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    Qual Mega Raichu escolher em Pokémon Champions: X ou Y?

    Após muita expectativa, as Mega Evoluções do Raichu finalmente chegaram ao simulador de batalhas com o lançamento da nova temporada de Pokémon Champions. No entanto, como o jogo permite apenas um Pokémon por espécie na sua equipe, você precisará escolher entre a Mega Raichu X ou o Y para a sua estratégia.

    Para ajudar nessa decisão, detalhamos as forças, fraquezas e as melhores abordagens para cada forma.

    Como resgatar o Mega Raichu X e Y no jogo?

    Mega Raichu Pokémon Champions

    Antes de entrar na arena, você precisa garantir os itens. Entre os dias 17 de junho e 2 de setembro, todos os jogadores receberão gratuitamente pelo correio do jogo:

    • Um Raichu.
    • A Mega Stone Raichunite X.
    • A Mega Stone Raichunite Y.

    Atenção: As Mega Stones funcionam apenas no Raichu de Kanto. A variante regional de Alola (Elétrico/Psíquico) não é compatível com essas evoluções.

    Comparativo de Status Base

    Status BaseMega Raichu XMega Raichu Y
    HP6060
    Ataque135100
    Defesa9555
    Ataque Especial90160
    Defesa Especial9580
    Velocidade110130

    Mega Raichu X: O Lutador Versátil

    Mega Raichu Pokémon Champions

    A variante X (com um visual mais aéreo e físico) atua como um excelente atacante all-rounder. Embora seu foco principal sejam os golpes físicos, ele oferece uma flexibilidade tática enorme.

    • Habilidade: Electric Surge. Ao Mega Evoluir, ele invoca um Terreno Elétrico (Electric Terrain), que aumenta o poder de ataques elétricos em 30% e impede que os Pokémon que tocam o chão durmam.
    • Ataque Recomendado: Rising Voltage. Mesmo sendo um ataque especial, ele dobra de poder sob o Terreno Elétrico, tornando-se mais seguro que o Volt Tackle, que causa dano de recuo perigoso para o HP baixo do Raichu.
    • Versatilidade: Ele tem ótimas opções físicas como Play Rough (excelente contra Garchomps) e habilidades de suporte como Fake Out, Encore e Volt Switch para reposicionamento rápido.
    • Potencial Futuro: O Terreno Elétrico gerado pelo Mega Raichu X pode ser uma peça fundamental se os Pokémon Paradoxo do futuro (com a habilidade Quark Drive) chegarem ao jogo.

    Mega Raichu Y: O Canhão de Vidro Implacável

    Se o formato Pikachu do Mega Raichu Y o faz parecer fofo, seus status dizem o contrário. Ele é desenhado para bater rápido e com extrema força, mas cai facilmente devido às suas defesas frágeis.

    • Habilidade: No Guard. Todos os movimentos usados por ele e contra ele têm 100% de precisão. Ninguém erra nenhum ataque.
    • Ataques Recomendados: Zap Cannon e Focus Blast. Graças à sua habilidade, golpes devastadores que normalmente têm baixa precisão acertarão o alvo toda vez. O Zap Cannon não só causará dano massivo como garantirá paralisia no inimigo.
    • Como jogar: Ele precisa de babá. Como qualquer ataque inimigo também não irá errar (e a defesa dele é pífia), você deve colocar Pokémon de suporte ao lado dele usando golpes de redirecionamento como Follow Me ou proteções em área como Wide Guard.

    Vale a pena usar o Raichu Base?

    Surpreendentemente, não Mega Evoluir também é uma estratégia válida. Com o meta possivelmente dominado por ataques elétricos infalíveis, manter o Raichu base com a habilidade Lightning Rod é uma jogada inteligente. Ele absorverá os ataques elétricos inimigos (incluindo o Zap Cannon do Mega Y rival), negando o dano e ainda ganhando um buff no próprio Ataque Especial.

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    Fim do Nagoshi Studio? O futuro de Gang of Dragon está ameaçado

    Daisuke Sato atualiza seu perfil nas redes sociais indicando sua saída, enquanto o futuro do aguardado “Gang of Dragon” se torna cada vez mais incerto.

    O Nagoshi Studio, estúdio fundado em 2021 pelas lendas da franquia Yakuza (Ryu Ga Gotoku), Toshihiro Nagoshi e Daisuke Sato, parece estar definhando lentamente ao longo do último ano. Hoje, mais um prego foi batido nesse caixão: Sato atualizou sua biografia no X (antigo Twitter) para se descrever como “ex-Nagoshi Studio, Inc.”, indicando que não faz mais parte da empresa.

    A notícia, repercutida pelo site Kotaku, traz à tona um histórico recente de problemas envolvendo a desenvolvedora e sua principal investidora, a gigante chinesa NetEase.

    A cronologia da crise

    Gang of Dragon

    Os primeiros rumores sobre problemas internos surgiram em fevereiro de 2025. Na época, foi reportado que a NetEase, responsável por financiar o jogo de estreia do estúdio, o épico criminal Gang of Dragon, estava recuando em vários de seus investimentos no setor de games. Isso incluía uma redução drástica na verba de marketing que a empresa estava disposta a gastar no título.

    Apesar do susto inicial, o estúdio parecia capaz de manter o desenvolvimento ativo e chegou a apresentar um trailer inédito do jogo no The Game Awards, em dezembro de 2025. No entanto, o cenário voltou a ficar obscuro:

    • Março de 2026: Relatórios apontaram que a NetEase interromperia totalmente o financiamento em maio. O Nagoshi Studio, por sua vez, precisava de um adicional de US$ 44,4 milhões para finalizar e lançar Gang of Dragon.
    • Abril e Maio de 2026: O canal do estúdio no YouTube passou por instabilidades estranhas e, há cerca de um mês, o site oficial da empresa ficou inativo. Para agravar as suspeitas dos fãs, os escritórios do estúdio passaram a ser listados como “permanentemente fechados” no Google.

    Qual o futuro de Gang of Dragon?

    Com a provável saída de Daisuke Sato, que atuava como cofundador e diretor, os sinais não são nada animadores para a continuidade do Nagoshi Studio ou do próprio Gang of Dragon.

    Embora exista a possibilidade de o estúdio estar buscando outras fontes de financiamento para se manter de pé sem Sato, o silêncio da empresa diante de tantos rumores cria um clima de incerteza. Até o momento, os fãs seguem especulando e aguardando um pronunciamento oficial para entender se este é, de fato, o fim de um dos estúdios mais promissores da atualidade.

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA: ‘O Segredo de Widow’s Bay’ transita entre gêneros distintos e se mostra como a melhor do ano

    O ano acabou de chegar à sua metade, mas já podemos cravar sem medo de errar: O Segredo de Widow’s Bay é o grande destaque entre as produções para televisão em 2026. A nova aposta de terror cômico da Apple TV+ entregou uma jornada praticamente impecável do início ao fim, coroada por um episódio final que não apenas amarra os nós principais, mas constrói o terreno para a próxima temporada de forma extremamente inteligente. E talvez, um pouco previsível?

    ESTE POST POSSUI SPOILERS DO ENREDO DE O SEGREDO DE WIDOW’S BAY.

    Monstros da semana, segredos e descobertas

    O grande trunfo de Widow’s Bay é resgatar com maestria o clássico formato de “monstro da semana”, costurando essas ameaças episódicas com uma trama principal profunda e envolvente. Com um passado sombrio e cheio de mistérios, a ilha funciona como um verdadeiro parque de diversões para os fãs do gênero.

    O Segredo de Widow's Bay

    A produção não economiza nos sustos e entrega criaturas para todos os gostos, incluindo:

    • Aparições fantasmagóricas e mulheres de branco
    • Serial killers com origens sobrenaturais
    • Elementos sombrios de bruxaria ancestral
    • Palhaços assassinos e outras entidades macabras

    O Prefeito Tom Loftis e o Preço da Ambição

    O Segredo de Widow's Bay

    No centro desse caos sobrenatural está o ambicioso prefeito da cidade, Tom Loftis (interpretado brilhantemente por Matthew Rhys). O plano inicial de Tom parecia inofensivo e promissor: transformar o local pacato no próximo grande polo turístico de luxo, aos moldes da famosa Martha’s Vineyard.

    No entanto, à medida que a verdadeira história da ilha se desvela, o prefeito se vê profundamente enredado nos segredos mais obscuros do lugar. A partir daí, a tensão da série atinge o ápice. Tom precisa lutar de forma desesperada para impedir uma carnificina, tentando proteger não apenas os moradores locais de Widow’s Bay, mas também os turistas inocentes que foram atraídos para essa armadilha mortal graças à sua própria campanha de turismo.

    Entre fitas antigas e o pânico no abrigo

    O Segredo de Widow's Bay

    O roteiro do desfecho se divide em dois núcleos paralelos muito bem delineados. De um lado, acompanhamos a população local e os turistas confinados no abrigo da cidade. Enquanto Wyck (Stephen Root) e Patricia (Katie O’Flynn) se desdobram para conter os ânimos do grupo, Dale (Jeff Hiller) acaba encontrando antigos rolos de filme escondidos quando é enviado para encontrar algo para distrair as pessoas do abrigo que já estavam impacientes.

    As projeções revelam algo sombrio sobre o passado da região: a “maldição” faz com que a própria ilha exija tributos de sangue para se manter “em paz”. A revelação de que a cidade sobrevive à base de sacrifícios humanos quebra qualquer ilusão de segurança, não apenas de Dale, como futuramente fará com Loftis, e rapidamente, se instaura um caos completo no abrigo.

    A reviravolta na linhagem dos Warren

    O Segredo de Widow's Bay

    Paralelamente, o prefeito Tom Loftis decide tomar uma atitude drástica. Ciente de que a maldição local só terminará com a morte do último descendente do fundador Richard Warren, ele vai até a casa de sua secretária, Ruth (K Callan), identificada pelas pesquisas recentes de Rosemary como a “herdeira” do sangue Warren.

    O arco de Tom e Ruth é brilhante. Antes, a personagem desatenta finalmente tem espaço para brilhar como a senhora simpática e adorável que é. Enquanto ainda pensa que deve esperar a vida de Ruth se encerrar sem qualquer intervenção, Loftis se dá conta de que Ruth esbanja uma vitalidade invejável. Ele então opta por “envenenar” sua secretária. Sob efeito dos remédios que Tom a deu, Ruth simplesmente conta toda a verdade.

    É aqui que a série prova que as principais teorias da comunidade estavam certas: Ruth é a mãe biológica da falecida esposa de Tom.

    Assim, o verdadeiro último descendente vivo se revela como Evan (Kingston Rumi), filho do prefeito. Dali em diante, a dinâmica muda completamente de figura: Tom agora precisa cruzar a linha de assassino para se tornar o protetor de seu próprio filho, especialmente com o xerife Bechir (Kevin Carroll) agindo de forma desesperada para salvar a própria família.

    Nós sabemos de tudo, os habitantes da ilha não sabem de nada

    O Segredo de Widow's Bay

    A genialidade do roteiro de Katie Dippold (Parks and Recreation, The Heat) se mostra sutil e genial no momento em que a tempestade que assola a ilha cessa. Nós, espectadores, temos o panorama completo do que está acontecendo; os personagens, porém, estão completamente às cegas.

    Só Dale sabe que o badalar dos sinos dita o número de sacrifícios exigidos (e eles tocaram oito vezes ao final). O fardo sombrio explica o destino trágico do reverendo Bryce no início da temporada, que preferiu o suicídio a compactuar com a forma como a ilha funcionava.

    Enquanto isso, no subsolo, uma brincadeira inconsequente de PJ acaba trancando o zelador Ken na sala que havia sido mostrada rapidamente no início da temporada. O sumiço de Ken atrás das portas trancadas provou que este foi o primeiro tributo cobrado pela ilha, fazendo a tempestade parar.

    Quando o segundo ano começar, ninguém entenderá os reais motivos da trégua da tempestade. E talvez, este seja o cenário perfeito, pois permite que a produção retorne à deliciosa estrutura de “monstro da semana”, sem perder o progresso da mitologia principal sobre como quebrar o ciclo definitivamente.

    Veredito

    O equilíbrio entre os diferentes tons de Widow’s Bay é algo que merece ser elogiado. Conseguir transitar entre o horror genuíno, a sátira escrachada e o drama familiar de forma tão natural é um feito raro. O elenco entrega performances memoráveis, com Matthew Rhys e Katie O’Flynn despontando fortemente para a temporada de premiações. Estando ambos, amparados por uma direção de arte e trilha sonora impecáveis.

    Com o brilhante trabalho de Hiro Murai e dos outros diretores ao longo da temporada, ouso dizer que até aqui, O Segredo de Widow’s Bay talvez seja a obra mais promissora para a temporada de premiações. E confesso que ocupou um lugar bem especial no meu coração e espero que venha a ocupar o lugar que merece no imaginário coletivo.

    Confira o trailer da série:

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    Xbox Game Pass: Call of Duty e EA FC 26 lideram a 2ª onda de junho

    O mês ainda não acabou, e a Microsoft acaba de revelar a segunda leva de títulos que chegam ao Xbox Game Pass em junho. Embora a primeira metade do mês tenha sido recheada de grandes lançamentos, a reta final de junho aposta em um ritmo mais cadenciado, trazendo quatro jogos de peso para o catálogo, além de já confirmar duas grandes novidades para os primeiros dias de julho.

    Seja você um fã de tiro em primeira pessoa, esportes virtuais ou aventuras cooperativas, a nova atualização do serviço promete prender os jogadores em frente à tela. Abaixo, detalhamos tudo o que está a caminho dos consoles, PC e Cloud.

    Destaques da segunda quinzena de junho

    Xbox Game Pass junho

    A nova leva começa forte já no dia 16 com um lançamento Day One. Os fãs de ação e esportes também estão muito bem servidos nesta janela. Confira os destaques:

    • Junkster (16 de junho): Chegando no dia do lançamento ao Game Pass, este jogo de plataforma 3D mistura ação e mecânicas de construção. Você assume o controle de um pequeno robô construtor encarregado de consertar sua nave espacial e recuperar artefatos humanos.
    • Call of Duty: Vanguard (17 de junho): A aclamada franquia de tiro retorna ao serviço com o título lançado em 2021. Prepare-se para reviver as tensões e os combates viscerais da Segunda Guerra Mundial.
    • EA Sports FC 26 (18 de junho): Entrando no clima dos torneios mundiais de futebol, a mais recente aposta da EA chega ao catálogo. Apesar da separação com a marca FIFA, o jogo continua oferecendo times, jogadores e campeonatos oficiais com o máximo de realismo.
    • Abyssus (25 de junho): Para quem gosta de um ritmo acelerado, este roguelite com temática brine-punk promete muita ação e desafios constantes.
    • RV There Yet? (30 de junho): Fechando o mês, este título traz uma experiência de acampamento cooperativa super divertida, ideal para jogar com os amigos.

    Uma espiadinha nos lançamentos de julho

    A Microsoft também já adiantou duas grandes surpresas para o início do próximo mês:

    • Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 (2 de julho): A lenda do skate chega com tudo logo nos primeiros dias. O jogo estará disponível para assinantes Game Pass Premium, Ultimate e PC Game Pass.
    • Winds of Arcana: Ruination (6 de julho): Trazendo a clássica e amada fórmula metroidvania para o serviço.

    Jogos deixando o catálogo em breve

    Como de costume, a chegada de novos títulos significa que outros estão se despedindo do serviço. No dia 30 de junho, oito jogos deixarão o Xbox Game Pass. Entre as baixas mais sentidas estão os jogos da aclamada franquia Tomb Raider e o relaxante e premiado Unpacking. Se você ainda não terminou essas aventuras, esta é a última chamada!

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    CRITÍCA : ‘Toy Story 5 é a animação para todas as idades’

    A franquia Toy Story passou por gerações ao longo de seus últimos quatro filmes, sendo uma animação muito querida pelo público adulto e infantil. Em 2026, chega o quinto longa dos brinquedos mais aventureiros do cinema.

    Toy Story 5 é dirigido por Andrew Stanton, com roteiro criado pelo mesmo em parceria com McKenna Harris, e produzido pela Pixar. O elenco tem os retornos deTom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, além de Greta Lee e as participações de Keanu Reeves e Annie Potts.

    A trama do novo capítulo, que chega aos cinemas brasileiros em 18 de junho, é sobre o mais novo desafio dos brinquedos: a tecnologia. Bonnie ganha de presente um tablet, deixando seus brinquedos de lado, e eles precisam de um plano para retomar o espaço no coração da criança.

    Toy Story é uma franquia que sempre conectou o entretenimento para o público infantil com temas que os adultos conseguem compreender. Neste quinto capítulo, isso se repete com uma história sobre amizade, algo muito recorrentete nos filmes, porém os temas cyberbullying, a relação das crianças com a tecnologia e o consumo de redes sociais em todas as idades também estão presentes.

    Este longa não é um filme que se apressa para contar sua história, e essa cadência torna a experiência muito mais prazerosa. Além disso, à medida que a trama avança, o que se escalona não é apenas a questão principal, como a tensão emocional dos personagens resultando em um filme excelente.

    A qualidade da animação se mantém excelente, com ótimas cenas, e não há falhas que possam ser evidentes. As cenas de ação neste longa divertem muito, com ótimas referências a momentos anteriores, como, por exemplo, o arco dos bonecos Buzz moderno

    Uma história para as crianças e os adultos

    O roteiro também é um ponto positivo da animação, com ótimos diálogos. Explora de forma muito enfática os momentos dramáticos, porém os equilibrando com humor. Portanto, o que acredito ser o coração dessa história seja a importância das conexões genuínas, usando Bonnie e suas relações de amizade como uma metáfora para isso.

    Na dublagem, temos a nostalgia de reencontrar Marco Ribeiro e Guilherme Briggs em mais uma aventura dessa dupla. Além disso, outro ponto que sempre me agrada nesse quesito é a adaptação dos termos da língua original para o nosso idioma, e nisso a Lilypad, dublada por Maísa Silva, encarna todo o sarcasmo da versão de Greta Lee.

    Apesar de o longa ter os seus grandes nomes, o maior fio condutor dessa história é Jessie, sua história de origem e as questões que acompanhamos desde Toy Story 2. Dentre os arcos apresentados no filme, acredito que este seja o mais emocionante, porque não fala apenas da relação entre adultos e a lembrança de seus brinquedos queridos, mas também das pessoas que são importantes para a nossa vivência como um todo.

    Em conclusão, Toy Story 5 pode ser considerado uma das melhores produções do ano, com uma trama que ainda consegue entregar muita emoção, personagens cativantes e temas que abraçam todos os públicos.

    Confira o Trailer de Toy Story 5:

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    Nintendo altera página do remake de Zelda Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2

    Poucos dias após sua revelação oficial, a Nintendo decidiu ocultar algumas informações importantes da página do remake Zelda Ocarina of Time Switch 2 na eShop. No entanto, a tentativa da Big N de manter certos elementos do jogo em segredo não saiu como planejado, já que os fãs rapidamente registraram e compartilharam os trechos deletados.

    Após semanas de especulações e vazamentos nas redes sociais, o remake de Ocarina of Time foi oficialmente revelado durante a transmissão do Nintendo Direct de 9 de junho. O primeiro trailer não exibiu imagens de gameplay, servindo como uma homenagem à icônica introdução do jogo original.

    Com imagens da Great Deku Tree e da Kokiri Forest em uma tapeçaria, o vídeo terminou mostrando Link adormecido enquanto a Triforça brilhava em sua mão esquerda. Embora o título seja um lançamento exclusivo do novo console previsto para o final deste ano, a apresentação deixou a comunidade com várias dúvidas.

    O que a Nintendo tentou esconder?

    Remake Zelda Ocarina of Time Switch 2

    Embora seja esperado que o jogo apresente atualizações visuais, o vazamento na Nintendo eShop revelou que a empresa removeu silenciosamente a maior parte da descrição que abordava os gráficos do Zelda no Switch 2.

    No momento em que esta matéria é escrita, a página do jogo na Nintendo Store diz apenas: “O clássico do Nintendo 64 retorna para uma nova geração em 2026, renascido exclusivamente para o Nintendo Switch 2!”

    No entanto, antes dessa alteração, a página oficial na loja americana era bem mais específica. De acordo com relatos de fãs nos primeiros dias, a sinopse afirmava: “O clássico do N64 renasce como um remake completo para o Nintendo Switch 2. Experiencie Ocarina of Time com visuais impressionantes, designs atualizados e jogabilidade atemporal.”

    Uma thread no subreddit Gaming Leaks and Rumors confirmou que as descrições originais podiam ser facilmente encontradas através de motores de busca do Google. Ainda não está claro o motivo pelo qual a Nintendo editou a página para excluir qualquer menção à parte técnica. Os únicos outros detalhes listados atualmente são os idiomas suportados nas Américas e a classificação indicativa pendente da ESRB.

    Considerando que Ocarina of Time já recebeu um port para o Nintendo 3DS em junho de 2011, fica a incerteza se a nova versão seguirá um escopo semelhante ou se será, de fato, o “remake completo” que o texto original sugeria.

    O futuro da franquia e o resgate da era N64

    Remake Zelda Ocarina of Time Switch 2

    Além das novidades nos games, vale lembrar que a aguardada adaptação para os cinemas, o filme de Zelda dirigido por Wes Ball, segue em pós-produção com envolvimento direto de Shigeru Miyamoto. Embora os dois projetos já sejam públicos, ainda não se sabe quando a Nintendo compartilhará mais atualizações.

    Enquanto isso, a era de ouro do N64 continua ganhando força. A nova versão de Star Fox no Switch 2, um aguardado remake do clássico de 1997, será lançado no dia 25 de junho trazendo designs atualizados e cutscenes estendidas. Para quem já está com o novo console em mãos, uma demo gratuita já está disponível.

    Confira o teaser de anúncio do remake:

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