em um universo muito próprio.

    ​Porém, falhando em apresentar gameplay e narrativa verdadeiramente diversas, Wolverine se debruça, em quase toda a sua duração, em um combate e inimigos repetitivos ao longo de suas pouco mais de 17 horas.

    ​Gameplay e narrativa

    ​O combate de Wolverine se limita, em grande parte, à árvore de habilidades e aos poderes que ganhamos ao longo do caminho. Avançar pela jornada do game, bem como explorar cada um dos níveis, pode ser extremamente maçante e repetitivo.

    ​Um dos grandes problemas do jogo se dá pelo fato de tudo ser muito mastigado, principalmente a exploração. Apesar de o combate ser desafiador tanto nos níveis comuns quanto nos estágios de combate das “Portas do Pesadelo”, as grandes boss battles contra Sentinelas, Ômega Red e até mesmo o Dentes-de-Sabre (que, assim como em Spider-Man, mantêm os nomes originais em inglês: Omega Red e Sabretooth) são bem satisfatórias.

    ​Avançar pela história, contudo, pode ser pesaroso.

    ​Experienciei alguns bugs que me forçaram a dar um reload em diversos momentos. A necessidade de reiniciar para conseguir interagir com um item, acionar uma cutscene ou simplesmente fazer a missão progredir deixa claro que o game precisava de mais tempo de polimento antes do lançamento.

    ​Para piorar, o problema vai além do aspecto técnico: uma premissa simples e linear tira toda a emoção do que poderia vir a ser, de fato, uma grande história do personagem.

    ​Não quero parecer extremamente crítico, mas a Insomniac parece ter deixado de lado elementos que tornariam Wolverine infinitamente superior. Uma estrutura narrativa contada em várias eras, cujo mote principal culminasse nos dias atuais, por exemplo, seria incrível.

    ​Somado a isso, a presença de figuras como Jean Grey e os Morlocks parece subaproveitada, fazendo com que personagens com jornadas tão profundas soem superficiais.

    ​Marvel’s Wolverine é ruim?

    ​O game está distante de ser o desastre total propagado pela internet. Porém, longe de entregar uma experiência profunda, Wolverine pode soar maçante, tedioso e, no fim das contas, transparecer uma falta de coração no cerne de sua história.

    ​Logan, por outro lado, exibe uma dualidade muito única, característica de suas melhores versões. Ainda assim, esta interpretação em específico se distancia do padrão da cultura pop: enquanto em outras mídias o carcaju raramente dá brecha para aproximações, no game da Insomniac ele parece querer apenas ser amado e aceito por quem é.

    ​Por mais piegas que essa observação possa soar, essa parece ser a verdade da entrega.

    ​O trabalho de captura de movimentos de Liam McIntyre faz dele um bom Wolverine. Mas, como a história por si só parece ruir em momentos específicos, resgatar outros pontos positivos se torna uma tarefa difícil.

    ​Veredito

    ​Dada a sua classificação indicativa para maiores de 18 anos, era esperado que o game trouxesse tudo o que define o personagem: muito sangue, fúria e gore.

    ​Contudo, o que deveria ser divertido e variado acaba se tornando um dos aspectos mais frustrantes do jogo. A exploração, como citada anteriormente, é simplesmente jogada na tela por meio de um rastro azul.

    A habilidade de faro de Wolverine, em vez de criar uma mecânica instigante, quebra a imersão ao nos guiar por uma nuvem colorida direto até o objetivo. Isso sem falar nos itens colecionáveis espalhados pelos cenários, quase sempre destacados à distância no mapa.

    ​Os níveis até tentam simular áreas de exploração no estilo “Open bairro”, mas não passam disso. Ainda que desanimadora, essa movimentação vertical e horizontal é prejudicada pela falta de esmero dos desenvolvedores, que falham em instigar no jogador a vontade de vasculhar os cenários.

    ​À medida que prosseguimos, quando a árvore de habilidades de Logan já está praticamente completa, o game deixa de ser desafiador ou recompensador. A Insomniac entrega tudo fácil demais, presenteando o jogador com habilidades extremamente apelativas que transformam Logan no Deus Ex da própria história: a solução imediata para todos os problemas que a própria jornada tentou criar.

    ​No final das contas, Marvel’s Wolverine não chega a ser um desastre completo, mas passa longe do padrão de excelência que consagrou a Insomniac na indústria. É um título mediano que diverte em combates pontuais e na caracterização do seu protagonista, mas tropeça em um game design datado, na exploração engessada e no ritmo truncado.

    Para os fãs mais fervorosos do carcaju, vale a jogatina em uma boa promoção; para quem esperava o mesmo patamar de Spider-Man, fica o gosto amargo de um potencial que claramente não foi atingido.

    Confira o trailer do game:

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