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    PS Store deixa de cobrar IOF em compras em reais no Brasil; entenda a situação

    Uma excelente notícia pegou os donos de consoles PlayStation de surpresa. Diversos relatos nas redes sociais indicam que a PlayStation Store brasileira parou de cobrar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas compras realizadas em reais dentro da plataforma.

    Os usuários começaram a notar a mudança ao perceberem que o tributo federal não aparece mais no fechamento das transações e nem na fatura do cartão de crédito. Um dos registros que ganhou força na internet foi o do jornalista Eric Arraché no X, que mostrou a compra do jogo Sleeping Dogs Definitive Edition pelo valor exato de R$ 24,98, sem qualquer acréscimo de taxa.

    O histórico da polêmica com o imposto

    A cobrança de IOF na PS Store do Brasil vinha sendo motivo de grande descontentamento na comunidade. Em outubro do ano passado, canais especializados denunciaram que a Sony aplicava uma taxa de cerca de 3,5% sobre todas as compras de forma oculta. Isso acontecia porque a plataforma processava os pagamentos como transações financeiras internacionais, mesmo exibindo os valores na nossa moeda.

    Na época, a situação gerou revolta devido ao aumento inesperado nos preços finais. Jogos de peso como Ghost of Yotei, por exemplo, que estavam listados por R$ 400, acabavam custando R$ 414 na fatura dos consumidores por conta da incidência do imposto governamental.

    Vale destacar que o imposto é recolhido pelo Governo Federal e não pela Sony, mas a escolha da empresa em processar os pagamentos fora do país era o que gerava esse impacto direto no bolso do consumidor.

    Fim definitivo ou instabilidade no sistema?

    Até o momento, a PlayStation Brasil não divulgou nenhum comunicado oficial sobre a suspensão da cobrança. Por isso, ainda não é possível afirmar com total certeza se a taxa foi abolida de vez ou se estamos diante de uma mudança temporária no sistema de faturamento da empresa.

    O fato concreto é que o imposto deixou de ser cobrado. Caso a remoção seja permanente, a Sony corrige uma desvantagem histórica e torna a PS Store muito mais competitiva em relação a outras lojas digitais do mercado, como a Steam, a Nintendo e a Xbox Store, que já realizam o processamento local de pagamentos há bastante tempo.

    Continuaremos acompanhando o caso para saber se a Sony se posicionará sobre o assunto. E você, conseguiu comprar algum jogo sem a taxa? Conte para a gente nos comentários.

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    CRITÍCA: ‘Directive 8020’ é um novo rumo de sua antologia

    Directive 8020 é o mais recente capítulo da franquia Dark Pictures Anthology, sucedendo aos jogos Man of Medan, Little Hope, House of Ashes e The Devil In Me. Desenvolvido e publicado pela Supermassive Games, responsável por Until Dawn, o lançamento ocorreu no dia 12 de maio para a nova geração: Playstation 5, Xbox Series X/S e computadores, via loja digital Steam.

    A história traz como tema a ficção científica com a jornada da tripulação da nave-colônia Cassiopéia em direção ao planeta Tau Ceti f. Após um pouso forçado, o grupo descobre a existência de uma forma de vida alienígena que será o grande terror da tripulação.

    Esse novo capítulo da franquia tem alguns elementos novos envolvidos em uma jogabilidade com a qual já estamos acostumados em relação aos antecessores. Portanto, Directive 8020 é uma experiência um pouco mista para jogadores veteranos e um novo horizonte para novatos.

    Toda a franquia Dark Pictures é voltada para interação, escolhas e a construção do relacionamento entre personagens de um determinado grupo. Entretanto, neste jogo encontramos esse quebra-cabeça que estamos acostumados a montar e desmontar embaralhado em algumas novidades.

    Na jogabilidade, as mudanças mais evidentes são um foco maior em exploração, sendo necessário resolver puzzles que vão restaurar a nave, e a furtividade, que vai acrescentar desafio. Deixando de lado os quick time events por essa estrutura, o jogo ganha uma roupagem diferente, levando a uma maior interação com o andamento da história e a mais coisas com as quais precisamos nos preocupar.

    Um jeito diferente de um terror conhecido

    Outro ponto relevante que afeta diretamente tudo o que já conhecemos em Dark Pictures são os Turning Points. Anteriormente, toda decisão tomada não tinha volta, sendo possível apenas refazer as escolhas em outra run, mas em Directive 8020 temos esse recurso que nos permite voltar a esses momentos para mudar as opções feitas.

    Esse recurso é interessante pela possibilidade de explorar um maior número de variáveis. Entretanto, perde o elemento de imersão porque o jogo insere o jogador como parte da narrativa e era possível sentir o peso de cada decisão tomada.

    Ainda sobre esse tema, não temos a colaboração do Curador, uma figura enigmática que sempre foi um indicativo sobre o rumo da história. Sem essa referência, fica interessante pensar nos caminhos a seguir, criando um desafio maior e ocasionando a perda de personagens mais cedo.

    Os elementos visuais são os mais bonitos da franquia até o momento, mostrando uma evolução clara em relação ao seu antecessor. O design de som também é outro ponto positivo, ajudando na ambientação e imersão da narrativa.

    A trama tem inspiração em obras como Alien: O Oitavo Passageiro, O Enigma de Outro Mundo e até mesmo Invasores de Corpos. Sair do elemento sobrenatural para uma história no espaço foi uma excelente ideia, assim como deixar de lado um padrão constante na franquia de os personagens terem um passado em comum e, a partir disso, criar tensões entre eles.

    Directive 8020 é um bom jogo que trouxe mudanças positivas para a franquia Dark Pictures Anthology. Entretanto, é possível que ele cause um estranhamento para os jogadores que já estão acostumados com esse universo

    Confira o trailer de Directive 8020:

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    Marvel’s Wolverine: Tudo o que sabemos sobre o novo exclusivo do PlayStation 5

    A ansiedade dos fãs da Marvel e de donos de um PlayStation 5 está prestes a ser recompensada. A Sony acaba de confirmar que a próxima edição do seu tradicional evento, o State of Play, acontecerá no dia 2 de junho, a partir das 18h (horário de Brasília). Com a promessa de 60 minutos repletos de anúncios e atualizações de grandes estúdios, um nome já desponta como a estrela principal da noite: Marvel’s Wolverine.

    Desenvolvido pela aclamada Insomniac Games, a mesma mente brilhante por trás de Marvel’s Spider-Man 1, 2 e Ratchet and Clank: Rift Apart, o jogo promete entregar a fantasia definitiva do mutante mais amado dos quadrinhos.

    Se você quer chegar preparado para o evento, reunimos aqui tudo o que já sabemos sobre a nova aventura de Logan.

    Data de Lançamento e Exclusividade de Peso

    Wolverine

    Pode marcar no calendário: as garras de adamantium entram em ação no dia 15 de setembro de 2026. A confirmação do lançamento para o outono do hemisfério norte veio diretamente da Insomniac no início deste ano, e agora finalmente veremos o jogo em toda a sua glória.

    Um detalhe importante para a comunidade é a exclusividade da plataforma. O jogo será lançado exclusivamente para o PlayStation 5. A Insomniac deixou a geração passada para trás com o objetivo de extrair cada gota de processamento do novo console.

    Além disso, se você estava na esperança de um lançamento simultâneo (ou próximo) para PC, é bom recalcular a rota. Segundo informações recentes de bastidores envolvendo Hermen Hulst, CEO de negócios de estúdios da PlayStation, a nova estratégia da empresa visa manter grandes narrativas single-player como exclusividades absolutas do PS5, pelo menos em seu ciclo inicial de vida.

    Um Gameplay Feroz e Sem Limites

    Wolverine

    Diferente do tom heróico e acrobático de Peter Parker e Miles Morales, a jornada de Logan será brutal, rápida e implacável. A Insomniac já adiantou que estamos diante de uma experiência visceral.

    Como uma arma viva forjada contra a própria vontade, Logan fará uso de seu fator de cura, de sua fúria incontrolável e, claro, de cortes precisos que prometem desmembrar os inimigos que cruzarem seu caminho. O State of Play de junho será o palco perfeito para vermos de perto esse sistema de combate fluido, que mistura a essência dos brawlers modernos com a identidade única do personagem.

    Um Thriller Global: De Madripoor a Tóquio

    Wolverine

    O primeiro teaser nos levou para dentro do icônico Princess Bar, o lar não-oficial de Logan na perigosa ilha de Madripoor (um cenário muito familiar para quem leu os quadrinhos ou acompanhou a série Falcão e o Soldado Invernal). No entanto, a Insomniac confirmou que essa será uma narrativa de escala global.

    Durante a jornada, deixaremos os submundos de Madripoor para explorar desde as regiões selvagens e congeladas do Canadá até as ruas estreitas e neon de Tóquio. Vale ressaltar que o estúdio está criando um universo original do zero, completamente independente dos filmes da Fox ou do atual Universo Cinematográfico da Marvel.

    Elenco e Resiliência do Estúdio

    Wolverine

    Para dar voz a essa versão imponente do Carcaju, o ator australiano Liam McIntyre (conhecido por protagonizar a série Spartacus e viver o Mago do Tempo em The Flash) foi o escolhido na versão em inglês. O elenco brasileiro de dublagem ainda não foi confirmado, mas o ator que deve assumir o papel de Logan nos videogames deve ser o mesmo ator que dublou Hugh Jackman em Deadpool e Wolverine, o dublador Luiz Feier Motta. O desenvolvimento criativo está nas mãos de Brian Horton e Cameron Christian, a mesma dupla que nos entregou a excelente narrativa de Miles Morales.

    É impossível falar de Marvel’s Wolverine sem mencionar a admirável força da equipe de desenvolvimento. No final de 2023, a Insomniac Games foi vítima de um ataque cibernético massivo e criminoso, que expôs compilações antigas e informações confidenciais do projeto na internet após uma tentativa de extorsão. O mercado de games e a comunidade se uniram em apoio aos desenvolvedores. Agora, o State of Play representa um momento de redenção triunfal, onde o estúdio poderá mostrar o seu trabalho ao mundo da maneira como ele sempre deve ser visto: nos seus próprios termos, com a qualidade final e oficial.

    Confira o trailer de gameplay do game:

    Estamos acompanhando de perto todas as novidades desta temporada de eventos de meio de ano. E você, o que mais espera ver do combate de Logan no dia 2 de junho?

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    De Fable a The Witcher 4: Os 9 RPGs mais aguardados do Summer Game Fest 2026

    Junho é, tradicionalmente, o mês em que a comunidade gamer para tudo o que está fazendo para acompanhar o futuro da indústria. E este ano o clima é ainda mais especial: enquanto os holofotes se voltam para o palco principal do Summer Game Fest 2026, nós aqui do Feededigno celebramos 10 anos de história cobrindo os momentos mais marcantes da cultura pop e dos videogames.

    Para marcar essa temporada de anúncios (e de festa dupla), preparamos uma lista focada naquilo que promete dominar as conferências: os RPGs. Seja no PC, no PlayStation 5, no Xbox Series X/S ou na iminente nova geração da Nintendo, a promessa é de qualidade acima de quantidade.

    Abaixo, separamos os 9 títulos de RPG que têm tudo para roubar a cena nos próximos dias.

    1. Fable

    Summer

    Com todo aquele humor ácido, o clima de fantasia clássica e a magia irreverente de Albion, o novo Fable é uma das maiores promessas da atual geração. A Playground Games tem sido generosa com os trailers conceituais e cômicos nos últimos anos. Com a janela de lançamento já desenhada para o final de 2026, o palco da Xbox no SGF é a oportunidade perfeita para o estúdio parar de fazer mistério e revelar, de uma vez por todas, a data exata em que iniciaremos nossa jornada.

    2. Stranger than Heaven

    Summer

    Os fãs fiéis da genialidade excêntrica de Like a Dragon anseiam por novidades concretas de Stranger than Heaven. Este JRPG ambicioso da RGG Studio (Sega) propõe uma trama que atravessa 50 anos de história no Japão do século passado. Trazendo um foco massivo na cultura musical, um combate em terceira pessoa refinado e até mesmo um personagem com a voz do lendário Snoop Dogg, o título precisa urgentemente de uma data firme no calendário, especialmente antes que o final do ano fique saturado.

    3. The Blood of Dawnwalker

    Summer

    Diferente de muitos jogos desta lista, The Blood of Dawnwalker já nos deu a tranquilidade de uma data cravada: 3 de setembro de 2026. Produzido pela Rebel Wolves, o jogo é um dos RPGs de fantasia sombria mais fascinantes do ano. A dinâmica de controlar o protagonista Cain alternando entre habilidades humanas e poderes vampíricos devastadores é promissora. O evento é o momento ideal para o estúdio angariar novas pré-vendas com um mergulho profundo no combate e na lore desse universo.

    4. Clockwork Revolution

    Desenvolvido pela inXile, Clockwork Revolution é um espetáculo visual e narrativo. Ambientado em um universo steampunk vitoriano e futurista, este RPG de ficção científica em primeira pessoa brinca com as consequências de alterar a linha do tempo. As comparações com a atmosfera de BioShock Infinite são muito bem-vindas. Sendo um exclusivo de peso para o ecossistema Xbox e PC, é fundamental que vejamos mais da sua profundidade narrativa este ano.

    5. Persona 4 Revival

    Depois de modernizar a franquia brilhantemente com Persona 3 Reload, todos os caminhos levam de volta à cidadezinha de Inaba. Os rumores de que a Atlus está desenvolvendo ativamente o Persona 4 Revival estão mais quentes do que nunca, com especulações apontando para um lançamento em fevereiro de 2027. O Summer Game Fest é, historicamente, um lugar onde a Sega e a Atlus gostam de fazer barulho. Um trailer de anúncio faria a comunidade entrar em combustão.

    6. Fire Emblem: Fortune’s Weave

    Summer

    Para muitos de nós, Three Houses permanece como o ápice do RPG tático moderno. Quando Fire Emblem: Fortune’s Weave deu seus primeiros sinais de vida, sugerindo ser uma sequência direta com a presença de uma Sothis mais velha, as expectativas foram às alturas. Com a transição para o aguardado “Switch 2”, a Intelligent Systems tem a oportunidade de mostrar o salto gráfico e tático da franquia. Descobrir a data desse lançamento é uma das nossas grandes prioridades.

    7. The Witcher 4 (Projeto Polaris)

    A CD Projekt Red é uma parceira constante e de peso do evento de Geoff Keighley. O projeto codinome Polaris, que inicia a nova trilogia do universo de The Witcher, construído na Unreal Engine 5, carrega o peso de ser o sucessor de um dos maiores jogos de todos os tempos. A expectativa da comunidade é deixar os belos teasers de lado e finalmente testemunhar um vislumbre real do motor de jogo e de como a nova jogabilidade irá funcionar.

    8. Kingdom Hearts IV

    Summer

    O encontro da Square Enix com a magia da Disney está prestes a entrar em sua fase mais misteriosa. Desde que fomos apresentados ao visual ultrarrealista de Sora no mundo de Quadratum, as informações escassearam. Depois desse longo período de silêncio, uma atualização de desenvolvimento no SGF 2026 seria não apenas um presente para os fãs, mas uma injeção de ânimo necessária para manter o encanto vivo.

    9. Novo RPG de Ação da FromSoftware

    Summer

    Para fechar com chave de ouro, o elefante (gigante e implacável) na sala. Rumores fortíssimos nos bastidores indicam que a FromSoftware, após o impacto cultural massivo de Elden Ring, pode estar se preparando para revelar seu próximo universo de fantasia sombria. Quando Hidetaka Miyazaki e sua equipe movem uma peça no tabuleiro, o mundo dos games para e assiste.

    A temporada de novidades está oficialmente aberta! Nós aqui do Feededigno vamos acompanhar cada conferência bem de perto para trazer todos os detalhes para você.

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    RUMOR: Próximo Zelda de mundo aberto terá saltos dimensionais estilo “Ratchet & Clank”

    A máquina de rumores da Nintendo está a todo vapor, e o futuro da franquia The Legend of Zelda parece mais movimentado do que nunca. Enquanto os fãs especulavam sobre remakes e spin-offs, um novo e massivo vazamento surgiu sob o radar da comunidade, trazendo detalhes sobre o que pode ser o próximo grande jogo 3D da linha principal, sucessor direto dos fenômenos Breath of the Wild (BotW) e Tears of the Kingdom (TotK).

    Se as informações se confirmarem, a Nintendo está preparando uma nova revolução nas mecânicas de exploração de mundo aberto.

    Saltos dimensionais no próximo grande Zelda

    Vazamento Zelda

    A informação mais empolgante vem de Shpeshal Nick, um leaker conhecido e com um bom histórico de acertos na indústria. Durante o episódio 294 do XboxEra Podcast, Nick revelou que o próximo grande Zelda manterá a estrutura de mundo aberto e será ambientado no mesmo universo de BotW e TotK, utilizando o mesmo motor gráfico, mas com aprimoramentos significativos.

    A grande novidade, no entanto, está na travessia. Se o primeiro jogo dominou a superfície de Hyrule e o segundo expandiu para os céus e o subsolo, o próximo título promete levar os jogadores através de diferentes dimensões.

    Segundo o vazamento, a jogabilidade será muito semelhante à mecânica de saltos entre realidades vista em Ratchet and Clank: Rift Apart. Os jogadores poderão entrar em fendas no espaço-tempo, o que abre um leque absurdo para a resolução de puzzles mesclando elementos de reinos distintos.

    Exemplos práticos vazados de como os puzzles devem funcionar:

    • Força bruta interdimensional: O jogador pode atrair um touro enfurecido em uma dimensão paralela para que ele quebre uma porta bloqueada na sua dimensão atual.
    • Manipulação de ambiente: Usar água puxada através de uma fenda de outro universo para encher uma sala seca e fazer com que itens essenciais flutuem até a superfície.

    Remake de Ocarina of Time e Spin-off do Ganondorf

    Além do próximo título de mundo aberto, o calendário da franquia parece recheado com outros projetos paralelos que também foram alvo de insiders.

    • Ocarina of Time no Switch 2: O confiável insider Nate the Hate afirmou que um remake completo e grandioso de The Legend of Zelda: Ocarina of Time está em desenvolvimento. O jogo estaria programado para chegar no final deste ano, posicionando-se como o grande lançamento de fim de ano (o cobiçado Holiday Season) para o novo console da Nintendo, o aguardado “Switch 2”.
    • O protagonismo do vilão: Já Nash Weedle, um leaker com histórico mais divisivo, sugeriu que um novo jogo 2D da franquia está em produção, mas com um diferencial de peso: o foco será em Ganondorf. O título utilizaria a mesma engine e abordagem visual do recente Zelda: Echoes of Wisdom.

    Quando esses jogos serão lançados?

    Com tantos projetos em pauta, a linha do tempo de desenvolvimento da Nintendo parece bem desenhada, segundo o jornalista Jeff Grubb, que adicionou contexto aos vazamentos. O calendário especulado ficaria assim:

    • Final de 2026: Lançamento do Remake de Ocarina of Time para o novo console.
    • 2027: Lançamento do spin-off 2D focado no Ganondorf.
    • Entre 2027 e 2029: Lançamento do próximo Zelda 3D de mundo aberto focado em saltos dimensionais, dando à equipe o tempo de desenvolvimento tradicional de 2 a 3 anos a partir de agora.

    Como sempre, no mundo dos games, rumores devem ser tratados com cautela até um anúncio oficial da Nintendo. Contudo, considerando o histórico de inovações da equipe de Eiji Aonuma (que já brincou com realidades paralelas em clássicos como A Link to the Past e Twilight Princess), a evolução para um mundo aberto com fendas dimensionais parece não apenas crível, mas o próximo passo lógico para a franquia.

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    CRITÍCA: ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu é divertido como deve ser’

    The Mandalorian é uma série lançada em 2019 e atualmente conta com três temporadas lançadas, sendo um dos sucessos do universo Star Wars. Neste ano, chega o primeiro filme dando sequência à história.

    Star Wars: O Mandaloriano e Grogu é um longa dirigido por John Favreau, com o roteiro desenvolvido pelo mesmo ao lado de Dave Filoni. O elenco tem o retorno de Pedro Pascoal como o Mandaloriano, Steve Blum, Jeremy Allen White, Sigourney Weaver, John Coyne e Martin Scorsese.

    A trama da mais nova aventura do Mandaloriano e Grogu é conta sobre o combate contra as facções de senhores da guerra imperiais existentes pelos confins da galáxia. Para proteger o que a Rebelião conquistou, a Nova República conta com a ajuda do lendário Mandaloriano e de seu parceiro sensível à Força. Juntos, a dupla entra em uma missão para caçar e neutralizar os esconderijos desses remanescentes imperiais.

    Esse novo Star Wars é uma das raras experiências que permitem a você ir ao cinema para ver um filme da franquia sem o fardo de assistir a tudo que já foi lançado anteriormente. Mandaloriano e Grogu é uma aventura sobre seus personagens principais, e isso agrada grandiosamente.

    A estrutura narrativa, o ritmo e a montagem são como um episódio do seriado inserido em um longa-metragem. Portanto, é um filme lento, com ação pontual e muito foco na relação entre Din e Grogu, que rouba a cena sempre que está aparece.

    Acredito que a mudança significativa é termos um arco para o nosso querido Baby Yoda, e isso faz muita diferença para o seu desenvolvimento. Além disso, também vemos mais um setor da Orla Exterior, que tem suas próprias regras, cultura e, obviamente, uma máfia local que toma conta de tudo.

    Um filme simples que entrega muita diversão

    A direção de John Favreau joga no seguro para a aventura cinematográfica do Mandaloriano, onde veremos muitos planos de câmera que somos acostumados do seriado. É muito interessante que o filme insere o humor, tensão e aventura de uma forma equilibrada, dando uma leveza não temos há muito tempo.

    Nesse aspecto, a surpresa foi não tornar esse filme uma batalha épica, com grandes desdobramentos em nível de universo e participações especiais que, muitas vezes, mascaram a qualidade narrativa. Pelo contrário, é tudo muito simples e conduzido sem grandes pretensões, tornando-se um trabalho bem realizado.

    As atuações são competentes, e Pedro Pascoal mostra como está muito confortável interpretando esse papel. Além disso, não existe uma outra atuação de grande destaque, porém nenhum membro do elenco compromete.

    Importante citar a boa qualidade dos efeitos de Mandaloriano e Grogu, elemento que já se tornou uma questão muito debatida em produções do passado. Entretanto, nessa produção de Star Wars não existe nenhum momento em que vemos um CGI ruim ou mal aplicado.

    A respeito da narrativa, apesar de ser uma aventura isolada, vemos algum desenvolvimento a respeito de Din e da sua relação com Grogu, ora mestre e aprendiz, mas em outros momentos um pai preocupado com a segurança e o crescimento de um filho. Esse pode ser o tom mais leve que faz a produção ser boa, porque vemos isso ganhar um passo além durante os acontecimentos do filme.

    Star Wars: Mandaloriano e Grogu é um filme que proporciona uma experiência muito satisfatória por ser descompromissado em ser mais um grande passo da franquia, mas ainda assim uma aventura muito interessante em uma galáxia muito distante.

    Confira o trailer de Star Wars: Mandaloriano e Grogu:

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