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    Alice 3: Os preparativos para a continuação da saga de American McGee

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    Uma história que ultrapassou idades, gêneros e gostos. Até hoje, Alice no País das Maravilhas não é esquecido, e sempre fazem algo novo baseado no universo de Lewis Carroll – e American McGee não é uma exceção.

    Por onde andamos vemos peças infantis contando a história de Alice, adaptações hollywoodianas, musicais na Broadway, contos independentes baseados na garota, e até mesmo animes! O Japão é um enorme fã da personagem e sempre há uma referência em suas obras. Como eu disse, um pouco de País das Maravilhas para todo público, mas o American McGee foi mais fundo e nos mostrou um lado da Alice que estava além da terra encantada de sua imaginação: sua loucura.

    Com muitos recursos visuais intensos e macabros, American McGee reconta a história de Alice após o falecimento de seus pais e de sua irmã, após seu internamento em um manicômio, e após sessões intensas de terapia que fazem o País das Maravilhas se tornar um enorme e perigoso campo de batalha que poderá devolver as memórias queridas de Alice ou afundá-la em desespero e loucura.

    O primeiro jogo, American McGee’s Alice, foi lançado em 2000 e já chamou muita atenção – obviamente não 100% boa – por trazer essa corrupção ao conto infantil. Em 2011, McGee apostou novamente e acertou em cheio com Alice: Madness Returns, jogo que se tornou um ícone hack and slash, atraindo um público enorme por ser inovador e, bom, muito mais sanguinário que o primeiro jogo.



    Atualmente, desde 2018, seu estúdio está pedindo apoio para os fãs que consigam ajudar a promover a continuação que contará um pouco mais da estadia de Alice no manicômio – Alice: Asylum.

    No site oficial (http://americanmcgee.com) você encontrará 4 etapas que McGee diz que os ajudará muito:

    https://www.instagram.com/p/B0zZhOjD4fJ/?utm_source=ig_web_copy_link

     

    1. Colocar seu e-mail para receber notícias atualizadas do desenvolvimento do jogo;
    2. Segui-los no Twitter, Facebook, Instagram e YouTube;
    3. Contribuir com o jogo no Patreon através do link http://patreon.com/americanmcgee, onde você também vê notícias e imagens conforme a produção aument;
    4. Visitar a loja Mysterious, onde há itens oficiais da equipe de McGee, e o dinheiro ajuda no desenvolvimento do game: http://mysterious.americanmcgee.com.

    Inclusive se alguém quiser me pedir em namoro, qualquer item dessa loja eu vou amar mais do que aliança. Mas é pra ter aliança também, porque acho fofo.

    Assista abaixo o teaser trailer:

     

    Estamos muito ansiosos por esse lançamento e torcendo para que dê certo. E coincidentemente, essa semana, vi também o lançamento da edição de colecionador de Alice no País das Maravilhas da DarkSide Books.

    Como eu disse, o pessoal não cansa de lançar novidades para Alice, e eu espero que não parem de lançar, mesmo! Tem até livro para bebê, gente! Vou comprar pros meus gatos.

    CRÍTICA – Rainhas do Crime (2019, Andrea Berloff)

    Buscando diversificar suas produções baseadas em quadrinhos, a Warner Bros optou por adaptar para as telonas a série Rainhas do Crime (The Kitchen), antigamente distribuída pelo selo adulto Vertigo da DC Comics. Dirigido e roteirizado por Andrea Berloff e protagonizado por três atrizes do alto escalão de Hollywood – Melissa McCarthy, Elisabeth Moss e Tiffany Haddish -, Rainhas do Crime chega aos cinemas com grandes expectativas.

    O longa conta a história de Kathy (Melissa McCarthy), Claire (Elisabeth Moss) e Ruby (Tiffany Haddish), três mulheres que vivem à sombra de seus maridos. Com papéis bem definidos na estrutura familiar, as mulheres não possuem nenhum direito que não se refira a ficar em casa e cuidar dos filhos. No caso de Tiffany, há ainda toda a questão do preconceito racial envolvendo o seu casamento com um homem branco irlandês.

    As famílias fazem parte de um grande esquema de trabalho ilegal no bairro de Hell’s Kitchen. Eles coletam dinheiro dos comerciantes em troca de proteção contra bandidos de fora da região – bem no estilo milicianos. Quem se opõem a trabalhar dessa forma é convidado a se retirar do bairro e da vida na terra.

    A história muda quando os maridos de Kathy, Claire e Ruby são presos, deixando as três mulheres de mãos atadas e sem dinheiro para alimentar suas famílias. A partir disso, as Rainhas do Crime passam a tomar conta dos negócios de seus maridos e se tornam as chefonas do crime organizado local.

    O grande destaque do filme é, sem dúvidas, Melissa McCarthy. Com uma atuação impecável, Melissa transita entre o humor e o drama e domina boa parte das cenas. Ela é uma líder natural para o grupo, conquistando a simpatia do comércio local. Elisabeth Moss, que teria tudo para ser um dos destaques, acaba presa a um arco ruim e pouco inspirado que impede que a atriz demonstre todo o seu potencial – já tão conhecido em séries como The Handmaid’s Tale. O gargalo está na presença em cena de Tiffany Haddish: apesar de ótima atitude, deixa a desejar na entrega ao papel.

     

    Ao longo de seus 103 minutos de duração, Rainhas do Crime parece um pêndulo, dando passos para frente e para trás quase que constantemente. Em certo momento são retratadas tantas cenas de funerais que parece que você está assistindo ao mesmo desenrolar da história repetidas vezes. O grande problema do roteiro é a falta de tempo para desenvolver a trama das três personagens principais, deixando seus dramas, dilemas e ambições mal explicados. É aquele caso de colocar muitas histórias em um projeto curto quando, na verdade, poderia ser melhor desenvolvido em uma série com 8 ou 10 episódios.

    O trabalho de direção de Andrea também não é dos mais inspirados. Cortes abruptos e tons de filme diferentes que parecem não se conectar entre si atrapalham a fluência da trama. Andrea, que também é responsável pelo roteiro, não amarra pontas soltas, coloca inúmeros personagens em tela e não aprofunda a motivação de quase nenhum deles. O desfecho do longa é a pior parte, deixando um gosto de amargo de algo que poderia ser muito, muito melhor.

    Rainhas do Crime tem como seu principal trunfo o trabalho de Melissa McCarthy. Se você vai ao cinema esperando boas cenas de ação ou um daqueles suspenses de máfia maravilhosos… é melhor procurar outro filme.

    Assista ao trailer:

    E você, já assistiu vai assistir Rainhas do Crime? Deixe seus comentários e lembre-se da sua avaliação

    CRÍTICA – The Boys (1ª temporada, 2019, Amazon Prime Video)

    E se os super-heróis fossem egoístas, egocêntricos, inconsequentes e narcisistas? Se você sempre teve essa curiosidade, The Boys responde todas essas questões com uma trama envolvente, humor ácido e muito gore em suas cenas muito bem construídas.

    A trama se passa nos Estados Unidos com um grupo chamado Os Sete, emulando a Liga da Justiça. Formado por Capitão Pátria (Antony Starr), Rainha Maeve (Dominique McElligott), Trem-Bala (Jessie Usher), Translúcido (Alex Hassell), Profundo (Chace Crawford), Sombra Negra (Nathan Mitchell) e Luz-Estrela (Erin Moriarty), a última sendo a nova membro da equipe de heróis desajustados e politicamente incorretos, os heróis são o antônimo de tudo aquilo que conhecemos dos grupos mais populares dos quadrinhos, e isso é um ponto muito positivo.

    O mais interessante da série é a questão dos personagens à parte do poderoso grupo da empresa Vought. The Boys não é um conto sobre mocinhos salvando o dia das ameaças da Terra, e sim, das consequências de seus atos e toda a destruição causada por eles. O personagem principal da série é Hughie Campbell (Jack Quaid), um homem comum e assustado que trabalha como auxiliar numa empresa de equipamentos eletrônicos. Após ver sua namorada sendo literalmente desintegrada pela supervelocidade de Trem-Bala, acaba se juntando a Billy Bruto (Kartl Urban), Francês (Tomer Kapon), Fêmea (Karen Fukuhara) e Leitinho (Laz Alonso) em busca de vingança contra “os super”.

    Acompanhar os episódios pela perspectiva dos personagens comuns é uma mudança de paradigma muito interessante. A todo o momento, torcemos para que os heróis se deem mal, pois vemos Os Sete sendo tremendos babacas, se importando muito mais com seu status e poder do que de fato fazer o bem para a humanidade. Não há nada em preto em branco, e sim, vários tons de cinza na história. Aqui, bem e mal não estão bem claros e isso é um acerto gigantesco no roteiro.

    A fotografia e efeitos especiais são incríveis, com diversas cenas lindas e, muitas vezes nojentas! Temos gente sendo mutilada, cabeças explodindo, lobotomização e muitas fraturas, deixando alguns filmes de terror no chinelo. Nada do que é feito em cena é gratuito ou para chocar. A demonstração de poderes dos personagens é notável, principalmente os do Capitão Pátria, lembrando muito o filme Brightburn: Filho das Trevas. A trilha sonora também foi escolhida a dedo com músicas como Barracuda, da banda Heart, London Calling, dos britânicos do The Clash, Cherry Bomb, do The Runaways e muito mais!

    A série gira em torno de quatro núcleos: Billy, Hughie, Luz-Estrela e o arco d‘Os Sete. Hughie tem uma história tragicômica e faz uma mistura dos dois gêneros: comédia e drama, ele seria uma espécie de alívio cômico do time e Jack Quaid entrega uma atuação muito boa tanto nos momentos engraçados, quanto nos momentos dramáticos, sendo um personagem em transição na trama. Bruto é o cara da ação e lembra muito os brucutus dos filmes dos anos 80: canastrão, sério e sarcástico, nos fazendo ter um pouco de asco do personagem, mas Karl Urban consegue nos passar o que Billy está sentindo a todo momento. A raiva emana o tempo todo de dentro dele.

    Por parte dos heróis, talvez o arco de Luz-Estrela seja o mais interessante de todos, pois é justamente o que todo o nerd gostaria: ser um super-herói no meio de lendas. Anne, o pseudônimo da heroína, é uma garota que equilibra a doçura, a coragem e a justiça; uma personagem empoderada e que está no grupo para salvar pessoas, ficando o tempo todo numa gangorra entre a ética e o vislumbre de pertencer a um grupo no qual o glamour e status são mais importantes do que proteger a humanidade, algo que faz com que ela seja a mais complexa, juntamente com o Capitão Pátria em suas características. A atuação de Erin Moriarty é sensacional.



    No arco d’Os Sete, temos que destacar três personagens: Capitão Pátria, Profundo e Rainha Maeve. A última seria uma espécie de Luz-Estrela vendida ao sistema, no fundo, ela possui uma bússola moral, todavia, sabe que não tem forças para mudar o que foi feito pela Vought, o que faz com que ela fique desiludida em sua jornada como heroína.

    Profundo é a chacota do grupo, uma piada clara com Aquaman, o Rei dos Mares da DC Comics. Ao longo dos episódios, vemos que há uma profundidade (piada pronta hehe) na sua persona: um homem que quer ser lembrado por seus grandes feitos, mas que é ignorado por todos. Sem dúvidas é um personagem que tem tudo para ser um dos mais importantes na próxima e já confirmada segunda temporada. Chace Crawford vai muito bem no papel sendo um grande idiota em vários momentos, assim como tem um potencial para ser um grande vilão.

    Agora vamos ao grande destaque: Capitão Pátria! Um personagem cruel, sem remorso, poderoso e indestrutível, um ser no qual todos temem e que ninguém pode deter. Antony Starr é capaz de causar um ódio gigantesco no espectador, visto que ele é uma espécie de Deus maligno! Quem o contraria ou o enfrenta, acaba sendo morto de formas extremamente violentas, um grande destaque para as questões gráficas da série, elemento no qual teve alto investimento por parte da Amazon. Ele é o personagem mais bem construído e Starr está muito à vontade no papel.

    Com uma trama de tirar o fôlego, boa direção e roteiro, além de belas atuações, The Boys é relevantíssima num nicho que segue em evidência, quase em ponto de saturação. A série é divertida e empolgante e com certeza ainda terá muita história para contar, até porque a primeira temporada contou com muitas reviravoltas e bons ganchos para a próxima.

    Assista ao trailer de The Boys:


    The Boys
    é um deleite para os fãs de super-heróis e quadrinhos. E você, já assistiu a série da Amazon Prime Video? Deixe seus comentários e lembre-se da sua avaliação!

    Duolingo Verified Streamer Program: Twitch cria programa de aprendizado de idiomas

    A Twitch, principal plataforma e comunidade de entretenimento ao vivo, e o Duolingo, popular plataforma de aprendizado de idiomas, desenvolveram uma iniciativa para combinar o aprendizado interativo com o streaming.

    O programa Duolingo Verified Streamer Program foi desenvolvido para que os criadores de conteúdo se tornem um recurso para aprendizes de idiomas.

    Os streamers participantes oferecem uma variedade de conteúdo, incluindo jogos, eSports, culinária, arte, viagens e conversas. Os criadores de conteúdo falam um ou mais idiomas e incentivam os espectadores a praticá-los no chat do canal. Enquanto alguns podem incorporar lições do Duolingo à transmissão, outros podem optar por cozinhar com receitas em línguas estrangeiras ou tentar falá-las com os locais enquanto viajam.

    Mark “Garvey” Candella, diretor de parcerias estratégicas da Twitch afirma:

    “Sempre buscamos novas formas de engajar nossa comunidade global e multilíngue de streamers e espectadores. Estamos orgulhosos de fazer parceria com o Duolingo para oferecer um programa inédito que combina aprendizado de idiomas e entretenimento. Como nossa plataforma permite que os espectadores não apenas assistam aos seus streamers favoritos, mas também se comuniquem com eles em tempo real, acreditamos que há uma oportunidade única de aprimorar o aprendizado por meio do entretenimento.”

    Aprender um novo idioma requer exposição a uma variedade de mídias, como livros, filmes, podcasts e músicas. Jogos e streaming de conteúdo são formas mais interativas que podem ajudar os alunos no aprendizado.

    Todos os streamers do programa terão o selo Duolingo e Twitch em seus painéis e serão hospedados no canal do Duolingo na Twitch. Além do canal principal, o programa terá canais menores específicos para cada idioma para ajudar a direcionar os alunos e os espectadores.

    Enquanto o programa tem início com vários dos principais idiomas do Duolingo – incluindo inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, chinês, japonês, português e árabe –, haverá uma constante expansão, adicionando novas línguas, streamers e conteúdo.

    Para mais informações, acesse o Duolingo na Twitch em http://twitch.tv/duolingo.

    Battle Royale: Saiba tudo sobre esse estilo de eSport

    Você provavelmente ainda não sabe o que é Battle Royale, mas com certeza já viu algum amigo ou uma criança jogar Fortnite, fazendo as famosas danças.

    Alguns gostam de comparar jogos de Battle Royale com Jogos Vorazes, aquele filme em que um grupo de jovens batalham em uma ilha pela sobrevivência. E pela definição do game até que faz sentido: Battle Royale é uma modalidade de jogo em que um grupo de players aterrissam em uma ilha sem nenhuma arma. No decorrer do tempo eles tem que buscar armas e recursos pelo mapa com o objetivo de batalharem entre si até o último sobrevivente ganhar.

    Parece simples não é mesmo? Justamente por isso que esse tipo de esport está dominando o mercado de games. Só para ter uma ideia o jogo Fortnite lucrou 2,4 bilhões de dólares em 2018. Isso foi um recorde no mundo dos games.

    Ficou animado em saber mais sobre o que é Battle Royale? Continue nessa publicação que iremos abordar:

    • O que é Battle Royale;
    • História do Battle Royale;
    • Motivos para jogar (ou investir) em Battle Royale;
    • Melhores jogos de Battle Royale;
    • Competições de jogos Battle Royale.



    Vamos jogar!

    O QUE É BATTLE ROYALE?

    Explicando mais detalhadamente o que é Battle Royale, podemos definir que é um tipo de jogo que usa elementos de estratégia, sobrevivência, exploração e habilidades. Um grupo de pessoas (geralmente 100) aterrissam em uma ilha, podendo escolher o local que irão cair, com poucos ou sem nenhum recurso. O objetivo é explorar a ilha, encontrar armas, e destruir todos os inimigos até ser o último sobrevivente.

    Se você for destruído por algum inimigo durante a partida, você não renasce, terá que começar outra partida.

    O jogo pode ser cada um por si ou você pode jogar com amigos (geralmente até quatro) e tentar ser o último esquadrão sobrevivente.

    Nossa, mas um mapa inteiro com 100 jogadores? A partida deve demorar séculos ?

    Uma regra importante é que o mapa vai diminuindo no decorrer da partida, justamente para ela não demorar. Os jogadores que ficarem na área não permitida perdem vida até morrerem.

    Para ilustrar o que é Battle Royale, veja o vídeo de uma partida do famoso jogo Fortnite:

    Leia também:

    [Lista] 5 melhores programas para stream: veja qual usar

    HISTÓRIA DO BATTLE ROYALE

    Se você acha que Battle Royale é um conceito novo. Achou errado ?

    Esse gênero de game foi inspirado no livro Battle Royale, publicado em 1999 e escrito por Koushun Takami onde um grupo de jovens são obrigados a lutarem até a morte por causa de um governo totalitário.

    Sentiu alguma coincidência? O filme e livro Jogos Vorazes também foi inspirado nesse best seller. Mas e os jogos, quando surgiram? Esse estilo de jogo veio como um MOD de alguns games como Minecraft (sim, Minecraft), DayZ e Rust.

    Após verem o potencial, criaram jogos independentes focados somente nesse estilo de jogo. Um dos primeiros foi o H1Z1, PUBG e também Fortnite.

    Ficou curioso para conhecer mais jogos? Continue nessa publicação que fizemos uma lista com os melhores jogos da categoria.



    MOTIVOS PARA JOGAR (OU INVESTIR) EM BATTLE ROYALE

    Beleza, entendi o que é Battle Royale, mas por que esse jogo faz tanto sucesso para os adultos e também crianças? Ou melhor, quais são os motivos para eu jogar um jogo Battle Royale?

    Veja alguns motivos que alguns players falaram para jogar esse game:

    • Rapidez para começar as partidas: o tempo para você encontra uma partida e começar a jogar é rápido, o que faz você ficar mais tempo jogando. Se compararmos jogos como League of Legends que até começar uma partida, pode demorar de 15 a 20 minutos, Battle Royale é muito rápido;
    • Fácil aprendizagem: por não ser um jogo muito complexo um player iniciante já consegue começar a jogar e se divertir sem muito esforço;
    • Todos possuem a mesma chance de ganhar: se uma pessoa for gastar dinheiro no jogo será somente com skins. Por todo mundo começar a partida sem nada, ninguém terá vantagem por gastar dinheiro no jogo;
    • Gratuito: a maioria dos jogos Battle Royale são gratuitos lucrando somente com vendas de skins;
    • Grande comunidade: Esse gênero de game possui uma comunidade muito engajada e grande (mostraremos os números no próximo tópico), ou seja, perfeita para quem quer começar investir em Esports.

    MELHORES JOGOS DE BATTLE ROYALE

    Agora que sabemos o que é Battle Royale, vamos para parte prática que é jogar ?

    A notícia boa é que o principal game é gratuito e funciona em vídeo-games, tablets, celulares e computadores. Sim, estamos falando do famoso Fortnite.

    Já conhece esse jogo? Relaxa, ele é só o primeiro da nossa lista, onde vamos mostrar os melhores exemplos desse tipo de jogo:

    FORTNITE

    Battle Royale: Saiba tudo sobre esse estilo de eSportComo falamos acima, esse é o jogo mais famoso de Battle Royale e é gratuito. Com uma jogabilidade amigável e a disponibilidade para jogar em diversos dispositivos (celulares, computadores, vídeo-games) tornou Fortnite um dos jogos mais visto no Twitch:

    Podemos ver pelo gráfico que Fortnite tem mais que o dobro de views do segundo jogo.

    Agora comparando com outros jogos de diferentes gêneros, o Fortnite ainda é disparado o que tem mais visualizações, ficando na frente do famoso jogo MOBA League of Legends:

    Battle Royale: Saiba tudo sobre esse estilo de eSportLink para fazer o download do game: https://www.epicgames.com/fortnite/pt-BR/play-now/battle-royale

    PLAYERUNKNOWN’S BATTLEGROUNDS (PUBG)

    PUBG MOBILE: Game comemora um ano com melhorias na jogabilidade e mais!Playerunknown’s Battlegrounds ou também conhecido como PUBG foi um jogo criado antes do Fortnite, sendo um dos pioneiros no Battle Royale.

    Ele também é um jogo multi plataforma (inclusive com sua versão mobile) porém você tem que pagar R$ 60,00 para comprar o jogo.

    Muitas pessoas preferem o PUBG do que o Fortnite por não ser tão “infantil” e também por ser mais realista.

    Ficou curioso? Confira uma partida:

    Link para comprar/download: https://store.steampowered.com/app/578080/PLAYERUNKNOWNS_BATTLEGROUNDS/

    FREE FIRE

    Battle Royale: Saiba tudo sobre esse estilo de eSportE se você gosta de jogos mobile, o Free Fire é uma perfeita opção de Battle Royale. Eleito como um dos melhores jogos de celular em 2018, superando Pokemon Go e The Sims mobile.

    A boa notícia é que ele também é um jogo gratuito ?

    APEX

    Battle Royale: Saiba tudo sobre esse estilo de eSportEsse Battle Royale é para os amantes de games em primeira pessoa. Só para ter uma ideia esse jogo alcançou 10 milhões de jogadores em 3 dias após sua estreia no mercado.

    Apex só pode ser jogado no modo esquadrão (time de 3 pessoas). Cada player pode escolher um personagem que terá habilidades específicas, o que pode influenciar na estratégia da partida.

    Link para download: https://www.ea.com/pt-br/games/apex-legends/play-now-for-free

    Já está sabendo tudo sobre o que é Battle Royale? Veremos a seguir, como funciona o modo competitivo desse jogo.



    COMPETIÇÕES DE JOGOS BATTLE ROYALE

    Todo mundo que sabe o que é esports, entende que o que diz se o jogo será para competição ou não são os próprios players.

    E para o Battle Royale não foi diferente! Pela popularidade que os jogos ganharam, hoje existem diversos campeonatos. Ou seja, se você busca como ser um gamer profissional e ganhar dinheiro esse tipo de esport é uma boa pedida.

    As competições podem ser individuais ou em grupo. Geralmente é estabelecido um número de partidas e você vai ganhando pontos de acordo com o seu jogo. Esses pontos podem ser pelos critérios:

    • Ser o último sobrevivente;
    • Número de kills;
    • Tempo no jogo;
    • etc.

    Outro ponto interessante é que você pode começar a participar de campeonatos sem sair de casa. Alguns jogos fazem competições oficiais online dentro do próprio game, e se o player tiver uma boa classificação dará direito a viajar e participar da etapa em um local estabelecido.

    Só para ter uma ideia o Fortnite World Cup anunciou premiações de 30 milhões de dólares para os jogadores.

    Ficou curioso para ver como é uma competição? Confira esse vídeo da semana 5 das finais de Fortnite:

    E se você ficou animado com essas competições e quer começar a treinar. Separamos alguns jogadores profissionais para você seguir e aprender:

    FAÇA PARTE DESSA COMUNIDADE

    Esperamos que você tenha tirado todas as dúvidas sobre o que é Battle Royale, caso tenha alguma pergunta ou algo para acrescentar não deixe de falar nos comentários ?

    Essa modalidade de jogo ainda tem muito para crescer, se você quer começar entrar no meio do eSport esse é um tipo de game que indicamos, pela sua popularidade e facilidade para jogar em diversas plataformas.

    E se você já está familiarizado com algum game, indicamos nosso artigo Como ganhar dinheiro na Twitch para você começar a lucrar no eSport.

    Essa publicação é uma parceria entre o Feededigno e Mkt Esports; e mais publicações como essa – além da publicação original – podem ser encontradas no site do parceiro.

    Titãs: Trailer da 2ª temporada apresenta Miss Marte?

    O trailer da segunda temporada de Titãs da DC Universe chegou de surpresa e repleto de personagens novos, desde Bruce Wayne e Exterminador, ao Superboy e a Devastadora, então os fãs estão perdoados caso não tenham visto mais alguém.

    Fãs da série animada Young Justice especulam que uma das personagens presentes no trailer é de fato a Miss Marte.

    Em cenas rápidas e borradas, a personagem aparece em aproximadamente 11 segundos do trailer, enquanto a Koriand’r de Anna Diop, e a Donna Troy de Conor Leslie se unem para derrotar uma personagem que voa em sua direção. Apesar de ser quase impossível fazer uma identificação clara, a personagem no trailer parece ter cabelos vermelhos, uma saia azul e uma capa, o que sugere certamente a Miss Marte.

    A inclusão da personagem na temporada, parece só inchar ainda mais a série que em seu retorno contará com ainda mais personagens do que na primeira temporada.

    Criada por Geoff Johns e Tony S. Daniel, Miss Marte foi apresentada em Teen Titans #37 em 2006. Entretanto, ela ficou mais conhecida como uma das personagens principais da série animada Young Justice, onde ela é agora um membro da Liga da Justiça.

    A Miss Marte apareceu também durante a segunda temporada de Supergirl da CW, onde ela foi vivida por Sharon Leal. Entretanto, sua aparição em Supergirl, pode ser um dos grandes motivos para ela não ser a figura misteriosa e borrada no trailer da segunda temporada de Titãs.

    Dito isso, Slade Wilson apareceu e foi parte importante de algumas temporadas de Arrow, mas outra versão do vilão/anti-herói será apresentada em Titãs. E enquanto o Batman está fora dos limites do Arrowverse, nós pudemos ver o Cavaleiro das Trevas usando seu traje no mundo de pesadelo ao final da primeira temporada. Então, claramente, as regras são diferentes para o serviço de streaming da DC Universe.

    Se for isso, a Miss Marte, ou uma versão dela, é certamente possível, se ela for de alguma forma parte do Projeto Cadmus, o laboratório em que o Superboy e Krypto escapam durante as cenas pós-créditos da primeira temporada de Titãs. Isso não apenas explicaria sua presença na Terra, mas possivelmente estabeleceria a ligação dela com Superboy, com quem ela é envolvida romanticamente na série animada Young Justice.