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    Melhores agências de conteúdo digital: quem oferece as estratégias mais completas

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    Hoje em dia, produzir conteúdo digital vai muito além da manutenção de blogs e redes sociais. 

    As marcas precisam disputar espaço nos mecanismos de busca, responder às dúvidas do público e adaptar suas mensagens a diferentes canais sem perder consistência.

    Uma estratégia boa e completa depende da integração entre pesquisa, planejamento, produção, distribuição e análise de resultados. 

    Quando essas etapas funcionam separadamente, a empresa corre o risco de acumular publicações sem uma direção editorial definida ou sem saber quais materiais contribuem para seus reais objetivos.

    A escolha da agência precisa considerar o que cada equipe consegue executar e como seus serviços se conectam. 

    Confira sete opções com diferentes especialidades em conteúdo e marketing digital.

    Ranking das melhores agências de conteúdo digital

    1. NP Digital

    A NP Digital integra conteúdo, SEO e outras frentes de marketing para aumentar a presença digital das marcas. Sua atuação permite relacionar decisões editoriais a oportunidades de busca, aquisição e conversão.

    • Escopo de atuação: marketing digital, SEO, conteúdo, mídia paga e análise de dados.
    • Principais serviços: estratégia de conteúdo, SEO técnico e on-page, GEO, inbound marketing, CRM e análise de desempenho.
    • Diferencial competitivo: conectar conteúdo a diferentes canais de aquisição, considerando intenção de busca e objetivos comerciais.
    • Perfil de cliente ideal: médias e grandes empresas que precisam integrar diferentes frentes de marketing.
    • Ponto de destaque: atuação em SEO e GEO, com estratégias voltadas à visibilidade em buscadores e mecanismos generativos.

    2. Agência Borda

    A Agência Borda combina marketing digital e desenvolvimento web. Essa estrutura atende empresas que precisam organizar a comunicação e os canais em que o conteúdo será publicado, desde o site institucional até as páginas de campanhas.

    • Escopo de atuação: marketing digital, desenvolvimento web, identidade visual e conteúdo.
    • Principais serviços: produção de conteúdo digital, gestão de redes sociais, SEO, criação de sites, landing pages e tráfego pago.
    • Diferencial competitivo: reunir conteúdo, criação visual e desenvolvimento em uma mesma operação.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que estão estruturando sua presença digital ou reformulando seus canais.
    • Ponto de destaque: integração entre produção de conteúdo, otimização de sites e desenvolvimento de páginas.

    3. NAU Conteúdo

    A NAU Conteúdo trabalha com estratégia criativa, planejamento e gestão de conteúdo para diferentes canais. Seu portfólio inclui redes sociais, blogs, sites, SEO, conteúdo editorial e produção audiovisual.

    • Escopo de atuação: estratégia criativa e produção de conteúdo para empresas de diferentes segmentos.
    • Principais serviços: mídias sociais, blogs, sites, SEO, conteúdo editorial e audiovisual.
    • Diferencial competitivo: combinar análise de dados e criação para orientar a comunicação em formatos distintos.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam organizar a linha editorial e manter uma produção recorrente.
    • Ponto de destaque: variedade de formatos, com possibilidade de trabalhar conteúdos escritos e audiovisuais dentro da estratégia editorial.

    4. Agência Contatto

    A Agência Contatto reúne produção de conteúdo, redes sociais, assessoria de imprensa e marketing de influência. O modelo amplia o trabalho para além dos canais próprios e inclui ações voltadas à divulgação e à reputação das marcas.

    • Escopo de atuação: comunicação integrada, produção de conteúdo e relacionamento com a imprensa e influenciadores.
    • Principais serviços: conteúdo, gestão de redes sociais, assessoria de imprensa e marketing de influência.
    • Diferencial competitivo: aproximar a produção editorial de ações de divulgação externa, conectando diferentes frentes de comunicação.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam coordenar conteúdo, presença social e relacionamento com a mídia.
    • Ponto de destaque: atuação integrada por meio de frentes especializadas em imprensa, mídias, creators e conteúdo.

    5. Imédia

    A Imédia conecta conteúdo a áreas como SEO, inbound marketing, vendas e análise de dados. O trabalho considera o posicionamento da marca e a função de cada material dentro da comunicação, em vez de priorizar apenas a frequência das publicações.

    • Escopo de atuação: estratégia editorial, conteúdo, SEO, comunicação e marketing digital.
    • Principais serviços: planejamento editorial, artigos, redes sociais, e-mails, newsletters, materiais ricos, roteiros e análise de desempenho.
    • Diferencial competitivo: planejar, produzir e distribuir conteúdos considerando os objetivos do negócio e a função de cada canal.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que precisam integrar conteúdo a diferentes etapas do relacionamento com o público.
    • Ponto de destaque: adaptação de temas para blog, redes sociais, e-mail e materiais comerciais, preservando a finalidade de cada formato.

    6. Seonet

    A Seonet trabalha com marketing de conteúdo e SEO, utilizando pesquisa de palavras-chave e análise de público para orientar a produção. A estratégia considera oportunidades de busca e indicadores ligados à presença orgânica.

    • Escopo de atuação: marketing de conteúdo, SEO e aquisição digital.
    • Principais serviços: planejamento de conteúdo, calendário editorial, redação SEO, copywriting, conteúdo para redes sociais e relatórios.
    • Diferencial competitivo: relacionar a escolha de pautas à intenção de busca e às oportunidades identificadas na análise do mercado.
    • Perfil de cliente ideal: empresas que buscam ampliar o tráfego orgânico e atrair visitantes com interesse em seus produtos ou serviços.
    • Ponto de destaque: integração entre planejamento editorial, otimização de páginas e acompanhamento de resultados.

    7. Meu Redator

    A Meu Redator atende empresas que precisam de produção textual recorrente e diferentes tipos de materiais. Seu catálogo inclui conteúdos voltados à busca orgânica, conversão, comunicação institucional e geração de leads.

    • Escopo de atuação: produção de conteúdo, redação especializada e marketing de conteúdo.
    • Principais serviços: artigos para blog, e-books, descrições de produtos, e-mail marketing, textos institucionais, revisão e vídeos animados.
    • Diferencial competitivo: oferecer diferentes modalidades de produção conforme o objetivo do conteúdo e o volume de demanda.
    • Perfil de cliente ideal: empresas com grande volume de textos e equipes que precisam terceirizar parte da produção.
    • Ponto de destaque: variedade de entregas, com materiais que atendem desde SEO até comunicação comercial e institucional.

    O que uma estratégia completa de conteúdo digital deve incluir

    Uma operação de conteúdo precisa conectar cada etapa a um objetivo definido. Na escolha de uma agência de conteúdo digital, considere alguns pontos:

    • Planejamento: definir metas, público, canais prioritários e indicadores de desempenho.
    • Definição de pautas: pesquisar palavras-chave, dúvidas dos consumidores e assuntos relevantes para o negócio.
    • Produção: criar textos, roteiros e outros materiais alinhados à estratégia e à identidade da marca.
    • Revisão: conferir informações, linguagem, estrutura e requisitos de SEO antes da publicação.
    • Distribuição: organizar a publicação e as ações de divulgação nos canais contratados.
    • Diferentes formatos: adaptar os temas para blogs, redes sociais, e-mails, vídeos e materiais ricos.
    • Análise de desempenho: acompanhar tráfego, alcance, engajamento, leads ou conversões conforme os objetivos definidos.

    Conclusão

    As agências apresentam combinações diferentes de conteúdo, SEO, desenvolvimento web e comunicação. 

    A NP Digital integra conteúdo e aquisição; a Borda combina produção e desenvolvimento; a NAU trabalha com estratégia criativa; a Contatto inclui imprensa e influência; a Imédia conecta conteúdo a outras frentes de marketing; a Seonet prioriza busca orgânica; e a Meu Redator atende demandas variadas de produção.

    A decisão depende das necessidades da empresa e das etapas que precisam de apoio externo. 

    Uma estratégia integrada facilita a gestão editorial, reduz a fragmentação das entregas e aproxima conteúdo, distribuição e análise de resultados dentro da comunicação digital.

    CRÍTICA | Just Dance: Decades of Hits – Uma viagem musical pelas gerações

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    Just Dance: Decades of Hits foi lançado no dia 13 de setembro para PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch. Para os futuros donos do Nintendo Switch 2, a versão atualizada chegará no dia 10 de novembro, sem custos adicionais.

    Este é um título da Ubisoft, e agradecemos o envio da chave para a produção deste conteúdo.

    A nostalgia está em alta

    Just Dance

    Esta nova versão busca trazer um forte apelo nostálgico com uma verdadeira viagem no tempo, apresentando 35 músicas que marcaram seis décadas diferentes. Entre as faixas, temos sucessos como “Crocodile Rock” de Elton John, “Into the Groove” de Madonna e “Wannabe” das Spice Girls, cobrindo os anos 1970, 1980, 1990, 2000, 2010 e 2020.

    Just Dance é uma franquia de sucesso absoluto. Enquanto outros jogos com foco musical, como Guitar Hero e Rock Band, acabaram perdendo força ao longo dos anos, Just Dance se mantém firme e relevante. Isso se deve não apenas ao repertório nostálgico, mas também à facilidade de jogar e de apresentar o game a novos públicos. É aquele título que todo mundo já sabe que vai garantir a diversão em reuniões de família ou encontros com amigos.

    A mecânica continua super acessível: usando o controle do console ou o próprio smartphone para captar os movimentos, basta acompanhar os personagens e ícones na tela para aprender a coreografia. Enquanto a música rola, os pontos são somados e, no final, descobrimos quem conseguiu o melhor desempenho.

    Novidades na pista!

    Just Dance

    Um diferencial bacana desta edição é o modo campanha, que pode ser jogado sozinho ou com amigos. A história é simples e direta, sem textos extensos, mantendo o ritmo da jogatina ágil.

    Nossa protagonista, Lyra, está em uma missão para resgatar o Dr. Gigavolt. Para isso, ela precisa viajar no tempo, passando por décadas com temáticas únicas. O jogador avança dançando as músicas de cada época, respondendo a quizzes temáticos e navegando por um hub para selecionar faixas e desafios. Conforme progredimos, também desbloqueamos novos personagens e itens cosméticos para o perfil.

    Tudo em um só lugar

    Just Dance

    Se você gosta de manter sua biblioteca de jogos e faixas organizada, Just Dance agora facilita muito esse processo. Quem possui as edições de 2023 a 2026 poderá visualizar todas as músicas em um menu dedicado, centralizando o conteúdo.

    Além disso, assinantes do serviço Just Dance+ podem integrar seus pacotes adquiridos neste mesmo menu e criar playlists personalizadas da forma que preferirem. Embora algumas dessas funções já estivessem presentes em versões anteriores, a atenção extra à organização geral dá uma ótima sensação de ordem, ajudando bastante na hora de encontrar rapidamente aquela música específica para mostrar para a galera na sala.

    Algumas das músicas presentes neste título:

    • Anos 70: “Mamma Mia” – ABBA
    • Anos 80: “It’s Tricky” – Run-D.M.C.
    • Anos 90: “Wannabe” – Spice Girls
    • Anos 2000: “Bye Bye Bye” – *NSYNC
    • Anos 2010: “Turn Down for What” – DJ Snake & Lil Jon
    • Anos 2020: “NUEVAYoL” – Bad Bunny

    Vale a pena?

    Just Dance

    Para os fãs assíduos de Just Dance, adquirir a nova versão certamente já está no radar. O repertório focado em seis décadas diferentes torna o jogo extremamente versátil para grupos. As músicas mais recentes atraem os mais novos, enquanto os clássicos garantem que tios, pais e avós também entrem na brincadeira durante o almoço de domingo ou nas festas de fim de ano.

    Entretanto, tirando o novo modo campanha e a repaginada na organização da interface, o núcleo da experiência não traz grandes inovações. Vale colocar na balança se essas adições fazem diferença suficiente para você neste momento.

    A versão base do jogo sai por R$ 199,90, a Deluxe por R$ 249,99 e a Ultimate por R$ 349,99. É importante também prestar atenção nas particularidades de cada plataforma. Jogando no Nintendo Switch, o foco é totalmente na diversão sem a pressão de achievements, mas os caçadores de troféus no PlayStation precisam ficar atentos, pois pode ser necessário ter as demais versões do jogo atreladas para buscar a platina.

    A jogabilidade com os Joy-Cons continua fluida e responsiva, mas o uso do celular se mantém como uma ótima alternativa acessível. Com a atualização gratuita e aprimorada chegando para o Nintendo Switch 2 em novembro, a experiência de captação e performance promete ficar ainda mais interessante para a sala de estar.

    Confira o trailer do game:

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    Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.

    CRÍTICA | Stupid Never Dies é comédia romântica em games

    Nem todo romance adolescente é sobre um carinha tímido lutando pela atenção da garota descolada. Às vezes, é só um zumbi bem fraquinho que se apaixona e nem sabe se tudo vai dar certo, como em Stupid Never Dies.

    O RPG de ação 3D é o título de estreia do estúdio GPTRACK50 Inc., financiado pela NetEase Games e presidido pelo ex-funcionário da Capcom Hiroyuki Kobayashi. Seu lançamento ocorreu em 21 de outubro para PlayStation 5 e computadores, via loja digital Steam.

    A história de Stupid Never Dies acontece após um apocalipse iniciado com a chegada de monstros poderosos. Neste cenário, existe Davy, o zumbi mais fraco deste mundo, que, ao consumir um estranho ovo brilhante, ganha a habilidade de absorver os poderes e as memórias de outros monstros que derrotar.

    Stupid Never Dies é um jogo divertido e descompromissado, e vemos esses dois conceitos muito bem distribuídos entre todos os elementos do jogo. Apesar disso, entrega um desafio bem interessante porque possuí elementos de roguelite, ação no formato hack and slash, e considero uma experiência bem equilibrada em sua totalidade.

    Diferentemente dos jogos atuais que buscam uma estética altamente realista, encontramos algo muito semelhante ao estilo pop punk que fez muito sucesso nos anos 2000, com muitas cores e sem seguir um padrão artístico tradicional.A utilização do cel shading sem contornos em preto evidencia isso. Assim, tudo que está em 3D no jogo ganha um aspecto muito mais caricato e psicodélico.

    Ainda nesse tópico, é muito interessante como, por meio dessa técnica, ganhando um aspecto cartunesco, próximo de um fanzine. Além disso, essa abordagem se harmoniza com o tom do enredo, pois realça o aspecto de humor e jovialidade.

    Divertido e desafiador

    A jogabilidade segue o formato de masmorra, com exploração e um foco muito maior no combate e na progressão de nível dentro da fase. A gameplay fica muito divertida quando Davy consome o núcleo de um inimigo de elite para adquirir suas habilidades.

    Ao todo, existem 11 transformações, que vão desde o Lobisomem, cujo foco é a velocidade, Golem, para resistência, até o Demônio, cujo poder é devastador. Além disso, essas mudanças não afetam apenas a forma de jogar, como também têm a utilidade de garantir passagem para locais especiais na masmorra.

    Ao fim de cada fase, o jogador perde todas as melhorias, a história avança e você segue para a masmorra seguinte. Essa progressão pode parecer entediante sob uma certa perspectiva, porque sempre voltamos ao zero.Entretanto, esse elemento diverte por permitir a exploração de cada transformação da melhor forma possível.

    Apesar de o avanço pelas fases ser um pouco repetitivo, Stupid Never Dies entrega um desafio bem satisfatório quando se trata das lutas contra os chefes. Ao final de cada dungeon, o inimigo máximo surge, e eles têm padrões de ataque próprios, proporcionando lutas emocionantes e sendo um dos pontos altos da gameplay.

    Uma comédia romântica jogável

    A narrativa é divertida porque apresenta a primeira reviravolta assim que começamos, quando descobrimos que Davy está encarando tudo isso por Julia, uma garota congelada por quem o zumbi se apaixonou. Por causa disso, uma jornada que poderia ser qualquer história de terror de sobrevivência ganha um contorno de comédia romântica ao melhor estilo Meu Namorado é um Zumbi.

    Além de todos os elementos visuais, narrativos e de jogabilidade, Stupid Never Dies também é interessante porque é possível alcançar mais de um final. Em resumo, é muito interessante jogar novamente para explorar todos os desfechos possíveis.

    Stupid Never Dies é uma experiência divertida e descontraída que, simultaneamente, consegue ser desafiadora. Sendo assim é possível considerar uma estreia muito interessante do estúdio GPTRACK50 Inc. no mercado de games.

    Confira o trailer de Stupid Never Dies:

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    CRÍTICA: ‘Marvel’s Wolverine’ não é tão ruim, mas não faz jus ao legado da Insomniac

    Alguns dos elementos ligados ao Wolverine podem ser extremamente interessantes, principalmente no que tange à sua longevidade e ao fato de ele já ter vivido algumas vidas dentro de uma única existência. A Insomniac, em sua última empreitada, pareceu querer nos apresentar um recorte bem específico da vida do personagem, um “slice of life”, como dizem na cultura pop.

    ​Sendo bem diferente do que já vimos nas séries animadas, filmes e afins, o game do estúdio responsável por uma das melhores adaptações do Homem-Aranha nos lança em uma jornada de um Logan bastante particular.

    ​Integrando um Esquadrão X formado por Nathaniel Essex, Mística, Dentes-de-Sabre e outros, mergulhamos em um universo muito próprio.

    ​Porém, falhando em apresentar gameplay e narrativa verdadeiramente diversas, Wolverine se debruça, em quase toda a sua duração, em um combate e inimigos repetitivos ao longo de suas pouco mais de 17 horas.

    ​Gameplay e narrativa

    ​O combate de Wolverine se limita, em grande parte, à árvore de habilidades e aos poderes que ganhamos ao longo do caminho. Avançar pela jornada do game, bem como explorar cada um dos níveis, pode ser extremamente maçante e repetitivo.

    ​Um dos grandes problemas do jogo se dá pelo fato de tudo ser muito mastigado, principalmente a exploração. Apesar de o combate ser desafiador tanto nos níveis comuns quanto nos estágios de combate das “Portas do Pesadelo”, as grandes boss battles contra Sentinelas, Ômega Red e até mesmo o Dentes-de-Sabre (que, assim como em Spider-Man, mantêm os nomes originais em inglês: Omega Red e Sabretooth) são bem satisfatórias.

    ​Avançar pela história, contudo, pode ser pesaroso.

    ​Experienciei alguns bugs que me forçaram a dar um reload em diversos momentos. A necessidade de reiniciar para conseguir interagir com um item, acionar uma cutscene ou simplesmente fazer a missão progredir deixa claro que o game precisava de mais tempo de polimento antes do lançamento.

    ​Para piorar, o problema vai além do aspecto técnico: uma premissa simples e linear tira toda a emoção do que poderia vir a ser, de fato, uma grande história do personagem.

    ​Não quero parecer extremamente crítico, mas a Insomniac parece ter deixado de lado elementos que tornariam Wolverine infinitamente superior. Uma estrutura narrativa contada em várias eras, cujo mote principal culminasse nos dias atuais, por exemplo, seria incrível.

    ​Somado a isso, a presença de figuras como Jean Grey e os Morlocks parece subaproveitada, fazendo com que personagens com jornadas tão profundas soem superficiais.

    ​Marvel’s Wolverine é ruim?

    ​O game está distante de ser o desastre total propagado pela internet. Porém, longe de entregar uma experiência profunda, Wolverine pode soar maçante, tedioso e, no fim das contas, transparecer uma falta de coração no cerne de sua história.

    ​Logan, por outro lado, exibe uma dualidade muito única, característica de suas melhores versões. Ainda assim, esta interpretação em específico se distancia do padrão da cultura pop: enquanto em outras mídias o carcaju raramente dá brecha para aproximações, no game da Insomniac ele parece querer apenas ser amado e aceito por quem é.

    ​Por mais piegas que essa observação possa soar, essa parece ser a verdade da entrega.

    ​O trabalho de captura de movimentos de Liam McIntyre faz dele um bom Wolverine. Mas, como a história por si só parece ruir em momentos específicos, resgatar outros pontos positivos se torna uma tarefa difícil.

    ​Veredito

    ​Dada a sua classificação indicativa para maiores de 18 anos, era esperado que o game trouxesse tudo o que define o personagem: muito sangue, fúria e gore.

    ​Contudo, o que deveria ser divertido e variado acaba se tornando um dos aspectos mais frustrantes do jogo. A exploração, como citada anteriormente, é simplesmente jogada na tela por meio de um rastro azul.

    A habilidade de faro de Wolverine, em vez de criar uma mecânica instigante, quebra a imersão ao nos guiar por uma nuvem colorida direto até o objetivo. Isso sem falar nos itens colecionáveis espalhados pelos cenários, quase sempre destacados à distância no mapa.

    ​Os níveis até tentam simular áreas de exploração no estilo “Open bairro”, mas não passam disso. Ainda que desanimadora, essa movimentação vertical e horizontal é prejudicada pela falta de esmero dos desenvolvedores, que falham em instigar no jogador a vontade de vasculhar os cenários.

    ​À medida que prosseguimos, quando a árvore de habilidades de Logan já está praticamente completa, o game deixa de ser desafiador ou recompensador. A Insomniac entrega tudo fácil demais, presenteando o jogador com habilidades extremamente apelativas que transformam Logan no Deus Ex da própria história: a solução imediata para todos os problemas que a própria jornada tentou criar.

    ​No final das contas, Marvel’s Wolverine não chega a ser um desastre completo, mas passa longe do padrão de excelência que consagrou a Insomniac na indústria. É um título mediano que diverte em combates pontuais e na caracterização do seu protagonista, mas tropeça em um game design datado, na exploração engessada e no ritmo truncado.

    Para os fãs mais fervorosos do carcaju, vale a jogatina em uma boa promoção; para quem esperava o mesmo patamar de Spider-Man, fica o gosto amargo de um potencial que claramente não foi atingido.

    Confira o trailer do game:

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    CRÍTICA | ‘RuneScape: Dragonwilds’, sobrevivência, co-op e um novo rumo para a franquia

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    Provavelmente você já jogou ou pelo menos já ouviu falar sobre RuneScape, mas como um MMORPG. Sendo que RuneScape foi lançado em 2001 e ainda está ativo no mercado, mas esse novo jogo da sua franquia vai para um caminho um tanto diferente.

    RuneScape: Dragonwilds foi desenvolvido e publicado pela Jagex, lançado oficialmente em 15 de setembro de 2026 e está disponível no PC, PS5, XBOX X|S, XBOX Game Pass e Nintendo Switch 2.

    Agradecemos por terem nos enviado uma cópia de Nintendo Switch 2 para criação de conteúdo.

    Bom, se não é um MMORPG, o que é RuneScape: Dragonwilds?

    Runescape: Dragonwilds

    De uma forma bem direta, essa é uma experiência que conta com legendas em PT-BR e que mistura RPG, criação, sobrevivência e cooperação.

    Achei a iniciativa bem interessante, apesar de já termos no mercado tantos títulos de sobrevivência cooperativa que dá uma sensação de saturação, é bom vermos novos jogos chegando com ideias novas e que sejam interessantes, não só mais um jogo com mundo aberto para você coletar madeira, fazer a primeira casa e abandonar.

    Minha primeira experiência

    Runescape: Dragonwilds

    Pessoal, eu não joguei o RuneScape original, o MMORPG, apesar de conhecê-lo de longe, na sua época de lançamento eu não tinha um PC e era muito nova, mas poucos anos depois entrei nesse vício e ao crescer, infelizmente, precisei sair desses jogos, ainda amo um bom MMORPG, mas a constante necessidade de ter que acompanhar eventos e outras questões com datas, reuniões de clã, etc., faz com que eu não consiga mais acompanhar o ritmo de um clã dedicado a esses jogos.

    Porém, ao ver que esse tinha uma pegada diferente, me lembrando mais Valheim e outros do gênero que joguei bastante com 2 ou 3 amigos, aí eu me vi mais interessada em jogá-lo.

    A mecânica de combate é bem divertida, podemos lutar com armas brancas como arcos, facas, escudos, etc., além de podermos usar magia com varinhas e cajados, no jogo coletamos runas, usamos para soltar magias e podemos ir melhorando nosso leque de feitiços disponíveis.

    Mas você não precisa criar um personagem para cada função e nem ficar distribuindo os atributos, como seria em um MMORPG ou RPG mais tradicional, aqui você apenas equipa o item e já pode estar atacando com sua faca, dando parry com seu escudo ou atacando com magia.

    Runescape: Dragonwilds

    Se você já jogou algum soulslike, a movimentação é bem parecida, não é um jogo soulslike exatamente, tá? mas o jeito que atacamos, podemos dar parry e nos esquivamos vai lembrar muito a movimentação de algum jogo soulslike, particularmente eu gostei muito disso, achei o combate rápido dessa forma e bem familiar.

    Conforme utilizamos cada item ou fazemos certas ações, vamos upando nosso nível, não é demorado, mas esse nível vem com a repetição daquele uso em si e assim vamos treinando nosso personagem com sua faca ao acabar com diversos duendes, ou melhoramos o nível cortando madeira, etc.

    Não tem inimigos esponja de dano, não demoramos muito para evoluir e assim tudo acabou me agradando, sendo bem mais divertido que outros títulos que joguei desse gênero e com um progresso bem instigante.

    Construção de Bases

    Já que estamos falando de um jogo de sobrevivência, temos que ver como é o seu sistema de construção de estruturas, certo?

    Sinceramente, achei o sistema de construção bem fácil de entender, mais tranquilo de ligar uma estrutura na outra, fazendo com que seja mais gratificante construir e continuar expandindo nossa base.

    Acredito que foi o primeiro jogo do tipo que construí uma primeira casa bem legal. A primeira hora do jogo eu estava bem perdida tentando entender o que fazer e os comandos, mas por falta de costume com o controle nessa parte, joguei outros títulos do estilo no mouse e teclado, no meu PC com amigos em chamada de vídeo, mas aqui decidi jogar no Nintendo Switch 2 e preferi começar um jogo sozinha.

    Foi interessante jogar assim, pois apesar do combate ser familiar, os demais comandos para construção e voltados à exploração eu levei alguns minutos a mais para me acostumar, mas nada que fosse complicado demais.

    E jogando sozinha no meu primeiro mundo, achei que é um bom jogo de sobrevivência para quem gosta do estilo, mas que prefere jogar sozinho ou que mal consegue achar uma turma hoje em dia que tenha todo dia o mesmo dia de folga e horário disponível para a jogatina.

    Falando em CO-OP

    Runescape: Dragonwilds

    Eu também testei o modo cooperativo, o jogo saiu para XBOX Game Pass há pouco tempo atrás e dessa forma minha noiva baixou o jogo para testarmos e por ter crossplay, pudemos jogar em cooperativo tranquilamente.

    Eu sou muito fã de jogos que dividem a tela ou que pelo menos têm crossplay, muitas das vezes vamos ter amigos que não possuem a mesma plataforma, eu atualmente amo jogar de modo portátil e por isso preferi jogar no Nintendo Switch 2, que tem seus pontos fracos, como um gráfico um pouquinho feio, mas que se mantém a 30 FPS no portátil e no modo TV, mas apesar disso, não temos dois Nintendo Switch 2 em casa, porém meu PC é meu companheiro de longa data para jogatina, criação de conteúdo, trabalho e etc.

    Então, como o jogo tem crossplay, bastou cada uma jogar em um aparelho e pronto.

    Mas não se enganem, a possibilidade de co-op não torna o jogo um MMORPG, na real, podemos jogar com até 4 pessoas em um servidor, podemos criar vários mundos, então você pode ter um seu sozinho e outro com seus amigos.

    Personagens e personalização

    Quando iniciamos o jogo podemos criar um personagem e teremos uma parte de personalização dele para escolher cor, tipo de cabelo, rosto e etc., não é tão elaborado, mas é suficiente e combina com o estilo do jogo.

    Esse mesmo personagem pode ser usado em vários mundos, não fica limitado ao mundo que você criou. E sim, também podemos ter outros personagens, caso queira começar um do zero.

    O que vem pela frente…

    Runescape: Dragonwilds

    Estamos em outubro, mas o jogo já tem calendário de atualizações desde janeiro, pois o game estava em acesso antecipado, é interessante vermos como a Jagex está empenhada em ouvir a comunidade, trazendo atualizações necessárias, mas que também mostrava que desde o começo já estavam planejando atualizações para manter o game ativo e cheio de coisas novas.

    Nintendo Switch 2

    Não tive problemas de crashs no híbrido da Nintendo, e pro estilo, acho que 30 FPS são excelentes para uma boa experiência por aqui, mas é nítido que o jogo não é tão bonito quanto nos demais consoles, o que é um tanto estranho, temos jogos realmente lindos no Nintendo Switch 2.

    Como também jogo no PC, de longe consigo ver o rastro do uso de upscaling quando parece muito agressivo, mas isso se deve ao tanto de vezes que preciso escrever sobre desempenho e já me peguei acostumada a identificar rastro de ghosting por uso de frame generation ou de upscaling quando a resolução é muito baixa para tentar alcançar pelo menos 1080p, então sim, é possível notar que não está visualmente muito bonito em certos detalhes não, ao girar a câmera com rapidez ou correndo com o personagem notamos facilmente alguns problemas visuais em volta dos personagens ou do mapa ficando um borrão.

    Deixo claro que não deixei de me divertir por isso, eu adorei viver nesses meus mundinhos de RuneScape: Dragonwilds, tanto que não vou parar de jogar, tem muita coisa que eu ainda quero ver, mas deixo aqui que se você tem mais de uma plataforma, portabilidade não é um foco para você e você se importa muito com gráficos, jogar nos demais consoles pode ser mais agradável.

    Precisa estar online?

    Runescape: Dragonwilds

    Sim e não, você não precisa estar com o console escolhido conectado à internet para jogar no modo solo. Ele possui um modo off-line para permitir que você jogue sozinho e isso faz muita diferença no modo portátil para quem quer levar o Nintendo Switch 2 em viagens.

    Mas é necessário ativar o modo off-line na sua plataforma antes, geralmente a Steam, ou no XBOX Game Pass pede para você deixar ativo o modo off-line e assim alguns jogos funcionam fora da internet.

    E no caso do Nintendo Switch 2, mesmo no modo solo, é necessário estar com o console conectado à internet na primeira vez em que abre o jogo, pois o jogo faz uma verificação de rede no login inicial.

    Outra coisa é que você precisa configurar o seu mundo para jogar sozinho nesse caso, senão, ele vai abrir o menu e te pedir para verificar sua conexão com a internet e isso pode ser bem frustrante, então tenha um mundo já feito para jogar no modo solo e em uma viagem você precisará ao menos compartilhar a internet do seu celular com o console na primeira conexão do jogo.

    Resumindo: vale a pena?

    Runescape: Dragonwilds

    Aqui você vai encontrar um jogo cooperativo de sobrevivência com uma empresa que parece estar bem dedicada em lançar atualizações e novidades, um jogo divertido e que tenta realmente trazer novidades para se destacar em meio a um mar de jogos já consolidados no gênero, além de outros nesse mar que são só mais um, né?

    Onde podemos criar personagens e mundos diferentes, que podemos jogar em modo solo ou modo cooperativo, que apesar das ressalvas, é possível jogar offline também.

    RuneScape: Dragonwilds também possui legendas em PT-BR e um valor interessante, saindo por R$114,90 na edição base, a edição que eu possuo é essa, mas por R$151,99 você pode ir na opção Deluxe Edition e ter uma variedade de itens cosméticos e decorativos disponíveis, sendo que alguns deles fazem referência ao Old School RuneScape.

    Em meio a tantos jogos sem legendas em PT-BR e custando entre R$350 e R$550, acredito que seu valor seja interessante sim e que com certeza você terá bastante conteúdo para aproveitar por várias horas, seja solo ou em co-op.

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    CRÍTICA|  Clive Barker’s Hellraiser: Revival eleva o terror a outro nível

    Hellraiser é um clássico do terror que adapta o livro Hellbound Heart e foi um sucesso durante a década de 80. Ao longo do tempo, recebeu novos filmes e adaptações em histórias em quadrinhos. Neste ano, chegou ao universo dos games com Clive Barker’s Hellraiser: Revival.

    Desenvolvido e publicado pela Saber Interactive, que tem experiência em trazer filmes de terror para a décima arte, como Guerra Mundial Z e Evil Dead, além de Warhammer 40,000: Space Marine 2. O lançamento ocorreu em 8 de outubro para as plataformas PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X e Series S e para computadores, via loja digital Steam.

    O enredo de Clive Barker’s Hellraiser: Revival acompanha Aidan Lynch (um cobrador de uma gangue de motoqueiros) e sua namorada, Sunny, que, sem intenção, acionam o ritual de Pinhead com a misteriosa caixa de quebra-cabeça chamada Configuração da Gênese. Sunny aceita uma oferta do Sacerdote do Inferno e acaba sendo levada e aprisionada no Labirinto dos Cenobitas.

    Aidan é capturado pela Igreja Escarlate, um culto devoto aos Cenobitas liderado por Marlowe, que tenta fabricar novos Cenobitas na Terra. A partir daí, Aidan precisa usar os poderes sobrenaturais e a telecinese concedidos pela Configuração da Gênese, em conjunto com armas terrenas, para escapar do culto, desvendar o pacto de Pinhead e tentar resgatar Sunny antes que o ritual se complete.

    O inferno como raramente se encontra em games

    O recente título da Saber Interactive não busca suavizar, em nenhum momento, a linguagem da obra que está adaptando. Portanto, é importante ressaltar que, caso se sinta mal durante sua experiência por causa do visual ou dos temas abordados, procure ajuda profissional.

    Em termos de jogabilidade, existe a combinação entre armas humanas e os poderes sobrenaturais da Configuração da Gênese. Neste ponto, é perceptível a referência a franquias como Resident Evil, onde era possível adquirir armas através da exploração, como também por meio de um mercador.

    As opções seguem o padrão clássico do terror de sobrevivência, como pistola, faca e até mesmo o rifle de assalto. Entretanto, o que torna a mecânica de combate interessante é combinar estas armas com poderes como a telecinese ou a pirocinese.

    A caixa é o objeto mais relevante nas mecânicas de jogo porque funciona como arma, ferramenta de resolução de puzzles, recurso para recuperar pontos de vida e também para abrir caminho. Mesmo com tantas funções, ainda é necessário recorrer às armas para sobreviver, e isso torna o combate muito equilibrado.

    Além disso, também podemos combinar os itens de exploração para criar ferramentas úteis, como a gaze e as bandagens. Hellraiser: Revival, mesmo tendo estes elementos, não tem um gerenciamento exigente, porém é muito necessário para sobreviver.

    Um enredo que agrada fãs e engloba novatos

    A estética visual é pesada, explorando ao máximo os elementos de gore, violência e conteúdo adulto bem como no livros de Clive Baker. Isso gera um impacto inicial com boa tensão porque poucos são os jogos que exploram tanto isso. Porém, quanto mais você se acostuma com a ambientação, mais a experiência se direciona para a preocupação, e essa transição é muito bem realizada.

    O enredo é um dos grandes destaques, com uma história que vai agradar a um fã da franquia e se torna uma ótima porta de entrada para um novato porque usa bem a liberdade criativa e o conhecimento deste universo. Essa história explora o conceito do hedonismo ao seu máximo, e a presença de Doug Bradley retornando ao papel de Pinhead aumenta a imersão da narrativa.

    Clive Barker’s Hellraiser: Revival é uma experiência de jogo totalmente focada no público adulto, explorando de forma muito impactante os temas deste universo e acrescentando uma jogabilidade que conversa de forma direta com tudo isso por meio de sua abordagem visual.

    Confira o Trailer de Clive Baker’s Hellraiser: Revival:

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