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    Rumor aponta para possível remake de The Legend of Zelda: Majora’s Mask após Ocarina of Time

    O ano de 2026 tem sido marcante para os fãs de The Legend of Zelda. Com a celebração dos 40 anos da franquia e o anúncio oficial do remake de Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2, a expectativa para o futuro da série no novo hardware da Nintendo está nas alturas. Agora, novos indícios sugerem que a empresa pode estar planejando expandir esses planos.

    O que diz o rumor

    A especulação começou após uma análise detalhada no perfil do Internet Movie Database do dublador Nobuyuki Hiyama. Conhecido por emprestar sua voz ao Link adulto em Ocarina of Time e ao Link utilizando a Máscara da Divindade Feroz em Majora’s Mask, Hiyama teve seu currículo atualizado com um projeto intitulado Majora’s Mask HD.

    A informação rapidamente circulou pela internet, levantando debates sobre a veracidade do registro. É importante ressaltar que, até o momento, a Nintendo mantém silêncio absoluto sobre qualquer projeto adicional além do remake de Ocarina de Time que chega no final deste ano.

    Por que o projeto faz sentido

    Mesmo sendo uma informação não oficial, a ideia de um remake de Majora’s Mask para o Switch 2 possui uma lógica técnica e histórica muito forte. No desenvolvimento original do Nintendo 64, Majora’s Mask foi criado aproveitando muitos dos ativos e do motor gráfico de Ocarina of Time, o que permitiu um tempo de produção menor na época.

    Seguir um caminho similar agora, utilizando a base tecnológica que está sendo desenvolvida para o novo remake, seria um passo natural e eficiente para a Nintendo. Além disso, nomes como Mikiharu Oiwa, diretor responsável por títulos anteriores como Link’s Awakening e os relançamentos de 3DS, também tiveram movimentações recentes que sugerem envolvimento em novos projetos não revelados.

    O que esperar daqui para frente

    Estamos vivendo um momento único para a franquia. A possibilidade de ver dois dos maiores clássicos da era 64 sendo restaurados para a nova geração é o sonho de muitos jogadores. No entanto, é fundamental manter a cautela. Registros em plataformas como o IMDb podem ser imprecisos ou fruto de erros administrativos.

    Enquanto aguardamos por um posicionamento oficial, ficamos na torcida para que a Nintendo continue investindo na preservação e modernização de seus grandes clássicos.

    Você gostaria de ver Majora’s Mask recebendo o tratamento de remake no Switch 2? Conte para nós aqui nos comentários ou em nossas redes sociais.

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    CRÍTICA: ‘Arashi Gaiden’ entrega diversão misturando movimentação rápida e puzzles pelo caminho

    Arashi Gaiden foi desenvolvido pela Statera Studio e pela World Dreams Studios, distribuído pela Nuntius Games e Vsoo Games, e lançado no dia 11 de junho para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, PC, Xbox One e Xbox Series.

    Esse é um game brasileiro que me lembrou obras como Katana Zero e Kill Bill, além de animes mais antigos, como Samurai Champloo e Afro Samurai. Porém, ele tem uma gameplay diferente do convencional que me conquistou totalmente.

    Dash and slash com puzzles?

    Dash and Slash é o nome desse novo estilo de gênero. Ele é novo para mim, pois não lembro de ter jogado nada parecido.

    Funciona mais ou menos assim: a nossa tela é como se fosse um tabuleiro. No menu, podemos ativar um grid ou deixá-lo desativado, como vem por padrão. O foco é que podemos nos mover com um dash para frente, para trás, para cima ou para baixo, e só somos parados por algum obstáculo no cenário.

    Se um inimigo está na nossa linha de dash, ao passarmos por ele, ele toma dano. O mundo se move apenas quando nos movemos; então, quando damos um dash e paramos em uma parede onde o próximo movimento do inimigo seria nos alcançar, quem recebe o dano é o protagonista.

    Portanto, você gerencia seus dashes para evitar tomar dano de inimigos e de obstáculos no caminho, como armadilhas de urso (que estão presentes desde o começo, mas aumentam em quantidade depois). Enquanto evita esses perigos, você precisa resolver puzzles ou passar pelos inimigos para derrotá-los.

    Cada inimigo é diferente: no começo, eles têm apenas uma barra de vida; depois, surgem inimigos com mais vida ou com movimentações variadas, entre outras surpresas que vão deixando a gameplay mais interessante.

    Podemos usar habilidades que consomem pontos de mana, como o uso de shurikens e a mudança de rota no meio do dash, além de outras que você adquire com o avançar da carruagem.

    O game possui 7 capítulos e, a cada avanço, temos novidades, incrementando obstáculos diferentes, já que as fases mudam de temática. Além disso, enfrentamos inimigos novos, conquistamos novas habilidades e temos a cereja do bolo: um boss inédito sempre ao final de cada ato.

    Músicas e arte

    O jogo tem uma pixel art linda demais, mas, além disso, as músicas são ótimas e os efeitos sonoros combinam perfeitamente.

    Acho tudo muito satisfatório. É difícil explicar, mas, quando nos movemos e atingimos os inimigos ou coletamos itens pelo caminho, o som do dash, do hit e da coleta é extremamente gratificante.

    Universo, protagonista e história

    Arashi Gaiden

    O jogo se passa no universo de Pocket Bravery (que preciso confessar que ainda não joguei; peço perdão pela falha e vou corrigir isso algum dia). Queria citar esse detalhe, pois um jogo funciona perfeitamente sem o outro; eles apenas compartilham o mesmo universo.

    No começo, conhecemos Arashi, o protagonista. Ele recebe a missão de resgatar relíquias importantes que foram roubadas e, após esse curto diálogo, vamos direto para a gameplay.

    Como o jogo não é longo, deixo para vocês descobrirem o desfecho jogando. No entanto, devo dizer que a história não é o foco aqui; ela é “ok”, não é absurda nem inovadora, mas cumpre o seu papel. O jogo realmente vai te ganhar pelo estilo de gameplay.

    Preço e replay

    Por não ser longo, você poderá terminá-lo em algumas horas (entre 5 horas ou um pouco mais, dependendo das suas habilidades).

    Eu não consegui jogar tão rapidamente, mesmo pegando o jogo no dia 11 de junho. Fui jogando em doses pequenas (levei o Nintendo Switch para o trabalho algumas vezes para fazer algumas fases nas pausas) e, eventualmente, zerei.

    O fator replay é bem interessante. É um jogo legal de se zerar novamente para conseguir pontuações melhores. Inclusive, logo na primeira vez em que se joga, é normal falhar e recomeçar a fase de novo, ou seja, não o ato todo em si, mas apenas a tela em que você está.

    Apesar de eu ter jogado “parcelado”, você não precisará comprá-lo em parcelas de 12x. Brincadeiras à parte, o jogo está saindo por R$ 17,49 no PC e R$ 24,99 nos consoles. Logo, não tem desculpa: é um precinho bem baixo por um jogo cheio de carisma, divertido, que arrisca em ser diferente e onde, de quebra, você ainda apoia o cenário nacional!

    Conclusão e minha experiência

    Arashi Gaiden

    Como eu disse, a história não é extraordinária, mas é legal e serve mais como um background. O jogo realmente te conquista pela gameplay: mecânica nova, fases temáticas, chefes diferentes, inimigos novos, sons e músicas cativantes, etc.

    O jogo mostra bem isso ao querer te levar logo para a ação, pois os diálogos são poucos e rápidos. Fica claro que o verdadeiro foco está na movimentação, nas animações e nos estilos de cada personagem introduzido.

    Falando em personagem, gostei muito de um diálogo sobre o Arashi ser um ninja que usa laranja. Essa é para quem tem a referência! E sim, o jogo está totalmente localizado em PT-BR para te ajudar a entender tudo.

    Na minha gameplay, tive alguns bugs, que acredito que devam ser corrigidos mais para a frente. Não perdi progresso em nenhum momento, mas, às vezes, o jogo não “resetava” nem progredia.

    Por exemplo: eu morria, ou matava todos os inimigos da fase, e o jogo travava sem avançar nem voltar. As animações e músicas continuavam rodando, mas a fase não recomeçava e nem passava para a próxima. Precisei reiniciar o jogo algumas vezes, mas, por ele salvar a cada fase, felizmente não perdi progresso.

    Fora esses casos pontuais, não tive problemas com bugs maiores ou que afetassem a gameplay a ponto de estragar a jogatina ou tirar o brilho da experiência.

    Deem uma chance a Arashi Gaiden: o jogo está lindo, viciante e divertido. E quem poderia não gostar de um Cyber Ninja que usa laranja, não é mesmo?

    Confira o trailer do game:

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    Mistborn nas Telas: Tudo o que você precisa saber sobre a próxima grande franquia de fantasia da Apple TV

    A era de ouro das adaptações literárias de fantasia continua firme, e a bola da vez promete redefinir as regras do jogo. A aclamada saga de Brandon Sanderson está prestes a invadir o audiovisual em uma parceria com a Apple TV. Com o autor tomando as rédeas e ditando as regras do próprio roteiro, a promessa é de uma experiência épica e extremamente fiel nas telonas. Se você ainda não conhece Scadrial, prepare-se: essa é a chance de mergulhar no universo “Cosmere” antes que o hype mundial exploda de vez.

    A Ambientação: Bem-vindo ao Império Final

    Mistborn

    Esqueça as clássicas florestas élficas ou os reinos prósperos e iluminados. Em Scadrial, a profecia falhou. O “Herói das Eras” até conseguiu salvar o mundo mil anos atrás, mas, em vez de trazer paz, decidiu governá-lo como um tirano imortal: O Senhor Soberano.

    Sob seu comando opressivo e brutal, a sociedade é rigorosamente dividida entre os nobres, descendentes de seus aliados originais, e os skaa, uma classe severamente escravizada e explorada. Para completar o clima de distopia e desespero, o próprio planeta reflete essa escuridão: o sol é vermelho, vulcões cospem cinzas ininterruptamente manchando as cidades de cinza, e à noite, misteriosas e espessas névoas cobrem as ruas, escondendo perigos que poucos ousam desafiar.

    Os Três Sistemas de Poder (A Magia Metálica)

    Mistborn

    O grande diferencial de Mistborn é a lógica da magia. Sanderson é mundialmente famoso por criar o que chamamos de “Hard Magic”, sistemas de magia com regras científicas rígidas, limites claros e consequências físicas reais. No universo da saga, o poder não vem de feitiços verbais, mas da utilização de metais, dividindo-se em três artes complexas:

    • Alomancia (O Poder da Preservação): A arte mais famosa da história. Os Alomânticos precisam engolir metais específicos e “queimá-los” em seus estômagos para ativar poderes. Cada metal concede uma habilidade única: o Aço permite “empurrar” objetos metálicos próximos (usado para combate veloz ou para saltar enormes distâncias sendo impulsionado por moedas), enquanto o Ferro os puxa. O Estanho aguça os cinco sentidos ao extremo, e o Peltre concede força física, agilidade e resistência sobre-humanas. Um “Nascido da Bruma” (Mistborn) é o guerreiro supremo, incrivelmente raro, capaz de queimar e utilizar perfeitamente todos os metais conhecidos.
    • Feruquimia (O Poder do Equilíbrio): Uma arte ancestral e focada em equivalência. Nela, o metal funciona como uma “bateria”. Um Feruquimista pode armazenar atributos do seu próprio corpo (como força física, peso, saúde, vigília ou até mesmo memórias) no metal para usar no futuro. A regra de ouro é o equilíbrio absoluto: para ser incrivelmente veloz ou forte amanhã, o usuário precisa passar o dia de hoje debilitado, armazenando ativamente essa energia.
    • Hemalurgia (O Poder da Ruína): O sistema mais sombrio, visceral e violento de Scadrial. A Hemalurgia não cria poder do zero, ela apenas rouba e destrói. Para transferir uma habilidade de uma pessoa para outra, é necessário cravar uma estaca de metal através do coração do portador original, um sacrifício letal, e, em seguida, perfurar o corpo de quem vai receber a habilidade. Quanto mais precisão cirúrgica e derramamento de sangue, mais poderoso é o resultado final.

    O status da adaptação em 2026

    Mistborn

    Para o alívio dos fãs, o projeto está ganhando uma tração impressionante. Após o autor recusar diversas propostas de Hollywood ao longo dos anos para proteger a obra, a Apple TV adquiriu os direitos definitivos de adaptação do “Cosmere”. O plano de ação inicial do estúdio é gigantesco: começar adaptando Mistborn como uma franquia de filmes, seguida pelo desenvolvimento de uma série de TV para outra grande obra aclamada do autor, The Stormlight Archive.

    O que eleva o nível de confiança nessa produção é a exigência contratual por controle criativo absoluto. Brandon Sanderson se recusou a vender a obra sem garantias e tomou a frente como roteirista do longa. Após meses de dedicação intensiva escrevendo o roteiro do primeiro filme (focado no livro O Império Final), ele confirmou em julho de 2026 que o tratamento da história já passou da marca dos 90% de conclusão.

    Sanderson afirmou estar alinhado com o “modelo James Gunn”: focar primariamente em entregar um roteiro impecável antes do início das filmagens, para evitar refilmagens custosas e perdas na essência da narrativa.

    Embora ainda não haja anúncios de diretores, elenco escalado ou uma data cravada de estreia, com especulações da indústria apontando um lançamento realista nas telas para o final de 2028 ou meados de 2029, as fundações da franquia estão sendo construídas de maneira sólida.

    Mistborn tem o roteiro pelas mãos de quem mais entende do assunto, o orçamento de um streaming gigante e um sistema de batalhas dinâmico e explosivo que tem tudo para render sequências de ação históricas. A próxima grande obsessão da cultura pop já tem nome.

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    Assassin’s Creed Black Flag Resynced: Como resgatar o mascote gratuito e itens na Twitch

    A Ubisoft parece ter acertado em cheio com Assassin’s Creed Black Flag Resynced. O título original já é considerado uma das joias da coroa da franquia, e o remake tem gerado muito burburinho ao manter a essência do clássico, adicionando apenas ajustes pontuais de conteúdo e melhorias de qualidade de vida. Se você já está desbravando os mares do Caribe (ou até mesmo se planeja jogar no futuro), temos uma ótima notícia: há conteúdos gratuitos disponíveis agora mesmo.

    Como parte da nova campanha de marketing intitulada “BoardTheFeed”, a Ubisoft liberou bônus gratuitos para o jogo. O grande destaque inicial é o Shipmate Monkey, um mascote cosmético para o Gralha (Jackdaw), o seu icônico navio e principal meio de transporte pelas ilhas do game.

    POST RELACIONADO:

    CRÍTICA: ‘Assassin’s Creed Black Flag Resynced’ é a jornada definitiva pelo Caribe na Era da Pirataria

    Como resgatar o mascote grátis

    O detalhe mais interessante dessa ação é que você não precisa possuir o jogo para resgatar o brinde. Se você planeja comprar o remake mais para a frente, pode garantir o cosmético na sua conta desde já.

    Siga o passo a passo:

    1. Acesse a página oficial de resgate de códigos da Ubisoft.
    2. Faça o login com a sua conta Ubisoft (o sistema é multiplataforma, então servirá para o seu console de preferência ou PC).
    3. Insira o código promocional: ASC-BFR-PMK-000.

    Como a Ubisoft não divulgou uma data de validade para o término da promoção ou expiração do código, a nossa recomendação é que você faça o resgate o mais rápido possível para não perder o macaquinho do seu navio.

    Recompensas Extras via Twitch Drops

    Para os fãs mais engajados, a campanha também se estende à Twitch com recompensas adicionais (Drops) para quem acompanhar transmissões do jogo:

    • Espadas Rustborne (Rustborne Swords): Desbloqueadas após assistir a 2 horas de streams elegíveis.
    • Gato Garra de Chita (Cheetah Claw Cat): Desbloqueado após 4 horas de transmissão.
    • Nota: Uma terceira recompensa, a Mermaid Figurehead (Figura de Proa de Sereia), já foi anunciada, mas ainda não está disponível.

    Se você deixou o lançamento original de 2013 passar, Black Flag Resynced é a oportunidade de ouro para experimentar o jogo que influenciou o desenvolvimento de quase todos os Assassin’s Creed que vieram depois.

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    Investidores apostam alto no GTA VI Online: o que isso significa para o bolso dos jogadores?

    A empolgação com o lançamento de Grand Theft Auto VI não se limita apenas à comunidade gamer; Wall Street também está de olho, e com muito otimismo. Analistas de mercado elevaram suas expectativas de lucro para as ações da Take-Two Interactive, apontando a monetização do modo online de GTA VI como um fator subestimado nas avaliações atuais da empresa.

    Mas o que esse “otimismo” do mercado financeiro significa na prática para quem está com o controle na mão? A resposta tem um sabor agridoce: um jogo potencialmente muito mais expansivo, mas com táticas de monetização consideravelmente mais agressivas.

    O apetite de Wall Street por Los Santos

    De acordo com um relatório recente da Simply Wall Street, analistas elevaram a estimativa de valor justo para as ações da Take-Two Interactive de US$ 320,00 para aproximadamente US$ 344,03. Segundo o veterano analista de mercado Clive Thompson, “se o GTA VI corresponder às expectativas, os US$ 350 podem ser apenas um degrau”.

    A lógica por trás dessa previsão é simples: o mercado acredita que o atual GTA Online monetiza a uma taxa menor em comparação com outras gigantes do modelo live-service (jogos como serviço). Existe uma visão clara de que há espaço para extrair mais receita da base de jogadores, e a Take-Two deve capitalizar pesadamente sobre isso na próxima iteração do modo multijogador. Essa expectativa também se reflete nas projeções de receita da própria empresa para os anos fiscais de 2027 e 2028, que indicam um crescimento substancial focado nesse modelo de serviço.

    Por que o novo GTA Online será diferente de 2013?

    Os analistas apontam duas grandes mudanças na indústria de games que podem impulsionar lucros recordes para o novo GTA Online:

    • O Domínio do Streaming e do RP: Em 2013, o cenário de transmissões ao vivo não tinha a força atual e não foi o canal principal de marketing para GTA 5. Hoje, a expectativa é que GTA VI domine plataformas como a Twitch, especialmente impulsionado pela massiva e engajada comunidade de Roleplay (RP), o que deve aumentar exponencialmente as vendas e o alcance orgânico.
    • Uma Força-Tarefa de Desenvolvimento: A Rockstar Games expandiu significativamente a equipe dedicada ao GTA Online ao longo dos anos. Assim que o jogo base for lançado, essa equipe gigantesca deve voltar seu foco total para o novo modo online, garantindo um fluxo constante (e monetizável) de novos conteúdos.

    O impacto no jogador: mais conteúdo, mais custos

    Para a comunidade, o interesse fervoroso dos investidores tem dois lados. O lado positivo é a confiança absoluta de que a Rockstar entregará uma das experiências mais robustas da história dos videogames, tanto na campanha quanto no online. O estúdio tem o orçamento e a equipe para justificar o hype.

    O lado negativo é que esse otimismo financeiro é movido pela expectativa de que o jogador abrirá a carteira com mais frequência. Podemos esperar uma abordagem bem mais agressiva na monetização. Isso pode se traduzir em assinaturas de valor mais elevado, como uma versão expandida do GTA+, ou a implementação de ainda mais barreiras financeiras para acessar determinados conteúdos dentro do jogo, um cenário já sinalizado pela Edição Ultimate de GTA VI, que bloqueia o acesso a certas lojas virtuais do game atrás de um paywall.

    Se o mercado está apostando alto, é bom o jogador começar a preparar o saldo.

    GTA VI será lançado em 19 de novembro de 2026 e será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X/S.

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    A Odisseia: Quem é quem no elenco do novo épico de Christopher Nolan

    Se existe um diretor em Hollywood capaz de transformar a jornada mais famosa da mitologia grega em um espetáculo cinematográfico de proporções inimagináveis, esse alguém é Christopher Nolan. Quando o anúncio de sua adaptação de A Odisseia veio a público, a internet parou. Mas foi a confirmação do elenco que realmente elevou as expectativas para a estratosfera.

    Com uma lista que parece ter reunido metade do alto escalão de Hollywood, Nolan está preparando uma visão grandiosa e possivelmente visceral do poema épico de Homero. Mas com tantos deuses, reis, heróis e monstros, fica fácil se perder na lore grega.

    Para te preparar para esse épico, nós do Feededigno preparamos o guia definitivo de “Quem é Quem” no elenco de A Odisseia. Confira:

    O Núcleo de Ítaca: A Realeza Despedaçada

    Matt Damon como Odisseu (Ulisses)

    A Odisseia

    O grande protagonista. Odisseu não é conhecido pela força bruta, mas por sua inteligência tática inigualável, ele é o arquiteto do Cavalo de Troia. O filme deve focar na sua provação máxima: a jornada de 10 anos tentando voltar para casa após o fim da guerra, enfrentando a fúria divina, criaturas monstruosas e o próprio limite da sanidade humana.

    Anne Hathaway como Penélope

    A rainha de Ítaca. Longe de ser apenas a figura da esposa que espera passivamente, Penélope é uma mestre da estratégia doméstica. Cerceada por homens sedentos por poder que assumem que Odisseu está morto, ela usa artimanhas mentais, como tecer uma mortalha de dia e desfazê-la à noite, para atrasar a escolha de um novo marido e proteger seu reino.

    Tom Holland como Telêmaco

    A Odisseia

    O herdeiro ao trono. Telêmaco era apenas um bebê quando seu pai partiu para a Guerra de Troia. Agora um jovem adulto, ele se vê impotente diante dos nobres de Ítaca que devoram os recursos de sua casa. Sua jornada é de amadurecimento, precisando se provar como um líder digno do nome do pai.

    Os Deuses e as Entidades Místicas

    Zendaya como Atena

    A deusa da sabedoria, da civilização e da guerra justa. Atena é a grande protetora de Odisseu e Telêmaco. Na mitologia, ela raramente aparece em sua forma divina gloriosa, preferindo se disfarçar de humanos comuns para sussurrar conselhos e arquitetar eventos nos bastidores. Será fascinante ver a dinâmica de Zendaya como uma entidade onipresente.

    Charlize Theron como Calipso

    A sedutora e solitária ninfa da ilha de Ogígia. Calipso resgata Odisseu após um naufrágio e, profundamente apaixonada, o mantém prisioneiro por sete anos. Ela oferece ao herói o presente supremo da imortalidade caso ele esqueça Ítaca e fique com ela. Uma antagonista complexa e movida pela paixão.

    Samantha Morton como Circe

    Uma das feiticeiras mais temidas da antiguidade. Habitante da ilha de Eeia, Circe tem o péssimo hábito de transformar os homens que chegam em suas terras em animais selvagens, no caso da tripulação de Odisseu, em porcos. Com o tempo, a relação entre ela e o herói se transforma de rivalidade em uma aliança crucial.

    Os Antagonistas e a Traição

    Robert Pattinson como Antínoo

    A Odisseia

    Se você procura um vilão detestável no mundo mortal, aqui está ele. Antínoo é o líder dos pretendentes de Penélope. Arrogante, impiedoso e sedento por poder, é ele quem trama o assassinato de Telêmaco. Pattinson no papel de um nobre sádico e calculista é uma das escalações mais aguardadas.

    Mia Goth como Melanto

    A traição vinda de dentro. Melanto é uma das servas favoritas do palácio de Ítaca, criada quase como filha por Penélope. No entanto, ela se volta contra a rainha, tornando-se amante de um dos pretendentes e vazando os segredos do palácio. Um prato cheio para o talento dramático e peculiar de Goth.

    A Guerra de Troia e a Tripulação

    Lupita Nyong’o como Helena de Troia / Clitemnestra

    A Odisseia

    Em um movimento de mestre de elenco, Lupita interpretará as duas irmãs espartanas mais infames da mitologia. Helena, cujo rapto desencadeou a Guerra de Troia; e Clitemnestra, a rainha que não perdoou seu marido Agamemnon por sacrificar a filha deles e orquestrou um assassinato brutal após o fim da guerra.

    Benny Safdie como Agamemnon & Jon Bernthal como Menelau

    A Odisseia

    Os irmãos que lideraram o ataque à Troia. Menelau (Bernthal) é o rei traído que busca sua esposa Helena, enquanto Agamemnon (Safdie) é o comandante supremo das forças gregas, um homem cuja ganância e crueldade acabam ditando sua própria ruína.

    Elliot Page como Sinon

    O espião mestre. Primo de Odisseu, Sinon fingiu ser um desertor dos gregos para enganar os troianos e convencê-los de que o gigantesco Cavalo de Madeira era um presente inofensivo. Sua lábia foi a arma mais letal de toda a guerra.

    Himesh Patel como Euríloco

    O segundo no comando do navio de Odisseu. Diferente do herói, Euríloco é pragmático e cauteloso, frequentemente questionando as ordens suicidas do capitão. É um personagem trágico cujas decisões de sobrevivência muitas vezes resultam em desastres cósmicos.

    John Leguizamo como Eumeus & Ryan Hurst como Mentor

    A Odisseia

    O coração pulsante de lealdade na história. Eumeus (Leguizamo) é o humilde porqueiro que é a primeira pessoa a acolher e proteger Odisseu quando ele retorna disfarçado. Já Mentor (Hurst) é o fiel amigo a quem Odisseu confiou a educação de seu filho, e cuja forma é frequentemente assumida pela deusa Atena.

    A Odisseia ainda não tem data de estreia definida, mas as engrenagens dessa mega-produção já estão girando a todo vapor. Conhecendo o apreço de Nolan por efeitos práticos e narrativas intrincadas, estamos prestes a presenciar um marco no cinema épico.

    Qual dessas escalações você achou mais certeira?

    A Odisseia estreia nos cinemas do Brasil no dia 19 de Julho. Confira o trailer do filme:

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