Início Site Página 869

    TBT #10 | Um Sonho de Liberdade (1994, Frank Darabont)

    0

    Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption) é um filme norte-americano de drama lançado em 1994, escrito e dirigido por Frank Darabont baseado na obra literária Rita Hayworth and Shawshank Redemption, de Stephen King.

    O longa é estrelado por Tim Robbins e Morgan Freeman, com Bob GuntonWilliam SadlerClancy BrownGil Bellows e James Whitmore em papéis coadjuvantes.

    Confira a sinopse de Um Sonho de Liberdade:

    “O filme conta a história do banqueiro Andy Dufresne, que é sentenciado a prisão perpétua na Penitenciária Estadual de Shawshank pelo assassinato de sua esposa e do amante dela, mesmo protestando inocência. Pelas duas décadas seguintes, Andy faz amizade com o colega detento e contrabandista Ellis Boyd ‘Red’ Redding e torna-se uma peça importante no esquema de lavagem de dinheiro realizado pelo diretor Samuel Norton.”

    Um Sonho de Liberdade é um daqueles clássicos cheios de curiosidades e que enquanto esteve em cartaz, fez pouco mais de US $ 50 milhões. Praticamente um fracasso, já que teve um orçamento de US $ 25 milhões. Nem mesmo as críticas positivas, ou suas sete indicações ao Oscar, e duas indicações no Globo de Ouro conseguiram alavancar filme. 

    Por outro lado, por incrível que pareça, Um Sonho de Liberdade bateu o recorde de locações de vídeo em 1995 e figura há anos no topo dos 250 melhores filmes do IMDB; e também aparece na lista de American Film Institute entre as melhores produções norte-americanos de todos os tempos. E eu com meus 12 anos, certamente tive que pagar multa na locadora por devolver a fita VHS sem rebobiná-la.

    Em 2016, durante uma entrevista no programa Late Show com Seth Meyers, o ator Morgan Freeman comentou que ficou muito entusiasmado quando leu o roteiro, e que aceitaria fazer qualquer papel no longa de Darabont. Mas acha que os produtores erraram quando escolheram o título.

    Para refrescar a memória, em Um Sonho de Liberdade o personagem Andy Dufresne (Tim Robbins) usa um pôster da atriz Rita Hayworth, substituído depois por fotos de outras musas (Selecione o texto a seguir para ler o spoiler)  para esconder o túnel pelo qual escapa da prisão de Shawshank.

    Segundo Freeman, os produtores alegaram que o título original não caberia nos letreiros de cinema, por isso decidiram cortá-lo. O ator, de forma bem descontraída, diz:

    “O nome é horrível. Não escolha ‘Shawshank’ quando você tem Rita Hayworth.”

    Da esquerda para a direita: Andy Dufresne (Tim Robbins) e ‘Red’ (Morgan Freeman).

    Tom HanksKevin Costner foram considerados para interpretar Andy Dufresne, mas Hanks, que trabalharia com o diretor Frank Darabont em À Espera de Um Milagre (1999), recusou o filme pois estava envolvido em Forrest Gump, o Contador de Histórias (1994) e Costner não aceitou o papel pois estava filmando Waterworld – O Segredo das Águas (1995). 

    Brad Pitt foi considerado para o papel de Tommy Williams (que ficou com Gil Bellows), mas preferiu protagonizar Entrevista Com o Vampiro (1994).

    Já para o papel de Red foram cotados Clint EastwoodHarrison FordPaul Newman e Robert Redford. No original de Stephen King, o personagem de Morgan Freeman, é um irlandês ruivo de meia-idade. Darabont, porém, conta que sempre teve Freeman em mente para o papel por conta da sua presença dominante e a sua voz profunda. No filme, eles mantiveram a explicação de Red para o seu apelido – “Talvez seja porque sou irlandês” – como uma piada.

    Confira o trailer:

    Um Sonho de Liberdade está disponível na Netflix e é uma excelente pedida para um TBT 😉

    Já assistiu? Deixe seu comentário, compartilhe com um amigo e lembre-se de dar sua avaliação!


    Veja também todas as nossas indicações anteriores do TBT do Feededigno.

    Esquadrão Suicida 2: Idris Elba pode substituir Will Smith

    A notícia pode ser uma surpresa pra todo mundo e principalmente para os fãs de Esquadrão Suicida, mas parece que Idris Elba está pronto para pular do Universo Cinematográfico Marvel para a DC

    De acordo com o The Hollywood Reporter, Elba está em negociação para substituir Will Smith como o Pistoleiro na sequência de Esquadrão Suicida.

    A negociação pareceu estar acontecendo quando o ator encontrou o diretor do filme, James Gunn semana passada, e as coisas pareceram caminhar normalmente. Aparentemente, ele era a primeira e única escolha de Gunn.

    Até recentemente, Smith tinha retorno esperado para o papel de Floyd Lawton, mas quando foi revelado que ele havia abandonado o projeto, pudemos ter uma ideia melhor do que a Warner Bros. e James Gunn estavam planejando para o quase-reboot.

    Pelo que sabemos, a atriz do elenco original que retornará é Margot Robbie como Arlequina – apesar do personagem de Joel Kinnaman, Rick Flagg também ser uma possibilidade.

    Foi revelado que o estúdio está “apaixonado” com o roteiro de James Gunn e quer que as coisas aconteçam o mais rápido possível, então espere mais notícias do elenco em breve.

    Esquadrão Suicida 2 tem estreia prevista para 5 de agosto de 2021.

    CRÍTICA – Capitã Marvel (2019, Anna Borden e Ryan Fleck)

    0

    Capitã Marvel é o mais novo filme da Marvel Studios com uma heroína como protagonista, um movimento bem interessante que dá um gás e traz um diferencial para a nova fase do Universo Cinematográfico Marvel após o vindouro Vingadores: Ultimato.

    É possível que o longa já estivesse até mesmo nos planos do estúdio há um bom tempo, mas é inegável que o sucesso de Mulher-Maravilha foi determinante para que Capitã Marvel chegasse logo nas telonas.

    Capitã Marvel

    Como deu a entender nos trailers, Capitã Marvel se passa nos anos 90 e traz Carol Danvers (Brie Larson) já como um membro da Star Force e tentando relembrar suas memórias após uma missão contra os Skrulls não sair como esperado. E para descobrir o seu passado, ela contará com a ajuda de um velho conhecido dos fãs, Nick Fury (Samuel L.Jackson).

    Mais do que ser a origem da heroína, o filme tem também o desafio de se conectar com os demais filmes do UCM de um de forma consistente e que também expanda o que já foi estabelecido até o momento.

    Apesar de ser um filme de origem, a proposta de Capitã Marvel permite que o filme tenha uma estrutura diferente de outros longas que buscam introduzir algum personagem. O primeiro ato tem um bom ritmo, conta com boas cenas de ação e já apresenta a rixa entre os Krees e os Skrulls, trazendo novos elementos para o universo espacial da Marvel.

    Capitã Marvel

    Os problemas de Capitã Marvel começam em seu segundo ato, já no planeta Terra. Com a proposta de mostrar a protagonista relembrando seu passado para poder se redescobrir, a direção de Anna Borden e Ryan Fleck acaba dedicando boa parte das 2 horas e 21 minutos nessa jornada da protagonista. Não que isso seja uma decisão ruim, a história precisava desse momento, mas a forma que foi feita talvez não tenha sido tão acertada, porque começam a revelar fatos sobre a personagem que muitos fãs já conhecem.

    Quando as revelações são referentes a história principal e não necessariamente só sobre a personagem “Capitã Marvel”, o filme volta a crescer culminando em uma reviravolta muito interessante.

    É no terceiro ato que o filme mostra a que veio, não só sendo uma excelente conclusão para os eventos apresentados, mas também para trazer respostas que não estavam tão claras sobre as Joias do Infinito ou mesmo sobre os Vingadores.  Aqui também é o momento que temos Carol Danvers definitivamente estabelecida como Capitã Marvel, mostrando a extensão dos seus poderes. Por isso, as lutas finais possuem um tom mais cômico, porque aquilo tudo é brincadeira de criança para a protagonista e não representa um desafio de fato.

    Capitã Marvel

    Brie Larson está bem à vontade no papel de Capitã Marvel, ela entrega uma personagem divertida e extremamente poderosa. Porém, o que a direção pensou para a protagonista nesse filme não exigiu tanto da atriz, ela entrega exatamente aquilo que o papel pede naquele momento e pronto.

    Depois desse filme, é provável que a personagem fique mais marcada pelo seus poderes e potencial do que pela atriz. Mas isso é algo que com certeza vai ser melhor trabalhado no futuro, afinal junto com Homem-Aranha, ela será um dos expoentes da Fase 4.

    A representatividade da Capitã Marvel é outro fator muito importante do longa, não apenas pelo motivo de ser uma heroína como protagonista, mas também na forma que a personagem se desenvolve. Durante toda sua vida ela teve que conviver com pessoas dizendo que ela não conseguiria fazer as coisas, na tentativa de diminuí-la. Mas tudo isso a tornou mais forte e ela foi conquistando seu espaço de voz, deixando cada vez mais evidente a necessidade das mulheres se provarem o tempo todo para poder ter o mesmo reconhecimento que um homem.  E Brie Larson consegue transmitir isso muito bem, não com frases de impacto ou coisas do tipo, mas com ação.

    Capitã Marvel

    Samuel L. Jackson tem bastante destaque e entrega o melhor do Nick Fury no Universo Cinematográfico Marvel. Tamanho é o seu destaque e sua importância para esse filme, que ele assume um papel de co-protagonista. O CGI feito para rejuvenescer o ator é impecável, fazendo você esquecer que aquilo não é real. Ele também é responsável por algumas referências a outras obras dos anos 90-00 como Pulp Fiction e Hannibal.

    Em comparação com Brie e Samuel, Jude Law tem bem menos tempo de tela, mas o suficiente pra fazer a trama andar. O filme faz um bom trabalho com a identidade de seu personagem, contrariando expectativas e até teorias de fãs. Em suma, o elenco de Capitã Marvel tem nomes bem fortes e bem competentes. Mas quem verdadeiramente rouba a cena no filme é a gata Goose, mostrando-se uma verdadeira ameaça para qualquer raça do universo.

    O humor do filme funciona e é bem distribuído, apenas uma piada ou outra sobre os anos 90 e os avanços tecnológicos da época acabam soando desnecessárias, porque o foco delas é uma parcela de pessoa que não viveu essa época e não sabe o quão lento era baixar um simples vídeo na internet ou mesmo usar um CD-ROM para ver arquivos.

    No meio disso tudo, Capitã Marvel ainda tem tempo para fazer suas devidas homenagens a Stan Lee, algo que com certeza vai arrancar aplausos do público. A participação dele ganha um tom diferente das outras, já que em vez dele se conectar com o universo como um elemento pertencente àquele meio, é a própria protagonista que se desconecta sutilmente da história do filme para responder a participação dele, sendo um agradecimento por tudo que ele criou durante seus 95 anos.

    Capitã Marvel não é o melhor filme do estúdio, e provavelmente nem esperavam isso. Assim como qualquer outra produção de filme de origem, ele serve para estabelecer e introduzir novos elementos que serão fundamentais para o futuro do Universo Cinematográfico da Marvel. Além disso, o longa também representa um start para a “Casa das Ideias” em um importante movimento de se ter mais protagonistas mulheres em filmes de herói.

    Agora é aguardar a recepção do público sobre essa produção e torcer para filmes como Viúva Negra e outras heroínas ganharem as telonas o mais rápido possível!

    O filme conta com duas cenas pós-crédito, sendo a primeira extremamente corajosa, porque mais do que ter conexão com Vingadores: Ultimato, ela revela algo que os fãs estavam querendo saber já há um bom tempo. Enquanto a segunda mantém a tradição da Marvel Studios de sempre fazer uma piadinha depois dos créditos.

    Nossa avaliação:

    Assista ao trailer:

    Capitã Marvel estreia dia 7 de março em todos os cinemas do Brasil. Garanta já o seu ingresso e deixe opinião depois de assistir ao filme.

    Avaliação do Público:

    Capitã Marvel: Confira nossas primeiras impressões

    0

    O novo filme da Marvel Studios tem estreia marcada para esta quinta-feira, 07 de março; e como Capitã Marvel é o primeiro filme solo de uma personagem feminina do estúdio esperamos que muitas portas sejam abertas com seu lançamento.

    Capitã Marvel teve duas exibições especiais para imprensa, porém com o embargo, a crítica só poderá ser liberada após às 11:00 do dia 5 de março. Enquanto isso, confira nossas primeiras impressões sem spoiler após ter assistido ao filme.

    Capitã Marvel

    O filme da mais nova super heroína da Marvel Studios tem muito a contar com pouco mais de 2 horas de duração, e faz isso muito bem. Além disso, também tem o mérito de expandir um pouco mais todo o Universo Cinematográfico Marvel.

    Capitã Marvel

    Brie Larson está bem confortável no papel de Carol Danvers, entregando uma protagonista divertida e muito poderosa. A interação com os demais personagens também funciona e é outro ponto alto do longa.

    Capitã Marvel

    Samuel L. Jackson brilha bastante e o CGI usado para rejuvenescer o personagem é impecável!

    Capitã Marvel

    As cenas de ação são bem convincentes e cumprem bem a função de entreter o público, mesmo não apresentando nada de espetacular.

    Capitã Marvel

    O filme começa com um tom de humor bem interessante, apesar de derrapar bem de leve em alguns momentos, o resultado final não é comprometido.

    capitã marvel

    Os fãs da Marvel ficarão bem felizes com as cenas pós-créditos e também com as conexões importantíssimas que Capitã Marvel faz com outros filmes do UCM.

    Capitã Marvel

    Prepare o coração, Capitã Marvel estreia nos cinemas brasileiros no dia 07 de março; e os ingressos já estão disponíveis para compra antecipada!

    O que você espera de Capitã Marvel? Conta pra gente nos comentários abaixo!

    Para saber mais sobre a personagem, leia também:

    Capitã Marvel: 5 histórias da personagem que você deve ler!

    Capitã Marvel: Conheça a história de Carol Danvers

    As Aventuras Sombrias de Sabrina: Pôster zomba de Game of Thrones

    Com um pouco mais de um mês para a estreia da segunda temporada, As Aventuras Sombrias de Sabrina liberou o primeiro pôster de sua segunda temporada, zombando de Game of Thrones.

    Compartilhado no Twitter oficial da série, o pôster mostra Prudence Night, a líder as Irmãs, sentada em um trono de crânios com a legenda “o único trono que vale a pena lutar.”

    O pôster é uma referência clara a Game of Thrones e foi postado um dia após o lançamento dos pôsteres oficiais da oitava temporada.

    Com As Aventuras Sombrias de Sabrina e Game of Thrones retornando em abril, cada série terá sua própria teia de intrigas e confusões sangrentas por poder.

    Disponível na Netflix, a série é estrelada por Kiernan Shipka como Sabrina Spellman, Ross Lynch como Harvey Kinkle, Michelle Gomez como Mary Wardwell/Madame Satã, Jaz Sinclair como Rosalind Walker, Lachlan Watson como Susie Putnam, Chance Perdomo como Ambrose Spellman, Lucy Davis como Hilda Spellman e Miranda Otto como Zelda Spellman.

    Vale lembrar que a 2ª temporada retorna em 5 de abril.

    [TEORIA] Game of Thrones: Jon Snow não é Azor Ahai, e sim a Luminífera

    Uma das teorias mais populares de Game of Thrones sugerem que Jon Snow é a reencarnação do herói lendário, Azor Ahai. Entretanto, outra teoria aponta que Jon não é o Azor Ahai renascido, o Príncipe que foi Prometido, mas é na verdade, a Luminífera incorporada, a Espada Vemelha dos Heróis.

    Com a oitava temporada de Game of Thrones se aproximando, os fãs esperam ansiosamente qualquer coisa que dê alguma ideia a respeito do que acontecerá nos episódios finais.

    E sem um trailer definitivo da última temporada, sinopse de episódios, ou qualquer material dos livros (já que a narrativa da série da HBO ultrapassou o material lançado por George R.R. Martin), o que nos resta é a tentativa de adivinhar o que vem por aí, analisando teorias populares baseada nas profecias contidas na história.

    O Príncipe que foi Prometido, uma profecia que previa a segunda chegada do Azor Ahai olhando detalhes específicos da história (fumaça e sal, uma estrela que sangra, etc.), é a profecia mais predominante em Game of Thrones. Mas essa interpretação particular do usuário do Reddit, luxurysedan3030, mostra uma aproximação interessante que conflita com a lenda original. E se a lenda for lida de forma mais simbólica, portando a Luminífera contra a escuridão, pode não se referir à espada de forma literal mas algo – ou alguém.

    A Lenda do Azor Ahai e Luminífera explicada

    Azor Ahai

    Azor Ahai é o herói lendário que segundo a lenda levou a batalha contra a escuridão há 8.000 anos, terminando assim a Longa Noite. Para completar esse incrível feito, Azor Ahai forjou a poderosa, espada em chamas – Luminífera, a Espada Vermelha dos Heróis.

    Leia mais sobre a lenda:

    Game of Thrones: Azor Ahai e o Príncipe que Foi Prometido

    Por que Jon Snow é a Luminífera e não o Azor Ahai?

    Game of Thrones

    Antes de Melisandre declarar Stannis Baratheon como o Azor Ahai renascido, o Príncipe que Foi Prometido, havia outra pessoa que muitos acreditaram ser o salvador profetizado – Rhaegar Targaryen. Claro, Rhaegar morre antes mesmo da história de Game of Thrones começar, o que parece ser um salvador improvável.

    Entretanto, se nós lermos de uma forma mais simbólica a lenda de Azor Ahai – como o usuário do Reddit luxurysedan3030 fez – então o papel de Rhaegar como o Príncipe que Foi Prometido começa a fazer sentido.

    Na lenda, Azor Ahai tentou três vezes forjar a espada, e é apenas na sua terceira tentativa – quando ele sacrifica seu amor verdadeiro, Nissa Nissa – que a espada não quebra. Por comparação, Rhaegar teve um total de três filhos, mas apenas seu terceiro filho – Jon Snow, fruto do amor de Rhaegar e Lyanna Stark – está vivo até hoje. E quando colocados de forma simbólica ao invés do sentido literal, fica incerto: A lenda de Azor Ahai “temperando” uma “espada” no “coração” da mulher que ele ama não é se trata da criação de uma arma, a lenda aponta o nascimento de uma criança. (Lyanna morreu no nascimento de seu filho, afinal.) Então, se Rhaegar era o Azor Ahai renascido como muitos acreditaram, então a Luminífera não é uma espada – e sim, Jon.

    A Luminífera foi forjada a fim de afastar a escuridão, e ninguém se compromete tanto com a batalha mais do que Jon Snow. O juramento da Patrulha da Noite, que Jon recita, inclui as frases: “Eu sou a espada na escuridão; o Fogo que queima contra o frio; A Luz que traz o alvorecer“, e ao jurar, Jon se compromete em lutar contra a escuridão, ou seja, os Caminhantes Brancos. E quando ele é morto antes de cumprir seu dever, ele é ressuscitado por R’hllor – o Senhor da Luz – para que ele possa enfim cumprir seu destino.

    Como isso muda a 8ª Temporada de Game of Thrones

    Game of Thrones

    Quando se trata da oitava temporada de Game of Thrones, Jon Snow sendo a Luminífera confirma os resultados que muitos já haviam previsto – Jon é a chave para destruir a ameaça que os Caminhantes Brancos representam. Exatamente como ele obterá êxito, continua um mistério, mas como Luminífera, é o destino de Jon repelir a escuridão. Esse é o propósito, de acordo com a teoria, a razão de Jon ter nascido, revivido, e seu único propósito.

    Nesse caso, uma vez que ele completar sua missão e a escuridão for derrotada, a razão de Jon Snow existir terá acabado. Com seu destino completo, Jon certamente irá morrer – isso se não levarmos em conta a possibilidade de Jon morrer ao completar seu destino, que parece ainda mais improvável.

    Não há futuro para Jon Snow no Trono de Ferro, ou em um casamento com Daenerys, ou nada além de ser quem derrota a escuridão. Se a teoria se provar real, então Jon não passa de uma ferramenta, um peão na luta de R’hllor.

    O problema de Jon ser a Luminífera

    Game of Thrones

    Jon Snow ser a Luminífera ao invés de ser o Azor Ahai renascido é uma premissa interessante, mas há problemas nessa teoria. Enquanto Rhaegar cumpria quase todos os pré-requisitos da profecia do Príncipe que Foi Prometido, ele não cumpria todos os critérios da profecia. Por exemplo, havia fumaça e sal quando Rhaegar nasceu, como a profecia previa, mas não havia uma espada sangrando. E se Rhaegar não era o Azor Ahai renascido, o Príncipe que Foi Prometido, então Jon não pode ser a Luminífera.

    A outra – e maior – questão nessa teoria, é não ter espaço para Daenerys, sendo que ela é a única personagem que “deu a luz” às armas capazes de destruir os Caminhantes Brancos. Mas há um argumento, já que Jon Snow é quem leva Daenerys até a luta contra a escuridão, então ele está “trazendo a luz” – também conhecido como fogo de dragão. Sem explicar o papel de Daenerys nisso tudo, a teoria de Jon como a Luminífera não se mantém contra algumas contestações sérias.

    E aí, o que achou dessa nova teoria? E quais as suas teorias para a conclusão de Game of Thrones? Deixe seus comentários e leira também:

    Game of Thrones: O que você precisa saber sobre os Caminhantes Brancos