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    Pokémon Scarlet & Violet: Última chance para conseguir o Samurott de Hisui exclusivo

    Nas últimas semanas, os jogadores de Nintendo Switch acompanharam um evento especial de Tera Raids focado nos iniciais de Pokémon Legends: Arceus. Após o Decidueye em junho e o Typhlosion no início do mês, a rodada se encerra agora com o Samurott de Hisui.

    O evento termina no dia 17 de julho, e esta é a sua única oportunidade de capturar essa versão específica do Pokémon. O grande diferencial deste Samurott é que ele possui a “Marca do Mais Forte” (Mightiest Mark), um título extremamente cobiçado entre os colecionadores que adiciona o termo “Imbatível” ao nome da criatura durante as batalhas.

    Com o lançamento do novo jogo da franquia, Wind & Waves, marcado para o ano que vem, a desenvolvedora já confirmou que este conjunto específico de Tera Raids não retornará a Scarlet & Violet em um futuro próximo.

    Para enfrentar o desafio de 7 Estrelas, o jogador precisa ter concluído a campanha principal do jogo e o Torneio da Academia. Cumprindo esses requisitos, basta procurar os cristais negros espalhados pelo mapa de Paldea. O evento se encerra pontualmente às 19h59 (horário de Brasília) do dia 17 de julho.

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    PS5 recebe atualização silenciosa com nova função (e os jogadores estão divididos!)

    Os usuários do PlayStation 5 foram pegos de surpresa com um novo recurso de qualidade de vida (QoL) adicionado silenciosamente ao console, que lembra bastante as famosas estatísticas anuais oficiais da Sony. A gigante japonesa é conhecida por adicionar ou remover recursos apenas após muita consideração, o que explica o choque de muitos jogadores ao verem a novidade pipocar em suas telas.

    No entanto, o momento dessa atualização gerou debates acalorados.

    O novo Resumo Semanal (Weekly Wrap-Up)

    Geralmente, os jogadores de PlayStation precisam esperar até o fim do ano pelo “Wrap-Up” oficial para conferir seus jogos mais jogados, total de horas e troféus. Mas agora, o novo recurso de “Resumo Semanal” torna essa espera desnecessária.

    O novo widget fica fixado no Welcome Hub (Hub de Boas-Vindas) e exibe os dados mais importantes do usuário com atualizações semanais. As estatísticas incluem:

    • Jogo mais jogado da semana
    • Tempo total de jogo
    • Troféus conquistados
    • O troféu mais raro obtido

    Tudo indica que a Sony está liberando a novidade como uma atualização Over-The-Air (OTA), em vez de embuti-la em uma atualização de sistema tradicional. Alguns fãs relatam que a função simplesmente apareceu do nada, enquanto outros afirmam já tê-la há algum tempo. Isso sugere que o recurso pode estar sendo testado em regiões ou consoles específicos antes do lançamento global.

    Vale lembrar que, em maio de 2026, o PS5 também recebeu outra função experimental no Welcome Hub: um contador de jogadores ativos, inspirado no Steam Charts.

    Novidade legal ou cortina de fumaça?

    Apesar de ser uma adição incrível para quem gosta de acompanhar suas estatísticas sem depender de sites de terceiros, a comunidade está dividida.

    O assunto mais quente no universo PlayStation no momento é a suposta decisão da Sony de descontinuar os leitores de disco em 2028. Uma grande parte da base de usuários é contra essa mudança e está fazendo barulho na internet para tentar convencer a empresa a recuar.

    Por conta disso, os jogadores que lutam contra a política de fim das mídias físicas não estão nada impressionados com o novo widget. Para muitos deles, a Sony pode estar usando o “Resumo Semanal” como uma distração para desviar a atenção das recentes polêmicas envolvendo o futuro do PlayStation. Por outro lado, quem avalia o recurso isoladamente o considera uma excelente melhoria para a experiência no console.

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    Justiça Brasileira derrota Microsoft: Xbox é obrigado a devolver conta hackeada e pagar indenização

    A transição para um futuro de jogos exclusivamente digitais traz um medo constante para os gamers: e se você perder o acesso à sua biblioteca? Para um jogador brasileiro, ter a conta do Xbox hackeada se tornou um verdadeiro pesadelo, mas a história teve um final surpreendente e vitorioso nos tribunais do país. A Microsoft, gigante dos games que recentemente tem passado por grandes reestruturações, foi responsabilizada pela justiça brasileira após o suporte se recusar a ajudar o usuário a recuperar seu perfil.

    A Microsoft, gigante dos games que recentemente tem passado por grandes reestruturações, foi colocada em seu devido lugar pela justiça brasileira após se recusar a ajudar um usuário que teve sua conta do Xbox comprometida.

    O caso: “Compre seus jogos de novo”

    Tudo começou em abril, quando o usuário do Reddit conhecido como Ordo_Liberal relatou que sua conta da Microsoft havia sido invadida e suas informações de segurança alteradas, mesmo ele utilizando a autenticação de dois fatores (2FA).

    Ao entrar em contato com o serviço de atendimento ao cliente do Xbox, a resposta foi decepcionante e beirou o desrespeito: o suporte afirmou que a conta era irrecuperável e sugeriu que o jogador, simplesmente, comprasse todos os seus jogos novamente. Inconformado com a ideia de perder sua biblioteca digital construída com seu próprio dinheiro, ele decidiu buscar os seus direitos através do PROCON e dos Juizados Especiais Cíveis.

    12 Advogados vs. 1 Gamer

    A batalha legal parecia desproporcional. Para se defender de um processo de pequenas causas, a Microsoft enviou uma equipe de 12 advogados. No entanto, a justiça brasileira foi implacável.

    Analisando os e-mails e os tickets de suporte, o tribunal concluiu que era óbvio que o jogador era o proprietário original da conta e que a Microsoft tinha plena ciência disso, mas optou por não resolver o problema de forma amigável. A sentença foi clara: a Microsoft perdeu a causa e recebeu um prazo de 15 dias para restaurar totalmente o acesso à conta do usuário, além de ser condenada a pagar R$ 2.000,00 em danos morais.

    O perigo do futuro 100% digital

    Embora a imprensa internacional (como o site Tom’s Hardware) esteja noticiando o caso com surpresa, já que nos Estados Unidos o sistema legal costuma favorecer as grandes corporações corporativas, no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor é um escudo poderoso para os jogadores.

    Contudo, o episódio levanta um debate importantíssimo sobre a nossa relação com bens digitais. O ecossistema da Microsoft é vasto. Ter uma conta suspensa ou roubada não significa apenas perder os “saves” do Xbox; pode significar a perda de acesso ao Windows, ao pacote Office e a e-mails importantes.

    À medida que a indústria empurra os consumidores para um modelo onde pagamos cada vez mais e “possuímos” cada vez menos (já que compramos apenas licenças de uso, e não os jogos físicos), é fundamental saber que não estamos totalmente desamparados. Se o suporte virar as costas para você, lembre-se: a justiça pode ser a sua melhor “fase bônus”.

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    Estudo confirma: Jogos físicos de PS5 são muito mais baratos que as versões digitais

    Não é novidade para ninguém que os games estão ficando cada vez mais caros, mas um estudo recente jogou luz sobre uma diferença brutal que tem impactado diretamente os donos de PlayStation 5: a imensa disparidade de preços no mercado. A pesquisa mostra que optar por jogos físicos em vez das alternativas digitais ainda pode gerar uma economia de quase 50%, mesmo enquanto empresas como a Sony caminham a passos largos para extinguir os leitores de disco.

    O Preço da Conveniência Digital

    De acordo com um levantamento inicial feito pelo site holandês Tweakers, comprar jogos físicos de PS5 pode poupar cerca de €50 (ou quase US$ 57) por título. O site analisou 16 jogos indicados ao Jogo do Ano desde 2021 (como Elden Ring e Resident Evil 4 Remake) e os comparou com os valores praticados na loja oficial do console. O resultado? Quase todos os jogos na lista eram significativamente mais baratos nas lojas de varejo do que na PlayStation Store.

    A explicação para isso é puramente mercadológica. O analista da indústria de games, Dr. Serkan Toto, explica que as fabricantes adoram as políticas de ausência de disco. Quando um jogo digital “first-party” é vendido a preço cheio (US$ 70 ou R$ 349,90 no Brasil), a Sony retém 100% desse valor. No caso da mídia física, cerca de 30% da receita fica com os lojistas, além dos custos de produção, logística e distribuição das mídias.

    A Realidade no Brasil: A Matemática Assusta

    Para entender o impacto disso na carteira do jogador, basta observarmos os preços praticados aqui no Brasil, comparando as ofertas atuais de varejistas (como a Amazon) com a PS Store:

    Jogo de PS5Preço em Mídia Física (Amazon)Preço Digital (PS Store)
    Red Dead RedemptionR$ 167,30R$ 249,90
    God of War RagnarokR$ 184,30R$ 349,90
    Hogwarts LegacyR$ 178,22R$ 299,90
    The Last of Us Part IR$ 190,00R$ 399,90
    Spider-Man 2R$ 178,99R$ 349,90

    Nota: Os preços físicos refletem as melhores ofertas recentes no varejo brasileiro.

    Se um jogador brasileiro decidir comprar esses 5 jogos na versão digital hoje, ele gastaria impressionantes R$ 1.649,50. Caso comprasse os mesmos jogos em mídia física pelas ofertas listadas, o valor cairia para R$ 898,81. É uma economia gigantesca.

    Por que a diferença é tão grande?

    A grande vantagem do varejo físico é a necessidade de girar estoque. Com o tempo, as lojas reduzem naturalmente os preços das cópias nas prateleiras para dar espaço a novos lançamentos, transformando os discos na melhor opção para gamers que não têm orçamento para comprar tudo no lançamento.

    Por outro lado, a PlayStation Store é um monopólio no console. O preço “base” de um jogo dificilmente cai de forma permanente, mesmo anos após o lançamento. Embora a PS Store tenha grandes promoções por tempo limitado, os descontos nos grandes exclusivos (os chamados first-party) raramente ultrapassam a marca dos 50%, enquanto no varejo físico essas quedas são orgânicas e constantes.

    E você, o que acha disso? Com as opções de consoles apenas digitais se tornando mais comuns, você teme o fim das promoções de mídias físicas? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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    Sam Neill: A versatilidade e o legado de um ícone do cinema mundial

    No dia 13 de julho de 2026, o mundo amanheceu com a triste notícia da morte do ator neozelandês Sam Neill. Ele era um daqueles talentos raros que conseguiam transitar com absoluta naturalidade entre o cinema de autor e os maiores blockbusters de Hollywood. Com uma carreira que se estende por décadas, Neill construiu um legado fundamentado em atuações que ancoram premissas fantásticas, aterrorizantes ou profundamente dramáticas na mais pura realidade humana.

    Sua importância para o cinema mundial vai muito além de ser o rosto de uma das franquias mais lucrativas da história. Ele representa a figura do homem comum colocado em situações extraordinárias, conferindo credibilidade e peso emocional a cada cena.

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

    Sam Neill

    É impossível analisar o impacto de Sam Neill sem citar este marco de Steven Spielberg. Como o paleontólogo Dr. Alan Grant, ele não apenas eternizou um dos personagens mais icônicos da cultura pop, mas também serviu como o elo de racionalidade do público diante da maravilha e do terror de dinossauros recriados geneticamente. O impacto cultural de sua atuação ajudou a definir o padrão para protagonistas de filmes de aventura modernos, equilibrando ação, inteligência e um fascínio genuíno que espelhava a própria reação da plateia.

    O Piano (1993)

    Sam Neill

    O talento dramático de Neill foi solidificado em obras de grande prestígio no mesmo ano em que fugia de um T-Rex. Sob a direção de Jane Campion, ele interpretou Alisdair Stewart com uma complexidade admirável. Sua performance misturava vulnerabilidade, repressão e crueldade de forma brilhante, ajudando o longa a se tornar um sucesso de crítica e vencedor de múltiplos prêmios Oscar. Este papel provou sua capacidade de ancorar narrativas densas e de época.

    À Beira da Loucura (1994)

    Enquanto muitos atores fogem de projetos arriscados após alcançarem o sucesso global, Neill mergulhou de cabeça no horror e no bizarro. Trabalhando com o lendário diretor John Carpenter, ele entregou uma performance magistral como John Trent. O filme acompanha a descida de seu personagem à insanidade, e a atuação de Neill é o motor que faz o público questionar a própria realidade, cimentando seu status como um mestre do horror psicológico.

    O Enigma do Horizonte (1997)

    Sam Neill

    Poucos anos depois de trabalhar com Carpenter, Neill ajudou a redefinir o terror espacial. Como o perturbador Dr. William Weir, ele conduziu o que se tornaria um dos maiores clássicos cult do gênero de ficção científica e horror. Sua capacidade de evocar uma ameaça silenciosa, que cresce gradualmente até explodir em um terror visual e psicológico absoluto, demonstrou uma coragem artística rara para atores de seu calibre.

    A Incrível Aventura de Rick Baker (2016)

    Para provar que seu alcance não se limita ao suspense e aos grandes espetáculos, Neill entregou uma de suas atuações mais elogiadas do século sob a direção de Taika Waititi. Como o rabugento e adorável Tio Hec, ele mostrou um timing cômico impecável e uma imensa capacidade de comover o público. O filme reforça como sua presença magnética continua afiada e capaz de dialogar com novas gerações de espectadores.

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    Rumor aponta para possível remake de The Legend of Zelda: Majora’s Mask após Ocarina of Time

    O ano de 2026 tem sido marcante para os fãs de The Legend of Zelda. Com a celebração dos 40 anos da franquia e o anúncio oficial do remake de Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2, a expectativa para o futuro da série no novo hardware da Nintendo está nas alturas. Agora, novos indícios sugerem que a empresa pode estar planejando expandir esses planos.

    O que diz o rumor

    A especulação começou após uma análise detalhada no perfil do Internet Movie Database do dublador Nobuyuki Hiyama. Conhecido por emprestar sua voz ao Link adulto em Ocarina of Time e ao Link utilizando a Máscara da Divindade Feroz em Majora’s Mask, Hiyama teve seu currículo atualizado com um projeto intitulado Majora’s Mask HD.

    A informação rapidamente circulou pela internet, levantando debates sobre a veracidade do registro. É importante ressaltar que, até o momento, a Nintendo mantém silêncio absoluto sobre qualquer projeto adicional além do remake de Ocarina de Time que chega no final deste ano.

    Por que o projeto faz sentido

    Mesmo sendo uma informação não oficial, a ideia de um remake de Majora’s Mask para o Switch 2 possui uma lógica técnica e histórica muito forte. No desenvolvimento original do Nintendo 64, Majora’s Mask foi criado aproveitando muitos dos ativos e do motor gráfico de Ocarina of Time, o que permitiu um tempo de produção menor na época.

    Seguir um caminho similar agora, utilizando a base tecnológica que está sendo desenvolvida para o novo remake, seria um passo natural e eficiente para a Nintendo. Além disso, nomes como Mikiharu Oiwa, diretor responsável por títulos anteriores como Link’s Awakening e os relançamentos de 3DS, também tiveram movimentações recentes que sugerem envolvimento em novos projetos não revelados.

    O que esperar daqui para frente

    Estamos vivendo um momento único para a franquia. A possibilidade de ver dois dos maiores clássicos da era 64 sendo restaurados para a nova geração é o sonho de muitos jogadores. No entanto, é fundamental manter a cautela. Registros em plataformas como o IMDb podem ser imprecisos ou fruto de erros administrativos.

    Enquanto aguardamos por um posicionamento oficial, ficamos na torcida para que a Nintendo continue investindo na preservação e modernização de seus grandes clássicos.

    Você gostaria de ver Majora’s Mask recebendo o tratamento de remake no Switch 2? Conte para nós aqui nos comentários ou em nossas redes sociais.

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