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    Games cyberpunk para jogar até o lançamento de Cyberpunk 2077

    Nessa publicação, abordaremos apenas os games baseados no mundo cyberpunk; o muno repleto de mega-corporações, próteses cibernéticas, hackers mortais, poluição e redes de internet que influenciam tudo e todos rapidamente.

    Ao mesmo tempo, ainda que extremamente diferentes entre si, alguns detalhes chaves reinam entre eles, como as luzes em neon, e os cabelos característicos dos anos 80, implantes cranianos, samurais na rua e punks rebeldes contra um sistema relapso.

    O game Cyberpunk 2077, que seria lançado esse mês está sendo desenvolvido pela CD Projekt RED aparentemente tem a intenção de abraçar esses conceitos e atualizar ainda mais o gênero, te colocando no papel do mercenário cyberpunk V, tentando sobreviver na cidade repleta de crimes, ciborgues e hackers mortais.

    Cyberpunk 2077 recebeu uma nova data de lançamento: 17 de Setembro de 2020, mas os jogadores estão procurando aprender um pouco mais sobre o mundo cyberpunk antes do lançamento do título; e agora fizemos essa lista de alguns games clássicos do gênero.

    Syndicate

    Anos antes da Starbreeze rebootar a série em um estiloso game em primeira pessoa, Syndicate foi um game de estratégia desenvolvido pela Bullfrog, os criadores de Dungeon Keeper e Magic Carpet, que colocava as grandes corporações uma contra as outras em um futuro terrível.

    No game, você pode controlar um esquadrão de quatro ciborgues e enviá-los para as bases de seus adversários para roubar seus recursos, sequestrar seu pessoal, e causar qualquer tipo de confusão a fim de conquistar mais corporações e tomar cada vez mais território.

    Apesar de perturbador, Syndicate conta com uma profunda mecânica tática que continua atual e bem elaborada, e sua narrativa simples se observada nos dias de hoje, e pode até ser considerada a frente de seu tempo, te encorajando a jogar sem escrúpulos, disposto a fazer qualquer tipo de serviço.

    Quase duas décadas depois e Syndicate se mantém um dos mais influentes games cyberpunk. E melhor ainda, ele continua divertido.



    Shadowrun Returns

    O que é melhor que cyberpunk? Cyberpunk com elfos, dragões e magia. Shadowrun Returns, é um RPG tático inspirado no RPG de mesa Shadowrun, e foca nos titulares Shadowrunners – mercenários urbanos que fazem os trabalhos sujos para clientes sujos em um mundo cyberpunk repleto de mágica e raças fantásticas.

    Um dos poucos títulos que te permite colocar um elfo ciborgue para trabalhar com um troll xamã para invadir um complexo corporativo cujo dono é um dragão raivoso.

    As sequências, Shadowrun: Dragonfall e Shadowrun: Hong Kong leva os jogadores das ruas de Seattle até as ruas de Berlim e Hong Kong, envolvendo seus jogadores em uma guerra entre gangues mortais e grandes corporações.



    Transistor

    Feito pelos desenvolvedores de Bastion, Transistor coloca os jogadores no controle de Red, uma cantora sem nome, sem voz, com uma espada em neon falante, lutar por sua sobrevivência e respostas em uma cidade techno-noir que está sendo consumida lentamente por um misterioso processo robótico.

    A gameplay de Transistor combina mecânica hack’n’slash com um modo baseado em turnos, uma trilha sonora incrível e uma execução enigmática do gênero cyberpunk que mistura as linhas entre o mundo virtual e realidade física.

    Caso jogue, fique de olho para as incríveis referências as linguagens de computador.



    Deus Ex

    Cyberpunk

    O grande Deus Ex não poderia ser mais cyberpunk. O game tem todas as marcas registradas do gênero, desde cidades obscuras e melhoramentos corporais que estão ligados a conspirações políticas e hacking.

    Apesar de ser um dos games mais influentes de todos os tempos, o Deus Ex original serve como um mapa para futuros desenvolvedores para fazer híbridos entre FPS/RPG que permite que uma certa flexibilidade por parte dos jogadores, através de uma árvore de habilidades, e decisões táticas momentos a momentos.

    É claro, que você pode matar seus adversários a vontade, de forma stealth ou não, através de todo o jogo. Isso pode ser uma coisa de extrema importância agora, dado que games como Dishonored e Metal Gear Solid V parece ter seguido o caminho dele, mas em 2000 foi um conceito revolucionário para um RPG em primeira pessoa.

    O Deus Ex original deixou uma grande marca nos games em geral com suas inovações através da criação de personagens e sistemas imersivos.

    Existe uma disparidade em como eles cuidaram da história e sua temática futurista. Não pense que Deus Ex arranha só a superfície quando abordamos o gênero cyberpunk.



    Cyberpunk 2077 será lançado em 17 de Setembro de 2020 para PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X, Microsoft Windows e Google Stadia.

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    Mortal Kombat 11: Personagens que gostaríamos no jogo

    Mortal Kombat 11 completará um ano no dia 23 de Abril e a Warner Brothers vazou um possível Kombat Pack 2, uma DLC com novos personagens que tem como rumor a inclusão de Ash Williams (de Evil Dead), Sheeva, Havik, Michael Myers (Halloween) e Takeda.

    Confira abaixo alguns personagens que gostaríamos de ver na nova DLC:

    Ermac

    Abrindo a lista temos o Mestre das Almas do Mortal Kombat: Ermac. Com poderes telecinéticos e combos super legais, o personagem poderia ser inserido em Mortal Kombat 11, pois tem alguns rivais como Jax que estão no novo game da Neatherrelm.

    Reptile

    MK não é MK sem Reptile! O nosso eterno ninja verde é um dos personagens mais carismáticos da franquia. Com seus movimentos rápidos, aparência grotesca e fatalities lendários, Reptile sempre estará nos corações dos fãs da franquia, além de ser um dos protagonistas da Exoterra.

    Outro ponto interessante seria seus diálogos com Liu Kang, pois as homenagens do longa de Paul Wes Anderson estão muito presentes em MK 11, com algumas falas do filme e a volta de Cary-Hiroyuki Tagawa como Shang Tsung.



    Mileena

    A morte da irmã de Kitana no Mortal Kombat X foi um choque para os fãs da franquia.

    Mileena é uma antagonista mortal, uma vez que mistura as habilidades de Kitana e Baraka, além de utilizar as suas próprias.

    Sua ressurreição e utilização como personagem jogável é um anseio para os amantes do game e o novo Kombat Pack seria uma oportunidade de realizar o desejo de todos os kombatentes.

    Pennywise

    O Palhaço Dançarino seria uma excelente aquisição para um dos games mais sangrentos de todos os tempos. As possibilidades de fatalities e poderes seria infinita, uma vez que o potencial sanguinário do vilão dos livros de Stephen King foi pouco explorado nos filmes da franquia.

    Por ser um metamorfo, poderia rivalizar com Shang Tsung, por exemplo, além dos personagens mais jovens e o próprio Palhaço do Crime de Gotham, o Coringa que é um personagem jogável.

    Spawn poderia ser um rival à parte, pois poderia ter uma skin do Violador, rival do anti-herói.



    Pinhead


    O icônico representante do inferno de Hellraiser também seria um excelente kombatente do Submundo em Mortal Kombat 11.

    Com sua aparência assustadora e possibilidades imensas de poderes, Pinhead seria um personagem ameaçador e apelativo para franquia.

    Pinhead seria um personagem muito interessante que seguiria os seus antecessores Jason, Leatherface, Predador, Alien e Freddy Kruguer como os maiores slashers do gênero de terror.

    Negan

    Negan em The Walking Dead

    O antagonista mais sádico de The Walking Dead não poderia ficar de fora dessa lista. Negan e Lucille, seu taco com arame farpado na ponta, causariam estragos em seus inimigos em Mortal Kombat 11.

    O personagem poderia rivalizar facilmente com Kano, Erron Black e os personagens das Forças Especiais, uma vez que sua fome de poder é imensa e poderia tentar ser o líder do Dragão Negro.

    Seu sadismo e violência, além de trazer possibilidades de skins de personagens como Daryl, Rick e Michonne para a franquia, além de claro ter a aparência e a dublagem de Jeffrey Dean Morgan.



    Dante

    O personagem da Capcom, estreou no icônico Devil May Cry de 2001 e desde então apareceu em todos os Devil May Cry subseqüentes, bem como em jogos como Marvel vs Capcom 3 e em Viewtiful Joe.

    Dante é um caçador de demônios carismático, debochado e amante de pizza, que possui sangue humano e de demônio. Apesar de ser meio-demônio, Dante é especialista em caçar demônios.

    Essa vingança é motivada principalmente pelo fato de que os demônios mataram sua mãe e corromperam seu irmão gêmeo, Vergil. Nos jogos, Dante mantém uma atitude irreverente e descontraída, mesmo quando luta contra demônios duas vezes maiores que ele.

    Dante destrói demônios há quase 20 anos e Mortal Kombat é o lar de alguns dos mais hediondos. Não apenas Dante se encaixaria tematicamente no universo de Mortal Kombat, mas seu conjunto diversificado de movimentos se abriria a mecânicas emocionantes. Além de sua fiel espada Rebellion e suas duas pistolas Ebony e Ivory, Dante também poderia trazer sua riqueza de Armas Demoníacas para a série, além de usar seus vários estilos para apimentar as variações.

    Nêmesis

    Vilão icônico de Resident Evil 3, o monstro gigante poderia causar bons estragos no torneio.

    Existem boas possibilidades de interações com Cassie, Sonya e Jax, uma vez que todos são militares, lembrando o famoso grupo militar S.T.A.R.S..

    Além disso, Johnny Cage poderia ter interações hilárias com o Nêmesis, zoando sua aparência medonha.

    Nêmesis é violento e assim como Pennywise poderia ter uma leque de opções de fatalities e brutalities interessantes com seus tentáculos e sua bazuca.

    Nas skins do jogo, poderia ser interessante a inclusão dos trajes de Jill Valentine e Claire Redfield para Sonya Blade.



    E vocês? Colocariam mais algum nome na lista? Comentem!

    Confira o trailer do Kombat Pack 1:

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    Streets of Rage 4 recebe personagens retrô e muito mais

    A Dotemu, Guard Crush Games e Lizardcube tiveram algumas notícias interessantes esta semana para Streets of Rage 4, que vai ficar ainda mais retrô com a adição de personagens antigos.

    Enquanto esperamos pacientemente para ver quando eles realmente planejam lançar este jogo, os desenvolvedores estão lentamente adicionando mais conteúdo para torná-lo incrível. A mais recente adição fará muitos jogadores old school felizes, pois adicionaram vários personagens retrô de jogos anteriores da franquia.

    Todos eles parecem ter sido arrancados do fliperama e dos consoles, em sua aparência pixelizada, e jogados no meio dessa ação animada. Todos eles vêm completos com seu conjunto original de movimentos, estilos diferentes, armas que alguns estavam carregando e várias outras pequenas adições que as pessoas aprenderão.

    Por exemplo, em Streets of Rage os lutadores podem chamar a polícia por seus movimentos especiais, enquanto os personagens de Streets of Rage 3 podem correr e rolar pelos ambientes. Todos eles sendo adicionados à lista elevam o total para 17 personagens jogáveis, por enquanto.

    “Esses personagens retrô combinam-se com os cinco principais lutadores de Streets of Rage 4 para elevar a contagem total de personagens jogáveis ​​a 17. Para uma viagem nostálgica completa, os jogadores também podem mudar para a icônica trilha sonora original da série, distribuindo batidas apoiadas por faixas de Streets of Rage e Streets of Rage 2. Derrubar bandidos com essas músicas atemporais contribui para uma experiência retro incrivelmente satisfatória.”

    Além disso, você pode ver os personagens em ação, já que os desenvolvedores montaram um trailer de revelação retrô.

    Quando o Streets of Rage 4 for lançado, parece que será uma das viagens nostálgicas mais cheias de ação que veremos o ano todo. O jogo será lançado ainda nesta primavera para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

    Enquanto isso, aproveite o trailer e veja todos os seus personagens favoritos juntos no jogo:



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    CRÍTICA – Sergio (2020, Greg Barker)

    Uma das figuras mais lembradas quando falamos dos efeitos colaterais diplomáticos da guerra no Iraque, Sérgio de Mello era considerado um dos grandes líderes da ONU. Fazendo parte do alto escalão da organização, o brasileiro foi convocado pelo então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para auxiliar nas relações diplomáticas no Iraque em 2003. Infelizmente, a missão não saiu como o esperado e – até os dias atuais – a situação no território iraquiano não é pacífica.

    É em meio a esse momento de caos da guerra que Sergio, a nova produção da Netflix, tenta nos apresentar a história do diplomata brasileiro. Baseado no livro O homem que queria salvar o mundo: uma biografia de Sérgio Vieira de Mello, escrito por Samantha Power, o longa é dirigido por Greg Barker – que possui um documentário sobre a mesma história e de mesmo nome lançado em 2009.

    CRÍTICA – Sergio (2020, Greg Barker)

    Com roteiro de Craig Borten (Clube de Compras Dallas) e protagonizado por Wagner Moura e Ana de Armas, Sergio busca nos situar sobre a importância do diplomata em diversas situações de conflito entre nações. Ancorado em memórias, a trama nos guia em momentos de reflexão sobre a carreira, família e sentimentos do personagem.

    O roteiro de Borten nos insere em um momento em que Sérgio já é uma figura consolidada, com uma fama que dispensa apresentações. Suas escolhas são acatadas graças a sua facilidade de dialogar com diversos tipos de pessoas e seu grande carisma. Entretanto, inserir o espectador em um momento tão tardio da vida do personagem – ele tinha mais de 34 anos de carreira – nos priva de entender mais sobre seus objetivos e motivações.

    As cenas protagonizadas por Wagner e Ana externam uma ótima química entre os dois atores, validando a inteligente escolha de elenco. Porém, os momentos em que ambos conseguem mostrar a grandeza de suas atuações são, ironicamente, quando estão separados.

    A personagem Carolina (Ana de Armas) é retratada como uma real parceira de Sérgio dentro da ONU, desempenhando um papel maior e mais importante do que apenas um par romântico.

    Carolina Larriera trabalhou como funcionária da ONU de 1995 a 2005, e participou de todo o processo de independência do Timor-Leste.

    É interessante destacar o ótimo trabalho de Wagner Moura em replicar os trejeitos de Sérgio, tornando sua atuação ainda mais próxima da figura do diplomata. A facilidade do ator de transitar entre diversos idiomas – inglês, espanhol, português e francês – torna mais simples de mover os acontecimentos da trama para diversos territórios.

    Sem tantos debates políticos e com liberdade para adaptar a história de uma figura que conhece muito bem, o longa de Greg Barker escolhe focar na relação de Carolina e Sérgio, buscando apresentar um olhar diferente do diplomata (em contraponto a tudo o que já é de conhecimento público).

    Sergio será lançado no dia 17 de Abril diretamente no serviço da Netflix.

    Confira o trailer legendado:

    Após assistir, lembre-se de voltar aqui para deixar sua avaliação!



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    TBT #67 | Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1994, Steven Spielberg)

    Eu cresci amando dinossauros e aos onze anos, quando assisti pela primeira vez Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, me vi no filme ao me identificar com o personagem Tim, interpretado pelo jovem Joseph Mazzello: O garoto é praticamente uma enciclopédia jurássica ambulante. Essa provavelmente não foi a minha primeira experiência com o cinema, mas sem sombras de dúvidas foi a primeira mais marcante e inesquecível delas.

    Baseado no livro homônimo escrito por Michael Crichton. O longa foi dirigido por Steven Spielberg – produzido pela Amblin Entertainment (produtora de Spielberg) e distribuído pela Universal Pictures -, é estrelado por Sam Neill, Laura Dern, Jeff Goldblum, Richard Attenborough, Ariana Richards, Joseph Mazzello, Samuel L. Jackson e B.D. Wong.

    A TRAMA

    O filme é centrado na fictícia Ilha Nublar, onde John Hammond (Richard Attenborough) um filantropo bilionário e uma pequena equipe de geneticistas criam um parque temático, onde as principais atrações são variadas espécies de dinossauros recriados através da engenharia genética.

    Antes da inauguração, Hammond, convida uma equipe de profissionais para uma “spoiler trip” para conhecer o parque e darem suas avaliações. A equipe é formada pelo paleontólogo Alan Grant (Sam Neill), a paleobotânica Ellie Sattler (Laura Dern) e o matemático e teórico do caos Ian Malcolm (Jeff Goldblum).

    Para dar um ar de passeio a visita, John Hammond inclui no grupo de visitantes seus netos: Lex e Tim Murphy (Ariana Richards e Joseph Mazzello, respectivamente).

    Como todo mundo atualmente já sabe: em Jurassic Park, independente de qual filme da franquia seja, teremos dinossauros soltos e devorando todo mundo.



    A MAGIA DO CINEMA

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros foi aclamado como um marco na indústria de efeitos especiais, que foram produzidos pela Industrial Light & Magic (com efeitos criados através de computação gráfica) e pela Stan Winston Studios (com efeitos produzidos através de animatrônica).

    A reconstituição virtual dos dinossauros, para que “contracenassem” com os atores em carne e osso, levou a um estrondoso sucesso de bilheteria, o que apenas confirmou o fascínio que essas criaturas extintas exercem sobre a imaginação das pessoas.

    O longa conta com tantas cenas incríveis que tornou a experiência de ver como esses animais extintos se moviam, se alimentavam e caçam mais crível que qualquer livro de biologia poderia ensinar.



    UMA FRANQUIA DE BILHÕES

    TBT #67 | Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1994, Steve Spielberg)O longa de Steven Spielberg arrecadou mais de US$ 914 milhões mundialmente, tornando-se o filme de maior bilheteria da história até o lançamento de Titanic, em 1997.

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros foi relançado nos cinemas no formato 3D em 5 de Abril de 2013, arrecadando mais de US $ 40 milhões nos Estados Unidos e Canadá e mais de US $ 50 milhões na China. Com seu relançamento, o longa tornou-se o primeiro filme da Universal Pictures, e também de Steven Spielberg, a ultrapassar a marca de US $ 1 bilhão em bilheteria.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA – Martelada #7 | Steven  Spielberg, o Messi de Hollywood

    O longa-metragem foi indicado a três estatuetas na 66ª cerimônia do Oscar, vencendo nas categorias de Melhor Som, Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais.

    Com todo esse sucesso era fácil imaginar que teríamos uma sequência de Jurassic Park. Atualmente a franquia é uma marca consolidada e conta com quatro sequências:

    • Jurassic Park: O Mundo Perdido;
    • Jurassic Park III;
    • Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros;
    • Jurassic World: Reino Ameaçado.

    As sequências foram lançadas em 1997, 2001, 2015 e 2018, respectivamente. E em breve teremos mais um: Jurassic World: Dominion, ainda sem data de lançamento devido a pandemia do Novo Cornavírus.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Coronavírus: Timeline dos principais eventos 

    Obviamente, sou fã da franquia e o primeiro é sempre o melhor (mesmo gostando muito de Jurassic World). E em tempos de pandemia, lembrem-se:

    “A vida sempre encontra um meio”.

    Assista ao trailer legendado:

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros está disponível na Netflix. Já assistiu a este clássico jurássico? Deixe seus comentários e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais.

    E você, já assistiu? Deixe sua avaliação e seus comentários!

    Para outras indicações, veja os filmes anteriores do TBT do Feededigno.



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    The Mandalorian: Contrato de Rosario Dawson envolve a participação dela em múltiplas séries de Star Wars

    Agora, durante a pós-produção da segunda temporada de The Mandalorian, uma das grandes surpresas foi que Rosario Dawson pode aparecer na temporada, como a personagem querida pelos fãs, Ahsoka Tano.

    A personagem fez sua estreia na série animada Star Wars: The Clone Wars, dublada originalmente por Ashley Eckstein, e seguiu para a série animada Star Wars: Rebels. Ao viver a personagem, Dawson dará vida a primeira interação live-action da personagem, e pode não ser limitada a The Mandalorian.

    Uma nova notícia do The Direct, diz que o contrato de Rosario Dawson com a Lucasfilm para viver a personagem vai além da aparição da personagem na série do Disney+, e a personagem estaria presente em outras séries de TV.

    Apesar de não ser uma notícia oficial, a aparição da personagem em outras séries que estão em desenvolvimento – se isso se provar real – indica que a Lucasfilm está interessada em ir fundo na história da Cavaleira Jedi.

    Com a série do Disney+ girando em torno de Cassian Andor e outra focada em Obi-Wan Kenobi em produção, Dawson pode aparecer em algumas delas, ou até mesmo nas duas séries, especialmente porque Rogue One: Uma História Star Wars é ambientada cerca de 8 anos antes do começo de The Mandalorian.

    Outra possibilidade é que a própria Ahsoka Tano pode acabar ganhando uma série própria no Disney+, revelando o que a personagem vem fazendo em uma galáxia muito, muito distante, após sua aparição em Star Wars: Rebels.

    Criada por Jon Favreau, The Mandalorian é estrelada por Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers, Giancarlo Esposito e Emily Swallow.

    A primeira temporada da série deve chegar ao Brasil quando o serviço de streaming da Disney chegar por aqui – ainda sem uma data definida. A segunda temporada de The Mandalorian tem estreia prevista para Outubro de 2020.



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