Está procurando um bom jogo de luta, na sua melhor versão e que você possa jogar de qualquer lugar? Então, hoje, querido dono de Switch 2, vale a pena conferir o Virtua Fighter 5 REVO World Stage.
Esse jogo conta com legendas em PT-BR e chegou primeiro para PC, via Steam, em 28 de janeiro de 2025. Depois, recebeu versão para PlayStation 5 e Xbox Series no dia 30 de outubro de 2025, mas agora é a vez de chegar para o Nintendo Switch 2, no dia 26 de março de 2026.
E sim, já podemos começar com uma das melhores notícias: o jogo conta com cross-play entre todas as plataformas. Isso vai ajudar a achar partidas mais facilmente e, com certeza, é uma coisa boa para jogos como esse. Geralmente, o online é o que sustenta toda a vida do jogo ao longo do tempo.
E, falando em “ao longo do tempo”, Virtua Fighter 5 foi lançado originalmente em 2006. Depois, recebeu relançamentos e relançamentos, chegando em 2007 para PlayStation 3 e Xbox 360; depois, a versão Ultimate Showdown em 2021 para PlayStation 4, e só daí chegamos à versão atual, REVO World Stage.
Esse é um dos títulos mais elogiados de Virtua Fighter, então é bom e marcante que chegue com modernizações necessárias para as novas plataformas, desde atualizações gráficas até atualizações de conectividade online!
Versão definitiva? Algum diferencial?
Olha, ele teve tantos relançamentos que fico me perguntando se teremos mais um ou se o próximo será, de fato, o Virtua Fighter 6. Mas, por ora, vamos chamar de versão definitiva. E, nessa versão, teremos um modo single-player novo.
Nesse modo (e temos aqui o motivo do nome World Stage), vamos enfrentar diversos inimigos, com estilos e dificuldades diferentes, conforme progredimos por 8 setores. Eu gosto desses modos “campanha” ou “história” nos jogos de luta; ajudam a conhecer o jogo antes de irmos direto para os confrontos com outros players.
Você pode usar um personagem para subir seu ranking; assim, poderá disputar lutas mais difíceis e torneios à parte, mas também, nesse modo, poderá adquirir itens cosméticos para personalização.
Podemos jogar online ou offline com outros jogadores. Acredito que nem preciso citar isso, pois é meio que o básico: todo jogo de luta precisa ter algum modo “sala” para jogar com amigos e também um modo “online” que prenda a nossa atenção na TV, mas aqui vai um pouco além.
Como estamos falando de um console híbrido, o Nintendo Switch 2 tem seu modo TV, mas também tem seu modo portátil. Então, você pode levar seu console para as suas férias em família e jogar suas partidas direto dele mesmo, ou talvez até ligá-lo na TV para jogar com seus parentes. E isso que é legal em um jogo como esse: ele está pronto para a diversão em vários momentos.
E aqui fica o diferencial de quem está jogando no Switch 2. Apenas a título de comparativo, claro que o PlayStation 5 tem o seu Portal para isso também, mas ele depende do console ligado em casa para a transmissão do jogo. Já o Switch 2 não precisa disso; o jogo roda diretamente no console.
Pera, mas tá bonito mesmo no Switch 2?
Sim, o jogo está muito bonito, bem fluido e, como ele suporta 4K/60 FPS, o Switch 2 consegue também. Lembrando que, no modo TV, você pode chegar a 4K, mas, no modo portátil, aí temos 1080p.
Aqui, temos a Dragon Engine e o estúdio Ryu Ga Gotoku, responsável e famoso por Yakuza. Inclusive, a título de curiosidade, você pode jogar o Virtua Fighter 2 em Yakuza Kiwami 2 e 3. Eu amo esse carinho que eles têm com suas séries!
Os gráficos são estilosos e bem bonitos, e acho que isso faz uma boa diferença nesse tipo de jogo. Mas, além disso, as animações estão fluidas e as músicas de fundo acompanham o ritmo.
E, aproveitando que estamos falando de beleza, os personagens possuem personalização, então você pode alterar suas skins, e isso é bem legal. Quem não gosta de customização, né? Há uma variedade boa de cenários, e acredito que tudo isso contribui para um jogo cheio de conteúdo. Também é muito necessário: a cada novo relançamento, esperamos sempre novidades.
Modos Online
Podemos entrar em um pareamento para partidas ranqueadas, escolhendo nosso personagem e apenas esperando o oponente se conectar, mas também podemos organizar ou entrar em salas, sejam elas públicas ou fechadas com seus amigos.
O interessante é que essa versão usa o Rollback Netcode para as conexões online, então temos melhor estabilidade e menos lag. Procurando por relatos de outros players em outras plataformas, percebi que realmente a estabilidade está bem melhor. Só é, de fato, complicado se o outro player tiver uma internet com conexão muito lenta, o que faz com que a partida fique injogável.
Estou jogando o game há mais ou menos duas semanas, antes de seu lançamento oficial para o Switch 2, e agradecemos à SEGA pelo envio da chave para a produção deste conteúdo.
Porém, preciso te contar que, durante esse período, não consegui me conectar às partidas online, fossem ranqueadas ou nas salas. Então, vou ficar devendo sobre a estabilidade. Gostaria de já poder falar sobre o assunto, mas, infelizmente, passei mais de meia hora esperando uma partida; depois tentei de novo; depois tentei mais uma vez, só que, dessa vez, pela criação de salas, e infelizmente não conseguia me conectar às partidas públicas mesmo.
Deixei para testar no dia do lançamento, de fato; assim, poderia testar junto com todos que vão jogar e já ter a experiência no dia, sabe?
Vale o preço?
Na eShop, o jogo está por R$ 109,90. É um preço bem abaixo do mercado hoje em dia; mesmo para um relançamento, eu fiquei bem surpresa. Se você ainda não tem o jogo em outra plataforma, se vai jogar pela primeira vez e se só tem o Switch 2 como plataforma, acho que vale a pena conferir, sim. Isso, claro, se você gosta de jogos de luta, está procurando novidades e também se for um fã antigo da franquia.
Conclusão
Até aproveito para contar onde estou nesse meio aí: eu sou uma nova fã da franquia. Meu contato não é totalmente novo, pois joguei o 2 nos Yakuza Kiwami 2 e 3, outra franquia da SEGA e do estúdio Ryu Ga Gotoku pela qual tenho estado apaixonada e vidrada. Porém, quando criança, não tive contato com esses jogos; não tinha muito acesso a videogames no geral. Então, estou olhando para esse título como uma pessoa nova nesse mundinho!
Acaba que a melhor versão do jogo, com todas as atualizações, faz com que tudo seja novidade para quem vai jogar pela primeira vez, como eu. O que torna a compra dessa versão mais atrativa, né? Além disso, a possibilidade de jogar em um portátil de qualquer lugar muda tudo. E não só isso: em algum momento, o jogo pode entrar em promoção e ficar ainda mais acessível. Então, se você gostou do que o jogo tem a oferecer, mas ainda está pensando sobre, deixe o título na lista de desejos. Assim, você verá se ele tiver alguma oferta “que você não possa recusar” no futuro, sabe?
E, principalmente, fica o aviso para conferir melhor sobre a conexão do jogo após seu lançamento, já que não consegui testar, de fato, essa parte para fornecer mais informações, galera. Agradeço demais a atenção e a compreensão de vocês!
Confira o trailer do game:
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
Pokémon Pokopia se tornou um dos meus jogos favoritos da vida, um dos melhores de 2026, que mal começou, e também o meu novo jogo conforto do coração. E, depois de vender mais de 2 milhões de cópias em poucos dias, acho que ele se tornou o favorito de muitas pessoas.
Sim, preciso começar esse texto dessa forma, afinal, o game me ganhou bastante e passei muitas horas nele desde seu lançamento no dia 05 de março de 2026. Mas, mesmo gostando muito dele, ele tem, sim, pontos a serem considerados antes da compra de fato.
Agradeço à Nintendo por enviar uma cópia do jogo para nós, do Feededigno, para essa review e demais conteúdos em vídeo.
Preço e Localização
Quero “tirar o band-aid” logo cedo: o jogo na eShop está por R$ 440. É possível adquiri-lo físico por um pouco menos, entre R$ 320 e R$ 350, o que continua sendo um valor alto, mas que pode valer a pena o investimento na sua diversão se o jogo te agrada.
Outra coisa é que o jogo não contém PT-BR. Isso é muito triste. Eu joguei em espanhol e está bom, mas seria incrível poder jogar na nossa língua; eu tenho uma pequena esperança de ele receber uma localização em algum momento no futuro.
Digo isso pensando na questão de a próxima geração de Pokémon já ter sido confirmada com legendas em PT-BR, sabe? Infelizmente, não acho que os anteriores à décima geração e o Pokopia serão traduzidos, mas vamos ver como será 2026 daqui para a frente.
E sério, faz muita falta uma localização no nosso idioma, pois aqui falamos com os Pokémon, então cada um tem seu jeitinho, sabe? Você percebe personalidade e tom conversando com eles; ver isso no nosso idioma e com falas que façam mais sentido para nós, brasileiros, fãs dessa franquia há 30 anos, faria uma diferença gigantesca.
Então, já falei aqui do seu valor e da falta de localização, algo em que geral vai bater na mesma tecla e que entendo que não podemos ignorar. Mas, você estando ciente disso, podemos ir ao game!
Começando o Jogo
No começo, vemos um Ditto no centro da tela; esse será o nosso protagonista. Ditto começa lembrando de seu antigo treinador, e também vemos isso com pequenos registros em sua Pokédex. Então, Ditto se transforma em um humano, personagem que podemos personalizar e que vai representar esse treinador de quem o Ditto sente tanta falta.
Já começa assim, querendo fazer a gente chorar, né? Esse momento é bem encantador e fofinho; é fácil de se apegar a ele em poucos minutos. E a personalização é muito legal, tem vários itens para você escolher, mas não se preocupe, não se limita aí: você terá como personalizar mais, pois ao longo do game encontraremos novos itens.
Tem história ou é só para ser fofo?
Sim, temos uma história e uma missão principal. Vamos descobrir mais sobre esse mundinho em que estamos entrando conforme progredimos e exploramos; assim, encontraremos anotações que nos contam sobre o passado.
No comecinho, após fazermos o nosso personagem, podemos controlar Ditto pela primeira vez e encontramos o primeiro Pokémon: Professor Tangrowth. Sim, é Pokémon e podemos ter um professor por aqui também, só que meio diferente, né? E ele é bem carismático.
O Professor Tangrowth conta que não via outro Pokémon há muito tempo, que já tinha se acostumado à solidão, e de novo, tô falando, esse jogo quer fazer a gente chorar, tenho certeza disso. Conta que hoje o local está todo descuidado, abandonado e com muitas ruínas, mas que outrora havia Pokémon e humanos por todos os lados vivendo por ali.
Pouco depois dessa conversa, encontramos um Squirtle que não está nada bem e precisamos ajudá-lo. É onde vemos o mundo ao redor; está realmente como o Professor nos contou, e a nossa missão será restaurar e cuidar desse local para que os Pokémon possam viver bem, que venham mais para esse lugar, e com uma pequena esperança de que isso faça os humanos voltarem também. A partir daqui, eu deixo com você para descobrir cada passo!
Minha recomendação é que você foque na missão principal, de verdade. Faça toda ela e, assim, você terá muitos recursos, liberdade e muitos golpes para poder moldar o seu mapa. É interessante que esse é um jogo finito e infinito: você pode jogar só a principal, mas, após ela, você provavelmente não vai querer parar de jogar.
Cozy Game de “Verdade”
Animal Crossing, que deve ser uma das maiores inspirações aqui, também é assim. Você faz tudo da principal, aprende cada coisinha e, ao acabar, é só continuar jogando, sem pressa, sem pressão e sem metas.
Isso é algo de que gosto em cozy games: muitos deles têm como foco virar um produtor em massa de alguma coisa e nunca te dão um espaço para relaxar. Graficamente o jogo é fofo, mas me gera muita ansiedade ter como objetivo fazer fazendas quilométricas. Gostaria de deixar isso para os jogos de gerenciamento quando estou com vontade de me perder em algum deles.
Agora, quando o cozy game é como Pokopia e Animal Crossing, em que você progride com calma, longe do vício dos estímulos rápidos de hoje em dia, em que tudo precisa ser dopamina e notificações na sua tela, o jogo me ganha muito.
Tem dias em que você pode só ficar cuidando do solo, ou só quer ficar sentado com o personagem em algum lugar ouvindo a música; outros dias em que você decide ficar só conversando com amigos e fazendo nada, ou quando dá vontade de pôr o mapa abaixo e começar tudo de novo.
Como é o jogo
Explorando, descobriremos como fazer os habitats dos Pokémon. Dessa forma, preparamos o local para as suas chegadas e, com eles, teremos algo novo. A mecânica principal é baseada no Ditto copiar um golpe de “X” Pokémon para usarmos na aventura.
Com o primeiro movimento que aprendemos, “Water Gun” com Squirtle, podemos cuidar do solo, e logo depois Bulbassaur nos ensina a criar vegetação, e assim vai. Ao longo do tempo, acharemos novos Pokémon que vão da primeira tier até a sua última tier de evolução, além de lendários que não citarei para não estragar a surpresa.
Alguns eventos fazem referências ao anime ou aos jogos; é fofo ver as referências e dá um quentinho no coração. E alguns dos Pokémon são novos aqui, eles fazem sentido nesse mundinho. Durante os trailers, vimos um novo Pikachu, Snorlax e o já citado Professor Tangrowth, então suas aparências são diferentes dos demais Tangrowth, Pikachu e Snorlax.
Aqui o Mosslax é um Snorlax de pedra com vegetação no corpo, mas também temos o Peakychu, uma versão espectral do famoso mascote da série.
Precisamos aprender movimentos que nos ajudem a progredir de forma que nos faça sentir que essa progressão faz sentido, então logo vamos descobrindo algum movimento que quebre coisas, corte coisas, etc. Tudo isso para podermos cuidar desse novo mundo, e é satisfatório querer deixar o local mais agradável para seus companheiros Squirtle, Bulbassaur, Charmander, Slowpoke e outros!
Aqui você já percebeu que esse é um spin-off que se distancia das clássicas batalhas e das jornadas pelos ginásios. Nós temos um game mais voltado a “fazendinha”, “simulação social”, “cozy game”, etc., algo que já até citei antes por cima. Logo, quem só gosta do estilo clássico pode não ser o público desse Pokémon, e isso é normal.
Outra coisa é que algumas ações exigem tempo real; o jogo leva em consideração nossos horários, então estará de noite quando você jogar de noite, mas isso é só o começo. Se você coloca algo para os Pokémon construírem, dependendo da complexidade, pode levar minutos ou horas. Daí você precisa aguardar fazendo outras coisas até que eles acabem a função designada.
Sim, esperar pode ser um terror para alguns jogadores, mas vai ser gratificante e provavelmente vai te ajudar a lidar melhor com essa época em que tudo precisa ser produtivo, para ontem, e que gere dopamina a cada ação ou apertar de botão.
Sério, as pessoas precisam mais de Cozy Games como esse hoje em dia, nada tira isso da minha mente.
Eu sei que estou fugindo um pouco do tema quando falo sobre isso, mas, dependendo da sua idade, você pode ter crescido com jogos que incentivavam a aprender, tentar de novo, ter paciência e muitas outras coisas benéficas. Mas hoje em dia vejo tantos jogos, principalmente nos celulares, que têm mais abas, efeitos e notificações que o Google Chrome do computador dos meus pais. Como pode? Às vezes eu fecho o jogo e parece que ainda tem alguma aba tocando música em algum lugar. Assustador!
É pra você ou não?
Dar uma chance a Pokémon Pokopia vale a pena. Se ele te conquistar, provavelmente será um dos seus jogos conforto mais divertidos e bom de se aproveitar após dias difíceis ou jogatinas que te exigem demais.
Perdeu 10 seguidas na ranqueada hoje? Tem certeza de que não quer tirar pelo menos 20 minutos dentro de Pokopia pra ver como está a sua galera Pokémon?
Chegou exausto depois de horas no transporte público? Talvez o Fire Emblem complexo fique para o final de semana e valha mais a pena jogar um pouco de Pokopia antes de dormir, para relaxar e não exigir nenhuma estratégia complexa de você!
Jogou aquele terror assustador e precisa de algo fofinho? Pokémon Pokopia se encaixa perfeitamente. Esse é mais o meu caso: Koei Tecmo acertou em cheio aqui, tá? Tenho jogado Fatal Frame 2 Remake de noite e, antes de dormir, eu preciso jogar Pokémon Pokopia só para não ter pesadelos com fantasmas!
O jogo foi desenvolvido pela Omega Force, que é uma subsidiária da Koei Tecmo, mas foi publicado pela Nintendo e pela The Pokémon Company.
E o Multiplayer, hein?
Pokémon Pokopia pode ser jogado em 4 jogadores, e isso me conquistou demais. Estava ansiosa para poder jogar com amigos, principalmente com a notícia de que tem GameShare.
Porém, me decepcionou um pouco, mas deixa eu explicar como funciona. Você pode jogar com até 4 jogadores, desde que cada um tenha o Switch 2 e o jogo, ou ser o host local para jogadores que não tenham o jogo e estejam no Switch ou Switch 2, mas também é possível ser o host jogando online com amigos que estejam todos no Switch 2.
O que me decepcionou é que o player que está pelo GameShare tem ações limitadas. O jogo tem diversas cidades e é totalmente personalizável; explorar muda tudo e é TUDO no jogo, mas só podemos usar o GameShare em apenas uma cidade. A galera que está conectada por ele não tem como criar seu personagem, não salva seu progresso, não tem acesso à bancada de ferramentas para criar itens e não tem uma Pokédex para analisar coisas no ambiente.
Então, os players não conseguem ir muito longe sem o host por perto fazendo basicamente 80% das ações, sabe? Mas eles podem decorar o ambiente com os itens que você fizer. “Façam a cidade mais linda, ou vocês estão demitidos, meus amigos!”
É tipo como se o host fosse o dono da bola: assim que ele vai embora, acaba o futebol da galera. Não tem como deixar seu mundo aberto para colegas jogarem, pois dependem de muitas ações do host. É tipo quando você vê uma galera jogando e pode só observar; até te deixam jogar aqui e ali, mas você não participa de verdade.
Então o GameShare é mais interessante para apresentar o jogo a um colega; se ele curtir, ele compra agora que testou e joga com você no Switch 2. Aqueles que estão no Switch precisam considerar a compra do jogo e do console, o que, sim, vale a pena, mas calma, é uma compra de valor alto e difícil de se fazer, né?
Se o GameShare desse mais liberdade aos jogadores do cooperativo, provavelmente mais pessoas dividiriam o valor do jogo entre si para jogarem online ou local, caso sejam irmãos e amigos que moram juntos ou perto, tornando até a brincadeira mais acessível, mas aí… estamos sonhando muito alto.
É complicado citar isso, já que nos outros jogos não tem essa função, isso é novo. Por exemplo, em Animal Crossing, o jogo está disponível em ambos os consoles, mas também precisa que cada um compre o seu jogo.
E eu acho que o GameShare é benéfico demais, espero que muitos jogos explorem cada vez mais isso. O Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, do qual também fiz review aqui, tem essa função e o segundo player no Switch consegue te acompanhar na missão principal toda, o que é bem bacana, então espero ver cada vez mais essa adição em muitos e muitos jogos!
Visuais, sons e músicas
Visualmente, o jogo é muito lindo e agradável, tudo lembra algo mais cartunesco, fofo e aconchegante. Mas, além disso, as músicas também são boas e igualmente passam a sensação de confortável; e, além das músicas, temos todos os trabalhos de sons e efeitos sonoros num geral.
Completar quests, achar e interagir com certos locais, interagir com os Pokémon e usar nossos golpes têm sons que fazem muito sentido.
Quando esgotamos a energia de Ditto usando vários golpes de uma vez, ouvimos um barulho de enjoo e vemos a reação nele também; esse é apenas um exemplo de muitos. Jogar Water Gun em um solo e vê-lo cuidado é gratificante. Você quer cuidar de tudo pra deixar a aparência do local mais agradável e um cantinho mais cuidado para os Pokémon, mas também vai achar o máximo ouvir o som dos golpes e os efeitos que eles produzem no solo, nas paredes, nas plantas, etc.
Conclusão
Pokopia é um dos melhores, se não o melhor, spin-off de Pokémon. É divertido, é relaxante, tem um carinho enorme envolvido, roda bem e sem problemas de performance, faz referências legais ao anime e aos jogos. Dá um quentinho no coração encontrar uma referência ou ver a interação entre certos Pokémon, sabe?
Meu Pokémon favorito é o Slowpoke, e quando o encontrei pela primeira vez no jogo foi tão incrível! Fiz toda uma missão com ele, e completá-la foi muito legal; inclusive, a resolução dessa missão me tirou algumas risadas. Torço para que você tenha esse momento também!
Os controles são fáceis de pegar, você quer sempre jogar mais um pouquinho. Explorar é recompensador e, conforme você explora, você vai progredindo e melhorando o seu personagem, mas também vai melhorando esse seu mundinho. Eu sinto que tô lá melhorando tudo para eles, sabe? Ver os Pokémon felizes é algo tão legal.
Sim, eu falei lá no começo do texto, galera: eu amo esse jogo, não tem jeito!
Pokémon Pokopia tem seus altos e baixos, sinto falta de PT-BR, mais liberdade no cooperativo e um preço competitivo. Então, se você for muito fã de Pokémon, já tem um Switch 2, não se incomoda de jogar em outro idioma e ama Cozy Games, vale investir: você vai se apaixonar e passar horas, dias, semanas e muito mais nessa sua nova vida.
A equipe do jogo é bem atenta à comunidade; desde o seu lançamento, já anunciaram patches para trazer melhorias, e, com esses patches chegando, eu sonho que em algum momento as legendas em nosso idioma sejam reais. Me deixem sonhar!
Esse jogo me fez companhia como se fosse um abraço depois de um dia longo e complicado, após horas e horas no transporte público lotado da cidade grande.
Joguem Pokémon Pokopia se vocês se identificam com o que foi dito por aqui. Espero que se divirtam tanto quanto eu.
Confira o trailer do game:
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Antes de ser o deus que rompeu com as bases do mundo grego, existiu um homem, e muito antes disso, existiu um garoto que tinha aspirações, sonhos e uma grande aventura de um jovem Kratos e seu irmão Deimos em God of War: Sons of Sparta.
O jogo, desenvolvido pelaMega Cat Studios, responsável por Backyard Baseball e Into The Pit, chegou para PlayStation 5 no dia 12 de fevereiro, durante a exibição do State of Play no mesmo dia.
Na história de God of War: Sons of Sparta, vamos acompanhar o general espartano Kratos contando para sua filha Calíope uma aventura de sua juventude com seu irmão Deimos, na busca de um querido amigo desaparecido, mostrando uma fase do fantasma de Esparta que ainda não havia sido contada.
Pensando na franquia de God of War como um todo, sempre estamos nos relacionando com o presente, seja através da jornada do protagonista ou da jogabilidade proposta, e vemos isso ao longo dos cinco jogos com uma trilogia voltada ao hack and slash e à sua fase no universo nórdico. Em Sons of Sparta, olhamos para o passado ao jogarmos uma aventura de um Kratos muito jovem em um metroidvania, gênero clássico dos games, tendo ainda como reforço uma abordagem estética em 2.5D em pixel art.
Mesmo tendo um escopo menor, comparando com o escalonamento de grandiosidade que ocorreu ao longo de mais de duas décadas de lançamentos, Sons of Sparta me agradou muito com uma experiência mais simples, que adapta muitos conceitos aos quais já estamos acostumados em um jogo do deus da guerra.
A jogabilidade segue a essência do metroidvania clássico, então temos um mapa enorme com muita coisa para explorar, um grupo de inimigos que posso até considerar ter alguma variedade e os setores onde estão localizados os chefes para avançar na história.
A primeira arma de um espartano é uma lança
Se tratando das mecânicas de combate, temos a Dory e a Áspide Espartana, uma lança e um escudo, que podem ter variações nos seus comandos de acordo com a ponta, haste e ponta inferior da arma de ataque, como também podemos equipar melhorias no escudo, aumentando não apenas a defesa, mas também a janela de aparagem, e acrescentar algum comando de contra-ataque.
Apesar de ter um escopo bem menor, podemos notar que existe uma adaptação do formato que já conhecemos de God of War Ragnarök, e isso se estende não apenas às armas, como também para as melhorias de personagem em uma árvore de habilidades mais enxuta, para que não tenhamos tantas preocupações nesse aspecto e tenhamos um foco muito maior na exploração do mapa.
Além de armas, temos o auxílio das Dádivas do Olimpo, ferramentas que terão funções variadas, entre um dano de alguma origem como também o meio de acesso para novas áreas do mapa, e que vão se conectar à barra de status do personagem, que vai utilizar os mesmos elementos (vida, magia e armas) que já conhecemos, podendo ser melhorados ao preencher os requisitos solicitados pelos templos espalhados pelo mapa.
Os inimigos são um pouco repetitivos, mas considero que nesse gênero isso é algo muito comum, porém veremos algumas nuances, como alguns terem escudos que só podem ser quebrados com determinado ataque, como, por exemplo, inimigos com um escudo amarelo que só podem perder essa proteção ao sofrerem ataques com espírito.
Em se tratando da dificuldade no geral, acho que preenche a medida certa entre o desafio e o entretenimento, com o aumento de dificuldade ao longo do avanço na história e também sendo possível realizar esse ajuste através dos menus, sendo essa possibilidade de personalização de experiência de jogo algo que me agrada bastante.
A trilha sonora é interessante por usar uma abordagem em chiptune, conhecida de forma mais comum como música em 8-bit, sendo um outro elemento que vai se harmonizar com os elementos visuais para uma experiência mais nostálgica, como se fosse possível transportar God of War para uma época em que o realismo não era o foco, mas sim a experiência que viria do contato entre o jogador e a arte de criar jogos.
O enredo me agradou bastante porque mostra um lado diferente da história de Kratos, que só pudemos conhecer brevemente em alguns diálogos em God of War Ragnarök, alguém muito diferente do que encontramos nos primeiros momentos do capítulo inicial da franquia.
É muito interessante como, considerando toda a densidade da franquia como um todo, Sons of Sparta tem uma narrativa mais leve, sem deixar de ser algo que vai abordar as emoções do seu protagonista e sua relação com duas figuras por quem ele tem muito afeto, que são seu irmão Deimos e a filha Calíope.
Muito mais simples, porém tão divertido quanto outros capítulos da franquia, God of War: Sons of Sparta é um jogo que mostra a plasticidade deste universo de não ser visto apenas como um único gênero de games, mas como uma experiência transcendente que vai falar sobre a jornada de seu protagonista em diversos estágios.
Agradecemos à PlayStation Brasil por ter nos enviado a chave do game.
Confira o trailer:
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Rayman é uma franquia criada por Michel Ancel, teve seu início em 1995, com a publicação sendo realizada pela Ubisoft. A partir do seu primeiro título, ganhou o carinho dos gamers, muitas sequências, e, no dia 13 de fevereiro de 2026, durante a exibição do State of Play, chega a edição comemorativa de 30 anos; foi lançada como uma das surpresas do evento.
Desenvolvido pela Digital Eclipse em colaboração com a Ubisoft Montpellier, Rayman 30th Anniversary Edition chega para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC, via lojas digitais Steam e Ubisoft Store.
Essa edição celebra três décadas do lançamento original, e o enredo do jogo é o mesmo da sua primeira versão lançada, com o nosso protagonista enfrentando o vilão Mr. Dark, que roubou o Grande Protoon, causando a desestabilização dos Electoons, que o orbitavam, sendo espalhados e presos ao redor do mundo, cabendo ao Rayman trazer a harmonia à Clareira dos Sonhos e derrotar o vilão.
O primeiro ponto interessante desse pacote celebrativo de Rayman é termos a inclusão de todas as cinco versões do jogo, como a de MS-DOS, PlayStation (PS1), Atari Jaguar, Game Boy Color, Game Boy Advance, o protótipo para SNES, que não chegou a ser lançado, e o meu primeiro contato com a franquia foi jogando a versão do console Sony, quando jogar era apenas uma experiência muito simples.
Analisando as versões como um todo, é muito interessante pensar como jogar videogame era um conjunto de mecânicas que não eram complexas, acessíveis para qualquer público, e muito me agrada quando alguns jogos indie trazem em sua jogabilidade esse elemento de simplicidade.
A questão visual é nostálgica, porque conserva a essência visual das respectivas plataformas que foram disponibilizadas, mas realiza uma melhoria que consegue não gerar a estranheza pelo hábito de estar em uma geração visualmente muito mais avançada.
Além desse trabalho muito bem realizado, temos a opção de editar o nosso layout para a experiência ser o mais confortável possível, e, dentre eles, a opção de, à frente de uma TV de tubo, foi divertida, porque não vai ser apenas uma homenagem ao game e sua história muito importante, como também para nós, como jogadores, que vivemos essa geração e os primeiros passos da franquia.
A trilha sonora, reimaginada por Christophe Héral, mantém a mesma energia do seu original, sendo uma bela homenagem a Rémi Gazel, o compositor da versão desenvolvida na época, e isso coloca um tom aventuresco que sempre foi a essência clássico de um jogo de Rayman, não apenas na sua estreia, como em seus lançamentos posteriores.
Rayman vai oferecer umas boas horas de jogo por ter incluído em suas versões fases a mais que o original, muitas delas feitas por desenvolvedores, como também de fãs, que utilizaram o recurso de criação de estágio, e também podemos criar o nosso com essa mecânica, também disponível, que, além de reproduzir ao máximo a experiência de lançamento, se torna um exercício de criatividade muito divertido.
A coletânea não é apenas um compilado de diversas versões do primeiro Rayman, algo que por si só já seria interessante, mas tem incluso um documentário interativo muito interessante falando sobre o processo de idealização e desenvolvimento de Rayman, que se torna sempre um conteúdo muito importante conhecer, porque, um jogo menor ou maior, a complexidade de criação desse tipo de arte sempre tem suas peculiaridades.
Rayman 30th Anniversary Edition é uma experiência que é carinho no coração ao reviver essa história, encarar as dificuldades e avançar através das fases à moda antiga, e considero, além do famoso “relembrar é viver”, mas uma forma de compreender sobre como se pensava um jogo no passado e como pensamos sobre isso.
Confira o trailer do jogo:
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Super Bomberman Collection é uma surpresa incrível da Red Arts Games e da Konami em 2026 para os fãs de Retro Games. O game está disponível para PS5, Xbox Series, Steam, Nintendo Switch e Switch 2, e foi anunciado oficialmente durante a última Nintendo Direct (05/02); após ela, o game já estava disponível para ser adquirido e jogado em formato digital, mas, no caso da versão física, ela está em pré-venda para o dia 25 de agosto desse ano.
Essa collection conta com 7 jogos da franquia, sendo os cinco principais títulos da série Super Bomberman lançados entre 1993 a 1997 no console Super Nintendo (SNES), mas inclui um bônus com mais dois jogos que estavam disponíveis apenas no Japão em sua época: o primeiro título da série, lançado em 1985, e o segundo título, que chegou em 1991, ambos do console Nintendinho (NES).
Os jogos de Nintendinho são como uma visita ao passado, mais para lembrar como eram esses jogos e para fazermos comparativos com o que a franquia se tornou, pois o destaque fica para os cinco jogos de Super Nintendo. Principalmente por receberem um tratamento para a modernidade.
Esses cinco jogos receberam a melhoria de resolução, controles responsivos e adaptados ao console que você escolher, ou ao PC, que pode suportar diversos controles, idiomas novos, incluindo o nosso Português do Brasil, e um carinho especial foi dado ao menu dessa coletânea.
Cuidado com um Clássico
Essa atenção especial no menu é porque tudo nele grita nostalgia, detalhes e carinho com essa franquia tão amada. Nós poderemos selecionar os jogos no menu; a cada vez que passamos de jogo em jogo, veremos o seu cartucho no centro, um menu rápido de seleção abaixo e, em volta, fica um pouco de como é o jogo, novidades adicionadas em cada jogo e ilustrações do mesmo.
Por esse menu, podemos selecionar os jogos para vermos o seu “mockup 3D”, como se pudéssemos abrir as suas caixas físicas; podemos ver as artes de cada local onde os jogos foram lançados, o formato da fita e label, assim como o seu manual. Fora isso, selecionando o jogo, poderemos iniciar o jogo-base ou irmos para um desafio de boss rush do game.
Tudo é muito colorido e bem bonito, as músicas são bem legais e você pode ir até o bônus para selecionar os jogos de NES, ou ver as músicas e uma galeria de arte com cerca de 200 imagens disponíveis sobre os jogos. Tenho a sensação de que esse é tipo um museu virtual desses jogos, sabe?
Também podemos mexer nas molduras em volta dos jogos, deixando bordas pretas ou ilustrações dos jogos, alterar a proporção e adicionar ou não um Filtro CRT. Também trouxeram visuais e áudio melhorado; se comparado ao que víamos antigamente, era algo bem necessário, até para reproduzir os jogos de uma maneira boa nos tempos e aparelhos atuais.
Tudo nessa Collection parece envolver carinho, a forma correta de como se tratar um clássico hoje em dia, um tipo de clássico que não precisa de Ray Tracing e Remakes. E isso não é uma crítica aos remakes que atualizam a saga com melhorias ainda mais modernas. Eu amei ter zerado pela primeira vez o Silent Hill 2 Remake esse ano e, ano passado, o Silent Hill f, que é um novo jogo diferente da saga; então, acredito que cada clássico pode ser tratado diferente, cabe à empresa achar o estilo correto que vai respeitar e continuar a saga em questão. Acredito que acertaram em Bomberman, assim como acertaram em Silent Hill.
E, ah, eu não estou comparando as franquias em si, elas são totalmente diferentes; apenas estou apontando sobre essa questão de trazerem clássicos para os tempos atuais. Já vimos outras tentativas de outras sagas que, ao fazerem isso, ou mudam totalmente o que é a franquia ou trazem sem novidades e cheias de problemas antigos e novos. Enfim… voltando ao Bomberman!
Minha Experiência com Bomberman
Uma coisa que nunca fui de fazer é olhar o manual dos jogos. Quando eu era criança, não entendia inglês e provavelmente eles estariam em inglês, mas também porque eu não tinha essas fitas lacradas; elas eram alugadas ou emprestadas de vizinhos, então eu nem imaginava como era a caixa ou a possibilidade de um livrinho ou um folheto com manuais, instruções e curiosidades dos jogos.
E, como agora eu parei para olhar os seus manuais, descobri que, no terceiro jogo, as montarias que eu chamava de “cavalinhos” e sua respectiva cor, na real, têm o nome de “Louies”. Bom, eles não pareciam cavalos, né? Mas nunca que iria imaginar que se chamavam “Louies” e suas cores: “green Louie”, “pink Louie”, etc. Então, são pequenos detalhes bem interessantes de se saber. Saudades de mídias físicas que vinham com manuais, mapas, adesivos e outras coisinhas em suas capas.
Durante o jogo podemos Salvar, Carregar e Rebobinar. Aos mais novos: rebobinar é como voltar no tempo, algo da época das fitas VHS. Podemos acessar isso a qualquer momento, algo que não tinha no passado e, claro, aos que se desafiam e gostam de como era, você pode simplesmente não usar, pois ainda temos os famosos “passwords”. Hora de reviver o tempo de anotar eles no caderninho ou, quem sabe, hoje em dia você apenas tire print da tela ou anote no celular mesmo.
Esse é um dos “Party Games” que eu mais tenho no meu coração. Quando criança, lembro de jogar o terceiro e o quarto jogo, tanto que lembrei de várias memórias jogando eles novamente, como fases e músicas. Assim como a questão das montarias que mencionei anteriormente; como eu não tive tantos jogos ou não pude alugar muitos quando criança, é interessante como a nostalgia funciona quando revivemos algo da nossa infância.
Versões diferentes do jogo
Apenas a versão de Nintendo Switch 2 é diferente das demais, já que o console possui a função de “Game Share” para compartilhar o jogo com até mais 3 amigos que não tenham uma cópia do game; seus colegas podem jogar no Switch 1 ou 2. (Não tenho certeza se a versão da Steam tem essa possibilidade; já que a Steam possui um recurso parecido, não encontrei sobre).
Tempo de Jogo
Esses são jogos curtos: você pode zerar eles com 1h ou 2h, depende de você. As suas habilidades contam, mas também conta muito se você vai ou não usar os recursos modernos do jogo para Salvar ou manter a jogabilidade com Password como antigamente.
Os jogos de SNES
Quando a franquia chega no SNES, é onde os “olhos saltam”. O primeiro Super Bomberman é interessante: se passa em um continente só e vamos passando por locais que parecem prédios ou empresas diferentes. Nesse jogo, as fases mudam a cada nova empresa visitada, como se elas fossem os mundinhos, mas fora isso faremos o básico: explodir todos os inimigos e devemos evitar encostar neles ou explodirmos pelas nossas próprias bombas (acontece muito).
Os power-ups de carregar mais bomba, vida extra, bomba remota, aumentar fogo, aumentar velocidade e afins vão estar em todos, mas recomendo que não deixem de chegar no último boss do primeiro e do segundo jogo sem a Luva de Boxe do primeiro ou a Power Glove do segundo em diante.
Acredito que o power-up Power Glove, que foi renomeado a partir do segundo (já que é o mesmo item da Luva de Boxe no primeiro jogo), pode fazer referência às luvas que caíram no esquecimento lançadas para NES, que seriam um controle em formato de luva e tal, curiosidade à parte.
A partir do segundo game, teremos telas com elementos que podem nos atrapalhar, tipo obstáculos e algumas montarias que somem quando vamos para a próxima fase, e o jogo tem um visual mais interessante: agora cada mundo é uma nave espacial. A partir daqui também podemos enfrentar o Bomberman Dourado!
No geral, temos temas únicos em todos, mas no dois arriscaram telas maiores, onde não cabiam na visão do jogador; então, tínhamos que nos movimentar para acessar o restante da tela, tipo você passava de uma plataforma a outra usando uma passarela que vai e volta.
Eu acredito que esse é o motivo de não termos co-op nesse título: eles provavelmente não sabiam o que fazer se um jogador fosse para outro canto ou travariam os dois jogadores numa área só até que os dois fossem juntos. Também, com telas maiores, significava exigir mais do SNES, e ter mais um jogador poderia gerar alguma inconsistência no desempenho. Não tem como saber ao certo, mas esse é o meu chute sobre.
No terceiro, cada mundo é realmente um planetinha com bioma diferente; vamos voar em nossa nave visitando um por um. Aqui, cada mundo tem obstáculos que se destacam e são diferentes; cuidado para eles não te acertarem, empurrarem ou abrirem um buraco para você cair. Além disso, teremos finalmente os Louies: são 5 cores e cada um tem um poder. Sinceramente, eu gosto apenas do Rosa, que pula, e do Verde, que corre; os demais você pode acabar usando o poder deles contra você mesmo, tipo um deles que faz uma fileira de bombas, é algo que você pode fazer sem ele, então não é tão interessante e, para você se fechar em um clique errado, é fácil.
O legal é que eles servem como uma vida extra: caso você seja acertado, você não perde vida, apenas a montaria. Então é legal de usar sempre um quando achar um ovo; além disso, eles não somem ao passarmos de fase como no segundo jogo. Teremos novos power-ups para o jogo, mas o destaque fica para as montarias mesmo.
No quarto jogo também temos power-ups e montarias, mas aqui não temos os Louies. Nós poderemos achar um ovo do monstro da fase em si e usá-lo; além disso, é possível carregar até 2 ovinhos a mais com você, podendo carregar mais vidas. E cuidado: os ovinhos te seguem igual nos jogos do Mario quando podemos usar o Yoshi, mas eles são tangíveis, então, se explodir algo com eles passando, eles serão queimados também.
No quinto jogo ainda podemos fazer tudo dos anteriores e alguns novos power-ups, tipo achar power-up com a cara do Bomberman que te dá um amigo CPU, tipo como se fosse um co-op, mas basiquinho e controlado pela máquina, entre outros. Sentimos que esse é o auge do jogo: já melhorou todas as funções e responsividade até esse momento da franquia. Temos novas temáticas para as fases, novos chefes e desafios; passar por cada jogo é especial e divertido.
E os títulos que vieram nos consoles seguintes não estão presentes na coletânea. Quem sabe veremos algo no futuro, não é?
Refeitos ou não?
E deixando bem claro que os jogos não foram refeitos, ok? Eles foram tratados, digamos assim. Então, são os mesmos jogos de antes, mas receberam melhorias para rodarem melhor: controles mais precisos, legendas, multiplayer, etc., com foco ali nos 5 principais e tudo que já citei sobre versões.
Eu achei perfeito assim. Só relembrando o papo sobre tratamento de clássicos, remakes, etc., que comentei lá no começo do texto: acredito que, depois de 30 anos de franquia e toda a galera gamer já ter visto franquias voltando de uma maneira boa ou de uma maneira ruim (que, no caso, era melhor nem mexer), às vezes com jogos bugados e problemas tão piores quanto antes, ou pior, com os mesmos problemas que seus originais, aqui é onde mora o medo de qualquer fã de uma franquia clássica.
Então, eu gostei de não terem refeito os jogos de uma forma que os transformassem. Gostei que são os mesmos, com pequenas adições que os melhoram e os trazem para a atualidade.
Multiplayer
Você poderá jogar sozinho ou em dupla, com exceção do Super Bomberman 2. E, fora isso, é possível jogar contra até 5 amigos. Antigamente era necessário um acessório e hoje não precisa; ainda bem, tempos modernos, né? O que pode limitar é se o console aceita apenas até 4 controles, e isso faz diferença, pois não é possível jogar online; apenas teremos aquele velho e bom gameplay local. Seria legal jogar partidas online? Olha, seria uma adição boa, viu?
Mas é legal reunir amigos no final de semana para reviver esses jogos com todo mundo na sala, após uma noite de pizza ou algo assim. O que foi legal de fazer: também joguei alguns dos títulos em dupla com a minha noiva.
Direto ao Ponto
O modo boss rush que já citei é bem legal. Não tínhamos isso, é algo novo e você não precisa zerar o jogo para acessá-lo: no menu você seleciona e é só jogar. Sem enrolação, como todos os jogos no modo clássico também: é só clicar, ver alguns segundos de cutscenes feitas na mesma pixel art e então começamos a nos movimentar por aí explodindo tudo, às vezes nós mesmos, acontece muito, e, finalizando o objetivo, vamos para a próxima fase.
Você não precisa de longos tutoriais e nem de uma grande história. O jogo é bem da época que muita coisa funcionava assim: apenas o gameplay tinha que ser divertido como foco principal, mas claro que a música, level design e arte precisam acompanhar logo depois.
Conclusão
Super Bomberman Collection traz diversão, melhorias e o clássico de volta para os consoles modernos. A jogabilidade de cada jogo é “direto ao ponto”: pega o controle e joga, sem enrolação.
Renova a gameplay de sofá; é um jogo interessante para dias que seus amigos estão em casa, viagens de fim de ano com a família e mais. Mas acredito que, desses tempos modernos, a única coisa que faltou seria um modo online para aqueles que não conseguem reunir facilmente os amigos no final de semana, quando todos têm seus horários e dias diferentes para o lazer. E recomendo muito testar a amizade com seus amigos no modo PVP.
A coletânea sai por R$ 114,90, com exceção do Switch 2, que tem mais R$ 27,32 no seu valor para o upgrade que adiciona as melhorias de resolução, controles e o Game Share para jogar com amigos que não tenham o título. É um valor interessante para você ter aí 5 jogos de SNES com diversas melhorias e dois bônus de NES.
Pode ser que em algum momento tenha promoção e você encontre valores ainda melhores; torço por isso para que mais pessoas tenham acesso. E aos que já estão pensando na versão física, eu entendo: ter esses títulos na estante deve somar muito na coleção.
Bomberman é diversão. Joguem!
Confira o trailer do lançamento:
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Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
Sempre fiquei surpresa com as possibilidades de jogos diversos do Mario. Com certeza, você já ouviu falar do mascote mais marcante da Nintendo em seus jogos clássicos 2D ou 3D, mas já deve ter ficado curioso com as outras vertentes também.
Você encontrará o Mario em sua versão Paper Mario, Mario Strikers, Mario RPG, Mario Party, etc., e hoje vamos falar do mais novo título de Mario Tennis. O Mario Tennis Fever foi lançado no dia 12 de fevereiro, apenas para Nintendo Switch 2. Será que ele é um exclusivo de peso para o mais recente console híbrido da empresa?
Inclusive, agradecemos à Nintendo Brasil por fornecer uma chave do jogo para a review aqui no Feededigno.
Minha experiência com a franquia ao longo da vida
Sendo sincera, eu sou nova no mundo recente da Nintendo. Ainda estou conhecendo os títulos no meu mais recente Nintendo Wii, que não é um console tão recente assim, mas também estou conhecendo jogos de Switch, mesmo já tendo o Switch 2. Viva a retrocompatibilidade entre esses dois últimos!
Quando criança, joguei o Mario Bros. 3, Super Mario World e mais alguns. Tivemos um Super Nintendo em casa, mas também podíamos jogar um console ou outro na casa de vizinhos, emprestar fitas ou até só assistir a esses colegas jogarem, como o Nintendinho e, mais para frente, Nintendo 64, DS, 3DS, etc., que não pude ter em suas épocas.
Então, como uma fã que não jogou todos os jogos do Mario, mas que gosta muito da franquia e pode jogar muitos títulos, seja pela assinatura que dá acesso aos clássicos no Switch Online ou tendo a possibilidade de conhecer algum console antigo quando finalmente fiquei adulta, eu mal podia esperar pelo lançamento de Mario Tennis Fever quando ele foi anunciado.
Ainda mais ao saber que esse título tem o maior elenco de personagens disponíveis: são 38 ao total, e também teremos mais de 30 raquetes únicas.
8 ou 80
E notei que aqui a recepção desse tipo de jogo é um pouco 8 ou 80. Geralmente, recebo comentários falando como só a Nintendo arrisca trazer jogos nesse estilo de diversão e outros descontentes, já que é um jogo de tênis e, para esses, não fazem sentido esses jogos diversos do Mario.
Eu amo os Marios clássicos, em 2D ou 3D. Me divertia muito nos antigos e me empolguei jogando os modernos Mario Odyssey ou Wonder, mas é bom ver o nosso querido mascote em outras vertentes. O mais recente título, Mario Tennis Fever, é muito divertido e, pelo que pude ver se comparado a alguns títulos anteriores, ele traz novidades muito legais e bem-vindas.
E se falarmos em outros títulos sem serem os clássicos 2D/3D, como o Mario RPG, o Paper Mario ou Mario e Luigi, eles trazem jogos muito legais e dinâmicos de RPG, assim como o Strikers (futebol) e o tênis trazem o Mario para outra jogabilidade divertida com esportes, etc.
Apesar dessa recepção mista, acredito na força desses títulos diferentes e que, se dermos uma chance, eles marcam muitos momentos de diversão em nossas vidas. Eu joguei horas e horas de Mario Tennis Fever durante as últimas semanas, tanto sozinha quanto com amigos; testei o modo online e até mesmo o modo história. O jogo é completo!
Não posso deixar de comentar que o jogo está completamente localizado, então temos dublagem e legendas em PT-BR. Quem fala no jogo é a famosa flor tagarela, que marcou presença para ficar a partir do Mario Wonder, que é um jogo fenomenal, pois as outras criaturinhas fazem apenas aqueles sons característicos, mas todos os textos estão traduzidos e com muita qualidade.
Modos de Jogo
Aqui temos um modo história que, por si só, é muito competente e interessante. Nele, temos uma pequena história onde nossos personagens voltaram a ser crianças e devemos reaprender a jogar tênis novamente, pois perdemos nossas habilidades. A história começa com pequenos textinhos e imagens, mas logo apresentam cutscenes muito lindas, próximas da qualidade do mais recente filme (que é incrível), e, após essa pequena introdução, iremos jogar.
O bebê Mario começará a ter treinos e práticas que nos ensinam os movimentos básicos com minigames e minidiálogos, nada enjoativo. É interessante que aprendemos um pouquinho do esporte também; claro que não é igual à realidade a questão das raquetes e criaturas de Mario, mas é interessante aprender mais. Estar em PT-BR faz uma diferença incrível!
Não é uma campanha longa, mas é divertida e, como é algo “leve”, é perfeita para jogarmos em momentos que não estamos tão a fim de um jogo mais denso, cheio de diálogos. E nem é criticando eles: eu amei jogar 100 horas de Xenoblade X Definitive Edition em 2025, mas entendo perfeitamente que, depois de um jogo desses tão denso e que nos deixa com tantas questões em mente (como estou jogando Fire Emblem Three Houses agora), por que não intercalar entre partidas de tênis com amigos ou o modo história? Dá uma renovada que vocês não imaginam!
Nesse modo, subiremos de nível, aprenderemos a jogar com os comandos básicos: saque, modos de rebater, golpes eufóricos (especiais), e desbloqueamos raquetes eufóricas, além de termos um contexto da historinha do game.
Uma pequena dica: não abandonem o modo história no começo, onde tem o tutorial na academia, pois, após esse momento, teremos desafios e bosses criativos que vão te surpreender.
E, bom, indo para os modos de gameplay direta agora, que é onde o jogo brilha de verdade, não tem jeito. E, só para não ser repetitiva, em todos os modos vocês liberarão personagens e/ou raquetes novas conforme você joga mais partidas também. O modo história é uma adição legal e interessante, mas, acreditem, os melhores modos serão os seguintes:
Torneio
Aqui, vamos em busca de conquistar a vitória em torneios de simples ou de duplas contra adversários COM. Esse foi o primeiro modo que finalizei: joguei em dupla com a minha noiva e foi bem divertido, mas também foi desafiador dadas as nossas habilidades ou, talvez, a falta delas. Brincadeiras à parte, o primeiro torneio é bem tranquilo, mas, no segundo e no terceiro, os adversários respondem melhor e todos podem ter raquetes diferentes. As tais raquetes, as famosas Raquetes Eufóricas mencionadas no trailer e que fazem o jogo se destacar, são essenciais e adicionam efeitos aos golpes eufóricos, que são os golpes “especiais”. Ao enchermos nossa barrinha de especial, poderemos soltar com “X” e, dependendo da raquete, iremos congelar, pôr fogo ou outro obstáculo no lado da quadra do adversário. Mas preste atenção: eles podem rebater, afinal é um jogo de tênis, né? Então, sim, eles podem voltar nossos poderes para nossa quadra, assim como podemos mandar os deles de volta.
Missões
Nesse modo, vamos encarar diferentes tipos de missões para podermos subir ao topo da torre. Também podemos jogar em dupla, se quisermos, e é bem legal caso você já tenha finalizado o torneio e gostaria de jogar com um objetivo a mais.
Jogo Livre
Esse deve ser o mais jogado por mim e por muitas pessoas: é o simples jogar tênis com nossos amigos ou com personagem COM. Podemos jogar com quatro jogadores por aqui, sendo interessante demais para reunir uma galera e disputar entre vocês. O que acham?
Gincanas
Esse é parecido com o Missões, mas podemos jogar com quatro jogadores também. Então, aqui jogaremos com regras especiais, diferente das partidas comuns do Jogo Livre: a rede pode ser substituída por canos de tamanhos diferentes, atrapalhando nossos saques ou rebatidas, ou podemos ter que pontuar rebatendo as bolas entre aros. Quem acertar mais aros terá uma pontuação maior e vencerá, entre outros desafios.
Modo Realista
Esse modo também pode ser jogado com 4 jogadores e acredito que também é um dos mais jogados. Aqui é onde poderemos usar os controles de movimento do Joy-Con 2 / Joy-Con. Sim, você pode usar seus controles do Switch aqui também, perfeito para quem ainda tem controles do console anterior. Eu sou uma dessas: não vendi o meu Switch OLED, pois, às vezes, posso usar o GameShare para jogar alguns jogos, tipo o Hyrule Warriors Age of Imprisonment que fiz review anteriormente. Acabou sendo uma grata surpresa manter o console anterior por isso e também por poder usar seus controles no novo console. E, voltando ao modo, jogaremos tênis como nos outros modos, mas a diferença é a possibilidade de jogar com os controles de movimento, como vemos no comercial. Eu acho legal para gastar um pouco de energia na sala de casa, mas, se cansar, é só geral voltar ao controle padrão e continuar a jogatina.
Esses são os modos de jogo, porém ele ainda oferece mais, pois podemos fazer Partidas Classificatórias. Então, a galera que gosta daquele competitivo que sustenta o jogo por mais tempo e quer ainda mais desafio do que jogar contra a máquina e seus jogadores COM, esse é o lugar.
As partidas classificatórias podem ser jogadas em duplas ou sozinho, mas também podemos escolher entre partidas com ou sem raquetes eufóricas. E o “Rank” reseta todos os meses, sendo interessante voltar eventualmente para buscar um “Rank” alto de novo e de novo!
Na Sala Online, podemos reunir a galera num hub. Podemos Jogar Local, caso você e seu colega tenham ambos o Switch 2 e uma cópia do jogo; mas, no GameShare, pode ser utilizado com jogadores que não tenham uma cópia do jogo, e é compatível com o primeiro Switch também. Mesmo que seja exclusivo do Switch 2, pelo GameShare algum colega com o Switch 1 poderá jogar com você também.
Fora isso, encontraremos o menu de Tutorial, Ajustes, Conquistas e uma aba com 5 medalhas para coletarmos em cada modo. Concluir a aventura te dará uma, vencer todos os torneios te dará outra, etc.
O conteúdo justifica o preço?
Tirando logo o band-aid, o jogo está por R$ 439,90 na eShop, mas adquirindo em mídia física em lojas oficiais, nas quais podemos usar cupons ou ganhar cashback, podemos diminuir razoavelmente esse valor. Provavelmente, você encontrará o jogo por R$ 350 ou algo assim. Então, estamos falando de um jogo que tem seu valor bem significativo para o bolso de muitos brasileiros, além de ser exclusivo da nova plataforma.
A meu ver, esse preço é muito alto para Mario Tennis Fever. Ele é um jogo competente, cheio de conteúdo e divertido, mas o preço é alto e, como eu já disse em outras reviews, é difícil você ter R$ 439,90 para dar em um jogo, ainda mais um todo mês. Então, provavelmente, ao considerar adquirir um jogo dessa plataforma, você vai ponderar quais jogos são mais interessantes para você.
Se você é fã de Pokémon, provavelmente passará na frente o novo Legends Z-A; ou se você gostaria de saber mais de Zelda, Hyrule Warriors Age of Imprisonment estará no seu carrinho. Se, assim como eu, você está aguardando ansiosamente pela nova aventura de Fire Emblem em Fortune’s Wave, deve estar juntando mês a mês para essa aquisição, entre outros exemplos de jogos e franquias. Logo mais teremos a versão de Switch 2 do Mario Wonder, adicionando novidades ao game que vão além de resolução e FPS (que são bem-vindas também).
É um jogo legal: as novidades do modo história, diversos modos diferentes, possibilidade de jogar com a galera, tem modo competitivo, tem raquetes com poderes que destacam a gameplay, a responsividade do jogo é boa, as músicas são incríveis, os gráficos estão lindos demais, a dublagem em PT-BR dá um quentinho no coração e muitas outras coisas. Mario Tennis Fever é um jogo incrível, mas que vai ser ofuscado pelo seu alto preço, pois jogadores que poderiam conhecer essa vertente da franquia Mario agora, provavelmente, estarão dando prioridade a jogos que eles já têm certeza de que vão gostar pelo alto valor investido.
Seria, sim, muito mais atrativo se o jogo pudesse chegar por um valor mais em conta.
Por favor, façam mais demonstrações!
Um dos motivos pelos quais eu acho que deveríamos ter uma demo do jogo disponível é o seu preço!
Muitas pessoas estão chegando no Switch agora e, vendo que a plataforma as agrada, pensam em continuar nela e migrar para o Switch 2 em breve, pois é mais do que elas já gostam, porém com retrocompatibilidade, desempenho melhorado e novos jogos exclusivos. Então, nesses jogos que elas vão conhecer pela primeira vez o estilo, elas já confiam.
Afinal, não é difícil você experimentar Zelda e Mario no Switch e amar as franquias por causa do Tears of the Kingdom ou por causa do Odyssey, mas será que elas vão amar igual o Mario Tennis Fever para confiar sem nem testar o game?
Sério, jogos como esse deveriam ter demo. Jogos como o Kirby Air Ride e outros títulos que são diferentes e que as pessoas precisam sentir como eles são para, então, investirem (ou até para não investirem; às vezes não é para alguma dessas pessoas e está tudo certo, tem tantos jogos chegando que podem interessar também, sabe?).
Em conclusão, para quem é esse jogo?
Mario Tennis Fever é divertido, melhora muito tudo se comparado aos antecessores mais recentes, já que com os mais antigos fica até injusto comparar com o que o novo pode oferecer de modernização da jogabilidade, gráficos, resolução, modos e novidades, né?
Dá uma boa novidade para quem gosta de competitivo e gostaria de algo diferente. Seu Hero Shooter, FPS ou MOBA favoritos continuam lá para serem seu foco ao subir de elo nas folgas, mas e quando você está um pouco saturado das 10 partidas perdidas seguidas neles? Dar uma pausa e jogar outro tipo de competitivo, testar outras habilidades e afins é, sim, interessante.
Ou se você é da galera, gosta dos jogos que reúnem o pessoal após a noite de pizza no final de semana? Talvez naquele dia após o RPG de mesa, horas e horas sentados num jogo bem denso, então acaba a partida, vocês pedem comida e esperam por ela jogando algumas partidas de Mario Tennis Fever enquanto conversam sobre como foram os melhores momentos do dia?
Gostaria de jogar algo diferente depois de outros tantos jogos que você já jogou, mas que são sempre dos mesmos gêneros aos quais você já está acostumado, e dar uma chance às novidades de um novo título seria mega interessante, não? Sair da zona de conforto e conhecer um novo hobby? Aproveitar um título novo do seu mais recente console adquirido?
Se você se identifica com tudo o que foi dito aqui, gosta do que o game pode te oferecer e está dentro do valor que você pode investir, então Mario Tennis Fever é uma ótima aquisição para a sua biblioteca e ele vai te divertir por muito tempo. Até quando você der uma pausa nele por um longo período, vai ser o jogo que você vai tirar da estante nos finais de semana com amigos, quando sentir saudades de jogar algo do gênero, etc.
Confira o trailer do jogo:
Acompanhe as lives do Feededigno no Youtube.
Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.