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    Notebook gamer da 2A.M. com 23% de desconto é opção de presente

    A 2A.M. tem uma ótima dica para os namorados gamers no próximo dia 12 de junho. Se a ideia é surpreender com um presente inesquecível e, de quebra, pagar bem menos por ele, o notebook Y500 by Y edição com assinatura do streamer e jogador profissional Felipe ‘YoDa’ Noronha, é perfeito. Além de unir design moderno com alta performance, o laptop está em promoção no site da 2A.M. e pode ser adquirido com 23% de desconto, por R$ 3.599,10.

    O Y500 by Y roda perfeitamente alguns dos jogos de eSports mais famosos da atualidade, como League of Legends, Fortnite e CS:GO. Quase todo preto, apenas com detalhes em amarelo, o notebook tem teclado retroiluminado em branco que, além de complementar o visual, ajuda muito na hora de jogar em ambientes escuros.

    A placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 1050 aprimora os gráficos dos games, assim como as imagens de filmes e séries, que podem ser vistos no próprio notebook em display full HD de 15,6″. Para garantir longas jornadas de diversão sem travamentos, o Y500 tem ainda processador Intel Core i5 da 8ª geração, 8GB de RAM e rede sem fio Intel Wireless-AC.

    Para conhecer a linha completa de notebooks gamer da 2A.M. e experimentar o serviço exclusivo “Compre Por Jogo”, que indica a melhor máquina para rodar seu jogo preferido, acesse https://www.2amgaming.com/.

    Ficha técnica:

    • Placa de Vídeo: NVIDIA®GeForce® GTX 1050 GPU (4GB GDDR5)
    • Sistema Operacional: Windows 10 Home
    • Processador: Intel® CoreTMi5-8300H (2.30 GHz, 8 MB Cache, QuadCore), com Intel® Turbo Boostaté 4.00 GHz
    • Tela: LCD 15.6’’ IPS FullHD(1920×1080), com tecnologia LED, antiglare(Matte)
    • Chipset: Intel® HM370 Express
    • Memória RAM: 8 GB
    • Slots de Memória: 2x SO-DIMM DDR4 (com suporte até 32 GB)
    • Armazenamento: 1 TB, SATA, 7mm, 5400RPM (com suporte a + 1x SSD M.2 2280)
    • Leitor de Cartões: SD / mini SD / SDHC / SDXC / MMC / RSMMC
    • Webcam: Frontal HD (1280x720P)
    • Áudio: Microfone e alto-falantes estéreo embutidos com SoundBlaster™ Cinema 5
    • Conectividade: Rede sem fio Intel® Wireless-AC / 1x LAN 10/100/1000 e Bluetooth 4.2
    • Portas de Conexão: 2x USB 3.1 (tipo A), 1x USB 3.1 (tipo C), 1x USB 2.0, 1x HDMI, 1x VGA, 1x Áudio para microfone, 1x RJ-45, 1x Áudio para fone de ouvido, 1x DC-in (carregador)
    • Teclado: Português-Brasil, 103 teclas, retroiluminado na cor branca, teclas gaming W/A/S/D e teclado numérico integrado
    • Carregador: 19.5V / 6.15A, 120W
    • Bateria: Li-ion/ 3 células / 62 Wh (removível)
    • Dimensões: 37,8 x 2,69 x 26,7 cm (L x A x P)
    • Peso Líquido: 2,3 kg

    A 2A.M. Iniciou as operações em 2018 com linhas de acessórios, notebooks e desktops gamers, desenvolvidos em parceria com a NVIDIA, os quais priorizam uma experiência imersiva e de alta performance aos fãs de jogos.

    Resultado de um time de profissionais apaixonados por games e movidos pela inovação, a 2A.M. é uma unidade de negócios autônoma, independente e blindada às demais marcas da Positivo Tecnologia – companhia responsável pela produção e distribuição dos produtos 2A.M.

    Call of Duty: Modern Warfare | Game chega em 25 de Outubro, veja o trailer!

    Cortando as comunicações, Modern Warfare está de volta! A mais celebrada série de Call of Duty terá seu aguardado retorno quando Call of Duty: Modern Warfare for lançado em 25 de outubro, em uma poderosa experiência completamente reimaginada.

    O novo jogo, publicado pela Activision e desenvolvido pela Infinity Ward, mergulha os jogadores em um conflito nos dias de hoje, em que decisões a cada segundo podem afetar o equilíbrio de poder global. O novo Modern Warfare conta com uma experiência narrativa unificada e progressão por uma narrativa cheia de adrenalina em uma história para um jogador, um playground multiplayer cheio de ação e nova jogabilidade cooperativa.

    Confira o trailer abaixo:

    Dave Stohl, co-Studio Head da Infinity Ward, afirmou:

    “Esse é um novo Modern Warfare, completamente reimaginado. Estamos criando uma experiência com peso emocional que foi inspirada nas manchetes do mundo de hoje, onde as regras são incertas e as linhas de batalha indefinidas. Jogadores se unirão a um elenco diverso de forças internacionais especiais e guerreiros pela liberdade em missões cativantes e emocionantes, situadas em cidades europeias icônicas e regiões voláteis do Oriente Médio. É intenso, é animador e mal podemos esperar para que os nossos fãs joguem em outubro.”

    Patrick Kelly, Diretor Criativo e co-Studio Head na Infinity Ward comentou:

    “Cada decisão foi tomada com os jogadores em mente. Com o lançamento de Modern Warfare, estamos nos movendo para unir a comunidade. Em primeiro lugar, planejamos para que Modern Warfare seja jogado junto entre console e PC com suporte a cross-play. Em segundo lugar, eliminaremos o tradicional passe de temporada, para que consigamos trazer mais mapas gratuitos e conteúdo, além de eventos pós-lançamento a todos os jogadores. Esse é só o começo – há muito mais vindo por aí.”

    Call of Duty: Modern Warfare apresenta um novo motor gráfico e entrega uma experiência imersiva e fotorrealista. A nova tecnologia utiliza os últimos avanços em engenharia visual, incluindo um sistema físico que permite fotogrametria de última geração, um novo sistema de streaming híbrido, novo sistema de renderização de decalque PBR, iluminação volumétrica, 4K HDR, DirectX Raytracing (PC) e mais, assim como um novo pipeline de geometria GPU. A renderização espectral fornece radiação de calor térmico e identificação de infravermelho para imagens térmicas e de visão noturna no jogo. O investimento técnico fornece uma animação de ponta e sistema blend shape, enquanto o novo conjunto de ferramentas de áudio permite o suporte total a Dolby ATMOS, em plataformas que contam com o recurso, junto com os mais recentes efeitos de simulação de áudio.

    A partir de hoje, os fãs podem comprar na pré-venda a versão digital do novo Modern Warfare e receberem um token de prestígio para ser utilizado imediatamente em Call of Duty: Black Ops 4.

    Call of Duty: Modern Warfare será lançado mundialmente no dia 25 de outubro para PlayStation 4, Xbox One e PC. O título tem uma versão completamente otimizada para PC, desenvolvido em parceria com a Beenox, que estará exclusivamente na Blizzard Battle.net, plataforma online de games da Blizzard Entertainment.

    Call of Duty: Modern Warfare é publicado pela Activision, uma subsidiária da Activision Blizzard (NASDAQ: ATVI), com o desenvolvimento liderado pelo premiado estúdio Infinity Ward, com suporte da Raven Software.

    Vencedor de inúmeros prêmios e honrarias após o lançamento em 2007, incluindo Game of the Year da Academy of Interactive Arts and Sciences, o original Call of Duty 4: Modern Warfare foi aclamado mundialmente e ganhou o coração dos fãs em todos os lugares. Com duas sequências, a série Modern Warfare deixou uma incrível marca como uma das mais icônicas e flamejantes franquias da história dos videogames.

    TBT #22 | Túmulo dos Vagalumes (1988, Isao Takahata)

    “Túmulo dos Vagalumes é belo, inocente e desolador na mesma medida.”

    Guerra é uma temática que sempre rendeu ótimos longas-metragens. Clássicos da sétima arte como Apocalypse Now (1979), A Lista de Schindler (1993), O Resgate do Soldado Ryan (1998), Dunkirk (2017) e outros, abordaram conflitos históricos de maneiras diferentes e através de perspectivas díspares. Por conta disso, nós, espectadores, temos hoje uma vasta lista de obras do gênero para prestigiar.

    No entanto, raramente encontramos animações que abordem esse tema, pelo menos não de uma maneira tão desoladora – alguns dos poucos títulos que me veem à mente são Quando o Vento Sopra (1986), Gen, Pés Descalços (1983) e, é claro, a nossa indicação do TBT do Feededigno dessa semana, O Túmulo dos Vagalumes, a segunda animação do Studio Ghibli, lançada em 1988.

    O longa foi muito elogiado por críticos e a sua popularidade perdura até hoje como um dos filmes de guerra mais comoventes de todos os tempos.

    Ambientada em 1945 no Japão, a história acompanha o jovem Seita e a pequena Setsuko, dois irmãos tendo que sobreviver aos horrores da Segunda Guerra Mundial. Com a cidade onde vivem sendo destruída por bombardeios incendiários, eles precisam lidar – sozinhos, pois o pai está no conflito e a mãe morreu por causa dos ataques –, com a destruição e a fome, já que recursos básicos como água e comida estão escassos.

    O QUE ORIGINOU O ANIME

    A animação foi inspirada no livro semi-autobiográfico do falecido autor Akiyuki Nosaka. Nascido em 1930, em Kamakura, cidade próxima a Tóquio, Nosaka perdeu grande parte da família no último ano da Segunda Guerra Mundial em ataques de bombardeios aéreos. Tal experiência originou em 1967 o livro Hotaru no Haka, traduzido como Túmulo dos Vagalumes, que conta a história de duas crianças órfãs durante o conflito.

    Com direção do também já falecido Isao Takahata, responsável por fundar o Studio Ghibli ao lado de Hayao Miyazaki e outros parceiros, o anime teve a participação do Miyazaki na direção e com alguns elementos de enredo, mas ele pediu para não ser incluso nos créditos.

    Takahata era conhecido como um dos maiores gênios da animação japonesa e foi responsável por títulos como Horus: O Tempo do Sol (1968) e O Conto da Princesa Kaguya (2014), sendo Túmulo dos Vagalumes a sua obra de maior destaque, e não é difícil entender o porquê.

    UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA

    “21 de Setembro de 1945. Essa foi a noite em que morri (Seita).

    O roteiro de Túmulo dos Vagalumes nos apresenta uma tragédia anunciada, e por isso inevitável, logo na cena de abertura do filme [selecione o texto caso queira ler o spoiler]: Seita agoniza até a morte em uma estação rodoviária enquanto é observado pelo seu próprio espírito, após morrer, ele reencontra a irmã, Setsuko, na ultravida e finalmente podem ficar juntos novamente.

    A partir daí passamos a acompanhar a jornada dos irmãos através de flashbacks  já sabendo qual será o desfecho, o que torna a experiência ainda mais angustiante. Há quem compare a narrativa de Túmulo dos Vagalumes com as narrativas das grandes tragédias gregas, pelo fato de apresentar logo no começo qual será o fatídico final de seus protagonistas. Sim, é uma escolha arriscada, porém quando bem trabalhada o resultado pode ser excelente.

    Tudo isso aliado à construção dos personagens, a profundidade da relação entre os irmãos, que é construída de maneira linda e convincente, torna o filme belo, inocente e desolador na mesma medida.

    Além disso, a música e os momentos de silêncio ajudam a criar uma atmosfera melancólica presente em boa parte da projeção.

    A MAGIA DO STUDIO GHIBLI

    O Studio Ghibli é um dos estúdios de animação mais importantes do mundo. Com certeza você já assistiu ou ouviu falar de clássicos como Meu Amigo Totoro (1988), A Viagem de Chihiro (2001), O Castelo Animado (2004), As Histórias de Marnie (2014) e outros, que são obras imprescindíveis para quem é fã de animações.

    Histórias cativantes e sensíveis, delicadeza, personagens carismáticos e enredos repletos de fantasia são algumas das principais características presentes em seus filmes e contribuem para a magia dessas produções. Túmulo dos Vagalumes não é diferente. Tirando apenas o teor mais fantasioso, os fãs conseguem encontrar muitos elementos já estabelecidos pelo estúdio. Porém, a película conta também com um forte teor gráfico.

    Outro ponto alto é a qualidade artística da animação, a estética é linda assim como as expressões dos personagens são muito bem feitas.

    PERSONAGENS

    Mesmo se tratando de um filme de guerra, o foco do roteiro não está no conflito em si, mas sim em seus protagonistas e na sobrevivência dos mesmos. Em muitos momentos, onde a projeção nos permite respirar um pouco com a leveza e a afabilidade presentes em outros trabalhos do estúdio, a ameaça dos ataques é esquecida e enxergamos o conflito como uma motivação inicial da narrativa; é o suficiente para termos um pouco de esperança, mesmo que ela seja destruída na cena seguinte.

    Falando um pouco dos personagens, a pequena Setsuko é a personificação da inocência de uma criança, e ver essa inocência sendo destruída ao longo do filme é um soco no estômago. O Seita representa o adolescente que é obrigado a assumir grandes responsabilidades mesmo sendo muito novo e o seu senso de proteção ajuda a trama avançar. Mesmo ele tomando algumas atitudes questionáveis para um contexto de guerra, conseguimos nos colocar imediatamente no lugar dele, até porque ele também é uma criança tendo que sobreviver e cuidar de sua pequena irmã.

    METÁFORAS

    Túmulo dos Vagalumes tem muitos simbolismos impressos nas entrelinhas. Um dos principais deles está presente em uma fala da Setsuko quando ela descobre que os vagalumes tem um curto período de vida:

    “Por que os vagalumes morrem tão cedo?.”

    Existem várias metáforas às quais os insetos luminosos estão relacionados. Com essa frase, por exemplo, podemos fazer uma analogia aos seres humanos e como a nossa estadia no mundo é efêmera ou como os momentos de felicidades podem durar tão pouco, assim como a vida desses insetos. Mas essa é apenas uma das interpretações possíveis, deixa nos comentários qual foi a sua.

    Mesmo com uma narrativa sem grandes reviravoltas, o anime nos prende do inicio ao fim, por mais que saibamos como o final da jornada será devastador. Sim, é triste e desumano, porém necessário para refletirmos.

    Em 2005 o longa ganhou uma versão em live-action que segue quase arrisca o argumento da versão original, mas com algumas diferenças.

     

    Confira abaixo o trailer do anime legendado em inglês:


    E aí, o que achou da indicação dessa semana? Se você ainda não viu Túmulo dos Vagalumes eu recomendo que veja, porém vá sabendo que não vai ser uma experiência fácil, mas posso garantir que valerá muito a pena! Já assistiu? então deixe seus comentários e sua avaliação e lembre-se também de conferir nossas indicações anteriores 😉

    The Witcher: Armaduras Nilfgaardianas não são o que esperávamos

    O mundo de The Witcher da Netflix é dividido em vários reinos diferentes, muitos dos quais serão familiares aos fãs da série de videogames. Os mais importantes são os Reinos do Norte, Redania e o sempre crescente Império Nilfgaardiano, cujo exército é conhecido por sua armadura negra enfeitada com o sol dourado. Os fãs provavelmente esperam ver na série algo próximo do apresentado em The Witcher 3: Wild Hunt, no qual os nilfgaardianos vestiam armaduras negras brilhantes que pareciam confiáveis ​​em batalha.

    A próxima adaptação da Netflix parece ter seguido uma direção diferente. Fotos e vídeos (muitos dos quais já foram removidos) vazaram online, as imagens mostrando extras do set de The Witcher usando o que parece ser uma armadura de couro enrugada e armados com lâminas serrilhadas. Os fãs parecem que não ficaram impressionados, e não demorou muito para vários memes começarem a circular, zombando do design da armadura da série.

    A diretora Lauren S. Hissrich prometeu que a série em si permanecerá fiel aos romances de Andrzej Sapkowski. No entanto, a aparência da armadura nilfgaardiana não reflete essa afirmação. Claro, é possível que esses vazamentos não representem com precisão o produto final da série The Witcher.

    The Witcher será estrelada por Henry Cavill como Geralt de Rivia, Anya Chalotra como Yennefer de Vengerberg, Freya Allan como Ciri e Joey Batey como Jaskier.

    A Netflix prometeu que a série estará disponível ainda este ano.

    CRÍTICA – Rocketman (2019, Dexter Fletcher)

    My gift is my song and this one’s for you (Your Song). Rocketman, a cinebiografia do músico Elton John é um presente ao público e, também, para o cantor. Embalado ao som de grandes sucessos do músico, o longa dirigido por Dexter Fletcher estabelece um encontro íntimo e fantástico entre espectador e artista – que apesar de todos adornos espalhafatosos, mostra-se extremamente humano.

    I have seen the spectre he has been here too” (Border Song). Rocketman se passa durante o confronto interno de Elton John na clínica de reabilitação, quando finalmente enfrenta todos os fantasmas do seu passado através de flashbacks. Taron Egerton deu vida – e voz – ao compositor e músico de maneira magistral: aqui, não se vê uma interpretação caricata da grande personalidade, mas sim uma atuação desinibida e cativante.

    Piano man he makes his stand in the auditorium” (Tiny Dancer). O longa triunfa ao apresentar o talento do pianista prodígio Reginald Dwight (nome original de Elton John) como algo natural, “que apenas acontece”. No filme, vemos a trajetória entre o cantor e o letrista Bernie Taupin (Jamie Bell) que, além de melhor amigo, era também grande parceiro de trabalho, sendo de Bernie a autoria de vários sucessos interpretados por Elton.

    It’s lonely out in space on such a timeless flight (Rocketman). A impressão inteira do filme é que tudo é natural – tanto as atuações quanto os cenários e vestimentas extravagantes. Durante o filme, Elton John vai se despindo de sua armadura de “demônio laranja fabuloso”. A história do longa não celebra o ícone, mas sim a pessoa, o ser humano que aprendeu a aceitar e perdoar a si mesmo e aos outros.

    A direção de arte e o figuro têm aqui a criatura perfeita a ser retratada: mesmo que Elton John seja excêntrico e cheio de excessos, o filme nunca se perde dentro da sua extravagância de musical. Os cenários, as roupas, a maquiagem e as artes, aliadas a um trabalho de fotografia primoroso, dão um ar fantástico e metafórico às canções do artista. Nada ali acontece por acaso e todas as cenas têm um significado profundo, mas funcional – que permite ao espectador captar a essência da emoção.

    Talvez um dos poucos momentos que saiu do ritmo que o filme vinha desenvolvendo foi o efeito especial desnecessário e redundante do Rocketman voando e explodindo no céu. A animação prática ficou visualmente feia e não combinou com o restante das artes e apresentações do filme. Apesar disso, a antítese existente no “astronauta” que se encontra sozinho no “fundo do poço” dos céus é maravilhosa – principalmente no ápice do filme, com a tentativa de suicídio do cantor.

    Definitivamente, é revigorante ver que não houve censura nas cenas de excessos com sexo, álcool e drogas. Podemos agradecer a Elton John que, ainda vivo, não permitiu que maquiassem a sua história, apesar do impacto visual que poderia causar. Ter a estrela retratada auxiliando na produção do longa e participando dos sets de gravação auxiliou muito na qualidade do produto final.

    O próprio Taron Egerton, em entrevista, revelou o nervosismo em representar o músico na frente dele mesmo. Apesar de tudo, a atuação do ator saiu completamente sincera e formidável. Mesmo que Egerton não tenha uma voz tão excepcional, o ator mostrou desenvoltura e talento ao interpretar as faixas do cantor. A dobradinha entre o ator e o diretor Dexter Fletcher já havia se repetido no bem avaliado longa Voando Alto (Eddie the Eagle), de 2016.

    É inevitável não fazer comparações entre Rocketman e Bohemian Rhapsody (2018), de Bryan Singer, que rendeu à Rami Malek o Oscar de Melhor Ator do ano passado. Enquanto a cinebiografia da icônica banda Queen ficou apenas na superfície daquilo que foi a sua história, Rocketman mergulha, ou melhor dizendo, dispara para os âmbitos mais chocantes e viscerais da vida de Elton John.

    Bohemian Rhapsody entregou um Freddie Mercury caricato e emblemático, sem contemplar quem realmente foi o cantor. Rocketman é bem sucedido ao não se basear na ilustração do gênio incompreendido, mas sim na simplicidade dos problemas humanos que contemplam também os grandes ícones da nossa sociedade – pois, antes de mais nada, Elton John só queria uma coisa: ser amado.

    When are you gonna come down? When are you going to land?” (Goodbye Yellow Brick Road). Rocketman é uma grande celebração a tudo aquilo que a pessoa de Elton John representa: é performático, divertido e verdadeiro. Impossível não se deixar levar pela história dessa cinebiografia musical – e sair do cinema cantarolando todas as músicas do artista.

    Confira abaixo o trailer legendado:

    Rocketman chega aos cinemas nesta quinta-feira (30). Não deixe de assistir e lembre-se de voltar aqui para deixar seu comentário e sua avaliação!

    Sea of Solitude: EA anuncia lançamento mundial

    Hoje, a Electronic Arts e o visionário estúdio alemão Jo-Mei Games, anunciam que o jogo de aventura repleto de história, Sea of Solitude, será lançado mundialmente em 5 de julho de 2019 via download digital no PlayStation 4, Xbox One e Origin para PC.

    Sea of Solitude é uma experiência emocional, que coloca os jogadores numa jornada pessoal para superar a solidão de uma jovem mulher. Os jogadores devem ajudar Kay a ver abaixo e além da superfície, guiando a moça pelo ambiente de uma cidade inundada, em um conto tocante de escuridão e luz. Enquanto as águas sobem e baixam, refletindo o estado mental dela, Kay irá conhecer criaturas e monstros fantásticos, aprender suas histórias e resolver desafios para livrar o mundo de memórias podres.

    Cornelia Geppert, CEO da Jo-Mei Games, comentou:

    “Sea of Solitude mostra a essência da solidão e irá tocar nas emoções dos próprios jogadores, pelo quanto reflete a realidade. É, de longe, o projeto mais pessoal e artístico que criei, pois escrevi durante uma fase muito emocional da minha vida. Criar personagens baseados em emoções foi uma conquista pessoal profunda para a nossa equipe e estamos muito ansiosos para que os jogadores experimentem a forte história de Kay sobre cura e autodescoberta.”

    Feito com um estilo visual impactante, Sea of Solitude é uma aventura íntima por um belo e envolvente mundo, onde nada parece ser o que é. A jornada de Kay se desenrola ao redor de ambientes dinâmicos, e a atmosfera de clima dinâmico do jogo ajudam a visualizar as emoções do personagem.

    Os jogadores desbloqueiam novas áreas ao superar desafios emocionais, continuamente revelando luz e cores a um mundo obscuro e tempestuoso. Através de encontros únicos com uma variedade de monstros belíssimos e aterrorizantes, Kay irá descobrir o motivo de sua solidão tê-la transformado em um monstro e o que será necessário para trazer sua humanidade de volta.

    Assista ao trailer oficial:

    O game é um jogo inovador da EA Originals, desenvolvido pelo talentoso time da Jo-Mei Games em Berlin, Alemanha. EA Originals ajuda a dar brilho às luzes de alguns dos mais apaixonados, independentes e talentosos estúdios de jogos pelo mundo. Estes jogos surgem de mentes altamente criativas, que adoram encantar e inspirar os jogadores.

    A forte narrativa faz do game uma experiência inesquecível e uma adição empolgante ao programa EA Originals.

    Sea of Solitude será lançado mundialmente em 5 de julho de 2019 por US $ 19,99 (preço em reais será divulgado em breve) para o sistema PlayStation 4, Xbox One e PC via Origin.

    Para mais informações sobre Sea of Solitude, visite www.seaofsolitude.com.