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    Netflix | Confira os lançamentos de Abril

    Em tempos de quarentena, nada melhor do que aproveitar os lançamentos de séries e filmes da Netflix! Após a ótima temporada de Elite e nova minissérie A Vida e a História de Madam C.J. Walker, lançadas em março, o serviço de streaming chega com o pé na porta para o mês de abril.

    SÉRIES ORIGINAIS NETFLIX

    LA CASA DE PAPEL – PARTE 4

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    O plano do Professor sai do papel e põe vidas em risco. Agora, os ladrões terão de encarar inimigos dentro e fora do Banco da Espanha.

    Lançamento: 3 de Abril.

    IRMÃOS CERVEJEIROS 

    Estes dois irmãos sabem tudo sobre a produção de cerveja, mas não entendem nada de relações familiares.

    Lançamento: 10 de Abril.

    OUTER BANKS 

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Um grupo de adolescentes descobre um antigo segredo e embarca em uma aventura inesquecível.

    Lançamento: 15 de Abril.

    FAUDA  – TEMPORADA 3

    Doron controla um jovem pugilista durante uma longa missão secreta na busca de um líder do Hamas.

    Lançamento: 16 de Abril.

    THE MIDNIGHT GOSPEL 

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Baseada em entrevistas do podcast Duncan Trussell Family Hour, esta série animada segue um apresentador espacial em uma jornada pela galáxia à procura do sentido da vida.

    Lançamento: 20 de Abril.

    PLANETA BIZARRO

    Um elenco de bichos esquisitos e a própria Mãe Natureza narram essa divertida série científica, que explora a vida dos animais mais incríveis da Terra.

    Lançamento: 22 de Abril.

    FILMES ORIGINAIS NETFLIX

    COFFEE & KAREEM 

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Policial certinho, Coffee tenta ser legal com o filho da namorada e acaba descobrindo uma conspiração criminosa. Agora, a enrascada é certa.

    Lançamento: 3 de Abril.

    LA CASA DE PAPEL: O FENÔMENO 


    Entenda por que, no mundo todo, La Casa de Papel provocou uma onda de entusiasmo por um grupo carismático de ladrões e seu professor.

    Lançamento: 3 de Abril.

    UM AMOR, MIL CASAMENTOS 

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Em diferentes versões do mesmo dia, Jack encara convidados difíceis, o caos desenfreado e um potencial romance no casamento da irmã.

    Lançamento: 10 de Abril.

    A GRANDE LUTA

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Munido de uma máscara mágica, um garoto de 11 anos entra em uma competição de luta livre. Muita confusão vem aí!

    Lançamento: 10 de Abril.

    SERGIO

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Na sequência da invasão norte-americana ao Iraque, o diplomata da ONU Sergio Vieira de Mello (Wagner Moura) enfrenta a missão mais traiçoeira de sua carreira. 

    Lançamento: 17 de Abril.

    RESGATE

    Netflix | Confira os lançamentos de abril

    Tyler Rake (Chris Hemsworth) é um mercenário sem nada a perder, recrutado para resgatar o filho de um chefão da máfia que está na cadeia.

    Lançamento: 24 de Abril.

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    CRÍTICA | Paper Girls – Vol. 1 (2017, Devir)

    Em meio a uma quarentena causada por uma doença que nos remete aos inúmeros filmes de ficção-científica, fui apresentado à Paper Girls, quadrinho que foi o vencedor do Prêmio Eisner em 2016 e do Prêmio Harvey no mesmo ano.

    A série roteirizada pelo incrível Brian K. Vaughan, responsável por séries como Saga, Y: The Last Man e Os Leões de Bagdá, nos faz colocar muito em perspectiva. Em 2019, foi anunciado que o quadrinho vai ganhar uma adaptação pela Amazon Prime Video ainda sem data de estreia.

    Assim como Stranger Things – a série que foi lançada em 2016 pela Netflix, no mesmo ano que o quadrinho – somos capturados nos primeiros momentos pelo que nos faz lembrar ou imaginar como seria uma viagem de ácido lisérgico, e toda a estética que nos faz sentir tão familiarizado graficamente com o material produzido nos anos 80.

    Paper Girls

    Com uma capa que salta aos olhos, as nossas companheiras de aventura, as jovens Erin, Mac, Tiff e KJ estão em destaque em relação ao fundo, dando a elas um dos tons em maior destaque, assim como elas terão ao longo de todas as páginas.

    Com artes de Cliff Chiang e cores de Matt Wilson, a estética e toda a proposta de Paper Girls se faz palpável, nos deixando claramente ambientados às desventuras que as jovens são obrigadas a testemunhar em uma manhã de trabalho – o título do quadrinho, se dá como uma “piada” à profissão das personagens, que são entregadoras de jornais.

    Paper Girls

    Com o progredir da história, percebemos que a capa relativamente simples, se faz eficaz, meramente pelo fato de Matt Wilson decidir colocar nela o que estaria por vir na história – ao colocar de fundo, a estranha cor que o céu está prestes a tomar nos eventos que se desenrolarão diante dos nossos olhos.

    Ao folhear rapidamente, nos damos conta da razão do quadrinho receber um Eisner de Melhor Nova Série, que inova ao colocar diante dos olhos de jovens adolescentes eventos que poderão mudar o mundo para sempre.

    A rápida leitura e a diagramação dos quadros dinâmicos, dão uma sensação de maior imersão e uma sensação de binge-reading – que é o ato de simplesmente devorar um livro, quadrinho ou qualquer outro material rapidamente, por estar cativado pela leitura do material que está sendo consumido.

    Sem revelar os detalhes de enredo de forma alguma, a confusão mental que temos ao nos depararmos com as 10 primeiras páginas, se faz intencional, mas nos prende em todas as curvas que o roteiro faz, nos deixando pasmos e ainda mais motivados a descobrir o que aconteceu ao mundo e às nossas jovens aventureiras.

    O quadrinho foi lançado no Brasil pela Devir apenas um ano depois de seu lançamento original nos Estados Unidos e se tornou um fenômeno em terras tupiniquins, assim como em terras estrangeiras.

    Você já teve a chance de ler Paper Girls? Se sim, conta pra gente nos comentários o que achou e dê sua nota abaixo!



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    CRÍTICA – A Vida e a História de Madam C.J. Walker (2020, Netflix)

    Madam C.J. Walker é uma das figuras mais impressionantes da história dos Estados Unidos. Filha de pais recém libertos da escravidão, Sarah Breedlove teve que lutar muito e se superar todos os dias para se tornar a primeira milionária negra dos Estados Unidos. A sua trajetória é retratada na nova minissérie da Netflix que chega ao serviços de streaming no dia 20 de Março.

    Com o título original de Self Made (algo como Feito Por Si Mesmo, em português), a nova minissérie da Netflix já mostra de cara a que veio: contar a história da primeira mulher negra que se tornou milionária dependendo única e exclusivamente de sua própria motivação.

    Sarah Breedlove pode ser um nome pouco conhecido para a maioria das pessoas, mas o legado da Madam C.J. Walker é difícil de ignorar.

    CRÍTICA - A Vida e a História de Madam C.J. Walker (2020, Netflix)
    Sarah Breedlove e a logo de sua empresa.

    Estando até hoje no livro dos recordes como a primeira mulher negra a chegar ao primeiro milhão por conta própria, Madam C.J. Walker foi uma mente à frente de seu tempo, trazendo os conceitos do empoderamento e empreendedorismo feminino à uma época em que mulheres não podiam nem ao menos dividir o mesmo espaço que os homens.

    Criada por Elle Johnson e Janine Sherman Barrois, A Vida e a História de Madam C.J. Walker é composta por quatro episódios e traz a oscarizada Octavia Spencer no papel de Sarah e Tiffany Haddish interpretando sua filha, Lelia.

    Os acontecimentos do seriado tem como base a biografia escrita pela bisneta de Sarah Breedlove e retratam os altos e baixos da vida da empreendedora em um recorte histórico que vai da emancipação negra nos Estados Unidos (1863) até a sua morte (1919).

    Por se tratar de uma minissérie de quatro episódios (com média de 48 minutos cada), não há espaço para contar toda a história da empreendedora nos mínimos detalhes, o que acarreta em saltos temporais expressivos entre um episódio e outro.

    Com um tom otimista – mesmo com todas as dificuldades – A Vida e a História de Madam C.J. Walker traz uma mensagem positiva e de empoderamento, mostrando a trajetória de Sarah em uma época onde as mulheres não tinham voz.

    O primeiro episódio, que deveria ser o mais sólido, é um dos mais problemáticos em relação a montagem e narrativa. A história de Sarah Breedlove como lavadeira e os problemas com seu primeiro marido são apresentados rapidamente, tratando de logo colocar Sarah no caminho de Addie Munroe (Carmen Ejogo), sua arqui-inimiga, por assim dizer. É a partir da relação das duas que Sarah desenvolve seu primeiro produto capilar e passa a investir em sua própria empresa de produtos capilares.

    CRÍTICA - A Vida e a História de Madam C.J. Walker (2020, Netflix)

    Os dois episódios seguintes, mesmo com os saltos temporais, conseguem colocar em um ritmo interessante os acontecimentos da vida de Sarah, nos deixando cada vez mais interessados no que ainda está por vir. É quando estamos no ápice de nosso interesse que a minissérie, infelizmente, termina, nos deixando com um sentimento agridoce de interesse e insatisfação.

    Devido ao tempo reduzido da minissérie, fica um pouco complicado nos conectarmos com os personagens secundários. Mesmo a personagem de Tiffany Haddish tendo um dramatização interessante – e que poderia ser melhor explorada – falta um aprofundamento maior para que possamos, de fato, criarmos uma empatia maior com a personagem. O mesmo pode ser aplicado ao marido de Sarah, o senhor C.J. Walker (Blair Underwood). Com tão pouco tempo de seriado e tantos personagens inseridos, fica complicado desenvolver satisfatoriamente todos eles.

    Sarah (Octavia Spencer), Lelia (Tiffany Haddish) e C.J. Walker (Blair Underwood).

    Octavia Spencer faz uma atuação esplêndida – como sempre. Além de ter a oportunidade de interpretar um ícone admirável, a atriz cresce nos momentos em que o roteiro lhe permite ousar. Como já citado, os poucos episódios e a curta duração impedem que a atriz entregue ainda mais – algo que ela pode e já fez inúmeras outras vezes.

    Seria extremamente interessante ver como uma mulher que ficou órfã aos 7 anos conseguiu se manter até os 14, sair de uma plantação de algodão e ganhar o mundo com seus produtos de beleza. Essa parte da história de Sarah nos é negada em A Vida e a História de Madam C.J. Walker e faz uma grande diferença para entendermos tudo o que a primeira mulher negra milionária nos Estados Unidos teve que enfrentar para chegar onde chegou.

    Apesar dos embates travados por Sarah com alguns homens poderosos ao longo da minissérie, seria interessante vermos, também, o quão presente ela foi na luta pela emancipação das mulheres negras. O quanto ela mudou a vida de outras pessoas investindo em universidades para pessoas negras, incentivando a cultura e oportunidades para a comunidade.

    A Vida e a História de Madam C.J. Walker é uma dose limitada de uma história interessante, emocionante e que poderia nos render muito, muito mais. Fica a vontade de conhecer mais sobre a história de Sarah, sua filha e o legado da marca nos Estados Unidos ao longo das décadas.

    Assista ao trailer legendado:

    A Vida e a História de Madam C.J. Walker estará disponível amanhã (20) no catálogo da Netflix. Após assistir, lembre-se de deixar sua avaliação e seus comentários!



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    CRÍTICA – Oblivion Song (2019, Intrínseca)

    Quem diria que após o fim do sucesso avassalador de The Walking Dead nos quadrinhos (sucesso que ainda continua em outras mídias como livros, games e série de TV) Robert Kirkman já iria implantar com uma nova HQ de ficção cientifica sobrenatural junto com a arte espetacular de Lorenzo de Felici e cores de Annalisa Leoni.

    Oblivion Song traz uma trama intrigante, onde acompanhamos Nathan Cole, com a difícil missão de resgatar os habitantes da Filadélfia que foram subitamente teletransportado para Oblivion a cerca de 10 anos atrás.

    Oblivion é uma dimensão inóspita repleta de criaturas ameaçadoras, onde os cidadãos que foram teletransportados tentam sobreviver dia após dia na esperança de um dia serem resgatados.

    Enquanto isso as pessoas que não foram parar em Oblivion, ficam angustiados e com a esperança de que seus amigos e familiares ainda estejam vivos e sejam resgatado por Cole, já que o governo desistiu das buscas.

    Em Oblivion Song, Robert Kirkman tem uma trama cheia de mistério e tão envolvente quanto The Walking Dead, e com uma outra dimensão bem desenvolvida; e sem falar do personagem principal (Nathan Cole) que é tão determinado com seus objetivos quanto Rick Grimes em TWD.

    O roteiro da HQ é bem fluído, fazendo com que o leitor conclua a leitura dos seis primeiros volumes do encadernado sem nem perceber e vai ficará bastante ansioso com os próximos.

    Além do roteiro envolvente a arte de Lorenzo de Felici junto com a colorização de Annalisa Leoni é um espetáculo à parte e se encaixa bem com o roteiro de Kirkman.

    A obra foi publicada originalmente em Março de 2018 pela Image Comics e conta atualmente com 23 edições nos Estados Unidos. No Brasil a Editora Intrínseca já publicou dois encadernados entre 2019-2020 cada um com 06 edições.

    Em junho de 2019, foi revelado que a Universal Pictures e a Skybound Entertainment produzirão um filme de Oblivion Song com Sean O’Keefe escrevendo o roteiro.

    Editora: Intrínseca 

    Roteiro: Robert Kirkman

    Arte: Lorenzo De Felici 

    Cores: Annalisa Leoni 

    Páginas: 144

    Sinopse:

    Anos atrás, 300 mil habitantes da Filadélfia foram transportados para Oblivion, uma nova dimensão aterrorizante que surgiu de forma inexplicável e destruiu áreas da cidade. Os desaparecidos tentam sobreviver enfrentando seres monstruosos em um ambiente inóspito e atordoante, marcado por raros momentos de calmaria.

    O governo investiu muitos recursos em incursões para resgatar as vítimas, mas depois de dez anos as buscas foram encerradas. Mesmo lamentando a perda de entes queridos, a vida seguiu seu curso para grande parte da cidade, e monumentos, memoriais e museus foram erguidos em homenagem aos que se foram.

    No entanto, se depender do cientista Nathan Cole, ninguém vai ficar para trás. Nathan desenvolveu uma tecnologia extremamente instável que lhe permite visitar Oblivion todos os dias. Ele arrisca a própria vida em viagens solitárias, perigosas e muitas vezes infrutíferas na tentativa de resgatar sobreviventes. Mas o que Nathan procura? Por que não consegue resistir ao chamado de Oblivion, à canção silenciosa de um mundo prestes a ruir e a levá-lo junto?

    E você, já leu Oblivion Song? Deixe seus comentários e sua avaliação!



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    PlayStation 5: Sony confirma que quase todos os games de PS4 serão compatíveis

    Como parte do que muitos esperavam, a Sony começou a revelar oficialmente muitas das especificações e características do PlayStation 5.

    Em uma apresentação liderada pelo designer do PS5, Mark Cerny, ele confirmou que a maioria dos games do PlayStation 4 serão retro compatíveis com o novo console, devido aos designs de hardware para o novo console levando em consideração a compatibilidade do console anterior. Isso inclui a base do PS4 e do PS4 Pro.

    Cerny revelou que o problema da retrocompatibilidade entre os dois consoles não foi uma limitação para o hardware do PlayStation 5, mas sim, os games que não foram desenvolvidos para ter velocidade de processamento rápidos e especificações do novo console.

    Cada game que foi aprovado pela Sony para retrocompatibilidade foi rigorosamente testado para garantir a escalabilidade entre os dois consoles para manter uma qualidade de gameplay equiparada ou melhor.

    Sem entrar muito nos detalhes de como a retrocompatibilidade seria feita pelo PlayStation, se será através de um software de emulação ou um disco físico, Mark Cerny revelou que a maioria dos mais de 100 títulos do PlayStation 4 estariam disponíveis para serem jogados no PlayStation 5 no seu lançamento ao final de 2020.

    De acordo com a Sony, o PlayStation 5 deve ser lançado no final desse ano.



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    Coronavírus: Canais por assinatura e streaming liberam sinais

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    Em meio a pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19) que está acontecendo no mundo, medidas de proteção estão sendo tomadas e uma delas é a recomendação de que as pessoas fiquem em casa e não frequentem lugares com grandes aglomerações e, assim, evitar um possível contato com infectados.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Coronavírus: Timeline dos principais eventos

    Para incentivar as pessoas a ficarem em suas residências, alguns canais por assinatura e serviços de streaming estão liberando seus sinais gratuitamente.

    O Feededigno preparou uma lista completa de todas as operadoras que estão adotando essa medida.

    Canais por assinatura e streaming com os sinais abertos:

    • Telecine (Premium, Action, Touch, Fun, Pipoca e Cult estarão disponíveis em todas as operadoras de TV por assinatura por tempo indeterminado);
    • Disney;
    • Nat Geo Kids;
    • ESPN;
    • FOX;
    • National Geographic;
    • Grupo Bandeirantes (liberou os canais pagos Arte1, BandNews TV, BandSports e Terraviva);
    • Smithsonian Channel (apenas na Net e Claro);
    • GloboNews (nas próximas duas semanas);
    • Globoplay (deixará abertos diversos títulos de sua programação infantil por 30 dias);
    • Sky TV.

    A Sky TV também liberou, desde a última segunda-feira (16), uma série de canais tanta via sinal aberto, quanto via streaming pelo Sky Play. Dentre os canais estão: A&E, AMC, Animal Planet, Arte 1, AXN, Band News, Band Sports, BBC, Bis, Boomerang, Canal Brasil, Cartoon Network, CNN, CNN Brasil, Comedy Central, Discovery, Discovery H&H, Discovery Kids, E!, Globo News, GNT, Megapix, MTV, Multishow, Nickelodeon, OFF, Paramount, Sony Channel, SporTV, Universal Channel, Viva e Warner.



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