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    Cancelado? Filme do ‘Blade’ com Mahershala Ali supostamente chega ao fim após 7 anos no “inferno do desenvolvimento”

    A Saga do Multiverso do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) acaba de sofrer mais um duro golpe. Após sete anos de um conturbado processo de produção, o tão aguardado reboot de Blade, estrelado pelo vencedor do Oscar Mahershala Ali, parece ter sido cancelado.

    A informação não veio de um anúncio oficial da Disney, mas sim dos bastidores. A Claus Studios, empresa responsável pelo design do logotipo do filme revelado na San Diego Comic-Con de 2019, declarou o projeto como “morto” em suas redes sociais.

    “RIP BLADE! Nós mal te conhecemos!! Que pena que eles não conseguiram tirar esse do papel, mas foi incrível ver meu logotipo revelado no Hall H em 2019 e ainda estou super orgulhoso dele!!”, compartilhou o estúdio em sua conta no Instagram.

    Frustração nos Bastidores

    A postagem da Claus Studios surge poucos dias após uma declaração desanimadora de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios. Em participação no podcast Happy, Sad, Confused, Feige quebrou o silêncio sobre a dificuldade de produzir o longa: “Estou me sentindo um gigantesco perdedor e um fracasso por não termos conseguido decolar com Mahershala”, confessou.

    O suposto cancelamento chega em um momento simbólico: às vésperas do painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2026, marcando exatos sete anos desde que Mahershala Ali subiu ao palco do Hall H para anunciar o projeto diante de milhares de fãs extasiados.

    O “Inferno do Desenvolvimento”

    Desde o seu anúncio triunfal, Blade se tornou o projeto mais problemático da história recente da Marvel Studios. O filme enfrentou:

    • Trocas de Direção: Múltiplos diretores abandonaram o projeto por “diferenças criativas”.
    • Inúmeras Reescritas: Uma verdadeira dança das cadeiras de roteiristas aconteceu nos últimos anos na tentativa de acertar o tom da história.
    • Problemas de Continuidade: Ali já interpretou Cornell Stokes (Cottonmouth) na primeira temporada de Luke Cage, e como as séries da Netflix agora são cânone, a Marvel precisaria justificar os papéis duplos do ator.

    Até o momento, a única contribuição de Ali como o Caçador de Vampiros no MCU se resumiu a uma breve participação especial (apenas em voz) na cena pós-créditos de Eternos (2021).

    Qual é o futuro de Blade no MCU?

    Embora o filme solo possa ter sido engavetado, isso não significa necessariamente o fim do herói no MCU. A Marvel possui um núcleo crescente de personagens sobrenaturais, e os fãs há muito tempo pedem a formação dos Filhos da Meia-Noite (Midnight Sons), equipe da qual Blade faz parte nos quadrinhos.

    A grande dúvida que resta é se Mahershala Ali, após tanta frustração e espera, continuará disposto a interpretar Eric Brooks em projetos paralelos, ou se o ator passará a estaca de madeira adiante. A Marvel Studios ainda não emitiu um comunicado oficial sobre a postagem da Claus Studios ou o status definitivo da produção.

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    MCU até 2042! Kevin Feige revela que Guerras Secretas criará um “universo único” focado nos X-Men

    Se você achava que a Marvel iria tirar o pé do acelerador após a atual saga do multiverso, pode se preparar para uma maratona que vai durar, literalmente, décadas. Kevin Feige, o grande arquiteto do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), revelou que o estúdio já está planejando filmes até o ano de 2042.

    Em uma recente entrevista à publicação chinesa Watching Hollywood, Feige compartilhou detalhes cruciais sobre o futuro da franquia após os aguardados Vingadores: Doomsday e Vingadores: Guerras Secretas.

    O fim do Multiverso e o início de uma nova era

    Segundo Feige, os próximos filmes dos Vingadores não serão apenas o clímax da atual fase, mas sim o “começo de uma nova era” para o MCU. O objetivo principal é arrumar a casa.

    “Isso estabelecerá um universo único, simplificado e coeso, que possamos acompanhar facilmente”, explicou o produtor. “Algumas coisas serão familiares, mas muitas, muitas coisas serão inteiramente novas. Voltando ao que mencionamos antes sobre atrair jovens e nos conectarmos com uma nova geração de espectadores, é exatamente sobre isso que o próximo universo se tratará.”

    Essa declaração soa como música para os ouvidos dos fãs que vêm criticando a complexidade (e às vezes, a bagunça) das múltiplas linhas do tempo e realidades da Saga do Multiverso.

    A Saga Mutante vem aí

    Se o Homem de Ferro e o Capitão América foram os pilares da Saga do Infinito, a próxima grande fase da Marvel já tem seus protagonistas definidos. Kevin Feige foi categórico ao afirmar que, fundamentalmente, os X-Men estarão no centro desse novo universo.

    Ao refletir sobre como integrar os mutantes de forma grandiosa, reconhecendo que a equipe já teve 10 filmes no passado, com altos e baixos, ele deixou escapar o que parece ser o título oficial da próxima década de histórias:

    “Nós estamos constantemente mudando, constantemente evoluindo, mas ter alguma orientação nos ajuda a agir com mais propósito… especialmente com os X-Men. Como planejamos a ‘Saga Mutante’ de uma maneira muito grandiosa?”

    Com a San Diego Comic-Con se aproximando, as expectativas para o painel no icônico Hall H estão nas alturas. É muito provável que Feige suba ao palco para oficializar esses planos, detalhando Doomsday, Guerras Secretas e o futuro filme focado nos mutantes.

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    CRÍTICA: ‘Rhythm Heaven Groove’ é a merecida e divertida continuação da franquia

    Nascida do sonho do incrível e lendário produtor musical Tsunku, Rhythm Heaven (originalmente, Rhythm Tengoku no Japão) pode ser chamada de uma das criações mais excêntricas da Nintendo. Com premissas que foram inspiradas em WarioWare, Inc.: Mega Microgame$!, Tsunku pareceu mergulhar em mecânicas que proporcionaram pérolas como os brilhantes Rhythm Heaven (2008) e Rhythm Heaven Fever (2011).

    Groove chega para coroar o gênero com minigames rítmicos que nos lançam por divertidos níveis e remixes que variam sua gameplay, mas o tempo todo testam nosso reflexo e memória muscular.

    Parte do brilho de Groove vem do que foi estabelecido até aqui em games anteriores. Mas enquanto ainda peca em seu modo singleplayer ao não se fazer tão divertido quanto Fever, ele brilha no modo multiplayer local.

    Cozinhe, jogue tênis, lance magia, mergulhe no que a franquia possui de melhor

    Rhythm Heaven Groove

    Rhythm Heaven Groove adentra o que a franquia tem de melhor desde os primeiros minutos. Além disso, introduz elementos importantes de acessibilidade. O game oferece a pessoas com baixa visão menus narrados e até mesmo calibração de latência de entrada (o que permite compensar algum delay no tempo de resposta).

    Seja cozinhando e pegando legumes no ar, jogando tênis e derrotando monstros ou até mesmo “depilando” uma cebola, Rhythm Heaven Groove garante diversão que é ditada pelo tempo. Ou melhor, pela batida. Isso mesmo.

    Rhythm Heaven Groove

    Retornar à franquia Rhythm Heaven em Groove é tão ou mais satisfatório do que foi em Rhythm Heaven Megamix (2015). Embora Megamix reunisse alguns dos mais incríveis minigames de GBA, DS e Wii, o título acabava se mostrando repetitivo, e o seu modo história narrativo decepcionante por não fazer muito sentido.

    Sendo assim, voltar à estrutura clássica da franquia com os 10 estágios + 1 remix por bloco, faz a gente sentir que finalmente reencontrou a série que sempre amou.

    Gráficos, estilo e direção de arte

    Visualmente, Rhythm Heaven Groove é um deleite que entende perfeitamente a premissa de que a interface deve trabalhar em função do áudio. A direção de arte brilha ao resgatar o inconfundível traço do artista Ko Takeuchi, apostando em cores chapadas, contornos grossos e uma identidade visual extremamente limpa.

    Sendo um jogo onde a poluição gráfica seria fatal para a experiência, o título domina o minimalismo funcional, pois cada elemento na tela comunica exatamente o que precisa, sem ruídos.

    Agora em alta definição, as animações propositalmente secas e caricatas, que saltam de um quadro a outro sem transições fluidas, funcionam como um metrônomo visual impecável para guiar o jogador.

    É uma verdadeira aula de design e direção criativa, provando que é possível entregar um universo esteticamente brilhante e cheio de carisma sem sacrificar a clareza absoluta que a gameplay rítmica exige.

    O que achamos?

    Rhythm Heaven Groove

    Rhythm Heaven Groove é a continuação que a já esquecida franquia da Nintendo merecia. Adentrar o seu mundo bizarro e mergulhar em desafios peculiares nos oferece diferentes dinâmicas ditadas simplesmente pelo ritmo. Ao avançar por níveis que parecem tão absurdos quanto curiosos, percebemos que o game brilha ainda mais fora da campanha solo.

    O modo multiplayer se mostra muito rico e conta com propostas mais profundas. Seja no RPG Beatspell ou no Knock-Knock Quartet, jogar em dupla, trio ou até mesmo em grupo faz com que a experiência do game se torne ainda mais divertida e envolvente.

    Agradecemos à Nintendo por nos enviar uma cópia do game para análise.

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    Dança das cadeiras na big tech: Executivo do Xbox deixa a empresa após apenas três meses

    Uma mudança rápida e inesperada movimentou os bastidores da indústria de tecnologia e games. Jared Palmer, Vice-Presidente de Engenharia do Xbox, anunciou sua saída da Microsoft apenas três meses após ser promovido a uma das posições estratégicas da divisão de jogos.

    Palmer trocou o gigante dos games para liderar a equipe de engenharia da Cognition, uma applied AI lab famosa por criar o Devin, o primeiro “engenheiro de software de IA” autônomo do mundo.

    Do CoreAI ao topo da divisão Xbox

    Jared Palmer chegou à Microsoft em outubro passado, vindo da divisão de IA (CoreAI). Em maio, durante uma grande reestruturação promovida pela executiva Asha Sharma, Palmer foi nomeado para um papel de liderança direto.

    Na época, Sharma rasgou elogios ao executivo em um comunicado interno:

    “Ele é um líder de produto que entende o desenvolvimento moderno, incluindo onde as ferramentas podem remover atritos e ajudar as equipes a irem mais rápido. Ele trabalhará diretamente comigo nos nossos problemas de produto e engenharia mais complexos.”

    No entanto, antes mesmo que os frutos dessa reformulação no ecossistema de desenvolvedores do Xbox fossem colhidos, Palmer anunciou sua despedida no X (antigo Twitter):

    “Atualização pessoal: entrei na Cognition para liderar a engenharia. Sou grato a Asha Sharma e a todos no Xbox por um ano incrível. Animado para este próximo capítulo com Scott Wu e equipe.”

    O peso da inteligência artificial gerativa

    A saída acentua uma tendência clara no mercado de tecnologia: a atração magnética das startups de Inteligência Artificial sobre talentos de ponta das Big Techs.

    A Cognition, nova casa de Palmer, recebeu um investimento de US$ 21 milhões do Founders Fund (de Peter Thiel) em 2024 e já é avaliada em mais de US$ 4 bilhões.

    Palmer é um entusiasta conhecido do setor e chegou a comparar a transição da programação humana para o desenvolvimento agêntico (feito por IA) a “aprender a jogar Guitar Hero em vez de aprender a tocar guitarra de verdade”.

    Nem a Microsoft nem Palmer emitiram declarações adicionais além das postagens em redes sociais.

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    Castlevania: Belmont’s Curse foi criado para fãs de Metroidvania que nunca jogaram a franquia original

    Se você se diz fã do gênero “Metroidvania”, a Konami quer ter certeza de que você sabe exatamente de onde vem o “Vania” dessa palavra.

    O produtor de Castlevania: Belmont’s Curse, Tsutomu Taniguchi, explicou recentemente que a ideia de desenvolver um título inédito para a lendária franquia surgiu após ler comentários de jogadores que, ironicamente, amam jogos do estilo Metroidvania, mas nunca encostaram em um jogo clássico de Castlevania.

    Em uma entrevista à Famitsu, Taniguchi compartilhou como essa percepção guiou os esforços recentes da Konami:

    “Eu já era fã de Castlevania muito antes de começar neste projeto. Desde que entrei na Konami, via pessoas nas redes sociais e nos fandoms dizendo que amam Metroidvanias, mas que nunca tinham jogado Castlevania. Eles podiam até ter assistido ao anime, mas nunca haviam jogado os games.”

    O plano da Konami para resgatar os fãs

    Percebendo que a marca Castlevania possui um peso enorme na cultura pop, mas que isso não se traduzia necessariamente em jogadores ativos, Taniguchi decidiu agir como funcionário e como fã. A estratégia inicial foi tornar o legado da franquia acessível novamente.

    Foi assim que nasceram as recentes coleções de ports:

    • 2019: Castlevania Anniversary Collection
    • 2021: Castlevania Advance Collection
    • 2024: Castlevania Dominus Collection

    Apesar do esforço massivo (que também incluiu a aclamada DLC crossover com Dead Cells), os fãs mais assíduos notam que Symphony of the Night, o título mais popular da franquia e o grande pilar do gênero, ainda está restrito a coleções mais antigas, como Castlevania: Requiem (2018).

    O nascimento de Belmont’s Curse

    As coleções e colaborações foram apenas a preparação do terreno. A Konami queria pavimentar o caminho para a nova geração de caçadores de vampiros.

    “Nós queríamos criar mais maneiras para novos jogadores experimentarem Castlevania, como a DLC de [Dead Cells]. Claro, eu também queria ver algo novo, então propus Castlevania: Belmont’s Curse,” concluiu o produtor.

    E você, de qual lado do chicote está? É um fã veterano que jogou os clássicos ou faz parte da geração que ama Metroidvanias, assistiu ao anime da Netflix, mas nunca explorou o castelo do Drácula nos games?

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    Destrinchando o trailer de Vingadores: Doutor Destino, o dilema moral de salvar o multiverso e o peso de Namor

    Após meses de mistério e suspense, a Marvel enfim revelou o primeiro trailer do novo filme dos Vingadores, e ele já chegou prometendo as maiores apostas da história do MCU. Não se trata apenas de uma união de heróis; estamos diante do colapso do próprio Multiverso. O trailer nos apresenta a um dilema moral devastador, e a figura de Namor emerge como um ponto central de discussão. Vamos mergulhar no que o trailer nos revelou, conectando os pontos com os quadrinhos.

    O conceito central: As incursões

    Doutor Destino

    O trailer confirma: as Incursões chegaram ao MCU com força total. Para quem não está familiarizado com os quadrinhos, uma Incursão é o evento onde dois universos começam a colidir. O ponto focal de destruição é a Terra. Quando as duas Terras se chocam, não são apenas esses dois planetas que desaparecem; os dois universos inteiros deles deixam de existir juntos. É uma escala de destruição colossal, uma verdadeira extinção do Multiverso.

    O dilema moral: matar 8 bilhões para salvar quintilhões?

    Doutor Destino

    Aqui está o cerne do conflito moral que o trailer estabelece. Para impedir uma Incursão e salvar o seu próprio universo, os heróis devem tomar uma decisão impensável: destruir a Terra do universo colidente. Imagine que só na nossa Terra vivem 8 bilhões de pessoas. Agora pense na população de todo o Multiverso, somando todos os planetas alienígenas, quintilhões de vidas. A escolha é terrível: ou você mata 8 bilhões de pessoas para salvar quintilhões, ou todos os universos morrem juntos.

    A solução cruel e o papel de Destino

    O trailer sugere que o Dr. Destino surge como o “vilão” da história por ser o único disposto a abraçar a solução cruel. Ele sabe que não há outra maneira a não ser destruir outras Terras para salvar a sua. Ele não sente prazer nisso, mas vê como a única solução possível. Por insistir nessa destruição, ele se torna o antagonista, enquanto heróis como Reed Richards (Sr. Fantástico) e Pantera Negra hesitam.

    Namor: O rei que toma a decisão difícil

    Doutor Destino

    É aqui que Namor, o Rei de Talokan, torna-se a figura mais complexa e central do trailer. Enquanto a maioria dos heróis sofre com dilemas éticos, Namor toma a decisão de destruir a outra Terra com certa facilidade. Como rei, ele está acostumado a sempre colocar seu povo em primeiro lugar. O trailer nos mostra painéis de quadrinhos onde Namor critica os outros por colocarem suas “malditas morais acima da vida de todos os seres vivos”. O trailer confirma o novo design de Namor, uma ótima adaptação de seu uniforme azul com escamas, e estabelece que ele será um ponto central de discussão devido à sua clareza em tomar a decisão difícil.

    Análise de cenas chave do trailer

    • A Incursão Testemunhada: O trailer nos dá um vislumbre perturbador de um Professor X envelhecido em uma cadeira de rodas, em um Instituto Xavier já destruído, olhando para o céu rachado e testemunhando uma Incursão em andamento. Isso confirma que o universo dos X-Men está em rota de colisão com o MCU.
    • As Equipes se Unindo: Uma imagem poderosa mostra a Coisa (The Thing) do Quarteto Fantástico apertando a mão de M’Baku, de Wakanda. Isso simboliza a união necessária para a sobrevivência. Vingadores, X-Men, Quarteto… Wakanda e Talokan terão que deixar de lado antigas picuinhas para proteger a sua própria Terra.
    • O Retorno de Steve Rogers? O trailer nos choca com a aparição de um Chris Evans mais velho, segurando o Mjolnir e o escudo quebrado, com o Thor do MCU ao lado dele, parecendo surpreso. O trailer sugere que “algo se aproxima” que talvez não possamos evitar, e que deveremos tomar uma “decisão impensável” nos primeiros minutos do filme.
    Doutor Destino

    O trailer de Vingadores: Doutor Destino não é apenas um teaser de ação; é uma promessa de uma história madura, sombria e repleta de dilemas morais profundos. O foco no Multiverso em colapso, na solução cruel de Destino e na clareza pragmática de Namor estabelece as bases para o que pode ser o maior épico do MCU. Quem você acha que está certo: os heróis que hesitam em cruzar a linha moral ou Namor, que escolhe a sobrevivência de seu povo a qualquer custo?

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