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    League of Legends: Atualização vai afetar cerca de 30 campeões

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    O tamanho do próximo patch de League of Legends parece continuar crescendo à medida que o lançamento se aproxima, e antes da semana que será lançado, agora temos uma ideia melhor de quantos campeões ele afetará.

    Em uma das postagens ocasionais de Gameplay Thoughts da Riot Games, o diretor de design Riot Meddler disse que a atualização incluirá mudanças para “cerca de 30 campeões”. Isso é apenas parte do que está incluído na atualização, já que o Patch 9.14 terá novos recursos para o Teamfight Tactics, skins e muito mais.

    Os jogadores da liga de League of Legends que acompanharam os desenvolvimentos nos servidores PBE já saberão como a próxima atualização está se tornando um “patch muito grande”, como disse Riot Meddler ao discutir o que seu conteúdo implicará:

    “Um patch bem grande, com vários campeões diferentes trabalhando. A expectativa é que provavelmente façamos uma pequena avaliação de acompanhamento alguns dias depois de laçarmos o patch 9.14, já que com cerca de 30 campeões serão modificados, haverá chances de que pelo menos um precise de alguma correção rápida depois.”

    Como já vimos no passado, os insights da Riot sobre o próximo patch da liga afetarão várias áreas diferentes do jogo. Para os jogadores do Teamfight Tactics, a mudança mais notável é que haverá um modo de classificação adicionado. Isso significa que os jogadores finalmente poderão empregar suas composições de equipe treinadas contra outros jogadores que estão procurando se classificar pelos mesmos níveis e divisões que os jogadores encontram nos modos normais de classificação.



    Não é garantido que o Teamfight Tactics classificado seja lançado logo quando a atualização for disponibilizada, então pode ser que a gente veja essa versão mais tarde no ciclo de atualização.

    As novas skins também estão programadas para sair em algum momento durante este próximo patch. Garen e Lucian estão cada um recebendo uma das skins que são as primeiras do seu tipo, que foram reveladas antes do início do evento Arcade.

    Se você está se perguntando por que o patch ainda não foi lançado, como os jogadores normalmente esperariam do cronograma de patches da Riot, é porque essa atualização se enquadra em um ciclo de três semanas em vez do processo normal de duas semanas.

    O patch 9.14 está programado para ser lançado no dia 17 de julho.

    Big Little Lies: Mudanças internas marcam a 2ª temporada

    Pelo visto a parte interna de Big Little Lies não está às mil maravilhas. De acordo com a Indiewire, tiveram alguns problemas de comunicação, contrato e mudanças bruscas no meio da produção do segundo ano da série.

    Desde o primeiro episódio é notável a diferença de ritmo entre toda a primeira e a segunda temporada. A direção da primeira temporada que tinha ficado por conta de Jean-Marc Vallée foi substituída no segundo ano para a diretora britânica, Andrea Arnold. A HBO queria que ela não apenas dirigisse, mas também passasse pela preparação, produção e pós-produção, dando assim, o seu próprio tom à série.

    Mas aparentemente algo não foi compartilhado com Arnold, visto que no final de 2018 houveram mudanças bruscas e a direção voltou para o antigo diretor, Vallée, com o objetivo de unificar o padrão da segunda temporada ao da primeira. Ou seja, pegaram todo o trabalho da Andrea Arnold e tentaram colocar no estilo de Jean-Marc Vallée, que ganhou 8 dos 16 Emmys indicados em 2017. Segundo fontes internas, esse sempre foi o plano da HBO com Arnold, contudo ela não sabia/não foi comunicada disso.

    Antes da contratação de Andrea Arnold, o diretor Jean-Marc Vallée estava terminando a produção de Objetos Cortantes, série também da HBO. Porém, o canal resolveu não esperar e contratou a britânica, pois acreditavam que o trabalho dela seria fácil de moldar na pós-produção ao estilo de Vallée.

    Segundo a Indiewire, essa mudança brusca pode ter sido uma má decisão da HBO antes da contratação de Arnold ao pesquisarem seu estilo de direção, principalmente nos filmes Docinho da América e Aquário, por que seu estilo de realismo poético, imediatismo emocional e seu trabalho manual bruto, marca uma grande diferença do trabalho produzido por Vallée anteriormente, que usava uma câmera flutuante pra enfatizar a gravidade das situações. Mas mesmo assim, um erro tão perceptível como esse, não tira o fato da falta de comunicação ocorrida entre os produtores da série e o que eles queiram desde o começo.

    É estranho ao se notar, que mesmo que a HBO já tivesse em mente que eles incluiriam o diretor Jean-Marc Vallée posteriormente, que eles deixaram a também diretora Andrea Arnold tomar conta própria, deixando-a até contratar sua própria equipe de criação, trazendo seu diretor de fotografia, Jim Frohna, com quem trabalhou na série Soloway.

    Apesar de tudo, logo após o fim das filmagens, as atrizes Reese Witherspoon e Nicole Kidman vieram a elogiar o trabalho da diretora publicamente. Kidman chegou até a chamá-la de “líder destímida”.

    Quando Vallée terminou Objetos Cortantes ele logo assumiu o controle da produção novamente. Mudou a produção de Londres para Montreal, sua cidade natal, e agendou 17 dias de refilmagens. E mesmo assim, Arnold esteve presente no set em todo momento.

    Quando questionada sobre a movimentação repentina, a HBO divulgou:

    “Não haveria uma segunda temporada de Big Little Lies sem Andrea Arnold. Nós da HBO e os produtores estamos extremamente orgulhosos de seu trabalho. Como acontece com qualquer projeto de televisão, os produtores executivos trabalham em colaboração na série e achamos que o produto final fala por si.”

    A assinatura de Andrea Arnold vai se perdendo através dos episódios que se procedem. No primeiro podemos sentir que ela está lá, mesmo que a edição de Jean-Marc Vallée deixe-o bagunçado para colocar suas filmagens no meio. Atualmente, no quinto episódio, praticamente vemos apenas o trabalho de Vallée novamente e algo mais próximo à primeira temporada. Atualmente 11 editores são creditados pela temporada.

    É triste quando se para pra pensar que, uma série majoritariamente com um elenco forte feminino, que havia acabado de contratar uma grande diretora, após ser jogada para escanteio, teve que ver de perto seu trabalho ser moldado novamente por um homem. A diretora não quis comentar sobre o ocorrido.

    O sexto e penúltimo episódio será exibido hoje (14) às 22 horas, na HBO.

    Mindhunter: 2ª temporada retorna em 16 de agosto, na Netflix

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    A série Mindhunter está retornando para sua segunda temporada em 16 de agosto de 2019, na Netflix. Anteriormente, Charlize Theron, que é a produtora-executiva da série, já tinha revelado o mês de lançamento, mas o dia era incerto.

    David Fincher também esclareceu especulações e confirmou que os Assassinatos Infantis de Atlanta e Charles Manson são todos integrantes de novos episódios.

    Mindhunter é uma série TV de drama policial criada por Joe Penhall, e baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit escrito por John E. Douglas e Mark Olshaker.

    Na segunda temporada, a análise comportamental segue para as linhas de frente do trabalho policial.

    Fincher disse que a cena original de abertura da segunda temporada deveria mostrar um homem se masturbando, mas a cena foi cortada. Atlanta Child Murders é a narrativa da segunda temporada.

    Wayne Williams, o serial killer, agora cumpre prisão perpétua, suspeito de matar 29 homens e meninos de 1979 a 1981, mas nunca foi julgado por nenhum dos assassinatos de crianças em Atlanta. Williams proclamou sua inocência. Em março de 2019, a polícia de Atlanta reabriu os casos na esperança de que novas tecnologias levassem a uma condenação.

    David Fincher disse durante uma entrevista com Elvis Mitchell no podcast The Treatment, da KCRW:

    “Você provavelmente poderia fazer três temporadas no Atlanta Child Murders. É uma história enorme e arrebatadora e trágica. Nós não poderíamos fazer justiça somente com as nossas nove horas. Nós tivemos que escolher dramatizar. [O FBI] são os últimos caras, eles estão tentando ajudar algo que tem seu próprio momento e política. É um campo de batalha dividido.”

    O assassino Wayne Williams, responsável pelos crimes, foi capturado pelo FBI em 1981, julgado e condenado à duas prisões perpétuas no ano seguinte. A história já foi adaptada para a televisão na minissérie de 1985 Terror em Atlanta, com James Earl Jones, Martin Sheen e Morgan Freeman no elenco.

    A 2ª temporada de Mindhunter chega dia 16 de agosto de 2019 na Netflix.

    Homem Invisível: Remake terá ator de A Maldição da Residência Hill

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    No clássico Homem Invisível, de HG Well, um cientista descobre o segredo da invisibilidade, mas nunca descobre as formas de se tornar visível, acabando por deixá-lo insano e com uma vida de crime.

    A história foi adaptada para um filme em 1933, ganhando uma seqüência e cimentando o personagem como um dos icônicos monstros do cinema. Enquanto vários filmes de terror nas décadas seguintes caracterizaram personagens que podem se tornar invisíveis, ainda precisamos ver uma adaptação adequada do material original desde a sequência de 1940. O roteirista e diretor, Leigh Whannell, estará entregando ao público uma reinicialização oficial da propriedade, que acrescentou Oliver Jackson-Cohen, o astro de A Maldição da Residência Hill, como o personagem titular.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | A Maldição da Residência Hill: Terror para ninguém colocar defeito

    O Deadline confirmou a notícia do elenco, com Jackson-Cohen se juntando com aos já anunciados Elisabeth Moss e Storm Reid. O filme segue Cecilia (Moss), que recebe a notícia do suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em questão quando ela começa a suspeitar que seu amante falecido não está realmente morto.

    Dada a natureza inerente da premissa, não devemos esperar ver muito de Oliver Jackson-Cohen em uma forma tangível, mas é uma grande oportunidade para o ator, que obteve grande sucesso com seu papel de protagonista na série Netflix.

    Em 2017, a Universal Studios revelou que estava lançando um Universo Compartilhado de filmes, com reinicializações de todos os seus monstros icônicos. A primeira entrada na série, A Múmia, tornou-se uma decepção financeira e crítica, estagnando a franquia indefinidamente. Quando o “Universo Sombrio” foi anunciado, rumores apontavam que Johnny Depp estava assumindo o papel de Homem Invisível, mas nenhum plano para sua estréia foi oficialmente revelado.

    Os fãs estão curiosos sobre como este novo remake irá reimaginar o material de origem, com Elisabeth Moss confrontando Oliver Jackson-Cohen. Logo que foi confirmada, a atriz comentou ao THR:

    “Ainda não entendi o que posso dizer. Tenho certeza de que posso dizer que não sou ‘O Homem Invisível. Isso seria estranho. Parte da razão pela qual eu queria fazer isso é que eu realmente senti que era uma história realmente feminista de empoderamento feminino e uma espécie de superação de uma vítima. Eu nem sei o que posso dizer sobre isso! Eu não sou o Homem Invisível, mas há um Homem Invisível – se isso faz algum sentido.”

    O Senhor dos Anéis: Amazon anuncia game em desenvolvimento

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    Apesar de terem dispensado muitos membros da equipe durante a E3 2019, a Amazon Game Studios agora revelou o seu título de O Senhor dos Anéis que está sendo produzido. A empresa foi até a imprensa para anunciar que o game vêm sendo co-desenvolvido pela Leyou Technologies Holdings Limited e a Middle-Earth Enterprises para revelar aos fãs em que pé está o game.

    Primeiro de tudo, apesar de não termos um título oficial até o momento, nós sabemos que o game será de graça e será um grande MMO, ambientado na Terra-Média para PC e consoles. Ele está sendo desenvolvido pela equipe responsável por New World, e as pessoas responsáveis pelo game estão reunidas em Seattle, Irvine, e San Diego.

    O game será lançado próximo da data da série da Amazon Studios, mas contará uma história completamente diferente. Apesar de ainda não ter uma data de lançamento, o game de O Senhor dos Anéis deve demorar algum tempo. Por enquanto, tudo que temos, são algumas respostas das pessoas envolvidas no projeto abaixo:

    Christoph Hartmann, Vice-Presidente da Amazon Game Studios comentou:

    “Estamos comprometidos a levar games da maior qualidade possível, ambos com nossa própria IP, assim como os pilares da amada franquia de O Senhor dos Anéis. A Terra-Média de Tolkien é um dos mundos fictícios mais amados, e dá à nossa equipe com grande experiência em desenvolvimento em MMO – do mesmo estúdio que está desenvolvendo New World – uma tremenda oportunidade para jogar e criar. Nós temos uma pessoa responsável por manter as histórias concisas, e estamos aumentando cada vez mais nossa equipe a fim de construir essa incrível experiência.”

    Alex Xu, CEO da Leyou Technologies Holdings, disse:

    “Trazer a Terra-Média à vida exige ter os melhores parceiros e a melhor tecnologia; e as equipes talentosas da Amazon fazem dela a escolha ideal para um co-desenvolvedor e editor. Acreditamos que nossos recursos e conhecimentos combinados resultarão em um jogo bonito e atraente que os clientes vão adorar e jogar nos próximos anos.”

    Fredrica Drotos, diretora de marcas e licenciamento da Middle-earth Enterprises, também deixou clara sua opinião:

    “Quem entre nós não quis participar de uma aventura épica? Mais de 60 anos após a publicação da A Sociedade do Anel, estamos satisfeitos que a Amazon Game Studios fez uma parceria com Leyou para trazer seus respectivos conhecimentos para construir um jogo muito esperado que nos imergirá no amado e épico mundo da Terra-Média, imaginado pelo Professor Tolkien.”

    TBT #28 | O Sétimo Selo (1957, Ingmar Bergman)

    A década de 1950 testemunhou o renascimento do cinema nórdico, que esteve na vanguarda das realizações cinematográficas durante a era dos filmes mudos. No início dos anos 20, os melhores diretores alcançaram uma delicadeza e um naturalismo quase sem igual, mas com a chegada do som e com a predominância de Hollywood, os poucos povoados países nórdicos ficaram linguisticamente e culturalmente isolados.

    No final dos 40, a Suécia estava novamente produzindo filmes criativos. O historiador do cinema Peter Cowie afirmou:

    “Provavelmente nenhum outro país com uma população semelhante alcançou o sucesso artístico da Suécia no cinema.”

    Uma característica fundamental para esse sucesso foi a beleza fotogênica das paisagens rurais e urbanas acompanhadas do contraste entre os costumes luteranos austeros e a evolução da sociedade, no século XX, para uma democracia social secular.

    Esses temas foram expressos, na década de 1950, nas obras de Ingmar Bergman. O diretor passou por fases românticas e melancólicas, até chegar as suas outras características mostrando um lado mais alegórico e existencial em O Sétimo Selo.

    A obra inovadora de Bergman toma forma de uma peça com moralidade medieval. A trama retrata sobre um cavaleiro Antonius Block (Max Von Sydow) que retorna das Cruzadas e encontra sua terra natal devastada pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, quando a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Mas o cavaleiro propõe à Morte um jogo de xadrez que vale a própria vida. A Morte concorda, e o jogo se desenvolve em várias fases durante o longa.

    JOGANDO PELA EXISTÊNCIA

    TBT #28 | O Sétimo Selo (1957, Ingmar Bergman)

    A imagem do cavaleiro jogando xadrez com a Morte na praia se tornou uma das mais icônicas e parodiadas na história do cinema. É uma vinheta rigidamente monocromática, a ausência de cor simboliza a ausência de Deus. O mundo no filme de Ingmar Bergman perdeu a vida e a vitalidade: a água que lambe a areia é cinzenta e o céu está coberto de nuvens escuras; a face da Criação abandonada por Deus é pedregosa. Para muitos artistas e cineastas seguidores do diretor, O Sétimo Selo é um dos primeiros pontos de referência quando se trata de discutir e explorar o tema morte.

    O roteiro de Bergman comunica suas amplas ideias na mais simples e certeira das imagens com leves toques de humor mórbido, refletindo através de sua temática apocalíptica e referências bíblicas toda a angústia de uma geração horrorizada com o holocausto, apavorada com a existência da bomba atômica, e praticamente certa da eminência de uma guerra nuclear.

    CENA MEMORÁVEL

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    A Morte de rosto branco e manto preto de Bengt Ekerot (que se tornou um símbolo do cinema) ouvindo as confissões do cavaleiro que está desesperado para expressar sua angústia:

    “Como iremos acreditar nos que acreditam quando não acreditamos em nós mesmos?.”

    Ao abordar a perda de fé e o questionamento existencial do cavaleiro medieval, ele não está fazendo uma crítica à Idade Média, mas sim à sociedade contemporânea, que nos apresenta diálogos inspiradores e atuações igualmente surpreendentes.

    O cartaz sueco original mostra a Morte esperando, impassível, com os personagens da trama representando um tabuleiro de jogo xadrez, peça essencial do longa.

    As questões técnicas como edição e fotografia são notáveis e aplicados de acordo com o contexto histórico medieval da trama, o cenário é construído de tal modo que você consegue sentir o clima de puro pessimismo e caos da época. O simbolismo é algo presente até nos mínimos detalhes do filme.

    O Sétimo Selo demonstra domínio total da arte cinematográfica unindo um estilo de autoria que lhe é próprio: locações externas, fotografia controlada com camadas de profundidade, temas de grande escalada psicológica e montagem inquietante.

    O filme é a parábola da prática humana em se relacionar com a morte na tentativa de abrandar sua inquietude. O cenário é a Europa da Idade Média, contudo a problemática envolve uma filosofia atemporal: o temor e a forma pela qual lidamos com o desconhecido. Sendo a morte a face mais evidente nesta relação é através dela, em diálogos diretos, que o protagonista vai em busca por respostas a respeito da existência e, naturalmente, de Deus.

    Para Ingmar Bergman, delinear o destino de todos de forma poética é propor a subjetividade como a melhor estratégia, deixando para a dúvida a melhor resposta do significado do Ser. Um película que ecoa com perfeição o preocupante silêncio sobre a sua criação, e certamente por isso é uma das obras sensoriais mais relevantes do Século XX.

    Assista ao trailer legendado de O Sétimo Selo: