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    CRÍTICA – ‘LumenTale: Memories of Trey’ é game para apaixonados por RPG

    Esse jogo é para os fãs de RPGs com coleções de monstros, ou seja, o famoso gênero Tamer. Sim, estou falando com você que ama Pokémon, Digimon e outros do tipo, mas que quer uma boa dose de novidade, com um preço mais acessível e localização em PT-BR.

    LumenTale foi desenvolvido pela Beehive Studios, publicado pela Team17 e chegará no dia 26 de março para PC (via Steam) e Nintendo Switch. Agradecemos o envio da chave de forma antecipada para a produção de conteúdo!

    Protagonista e História

    Lumentale

    Como o próprio nome do jogo sugere, jogamos com Trey, o protagonista. Ele não tem memórias sobre si mesmo, motivo que justifica o subtítulo “Memórias de Trey”. Nosso personagem é encontrado desacordado em meio a uma floresta e levado a um laboratório próximo.

    Nesse momento, o jogo nos apresenta dois personagens importantes. O primeiro é Ales, a criança que nos encontrou e que possui um trauma com os Animon (algo que entenderemos melhor conforme a campanha avança). O segundo é seu avô, que é um cientista e atua como uma espécie de “Professor” do mundo de Pokémon, sabe? Ele quer que Ales se torne um Lumen, como um treinador de Animon, mas o garoto não recebe bem a ideia.

    De aniversário, Ales ganha de seu avô um Holoken, uma ferramenta que lembra um ioiô e que é utilizada para capturar e treinar os Animon. Porém, Ales não fica feliz e foge. Nisso, o avô pede para que o procuremos, já que está de noite e pode ser perigoso.

    (Os Lumen são os protetores que garantem a segurança das pessoas e dos Animon em Talea).

    Lumentale

    Levando o Holoken que Ales deixou para trás, vamos procurá-lo para entender o que aconteceu. O jogo se encarregará de apresentar mais desse mundo, das mecânicas e dos personagens nesse primeiro contato. E é nesse começo que nosso personagem decide que quer recuperar suas memórias e se tornar um Lumen.

    Sinceramente, a história é legal. Eu gostei. Não é muito complexa, combina com a proposta do jogo e acredito que seja contada de forma bem leve.

    Saberemos de tudo conforme avançamos. Teremos diálogos e momentos bem interessantes com os personagens, mas também rolam uns mistérios, já que Trey vai se lembrando das coisas aos poucos. No comecinho, esses momentos misteriosos podem parecer meio confusos, mas faz parte e tudo vai se encaixando no avançar da carruagem.

    E como o jogo está em PT-BR, já me ganhou mais ainda! Assim, fica bem mais fácil entender e se apegar aos personagens.

    Animon e Mecânicas

    Lumentale

    São 140 Animon ao todo, divididos em 13 tipos diferentes. Eles podem afetar as emoções e interagir com a alma das pessoas, realmente criando conexões e vínculos bem fortes.

    Podemos batalhar em 1 vs 1 ou 4 vs 4, mas o que se destaca são as forças e fraquezas de cada um, os tipos de golpes e a composição do seu time.

    Cada Animon tem suas características. Conforme você os enfrenta, analisa ou captura, poderá aprender sobre essas especificações. Na tela de combate, temos detalhes visuais que ajudam muito: por exemplo, ao selecionar a habilidade que você quer usar e o Animon que está atacando, você verá um símbolo indicando se aquele ataque é neutro, forte ou fraco contra o oponente.

    No primeiro encontro com uma criatura, haverá um ponto de interrogação, demonstrando que você ainda não possui dados sobre ela. Já nos combates seguintes, você verá as informações necessárias. Lembre-se de analisá-los para obter esses dados!

    Sério, com isso você já tem meio caminho andado. Entender onde você tem vantagem no combate vai te ajudar a ganhar muitas batalhas.

    Na captura dos Animon, usaremos a ferramenta Holoken que já citei. Nós a jogamos como se fosse um ioiô e um minigame se inicia, exigindo que você aperte os botões em uma sequência simples para realizar a captura. Caso erre, não tem problema: o Animon começará uma batalha contra você e, no meio do combate, basta enfraquecê-lo para capturá-lo.

    Fora esse foco principal, que com certeza são os Animon, também podemos montar um acampamento onde é possível descansar de manhã, à tarde ou à noite (sim, o jogo possui um sistema de passagem de tempo!), além de fabricar itens e cozinhar.

    Além de enfrentarmos Animon selvagens, também batalharemos contra personagens com times variados, realizaremos missões secundárias, acharemos pontos de interesse pelos mapas, conquistaremos locais e enfrentaremos os Animon que são chefes (batalhas das quais eu gosto muito).

    Modo Online?

    Lumentale

    Bom, acredito que LumenTale veio com uma proposta completinha, então não poderia faltar multiplayer. Poderemos batalhar com amigos e até trocar Animon. Isso mantém a comunidade ativa, seja para se divertir em grupo ou para aquela ajudinha na hora de completar os 140 tipos, né?

    O game também possui uma demonstração na Steam para você testar. Vale a pena jogar para conhecer um pouco mais antes de investir!

    Personalização

    Temos um lugar digital dentro desse mundinho chamado Aniespaço. Ele existe e, ao mesmo tempo, não existe. É uma área separada do mundo de Talea onde os Animon capturados podem ficar, já que nem todos cabem no grupo principal de batalha, sabe? É um lugar para eles treinarem, para você fortalecer vínculos com eles e que pode ser personalizado do seu jeitinho.

    Inclusive, essa parte me lembra muito Digimon e tenho um carinho especial pelo meu Aniespaço. Amo demais!

    Mapa

    O mapa de Talea, o continente em que jogamos, é bem grandinho. Ao menos, achei um tamanho bem legal para a proposta do jogo. Nós o conheceremos melhor depois do início da campanha, após o tutorial e o prólogo, que é quando partiremos para a aventura de verdade.

    Podemos iniciar indo para o norte ou para o sul do mapa, você escolhe. Eu preferi começar pelo sul, que tem uma pegada mais focada na natureza, enquanto o norte é mais voltado para a tecnologia.

    Em ambos os locais, Trey tem esperança de descobrir mais sobre si mesmo!

    O jogo mostra que as regiões têm suas diferenças, então encontraremos criaturinhas exclusivas em cada lugar, além de estilos visuais distintos nos cenários, diferenças no comportamento dos NPCs, no design das cidades, etc.

    Esse mundo tem sua própria história, mitologia e conflitos. Vou deixar essa parte para vocês descobrirem jogando, mas o elemento principal que conecta tudo isso são os Lumen. Bom, o nome do jogo destaca bastante a ideia de “Conto dos Lumen”, certo? (Não há uma tradução oficial do título, mas seria algo por aí).

    Arte e Música

    Uma das coisas que fez o jogo se destacar, ao meu ver, foi o design. Ele tem um estilo de pixel art muito lindo e charmoso, e as criaturinhas são bem diferentes umas das outras. Gosto muito do visual de cada uma.

    Além da pixel art, os personagens têm ilustrações muito bacanas que aparecem ao lado das caixas de diálogo.

    E as músicas são ótimas! Elas combinam perfeitamente com os ambientes na hora da exploração, nas cidades, nas batalhas, etc.

    Conclusão

    Lumentale

    LumenTale: Memories of Trey é um bom RPG Tamer. É divertido, conta com um visual bonito e bem charmosinho, tem boas músicas, um preço acessível e pode rodar em diversos PCs por ser um jogo bem leve.

    Sua história é legal de acompanhar, explorar é relaxante e tranquilo, os personagens são interessantes e as batalhas por turnos são divertidas. Gosto do fato de termos vários tipos de Animon e de as forças e fraquezas fazerem diferença o suficiente para mudar o resultado dos combates.

    O título conta com níveis de dificuldade diferentes. Se for o seu primeiro contato com o gênero, você pode ir no Fácil para conhecer. Se quiser algo nivelado, experimente o Médio para uma experiência equilibrada. Mas, se for um veterano que gosta de desafios, basta ir no Difícil e se testar ao máximo.

    A possibilidade de jogarmos em PT-BR é um ponto ótimo. Foi uma das primeiras coisas que citei, pois é difícil ver um RPG em português. Acho tão difícil quanto encontrar um bom RPG focado em coleção de monstrinhos.

    E, sendo sincero, não acho que o jogo revolucione o gênero nem que entregue uma baita masterpiece mega diferente e absurda, mas é um jogo muito bom e redondinho.

    Falando diretamente com os fãs de Pokémon e Digimon, duas franquias que amo: se vocês já se sentiram frustrados com algumas entregas recentes dessas séries, seja por falta de localização, pelos preços altos, por títulos que não agradam totalmente ou pela simples saudade dos jogos mais antigos em pixel art, acho que vale a pena dar uma chance de coração aberto para indies como LumenTale. Vocês podem ser conquistados também.

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA: ‘007 First Light’ é James Bond de volta aos videogames!

    007 First Light‘ marca o retorno e o recomeço de James Bond aos videogames, e olha que temos muitos jogos dele. Porém, quando converso com as pessoas sobre isso, geralmente apenas lembram do 007 GoldenEye de Nintendo 64. Esse título, claro, foi um jogo muito marcante, um verdadeiro divisor de águas e uma grande masterpiece do seu tempo. O detalhe é que raramente vejo as pessoas lembrarem de outros dois ou três jogos do Bond.

    Acredito, porém, que First Light tem potencial para marcar diversos fãs antigos e atrair novos. Talvez até alcance pessoas que sequer cresceram sabendo quem é esse personagem tão importante no cinema.

    Veremos James Bond em sua origem, ou seja, vamos conhecer o personagem desde que era só mais um soldado até sua passagem pelos treinamentos do MI6 e a sua ascensão como Agente 007.

    O game foi desenvolvido e publicado pela IO Interactive, a mesma desenvolvedora de Hitman 3, e está chegando para PC, PS5 e Xbox Series no dia 28 de maio. Já o Switch 2 receberá o jogo mais tarde, sem data definida; apenas informaram que chega ainda em 2026.

    Agradeço à NVIDIA e à IO Interactive pelo envio antecipado da chave para PC para a criação deste e de outros conteúdos.

    Minha experiência de gameplay

    007 First Light

    A jogabilidade é bem responsiva e divertida. No geral, podemos fazer o básico: andar, correr, esquivar, bater, atirar e interagir com objetos, cenários e NPCs. Porém, o jogo se destaca com interações mais interessantes, como a possibilidade de ouvir as conversas dos NPCs. Por exemplo, em um momento, uma dessas conversas me contou sobre a localização de um item importante. Já em outro, me indicou onde poderia estar uma senha. Mas vamos além na investigação.

    Bond tem seus gadgets clássicos, aquela coisa bem típica de filmes de espião de antigamente. No laboratório, teremos itens que poderemos levar para as missões. Com eles, poderemos hackear um dispositivo, lançar um dardo que faz os inimigos passarem mal, usar um laser em trancas e muitas outras opções. Como você não levará todos nas missões, as escolhas vão da sua preferência e estilo de jogar, tornando a experiência de cada pessoa um pouco mais única.

    007 First Light não é tão engessado no stealth como Hitman, por exemplo. Podemos resolver certas coisas no combate, seja no corpo a corpo ou nas armas de fogo, aproximando mais o seu estilo de ação ao de Uncharted, mas sem esquecer de seus elementos de espionagem.

    007 First Light

    Eu diria que é 70% Uncharted e 30% Hitman, mas uso isso só como exemplo. O jogo se sustenta totalmente sem essas referências, já que tem sua própria história, personagens e uma jogabilidade ainda mais moderna.

    Um ponto de que gostei muito foi o tutorial do jogo. Explicando melhor: como Bond está em seu comecinho, faz total sentido aprendermos os comandos vendo ele aprender combate, investigação, infiltração e muito mais.

    E falando em combate, no corpo a corpo poderemos resolver muitas questões dessa forma. Teremos como usar agarrão e contra-ataque, deixando a jogabilidade mais dinâmica. Ainda assim, Bond é um espião. Dependendo da quantidade de pancadas que você levar, você vai, sim, falhar e precisará recomeçar.

    Exploramos as áreas procurando pistas, coletando itens, ouvindo conversas e buscando possibilidades de nos infiltrar sem sermos vistos. Se formos descobertos, precisamos agir rápido. Nessa hora, podemos usar o confronto a nosso favor, mas também podemos blefar, e isso vai te ajudar em muitos momentos.

    Todos os cenários possuem coisas que podemos usar para atrair a atenção dos inimigos. Também podemos simplesmente fazer barulho e chamá-los para perto. Mas o que gostei mesmo foi da variedade de locais e tarefas para fazer, tornando o jogo interessante a cada mudança de mapa.

    Uma coisa de que não gostei tanto é que James conversa dando dicas do que fazer em seguida, quebrando um pouco a imersão da investigação. Por isso, acho que ele se distancia bem de Hitman, apesar de se inspirar na franquia.

    Geralmente, quando eu achava um item novo, o jogo não me deixava procurar e pensar um pouco. Ele já ia direto para alguma interação que nos dizia o que fazer no passo seguinte.

    Inclusive, joguei na dificuldade normal e, apesar de não ser nenhum pro player da vida, achei o jogo tranquilo e senti um ou outro desafio maior apenas em algumas partes perto do final. Se você gosta de ser desafiado, pode tentar começar direto pelo modo difícil.

    Semelhanças e Nostalgia

    Já citei os jogos que ele me lembra, mas, além disso, acredito que ele se junta a Tomb Raider, Indiana Jones e outros na prateleira de títulos desse estilo.

    E eu, sinceramente, estava sentindo falta de propostas assim. Tenho esperança de que vire uma franquia com mais lançamentos, sempre trazendo novas missões e locais inéditos para explorarmos.

    Sobre a História

    007 First Light

    A essa altura, você já sacou que estamos jogando com James Bond antes de esse nome ter o peso que tem nos filmes. Além disso, temos uma grande investigação rolando: precisamos encontrar uma pessoa importante para o MI6 que voltou a aparecer. Conseguir chegar até essa pessoa não será fácil, pois precisamos lidar com conflitos no caminho que te instigam a continuar e entender o que realmente está acontecendo.

    Eu não quero dar spoiler, por isso prefiro falar só por alto, mas a história convence e entrega o que a campanha propõe.

    Durante todo o enredo, o jogo vai se aproveitar de diversos momentos clássicos e marcantes dos filmes de ação, incluindo perseguições com carros de luxo em alta velocidade, mapas imensos com eventos de gala e muito mais.

    Para quem gosta dessa parte tech…

    Passando um pouco por cima do desempenho, já que pretendo fazer um conteúdo mais detalhado sobre isso depois, eu joguei o game em 1440p com a RTX 5060. Deixei o jogo no Ultra, não ativei o Path Tracing, mas deixei ativado o DLSS 4.5 no modo Qualidade, com o Multi Frame Generation ligado, e rodou tudo legal, com bem mais de 60 FPS. Essa minha placa é mais adequada para 1080p, então o uso de tecnologias como essas ajuda muito para jogar em resoluções mais altas.

    Conclusão

    007 First Light

    007 First Light é um bom jogo, trazendo uma mistura interessante de stealth, ação e muitas cenas cinematográficas.

    Em preço cheio, o jogo está por R$ 300 no Steam. Já na sua versão deluxe, que permite jogar antecipadamente e adquirir skins exclusivas, você pagará um valor um pouco mais salgado.

    O título também conta com legendas em PT-BR, que ajudam demais na imersão. É uma pena que não tenha dublagem em nosso idioma, pois seria incrível.

    Ainda assim, o preço não é barato. Dessa forma, recomendo que você compre agora caso goste muito do personagem e sinta muita falta de jogos como Hitman, Uncharted, Tomb Raider e Indiana Jones. Mas você também pode esperar por alguma promoção para melhorar esse preço lá no futuro, fica a seu critério.

    O novo título de James Bond entrega uma experiência divertida, interessante e que vale a pena conferir se tudo o que citei aqui te chamou a atenção.

    Confira o trailer do game:

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    PS Store deixa de cobrar IOF em compras em reais no Brasil; entenda a situação

    Uma excelente notícia pegou os donos de consoles PlayStation de surpresa. Diversos relatos nas redes sociais indicam que a PlayStation Store brasileira parou de cobrar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas compras realizadas em reais dentro da plataforma.

    Os usuários começaram a notar a mudança ao perceberem que o tributo federal não aparece mais no fechamento das transações e nem na fatura do cartão de crédito. Um dos registros que ganhou força na internet foi o do jornalista Eric Arraché no X, que mostrou a compra do jogo Sleeping Dogs Definitive Edition pelo valor exato de R$ 24,98, sem qualquer acréscimo de taxa.

    O histórico da polêmica com o imposto

    A cobrança de IOF na PS Store do Brasil vinha sendo motivo de grande descontentamento na comunidade. Em outubro do ano passado, canais especializados denunciaram que a Sony aplicava uma taxa de cerca de 3,5% sobre todas as compras de forma oculta. Isso acontecia porque a plataforma processava os pagamentos como transações financeiras internacionais, mesmo exibindo os valores na nossa moeda.

    Na época, a situação gerou revolta devido ao aumento inesperado nos preços finais. Jogos de peso como Ghost of Yotei, por exemplo, que estavam listados por R$ 400, acabavam custando R$ 414 na fatura dos consumidores por conta da incidência do imposto governamental.

    Vale destacar que o imposto é recolhido pelo Governo Federal e não pela Sony, mas a escolha da empresa em processar os pagamentos fora do país era o que gerava esse impacto direto no bolso do consumidor.

    Fim definitivo ou instabilidade no sistema?

    Até o momento, a PlayStation Brasil não divulgou nenhum comunicado oficial sobre a suspensão da cobrança. Por isso, ainda não é possível afirmar com total certeza se a taxa foi abolida de vez ou se estamos diante de uma mudança temporária no sistema de faturamento da empresa.

    O fato concreto é que o imposto deixou de ser cobrado. Caso a remoção seja permanente, a Sony corrige uma desvantagem histórica e torna a PS Store muito mais competitiva em relação a outras lojas digitais do mercado, como a Steam, a Nintendo e a Xbox Store, que já realizam o processamento local de pagamentos há bastante tempo.

    Continuaremos acompanhando o caso para saber se a Sony se posicionará sobre o assunto. E você, conseguiu comprar algum jogo sem a taxa? Conte para a gente nos comentários.

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    CRITÍCA: ‘Directive 8020’ é um novo rumo de sua antologia

    Directive 8020 é o mais recente capítulo da franquia Dark Pictures Anthology, sucedendo aos jogos Man of Medan, Little Hope, House of Ashes e The Devil In Me. Desenvolvido e publicado pela Supermassive Games, responsável por Until Dawn, o lançamento ocorreu no dia 12 de maio para a nova geração: Playstation 5, Xbox Series X/S e computadores, via loja digital Steam.

    A história traz como tema a ficção científica com a jornada da tripulação da nave-colônia Cassiopéia em direção ao planeta Tau Ceti f. Após um pouso forçado, o grupo descobre a existência de uma forma de vida alienígena que será o grande terror da tripulação.

    Esse novo capítulo da franquia tem alguns elementos novos envolvidos em uma jogabilidade com a qual já estamos acostumados em relação aos antecessores. Portanto, Directive 8020 é uma experiência um pouco mista para jogadores veteranos e um novo horizonte para novatos.

    Toda a franquia Dark Pictures é voltada para interação, escolhas e a construção do relacionamento entre personagens de um determinado grupo. Entretanto, neste jogo encontramos esse quebra-cabeça que estamos acostumados a montar e desmontar embaralhado em algumas novidades.

    Na jogabilidade, as mudanças mais evidentes são um foco maior em exploração, sendo necessário resolver puzzles que vão restaurar a nave, e a furtividade, que vai acrescentar desafio. Deixando de lado os quick time events por essa estrutura, o jogo ganha uma roupagem diferente, levando a uma maior interação com o andamento da história e a mais coisas com as quais precisamos nos preocupar.

    Um jeito diferente de um terror conhecido

    Outro ponto relevante que afeta diretamente tudo o que já conhecemos em Dark Pictures são os Turning Points. Anteriormente, toda decisão tomada não tinha volta, sendo possível apenas refazer as escolhas em outra run, mas em Directive 8020 temos esse recurso que nos permite voltar a esses momentos para mudar as opções feitas.

    Esse recurso é interessante pela possibilidade de explorar um maior número de variáveis. Entretanto, perde o elemento de imersão porque o jogo insere o jogador como parte da narrativa e era possível sentir o peso de cada decisão tomada.

    Ainda sobre esse tema, não temos a colaboração do Curador, uma figura enigmática que sempre foi um indicativo sobre o rumo da história. Sem essa referência, fica interessante pensar nos caminhos a seguir, criando um desafio maior e ocasionando a perda de personagens mais cedo.

    Os elementos visuais são os mais bonitos da franquia até o momento, mostrando uma evolução clara em relação ao seu antecessor. O design de som também é outro ponto positivo, ajudando na ambientação e imersão da narrativa.

    A trama tem inspiração em obras como Alien: O Oitavo Passageiro, O Enigma de Outro Mundo e até mesmo Invasores de Corpos. Sair do elemento sobrenatural para uma história no espaço foi uma excelente ideia, assim como deixar de lado um padrão constante na franquia de os personagens terem um passado em comum e, a partir disso, criar tensões entre eles.

    Directive 8020 é um bom jogo que trouxe mudanças positivas para a franquia Dark Pictures Anthology. Entretanto, é possível que ele cause um estranhamento para os jogadores que já estão acostumados com esse universo

    Confira o trailer de Directive 8020:

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    Marvel’s Wolverine: Tudo o que sabemos sobre o novo exclusivo do PlayStation 5

    A ansiedade dos fãs da Marvel e de donos de um PlayStation 5 está prestes a ser recompensada. A Sony acaba de confirmar que a próxima edição do seu tradicional evento, o State of Play, acontecerá no dia 2 de junho, a partir das 18h (horário de Brasília). Com a promessa de 60 minutos repletos de anúncios e atualizações de grandes estúdios, um nome já desponta como a estrela principal da noite: Marvel’s Wolverine.

    Desenvolvido pela aclamada Insomniac Games, a mesma mente brilhante por trás de Marvel’s Spider-Man 1, 2 e Ratchet and Clank: Rift Apart, o jogo promete entregar a fantasia definitiva do mutante mais amado dos quadrinhos.

    Se você quer chegar preparado para o evento, reunimos aqui tudo o que já sabemos sobre a nova aventura de Logan.

    Data de Lançamento e Exclusividade de Peso

    Wolverine

    Pode marcar no calendário: as garras de adamantium entram em ação no dia 15 de setembro de 2026. A confirmação do lançamento para o outono do hemisfério norte veio diretamente da Insomniac no início deste ano, e agora finalmente veremos o jogo em toda a sua glória.

    Um detalhe importante para a comunidade é a exclusividade da plataforma. O jogo será lançado exclusivamente para o PlayStation 5. A Insomniac deixou a geração passada para trás com o objetivo de extrair cada gota de processamento do novo console.

    Além disso, se você estava na esperança de um lançamento simultâneo (ou próximo) para PC, é bom recalcular a rota. Segundo informações recentes de bastidores envolvendo Hermen Hulst, CEO de negócios de estúdios da PlayStation, a nova estratégia da empresa visa manter grandes narrativas single-player como exclusividades absolutas do PS5, pelo menos em seu ciclo inicial de vida.

    Um Gameplay Feroz e Sem Limites

    Wolverine

    Diferente do tom heróico e acrobático de Peter Parker e Miles Morales, a jornada de Logan será brutal, rápida e implacável. A Insomniac já adiantou que estamos diante de uma experiência visceral.

    Como uma arma viva forjada contra a própria vontade, Logan fará uso de seu fator de cura, de sua fúria incontrolável e, claro, de cortes precisos que prometem desmembrar os inimigos que cruzarem seu caminho. O State of Play de junho será o palco perfeito para vermos de perto esse sistema de combate fluido, que mistura a essência dos brawlers modernos com a identidade única do personagem.

    Um Thriller Global: De Madripoor a Tóquio

    Wolverine

    O primeiro teaser nos levou para dentro do icônico Princess Bar, o lar não-oficial de Logan na perigosa ilha de Madripoor (um cenário muito familiar para quem leu os quadrinhos ou acompanhou a série Falcão e o Soldado Invernal). No entanto, a Insomniac confirmou que essa será uma narrativa de escala global.

    Durante a jornada, deixaremos os submundos de Madripoor para explorar desde as regiões selvagens e congeladas do Canadá até as ruas estreitas e neon de Tóquio. Vale ressaltar que o estúdio está criando um universo original do zero, completamente independente dos filmes da Fox ou do atual Universo Cinematográfico da Marvel.

    Elenco e Resiliência do Estúdio

    Wolverine

    Para dar voz a essa versão imponente do Carcaju, o ator australiano Liam McIntyre (conhecido por protagonizar a série Spartacus e viver o Mago do Tempo em The Flash) foi o escolhido na versão em inglês. O elenco brasileiro de dublagem ainda não foi confirmado, mas o ator que deve assumir o papel de Logan nos videogames deve ser o mesmo ator que dublou Hugh Jackman em Deadpool e Wolverine, o dublador Luiz Feier Motta. O desenvolvimento criativo está nas mãos de Brian Horton e Cameron Christian, a mesma dupla que nos entregou a excelente narrativa de Miles Morales.

    É impossível falar de Marvel’s Wolverine sem mencionar a admirável força da equipe de desenvolvimento. No final de 2023, a Insomniac Games foi vítima de um ataque cibernético massivo e criminoso, que expôs compilações antigas e informações confidenciais do projeto na internet após uma tentativa de extorsão. O mercado de games e a comunidade se uniram em apoio aos desenvolvedores. Agora, o State of Play representa um momento de redenção triunfal, onde o estúdio poderá mostrar o seu trabalho ao mundo da maneira como ele sempre deve ser visto: nos seus próprios termos, com a qualidade final e oficial.

    Confira o trailer de gameplay do game:

    Estamos acompanhando de perto todas as novidades desta temporada de eventos de meio de ano. E você, o que mais espera ver do combate de Logan no dia 2 de junho?

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    De Fable a The Witcher 4: Os 9 RPGs mais aguardados do Summer Game Fest 2026

    Junho é, tradicionalmente, o mês em que a comunidade gamer para tudo o que está fazendo para acompanhar o futuro da indústria. E este ano o clima é ainda mais especial: enquanto os holofotes se voltam para o palco principal do Summer Game Fest 2026, nós aqui do Feededigno celebramos 10 anos de história cobrindo os momentos mais marcantes da cultura pop e dos videogames.

    Para marcar essa temporada de anúncios (e de festa dupla), preparamos uma lista focada naquilo que promete dominar as conferências: os RPGs. Seja no PC, no PlayStation 5, no Xbox Series X/S ou na iminente nova geração da Nintendo, a promessa é de qualidade acima de quantidade.

    Abaixo, separamos os 9 títulos de RPG que têm tudo para roubar a cena nos próximos dias.

    1. Fable

    Summer

    Com todo aquele humor ácido, o clima de fantasia clássica e a magia irreverente de Albion, o novo Fable é uma das maiores promessas da atual geração. A Playground Games tem sido generosa com os trailers conceituais e cômicos nos últimos anos. Com a janela de lançamento já desenhada para o final de 2026, o palco da Xbox no SGF é a oportunidade perfeita para o estúdio parar de fazer mistério e revelar, de uma vez por todas, a data exata em que iniciaremos nossa jornada.

    2. Stranger than Heaven

    Summer

    Os fãs fiéis da genialidade excêntrica de Like a Dragon anseiam por novidades concretas de Stranger than Heaven. Este JRPG ambicioso da RGG Studio (Sega) propõe uma trama que atravessa 50 anos de história no Japão do século passado. Trazendo um foco massivo na cultura musical, um combate em terceira pessoa refinado e até mesmo um personagem com a voz do lendário Snoop Dogg, o título precisa urgentemente de uma data firme no calendário, especialmente antes que o final do ano fique saturado.

    3. The Blood of Dawnwalker

    Summer

    Diferente de muitos jogos desta lista, The Blood of Dawnwalker já nos deu a tranquilidade de uma data cravada: 3 de setembro de 2026. Produzido pela Rebel Wolves, o jogo é um dos RPGs de fantasia sombria mais fascinantes do ano. A dinâmica de controlar o protagonista Cain alternando entre habilidades humanas e poderes vampíricos devastadores é promissora. O evento é o momento ideal para o estúdio angariar novas pré-vendas com um mergulho profundo no combate e na lore desse universo.

    4. Clockwork Revolution

    Desenvolvido pela inXile, Clockwork Revolution é um espetáculo visual e narrativo. Ambientado em um universo steampunk vitoriano e futurista, este RPG de ficção científica em primeira pessoa brinca com as consequências de alterar a linha do tempo. As comparações com a atmosfera de BioShock Infinite são muito bem-vindas. Sendo um exclusivo de peso para o ecossistema Xbox e PC, é fundamental que vejamos mais da sua profundidade narrativa este ano.

    5. Persona 4 Revival

    Depois de modernizar a franquia brilhantemente com Persona 3 Reload, todos os caminhos levam de volta à cidadezinha de Inaba. Os rumores de que a Atlus está desenvolvendo ativamente o Persona 4 Revival estão mais quentes do que nunca, com especulações apontando para um lançamento em fevereiro de 2027. O Summer Game Fest é, historicamente, um lugar onde a Sega e a Atlus gostam de fazer barulho. Um trailer de anúncio faria a comunidade entrar em combustão.

    6. Fire Emblem: Fortune’s Weave

    Summer

    Para muitos de nós, Three Houses permanece como o ápice do RPG tático moderno. Quando Fire Emblem: Fortune’s Weave deu seus primeiros sinais de vida, sugerindo ser uma sequência direta com a presença de uma Sothis mais velha, as expectativas foram às alturas. Com a transição para o aguardado “Switch 2”, a Intelligent Systems tem a oportunidade de mostrar o salto gráfico e tático da franquia. Descobrir a data desse lançamento é uma das nossas grandes prioridades.

    7. The Witcher 4 (Projeto Polaris)

    A CD Projekt Red é uma parceira constante e de peso do evento de Geoff Keighley. O projeto codinome Polaris, que inicia a nova trilogia do universo de The Witcher, construído na Unreal Engine 5, carrega o peso de ser o sucessor de um dos maiores jogos de todos os tempos. A expectativa da comunidade é deixar os belos teasers de lado e finalmente testemunhar um vislumbre real do motor de jogo e de como a nova jogabilidade irá funcionar.

    8. Kingdom Hearts IV

    Summer

    O encontro da Square Enix com a magia da Disney está prestes a entrar em sua fase mais misteriosa. Desde que fomos apresentados ao visual ultrarrealista de Sora no mundo de Quadratum, as informações escassearam. Depois desse longo período de silêncio, uma atualização de desenvolvimento no SGF 2026 seria não apenas um presente para os fãs, mas uma injeção de ânimo necessária para manter o encanto vivo.

    9. Novo RPG de Ação da FromSoftware

    Summer

    Para fechar com chave de ouro, o elefante (gigante e implacável) na sala. Rumores fortíssimos nos bastidores indicam que a FromSoftware, após o impacto cultural massivo de Elden Ring, pode estar se preparando para revelar seu próximo universo de fantasia sombria. Quando Hidetaka Miyazaki e sua equipe movem uma peça no tabuleiro, o mundo dos games para e assiste.

    A temporada de novidades está oficialmente aberta! Nós aqui do Feededigno vamos acompanhar cada conferência bem de perto para trazer todos os detalhes para você.

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