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    Grandes guerras: Conheça 10 quadrinhos que retratam o tema

    Os conflitos sempre foram uma marca presente nos quadrinhos, tornando-se uma temática bastante explorada neste meio. Desde ideologias de super-heróis americanos à graphic novels aclamadas pelo público sobre as grandes batalhas. Os desafios, a dor das perdas e as crueldades da guerra foram retratadas com muita habilidade em diversos quadrinhos. Listamos alguns que consideramos marcantes.

    1. PERSÉPOLIS

    Persépolis é uma autobiografia sincera e profunda na visão de uma iraniana durante a revolução cultural que aconteceu no país em 1979.

    A autora nos conta sua infância até o início da fase adulta e nos mostra como foi crescer em um ambiente opressor durante conflitos e guerras.

    A narrativa é espontânea, chegando a ser divertida em alguns momentos, conduzindo o leitor a ter um conhecimento profundo sobre a cultura iraniana, assim, nos dando uma visão diferente e mais compreensiva daquele povo.

    Com ilustrações simples, a artista iraniana Marjane Satrapi nos leva a uma viagem no tempo. É uma obra emocionante que representa a luz e o brilho de uma civilização riquíssima em meio ao caos.

    A HQ teve uma adaptação para as telonas com um longa animado homônimo.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | #52filmsbywomen 38 – Persépolis (2007, Marjane Satrapi)

    2. MAUS

    Considerado uma obra-prima dos quadrinhos, Maus (“rato”, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art.

    O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura.

    Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto.



    3. OS VAMPIROS

    Os Vampiros é uma história de ficção passada na Guiné em 1972, durante a Guerra Colonial.

    Um grupo de nove soldados portugueses atravessam a fronteira para uma operação aparentemente simples. No entanto, à medida que avançam pelo mato, estes soldados vão mergulhar num verdadeiro pesadelo.

    Inspirado pela canção homônima de Zeca Afonso, este livro é o resultado de quatro anos de pesquisa e a história é baseada em mais de cinquenta horas de depoimentos testemunhos de ex-combatentes.

    É uma reflexão sobre o subconsciente, sobre a guerra e sobre o medo.

    4. O XERIFE DA BABILÔNIA

    A trama se passa no início de 2004, logo após a tomada de Bagdá e a queda de Saddam Hussein. O Iraque está mergulhado em um tremendo caos, com embates entre os nativos e os soldados norte-americanos, parecendo muito mais uma bomba prestes a explodir do que uma nação em reconstrução.

    Acompanhamos três linhas narrativas que se entrelaçam:

    Christopher, oficial dos EUA, está no país para treinar a nova força policial iraquiana;

    Sophia foi exilada nos Estados Unidos após a sua família ser assassinada e é uma das cotadas para assumir o governo do novo Iraque;

    E Nassir, um policial iraquiano que se transformou em um investigador com trânsito pelos labirintos do que restou do poder da época de Saddam.

    Trata-se de um gibi policial repleto de intrigas e mistérios. Tudo é extremamente cru e jogado na cara do leitor, sem filtros para suavizar os acontecimentos.

    A experiência do autor Tom King em seu período na CIA certamente contribuiu para essa pegada realista que encontramos nas páginas de O Xerife da Babilônia, onde nada é feito para minimizar os efeitos de uma guerra onde todos, no final das contas, são vítimas.



    5. ERA A GUERRA DE TRINCHEIRAS 

    Ganhadora de prêmios internacionais, Era a Guerra de Trincheiras mostra a situação brutal e desumana dos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial.

    No traço marcante do mestre Tardi, a obra se revela um relato realista e uma indispensável denúncia do absurdo de todas as guerras.

    O uso do preto e branco usado de forma expressionista pelo autor, tem o objetivo de levar o leitor a olhar lentamente para os quadros buscando uma narrativa reflexiva para consumir todo tipo de informação possível.

    Sendo exposto uma arte nua e crua mostrando um dos maiores acontecimentos da história da humanidade.

    6. JUSTICEIRO: NASCIDO PARA MATAR

    Originalmente pelo nome, Born é uma série limitada de quadrinhos de quatro edições escrita por Garth Ennis, ilustrada por Darick Robertson, e publicada pela Marvel Comics através da marca MAX em 2003.

    A história se passa já no final da guerra, os Estados Unidos estavam sofrendo uma grande pressão popular para trazer seus jovens de volta.

    O Presidente Nixon passa a reduzir as tropas americanas a números cada vez menores e os vietnamitas do sul passam a reassumir suas responsabilidades militares no confronto. É nesse cenário que conhecemos o Capitão Frank Castle.

    O roteiro de Garth Ennis é visceral, detalhando seus personagens, a relação de medo e respeito entre os personagens, fazendo o uso de conceitos deturpados de justiça aplicados pela mente doentia de seu protagonista, além de todo um esmero em escrever um retrato de uma época.



    7. GEN PÉS DESCALÇOS

    Gen Pés Descalços (Hadashi no Gen, em japonês) é uma história autobiográfica. Seu autor, Keiji Nakazawa, tinha 7 anos quando a bomba atômica atingiu Hiroshima, cidade onde morava com a família.

    Gen Pés Descalços foi primeiramente lançado em série, nos anos 1972 e 1973, na Shonen Jump, uma das principais revistas semanais de histórias em quadrinhos do Japão.

    É um relato comovente da difícil vida de uma família japonesa, vítima da bomba atômica, durante e após a Segunda Guerra Mundial.

    Teve um grande sucesso não somente entre os leitores jovens, mas também com pais, professores e críticos.

    Gen foi transformado em longa-metragem de animação, três filmes e até uma ópera. As edições em livro venderam mais de 5 milhões de exemplares só no Japão.

    A obra mostra sua clara intenção de não só entreter com a história autobiográfica do autor mas também de educar o leitor e mostrar como a mentalidade da população japonesa funcionava e porque o Japão continuou na guerra mesmo sabendo da sua inevitável derrota.

    8. O FOTÓGRAFO

    O livro conta a história do fotógrafo francês Didier Lefèvre, que em Julho de 1986 partiu para o Afeganistão acompanhando uma equipe dos Médicos Sem Fronteiras.

    Naquela época, o país estava em guerra, com tropas da União Soviética lutando contra os guerrilheiros Mujahidin (que mais tarde instalaria o Talibã no poder). Lefèvre achou a experiência tão marcante que resolveu transformá-la em livro.

    Dividida em três volumes, a obra traz o relato pessoal da experiência de Lefévre no país, com as dificuldades e perigos enfrentados pelo profissional e pela equipe de Médicos Sem Fronteiras.

    A história é contada através da mistura de fotos em preto e branco do autor e quadrinhos assinados por Emmanuel Guibert, com diagramação e cores de Frédéric Lemercier.

    O Fotógrafo é essencial tanto como arte quanto para entender a complexa história do Afeganistão.



    9. ÁS INIMIGO – UM POEMA DE GUERRA

    A história tem início com Von Hammer sendo abordado por um jornalista inglês que está preparando uma matéria sobre veteranos de guerra alemães.

    No decorrer do quadrinho, ambos compartilham experiências (Edward Mannock, o jornalista, serviu no Vietnã) e falam sobre morte e vida, escolhas, medos e compaixão.

    A certa altura, em uma das páginas duplas mais lindas do gibi, Von Hammer recorda de uma noite de Natal durante a Primeira Guerra, onde soldados ingleses e alemães confraternizaram em meio às trincheiras, enquanto bebiam rum e falavam sobre suas famílias. 

    A HQ foi lançada no Brasil em 1995 e tornou-se muito rara no país.

    10. KOBANE CALLING

    Viajando como enviado de um jornal italiano, o quadrinista Zerocalcare atravessa os confins da Turquia, do Iraque e do Curdistão Sírio para chegar à cidade de Kobani ao encontro do exército de mulheres curdas, que luta contra o avanço do Estado Islâmico.

    A partir dessa viagem, Zerocalcare produz uma reportagem de sinceridade pungente, um testemunho indispensável e perturbador que transmite a complexidade e as contradições de uma guerra muitas vezes simplificada pela mídia internacional e pelos discursos políticos.

    Tudo isso com um tom inimitável, extremamente bem-humorado e ao mesmo tempo tocante – a linguagem e o universo de um autor que sabe como ninguém representar as pessoas, o cotidiano, os medos e as aspirações de sua geração.

    Blogueiro e autor de quadrinhos com viés autobiográfico, Zerocalcare é um fenômeno editorial de um sucesso sem precedentes na história dos quadrinhos italianos, pronto para conquistar o mundo.

    Curtiu a nossa lista sobre quadrinhos relatando grandes guerras? Tem alguma obra que você acrescentaria? Comente aqui e poderemos fazer uma review especial sobre.



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    Edgar Wright: Diretor de Baby Driver desenvolverá três séries para a Netlfix

    O cineasta Edgar Wright se uniu a Nira Park, Joe Cornish e Rachael Prior para fundar a produtora Complete Fiction. O trio de produtores são parceiros antigos de Wright. A produtora já tem três projetos alinhados junto à Netflix

    O primeiro é uma série de detetives sobrenaturais de ação e aventura, baseada nos romances mais vendidos do autor Jonathan Stroud. A série intitulada Lockwood & Co. será dirigida e produzida por Cornish.

    O segundo é a adaptação da trilogia de ficção científica de terror, The Murders of Molly Southbourne, de Tade Thompson.

    O último projeto é a série épica de fantasia histórica inspirada no folclore islâmico The City of Brass (A Trilogia de Daevabad) do autor S.A. Chakraborty.

    Edgar Wright é um dos cineastas de maior prestígio em Hollywood, principalmente por sua assinatura em seus filmes, com edições bem elaboradas.

    O trio de produtores que se junta a Wright na Complete Fiction participou dos principais projetos do cineasta, como Em Ritmo de Fuga (Baby Driver, título original), Scott Pilgrim Contra o Mundo e os filmes da chamada Trilogia Cornetto.

    O de maior destaque é Em Ritmo de Fuga, que recebeu três indicações ao Oscar.

    PUBLICAÇÕES RELACIONADAS:

    TBT #16 | Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, Edgar Wright)

    TBT #53 | Em Ritmo de Fuga (2017, Edgar Wright)

     

    A Complete Fiction terá sedes em Londres e Los Angeles. Atualmente a produtora está trabalhando na pós-produção de Last Night in Soho, dirigido por Wright, que estrearia em Setembro, mas que foi adiado devido à pandemia do Novo Coronavírus.



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    The Old Guard: Ação estrelada por Charlize Theron ganha novo trailer

    Netflix divulgou um novo trailer de The Old Guard, suspense de ação estrelado por Charlize Theron.

    Adaptação dos quadrinhos do vencedor do Prêmio Eisner, Greg Rucka com artes de Leandro Fernandez e publicados pela Image Comics, o filme contará a história de um pequeno grupo secreto de soldados inexplicavelmente imortais agindo como mercenários, que devem lutar para manter sua equipe unida, quando descobrem a existência de um novo imortal, e as suas habilidades extraordinárias são expostas para o mundo.

    Assista ao trailer oficial legendado:

    O elenco ainda conta ainda com Chiwetel Ejiofor, Harry Melling, Veronica Ngo, Matthias Schoenaerts, Luca Marinelli e Marwan Kenzari.

    Sinopse:

    The Old Guard conta a história de velhos soldados que nunca morrem… e ainda não parece desaparecer. Presa em uma imortalidade sem explicação, Andrômaca de Scythia – “Andy” – e seus camaradas exercem seu ofício por aqueles que podem encontrar e pagar seus serviços. Mas no século XXI, a imortalidade é um segredo difícil de manter e, quando você vive o suficiente, aprende que há muitos destinos piores que a morte.

    Gina Prince-Bythewood (A Vida Secreta das Abelhas) dirige o longa, que tem o roteiro assinado pelos criadores da série em quadrinhos.

    The Old Guard estreia no catálogo da Netflix em 10 de Julho.



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    Spy vs Spy: Adaptação de tirinhas da revista MAD está em desenvolvimento pela Warner

    De acordo com o Collider, uma adaptação das tirinhas Spy vs Spy, da revista MAD, está em desenvolvimento pela Warner Bros., e Rawson Marshall Thurber, é o principal nome para assumir a direção do filme.

    Thurber é tem experiência com filmes de comédia e ação. Ele é responsável por Com a Bola Toda, com Ben Stiller e Vince Vaughn, e Família do Bagulho, com Jennifer Aniston.

    Os mais recentes trabalhos de Rawson Marshall Thurber foram em parceria com Dwayne “The Rock” Johnson: Um Espião e Meio e Arranha-Céu. A

    tualmente o diretor trabalha em Red Notice, com The Rock, Ryan Reynolds e Gal Gadot. Contudo, as filmagens foram interrompidas devido à pandemia do Novo Coronavírus.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Coronavírus: Timeline dos principais eventos

    Criada em 1961 por Antonio Prohías, Spy vs Spy narra a cômica disputa entre dois espiões, Black Spy e White Spy.

    Desprovidos de bom senso, a dupla se utiliza de todos os artefatos possíveis para enganar e derrotar um ao outro.

    Além de Black e White, há ainda uma terceira personagem, Grey Spy, que é neutra na disputa e muitas vezes se aproveita de ambos para benefício próprio.

    Spy vs Spy já ganhou adaptações para videogames e uma série animada de TV. Para o cinema, a Warner define a história como “uma comédia de ação física e altamente visual”, o que justifica a escolha de Thurber para a direção.

     

    O projeto para a adaptação de Spy vs Spy surgiu em 2011 pela Imagine Entertainment, com Ron Howard e Brian Grazer produzindo. Howard assinaria também a direção. Depois a dupla ganhou o reforço de David Koepp na produção.

    Desde então, diversos roteiristas passaram pelo projeto antes de a chegada de Rawson Marshall Thurber, que roteirizou todos os filmes que trabalhou com exceção de Família do Bagulho. Então é possível que ele assuma o roteiro deste também.

    O filme ainda não tem previsão de estreia.



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    Scooby!: Novo filme traz bons números em lançamento digital nos EUA

    Com o fechamento de cinemas em inúmeros países devido à pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19), muitos filmes tiveram as suas estreias adiadas. No entanto, alguns estúdios optaram pelo lançamento diretamente em vídeo sob demanda (VOD) para produções de pequeno e médio porte. Esse foi o caso de Trolls 2 e, na última semana, de Scooby! O Filme.

    Lançado em 15 de Maio, nos EUA, a animação da Warner Bros. já garantiu bons números ao estúdio. Disponível por US $ 19,99 para aluguel por 48 horas e US $ 24,99 para aluguel ilimitado, a animação é líder em quantidade de transações.

    Apesar dos números oficiais ainda não terem sido divulgados, a informação indica que o filme pode chegar aos US $ 50 milhões no mercado interno, superando Trolls 2 que estreou com US $ 40 milhões.

    A Warner Bros. pretendia lançar o filme nos cinemas, mas acabou optando pelo seu lançamento digital. O mesmo caminho foi seguido anteriormente pela Universal, com Trolls 2, que teve o seu lançamento digital em 10 de Abril e permaneceu no topo de vendas.

    Nos últimos números divulgados há três semanas, a animação já havia sido alugada mais de 95 milhões de vezes nos EUA. Tais números abrem espaço para estudos por parte dos estúdios sobre uma maior frequência de lançamentos de filmes menores, diretamente em VOD.

    Após o sucesso de Trolls 2, o CEO da NBCUniversal, Jeff Shell, comentou que a estreia do longa via VOD excedeu as expectativas, demonstrando viabilidade e indicou que o futuro dos lançamentos do estúdio estariam tanto nos cinemas quanto em formato digital.

    Tal pronunciamento causou problemas com as redes de cinema, incluindo a AMC, a maior rede de cinemas do mundo.

    Adam Arona, presidente executivo da AMC, rechaçou o comentário de Shell e baniu a exibição de qualquer filme do estúdio na sua rede de cinemas.

    A mesma decisão foi tomada por outras empresas. Algumas, no entanto, informaram que decidiram não banir produções da Universal, mas que irão exibir somente filmes que respeitem a janela de exibição nos cinemas.

    Assista ao trailer final de Scooby! O Filme:



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    Atrizes demonstram interesse em papel de Batwoman

    Após a saída de Ruby Rose do papel em Batwoman, três atrizes demonstraram um forte interesse em vestir o manto da heroína, visto que é uma grande oportunidade de protagonizar uma série de relevância num universo de sucesso.

    A primeira delas foi Stephanie Beatriz, a Rosa Diaz de Brooklyn Nine-Nine, que foi à sua conta oficial no Twitter dizer aos seus seguidores que está lendo tudo sobre a personagem, uma vez que é um grande indicativo do interesse em viver Kate Kane na série do canal CW.

    Todavia, a concorrência será forte…

    Wallis Days, interprete de Nyssa Vex na série Krypton, informou via Twitter também que o papel era seu sonho de consumo para o seu futuro.

    Além das duas, Jade Tailor, de The Magicians, afirmou também via Twitter que está muito interessada em protagonizar a segunda temporada de Batwoman. Segue abaixo o tweet:

    “Então…já que Ruby Rose não está mais interpretando Batwoman na série do canal The CW, acho que eles poderiam escolher alguém com habilidades de luta (como krav maga), que têm experiência em interpretar uma personagem durona nos últimos cinco anos, e que adora trabalhar em horas loucas. Apenas dizendo, CW. Estou aqui esperando.”

    A segunda temporada da série vai ao ar em 2021. Ainda não há nenhum indicativo de uma nova seleção de elenco para Batwoman.

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