Início Site Página 522

    13 jogos de terror para apavorar seu Halloween

    Quem é o maior fã de produções de terror? Não sei, mas eu não sou. Preciso confessar: eu sou muito cagão assustado. Mas ainda assim, tem alguns jogos que eu acho que valem muito a pena. E já que estamos em véspera de Halloween, vou fazer um esforço, superar meus medos e trazer uma lista com treze (o número tinha que ser temático também, né?) dos jogos que eu considero os melhores do gênero.

    Espia a lista que foi feita com muito carinho e entra no clima da All Hallow’s Eve (sabia que antes de ser dia das bruxas, Halloween era um festival em homenagem ao início do inverno? Te conto mais outra hora se quiser).

    Carrion

    Poucos jogos já lançados são como Carrion. Ao contrário do usual, aqui o caminho do terror é inverso: você assume o controle “da coisa”. Chamo de coisa porque o personagem é uma criatura sem forma específica, com tentáculos e que, claro, se alimenta de humanos. Um jogo de plataforma que lembra muito o gênero metroidvania com uma física interessante e muito, mas muito sangue.

    Disponível via Steam, Microsoft StoreSwitch.

    Dead Space

    Não falo aqui só de um jogo, mas da franquia Dead Space (1, 2 e 3). Uma série de jogos com temática espacial e um survival horror de tirar o fôlego. A história é muito bem construída (talvez a do terceiro não entregue o melhor possível) mas a atmosfera e a imersão que o jogo permite roubam a cena e são interessantíssimas para a proposta.

    Disponível via SteamMicrosoft Store.

    Alien Isolation

    Seguindo a temática espacial, Amanda Ripley vem aqui te conduzir por este jogo de extrema angústia. Os gráficos do jogo são excelentes, a qualidade do áudio é impecável e a necessidade da furtividade somada aos aleatórios e inevitáveis encontros com o bichão vão te fazer prender a respiração.

    Disponível via Steam, Microsoft Store, PSN e Switch.

    SOMA

    Não curtiu a pegada espacial? Então deixa eu te convidar pra ir pra uma instalação subaquática onde você caiu de paraquedas (não é força de expressão) recheada de criaturas (máquinas? humanos? não sei).

    SOMA tem gráficos muito bons e uma imersão incrível, mas o ápice realmente é a história. Um excelente survival horror. Talvez um dos melhores e mais subvalorizados.

    Disponível via Steam, PSN e Microsoft Store.

    Until Dawn

    Seja parte de um terror adolescente com uma ótima trama, conhecendo e guiando cada personagem durante esta noite e torça para que o amanhecer chegue antes que o que está lá fora te encontre.

    Disponível via PSN.

    Don’t Starve Together

    O que pode ser mais aterrorizante do que precisar sobreviver em um mundo desconhecido? Poderia ser o mote de Don’t Starve não fossem seus traços cartunescos e o humor ácido presente no jogo.

    Don’t Starve Together é uma ótima opção de entretenimento, um pouco de terror e muita diversão com seus amigos.

    Disponível via Steam, Microsoft Store, PSN e Switch.

    Phasmophobia

    Na pegada cooperativa, com mais 3 players, explore uma casa abandonada e conheça o fantasminha (não tão camarada) que a assombra. Parece simples? Mas não é.

    As mecânicas são relativamente complexas, e digamos que o pavor de ter alguma criatura estranha te perseguindo não ajuda muito a manter a calma. Desafio bacana, com alguns sustos e boas risadas com a galera.

    Disponível via Steam.

    Pacify

    Com uma proposta semelhante à Phasmophobia, Pacify te desafia a desvendar o mistério por trás de uma funerária que oferece “uma última chance de conversar com os mortos”.

    Bonecas, risadas, sombras, pessoas desaparecidas. Todos estes são os elementos que você e seu grupo encontrarão neste jogo apavorante (mesmo que sem gráficos muito trabalhados) e bastante divertido (pra quem gosta).

    Disponível via Steam.

    Outlast

    Só o fato de ser um jogo de terror onde não temos como combater os inimigos, já é sufocante o suficiente. Corra, se esconda e tente sobreviver.

    Um repórter, uma câmera, um manicômio e uma edição de áudio de sujar as calças; o que pode dar errado?

    Disponível via Steam, PSN, Microsoft Store e Switch.

    Amnesia

    Esses jogos em que não temos como atacar são, na minha opinião, os piores e deveriam vir com um pacote de fraldas. Gente do céu. Não bastasse o desespero de não poder reagir ao que nos ataca, Amnesia (os três da série) trabalha muito sobre a saúde mental do personagem (e do jogador também).

    Além disso tudo, tem alguns puzzles pra resolver (só pra ajudar).

    Disponível via Steam, PSN, Microsoft Store e Switch.

    The Forest

    Único sobrevivente de um acidente aéreo, você está em uma floresta desconhecida e agora, tem que se esforçar para sobreviver ao que nela se esconde. Animais silvestres são perigosos, mas não tanto quanto os mutantes e outras criaturas bizarras que pode aparecer.

    Um clássico survival com elementos de construção satisfatoriamente complexos, uma atmosfera muito bem construída e excelente modo história.

    Disponível via Steam e PSN.

    Hollow Knight

    De todos da lista, o mais light (em tema de sustos). Este jogo indie é um metroidvania com dificuldade e alguns elementos bem ao estilo soulslike.

    A história e o enredo são pontos altos do jogo, o que ajuda a dar o clima mais sombrio. Um excelente desafio para o fim de semana.

    Disponível via Steam, PSN, Microsoft Store e Switch.

    Five Nights at Freddy’s

    Você aceitou um emprego para trabalhar cinco noites como vigia noturno na pizzaria Freddy Fazbear’s Pizza. Não é das melhores tarefas, mas calma. Tudo sempre pode piorar.

    A pizzaria é famosa tanto por seus bonecos animados quanto por suspeitas de desaparecimentos e homicídios. Vai lá! Vigia a pizzaria aí, por gentileza, minha alma abençoada.

    Disponível via Steam, Microsoft Store, PSN e Switch.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Cyberpunk 2077: Conheça o apartamento de V em Night City

    O apartamento de V é sua safehouse no game, localizada no megaprédio no Distrito Watson de Night City. O apartamento é de V e é o único que pode ser nosso em Cyberpunk 2077.

    PANORAMA

    V consegue o apartamento no começo do game logo após chegar a Night City.

    O jogador terá a opção de trocar roupas, armas, dormir e também levar pessoas para seu apartamento para passar a noite. O apartamento também conta com um banheiro, um computador e um rádio, onde notícias e músicas podem ser ouvidas.

    O estilo visual do apartamento varia, baseado em cada um dos estilos de personagem que o jogador escolher. Se você escolher o ser um: Nomad, Streetkid ou Corporate; o apartamento refletirá a diferença no crescimento do personagem e personalidade.

    Baseado nas escolhas que você fizer ao longo do game, as coisas também mudarão. Conforme a progressão continua durante o game, o apartamento de V estará em constante evolução e estará sempre mudando. Entretanto, o apartamento não pode ser mudado de lugar e será sempre localizado no Distrito Watson.

    Veja nossos artigos sobre o mundo do game:

    Conheça Johnny Silverhand, personagem de Keanu Reeves

    Conheça a Moxes, uma das gangues de Night City

    Conheça a Tyger Claws, uma das gangues de Night City

    Conheça o Trauma Team, a equipe médica do game

    Conheça V, o personagem jogável do game

    Conheça a Samurai, a banda de Johnny Silverhand

    Conheça os Voodoo Boys, uma das gangues de Night City

    Conheça a história dos Implantes Cibernéticos

    Cyberpunk 2077 será lançado em 10 de dezembro para PC, PS4, Stadia, e Xbox One, com versões para PS5 e Xbox Series X ainda em desenvolvimento.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Da decadência à inovação: Por onde andam os filmes de slasher?

    0

    O gênero de slasher sempre esteve presente no imaginário popular. De Norman Bates, passando por Michael Myers até à franquia Pânico, esses filmes atravessam anos com continuações duvidosas, mas ainda assim, cheios de sagacidade.

    Porém, o começo desse subgênero do terror no cinema não foi nada agradável. Com cara de contracultura, os filmes de slasher sempre foram uma subversão da boa moral das famílias cristãs trazendo à tona toda hipocrisia de uma sociedade em decadência.

    Uma afronta dessas também não iria passar despercebida pelos críticos, já que sempre consideraram o gênero de terror um segmento menor do cinema. O que não impediu que o gênero de slasher caísse nas graças do público.

    Tomados pela curiosidade do sanguinolento e pelos impulsos voyeurísticos é quase catártico assistir um filme de gato e rato. Mas, voltando para o começo, após a era dos filmes de monstros, o terror do cinema foi se tornando cada vez mais realista, estando claramente influenciado pelas mudanças culturais da época.

    Os medos da sociedade em filmes de slasher 

    Janet Leigh como Marion Crane, em Psicose.

    Os anos 60 foram cruciais para formular os filmes de assassinos impiedosos. Obras como Psicose (1960) e O Massacre da Serra Elétrica (1974) deram vida aos medos de uma sociedade conservadora, enquanto punia os transgressores dos bons costumes.

    Basta lembrar da simpática Marion de Psicose que é morta por simplesmente despertar o desejo sexual de Norman. Já em O Massacre da Serra Elétrica, considerado o primeiro filme de slasher, a influência para a matança dos jovens por um canibal mascarado vem dos eventos mundiais da época como a Guerra do Vietnã.

    Mas, o gênero de slasher só foi de fato consagrado nos anos 70 e 80 com assassinos em série e franquias gananciosas. A ênfase foi na cultura hippie e punk que deram mais destaque para os jovens na sociedade. Logo, os filmes de slasher viram uma ótima oportunidade de explorar o universo adolescentes, focando principalmente nas descobertas sexuais.

    Sendo assim, o famoso Halloween (1978) de Michael Myers se tornou um ícone ao optar nos primeiros minutos de tela pela câmera subjetiva mostrando o ponto de vista do menino Michael. Mas, indo além, o filme explora as relações de gênero na sociedade e também a questão da moral.

    Assim como em Halloween, em Sexta Feira 13 (1980) e em A Hora do Pesadelo (1984) o retrato da mulher também é amplamente estereotipado. Se por um lado, os slasher foram importantes para o protagonismo feminino com as final girls, por outro, as mulheres, além de serem constantemente vítimas de violência, são vítimas de uma violência sexualizada.

    Não à toa, após onze filmes de Halloween, doze de Sexta Feira 13 e seis de A Hora do Pesadelo houve uma grande massificação e banalização do gênero. Logo, o senso de responsabilidade social foi deixado de lado para dar lugar ao lucro por saudosismo. Sendo assim, há quem diga que a época de ouro do gênero morreu com Michael Myers, Jason e Freddy Krueger. Mas, está bem longe disso.

    A nova onda de slasher  

    No final da década de 90, os filmes de slasher estavam desacreditados. Mas eis que surge a franquia Pânico (1996) e com ar de deboche traz de novo os assassinos em série para o cinema. Pânico tem claramente uma autoconsciência que é um filme de terror e por isso consegue transgredir o gênero.

    Porém, a trama caiu na mesma armadilha das franquias e rendeu quatro filmes. Aos poucos o slasher foi ficando nas sombras e dando lugar aos filmes de assombração. É comum que dentro do terror, subgêneros façam mais sucesso que outros dependendo da época e da recepção do público. Mas, o que nunca sai de moda é o medo.

    Sendo assim, o gênero de slasher migrou para a era da tecnologia e informação. Logo, usando câmeras, discussões sobre racismo e até mesmo de doenças sexualmente transmissíveis conseguiu se reinventar e ressurgir em uma nova forma.

    Corrente do Mal (2014) trabalha simbolicamente com o tabu das doenças sexualmente transmissíveis. O assassino em questão é um ser sobrenatural que irá encontrar a vítima a não quer que ela passe a maldição através do sexo.

    Em Hush – A Morte Ouve (2016) o protagonismo feminino é outra vez revivido, mas de forma mais consciente de suas imposições. Já em Nós (2019), o real terror está no racismo de forma velada, segregação social e no que separa “nós” dos outros.

    Por último, no recente The Rental (2020), o assassino segue os mesmos requisitos: uma arma branca para matar, mascarado e extremamente calculista. No entanto, ao utilizar câmeras para monitorar suas vítimas e brincar com elas, o gênero acerta em cheio no medo da invasão de privacidade.

    Dessa forma, os novos filmes de slasher são um respiro para o gênero e vai muito além dos fantasmas e monstros. Saber que outro ser humano pode ser tão maligno é o que realmente assusta uma sociedade que está 24 horas conectada.

    O slasher tem a tendência de se adaptar, pois reflete os nossos piores medos. Nada mais justo que ficarmos de olhos bem apertados para esses filmes. 

    LEIA TAMBÉM:

    5 filmes para entender a nova era de horror no cinema nacional



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Genshin Impact: Desenvolvedora dá código de Primogems de graça!

    A desenvolvedora de Genshin Impact, miHoYo tem liberado alguns códigos desde o lançamento oficial do game, dando aos fãs uma oportunidade por tempo limitado para coletar recompensas raras. E parece que o código promocional foi renovado, e os jogadores serão capazes de coletar alguns pequenos presentes, sendo um deles, Primogems.

    Enquanto os jogadores encontram diversas formas de moeda, como Mora, armas valiosas e novos personagens podem ser coletados apenas quando tirados por meio de Orações com essa moeda única, rara e premium. Exatamente o tipo de moeda que esses códigos oferecem.

    Os Viajantes dependem dos Primogems para fazer Orações e outras compras especiais in-game, e a moeda premium é difícil de conseguir. Apesar dos jogadores receberem Primogems ao completar Conquistas em Genshin Impact, ou até mesmo fazer simples descobertas, é normalmente uma recompensa de 5 a 10. Para motivos de comparação, cada Oração custa 160 Primogens.

    Desde o lançamento do game, os jogadores foram capazes de reclamar códigos similares duas vezes, mas independente dos códigos passados, qualquer Viajante pode coletar esses códigos promocionais em Genshin Impact (se selecionar o código apropriado dependendo da região do código):

    • América do Norte – GenshinMHY0M
    • Europa – GenshinMHY0O
    • Sudeste Asiático – GenshinMHY0I

    Os jogadores podem entrar no site oficial da miHoYo, via uma página intitulada “Redeem Code“. Eles recompensam cada jogador com 30 Primogems para cada jogador. Dito isso, há algumas restrições:

    • Os Viajantes precisam ter um Rank de Aventura 10 antes de reclamar o código;
    • O personagem precisa estar ligado na conta da miHoYo;
    • Cada código expira após um uso.

    Os jogadores também devem ter em mente que esses códigos expiram. Então trate de reclamar esse código agora, ou talvez você deixará de receber os Primogems em questão. Uma vez que vocês reclamarem o código, o jogador então receberá uma mensagem in-game com os Primogems.

    Apesar de ser um pequeno gesto, é bem útil receber qualquer quantidade de Primogems. Sem falar em que os jogadores tem recebido por meio do evento da Klee também. Viajantes não apenas estão aproveitando o evento atual, mas também estão descobrindo novas aventuras, como foi revelado na quest recém-adicionada de Mona.

    Genshin Impact está disponível agora para Android, iOS, PC, PS4, com uma versão em Switch atualmente em desenvolvimento.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Cyberpunk 2077: Conheça a história dos Implantes Cibernéticos

    Apesar de próteses cibernéticas serem originalmente desenvolvidas para fins práticos e médicos, eles rapidamente se tornaram um estilo de vida. Em 2077, Implantes Cibernéticos se tornaram tão comuns quando tatuagens ou joias. As razões para instalar podem variar, incluindo simples upgrades tecnológicos, melhorias de combate, e até mesmo por moda.

    A posse de melhoramentos cibernéticos, se tornaram uma parte integral e definitiva da cultura de Night City. A singularidade é outra forma de moeda. Para se destacar, você precisa fazer parte. Estilo é tudo.

    HISTÓRIA

    Geração Zero

    No começo do Século XXI, próteses médicas foram principalmente implantadas para substituir partes do corpo, tal como dentes, ossos faciais, palato, ou juntas. Implantes tecnológicos são a evolução das próteses.

    A fim de salvar vidas humanas, a ciência criou válvulas cardíacas artificiais, extremidades, ou vértebras; isso permitia que os pacientes que sofreram enormes traumas para que voltassem a atuar normalmente na sociedade.

    Durante a Primeira Guerra da América Central no começo dos anos 90, o desenvolvimento de melhoramentos cibernéticos melhoraram significativamente quando centenas de soldados americanos estavam voltando para casa severamente machucados.

    Melhoramentos cibernéticos se tornaram mais sofisticados e mais difundidos conforme as tecnologias progrediram. Japão e Alemanha estavam na vanguarda do desenvolvimento e pesquisa enquanto a medicina estavam evoluindo. Entretanto, apesar das inovações incríveis no campo médico e o quão difundido os melhoramentos estavam se tornando, ainda era caro.

    O primeiro braço prostético não tinha nenhum dedo, ao invés disso, ele tinha uma garra e o braço em si, era completamente pesado. Esses designs primitivos dos anos 90 eram conhecidos como designs da Geração Zero.

    Geração Um

    O desenvolvimento de melhoramentos médicos pós-guerra, auxiliou no processo de miniaturização entre eles os mais marcantes foram:

    • Reforçamento de colunas vertebrais e juntas foram feitas para trabalhadores;
    • Filtros de ar transplantada nos tratos respiratórios para aqueles que trabalhavam em ambientes poluídos;
    • Melhoramentos cibernéticos também foram produzidos para guerra durante a Revolução Industrial de Melhoramentos Cibernéticos em 2010.

    Os primeiros a serem produzidos foram projetados com esses implantes de combate foram a Segunda Guerra da América-Central, bem como a Segunda e a Terceira Guerra Corporativa.

    Nos Estados Unidos, a megacorporação Militech, melhorou seus soldados aumentando sua capacidade de carregamento, sensores de movimento e telêmetros.

    Uma corrida armamentista começou entre exércitos privados que pertenciam a megacorporações como a Arasaka que ainda existe em 2077. A Geração Um de melhoramentos cibernéticos é facilmente encontrada no mercado negro, que são normalmente vistas na posse de cidadãos pobres que não podem comprar nada melhor.

    A Geração Um é feita de metal e plástico.

    Geração Dois

    O mercado de melhoramentos cibernéticos começaram a crescer após as guerras. As mesmas corporações que tomariam normalmente parte nas guerras agora viam oportunidades de lucrar por meio de sua linha de implantes médicos. Armas cibernéticas também foram desenvolvidas nessa época.

    TIPOS

    V possui implantes cibernéticos que o jogador pode instalar, trocar ou melhorar por meio de oficinas disponíveis em Night City. Também existem três categorias que podem ser distinguidas:

    • Ativa: Precisa ser carregada pelo jogador diretamente, pode ser comparada as armas;
    • Desencadeada: Ativada assim que algumas condições forem atingidas;
    • Passiva: Os implantes cibernéticos começam a funcionar assim que instaladas e continuam a funcionar no fundo.

    O jogador então pode instalar os implantes cibernéticos de sua escolha em diferentes slots do corpo de V:

    • Cérebro (3 slots);
    • Olhos;
    • Sistema cardiovascular (3 slots);
    • Sistema imune (2 slots);
    • Sistema nervoso periférico (2 slots);
    • Pele (3 slots);
    • Sistema operacional (1 slots);
    • Sistema esquelético (1 mão, 1 braço, 1 perna em ambos os lados).

    Comparáveis a outros itens, há itens comuns, incomuns, raros, épicos e lendários para obter. Alguns implantes cibernéticos existem em diferentes qualidades, outros podem existir apenas na forma épica. Dependendo na qualidade do melhoramento cibernético, um número diferente de slots é ocupado.

    Veja nossos artigos sobre o mundo do game:

    Conheça Johnny Silverhand, personagem de Keanu Reeves

    Conheça a Moxes, uma das gangues de Night City

    Conheça a Tyger Claws, uma das gangues de Night City

    Conheça o Trauma Team, a equipe médica do game

    Conheça V, o personagem jogável do game

    Conheça a Samurai, a banda de Johnny Silverhand

    Conheça os Voodoo Boys, uma das gangues de Night City

    Cyberpunk 2077 será lançado em 10 de dezembro para PC, PS4, Stadia, e Xbox One, com versões para PS5 e Xbox Series X ainda em desenvolvimento.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA | We Are Who We Are: Episódio 7 – Right Here, Right Now VII

    0

    O penúltimo episódio de We Are Who We Are foi ao ar na última segunda-feira (26/10), na HBO, com o título de Right Here, Right Now VII. A minissérie tem roteiro e direção de Luca Guadagnino.

    SINOPSE

    A base militar é abalada com a trágica morte de Craig (Corey Knight) e de outros soldados em missão. Enquanto todos tentam processar o luto, Caitlin (Jordan Kristine Seamón) precisa escolher entre o grupo de amigos e Fraser (Jack Dylan Grazer). Richard (Scott Mescudi) acusa Sarah (Chloë Sevigny) de ter causado a morte dos soldados.

    LEIA TAMBÉM:

    CRÍTICAS – We Are Who We Are

    Episódio 6 – Right Here, Right Now VI

    Episódio 5 – Right Here, Right Now V

    Episódio 4 – Right Here, Right Now IV

    Episódio 3 – Right Here, Right Now III

    Episódio 2 – Right Here, Right Now II

    Episódio 1 – Right Here, Right Now

    ANÁLISE

    CRÍTICA | We Are Who We Are: Episódio 4 - Right Here, Right Now IVRight Here, Right Now VII colocou em xeque os reais temas que a série deseja tratar. A um passo de seu final, We Are Who We Are parece querer abraçar mais do que seus oito episódios conseguem. Isso porque, ao tratar ao longo de uma hora como os personagens reagem ao luto, é pouco provável que questões como a transição de Caitlin sejam exploradas de forma convincente no último episódio.

    Logo, o que fica é um gosto amargo na boca. O problema não é o episódio em si, até porque, a narrativa é pertinente e evidencia como esses personagens estão quebrados. Contudo, é decepcionante que a série queira concluir arcos após um momento onde os personagens estariam claramente desnorteados.

    Apesar disso, o episódio sete é um momento único que ao trazer o sentimento de luto, raiva e tristeza causa um extremo cansaço no expectador. Já no ginásio da escola, quando Britney (Francesca Scorsese) entra pela porta e troca olhares com Caitlin e Danny (Spence Moore II) é evidente que houve uma tragédia. Logo, uma sensação de abatimento toma conta. 

    No discurso de Sarah não podia ser diferente, a frieza que ela trata os acontecimentos dizendo que os soldados foram heróis é de revirar os olhos. Frazer tem o mesmo comportamento quanto a notícia, meio indiferente diz que eles eram soldados, ou seja, “estavam lá para morrer”. Não menos importante, é a reação de Richard e Caitlin para as atitudes de mãe e filho.

    Richard por ser amigo próximo dos soldados mortos fica extremamente abalado e durante a homenagem culpa Sarah, já que foi ela que os mandou para a missão com pouco treino. A quebra de Richard era algo aguardado ao longo da série, sempre rígido, ver esse homem ter um momento de vulnerabilidade foi essencial para o desenvolvimento do personagem. Já Caitlin, de forma mais contida, dá um tapa em Fraser sendo sua angústia mais pessoal.

    Em seguida, o grupo de amigos decide se afastar da base para passar pelo luto juntos. Sam (Ben Taylor) diz que Fraser nunca foi um deles e por isso não pode ir junto. Mas, por se tratar de um momento sensível para eles, Frazer diz a Caitlin que está tudo bem em ela ir.

    As cenas que se seguem na mesma casa invadida do episódio quatro (último momento que vimos Craig) são incômodas. Todos estão absortos em suas raivas e tristezas, mas Danny se destacada.  Já no começo do episódio, a câmera subjetiva acompanhando-o, mostra o quanto ele se sente perdido em meio a morte de Craig. Sua reação era a mais esperada já que por ser uma pessoa instável, Danny está sempre ao ponto de quebrar.

    No outro lado da trama, Maggie (Alice Braga) e Jenny (Faith Alabi) terminam. O fato é que realmente existia um sentimento entre elas, mas não é a primeira vez que Maggie tem um relacionamento extra conjugal e Sarah sabe disso. Logo, a comandante pede que a esposa termine com Jenny e Maggie se sentindo ferida pelo término pede que Sarah transfira a família vizinha. 

    Fraser meio perdido sem Caitlin por perto vai até a casa de Jonathan (Tom Mercier) esperando ter um momento com o rapaz. Porém, chegando lá descobre que ele estava acompanhado de uma amiga. A garota tenta seduzir Fraser e em um primeiro momento parece que algo entre os três irá acontecer. Mas, Fraser se mostra extremamente abalado, pois não era isso que ele imaginava ter com Jonathan e assim, vai embora.

    A cena final é a mais simbólica e bonita, deixando de lado a exaustão que episódios de luto costumam passar. Logo, ao chegar em casa, Danny estende seu tapete e faz sua primeira oração islâmica. Sendo o único personagem ao longo do episódio que finalmente encontra alguma paz de espírito.

    We Are Who We Are se aproxima de seu final com aquele sentimento de que poderia ter mais três episódios. Não à toa, existe uma certa decepção quanto aos momentos finais da série. Por isso, resta saber o que Guadagnino reservou para seu ápice.

    VEREDITO 

    O episódio mais lento da temporada, mas também é o episódio mais desestabilizador. O que mostra o quanto Luca Guadagnino é penetrante ao contar essa história.

    A direção é incrível e mais uma vez utiliza as cenas congeladas e as cores fria. O que deixa claro que: o aqui e agora pode ser transformador.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.