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    CRÍTICA: ‘Mouse P.I for Hire’ é uma grata surpresa indie em 2026

    Mouse: P.I. for Hire é mais uma surpresa boa dos indies de 2026. O jogo foi desenvolvido pela Fumi Games, publicado pela PlaySide e lançado no dia 16 de abril para Nintendo Switch 2, PC, Xbox Series e PlayStation 5.

    Agradecemos pelo envio da chave para a criação de conteúdo.

    Referências e Estilo de Jogo

    Mouse P.I. For Hire

    O título mistura um combate de FPS frenético, que lembra jogos como Doom 2016 e BioShock, com um estilo noir e traços de desenhos dos anos 1930, semelhante ao primeiro Mickey Mouse (que caiu em domínio público) e ao amado Cuphead. Além disso, o protagonista me lembra bastante o Max Payne.

    Jogamos com um detetive chamado Jack Pepper, um ex-herói de guerra. Durante o gameplay, ele solta diversas frases dramáticas que combinam com o clima da narrativa, reforçando a semelhança com o estilo de Max Payne. Então, se você gosta desses jogos e desses estilos, este é um game que deveria estar na sua biblioteca!

    Premissa

    Mouse P.I. For Hire

    Jack Pepper, um rato detetive particular, investiga mais um caso misterioso em Ratópolis. Um mágico enigmático chamado Steve Bandel sumiu durante uma de suas apresentações. O cara é bom mesmo, não é?

    Brincadeiras à parte, Jack está investigando esse desaparecimento porque não faz sentido Bandel sumir do nada. Em pouco tempo, o detetive percebe que há algo de errado: as conexões do mágico mostram que não seria um caso simples e direto de se resolver. A partir dessa investigação, Jack descobre uma rede de corrupção e conspiração que envolve toda a cidade.

    O mundo não é fácil, nem mesmo em desenho animado, amigos. O mágico sabia demais, e agora é o Jack quem provavelmente sabe demais.

    Como o jogo funciona

    Mouse P.I. For Hire

    Apesar de esse ser apenas o comecinho do jogo, ele já apresenta bem o ritmo e o tom da história que nos será contada daqui para a frente. Outro fator que vai engajar qualquer jogador é a sua jogabilidade.

    Começamos com uma pistola à disposição e, pelos cenários, coletamos balas e itens de cura. Conforme avançamos, encontramos novas armas e bônus, como armaduras ou queijos para recuperar um pouco da vida. Além disso, aprendemos movimentos novos, como o pulo duplo para alcançar áreas inéditas. Achei a variedade de habilidades muito boa, o que dá uma excelente sensação de progressão ao melhorar o nosso personagem no decorrer da campanha.

    O título tem cerca de 10 horas de duração se você for direto do começo ao fim. No entanto, se buscar os 100%, passará de 4 a 6 horas a mais jogando, dependendo do seu ritmo.

    Mouse P.I. For Hire

    Não é uma experiência feita apenas de batalhas com pedaços de história soltos; nós realmente precisamos investigar. No escritório de Jack, colocamos as evidências em um quadro, para onde voltamos após cada missão. Também precisamos conversar com NPCs. Alguns ajudam no caso e dão novas pistas, enquanto outros auxiliam de maneiras diferentes. Existe uma espécie de lobby que engloba o escritório do Jack e os arredores, onde visitamos conhecidos e acessamos a mecânica da oficina, que é liberada um pouco mais à frente.

    Por lá, alguns personagens também pedem para realizarmos missões secundárias.

    Música, efeitos sonoros, design e muito queijo

    Mouse P.I. For Hire

    As músicas são excelentes. Eu, particularmente, ouvi todas com muita empolgação. O jogo possui até um modo para escolher entre alguns estilos de áudio, como um som mais moderno ou um clássico que lembra uma vitrola, entre outros.

    Visualmente, não há o que criticar. O jogo é lindo, possui uma estética charmosa e, apesar de ser em preto e branco, funciona super bem. Os efeitos sonoros são igualmente ótimos, soando exatamente como nos desenhos animados da época.

    Devido a todo esse estilo, no qual controlamos um rato antropomórfico cercado por outros personagens da mesma natureza, temos muitas piadinhas com queijo. Eu adoro essas brincadeiras; elas dão um charme a mais, quebram o gelo e sustentam o humor da obra.

    Toda essa ambientação me fez sentir nostalgia desses desenhos. Eles são de muito antes da minha época, mas muitos ainda passavam na TV aberta. Sério, o pessoal que estava reclamando de “too much cheese” (muito queijo) estava realmente a fim de jogar o game? Ou só queriam achar um motivo para criticar? Não entendo.

    Conclusão

    Sinceramente, achei o título muito divertido. Gosto de ter uma história elaborada que combine e sustente a experiência, mas que não pare por aí, entregando um gameplay igualmente instigante e envolvente, que faz com que a gente queira jogar “só mais um pouquinho”.

    A aventura não é longa. Como tem apenas cerca de 10 horas, acredito que não dá tempo de enjoar, o que garante um ritmo muito legal. Pelo menos foi assim para mim, jogando na dificuldade média, e achei uma experiência bastante positiva.

    Durante o período de lançamento, vi algumas pessoas comentando que enjoaram do game. Como é um jogo curto, imagino que isso possa acontecer com os aficionados por completar 100% de forma obrigatória, que se forçam a conquistar a platina mesmo quando já estão satisfeitos com a experiência principal.

    Então, fica a minha pequena recomendação: se você começou a jogar, achou bacana, mas sentiu que talvez o tempo investido esteja indo além do que esperava, foque na campanha principal. Deixe a platina ou o possível 100% para alguns meses mais à frente. Assim, você aproveita o jogo muito mais.

    O jogo conta com localização e legendas em PT-BR para ajudar na nossa imersão, o que é essencial. Sempre me surpreendo com o fato de os estúdios indies trazerem localização, enquanto muitas empresas gigantescas ficam caçando desculpas. Às vezes, até um criador indie que ficou gigante precisa fazer “textão” no Twitter para se justificar.

    Enfim, ele também possui um preço mais em conta se comparado a outros lançamentos. Vi o jogo na Steam, na eShop e no Xbox por R$ 88,99, e na PSN teve uma promoção por R$ 79,90. O valor não é tão baixo, mas não duvido que em algum momento ocorram promoções ainda mais interessantes.

    É um jogo muito bom. Estou feliz por ter jogado mais um título criativo do mundinho dos indies e não posso deixar de recomendá-lo. Se você concorda com tudo o que leu aqui, dê uma chance para Mouse: P.I. For Hire. A experiência vale a pena e pode quebrar o gelo, sendo algo bem diferente dos últimos lançamentos que você tem jogado na sua biblioteca.

    Confira o trailer do game:

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    Resident Evil Requiem: Capcom lança DLC surpresa “Leon Must Die Forever”

    A Capcom acaba de pegar a comunidade de surpresa! Sem nenhum aviso prévio, a desenvolvedora lançou hoje uma nova DLC gratuita para Resident Evil Requiem, intitulada Leon Kennedy Must Die Forever.

    A atualização já está disponível para todas as plataformas em que o jogo foi lançado e traz um modo de jogo totalmente novo para quem já finalizou a campanha. Se você gosta de desafios intensos e alta rejogabilidade, essa novidade foi feita para você.

    O que é o modo “Leon Must Die Forever”?

    Chegando com a atualização da versão 1.300.000, o novo modo se assemelha ao clássico Ethan Must Die de Resident Evil 7, mas com uma reviravolta: é um roguelike puro.

    Jogando exclusivamente como Leon S. Kennedy, seu objetivo é sobreviver a uma jornada brutal de 20 níveis sem morrer. A progressão funciona da seguinte forma:

    • Início humilde: Você começa no nível 1, na clássica Main Street.
    • Hordas implacáveis: O caminho exige atravessar hordas de zumbis e criaturas por Raccoon City.
    • Chefões icônicos: Conforme você avança, a dificuldade aumenta, culminando em encontros terríveis contra inimigos como The Commander, Super Tyrant e o próprio Victor.
    • Morte permanente (Permadeath): Como em qualquer bom roguelike, morrer significa “Game Over”. Você perderá seu progresso e terá que recomeçar do nível 1.

    Mecânicas, Aprimoramentos e Estratégia

    Para sobreviver a esse pesadelo, os jogadores precisarão de mais do que apenas reflexos rápidos. A DLC introduz sistemas de progressão focados em estratégia:

    • Habilidades e Upgrades: Leon tem acesso a habilidades especiais e melhorias que podem aumentar o poder de fogo de suas armas ou a durabilidade de seu machado.
    • Portas Brilhantes: Para avançar ao próximo nível, os jogadores devem procurar e alcançar portas brilhantes espalhadas pelos cenários.
    • Integração com a Campanha: Os pontos acumulados na campanha principal podem ser usados para influenciar quais armas aleatórias você recebe no início das runs.
    • Boosts In-game: Eliminar inimigos e limpar áreas concedem bônus temporários essenciais para a sobrevivência nos níveis mais altos.
    • Desafios: O modo conta com 11 desafios internos para serem completados, garantindo horas de fator replay.

    Como acessar a nova DLC?

    Por se tratar de um conteúdo endgame focado em alta dificuldade, a Capcom colocou um requisito básico: é necessário ter concluído a história principal de Resident Evil Requiem para desbloquear o acesso ao “Leon Must Die Forever”.

    E a tão aguardada DLC de História?

    Apesar do sucesso estrondoso de Resident Evil Requiem, que conseguiu unir perfeitamente estilos de jogo e personagens tão diferentes, a comunidade ainda tem muitas dúvidas. Esta atualização focada em ação não traz de volta personagens muito pedidos, como Ada Wong, nem responde às maiores pontas soltas da trama.

    Afinal, com quem Leon S. Kennedy é casado? A personagem Grace vai retornar em um jogo futuro ou será deixada de lado como outros coadjuvantes da franquia?

    A boa notícia é que a Capcom já confirmou que a DLC de história continua em desenvolvimento. Enquanto as respostas para o futuro da lore de Resident Evil não chegam, o modo Leon Must Die Forever é a desculpa perfeita para voltar a Raccoon City, testar suas habilidades e passar o tempo de forma brutalmente divertida.

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    CRÍTICA: ‘Tomodachi Life: Living the Dream’ é divertido, engraçado, bizarro e eu amei

    Tomodachi Life: Living the Dream foi anunciado no Nintendo Direct de março de 2025, bem no final do evento, e me gerou muita curiosidade. Parecia um jogo diferente demais, algo muito caótico para a Nintendo, e agora, no dia 16 de abril de 2026, o jogo lançou para Nintendo Switch (sim, para o primeiro Switch), mas conta com compatibilidade total no Nintendo Switch 2.

    Agradecemos à Nintendo por ter enviado uma chave no lançamento. Eu não paro de jogá-lo desde então.

    Como é, mais ou menos, esse jogo?

    Tomodachi

    O game mistura simulação social e cozy game, e, se você for novo na franquia também, a referência que posso dar é que ele me lembra bastante uma mistura de The Sims e Animal Crossing, porém com estilo próprio.

    Nós, como um player, existimos no mundinho de Tomodachi Life, somos uma pessoa que observa e conversa com os Miis, personagens que criamos dentro do jogo para viverem em conjunto em uma ilha enquanto gerenciamos tudo.

    Como nós existimos, não temos um personagem em si, são todos personagens próprios, que contam com personalidades, estilos, nomes, aparência, etc., personalizáveis e diferentes, mas podemos alterar a forma, aparência e decoração do ambiente todo, desde a ilha até os cômodos das casas.

    Os Miis

    Tomodachi

    Os Miis podem ser como você imaginar, tem uma variedade grande de personalização de personagem, você pode criar parentes, personalidades famosas ou inventar personagens, fica ao seu critério; as roupas deles você pode mudar conforme joga, pode adquirir novas na lojinha de roupas e presenteá-los com elas. E eles podem ou não gostar do estilo escolhido!

    Os Miis têm personalidades mesmo, então realmente alguma roupa pode desagradar, como também pode animar; outros tipos de presentes funcionam da mesma forma, desde itens, à decoração de quartos, comidas e mais.

    E é isso tudo que torna o jogo tão criativo, espontâneo e curioso. Os Miis te pedem conselhos, perguntam sobre você, pedem roupas, decorações, sugerem mudanças para a cidade, etc., mas no final eles podem ter reações positivas, negativas ou neutras sobre cada ação.

    É assim que o caos começa no game também, já que os Miis podem simplesmente não se dar bem uns com os outros e começarem a brigar, podem até se resolver e, daí, decidirem casar. Quem sabe o que vai acontecer, sabe?

    Então, apesar de podermos dar conselhos, falar sobre desejos, medos e opinar em muitas decisões dos Miis, não os controlamos de fato e é o que traz todo um fator surpresa para o jogo. As histórias deles vão sendo criadas conforme você joga!

    Novos Miis podem ser adicionados na sua ilha conforme você a evolui de nível; é só ir jogando que isso vai acontecendo, você desbloqueia novos estabelecimentos, itens e características para os seus Miis. Recomendo bastante que faça muitas coisas diferentes, para ver diversas situações distintas acontecendo.

    Isso vai ajudar a minimizar situações repetidas com os Miis, então quanto mais personagens diferentes você fizer, melhor ainda.

    Minha experiência com Tomodachi Life

    Tomodachi

    Essa é a primeira vez que estou tendo contato com a franquia, já que o jogo anterior, que se chama apenas Tomodachi Life, saiu para o Nintendo 3DS em 2014, e eu comprei o meu console da família 3DS, um 2DS XL, apenas em 2024. E agora o game está na minha lista de futuras aquisições!

    Eu estou contando isso pois não tenho a nostalgia dos fãs antigos, mas agora eu faço parte da comunidade de fãs, com toda certeza.

    Fiquei curiosa com o game desde que o vi pela primeira vez, mas não fui totalmente convencida, até poder jogar por algumas horas e perceber que estava amando cada segundo; não via a hora de chegar do trabalho e poder ver como estavam meus Miis, qual a novidade do dia e quem eu iria colocar na ilha por agora.

    Eu acho que fiz a coisa mais clássica, eu criei a minha família mesmo, mas vocês podem criar personagens de que vocês amam de animações, filmes, séries, etc. também, e isso é muito legal.

    Na minha ilha, minha personagem se apaixonou rapidamente pela personagem da minha noiva, a Mii da minha mãe e a Mii da minha tia já discutiram, mas já voltaram a ser muito amigas também, entre outras situações que aconteceram e que me fizeram rir bastante.

    Notícias, minijogos e sentimentos

    Tomodachi

    Tudo o que acontece na ilha vira uma grande notícia, às vezes acontecem coisas em que você não estava presente, mas pode ver depois quando entrar no jogo, às vezes são coisas bizarras mesmo, algo envolvendo bichos estranhos, tipo aliens, etc.

    O jogo é cheio de minijogos. Por exemplo, um Mii já me chamou com dor de cabeça e pediu para que eu visse o que tinha dentro do cérebro dele, daí começou um joguinho para clicar em balões de comida até eles sumirem.

    Em outro momento, um Mii me chamou para jogarmos, era para adivinhar qual seria a imagem pixelada exibida, mas também teve um joguinho tipo de nave; a ideia era ajudar a Mii a se concentrar no que estava falando.

    Dito isso, até no jogo a minha personagem tem TDAH, como pode, né? Amei. Quem dera desse para resolver com um joguinho de nave.

    Brincadeiras à parte, TDAH não se resume assim, né? É uma forma que encontraram de demonstrar certos sentimentos no jogo de uma forma mais fofa, leve e descontraída.

    Criação de personagem

    Já citei que podemos criar nossos personagens como quisermos, mas, entrando em detalhes, além da personalização de aparência e personalidade, podemos definir idade, se vão continuar envelhecendo no jogo ou não, nível de relacionamento e parentesco.

    O jogo não cria relacionamentos prontos do nada entre os personagens, na real eles vão se conhecendo e desenvolvendo esses relacionamentos, mas você pode criar personagens que já possuem algum tipo de relacionamento, sejam eles românticos ou não, para ter um pouquinho mais de controle.

    E, em caso de relacionamentos românticos, os Miis perguntam para nós sobre o que achamos de um possível romance, então podemos incentivar ou desencorajar.

    O jogo não possui multiplayer, mas é possível se conectar localmente com algum amigo para que vocês troquem entre si personagens Miis ou itens feitos na oficina da Palette House Workshop.

    Romances no Jogo

    Conforme um relacionamento se desenrola no jogo, esses Miis podem casar e até terem filhos. Pode até acontecer algo mais caótico, como dois Miis se apaixonarem por um mesmo Mii e, daí, desenrolar um triângulo amoroso na ilha. Qual casal vai se formar no final?

    E, falando nisso, uma coisa nova e que era bem pedida era a inclusão de personagens não binários e a possibilidade de relacionamentos homoafetivos.

    Inclusive, fãs antigos, eu não estava entre vocês antes, mas muito obrigada por pedirem tanto isso, eu amo vocês por isso!

    É tipo o brinquedo Tamagotchi…

    Postei nos stories que estava jogando e um dos seguidores comentou se era Tamagotchi, e, bom, é quase isso. Não é igualzinho, mas é como cuidar de um bichinho virtual, ou melhor, muitos deles, né? E ainda colocar todos para conviverem em uma minissociedade.

    É o upgrade dos Tamagotchis, na minha humilde opinião.

    Versão de Nintendo Switch 2

    Esse jogo lançou apenas com versão para Nintendo Switch e isso é bem curioso, funciona totalmente no Switch 2, mas não possui uma versão própria para o novo híbrido da empresa.

    Então, aqui vai apenas um achismo meu, não tem nada de rumor ou algo confirmado, é apenas um “imagino que”.

    Imagino que no futuro veremos uma versão de Nintendo Switch 2 como upgrade igual Animal Crossing recebeu, com um valor por volta dos R$ 30 para o upgrade e uma grande atualização gratuita junto, ou será como no Mario Wonder, com um upgrade de R$ 110 e uma expansão paga junto já embutida no preço do upgrade.

    Agora, quando e como? Eu já não tenho palpites, mas acredito que o novo Tomodachi Life tem potencial para durar muito tempo, igual Animal Crossing.

    Não acho que a Nintendo deixaria isso passar depois de Animal Crossing ser o seu jogo cozy a conquistar um número de vendas absurdo. Quem não iria querer tentar apostar em repetir essa possibilidade? Bom, vamos ver no futuro!

    Vale a pena?

    Tomodachi Life: Living the Dream estava no meu radar, mas é um jogo totalmente novo na minha visão; mesmo sendo fã de cozy games, amei experimentar um game tão diferente dentro do próprio gênero.

    De ponto negativo, ele tem dois, já até conhecidos. Seu valor não é barato, saindo por R$ 329,90 na eShop, com possibilidade de um descontinho aqui ou ali no jogo físico. Fique de olho em promoções, cupons e cashbacks de lojas oficiais em que vocês confiem, que daí valerá ainda mais a pena. E, como é um jogo de Switch, o jogo vem completo no cartucho.

    E o segundo ponto negativo é a barreira linguística, pois não temos PT-BR no jogo. Seria um verdadeiro caos esse jogo em PT-BR e eu o amaria ainda mais com toda certeza. Tenho jogado em espanhol latino-americano, o que já é uma vitória, mas possui inglês e outros idiomas.

    De toda forma, eu nem imaginava que ia gostar tanto, mas caso você também não se imagine gostando desse jogo igual aconteceu comigo, felizmente tem uma demo para você testar antes de adquirir de fato e que recomendo muito que você jogue.

    Sempre que tem um jogo muito diferente, eu torço para que disponibilizem uma demo para apresentar a experiência do game para o público.

    Outro jogo com que senti isso foi o Kirby Air Riders de Nintendo Switch 2, pois o Kirby Air Ride de GameCube conquistou um público engajado, mas é um jogo um pouco diferente dos jogos “de corrida de kart convencionais” como Mario Kart mesmo, e, apesar de ter uma demo, ela só ficou disponível por um curto período antes do lançamento, o que é uma pena.

    E só tô citando ele aqui pois, assim como Tomodachi Life, também foram muitos anos do jogo anterior para o lançamento do jogo atual, em uma nova plataforma e que busca agradar a fãs antigos e conquistar novos possíveis fãs!

    Sinceramente, é com certeza um dos jogos mais divertidos que já joguei e um dos meus favoritos desse ano. Acho que vale a pena, sim, tanto para fãs antigos quanto para novos fãs.

    É um jogo divertido, curioso, caótico, cheio de personalidade e personalização; mistura tudo de bom que teria em um cozy game, com simulação social e um pouco de gerenciamento. Joguem Tomodachi Life: Living the Dream, é bom demais!

    Confira o trailer:

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    Marvel Tōkon: Conheça todos os personagens confirmados (Até agora)

    As recentes revelações de gameplay na EVO Japan elevaram o nível de expectativa, e a comunidade de fighting games já está contando os dias. Desenvolvido pela lendária Arc System Works, Marvel Tōkon: Fighting Souls promete entregar combates frenéticos, visuais estonteantes e um roster de peso quando for lançado oficialmente no dia 6 de agosto.

    Até o momento, a desenvolvedora já revelou 14 dos 20 personagens que farão parte do elenco base do jogo. Como o título aposta forte na dinâmica de equipes (permitindo embates que variam de 2v2 até um caótico 4v4), a melhor forma de analisar o roster é olhar para as afiliações oficiais dentro do Modo História.

    Confira abaixo a lista atualizada de todos os personagens confirmados em Marvel Tōkon:

    The Fighting Avengers

    Marvel Tōkon

    A linha de frente do jogo traz os pesos-pesados clássicos e novas adições que prometem dominar o controle de espaço na tela. Este time é ideal para quem busca força bruta e versatilidade.

    • Capitão América (Steve Rogers): O líder tático, focado em combos de curta distância e uso do escudo para zonning.
    • Homem de Ferro: Especialista em projéteis e mobilidade aérea.
    • Hulk (Savage Hulk): O grappler definitivo da equipe, com super armadura em golpes pesados.
    • Pantera Negra (Shuri): Traz agilidade extrema e ataques focados em tecnologia de Wakanda.

    The Amazing Guardians

    Marvel Tōkon

    Os heróis de uma nova geração (e de outras dimensões) chegam com mecânicas mais ágeis e combos imprevisíveis.

    • Spider-Man (Peter Parker): Mobilidade incomparável com o uso de teias para fechar a distância rapidamente.
    • Ms. Marvel (Kamala Khan): Focada em ataques de longo alcance com seus membros elásticos.
    • Star-Lord (Peter Quill): Usa seu arsenal de armas elementais e propulsores para controlar o campo de batalha.
    • Peni Parker (SP//dr): Controlando seu traje mech, ela funciona como uma lutadora pesada e técnica.

    The Unbreakable X-Men

    Marvel Tōkon

    Os mutantes marcam presença com força total. O time mistura favoritos absolutos dos fliperamas dos anos 90 com escolhas surpreendentes que vão dar o que falar nos torneios.

    • Wolverine (James “Logan” Howlett): O clássico estilo rushdown, projetado para pressões implacáveis.
    • Storm (Ororo Munroe): Controle de tela absoluto com magias elementais, ditando o ritmo da luta.
    • Magik (Illyana Rasputina): Usa teletransporte e sua Espada Espiritual para criar mix-ups confusos para o adversário.
    • Danger: A manifestação física da Sala de Perigo traz um moveset letal e altamente adaptável.

    Os Solitários (Sem Equipe Revelada)

    Enquanto a Arc System Works não revela as últimas peças do quebra-cabeça, alguns lutadores correm por fora, ainda sem um time formalmente anunciado para a campanha.

    • Doctor Doom: O monarca da Latvéria volta aos jogos de luta, provavelmente como um personagem focado em armadilhas e controle de espaço.
    • Ghost Rider (Robbie Reyes): Traz um alcance brutal com suas correntes e ataques ígneos devastadores.

    Faltam apenas 6 vagas!

    Com o lançamento marcado para 6 de agosto, restam apenas 6 vagas na tela de seleção do elenco base. A Arc System Works deve guardar os últimos anúncios para os próximos grandes eventos da comunidade.

    Acompanhe a cobertura completa aqui no Feededigno para não perder nenhuma atualização. Enquanto isso, vá até a seção de comentários: quem não pode ficar de fora dessas últimas vagas de Marvel Tōkon? Deixe sua aposta!

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

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    Especial May the 4th: 10 segredos obscuros e bizarros da lore de Star Wars que os filmes esconderam

    Feliz May the 4th! Se você é fã de Star Wars, sabe que hoje é o dia de maratonar os filmes, tirar o sabre de luz do armário e celebrar a galáxia muito, muito distante. Mas aqui no Feededigno, a gente sabe que os filmes são apenas a ponta do iceberg de um universo gigantesco.

    Para a galera que quer ir além dos clichês clássicos da franquia, mergulhamos fundo tanto no Cânone atual quanto no amado Universo Expandido (Legends) para resgatar as histórias mais bizarras, sombrias e fascinantes que os Arquivos Jedi tentaram esconder.

    Prepare o hiperpropulsor: aqui estão 10 segredos da lore de Star Wars que vão bugar a sua mente!

    1. O Arquiteto Fantasma do Castelo de Darth Vader

    Star Wars Day

    O visual imponente e assustador da fortaleza de Darth Vader no planeta vulcânico de Mustafar não foi obra de um arquiteto imperial comum. O castelo foi projetado pelo espírito de Darth Momin, um antigo herege Sith cuja essência sombria ficou presa em sua própria máscara.

    Quando Vader decidiu construir sua base, a máscara de Momin possuiu diversos arquitetos e nativos locais, forçando-os a criar o design exato que o Sith desejava. O formato do castelo não é apenas estético: ele funciona como um gigantesco “diapasão” construído para canalizar a violenta energia do Lado Sombrio direto do núcleo do planeta.

    2. Starweirds: As Assombrações do Hiperespaço

    Se você acha que o vácuo do espaço é vazio, pense de novo. O universo de Star Wars abriga seus próprios “fantasmas”: os Starweirds.

    Essas criaturas são humanóides altíssimos, esqueléticos, com cabelos brancos flutuantes e garras afiadas como navalhas. Eles odeiam profundamente qualquer usuário da Força e costumam aparecer do nada para atacar naves que estão viajando pelo hiperespaço. Como se o visual não fosse aterrorizante o suficiente, eles emitem um grito telepático ensurdecedor capaz de enlouquecer qualquer tripulação.

    3. A Origem Trágica e Sombria do nome “Grievous”

    Star Wars Day

    Antes de se tornar o ciborgue asmático e temido caçador de Jedi, o General Grievous era um guerreiro orgânico da raça Kaleesh, chamado Qymaen jai Sheelal.

    Durante uma guerra brutal em seu planeta natal, Qymaen lutou ao lado de sua alma gêmea, uma feroz guerreira chamada Ronderu. Quando ela foi morta de forma violenta e seu corpo atirado no mar, o guerreiro entrou em uma espiral de depressão e ódio tão profunda que decidiu mudar seu próprio nome. Ele adotou o título de Grievous (que em inglês significa aflitivo ou doloroso), escolhendo carregar o luto eterno por sua amada em sua própria identidade.

    4. Ordu Aspectu: A Seita Apagada pelos Jedi

    Star Wars Day

    Nem sempre os Jedi foram os mocinhos de moral inabalável. Há muito tempo, existiu uma facção extremista chamada Ordu Aspectu, que se separou da Ordem por ser obcecada em prolongar a vida e alcançar a imortalidade.

    A tensão cresceu até que os Jedi ortodoxos invadiram a fortaleza da seita. Durante o combate, o líder da Ordu Aspectu ativou uma máquina misteriosa em um ato de desespero. O resultado foi um clarão absoluto que sumiu com todos os membros do culto instantaneamente. Até hoje a lore debate se eles foram desintegrados ou sugados para uma dimensão paralela. O massacre foi considerado uma mancha tão grande que a Ordem Jedi simplesmente apagou a existência do grupo dos arquivos oficiais.

    5. Mount Sorrow: A Montanha Viva (e Depressiva) de Endor

    A Lua Florestal de Endor não abriga apenas os fofos e mortais Ewoks. No antigo Universo Expandido, o local é lar da bizarra Mount Sorrow (Montanha da Tristeza).

    Trata-se de uma formação rochosa senciente, que possui um rosto gigante, sabe falar e sofre de uma depressão profunda e crônica. A montanha chora ininterruptamente, lamentando sua própria existência. O detalhe mais maluco dessa história é que suas lágrimas possuem propriedades mágicas de cura, o que faz com que aventureiros e habitantes locais escalem o rosto da rocha o tempo todo apenas para coletar a água de seu lamento eterno.

    6. Os Primeiros Mandalorianos eram Alienígenas

    Esqueça os humanos por um momento. A lendária cultura Mandaloriana foi fundada pelos Taungs, uma espécie alienígena de pele cinzenta e guerreira. E a grande ironia da história é que eles eram os habitantes originais de Coruscant, a capital da galáxia!

    Após perderem uma antiga e sangrenta guerra territorial para os humanos primitivos, os Taungs foram banidos para a Orla Exterior. Lá, liderados por um guerreiro chamado “Mandalore, o Primeiro”, eles conquistaram um novo planeta e o batizaram em sua homenagem. A espécie Taung foi completamente extinta ao longo dos milênios, mas seu legado (o design intimidador das armaduras em “T” e o rígido código de honra) foi absorvido por outras raças. É por isso que, hoje, ser Mandaloriano não é pertencer a uma espécie, mas seguir um credo.

    7. Cavaleiros de Ferro: Cristais Jedi Pilotando Dróides

    Star Wars Day

    Os sabres de luz recebem sua energia dos Cristais Kyber, mas a lore de Star Wars possui outros minerais fascinantes, como os Shards. Eles são cristais vivos, sencientes e totalmente conectados à Força.

    Como cristais não possuem pernas ou braços, um Mestre Jedi pouco convencional chamado Aqinos teve a ideia genial (e polêmica) de instalar esses cristais no núcleo de processamento de dróides de combate modificados. Nasciam assim os “Cavaleiros de Ferro”, dróides que empunhavam sabres de luz e usavam a Força através de seus corpos mecânicos. A ideia foi considerada uma heresia tão profana pelos tradicionalistas que a Ordem Jedi excomungou o grupo inteiro.

    8. Projeto Blackwing: O Vírus Zumbi Imperial

    O Império Galáctico nunca teve limites para sua crueldade, mas o Projeto Blackwing foi longe demais. Misturando ciência de ponta com alquimia Sith ancestral, cientistas imperiais tentaram desenvolver uma arma biológica definitiva.

    O experimento deu catastroficamente errado, resultando em um vírus letal transmitido pelo ar e por fluidos. A doença matava o hospedeiro quase instantaneamente, apenas para reanimar os tecidos mortos logo em seguida. Uma nave estelar inteira foi tomada por esquadrões de Stormtroopers transformados em zumbis implacáveis, resistentes a tiros de blaster e bizarramente canibais. Um verdadeiro survival horror no espaço.

    9. Os Inventores do Hiperespaço usavam o Lado Sombrio

    Star Wars Day

    A viagem no hiperespaço é algo comum nos filmes, mas sua origem é puramente trevas. Milênios antes da formação da República, a galáxia foi dominada com mãos de ferro pelo Império Infinito dos Rakata, uma raça alienígena cruel e belicista.

    Eles foram os primeiros a desenvolver a tecnologia de hiperpropulsão, permitindo saltos entre sistemas estelares. O grande segredo macabro dessa invenção é que os motores originais não rodavam a base de combustível comum: eles só funcionavam sendo alimentados diretamente pela energia corrompida do Lado Sombrio da Força, frequentemente usando escravos como “baterias” vivas.

    10. O Jedi Planta que Hibernou por 4.000 Anos

    Mestre Yoda viveu 900 anos, mas isso não é nada perto de Ood Bnar. Ele era um Mestre Jedi da espécie Neti, seres vegetais e metamorfos que evoluíram para ter profunda conexão com a Força.

    Durante um ataque devastador das forças Sith ao seu enclave, Bnar precisava proteger um cache de antigos sabres de luz extremamente poderosos. Sem opções de fuga, ele usou sua biologia única para se enraizar profundamente no solo e hibernar na forma de uma gigantesca e antiga árvore. Ood Bnar permaneceu vivo e imóvel nessa forma por inacreditáveis 4.000 anos, despertando apenas no futuro para se sacrificar em uma batalha final e proteger o legado Jedi.

    Você pode assistir todas as obras do Universo principal de Star Wars e do Universo Expandido da franquia no Disney+.

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    CRITÍCA: ‘Saros’ é o Samsara do universo gamer

    O gênero roguelite é considerado um espaço mais nichado do universo de jogos por sua proposta mais desafiadora. Entretanto, alguns jogos mostram a possibilidade de furar essa bolha, como é o caso de Saros.

    Desenvolvido pela Housemarque, conhecida pelos títulos Nex Machina (2017) e Returnal (2022), teve lançamento para PlayStation 5 no dia 30 de abril. A publicação ocorreu pela Sony Interactive, e até o momento não houve confirmação de chegada a outras plataformas.

    A trama de Saros é sobre o executor Arjun Devraj (interpretado por Rahul Kohli) e a tripulação da Echelon IV em um planeta misterioso chamado Carcosa. Enfrentando criaturas poderosas, em meio a um eclipse misterioso, ele irá buscar respostas para o que houve com a colônia e as expedições anteriores.

    Viva, morra e volte mais forte

    Em Saros morrer é parte da gameplay

    Verdade seja dita, já tinha uma enorme expectativa a respeito de Saros desde o seu anúncio durante o State of Play de fevereiro de 2025. Sempre acreditei que tinha um enorme potencial de entretenimento, história e jogabilidade. Isso sendo atendido conectado a outros pontos positivos foi interessante.

    Independentemente desse lado, o primeiro ponto que me agradou no mais recente título da Housemarque é que consigo ver a experiência ser muito mais acessível. Sendo assim, acredito que Saros tem a possibilidade de agradar tanto um consumidor ávido de roguelike quanto um jogador mais eclético.

    Vemos em Carcosa um universo complexo, hostil e muito desafiador, que vai nos oferecer muita diversão. No entanto, não vai testar a sua paciência enfrentando um Supremo a ponto de ficar frustrado ou perdido sobre o que precisa fazer para seguir em frente.

    Ainda sobre este ponto, a sensação de que o jogo nos encoraja a tentar mais uma vez foi positivamente surpreendente. Além disso, ter uma estrutura de progressão simples ajuda muito a aproveitar o melhor dessa vivência.

    O primeiro ponto de jogabilidade que fica evidente ao jogar Saros está relacionado a como é recompensadora a conclusão de um ciclo. Após a morte de Arjun, vemos o resumo do que foi coletado e já podemos realizar as melhorias que desejamos na trilha de habilidades, que pode ser acessada através do menu Principal.

    Sobre a árvore de habilidades, ela tem foco nas melhorias permanentes dos atributos do personagem, que são a Resiliência (armadura), Domínio (energia) e Ímpeto (proficiência). Além disso, existem melhorias para o ciclo, como, por exemplo, começar com uma chave carcosiana em posse.

    Para essa evolução, é necessário coletar Lucenita, que não tem apenas a função de ser a experiência adquirida, mas também alimenta a arma de energia e a proficiência durante a exploração. Além desse recurso, encontrar Serenidade também é importante para alimentar os desbloqueios permanentes do ciclo, como o citado anteriormente.

    Viva, morra e não desista

    Em Saros somos incentivados a tentar novamente

    Os elementos visuais, como o design dos biomas, são muito bonitos porque exploram sempre as cores frias e nos transmitem a sensação de locais sem vida. Por outro lado, quando surge o eclipse, essa mudança simboliza algo frenético e assustador, e o que mais chamou a atenção é a utilização de cores quentes.

    Além da ambientação, isso também se replica no design das criaturas, que têm um estilo alienígena, mas muito conectado a referências do hinduísmo, e isso também se aplica a outros conceitos do jogo.

    O desempenho é muito satisfatório em termos gráficos, aproveitando os recursos do PlayStation 5, e também na qualidade das cutscenes, seja para a transição ao fim de um ciclo ou para contar a história.

    A respeito do combate, é uma experiência muito intensa, e a grande diversão do jogo é justamente ele ser assim. Portanto, é muito natural ter um confronto com um Supremo, os chefes do jogo, em que um de seus ataques literalmente cobre toda a tela.

    Os confrontos no ciclo são uma combinação de lutas que envolvem controle de grupo e individual, sempre com um mini chefe. Durante o eclipse, essa experiência é amplificada, somos atacados de muitas direções e com o status de corrupção ativo, que diminui a barra de vida.

    Nesse ponto, é importante usar a esquiva, que permite a Arjun ficar intangível momentaneamente, e o escudo em formato de redoma, que também carrega a arma energética ao absorver os ataques. É muito interessante ter mais de uma opção de defesa, principalmente pensando na dificuldade que os inimigos oferecem durante a exploração dos biomas.

    Um arsenal poderoso

    As armas me agradaram muito porque oferecem algumas opções criativas, desde as armas padrão, como pistolas, escopetas e rifles, até um chakram. Todas essas armas têm variações de tipo de dano, munição e condições especiais, como, por exemplo, dano a pontos fracos.

    O conceito de ciclo é a essência do gênero; sendo assim, toda vez que Arjun revive, o cenário apresenta algumas mudanças e rotas diferentes. Entretanto, é muito recompensador que, ao morrer enfrentando determinado obstáculo, não se perca tudo, tornando-se um elemento animador para continuar avançando, explorando e descobrindo.

    Durante esse período, encontramos armas e melhorias no caminho, mas é no eclipse que há um diferencial muito interessante. Quando temos essa mudança de mundo, cada melhoria vem com um efeito adverso que dura enquanto estivermos vivos no ciclo, e a maior dica é escolher as opções com maiores melhorias e acumular o mínimo de perdas.

    Viva, morra e encare a verdade

    A trama é a cereja do bolo na experiência de jogar Saros, e não existe palavra melhor para descrever essa história do que impactante. É uma narrativa que vai usar o horror cósmico como uma metáfora para outros temas.

    Acredito que esse seja o ponto em comum entre Saros e Returnal. Ambas as obras usam os conceitos de um gênero, seja do ponto de vista narrativo ou de jogo, para contar uma história que vai nos empurrar, como jogadores, a pensar sobre o que ela quer conversar conosco.

    Sem revelar os detalhes surpreendentes, foi uma avalanche de emoções à medida que descobri do que se tratavam as camadas dessa trama. Arjun é um personagem que despertou muito meu interesse por ser um homem falho, sendo através disso que surge a busca por uma verdade que irá libertá-lo da maldição desse planeta.

    Saros é uma jogabilidade divertida, um universo muito interessante de explorar, uma narrativa complexa e um excelente trabalho do estúdio combinando todos esses elementos.

    Confira o trailer de Saros:

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