Início Site

    ANÁLISE: Minha opinião sobre a GeForce RTX 5060 8GB MSI INSPIRE 2X após 4 meses de uso

    A GeForce RTX 5060 8GB MSI Inspire 2X é, na minha opinião, uma excelente opção custo-benefício para PCs gamers em 2026, principalmente para quem busca jogar em 1080p com qualidade alta e ainda ter a possibilidade de explorar o 1440p com a ajuda das tecnologias da NVIDIA.

    Mas, antes de falar de desempenho, vale explicar algo importante: custo-benefício não significa “barato”. Estamos falando de uma placa da linha RTX 50, sendo a RTX 5050 a opção mais acessível dessa geração e a RTX 5060 a próxima.

    Quando digo que a RTX 5060 entrega um bom custo-benefício, quero dizer que ela oferece:

    • Desempenho forte em 1080p;
    • Acesso às tecnologias mais recentes da Nvidia;
    • DLSS 4.5;
    • Multi Frame Generation 4x;
    • Boa eficiência energética;
    • Potencial para lives, edição e produtividade;
    • Um preço mais realista se comparado a modelos como RTX 5070, RTX 5080 e RTX 5090.

    Seria incrível recomendar uma RTX 5080 ou até uma RTX 5090 para todo mundo, mas o preço dessas placas é muito mais elevado. Dependendo do seu uso e do seu orçamento, a RTX 5060 pode ser a escolha mais inteligente.

    Agradeço a MSI por ter nos enviado a RTX 5060 para testes.

    O que muita gente procura em um PC Gamer em 2026

    Quem busca montar um PC gamer normalmente quer mais do que apenas jogar.

    Além da vantagem de ter acesso a promoções da Steam, por exemplo, muitos jogos custam menos no PC do que nos consoles. Um exemplo é REANIMAL, novo jogo do estúdio responsável por Little Nightmares 1 e 2. Nos consoles, o jogo custa cerca de R$ 220, enquanto na Steam pode ser encontrado por volta de R$ 108.

    Outro exemplo é Crimson Desert, que no lançamento apareceu por aproximadamente R$ 180 no PC, enquanto nos consoles passava de R$ 300.

    Além dos jogos, o PC também oferece outras vantagens:

    • Edição de vídeo;
    • Lives com OBS Studio;
    • Uso de periféricos variados;
    • Captura de gameplay;
    • Trabalho e estudos;
    • Upgrade de peças ao longo do tempo.

    Muitas vezes, quando não é possível investir em console, placa de captura e PC ao mesmo tempo, a resposta mais inteligente acaba sendo montar um PC que consiga unir tudo isso em uma única máquina.

    E isso fica ainda mais importante para quem trabalha com conteúdo, lives ou edição.

    A importância do DLSS e do Multi Frame Generation

    5060

    Hoje em dia, principalmente em placas intermediárias, as tecnologias da Nvidia fazem muita diferença.

    A RTX 5060, de arquitetura Blackwell, tem acesso ao DLSS 4.5 e ao Multi Frame Generation 4x, que pode gerar mais quadros extras. Além disso, já existem novidades chegando para utilização de até 6x com o Dynamic Multi Frame Generation.

    Na prática, isso significa que a tecnologia poderá aumentar ou diminuir automaticamente a quantidade de quadros gerados, dependendo das áreas mais leves ou mais pesadas de cada jogo.

    Isso ajuda bastante, principalmente em resoluções como 1440p, onde a RTX 5060 já começa a sofrer mais em jogos pesados.

    Design e Modelo MSI INSPIRE 2X

    5060

    O design dessa placa é muito bonito. Não possui RGB, o que me agrada muito; mas, além disso, ela é toda dourada com ventoinhas pretas, lembrando algo sofisticado. Sua construção é muito boa e não possui backplate superior de plástico.

    Possui apenas um conector de energia e um tamanho bem compacto (204 x 117 x 50 mm), além de contar com 3 saídas DisplayPort (v2.1b) e 1x HDMI 2.1b.

    A MSI oferece reforço na construção dessa placa, então temos uma defesa fortalecida por fusíveis adicionais integrados ao PCB (fornecendo proteção extra contra danos elétricos) e DRMOS com eficiência aprimorada (que proporcionam excelente rendimento com baixíssima perda energética), além de controles de tensão avançados e thermal pads de alta qualidade nos componentes críticos da placa.

    A marca também oferece o MSI Center, MSI Afterburner e MSI APP PLAYER, que são aplicativos para você maximizar o uso e o desempenho dos seus produtos MSI.

    Fazer live é diferente de apenas jogar

    Uma coisa importante é entender que jogar e fazer live ao mesmo tempo exige mais do PC.

    Quando você está transmitindo, o computador precisa:

    • Rodar o jogo;
    • Processar a stream;
    • Manter OBS, navegador, chat e outras aplicações abertas.

    Por isso, o desempenho tende a cair em relação a jogar normalmente.

    Por exemplo: Hollow Knight é extremamente leve. Com a RTX 5060, é possível jogar e transmitir em 1440p tranquilamente. Já Resident Evil 9 Requiem exige muito mais. Nesse caso, pode ser necessário reduzir algumas opções gráficas, usar DLSS, ativar o Multi Frame Generation e, talvez, jogar no Médio em vez do Alto.

    A prioridade em uma live não é apenas ter FPS alto, mas também manter uma imagem estável, bonita e sem travamentos para quem está assistindo.

    Meu setup de testes

    • Ryzen 7 9800X3D
    • MSI MAG X870E Tomahawk WiFi
    • 32 GB DDR5 6400 MHz Team Group (2×16 GB)
    • SSD NVMe Team Group G50 2 TB
    • Water Cooler Hyte THICC Q60 240 mm
    • Fonte MSI MPG A1000GS PCIe 5
    • Gabinete Hyte y70 Touch
    • Windows 11

    Observação importante sobre benchmarks

    Todo benchmark é um “recorte do desempenho” de uma determinada máquina em específico.

    Os resultados podem mudar dependendo de:

    • Processador utilizado;
    • Quantidade de memória RAM;
    • Velocidade do seu SSD;
    • Configurações gráficas;
    • Resolução;
    • Atualizações dos jogos;
    • Drivers;
    • Patches.

    Um bom exemplo é Resident Evil 4 Remake. Depois da troca do sistema DENUVO para outro, muita gente passou a relatar quedas de desempenho, travamentos e problemas que antes não aconteciam com frequência. E olha que o DENUVO já atrapalhava muito no desempenho.

    Por isso, os testes abaixo servem como uma base para entender o comportamento da RTX 5060 no meu setup. Recomendo fortemente que você monte um PC mais equilibrado para ela, não sendo necessária uma fonte ou um processador como esse para levar a RTX 5060, a não ser que você queira ter um setup de testes para produção de conteúdo também.

    Um Ryzen 5 ou Core Ultra 5 vai somar muito bem com a sua RTX 5060. Utilizar 16 GB em vez de 32 GB também pode ser uma saída para economizar com memória RAM. Uma fonte de 650 W de boa qualidade atende ao necessário do seu sistema, e utilizar um gabinete mais em conta com bom fluxo de ar também vai te ajudar a economizar. Então, deixo aqui minha recomendação de peças para compor o seu PC Gamer bom e econômico de 2026.

    Resultados de desempenho

    Cyberpunk 2077

    5060

    Cyberpunk 2077 é um excelente jogo como exemplo de AAA para testarmos hoje em dia, já que possui diversas tecnologias e, por incrível que pareça, a RTX 5060 consegue levar bem o game.

    Em 1080p, a RTX 5060 se sai bem em todos os cenários; porém, em 1440p, é evidente a necessidade das tecnologias para conseguirmos uma experiência satisfatória acima dos 60 FPS almejados pelos gamers.

    Uma média de 59 FPS em QHD com o jogo no Ultra não é um resultado ruim, mas, se pensarmos nas mínimas, teremos quedas que incomodam na gameplay, ainda mais quando pensamos que Cyberpunk 2077 tem áreas tão distintas.

    O mundo aberto é cheio de informação, então, sim, teremos mais quedas de FPS por lá nessa configuração. Mas, indo para uma missão ou área mais contida, teremos resultados bem melhores.

    Counter-Strike 2

    Counter-Strike 2 é um exemplo de jogo competitivo e mais leve que os demais dessa lista. Ele vai bem mesmo que eu coloque os seus gráficos no máximo possível e sem upscaling. Para quem busca uma máquina com a RTX 5060 voltada para CS2 e muitos frames, aqui é sem erro.

    Dependendo do seu monitor (já que hoje em dia temos tantas opções interessantes com alta taxa de atualização), é interessante colocar o jogo com tudo no Baixo para obter uma média de FPS ainda maior.

    Por aqui, eu uso o MSI MAG 276CXF, que conta com 280 Hz, 0.5 ms, Rapid VA e uma leve curvatura para ajudar na imersão dos jogos. Recomendo muito; ele brilha em cenários como esse.

    Marvel Rivals

    Marvel Rivals é o tal “Overwatch da Marvel”. Esse jogo é um pouco mais pesado que o CS2, mas ainda é um competitivo, precisa rodar em muitas máquinas diferentes e, por aqui, ele vai bem.

    Ele vai bem em todos os cenários em 1080p. Mas, no nativo em 1440p, tem uma média de 60 FPS, o que vai resultar na mesma questão do Cyberpunk 2077 nessa configuração: em um jogo competitivo, quedas de FPS podem e vão incomodar.

    E aproveitando o tema, apesar de os testes ativando a tecnologia Multi Frame Generation surpreenderem com resultados altos (melhorando a fluidez do jogo e, principalmente, sendo possível aproveitar o uso de monitores com muita taxa de atualização), há um porém.

    O Multi Frame Generation pode causar latência e incomodar jogadores mais exigentes e aficionados por jogos competitivos. Junto da ferramenta, é ativado o Nvidia Reflex, que é responsável por diminuir o máximo possível a latência entre os seus periféricos (mouse, teclado ou controle) até a chegada da informação dos seus comandos para a visualização deles na tela do seu monitor.

    O Multi Frame Generation não adiciona performance bruta, mas adiciona fluidez. Recomendo que façam o teste da tecnologia.

    Star Wars Outlaws

    5060

    Um dos jogos mais pesados, com seus problemas de otimização por parte da Ubisoft e com muitos detalhes. Eu amo de paixão Star Wars Outlaws, mas entendo os seus problemas técnicos.

    Não conseguimos desativar 100% o Ray Tracing, apenas é possível deixá-lo no Baixo, o que pode e vai melhorar o desempenho. Mas, para os testes de hoje, mantive os gráficos no Ultra e o Ray Tracing no Ultra, pois precisamos entender até onde a nossa querida RTX 5060 vai.

    Em nativo, já podemos definir como: injogável. Mesmo que a média em 1080p seja de 30 FPS, as mínimas serão abaixo, e teremos muitas quedas e imperfeições na gameplay. Adicionando o upscaling DLSS 4 em Qualidade, a coisa melhora, mas fluido mesmo é só com Multi Frame Generation.

    Aqui a tecnologia exclusiva da linha RTX 50 se destaca e faz a diferença, principalmente por ser um jogo que não é competitivo e não exige uma precisão absurda ou uma latência superpequena; dá para se divertir, jogar tranquilo e aproveitar sua TV ou monitor ao máximo.

    E sim, o Ray Tracing acaba sendo o limite da nossa guerreira. É possível usá-lo, principalmente em uma resolução menor (em 1080p), mas fica realmente complicado em 1440p.

    Resident Evil 9 Requiem

    Resident Evil 9 Requiem é lindo, eu tenho certeza que 2026 é o ano da Capcom. Temos esse jogão, temos Monster Hunter Stories 3, temos Pragmata e já já teremos Onimusha. Que ano bom para ser gamer, mas vamos aos testes.

    Primeiro, explicando o “Hair On”: essa é uma tecnologia para deixar os cabelos dos personagens mais realistas, e eu quis mantê-la ativada, já que assim vamos pesar mais um pouco o jogo, mas teremos um realismo maior.

    Queremos ver mais uma vez até onde a RTX 5060 consegue chegar com gráficos belíssimos, não é? Esse jogo veio bem otimizado (ao contrário do jogo anterior), mas ainda é, definitivamente, muito pesado.

    Então, em nativo em 1080p, caso você goste de jogar em 30 FPS, é realmente jogável, mas em 1440p, esquece. Adicionando o DLSS 4.5 Qualidade, temos um cenário muito bom em 1080p e em 1440p já fica melhor; mas, realmente, o destaque fica com o Multi Frame Generation ajudando a atingir resultados superiores, com melhor aproveitamento do seu monitor ou da sua TV e ainda com gráficos belíssimos.

    Eu zerei esse jogo com essa última configuração: 1440p, Alto, Hair On, DLSS 4.5 Qualidade e MFG4X. Sinceramente, não tive problemas com o jogo engasgando, crashando, etc. Ficou realmente muito bonito o tempo todo.

    Crimson Desert

    Mais um jogo recente, grande e AAA para testarmos, mas dessa vez é um mundo aberto, ou seja, ainda mais desafiador.

    Por Crimson Desert ter um mundo aberto, ele vem com o pacote completo, ou seja, os famosos problemas desse tipo de jogo. Os “pop-ins” (elementos que carregam na tela conforme você avança) acontecem o tempo todo no jogo, além de muito serrilhado, mesmo com gráficos no Ultra, e isso parece acontecer com diversas placas de vídeo.

    Ainda assim, fiquei surpreso: em 1080p o jogo realmente vai bem. Um pouco complicado no nativo pela média de 64 FPS, mas brilha com a tecnologia da Nvidia. Em 1440p, já recomendo ir direto ativar o DLSS 4.5 em Qualidade e o Multi Frame Generation, pois, principalmente em momentos onde o mundo aberto tem muitos elementos para carregar, é onde mais precisamos dessa tecnologia para manter os FPS de forma satisfatória.

    Quando um game é do tipo mundo aberto, ele tem algo que citei lá no Cyberpunk 2077: é como se fossem dois jogos ao mesmo tempo. Em áreas amplas, ele performará diferente das áreas contidas, e isso faz com que as médias variem muito. Eu testei no mundo aberto mesmo, mas observei um desempenho melhor em diversas áreas mais fechadas, em uma cidade ou outra.

    Consumo e temperatura

    5060

    Uma das coisas que mais me agradou nessa RTX 5060 foi a eficiência energética. Ela utiliza apenas um conector de energia de 8 pinos, o que afeta totalmente seu consumo e temperatura. Isso significa que não precisa de muita energia e, por consequência, não esquenta tanto.

    Durante os testes, a placa ficou normalmente entre 65°C e 75°C, temperaturas muito tranquilas para esse tipo de hardware. Já o consumo ficou entre 110 W e 140 W, variando conforme o jogo, a carga e a quantidade de aplicações abertas.

    Detalhe que, apesar de ter duas ventoinhas, essa é uma placa compacta. Meu sonho atual é montá-la em um setup mini ITX e, se o seu for também, essa placa tem apenas 204 mm, sendo uma ótima opção para muitos gabinetes menores.

    Conclusão

    Na minha visão, a GeForce RTX 5060 8GB MSI INSPIRE 2X é uma excelente placa de entrada/intermediária para 2026.

    Ela entrega um desempenho muito competente em 1080p, consegue se aventurar no 1440p com a ajuda do DLSS e do Multi Frame Generation, e ainda funciona muito bem para quem faz lives em 1080p, edição de vídeo leve e outras tarefas.

    A questão é que, nessas tarefas, teremos que ter atenção ao que ela consegue entregar. Se você vai fazer live e jogar ao mesmo tempo, recomendo focar em jogar em 1080p e, dependendo do jogo, diminuir sua qualidade gráfica. Em vez do Ultra, talvez utilizar o Alto ou uma mistura de Médio e Alto para não afetar a qualidade da sua live para o seu público.

    Eu edito meus vídeos com ela. Geralmente meus vídeos contêm imagens em 4K que gravo das peças que utilizo, mas também uso muitas em 1080p, como trailers, gameplays gravadas e afins. Sua duração final pode ser de 10 a 15 minutos (os mais longos) e até 3 minutos (os mais curtos). Ela é uma ótima placa para quem também tem esse cenário na edição de vídeo; mas, caso você seja um editor profissional e precise de mais do que isso, outras placas da linha RTX 50 podem atender melhor ao seu uso.

    E, voltando aos games, claro que jogos muito pesados, mal otimizados ou com Ray Tracing extremo podem fazer a placa sofrer mais em QHD. Nesses casos, o ideal é equilibrar melhor as configurações gráficas:

    • Diminuir sombras;
    • Reduzir a qualidade da iluminação;
    • Ajustar reflexos;
    • Usar DLSS;
    • Aproveitar o Frame Generation ou Multi Frame Generation.

    E essa é justamente uma das maiores vantagens do PC gamer: você pode ajustar a qualidade gráfica do seu jeito. Além disso, também existe a possibilidade de upgrade.

    No meu caso, por exemplo, eu uso uma fonte de 1000 W porque ela faz parte da minha bancada de testes. Uma fonte de 650 W já atenderia tranquilamente a uma RTX 5060, enquanto uma de 850 W seria interessante pensando em upgrades futuros.

    O mesmo vale para a placa-mãe MSI MAG X870E Tomahawk WiFi que eu uso aqui; ela suporta AMD Ryzen 7000, 8000 e 9000. Mesmo que hoje eu use um Ryzen 7 9800X3D, isso me dá tranquilidade para futuros upgrades sem precisar trocar a plataforma inteira.

    Meu setup já tem mais de um ano de uso, e apenas a RTX 5060 tem quatro meses comigo. Mesmo assim, ela continua atendendo muito bem às minhas necessidades de gameplay, edição, lives e produtividade.

    Se aparecer uma boa promoção, vale muito a pena colocar essa placa na sua lista de desejos. Só não caia no papo do upgrade infinito. Isso pode acabar te frustrando, tirar sua vontade de jogar e fazer você gastar mais do que realmente precisa. O importante é montar um PC que atenda bem ao seu uso e continue sendo útil por muitos anos.

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRITÍCA: Before I Go entrega melancolia através da arte

    Um jogo do gênero metroidvania sempre é uma experiência única na vivência de um gamer porque independente qual seja o título. Na maioria dos casos sempre entrega algo além, como é o caso de Before I Go. 

    Criado por Jérôme Coppens conhecido por sua larga experiência no mundo de games e sua editora J’s Labratory Before I Go foi lançado em 13 de abril. Disponível para PS5, Xbox Series, Switch e Computadores via loja digital Steam iremos seguir a jornada de uma criança interior em um mundo em ruínas.

    Da minha perspectiva, jogar Before I Go foi uma experiência muito lúdica e também impactante tanto nos elementos visuais quanto de jogabilidade. Somos inseridos em um mundo que não apenas vai te oferecer adversidade, mas a necessidade de se adaptar de acordo com o avanço. 

    Um exemplo bem interessante dessa mecânica de mundo é a expansão da praga ocupando algumas regiões do mapa que irá bloquear a passagem. Isso vai nos incentivar a procurar rotas alternativas, ativar áreas que vão recuar corrupção ou purificá-las para podermos seguir em frente. 

    Um mundo vivo e reativo as suas ações

    Quando temos esse tipo de mecânica é interessante porque torna tudo um pouco mais imprevisível e desafiador além do próprio combate. Geralmente em um metroidvania é muito fácil decorar um caminho, isso se torna repetitivo e esse mundo mais vivo nos faz estar mais alerta o tempo todo. 

    Ainda sobre isso, alguns lugares têm elementos mais clássicos que vão exigir estar com o timing em dia para conseguir acessar. Essa combinação entre passagens,  momentos de usar mais agilidade tornam a vivência no jogo muito mais dinâmica e divertida. 

    O combate também foi outro ponto que me agradou muito pelo nosso personagem utilizar muitos ataques de arremesso de projétil ou efeito de área. Isso também se torna útil para acessar regiões como, por exemplo, uma habilidade de congelar que ao fazer isso podemos avançar mais rapidamente ou acessar algum item de melhoria. 

    Em Before I Go temos as relíquias, o lugar onde realizamos a melhoria de habilidades e também como ponto de viagem rápida. A árvore de habilidades é  simples sendo necessário para nos fortalecemos ter a quantidade de cristais brancos e para aumentos temporários os vermelhos. 

    Acho muito interessante a respeito dos cristais vermelhos que, além da possibilidade citada, criam pontos de salvamento temporários em alguns locais do mapa. Nesse quesito é muito agradável como apesar de não ter nada altamente complexo tudo se torna uma ferramenta útil na sua forma de jogar.

    A respeito dos elementos visuais e sonoros acredito ser importante ressaltar como tudo é digno de pausar um pouco sua jornada gamer e admirar. O design de personagens, a trilha sonora, level design tudo é artisticamente deslumbrante e remete ao que a história está nos oferecendo. 

    Before I Go e a reflexão sobre o fim

    Outro ponto que é digno de todos os elogios é a trama de Before I Go porque não é em todo o jogo  que vamos para uma aventura sabendo que já perdemos. É impactante como essa história usa muito bem seus subtextos para falar sobre a aceitação do fim e o processo que vai levar a essa conclusão.

    Sobre esse tema pensei bastante a respeito de qual fim esse jogo criado por Jérôme Coppens está querendo se referir. Essa história vai nos conduzir nesse questionamento ao longo de toda a aventura pois não sabemos de quem é esse fim, como foi essa existência ou qualquer outra questão que sempre pensamos quando alguém se vai apenas e o tempo está se encerrando, restando  aceitar que pode ter sido só isso ou tudo isso. 

    A minha conclusão é que Before I Go é um dos melhores jogos indies deste primeiro semestre. A combinação entre uma jogabilidade que desafia e uma história que consegue tocar o lado mais sensível do emocional é o que faz games serem artes acredito que esse jogo alcança esse mérito.

    Confira o Trailer de Before I Go:

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRÍTICA – Assassin’s Creed Shadows: As Garras de Awaji é DLC rica, porém, repetitiva

    Ao finalizar a história principal de Assassin’s Creed Shadows, achei que a jornada de Naoe e Yasuke já tinha me mostrado tudo a Ubisoft tinha a me oferecer. As Garras de Awaji foi lançado em 16 de setembro de 2025 e chega exatamente para quebrar essa expectativa e mostrar que ainda havia muito sangue a derramar além do game base. As Garras de Awaji é um enorme acerto, enquanto nos apresenta um mapa inédito, ele não nos apresenta um mapa inédito apenas para inflar o tempo de jogo.

    A Ilha de Awaji é viva, mas acima de tudo, é hostil. A presença de inimigos liderados por Kimura Yukari, muda muito a dinâmica da exploração. De modo que é quase impossível vagar apenas pela ilha sem esbarrar em armadilhas e emboscadas constantes. Na DLC, depois de muitas horas (após fechar o game base), somos forçados a voltar a valorizar a furtividade de verdade, como quando jogamos com Naoe.

    As Garras de Awaji é um respiro narrativo e mostra a que veio logo em seus primeiros minutos. Com uma gameplay 2.5D, somos lançados à uma dinâmica rica que homenageia não apenas os teatros de fantoches japoneses, como o Prince of Persia original, sendo uma carta de amor aos games de plataforma clássicos.

    Para quem consome e analisa títulos da franquia há mais de 10 anos, ouso dizer que aqui, a Ubisoft quebrou a expectativa de maneira fantástica.

    Combate, progressão, e o uso do Bō

    Garras de Awaji

    O personagem de maior destaque na DLC é Naoe. Pois mesmo que diante todos os desafios, fazendo uso do Bō, Naoe ganha vantagem e torna o combate ainda mais fluído. Como uma personagem que era o extremo oposto de Yasuke no game base, cuja dinâmica se debruçava em grande partes em esquiva e ataques rápidos, o Bō dá à personagem um incrível controle. Com um ótimo alcance, o Bō nos permite realizar combos rítmicos, mantendo inimigos sempre à uma distância segura, se tornando esta, a opção mais ágil e “segura” de Naoe. Na expansão, Yasuke recebe também novas finalizações, mas de fato, a estrela da DLC é Naoe.

    A Ubisoft acertou em cheio ao não isolar o conteúdo do game. Sendo possível trazer para a mainquest as novas habilidades, trajes e vantagens passivas de cada árvore de talentos. Ou seja, se mesmo depois que você chegar ao fim você quiser voltar ao Continente para limpar o mapa, seus Yasuke e Naoe terão habilidades o suficiente para te permitir fazer a limpa.

    O Clã Sanzoku e Generais

    Garras de Awaji

    Em Awaji, a exploração ganha uma profunidade maior, sendo ainda mais estratégica. A ilha não é só visualmente bonita, mas ela também reage à presença dos líderes do Clã Sanzoku Ippa. Aqui, a grande antagonista é Kimura Yukari, que faz questão de governar a região com mãos de ferro.

    Lembra a parte do espetáculo dos fantoches japoneses? É a vilã da DLC quem narra esta história.

    O que dita o ritmo do mundo aberto, no entanto, são os três generais que respondem à Yukari. Temos um Samurai, um Shinobi e um Espião.

    Garras de Awaji nos dá uma vasta gama de possibilidades no que se refere à como lidaremos com eles. Podendo se manter como no game original, caçando um a um, ou até mesmo sendo estratégico. Ou seja: se derrotarmos o Espião primeiro, a rede de vigilância da ilha vai diminuir.

    Veredito

    Garras de Awaji

    As Garras de Awaji são um ponto de virada, mas a exploração – à parte das armadilhas – pode representar por vezes, mais do mesmo. Depois de ter ficado imerso por mais de 120 horas no game base, tudo que eu não queria era repetir as dinâmicas de “caçada”.

    Na DLC, o ponto de atenção e onde o game mostra a que veio, são os combates com os generais e a própria Yukari. Esses combates podem ser longos e as muitas fases do combate podem te surpreender de maneira negativa. Estes inimigos são no game esponjas de dano. Ou seja, é preciso concentração, esquiva e muito parry a fim de sobreviver aos combates.

    A DLC também nos apresenta um dos momentos mais íntimos da história de Naoe com um reencontro que faz com que a personagem se reconecte com as suas raízes e entenda de fato seu papel ali. Assassin’s Creed Shadows: As Garras de Awaji é por vezes repetitivo, mas coloca um molho ao nos apresentar dinâmicas às quais precisamos ficar atentos. Avançar indiscriminadamente na expansão pode não ser tão bom quanto era no jogo base. Portanto, preste atenção aos seus caminhos enquanto explora a ilha Awaji.

    Confira o trailer da DLC:

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRITÍCA: GOAT fala sobre futebol de forma diferente

    A palavra GOAT (Greatest of All Time) tem seu significado muito conectado ao esporte quando um atleta tem um desempenho histórico. Neste filme vemos o termo se  conectar ao gênero de terror em uma proposta um pouco diferente. 

    GOAT (Him) é um filme lançado em 2025, disponível atualmente no serviço de streaming Prime Vídeo e tem como diretor Justin Tipping. O elenco é formado por Tyriq Withers, Marlon Wayans e Julia Fox com seu roteiro feito por Zack Akers e Skip Bronkie.

    A trama de GOAT é sobre Cameron Cade (Withers), um promissor quarterback que, após uma lesão, é convidado por um ídolo lendário (Wayans) para uma semana de treinos. Ao longo dos dias isso se  torna um pesadelo obsessivo na busca de sucesso. 

     GOAT é um filme que considero muito interessante pela sua proposta porque geralmente o tema esporte está mais conectado ao drama como, por exemplo, Duelo de Titãs do que para o terror. Essa história vai abordar de uma forma bem contundente não apenas a relação das pessoas que praticam esse esporte como as que o consomem.

    A direção apesar de exagerar bastante na psicodelia para conduzir a história é satisfatória e por muitas vezes criativa para as cenas de violência. Entretanto, o que realmente faz o longa ser uma boa experiência cinematográfica é a forma como usa o terror para uma crítica social.

    O roteiro chega a ser um tanto expositivo quando se trata sobre o tema do filme. Mas tem diálogos muito interessantes principalmente entre os dois elementos centrais da história. 

    Em termos de atuação quem mais tem destaque é Marlon Wayans que entrega um trabalho que não assusta ao modo clichê do gênero e usa da sua habilidade com o humor para tornar seu personagem o mais cruel a cada momento. Por outro lado Tyriq Whiters não acompanha tão bem o ritmo do seu colega de cena mais experiente, deixando a desejar em algumas cenas. 

    Futebol, Família e Deus

    Ao longo de uma hora e meia da trama existe uma reflexão sobre a relação tóxica com o esporte que consegue acrescentar uma camada assustadora. Isaiah White não encara o futebol como uma competição, mas a afirmação de sua masculinidade e essa obsessão se torna o dilema de Cade em seguir esse mesmo caminho ou não. 

    Essa crença faz o, até então, GOAT no momento só reconhecer outro como igual quando encontra essa mesma obsessão cujo o único objetivo é vencer, tentando aflorar isso no jovem jogador através da violência física e psicológica. 

    Esporte é um sonho do sucesso ou pesadelo?

    Em diversas cenas vemos essa relação entre os personagens com o futebol em uma faceta religiosa, o esporte sendo algo acima de qualquer consciência moral. Essa metáfora leva a uma reflexão para o consumo da nossa versão do futebol, onde vemos os males  sociais refletindo no comportamento de praticantes e torcedores. Mas acima de qualquer violência o esporte é intocável e tudo ser apenas um recurso para a vitória. 

    Ainda existe uma camada racial que vemos através da vivência de Cade ao pensar que sua única chance de dar o melhor para a sua família é ser um jogador famoso. Em contrapartida, vemos em White a representação dessa conquista e nos estereótipos sociais da branquitude como a esposa loira ou atirar em pessoas por diversão. 

     Obviamente a relação entre o futebol e pessoas ricas que lucram através disso também é outro ponto que me agradou muito. A razão disso é porque usa não só a metáfora direta com as máscaras de porcos como também algo sobrenatural resultando em um desfecho interessante. 

    GOAT foi um filme que me surpreendeu  positivamente sendo uma uma história de terror que mostra o lado tóxico do esporte, seus praticantes e entusiastas.

    Assista ao trailer de GOAT:

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRITÍCA: A segunda temporada de The Pitt mantém sua excelência narrativa

    The Pitt foi uma série muito bem recebida em seu ano de estréia por causa dos personagens carismáticos, temas que atravessam questões individuais quanto críticas sociais e um formato narrativo que não é muito comum no produto de TV/Streaming atual. 

    A segunda temporada chegou em 8 de janeiro com 15 episódios semanais, encerrando-se no dia 16 de abril. O elenco é formado por Noah Wyle, Katherine LaNasa, Fiona Dourif, Isa Briones, Supriya Ganesh, Patrick Ball e tem como novidade a atriz Sepideh Moafi como a doutora Baran Al-Hashimi.

    Nesta segunda temporada veremos os eventos de tudo o que acontece durante um plantão no feriado de independência dez meses após a primeira temporada. Durante os episódios veremos a equipe no limite emocional e de recursos durante várias situações, entre elas um apagão digital. 

    Novos desafios mesmo formato

    Um dos elementos que fez The Pitt ganhar a minha atenção é a forma de contar sua história focando em tudo o que pode acontecer em um dia no hospital. Neste novo ano isso se repete com muito mais intensidade tornando essa temporada não apenas sobre a relação dos médicos e seus pacientes como suas questões individuais.  

    Outro ponto interessante que se repete e continua sendo formidável é como a série vai abordar temas diferentes em seus episódios. Neste plantão é sobre imigrantes, sua relação com o sistema social ruim e a violação de direitos como em um episódio envolvendo agentes do ICE.

    Acredito que mesmo não se aprofundando tanto em sua crítica é muito importante que uma série  sobre o mundo real também fale de questões reais. Também vemos o cerne da narrativa ser um tema sensível destacando capítulos falando sobre racismo e violência de gênero, vivências que são debates sociais de muito importantes atualmente. 

    Além disso, a série também vai abordar muito saúde mental seja nos profissionais das diferentes áreas do hospital como também de alguns pacientes. Em The Pitt vemos o esgotamento emocional das pessoas que trabalham na área da saúde diante de suas adversidades. 

    A exemplo do ano anterior também tivemos um grande desastre ocorrendo sendo o desta temporada um ataque cibernético impedindo o hospital de acessar sua tecnologia. Esse recurso narrativo retornar é interessante porque já estamos vendo o ambiente caótico e isso aumenta a tensão, no entanto para o futuro pode acabar se tornando algo previsível. 

    The Pitt e um alerta sobre saúde mental masculina

    O elenco de Pitt a nível de atuação é excelente, com ótimas construções de personagens, mas gostaria de destacar como aprofundaram o doutor Robbie interpretado por Noah Wyle.

    Na primeira temporada temos esse personagem não lidando com seu transtorno pós traumático.. Nestes novos episódios a consequência dessa ausência de cuidado resultando em um homem que não apenas deixou de expressar sentimentos como adoece mentalmente.

    Isso cria um contraste em comparação com o Abbot, alguém muito mais conectado às suas emoções vendo seu amigo de longa data seguir no caminho que outrora esteve. 

    Neste ponto vemos a série deixar uma mensagem enfática que a subjetividade masculina nesta era moderna precisa estar conectada ao que sente e  sua vulnerabilidade. Principalmente quando é necessário ter consciência de pedir ajuda quando as coisas não estão bem.

    O encerramento desta leva de episódios é um pouco diferente do ano anterior com a equipe vendo os fogos de artifício após tantos desafios. Trazendo uma reflexão sobre os dias que vencemos e como lidar quando nem tudo sai como o planejado. 

    A segunda temporada de The Pitt mantém a excelência narrativa que a fez se tornar tão querida. Conseguindo manter alta a expectativas para o que podemos ver no que seguirá com esses personagens e o hospital. 

    Confira o trailer de The Pitt:

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRÍTICA: “Darwin’s Paradox” o jogo do polvo diverte, encanta e desafia

    Desde o anúncio de Darwin’s Paradox, durante a primeira State of Play de 2025, fui automaticamente atraído pelo carismático Darwin, o polvo azul que dá nome ao título. Ao longo de pouco mais de 8 horas de gameplay, me senti desafiado, motivado e, acima de tudo, entusiasmado com tudo o que via em tela.

    Deixo claro que este texto terá spoilers do enredo do game, mas não que isso vá mudar sua experiência como um todo. O que cativa aqui não é apenas a história, como também as dinâmicas de gameplay e seus puzzles.

    Darwin’s Paradox foi publicado pela Konami e desenvolvido pelo ZDT Studio. Este é o primeiro game desenvolvido pelo estúdio francês, que tem em sua equipe nomes como Cédric Lagarrigue, fundador e ex-presidente da Focus Home Interactive, e Romuald Capron, ex-diretor da Arkane.

    Agradeço à Konami pelo envio da chave para produção de conteúdo.

    História e Gameplay

    Darwin's Paradox

    A história de Darwin’s Paradox é bem singular. Um jovem polvo precisa aprender a usar suas habilidades para navegar por um complexo industrial da UFOOD. O game se debruça quase sempre sobre as habilidades de stealth de Darwin, e alguns dos puzzles do game fazem um incrível uso delas. Seja na habilidade de se camuflar ou de lançar uma nuvem de tinta preta embaixo d’água, mas também na habilidade de aderir a qualquer superfície, até mesmo ao teto.

    Preciso confessar que polvos sempre me cativaram por serem seres únicos, inteligentes e curiosos.

    Seguindo em frente, ouso dizer que as horas que passei encarando a tela me divertiram, me cativaram e me fizeram entender que jogos não precisam ser como a indústria tentou fazer ser uma “norma”: games megalomaníacos de mais de 100 horas.

    Darwin's Paradox

    Em Darwin’s Paradox, a história se fecha sobre si mesma, mas deixa espaço para uma continuação.

    Mas, voltando à história, para ser mais exato, ao começo dela. Logo após o tutorial, Darwin e seu amigo são abduzidos e levados para o complexo industrial que citei anteriormente. Daqui em diante, a história degringola de maneira absurda, e a trama acaba se transformando em uma invasão alienígena que precisa ser encerrada pelo pequeno polvo azul.

    Dinâmicas e Progresso

    A dinâmica de Darwin’s Paradox é facilmente compreensível. A fim de escapar das garras dos alienígenas e resgatar nosso amigo, precisamos avançar a todo custo. Desarmando armadilhas, sistemas de segurança complexos e até mesmo um intrincado sistema de minas marítimas, o pequeno Darwin dependerá de nossa destreza e inteligência para ultrapassar os desafios impostos pelos alienígenas.

    Nosso progresso aqui se dá por meio de atos e, a cada um deles, nos aproximamos do objetivo: resgatar nosso melhor amigo e, por consequência, acabar com um plano de dominação mundial.

    Lembra das habilidades que eu citei anteriormente? A habilidade de se camuflar de Darwin é perfeita para infiltração. Para avançar, é necessário paciência, pois os inimigos/alienígenas têm rotinas/rotas pelos níveis. Ou seja, se camuflar em meio às fases nos permite avançar sem problemas. E é aqui que ele brilha.

    Jogar ou não jogar?

    Darwin’s Paradox, no dia em que este texto está sendo postado, custa em todas as lojas o mesmo preço: R$ 142,50. O game foi lançado para Xbox Series X, Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC (via Steam e Epic Games Store). Como o jogo de lançamento do estúdio, ele se faz muito feliz no que propõe, divertindo, desafiando, mas, acima de tudo, colocando nas nossas mãos o poder de impedir uma invasão alienígena.

    Como um charmoso game de plataforma 2.5D, Darwin’s Paradox é a pedida perfeita para quem só quer relaxar e se sentir um pouco desafiado.

    Confira o trailer do game:

    Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.

    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.