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    CRÌTICA| Metal Gear Master Collection Vol.2 celebra a grandiosidade deste universo

    Metal Gear é uma das franquias mais importantes do universo dos games e, em 2023, foi lançada a primeira parte de uma coletânea que celebra essa história. Em 27 de agosto, chegou a segunda, com uma nova leva de títulos.

    A Metal Gear Master Collection Vol. 2 contém as versões remasterizadas de Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots (2008), Metal Gear Solid: Peace Walker (2010) e Metal Gear Solid: Ghost Babel (2000). Essa coletânea está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch e Switch 2.

    Todos os jogos foram desenvolvidos pela Kojima Productions, liderada por Hideo Kojima, e a publicação pela Konami, responsável pelo relançamento neste formato.

    A coletânea, além dos jogos, contém diversos extras muito interessantes, como trilha sonora dos títulos, art book e arquivos sobre a lore do jogo.

    A espionagem através das eras dos games

    É muito interessante que, após jogar três títulos de gerações, plataformas e formatos distintos, perceber que Hideo Kojima sempre consegue entregar uma história em cada um deles. Os temas políticos, morais e até mais abstratos estão intrínsecos em toda a franquia, e isso mostra que nem sempre é necessário um espetáculo visual para contar uma história.

    Este volume da coletânea chega com um desempenho muito melhor do que o ocorrido no lançamento anterior. Sem bugs de cenário, queda de frames ou alguma discrepância visual que vá atrapalhar a experiência de revisitar qualquer um dos títulos. Além disso, telas de carregamento mais rápidas, quadros em um FPS melhor e tornando a experiência divertida.

    Obviamente, o jogo que vai ressaltar aos olhos é Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, um clássico moderno que as gerações atuais até então não conheciam. Esse título já foi um dos nossos temas do Jogo Véio, nosso quadro sobre jogos antigos.

    Mesmo que o grande destaque seja a última aventura de Solid Snake, Peace Walker também é uma experiência muito interessante de revisitar. Seu lançamento inicial ocorreu para os games portáteis, e esse trabalho de remasterização tornou tudo muito mais moderno.

    Dos grandes consoles aos portáteis

    Isso também se aplica a Metal Gear: Ghost Babel, um jogo de Game Boy Color que não foi acessível para muitos gamers. Apesar de serem títulos antigos, são jogos com ótima dificuldade. Isso fala diretamente sobre como essa franquia, no seu auge, entregou um desafio que pode cruzar gerações.

    A experiência como um todo me fez pensar em como, no passado, se pensava em um jogo furtivo, buscando uma experiência muito menos guiada, exigindo pensar sobre a progressão de uma forma diferente de como é atualmente.

    Além deste ponto, é importante pensar neste lançamento como uma boa conservação de épocas passadas, algo que nos tempos atuais se discute bastante. Essa coletânea é uma boa forma de pensar na preservação, como também celebrar uma franquia tão querida que atravessou gerações de consoles.

    Metal Gear Master Collection Vol 2 é uma forma agradável, divertida e muito nostálgica porque proporciona aos gamers veteranos uma oportunidade para os mais jovens conhecerem as coisas divertidas deste universo tão empolgante.

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    CRÍTICA | “Resonance: A Plague Tale Legacy” é mergulho de cabeça em mitologia própria e do mundo

    A Asobo Studios parece ter em seu DNA algo único: a capacidade de nos oferecer em seus primeiros minutos uma alegria genuína, quase sempre traduzida na gameplay de uma criança feliz, apenas para rapidamente nos tirar o chão. Como foi com Hugo e Amicia, acontece agora com Sophia. Resonance: A Plague Tale Legacy nos leva pela história de origem de uma das personagens mais cativantes do segundo game da franquia.

    ​O jogo explora o passado da protagonista, bem como sua ligação singular com a jornada dos irmãos de jogos anteriores. Sophia talvez esteja mais ligada a Hugo e Amicia do que se pensava. Aqui, diferente da Mácula, surge uma nova e perigosa ameaça. Esta ganha vida na forma misteriosa de uma criatura mítica que habita o lendário labirinto.

    ​Mudando completamente a narrativa e a gameplay, vemos em Sophia uma personagem mais madura do que Hugo e Amicia foram no passado.

    ​Enquanto acompanhamos mais de sua trajetória, descobrimos sua origem e a de sua família: os Saqueadores. Trata-se de uma gangue que habita as cercanias de Veneza, mas que, graças aos dons proféticos de Sophia, parece estar eternamente à procura do lendário tesouro do Rei Minos.

    ​Algo que retorna em Resonance é a presença da Ordem. Um antigo grupo de alquimistas que, em A Plague Tale: Innocence e Requiem, é representado pelas figuras de Béatrice De Rune e Laurentius, que tentam a todo custo impedir o avanço da Mácula em Hugo.

    ​Em Resonance, a Ordem atua como o gatilho para a trama: os dons proféticos de Sophia se deram por meio de experimentos da instituição em uma época em que ela era ainda muito pequena, com menos de sete anos. Portanto, não são naturais como os tenebrosos poderes de Hugo. As habilidades de Sophia foram fabricadas, ou melhor, ativadas deliberadamente com este intuito.

    ​Desde a antiguidade, é dito que a Ordem existe para monitorar a ressurgência da Mácula e impedir seu avanço a qualquer custo. Mas, com o tempo, os hábitos do grupo se tornaram cada vez mais violentos, realizando experiências com crianças a fim de acionar o dom da profecia em indivíduos para descobrir quando a maldição surgiria novamente.

    Combate e pano de fundo

    Resonance

    ​No controle de Sophia, viajamos pela Grécia e lutamos contra soldados venezianos. Como protagonista, ela parece ser a única capaz de descobrir como adentrar o labirinto e resolver o mistério daqueles que, há gerações, tentam encontrar o lendário tesouro do Rei Minos.

    ​O combate em Resonance é completamente diferente dos confrontos vistos em Innocence e Requiem. Sophia possui armas de ataque, como uma espada e uma faca, o que oferece opções mais diretas. E não é só isso: ao longo da campanha, ela adquire os dons do lendário herói Teseu.

    ​Com uma gameplay que evolui com o tempo, o jogo vai adicionando cada vez mais profundidade à experiência, trazendo novas habilidades e uma árvore de talentos interessante e condizente com a proposta do título. Além da espada e da faca, Sophia conta com o gancho (que serve tanto para puxar inimigos distantes para o combate quanto para subir em áreas antes inacessíveis), parry e esquivas poderosas, que nos permitem até mesmo lançar os adversários a uma longa distância.

    Resonance

    ​A árvore de habilidades conta com seis vertentes base e duas maestrias em cada uma. Dentre elas, apenas uma maestria pode ser ativada por vez, o que torna a gameplay ainda mais estratégica.

    ​Em uma espécie de prólogo, somos ambientados à Ilha dos Saqueadores, lugar onde o povo de Sophia vive, apenas para rapidamente, conforme a progressão, sermos levados a uma Veneza em pleno carnaval.

    ​Pouco tempo depois, partimos até a Grécia a fim de dar início à história de verdade. Na ilha de Creta, somos apresentados à dinâmica de Sophia com aquele mundo. Ou melhor, somos confrontados com o legado sombrio da Ordem e com os danos que deliberadamente causaram a ela. Enquanto a frequência das visões aumenta, sua ligação com a ilha se mostra mais profunda do que imaginávamos.

    Gameplay e dinâmicas

    Resonance

    ​Ao mergulhar em Creta, poucas dinâmicas se assemelham às dos jogos originais. Porém, a que permanece em Resonance é o uso mais diverso da luz como fator de progressão. Seja usando-a para solucionar puzzles ou atacar inimigos, este título talvez possua a maior variedade de aplicações para a luz do que qualquer outro da franquia até aqui.

    ​Creta é um labirinto em constante movimento, mas cuja luz depende de nós para ser levada até o verdadeiro inimigo.

    ​Ao passo que as visões de Sophia se tornam cada vez mais intensas, ela cria um vínculo com um herói inesperado, cujas habilidades e história passam a ser compartilhadas com a protagonista. Apesar dos jumpscares frequentes, ouso dizer que Resonance possui uma das melhores fotografias da franquia, mas vai além. Ao misturar uma linguagem cinematográfica a uma trilha sonora primorosa, o game deixa claro seu objetivo: elevar a sensação de imersão e proporcionar uma conexão maior com os personagens e a narrativa.

    Resonance

    ​A dinâmica de Sophia com este mundo, em um primeiro momento, não se faz tão aparente. Mas conforme a trama progride e o luto dos demais envolvidos nesta jornada se torna cada vez mais evidente, as histórias se entrelaçam, especialmente a de Sophia com a de seus antigos companheiros de gangue.

    ​A narrativa faz com que Sophia esteja em uma guerra que já dura mais do que ela consegue se lembrar. Entre ela e o tesouro não está ninguém menos que sua própria família, os Saqueadores, como também o exército Veneziano. Este último foi trazido ao conflito graças a um traidor dos Saqueadores (e o jogo faz um ótimo trabalho escondendo quem é, diga-se de passagem).

    Veredito

    Resonance: A Plague Tale Legacy é uma excelente história de origem para uma carismática personagem. Avançar por essa jornada faz com que nos sintamos cada vez mais perto de Hugo e Amicia (pelo menos cronologicamente falando), e isso é maravilhoso. Enquanto mantém os acertos do passado, a Asobo Studios fez com que o mais novo game da franquia fincasse seus pés como uma das histórias originais de maior valor dos últimos anos.

    ​Sendo imersivo, desafiador e cativante, o jogo dá a Sophia o espaço para brilhar, sem tirar o que deu à franquia o seu melhor. Perseverar neste mundo vai além de lutar contra os males comuns dos homens. No universo de A Plague Tale, perseverar pode significar enfrentar um mal desconhecido que vem de onde menos se espera: seja nas pessoas ao seu redor, ou em uma terrível criatura que reside no centro de um labirinto antigo.

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    CRITÍCA | A Morte de Robin Hood e a jornada de um vilão

    A história do cinema já adaptou a história de Robin Hood em diversas oportunidades, explorando-a de formas diferentes desde a sua primeira citação, em 1377, no poema Piers Piowman.

    Em 2026, chegou aos cinemas A Morte de Robin Hood, adaptando a antiga balada medieval para a modernidade. O longa chegou aos cinemas brasileiros em 13 de agosto, com distribuição realizada pela Imagem Filmes.

    Hugh Jackman no papel principal, Bill Skarsgård, Jodie Comer, Murray Bartlett, Jade Croot e Faith Delaney formam o elenco.. Michael Sarnoski, conhecido pelos filmes Pig e Um Lugar Silencioso – Dia Um, realizou a direção e o roteiro.

    Um homem muito além de sua lenda

    Acredito que A Morte de Robin Hood é um filme interessante porque não tenta, ao longo do seu tempo de duração, justificar os atos do seu protagonista. Isso fica claro logo nos primeiros minutos, onde vemos um contraste bem impactante entre a lenda e o personagem que está sendo contado nessa história.

    É muito interessante que ele brinca de uma forma muito livre com o conceito de “não conheça seus heróis”, revelando que, por trás do “rouba dos ricos para dar aos pobres”, existe uma história muito mais obscura de um homem com muitas perturbações emocionais e o peso dos seus atos.

    Mesmo sendo um pouco exagerada no aspecto contemplativo, a direção é muito competente em estabelecer uma ambientação melancólica, niilista e intimista. Particularmente, me agrada quando se usa o silêncio para dar fluxo a uma história, porque sugere a introspecção de um momento. Porém, neste longa, poderia ter sido mesclado com alguns monólogos ou diálogos para uma melhor compreensão do protagonista.

    Robin Hood e a luta contra os seus próprios fantasmas

    O roteiro é bem criativo porque busca contar a vida de violência do Robin Hood através das pessoas que o confrontam ao longo do caminho. Assim não se limitando a isso ser visto apenas de sua perspectiva. Além disso, podemos ver Hugh Jackman explorar bem este conceito que, mesmo estando em um território muito semelhante à sua atuação em Logan, entrega um ótimo trabalho

    Os elementos estéticos do filme são muito bonitos, causando um desconforto pela sua melancolia, e isso torna a experiência cinematográfica muito interessante como um todo. É um mergulho em um lado sombrio do Robin Hood, e a paleta de cores mais fria, tons mais escuros, paisagens mais melancólicas são uma mensagem enfática sobre isso.

    Esse filme também é muito interessante por explorar esse homem além da lenda, a culpa de seus atos e até mesmo compreender uma questão relacionada às suas memórias: o que foi uma história contada ou o que foi uma vivência.

    Acredito que A Morte de Robin Hood oferece uma boa experiência cinematográfica porque traz uma perspectiva diferente para um personagem que o cinema adaptou tantas vezes em um tom mais aventuresco e até irreverente.

    Confira o trailer de A Morte de Robin Hood:

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    Quando lança o PS6? Crise de componentes faz com que nem a Sony saiba a resposta

    Se você já estava guardando dinheiro para a próxima geração de consoles, talvez seja melhor colocar esse projeto na poupança por mais um tempo. Embora rumores anteriores apontassem para um lançamento do PlayStation 6 no final de 2027, o cenário atual mudou drasticamente, e a situação é tão incerta que nem a própria fabricante sabe quando o hardware chegará às prateleiras.

    ​De acordo com uma reportagem do The Wall Street Journal, Hiroki Totoki, CEO da Sony, confirmou que não há nenhuma data definida internamente para a estreia do PS6.

    ​O “RAMageddon” e a crise de componentes

    ​O grande vilão desse atraso não é a concorrência, mas sim uma crise sem precedentes no mercado de tecnologia, apelidada de “RAMageddon”. Com o frenesi global em torno das Inteligências Artificiais, a demanda por memórias RAM explodiu.

    ​A escassez causou aumentos inéditos de preços até mesmo para o atual PS5, e a tendência é que isso continue pelo menos até 2027 ou 2028. Para se ter uma ideia da gravidade, relatórios indicam que toda a produção de memórias RAM prevista para o ano que vem já está completamente esgotada.

    ​Embora a Sony tenha tranquilizado os investidores afirmando que possui o estoque necessário para suprir as vendas do PS5 até março de 2027, o cenário para a produção inicial do PS6 permanece uma incógnita.

    O fim da mídia física e um preço assustador?

    ​O adiamento para 2028 traz outro ponto crucial: este é o ano em que, segundo rumores, a Sony planeja encerrar definitivamente o suporte a discos para novos jogos da marca.

    ​No entanto, o que mais assusta os jogadores é o impacto no bolso. Durante a pandemia, o PS5 chegou ao mercado custando US$ 500. A Sony já informou aos acionistas que não pretende vender o próximo hardware assumindo grandes prejuízos (prática comum em inícios de geração). Se os custos de produção não caírem, analistas temem que a promessa de uma geração acessível vá por água abaixo, com o PS6 podendo estrear na faixa dos assustadores US$ 1.000 ou mais.

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    A espera acabou! Marvel revela elenco oficial de ‘X-Men’ no MCU com Adam Driver, Sadie Sink e Kit Connor

    Após anos de especulações e teorias dos fãs, os mutantes finalmente têm rostos no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Durante a D23 na noite desta sexta-feira, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, subiu ao palco para anunciar oficialmente o elenco principal do novo filme dos X-Men.

    ​A grande surpresa da noite ficou por conta da confirmação do vilão: Adam Driver (o Kylo Ren de Star Wars) assumirá o papel do brilhante e perigoso Senhor Sinistro (Mr. Sinister).

    ​O novo elenco mutante

    ​Feige, acompanhado pelo diretor do longa, Jake Schreier (Thunderbolts), trouxe ao palco os atores que darão vida à nova geração de heróis. Segundo Feige, o grupo havia acabado de se conhecer nos bastidores pela primeira vez.

    ​Confira quem é quem no novo filme:

    • Sadie Sink como Jean Grey (Vale lembrar que a atriz já fez sua estreia no MCU mês passado em “Spider-Man: Brand New Day”)
    • Kit Connor como Ciclope (Cyclops)
    • Christopher Abbott como Professor X
    • Samara Weaving como Emma Frost
    • Inde Navarrette como Vampira (Rogue)
    • Maya Boyd como Tempestade (Storm)

    ​Adam Driver, que não pôde estar presente fisicamente, enviou uma mensagem em vídeo para os fãs:

    “Kevin e eu conversamos por anos sobre minha entrada no MCU. Nós encontramos algo perfeito com personagens pelos quais tenho um sentimento muito profundo.”Adam Driver

    O que vem por aí?

    ​Embora o anúncio tenha levado o público ao delírio, Feige fez questão de avisar que esta ainda não é a formação completa da equipe. Mais nomes devem ser anunciados no futuro. O novo filme dos X-Men tem data de estreia cravada para 5 de maio de 2028.

    ​A chegada dos mutantes marca uma nova era para a Marvel, que adquiriu a 20th Century Fox em 2019. Enquanto os novos atores assumem o manto, a nostalgia continua viva: vários membros do elenco original dos anos 2000, incluindo Patrick Stewart, Ian McKellen e Rebecca Romijn, além de Channing Tatum como Gambit, retornarão no vindouro Avengers: Doomsday.

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    Assassin’s Creed Hexe: teaser oficial indica o retorno épico de Ezio Auditore

    ​A Ubisoft tem mantido Assassin’s Creed Hexe sob forte sigilo desde o seu anúncio, mas os rumores não param de crescer. O título, que promete ser uma experiência mais sombria e focada na narrativa durante os dias do Sacro Império Romano-Germânico e da Caça às Bruxas na Alemanha, acaba de receber um teaser que deixou os fãs em polvorosa: o lendário mestre assassino Ezio Auditore pode estar de volta.

    O teaser em AC Black Flag Resynced

    ​A pista mais recente (e mais forte) veio através do Final Rift em Assassin’s Creed Black Flag Resynced. A Ubisoft fez uma homenagem aos jogos anteriores apresentando um marco histórico de cada um.

    ​No final do Rift, os fãs puderam ver a Catedral de São Lourenço (localizada em Nuremberg, um dos palcos vazados de Hexe). No entanto, o detalhe mais arrepiante foi notado pelos fãs mais atentos à parte sonora: a música que toca ao fundo dessa revelação é “Ezio’s Family”, a icônica faixa de Jesper Kyd lançada no Assassin’s Creed 2 original.

    ​Embora a música já tenha sido usada como um tema geral da franquia antes, nenhum dos outros jogos provocados neste Rift tinha relação direta com o personagem, o que indica que a Ubisoft sabe exatamente que fogo está alimentando.

    A conexão com a família Auditore

    ​Mas como Ezio se encaixa em um jogo que se passa séculos depois? De acordo com vazamentos, os jogadores assumirão o papel de uma jovem chamada Annika, cujo intelecto a coloca em perigo durante a perseguição às bruxas.

    ​Os rumores apontam que Annika é uma descendente direta de Claudia Auditore, a irmã de Ezio, o que a torna parte da família. Aparentemente, a protagonista conseguirá se comunicar com Ezio através de um Artefato Isu ou de Selos de Memória (semelhantes aos usados por Ezio para ver as memórias de Altaïr em Assassin’s Creed Revelations).

    ​Também há relatos de que a narrativa abordará um conflito ideológico entre a interpretação do Credo feita por Ezio no passado e como ela se aplica a Annika no contexto da Irmandade Alemã liderada por um personagem chamado Wulfgang.

    ​Ainda não sabemos se o retorno de Ezio será uma aposta puramente baseada na nostalgia ou um acerto brilhante na narrativa, mas se a Ubisoft jogar as cartas certas, Assassin’s Creed Hexe tem tudo para ser um dos capítulos mais marcantes da saga.

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